EDP fugindo à escuridão
Boa tarde,
Este será o meu primeiro tópico apesar de visitar o fórum à +/- um ano. Tenho aprendido bastante com o fórum, pois a minha formação de base em nada está ligada a este mundo. Assim o fórum já me ajudou a destapar uns milímetros de um véu que deve ter uns bons milhares de kms.
Aproveito para saudar todos os membros e administradores com os quais tenho aprendido.
Gostaria de saber a vossa opinião sobre a seguinte dúvida que me tem atormentado os pensamentos.
Possuo uma posição longa na EDP (cerca de 1 ano e 1mês), já tenho uma boa mais valia (apesar de deter pouco mais de 5 000 acções), este dinheiro ainda não me faz falta. Mas depois de ler alguns posts em que chamam a atenção para o facto do mercado estar muito esticado e para possíveis estoiros de “bolhas”, gostaria de saber a vossa opinião se eu deveria realizar mais valias e esperar que o titulo baixe mais um pouco e torne a comprar ou deixo-me ficar e vejo se ele continua a subir.
Já agora, uma vez que ainda sou caloiro nestas andanças, alguém me pode explicar o comportamento de hoje da EDP, depois de uma subida quase vertiginosa teve uma descida que poderia ter provocado uns bons momentos de adrenalina, este comportamento poderá querer revelar algo ou é mesmo da minha imaginação, um dia não é suficiente para demonstrar futuros comportamentos?
Muito obrigado
Cumps
Kemmy
Este será o meu primeiro tópico apesar de visitar o fórum à +/- um ano. Tenho aprendido bastante com o fórum, pois a minha formação de base em nada está ligada a este mundo. Assim o fórum já me ajudou a destapar uns milímetros de um véu que deve ter uns bons milhares de kms.
Aproveito para saudar todos os membros e administradores com os quais tenho aprendido.
Gostaria de saber a vossa opinião sobre a seguinte dúvida que me tem atormentado os pensamentos.
Possuo uma posição longa na EDP (cerca de 1 ano e 1mês), já tenho uma boa mais valia (apesar de deter pouco mais de 5 000 acções), este dinheiro ainda não me faz falta. Mas depois de ler alguns posts em que chamam a atenção para o facto do mercado estar muito esticado e para possíveis estoiros de “bolhas”, gostaria de saber a vossa opinião se eu deveria realizar mais valias e esperar que o titulo baixe mais um pouco e torne a comprar ou deixo-me ficar e vejo se ele continua a subir.
Já agora, uma vez que ainda sou caloiro nestas andanças, alguém me pode explicar o comportamento de hoje da EDP, depois de uma subida quase vertiginosa teve uma descida que poderia ter provocado uns bons momentos de adrenalina, este comportamento poderá querer revelar algo ou é mesmo da minha imaginação, um dia não é suficiente para demonstrar futuros comportamentos?
Muito obrigado
Cumps
Kemmy
Estou a aprender
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- Registado: 9/2/2007 12:26
a confirmar-se o grafico que coloquei em cima poderemos ver a edp nos 4.35 na proxima semana
que grande alegria me deu hoje a edp
fechei hoje a posição que tinha em calls a .57(4.38)
Abraços
Outubro é um dos meses particularmente perigosos para especular em acções. Os outros são Julho, Janeiro, Setembro, Abril, Novembro, Maio, Março, Junho, Dezembro, Agosto e Fevereiro.
Sol e resina, para quem tem acompanhado este tópico, facilmente imagina qual o meu comentário depois da sessão da passada Sexta-feira. Em termos de longo prazo, há muito que a EDP estava bullish e não será facilmente que se pode invertwer uma tendência tão duradoura como esta.
Em termos de curto prazo, todos os olhos estavam postos na resistência dos 4,08 euros. A ruptura dessa resistência abriu caminho para a EDP voar. E foi o que se viu...
Um abraço,
Ulisses
Em termos de curto prazo, todos os olhos estavam postos na resistência dos 4,08 euros. A ruptura dessa resistência abriu caminho para a EDP voar. E foi o que se viu...
Um abraço,
Ulisses
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Acordo para prolongar exploração das centrais hídricas -positivo- para a EDP
19/02/2007
O CaixaBI considera que o acordo com o Governo para prolongar a exploração das centrais hídricas é positivo para a EDP. A casa de investimento mantém a recomendação de "manter" e o preço-alvo de 3,75 euros para as acções da eléctrica.
O Governo anunciou na sexta-feira um pacote legislativo para o sector eléctrico, para diminuir as tarifas e o défice tarifário.
O pacote prevê a extinção dos Contratos de Aquisição de Energia (CAE) e um novo cálculo dos Custos para a Manutenção do Equilíbrio Contratual dos CAE (CMEC), cuja compensação às empresas baixa de 50 euros por megawatt por hora para 36 euros.
A EDP vai entregar 800 milhões de euros euros ao sistema tarifário, que serão amortizados ao longo de quatro anos: menos 200 milhões nas tarifas por ano.
Como contrapartida deste acordo a EDP garante já e sem concurso público a titularidade das centrais e dos terrenos, explorando a sua concessão durante mais algumas dezenas de anos.
O CaixaBI diz considerar "positivo o acordo atingido para prolongar a exploração das centrais hídricas, tendo em atenção o seu valor estratégico e os objectivos de crescimento naquela área."
Em relação à extinção dos CAE, a analista Helena Barbosa diz que "mantemos a nossa opinião relativamente ao efeito neutral do concelamento antecipado dos CAE".
As acções da EDP [edp] seguem a subir 3,32% para 4,36 euros com 72 milhões de títulos negociados.
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Fonte: www.bpionline.pt
19/02/2007
O CaixaBI considera que o acordo com o Governo para prolongar a exploração das centrais hídricas é positivo para a EDP. A casa de investimento mantém a recomendação de "manter" e o preço-alvo de 3,75 euros para as acções da eléctrica.
O Governo anunciou na sexta-feira um pacote legislativo para o sector eléctrico, para diminuir as tarifas e o défice tarifário.
O pacote prevê a extinção dos Contratos de Aquisição de Energia (CAE) e um novo cálculo dos Custos para a Manutenção do Equilíbrio Contratual dos CAE (CMEC), cuja compensação às empresas baixa de 50 euros por megawatt por hora para 36 euros.
A EDP vai entregar 800 milhões de euros euros ao sistema tarifário, que serão amortizados ao longo de quatro anos: menos 200 milhões nas tarifas por ano.
Como contrapartida deste acordo a EDP garante já e sem concurso público a titularidade das centrais e dos terrenos, explorando a sua concessão durante mais algumas dezenas de anos.
O CaixaBI diz considerar "positivo o acordo atingido para prolongar a exploração das centrais hídricas, tendo em atenção o seu valor estratégico e os objectivos de crescimento naquela área."
Em relação à extinção dos CAE, a analista Helena Barbosa diz que "mantemos a nossa opinião relativamente ao efeito neutral do concelamento antecipado dos CAE".
As acções da EDP [edp] seguem a subir 3,32% para 4,36 euros com 72 milhões de títulos negociados.
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Fonte: www.bpionline.pt
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- Registado: 17/12/2002 10:41
Caro leom,
Apenas uma pequena achega... Não concordo com o teu target ou desenho do rompimento do intervalo de consolidação. Com a EDP completamente bull, a confirmar-se a ruptura do canal, o target será a amplitude do canal agora rompido adicionado ao preço de fecho de 6ª feira. Pelo teu desenho, penso que a amplitude andará em torno dos 20 e qualquer coisa cêntimos pelo que o alvo da ruptura será em torno dos 4,50 ou do máximo visto no gráfico anterior. Independentemente do RSI estar já a valores elevados.
Um abraço,
MozHawk
PS-Longo em EDP.
Apenas uma pequena achega... Não concordo com o teu target ou desenho do rompimento do intervalo de consolidação. Com a EDP completamente bull, a confirmar-se a ruptura do canal, o target será a amplitude do canal agora rompido adicionado ao preço de fecho de 6ª feira. Pelo teu desenho, penso que a amplitude andará em torno dos 20 e qualquer coisa cêntimos pelo que o alvo da ruptura será em torno dos 4,50 ou do máximo visto no gráfico anterior. Independentemente do RSI estar já a valores elevados.
Um abraço,
MozHawk
PS-Longo em EDP.
sol o valor que apontei será o target da figura do gráfico não quer dizer que tenha obrigatoriamente de ser cumprido, quanto aos 4.20 era o topo do canal que estava a ser desenhado e foi cumprido.
Estes valores estão nos graficos não são inventados á sorte
para mim fazem parte da estratégia que utilizo,cada um use a que lhe convier.
Abraços
Estes valores estão nos graficos não são inventados á sorte
para mim fazem parte da estratégia que utilizo,cada um use a que lhe convier.
Abraços
Outubro é um dos meses particularmente perigosos para especular em acções. Os outros são Julho, Janeiro, Setembro, Abril, Novembro, Maio, Março, Junho, Dezembro, Agosto e Fevereiro.
leom avançar valores, não faz qualquer sentido, é como tentar adivinhar, a chave do euromilhões da próxima semana!
Para muitas pessoas,há dois dias a tráz a EDP também poderia alcançar os 4,20 lá para o final do semestre ou do ano, mas não é assim. E felizmente não é assim, caso contrário o Mercado perdia toda a beleza, toda imprevesibilidade!
Assistimos a uma euforia declarada na bolsa Portuguesa em certa medida pelas OPAS q estão a decorrer que veio a dar uma maior visibilidade interna e externamente do nosso Mercado, há claros sinais desse clima, são os jornais a dar maior destaque também pelo facto da revisão do preço da OPA da PT e não só, o "povo" voltou a falar e a ouvir falar da bolsa e isto também vai ter os seus reflexos, na próxima semana de que forma, e com que amplitude, vamos ver!
Só agora, muitos pequenos investidores voltaram a ter o dinheiro que investiram há dez anos na EDP, mas neste espaço de tempo habituaram-se a receber os dividendos, e para muitos mas muitos, vem nessa retribuição uma excelente remuneração do capital que investiram e nunca mais tinham visto, agora que regressou, não acreditam que se poderá desparecer novamente, e penso que tem alguma tendência a esperar pelo menos pelos dividendos de 2006, e só depois venderem, pessoalmente não vejo a coisa assim mas é assim que muito vem o assunto.
Vamos ver, a próxima semana um dia de cada vez, penso que a EDP está num excelente momento técnico mas, o anúncio dos resultados consolidados do ano de 2006 também deverão dar-lhe algum impacto positivo e a revelação do dividendo, a juntas as diversas notícias de expansão e consolidação de negócios lhe deram força para trepar mais uns furos quantos não sei!
sol
Para muitas pessoas,há dois dias a tráz a EDP também poderia alcançar os 4,20 lá para o final do semestre ou do ano, mas não é assim. E felizmente não é assim, caso contrário o Mercado perdia toda a beleza, toda imprevesibilidade!
Assistimos a uma euforia declarada na bolsa Portuguesa em certa medida pelas OPAS q estão a decorrer que veio a dar uma maior visibilidade interna e externamente do nosso Mercado, há claros sinais desse clima, são os jornais a dar maior destaque também pelo facto da revisão do preço da OPA da PT e não só, o "povo" voltou a falar e a ouvir falar da bolsa e isto também vai ter os seus reflexos, na próxima semana de que forma, e com que amplitude, vamos ver!
Só agora, muitos pequenos investidores voltaram a ter o dinheiro que investiram há dez anos na EDP, mas neste espaço de tempo habituaram-se a receber os dividendos, e para muitos mas muitos, vem nessa retribuição uma excelente remuneração do capital que investiram e nunca mais tinham visto, agora que regressou, não acreditam que se poderá desparecer novamente, e penso que tem alguma tendência a esperar pelo menos pelos dividendos de 2006, e só depois venderem, pessoalmente não vejo a coisa assim mas é assim que muito vem o assunto.
Vamos ver, a próxima semana um dia de cada vez, penso que a EDP está num excelente momento técnico mas, o anúncio dos resultados consolidados do ano de 2006 também deverão dar-lhe algum impacto positivo e a revelação do dividendo, a juntas as diversas notícias de expansão e consolidação de negócios lhe deram força para trepar mais uns furos quantos não sei!
sol
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- Registado: 17/12/2002 10:41
Como já aqui referiram a edp teve um excelente comportamento esta semana, ontem quebrou uma importante zona de resistencia já aqui referida pelo Ulisses com um estrondoso volume e em maximos da sessão, a confirmar-se o grafico que coloquei em cima poderemos ver a edp nos 4.35 na proxima semana.
Abraços
Abraços
Outubro é um dos meses particularmente perigosos para especular em acções. Os outros são Julho, Janeiro, Setembro, Abril, Novembro, Maio, Março, Junho, Dezembro, Agosto e Fevereiro.
Ulisses o que tens a dizer acerca do dia de sexta feira, aquele volume e aquela subida, significam algo que não estejamos a ver...?
Uma vez que não encontrei a tua analise actualizada neste tópico, gostaria de ouvir comentarios...
Abraço
Uma vez que não encontrei a tua analise actualizada neste tópico, gostaria de ouvir comentarios...
Abraço
Se não podes vencê-los, o melhor mesmo é juntares-te a eles!
Porquê ir contra o mercado? Perdemos sempre!
És fraco, junta-te aos fortes!
Porquê ir contra o mercado? Perdemos sempre!
És fraco, junta-te aos fortes!
EDP diz pacote Governo apropriado investimentos hídricas
16/02/2007
LISBOA, 16 Fev (Reuters) - O pacote legislativo do Governo para o sector energético é compatível com a rentabilidade da EDP-Energias de Portugal e é apropriado para os projectos de investimento desta em hídricas, refere a EDP.
Este pacote inclui uma síntese de medidas, nomeadamente no que respeita à revisão do regime de cessação antecipada dos contratos de aquisição de energia (CAE) e de utilização do domínio hídrico para fins de produção eléctrica.
Negociaram-se 58.903.102 acções da EDP a subirem 2,71 pct para 4,17 euros.
A EDP considera que o pacote (...) é compatível com os critérios de rentabilidade da empresa, contribuindo (...) para a criação de um ambiente regulatório estável e apropriado para os projectos de investimento da EDP em aproveitamentos hidroeléctricos em Portugal", afirma em comunicado.
Adianta que contribuirá também para o "desenvolvimento de um mercado ibérico de electricidade (MIBEL) líquido e eficiente", bem como para "o reforço da aposta nas energias renováveis livres de emissões de CO2".
A eléctrica realça que o pacote será redundar também no "aumento gradual da exposição da EDP ao ambiente de mercado liberalizado, através de um portfólio de activos eficientes, competitivos e com um reduzidos níveis de emissões de CO2".
Quanto ao fim dos CAEs, refere que é "expectável a compensação inicial associada à cessação antecipada dos CAE, a qual, preliminarmente, se estima que seja próxima de 800 milhões de euros".
"A nível económico, não se antecipa que este ajustamento venha a alterar o carácter neutral para a EDP da introdução do mecanismo CMEC no cenário de cessação antecipada dos CAE", afirma.
Recorda que o conjunto de medidas contempla a consolidação do regime do domínio hídrico para fins de produção de energia eléctrica.
Como consequência das alterações dos pressupostos de mercado a longo prazo, nomeadamente a subida dos preços previstos de venda de electricidade, será introduzido um pagamento pelos produtores hídricos abrangidos por CAE no período subsequente ao termo previsto nos CAE.
A determinação do montante deste pagamento será efectuada com base em duas avaliações independentes.
"No pressuposto da utilização das metodologias de avaliação e das taxas de desconto apropriadas, a EDP antecipa que a conjugação das duas medidas tenha um efeito neutral sobre a empresa", acrescenta.
Afirma que permitirá também "efectivar o exercício da opção de manter a utilização das centrais hídricas até ao final da respectiva vida útil".
((---Sérgio Gonçalves, Lisboa Editorial, 351-21-3509204 lisbon.newsroom@reuters.com; Reuters Messaging: sergio.goncalves.reuters.com@reuters.net))
Fonte www.bpionline.pt
16/02/2007
LISBOA, 16 Fev (Reuters) - O pacote legislativo do Governo para o sector energético é compatível com a rentabilidade da EDP-Energias de Portugal e é apropriado para os projectos de investimento desta em hídricas, refere a EDP.
Este pacote inclui uma síntese de medidas, nomeadamente no que respeita à revisão do regime de cessação antecipada dos contratos de aquisição de energia (CAE) e de utilização do domínio hídrico para fins de produção eléctrica.
Negociaram-se 58.903.102 acções da EDP a subirem 2,71 pct para 4,17 euros.
A EDP considera que o pacote (...) é compatível com os critérios de rentabilidade da empresa, contribuindo (...) para a criação de um ambiente regulatório estável e apropriado para os projectos de investimento da EDP em aproveitamentos hidroeléctricos em Portugal", afirma em comunicado.
Adianta que contribuirá também para o "desenvolvimento de um mercado ibérico de electricidade (MIBEL) líquido e eficiente", bem como para "o reforço da aposta nas energias renováveis livres de emissões de CO2".
A eléctrica realça que o pacote será redundar também no "aumento gradual da exposição da EDP ao ambiente de mercado liberalizado, através de um portfólio de activos eficientes, competitivos e com um reduzidos níveis de emissões de CO2".
Quanto ao fim dos CAEs, refere que é "expectável a compensação inicial associada à cessação antecipada dos CAE, a qual, preliminarmente, se estima que seja próxima de 800 milhões de euros".
"A nível económico, não se antecipa que este ajustamento venha a alterar o carácter neutral para a EDP da introdução do mecanismo CMEC no cenário de cessação antecipada dos CAE", afirma.
Recorda que o conjunto de medidas contempla a consolidação do regime do domínio hídrico para fins de produção de energia eléctrica.
Como consequência das alterações dos pressupostos de mercado a longo prazo, nomeadamente a subida dos preços previstos de venda de electricidade, será introduzido um pagamento pelos produtores hídricos abrangidos por CAE no período subsequente ao termo previsto nos CAE.
A determinação do montante deste pagamento será efectuada com base em duas avaliações independentes.
"No pressuposto da utilização das metodologias de avaliação e das taxas de desconto apropriadas, a EDP antecipa que a conjugação das duas medidas tenha um efeito neutral sobre a empresa", acrescenta.
Afirma que permitirá também "efectivar o exercício da opção de manter a utilização das centrais hídricas até ao final da respectiva vida útil".
((---Sérgio Gonçalves, Lisboa Editorial, 351-21-3509204 lisbon.newsroom@reuters.com; Reuters Messaging: sergio.goncalves.reuters.com@reuters.net))
Fonte www.bpionline.pt
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EDP dá vento às eólicas na Europa
Grupo português tem autorização para fazer mais parques na Galiza
Alterar tamanho
A expansão dos investimentos eólicos cumpre o plano estratégico da EDP FOTO JOSÉ VENTURA
A Neo Energia - empresa do grupo EDP para a área das renováveis - conseguiu autorização para avançar com mais três parques eólicos na região da Galiza, um investimento que vai exigir um esforço financeiro de 107 milhões de euros.
Em termos de capacidade de produção, esta autorização equivale a afirmar que a Neo Energia poderá avançar com a instalação de 83 MW, na zona da Galiza. Com esta luz verde galega, a EDP diz ter conseguido o cumprimento total das expectativas estabelecidas pela companhia no seu plano de negócios, o que lhe permite também completar o plano estratégico do grupo para a região da Galiza.
Com esta autorização, a Neo Energia assegurou 15% da potência total autorizada na zona, tendo sido ultrapassada apenas pela companhia distribuidora tradicional galega. Na prática, esta autorização equivale a afirmar que a Neo Energia conquistou o direito de construir três novos parques eólicos: Muxía I (32,2 MW), Muxía II (23 MW) e o parque eólico Fontesilva (27,6 MW). A EDP explicou ao Expresso que estes parques estão localizados nas zonas com maior intensidade de vento da Península Ibérica e disse ainda que a construção terá início já no próximo ano.
À frente da concorrência
No total, em 2006, a Neo Energia completou 463 megawatts (MW) em parques eólicos em exploração, à frente, em Espanha, dos concorrentes Acciona (257 MW) e Iberdrola (240 MW). Deste universo, apenas em 2006, a Neo tem 113 MW com parques em exploração em Portugal e 20 MW em funcionamento em França. Mas em funcionamento no mercado português estão já em operação 326 MW eólicos.
Se considerado apenas o mercado espanhol, a região onde a Neo tem maior implantação é Castela-Leão, com 286 MW, seguida da zona de Aragão, com 273 MW, e por Castela-la-Mancha, com 245 MW. Nas Astúrias, o grupo português tem 130 MW e na Galiza, 153 MW. A Andaluzia, com 99 MW, e as Canárias, com 26 MW, são as regiões espanholas onde a Neo ainda tem menor presença efectiva. Estes dados comprovam, segundo a EDP, que a Neo foi a empresa que mais investiu na tecnologia de produção de energia eólica em Espanha.
O último centro produtor a ser colocado em operação pela Neo Energia em Espanha foi o parque eólico de Hoya Gonzalo, com uma potência instalada de 49,5 MW. Localizado na província de Albacete, o parque eólico tem 33 aerogeradores em operação, tendo representado um investimento de 51 milhões de euros para o grupo português. A produção estimada é de 136 gigawatts por hora (GW/h), prevendo-se a geração de um «cash-flow» operacional (EBITDA) da ordem dos 9,8 milhões de euros.
Estes passos representam o cumprimento do plano estratégico da EDP, que elegeu a área das energias renováveis como o principal motor de crescimento.
Christiana Martins
Fonte: WWW.semanal.expresso.clix.pt
Grupo português tem autorização para fazer mais parques na Galiza
Alterar tamanho
A expansão dos investimentos eólicos cumpre o plano estratégico da EDP FOTO JOSÉ VENTURA
A Neo Energia - empresa do grupo EDP para a área das renováveis - conseguiu autorização para avançar com mais três parques eólicos na região da Galiza, um investimento que vai exigir um esforço financeiro de 107 milhões de euros.
Em termos de capacidade de produção, esta autorização equivale a afirmar que a Neo Energia poderá avançar com a instalação de 83 MW, na zona da Galiza. Com esta luz verde galega, a EDP diz ter conseguido o cumprimento total das expectativas estabelecidas pela companhia no seu plano de negócios, o que lhe permite também completar o plano estratégico do grupo para a região da Galiza.
Com esta autorização, a Neo Energia assegurou 15% da potência total autorizada na zona, tendo sido ultrapassada apenas pela companhia distribuidora tradicional galega. Na prática, esta autorização equivale a afirmar que a Neo Energia conquistou o direito de construir três novos parques eólicos: Muxía I (32,2 MW), Muxía II (23 MW) e o parque eólico Fontesilva (27,6 MW). A EDP explicou ao Expresso que estes parques estão localizados nas zonas com maior intensidade de vento da Península Ibérica e disse ainda que a construção terá início já no próximo ano.
À frente da concorrência
No total, em 2006, a Neo Energia completou 463 megawatts (MW) em parques eólicos em exploração, à frente, em Espanha, dos concorrentes Acciona (257 MW) e Iberdrola (240 MW). Deste universo, apenas em 2006, a Neo tem 113 MW com parques em exploração em Portugal e 20 MW em funcionamento em França. Mas em funcionamento no mercado português estão já em operação 326 MW eólicos.
Se considerado apenas o mercado espanhol, a região onde a Neo tem maior implantação é Castela-Leão, com 286 MW, seguida da zona de Aragão, com 273 MW, e por Castela-la-Mancha, com 245 MW. Nas Astúrias, o grupo português tem 130 MW e na Galiza, 153 MW. A Andaluzia, com 99 MW, e as Canárias, com 26 MW, são as regiões espanholas onde a Neo ainda tem menor presença efectiva. Estes dados comprovam, segundo a EDP, que a Neo foi a empresa que mais investiu na tecnologia de produção de energia eólica em Espanha.
O último centro produtor a ser colocado em operação pela Neo Energia em Espanha foi o parque eólico de Hoya Gonzalo, com uma potência instalada de 49,5 MW. Localizado na província de Albacete, o parque eólico tem 33 aerogeradores em operação, tendo representado um investimento de 51 milhões de euros para o grupo português. A produção estimada é de 136 gigawatts por hora (GW/h), prevendo-se a geração de um «cash-flow» operacional (EBITDA) da ordem dos 9,8 milhões de euros.
Estes passos representam o cumprimento do plano estratégico da EDP, que elegeu a área das energias renováveis como o principal motor de crescimento.
Christiana Martins
Fonte: WWW.semanal.expresso.clix.pt
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Mas o que para mim está a animar, a cotação da EDP hoje, para mim não é nenhuma das notícias que acabei de colocar nos tópicos anteriores. Se bem que a meu ver são claramente positivas.
Mas o que poderá fazer mexer, significativamente na sua cotação, é o facto da EDP vir ser envolvida no actual movimento de consolidação no sector das energias no espaço Ibérico ou Europeu.
Em termos técnicos, se fechar acima dos 4,10 penso que é sinal que rebentou defenitivamente com a resistência que tinha nos 4,08-4,10 que o Ullises tem referido neste tópico, penso que ele não deve de levar a mal de fazer esta referência.De resto há muito que deixou de ser aquela EDP que todos conheciamos onde Mês após Mês nada acontecia, diáriamente, sai informação para o Mercado, e o Mercado gosta disto.
Tenho o título em carteira, e já hoje reforçei a mesma com EDP deveria ter esperado pelo fecho, mas já está.
Bons investimentos a todos.
sol
Mas o que poderá fazer mexer, significativamente na sua cotação, é o facto da EDP vir ser envolvida no actual movimento de consolidação no sector das energias no espaço Ibérico ou Europeu.
Em termos técnicos, se fechar acima dos 4,10 penso que é sinal que rebentou defenitivamente com a resistência que tinha nos 4,08-4,10 que o Ullises tem referido neste tópico, penso que ele não deve de levar a mal de fazer esta referência.De resto há muito que deixou de ser aquela EDP que todos conheciamos onde Mês após Mês nada acontecia, diáriamente, sai informação para o Mercado, e o Mercado gosta disto.
Tenho o título em carteira, e já hoje reforçei a mesma com EDP deveria ter esperado pelo fecho, mas já está.
Bons investimentos a todos.
sol
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A Pequena Central Hidroeléctrica de São João (PCH), localizada no município de Castelo, Espírito Santo, acaba de ingressar na última fase da implantação, com o enchimento do reservatório, a partir da obtenção da Licença de Operação do IEMA - Instituto Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos - nº 040/2007.
No total, a Energias do Brasil investiu cerca de R$ 90 milhões na construção da pequena central hidroeléctrica São João que possui uma capacidade instalada de 25 megawatts e energia assegurada de 14,1 megawatts médios. Toda a energia gerada pelo empreendimento, que contribuirá para a ampliação do fornecimento de energia no estado do Espírito Santo, será distribuída por uma linha de 69 kV, que liga a central à cidade de Castelo.
Com a entrada em operação da PCH São João e UHE Peixe Angical, inaugurada em 2006, e Energias do Brasil ampliou a sua capacidade total instalada para 1.043 megawatts. "Ainda nesse ano iniciaremos a construção da PCH Santa Fé (29 megawatts), no Espírito Santo, que absorverá investimento de R$ 105 milhões. O baixo impacto ambiental e o curto prazo de construção são alguns dos factores que motivam a aplicação da empresa na construção das pequenas centrais hidroeléctricas", afirma fonte oficial da Energias do Brasil.
Fonte: www.edp.pt
site da Empresa informação de 15-01-2007.
No total, a Energias do Brasil investiu cerca de R$ 90 milhões na construção da pequena central hidroeléctrica São João que possui uma capacidade instalada de 25 megawatts e energia assegurada de 14,1 megawatts médios. Toda a energia gerada pelo empreendimento, que contribuirá para a ampliação do fornecimento de energia no estado do Espírito Santo, será distribuída por uma linha de 69 kV, que liga a central à cidade de Castelo.
Com a entrada em operação da PCH São João e UHE Peixe Angical, inaugurada em 2006, e Energias do Brasil ampliou a sua capacidade total instalada para 1.043 megawatts. "Ainda nesse ano iniciaremos a construção da PCH Santa Fé (29 megawatts), no Espírito Santo, que absorverá investimento de R$ 105 milhões. O baixo impacto ambiental e o curto prazo de construção são alguns dos factores que motivam a aplicação da empresa na construção das pequenas centrais hidroeléctricas", afirma fonte oficial da Energias do Brasil.
Fonte: www.edp.pt
site da Empresa informação de 15-01-2007.
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EDP em máximos de 1999 com ajuste directo do Alqueva
As acções da Energias de Portugal (EDP) seguem a negociar em máximo de quase oito anos, animadas pela notícia de que a empresa liderada por António Mexia vai receber do Governo a exploração da barragem do Alqueva.
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Paulo Moutinho
paulomoutinho@mediafin.pt
As acções da Energias de Portugal (EDP) seguem a negociar em máximo de quase oito anos, animadas pela notícia de que a empresa liderada por António Mexia vai receber do Governo a exploração da barragem do Alqueva.
Os títulos da eléctrica nacional seguem a valorizar 1,72% para os 4,13 euros, tendo já renovado o valor mais elevado desde Fevereiro de 1999 ao cotar nos 4,15 euros, beneficiando de uma subida de 2,22%.
À actual cotação, a eléctrica liderada por António Mexia, que desde o início do ano soma já 8%, apresenta um valor de mercado de mais de 15,1 mil milhões de euros, sendo esta a empresa com a maior capitalização bolsista do PSI-20.
O mercado está a reagir em alta à notícia avançada hoje pelo Jornal de Negócios de que o se Governo prepara para entregar, por ajuste directo, a exploração hidroeléctrica da barragem do Alqueva à EDP
A decisão partiu do próprio primeiro-ministro, José Sócrates, que considera ser esta a única solução para conseguir atingir, até 2010, a meta dos 5.575 megawatts (MW) de capacidade hídrica.
Desta forma, a EDP garante a exploração do Alqueva, já que o executivo de Sócrates abdicou da realização do concurso público, que havia sido anunciado no ano passado.
Fonte: www.negocios.pt
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As acções da Energias de Portugal (EDP) seguem a negociar em máximo de quase oito anos, animadas pela notícia de que a empresa liderada por António Mexia vai receber do Governo a exploração da barragem do Alqueva.
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Paulo Moutinho
paulomoutinho@mediafin.pt
As acções da Energias de Portugal (EDP) seguem a negociar em máximo de quase oito anos, animadas pela notícia de que a empresa liderada por António Mexia vai receber do Governo a exploração da barragem do Alqueva.
Os títulos da eléctrica nacional seguem a valorizar 1,72% para os 4,13 euros, tendo já renovado o valor mais elevado desde Fevereiro de 1999 ao cotar nos 4,15 euros, beneficiando de uma subida de 2,22%.
À actual cotação, a eléctrica liderada por António Mexia, que desde o início do ano soma já 8%, apresenta um valor de mercado de mais de 15,1 mil milhões de euros, sendo esta a empresa com a maior capitalização bolsista do PSI-20.
O mercado está a reagir em alta à notícia avançada hoje pelo Jornal de Negócios de que o se Governo prepara para entregar, por ajuste directo, a exploração hidroeléctrica da barragem do Alqueva à EDP
A decisão partiu do próprio primeiro-ministro, José Sócrates, que considera ser esta a única solução para conseguir atingir, até 2010, a meta dos 5.575 megawatts (MW) de capacidade hídrica.
Desta forma, a EDP garante a exploração do Alqueva, já que o executivo de Sócrates abdicou da realização do concurso público, que havia sido anunciado no ano passado.
Fonte: www.negocios.pt
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