Martifer - novidades?
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Rui A Escreveu:Ao que parece, não há qualquer atraso.
Ou então há...
diarioeconomico.sapo.pt Escreveu:A operação hoje anunciada não põe em causa a estreia da Martifer em bolsa, prevista para finais do próximo mês, embora implique, com elevado grau de probabilidade, que o calendário venha a ser prolongado.
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Rui A Escreveu:Touro Escreveu:Publicado em 23 de Janeiro 2007, www.negócios.ptA operação de dispersão do capital da Martifer está prevista para o primeiro quadrimestre deste ano, mais propriamente para o mês de Março. O comunicado enviado hoje pela Mota-Engil à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) avança que "o Conselho de Administração da Martifer reitera a anunciada intenção não antevendo neste momento, qualquer razão para alterar os seus planos nesta matéria."
O problema é que há atrasos devido a uma OPA sobre a Repower (na qual a Martifer tem uma participação de 25%)...
Ao que parece, não há qualquer atraso.
diarioeconomico.sapo.pt Escreveu:Entrevista ao vice-presidente da Martifer
A participada da Mota-Engil, que lançou hoje em conjunto com a indiana Suzlon uma OPA sobre a REpower, é a líder nacional da construção metalomecânica e prepara-se para entrar em Bolsa no dia 20 de Março.
Sílvia de Oliveira e Nuno Miguel Silva
Poucos dias depois de completar o seu 17º aniversário, a Martifer , líder nacional da construção metalomecânica, iniciará uma nova fase da sua ainda curta vida: a entrada na bolsa. A confirmarem-se as expectativas dos accionistas - Mota-Engil e os fundadores e gestores Carlos e Jorge Martins, com 50% cada -, a estreia no mercado principal da Euronext Lisbon ocorrerá no dia 20 de Março.
Segundo explicou em entrevista ao Diário Económico, Jorge Martins, vice-presidente da empresa de Oliveira de Frades, em curso está o fecho e a auditoria às contas, bem como a actualização das avaliações, a cargo do BES Investimento e da Caixa BI, sendo de prever que todo o processo de admissão à cotação esteja concluído até final de Março. Desta forma, a Martifer seria a primeira empresa a estrear-se na praça portuguesa em 2007. Aliás, a primeira empresa totalmente privada a recorrer, nos últimos três anos, ao mercado de capitais para se financiar. "Prevemos que a sessão especial de bolsa ocorra a 19 de Março", precisou o gestor.
Os accionistas acordaram dispersar 25%, sendo que a admissão à cotação se concretizará através de um aumento de capital, após o qual as respectivas posições se diluirão de 50% para 37,5%. Jorge Martins, de 42 anos, evitou divulgar a sua expectativa de encaixe, mas quando confrontado com um um cenário de 150 milhões de euros disse: "Seria óptimo e não é impossível, mas obviamente, serão os investidores a fixar o valor da acção". A concretizar-se este valor, a Martifer valeria, após o aumento de capital, 600 milhões de euros. Na opinião de Jorge Martins, a prioridade será "mostrar, sobretudo, todo o potencial de valorização". A ambição é chegar aos grupo dos principais: "Temos potencial para integrar o PSI 20. Poderá demorar um ou dois anos, mas acreditamos nessa possibilidade", frisou.
Este economista que, em 1990, fundou com o seu irmão Carlos, engenheiro de formação, a Martifer está, aliás, convicto de uma forte procura por parte dos investidores. "A nossa expectativa é de forte rateio, que a procura supere a oferta entre 30 e 50 vezes. Abaixo de 30 será uma derrota", sublinhou durante a entrevista que decorreu, sexta-feira, na sede da empresa em Oliveira de Frades. A história da Martifer , que tem crescido a taxas médias de 30% ao ano e apostado na diversificação o negócio para áreas de forte crescimento, como a das energias renováveis, bem como na internacionalização da actividade, são os principais trunfos para convencer os investidores. Nacionais, mas também estrangeiros. O 'roadshow' pelas principais praças europeias e que, eventualmente, passará também por Nova Iorque, está marcado para início de Março. "A Martifer tem alguma exposição internacional e uma participação qualificada na REpower [um dos principais produtores alemães de sistemas eólicos], uma ligação que poderá conferir visibilidade", defendeu Jorge Martins.
A ida para a bolsa determinou ainda que os accionistas decidissem interromper o 'jejum' de dividendos, propondo um 'payout ratio' de 30%. Desde que foi fundada, em 1990, a Martifer apenas distribuiu dividendos em 1998, quando se deu a entrada da Engil na estrutura accionista. A decisão de reinvestir os lucros evitou aumentos de capital e permitiu alimentar o crescimento. "Vamos entrar numa era diferente. Como o mercado gosta de dividendos, pensamos que um 'payout' máximo de 30% poderá satisfazer esse apetite e permitir que a empresa continue a crescer", justificou o gestor. Em 2005, a empresa lucrou cerca de cinco milhões de euros, tendo mais do que duplicado os seus resultados no ano passado.
A dispersão visará investidores institucionais e público em geral. Nesta última 'tranche' será ainda reservada uma fatia para os trabalhadores. A repartição das acções não está decidida mas deverá apontar para 70% na venda directa e 30% no retalho. "Os bancos sugerem pelo menos 20% para o público em geral. Gostaria que fosse mais para obter uma maior dispersão e um maior número de accionistas", frisou ainda Jorge Martins. Não está prevista a assinatura de um contrato de liquidez, mas essa decisão dependerá da 'performance' do título. Para já, ficou aprovado o desdobramento das acções para um valor nominal de 0,50 euros, uma medida para impulsionar a liquidez.
A história (pouco conhecida) dos irmãos Martins
São poucos os dados conhecidos da história dos irmãos Martins, indissociável do trajecto de sucesso da Martifer . Originários de Sever do Vouga, ambos foram para o Porto, para a Universidade. O mais velho, Carlos, presidente do grupo, licenciou-se em Engenharia Mecânica e isso talvez explique uma das "jóias da casa" guardadas em maior segredo: a investigação para um novo protótipo para explorar a energia das ondas, com tecnologia exclusivamente nacional. Jorge Martins acabou a sua licenciatura em Economia em 1989. Um ano mais tarde surge a Martifer . A primeira base de operações foi Oliveira de Frades, porque as oportunidades proporcionadas pela autarquia local eram as melhores na altura, "com preços de terreno muito baixos".
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Jornal Negócios Escreveu:O IPO da Martifer é para ir para a frente", garantiu António Mota, presidente do grupo Mota-Engil, ao Jornal de Negócios Online. "A ideia de dispersar 25% da Martifer mantém-se, os termos e o prazo é que poderão ter alguma alteração", ressalvou.
"Vamos analisar a situação após a decisão que tomamos hoje", afirmou, reportando-se ao anúncio do lançamento de uma oferta pública, através da sua participada Martifer e em conjunto com a Suzlon Energy, sobre a alemã REpower Energy (onde a empresa portuguesa detém 25,4% do capital), oferecendo 126 euros por acção. Uma contrapartida que supera em 20% a oferta da Areva sobre a REpower.
Sobre as razões para o lançamento de uma OPA sobre a empresa alemã, António Mota respondeu: "Há quem esteja interessada na REpower porque acha que a valoriza mais, incluindo nós", destacando o facto de a Martifer "ter uma ‘put’ e a Suzlon uma ‘call’ no prazo de dois anos".
Se não podes vencê-los, o melhor mesmo é juntares-te a eles!
Porquê ir contra o mercado? Perdemos sempre!
És fraco, junta-te aos fortes!
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Touro Escreveu:Publicado em 23 de Janeiro 2007, www.negócios.ptA operação de dispersão do capital da Martifer está prevista para o primeiro quadrimestre deste ano, mais propriamente para o mês de Março. O comunicado enviado hoje pela Mota-Engil à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) avança que "o Conselho de Administração da Martifer reitera a anunciada intenção não antevendo neste momento, qualquer razão para alterar os seus planos nesta matéria."
O problema é que há atrasos devido a uma OPA sobre a Repower (na qual a Martifer tem uma participação de 25%)...
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Publicado em 23 de Janeiro 2007, www.negócios.pt
A operação de dispersão do capital da Martifer está prevista para o primeiro quadrimestre deste ano, mais propriamente para o mês de Março. O comunicado enviado hoje pela Mota-Engil à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) avança que "o Conselho de Administração da Martifer reitera a anunciada intenção não antevendo neste momento, qualquer razão para alterar os seus planos nesta matéria."
Cumprimentos,
Touro
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Martifer - novidades?
alguém tem novidades, preços, ou perspectivas para a entrada em bolsa em março 2007 ?
cc
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