O referendo visto pela CNN
Não percebo nada disto. Ninguém está satisfeito?
A participação foi grande. Em termos internacionais foi invejável. Já disse que descontando os 10% da desactualização dos cadernos seria menor que 50%. Acho que ninguém ligou nenhuma.
A campanha foi de longe a mais participada e interessante que já vi desde o 25 de Abril.
Acho que a democracia portuguesa só tem razões para estar de parabéns.
Estranhamente neste tópico só vejo resmungos e mau feitio. A bota não bate com a perdigota.
São os portugueses que estão mal ou os participantes do tópico?
A participação foi grande. Em termos internacionais foi invejável. Já disse que descontando os 10% da desactualização dos cadernos seria menor que 50%. Acho que ninguém ligou nenhuma.
A campanha foi de longe a mais participada e interessante que já vi desde o 25 de Abril.
Acho que a democracia portuguesa só tem razões para estar de parabéns.
Estranhamente neste tópico só vejo resmungos e mau feitio. A bota não bate com a perdigota.
São os portugueses que estão mal ou os participantes do tópico?
Abraço,
Dwer
There is a difference between knowing the path and walking the path
Dwer
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Resultados finais:
25,8 % - sim
17,8% - não
56,4% - abstiveram-se
O "sim" ganhou, quem se absteve é porque aceita a decisão dos outros...
Até acho que até é mais importante votar em referendos que nas outras eleições, os referendos são até uma forma de retirar aos políticos o monopólio da política!
Fiquei muito frustrado com os referendos anteriores com abstenções na ordem dos 70% porque no fim de contas o pessoal está sempre a queixar-se dos políticos, "essa cambada que vive à nossa custa e trata é de nos sacar o mais que pode" (e com razão) e depois em questões importantes acabam por se ficar pelo "ora, não estou para me chatear com essas coisas, eles que decidam"
Preferia que fossa como na República Democrática Popular da Califórnia ou na Suiça onde há referendos por tudo e mais alguma coisa
25,8 % - sim
17,8% - não
56,4% - abstiveram-se
O "sim" ganhou, quem se absteve é porque aceita a decisão dos outros...
Até acho que até é mais importante votar em referendos que nas outras eleições, os referendos são até uma forma de retirar aos políticos o monopólio da política!
Fiquei muito frustrado com os referendos anteriores com abstenções na ordem dos 70% porque no fim de contas o pessoal está sempre a queixar-se dos políticos, "essa cambada que vive à nossa custa e trata é de nos sacar o mais que pode" (e com razão) e depois em questões importantes acabam por se ficar pelo "ora, não estou para me chatear com essas coisas, eles que decidam"
Preferia que fossa como na República Democrática Popular da Califórnia ou na Suiça onde há referendos por tudo e mais alguma coisa
As pessoas são tão ingénuas e tão agarradas aos seus interesses imediatos que um vigarista hábil consegue sempre que um grande número delas se deixe enganar.
Niccolò Machiavelli
http://www.facebook.com/atomez
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mcarvalho Escreveu:Quico Escreveu:Estes referendos são um disparate. Tal como a história do referendo da constituição europeia. Fazem-se referendos até dar o que a classe politica quer que dê!
Se os políticos queriam despenalizar, despenalizassem! Agora, isto é gozar com a democracia. O que está em causa é uma questão jurídica. Por isso legislem. Deixem as questões morais para que cada pessoa aja (ou não) em conformidade com as suas.
P.S. - Já agora: qual é o prazo de validade deste referendo? Cheira-me que é ad-eternum, uma vez que se fez a vontade a suas excelências.
Eu concordo que seja um problema de consciencia e que cada um faça o que quiser.. o que me chateia é ter que contibuir para o resultado das quecas dos outros!!!!! se calhar com o aumento do preço do pão...
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Quico Escreveu:Estes referendos são um disparate. Tal como a história do referendo da constituição europeia. Fazem-se referendos até dar o que a classe politica quer que dê!
Se os políticos queriam despenalizar, despenalizassem! Agora, isto é gozar com a democracia. O que está em causa é uma questão jurídica. Por isso legislem. Deixem as questões morais para que cada pessoa aja (ou não) em conformidade com as suas.
P.S. - Já agora: qual é o prazo de validade deste referendo? Cheira-me que é ad-eternum, uma vez que se fez a vontade a suas excelências.
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Estes referendos são um disparate. Tal como a história do referendo da constituição europeia. Fazem-se referendos até dar o que a classe politica quer que dê!
Se os políticos queriam despenalizar, despenalizassem! Agora, isto é gozar com a democracia. O que está em causa é uma questão jurídica. Por isso legislem. Deixem as questões morais para que cada pessoa aja (ou não) em conformidade com as suas.
P.S. - Já agora: qual é o prazo de validade deste referendo? Cheira-me que é ad-eternum, uma vez que se fez a vontade a suas excelências.
Se os políticos queriam despenalizar, despenalizassem! Agora, isto é gozar com a democracia. O que está em causa é uma questão jurídica. Por isso legislem. Deixem as questões morais para que cada pessoa aja (ou não) em conformidade com as suas.
P.S. - Já agora: qual é o prazo de validade deste referendo? Cheira-me que é ad-eternum, uma vez que se fez a vontade a suas excelências.
"People want to be told what to do so badly that they'll listen to anyone." - Don Draper, Mad Men
Não Pata! Nem sempre.
Podem existir muitos casos de «indigencia democrática», mas existem também casos assumidos de anti-sistema. Pessoas que não acreditam ou são contra este SISTEMA. Pessoas que usam o não-voto como um voto.
Nota que não me incluo nesse grupo e tenho um grande apreço pelo meu direito ao voto (já fui votar com 40º de febre para me manter 100%) mas que ele existe é uma realidade.
abraço
armando
Podem existir muitos casos de «indigencia democrática», mas existem também casos assumidos de anti-sistema. Pessoas que não acreditam ou são contra este SISTEMA. Pessoas que usam o não-voto como um voto.
Nota que não me incluo nesse grupo e tenho um grande apreço pelo meu direito ao voto (já fui votar com 40º de febre para me manter 100%) mas que ele existe é uma realidade.
abraço
armando
re
trichas Escreveu:Oh meu caro qual é a posição da maioria dos portugueses para si? São do não?
A maioria dos portugueses é do NIM, estiveram-se nas tintas para o aborto e para o referendo.
Se calhar já há muito que descobriram o preservativo...
Um abraço,
JAS
Na Bolsa como no Poker há que ter uma boa mão...
the Saint Escreveu: Ainda por cima, a posição da maioria dos portugueses.
Oh meu caro qual é a posição da maioria dos portugueses para si? São do não?
Agora também não venha dizer que a Pata tem défice de democracia neste caso porque ela é adepta do sim e o caro é adepto do não!
Cumprimentos positivos!
em cada lampião há... 
Em relação a alguns comentários diria que:
- Não sei se passamos a ser um País mais civilizado, mas certamente passamos a ser um País menos hipócrita;
- Não sei se o País está num estado miserável, mas sei que existem muito mais países numa situação pior que o nosso do que num estado melhor;
- Embora parecendo alta a abstenção, se levarmos em conta a desactualização dos cadernos eleitorais, a opção legítima de não votar (o número de jovens recenseados é baixissímo), as condições climatéricas (não esqueçamos que o País não são apenas as cidades) e comparando os números com outros recentes actos eleitorais no nosso e noutros países, penso que o dia foi muito positivo para este grande País.
um abraço
armando
- Não sei se passamos a ser um País mais civilizado, mas certamente passamos a ser um País menos hipócrita;
- Não sei se o País está num estado miserável, mas sei que existem muito mais países numa situação pior que o nosso do que num estado melhor;
- Embora parecendo alta a abstenção, se levarmos em conta a desactualização dos cadernos eleitorais, a opção legítima de não votar (o número de jovens recenseados é baixissímo), as condições climatéricas (não esqueçamos que o País não são apenas as cidades) e comparando os números com outros recentes actos eleitorais no nosso e noutros países, penso que o dia foi muito positivo para este grande País.
um abraço
armando
comentário
Cara Marrequinha
Educação cívica... é isso?!....vou tomar em consideração.
cumps
Educação cívica... é isso?!....vou tomar em consideração.
cumps
Se naufragares no meio do mar,toma desde logo, duas resoluções:- Uma primeira é manteres-te à tona; - Uma segunda é nadar para terra;
Sun Tzu
Sun Tzu
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Exacto, é exactamente isso que eu digo, no pressuposto, concordamos. As nossas prioridades são sempre outras. É por isso que todas as coisas se explicam sem grande esforço. A nossa atençao está sempre centrada em algo de mais importante (...). Aliás, isto da importancia de se votar (no momento certo e não quando nos dá na gana a cada um) é mais uma daquelas questões de educação civica. Mas, claro, isso também não é uma prioridade.
Acrescentaria mais: olhando para o estado miseravel (com todas as letras) em que o país se encontra, acabamos de jogar, hoje, 9 Milhões à rua, porque o Sr. 1ºministro, que ainda por cima tem maioria absoluta, não teve a coragem de legislar, obrigando a novo referendo.
É caso para dizer, se não gostas do resultado do referendo, vai referendando que um dia o povo decide como tu gostas....
Só neste país e com este Governo...
É caso para dizer, se não gostas do resultado do referendo, vai referendando que um dia o povo decide como tu gostas....
Só neste país e com este Governo...
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Pata-Hari Escreveu:Isto da abstenção é mais uma mesmo à tuga... gasta-se o dinheirom, oferece-se às pessoas o direito de voatrem e opinarem, mas o tuga está sempre a ralar-se para tudo apesar de, no café, opinar sempre. Provavelmente devem achar que nunca uma situação destas os afectará.
.. que tristeza...
Lamento muito chamar-lhe a atenção mas a sua postura não é correcta e revela defice de democracia. A de desprezar as posições dos outros. Ainda por cima, a posição da maioria dos portugueses. Que só não são 'tugas' se estiverem de acordo consigo.
Tenha em consideração que os 58% que votaram Sim, são apenas 58% de 45% dos portugueses. O que representa apenas cerca de 26% dos eleitores.
Dê aos 'tugas' o beneficio de considerarem que as prioridades politicas no nosso país neste momento são outras... Mesmo no dominio da saúde pública...
Fico muito muito satisfeito se a legislação que daqui sair beneficiar a mulher portuguesa. Tenho, no entanto, algumas reservas relativamente a isso. Será, muito provavelmente, mais uma daquelas leis que o próprio estado não cumpre.
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RESULTADOS: Total do País
Freguesias apuradas 4257
Freguesias por apurar 3
Inscritos 8826300
Votantes 3849592 43.62%
Em Branco 48151 1.25%
Nulos 26286 0.68%
Opções Votos %
Sim 2237323 59.26
Não 1537832 40.74
Percentagem calculada sobre votos validamente expressos (brancos e nulos excluídos)
Fonte: STAPE
Se olhar-mos apenas para os votos expressos vs habitantes inscritos nos cadernos eleitorais, os resultado seria:
Sim 25.35%
Não 17.42%
SE NÃO FOSSE PARA GANHAR...
A abstenção ficou-se pelos 56%. se subtraírmos a desactualização dos cadernos eleitorais ficaria por volta dos 46%. Isto é um êxito a nível mundial. Não nos podemos esquecer que isto é um referendo e sobre matéria muito sensível.
Abraço,
Dwer
There is a difference between knowing the path and walking the path
Dwer
There is a difference between knowing the path and walking the path
Isto da abstenção é mais uma mesmo à tuga... gasta-se o dinheiro, oferece-se às pessoas o direito de votarem e opinarem mas o tuga está sempre a ralar-se para tudo apesar de, no café, opinar sempre. Provavelmente devem achar que nunca uma situação destas os afectará.
.. que tristeza...
.. que tristeza...
Editado pela última vez por Pata-Hari em 11/2/2007 22:43, num total de 1 vez.
trichas Escreveu:Parabéns! A mulher passa a ter dignidade! Juntamo-nos aos países civilizados!
oi Trichas a minha avó em vez de ter morrido o ano passado podia só morrer amanhã.. carambas .. assim já passava a ter dignidade
e, para nos juntarmos aos países civilizados .. só já falta o nuclear,,
um abraço
mcarvalho
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in bpi
UPDATE 5-Portugal abortion vote likely invalid
11/02/2007
(Recasts, updates throughout with exit polls)
By Axel Bugge
LISBON, Feb 11 (Reuters) - A referendum on legalising abortion in Portugal looked likely to fail on Sunday because of low voter turnout, exit polls said.
Up to 57.4 percent of the electorate in the traditionally Catholic country abstained, according to an exit poll by Eurosondagem for SIC television channel.
An exit poll by state RTP television channel and the Catholic University showed at least 56 percent of voters failed to turn out.
If the turnout is below 50 percent the vote will be invalid, as was the case in a similar referendum in 1998 when only 32 percent of the electorate voted. It rained through the day in most parts of the country, discouraging voters.
Opinion polls before Sunday had shown a majority of voters in favour of making abortion legal in the first 10 weeks of pregnancy.
"Referendums, contrary to normal elections, often deal with complex matters and people that are not politically motivated or informed have difficulty on taking the decision to vote," said Pedro Magalhaes, a pollster at the Catholic University.
Full results were expected after 2000 GMT.
Socialist Prime Minister Jose Socrates had campaigned to change a ban he says leads to thousands of clandestine abortions every year and which he has called "Portugal's most shameful wound".
The campaign had pitted Catholics in one of Europe's most conservative countries against young urban liberals who had hoped to put their country on a par with most other European nations that allow abortions.
If the ban remains in place, Portugal will continue to stand alongside a small group of European countries -- Malta, Irelend and Poland -- that ban abortions.
Both camps had argued the current law treats women unfairly but pro-life campaigners had argued the state must find ways to help women have unwanted babies.
Devout Catholics at the Sanctuary of Fatima north of Lisbon, where the Virgin Mary was reported to have appeared six times to three shepherd children in 1917, prayed for the unborn child on Sunday. "Born by God's will," read large posters with pictures of babies in front of the shrine.
"We voted for life, which is our duty," said a nun as she left a polling booth near Fatima, Portugal's main Catholic site.
Campaigners hoping to legalise abortion had focused on the estimated 23,000 clandestine abortions that take place every year.
JAIL THREAT
Under the current law women can be jailed if they abort and a few years ago a nurse who carried out abortions was sent to prison.
The "yes" campaigns' message that legalisation could end back-street abortions appeared to be working on some.
"I voted yes and will always vote yes," said Laurinda Duarte on her way to church. "Abortions will always take place so why not vote to allow women to carry them out under decent conditions? I am a Catholic but that does not mean I am not free to vote."
Liberals, led by the urban young, hope Portugal would end a ban they see as antiquated.
Catholic leaders had voiced concerns that a legalisation of abortion could sweep aside other traditional values in Portugal, which is western Europe's poorest country and one of its most conservative.
"No" campaigners have said a vote to lift the ban will increase the number of abortions and raise state health costs. (Additional reporting by Henrique Almeida) ((Editing by Matthew Jones; Reuters Messaging: axel.bugge.reuters.com@reuters.net; +351-213-509-209))
Keywords: PORTUGAL ABORTION/
11/02/2007
(Recasts, updates throughout with exit polls)
By Axel Bugge
LISBON, Feb 11 (Reuters) - A referendum on legalising abortion in Portugal looked likely to fail on Sunday because of low voter turnout, exit polls said.
Up to 57.4 percent of the electorate in the traditionally Catholic country abstained, according to an exit poll by Eurosondagem for SIC television channel.
An exit poll by state RTP television channel and the Catholic University showed at least 56 percent of voters failed to turn out.
If the turnout is below 50 percent the vote will be invalid, as was the case in a similar referendum in 1998 when only 32 percent of the electorate voted. It rained through the day in most parts of the country, discouraging voters.
Opinion polls before Sunday had shown a majority of voters in favour of making abortion legal in the first 10 weeks of pregnancy.
"Referendums, contrary to normal elections, often deal with complex matters and people that are not politically motivated or informed have difficulty on taking the decision to vote," said Pedro Magalhaes, a pollster at the Catholic University.
Full results were expected after 2000 GMT.
Socialist Prime Minister Jose Socrates had campaigned to change a ban he says leads to thousands of clandestine abortions every year and which he has called "Portugal's most shameful wound".
The campaign had pitted Catholics in one of Europe's most conservative countries against young urban liberals who had hoped to put their country on a par with most other European nations that allow abortions.
If the ban remains in place, Portugal will continue to stand alongside a small group of European countries -- Malta, Irelend and Poland -- that ban abortions.
Both camps had argued the current law treats women unfairly but pro-life campaigners had argued the state must find ways to help women have unwanted babies.
Devout Catholics at the Sanctuary of Fatima north of Lisbon, where the Virgin Mary was reported to have appeared six times to three shepherd children in 1917, prayed for the unborn child on Sunday. "Born by God's will," read large posters with pictures of babies in front of the shrine.
"We voted for life, which is our duty," said a nun as she left a polling booth near Fatima, Portugal's main Catholic site.
Campaigners hoping to legalise abortion had focused on the estimated 23,000 clandestine abortions that take place every year.
JAIL THREAT
Under the current law women can be jailed if they abort and a few years ago a nurse who carried out abortions was sent to prison.
The "yes" campaigns' message that legalisation could end back-street abortions appeared to be working on some.
"I voted yes and will always vote yes," said Laurinda Duarte on her way to church. "Abortions will always take place so why not vote to allow women to carry them out under decent conditions? I am a Catholic but that does not mean I am not free to vote."
Liberals, led by the urban young, hope Portugal would end a ban they see as antiquated.
Catholic leaders had voiced concerns that a legalisation of abortion could sweep aside other traditional values in Portugal, which is western Europe's poorest country and one of its most conservative.
"No" campaigners have said a vote to lift the ban will increase the number of abortions and raise state health costs. (Additional reporting by Henrique Almeida) ((Editing by Matthew Jones; Reuters Messaging: axel.bugge.reuters.com@reuters.net; +351-213-509-209))
Keywords: PORTUGAL ABORTION/
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e. quem paga?
ou a UE dá subsidios
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re
Quanto custa fazer um referendo sobre a interrupção voluntária da gravidez? Estimativas do Secretariado Técnico dos Assuntos para o Processo Eleitoral (STAPE) apontam para os nove milhões de euros. Só 2,5 milhões de euros são para gratificações dos membros das assembleias de voto. A cada elemento de assembleia de voto será pago o valor de 72,64 euros para a consulta popular que hoje se realiza e que conta com cerca de 8,7 milhões de eleitores recenseados.
Na Bolsa como no Poker há que ter uma boa mão...
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