Mota-Engil - 5,95€ - C&H
A Visibilidade, este ponto é muito importante, a Visibilidade, que a notícia de hoje, dá ao título
quantas campanhas de publicidade, quanto dinheiro teria de ser gasto em publicidade, para ter o mesmo impacto que tem no mercado lançamento de uma OPA!
sol[/u]
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sol
Registo: 17 Dec 2002
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Colocada: 8/2/2007 11:20 Assunto:
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Pelo aspecto do gráfico da Mota-Engil, poderá dar grandes alegrias a todos os que estão investidos neste papel, esta acumulação poderá dar-lhe a força necessária, para recuperar a trajectória ascendente.
Quando, ninguém sabe, só precisa de voltar a dar nas vistas, resultados, ou qualquer outro acontecimento mais ou menos mediático, para despertar atenções.
No meu ponto de vista, como já disse à tempos, encontra-se num patamar invejável, onde os negócios lhe vem ter ao regasso, diáriamente só tem que seleccionar os melhores, com um clima de mercado favorável, será muito pouco provável, a sua cotação não continuar a subir. FIcaria muito surpreendido, mas infelizmente acontece com alguma frequência.
Tenho títulos da Mota em carteira, com intenção de reforçar, logo que feche acima dos actuais valores.
sol
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Há dias que de facto, tudo se conjuga para dar positivo, e muitas mais notícias positivas poderão e deverão surgir, no futuro, é assim no "cruzeiro" dos negócios, assim se formam os grandes grupos, dinheiro trás dinheiro!
sol
Registo: 17 Dec 2002
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Colocada: 8/2/2007 11:20 Assunto:
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Pelo aspecto do gráfico da Mota-Engil, poderá dar grandes alegrias a todos os que estão investidos neste papel, esta acumulação poderá dar-lhe a força necessária, para recuperar a trajectória ascendente.
Quando, ninguém sabe, só precisa de voltar a dar nas vistas, resultados, ou qualquer outro acontecimento mais ou menos mediático, para despertar atenções.
No meu ponto de vista, como já disse à tempos, encontra-se num patamar invejável, onde os negócios lhe vem ter ao regasso, diáriamente só tem que seleccionar os melhores, com um clima de mercado favorável, será muito pouco provável, a sua cotação não continuar a subir. FIcaria muito surpreendido, mas infelizmente acontece com alguma frequência.
Tenho títulos da Mota em carteira, com intenção de reforçar, logo que feche acima dos actuais valores.
sol
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Há dias que de facto, tudo se conjuga para dar positivo, e muitas mais notícias positivas poderão e deverão surgir, no futuro, é assim no "cruzeiro" dos negócios, assim se formam os grandes grupos, dinheiro trás dinheiro!
sol
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eulid Escreveu:1963 Escreveu:Desculpem lá, não acham que esta acção está muito cara?? PER de 36 ou 37, ou lá o que é??
Sim, com a valorização que possui actualmente, é uma das mais caras que por aí andam.
Não me parece curial fazer-se uma afirmação assim tão categórica do que está caro ou barato. O PER só ganha relevância quando incorpora adequadamente expectativas de resultados futuros e não quando se baseia em resultados históricos.
Os resultados de 2006 só serão conhecidos para a semana e basta que ocorram surpresas para que o PER previsto se altere consideravelmente.
Será que a SCO está mais barata com PERs em exibição que ainda não incorporam as fortes valorizações de 2007? Naahhh!
cps
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Fundos reforçam posições na Mota-Engil e no BCP
O investimento dos fundos em acções nacionais aumentou 5,1%, em Janeiro, sendo que entre as cotadas nacionais mais representativas verificou-se um crescimento nas aplicações nos títulos da Mota-Engil e do Banco Comercial Português.
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Paulo Moutinho
paulomoutinho@mediafin.pt
O investimento dos fundos em acções nacionais aumentou 5,1%, em Janeiro, sendo que entre as cotadas nacionais mais representativas verificou-se um crescimento nas aplicações nos títulos da Mota-Engil e do Banco Comercial Português.
Segundo os dados revelado pela Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), os organismos de investimento colectivo em valores mobiliários e os Fundos Especiais de Investimento aumentaram em 3,8% os montantes aplicados em valores mobiliários do mercado nacional, face ao mês anterior, para 1.629,8 milhões de euros.
O investimento em acções nacionais cresceu no primeiro mês de 2007 para 1.214,7 milhões de euros, uma evolução positiva de 5,1% face Dezembro do ano passado.
Entre as dez acções nacionais mais representativas verificou-se um crescimento de 23,9% nas aplicações nos títulos Mota-Engil e de 18% no BCP. Os dados divulgados pela CMVM, revelam que, em contrapartida, os títulos da Brisa e do BPI foram os que registaram maior quebra, de 6,1% e 0,6%, respectivamente.
Em termos de "ranking" de gestoras, a Caixagest continuou a deter a maior quota de mercado em termos de valor gerido, com 22,3%, e geriu o maior número de fundos , num total de 47.
A CMVM acrescenta que o fundo "Multiobrigações" gerido pela Santander Gestão de Activos permaneceu como o fundo de maior dimensão, seguido do Caixagest "Tesouraria", "Rendimento" e "Moeda".
No mês de Janeiro entraram em actividade dois fundos especiais de investimento abertos, o "Banif Gestão Dinâmica", gerido pela Banif Gestão de Activos e o "Caixagest Sprinter" gerido pela Caixagest.
Valor sob gestão dos OICVM cai, mas sobe nos FEI
Em Janeiro, o valor sob gestão dos organismos de investimento colectivo em valores mobiliários (OICVM) diminuiu 1,9% enquanto que o dos Fundos Especiais de Investimento (FEI) aumentou 3,5% face ao mês anterior.
As aplicações totais em valores mobiliários cotados subiram 2,3% face ao mês anterior, para 20.698,2 milhões de euros, continuando o Luxemburgo a ser o país mais procurado, seguido do Reino Unido e da Irlanda.
Destaque para o aumento de 18% das aplicações na França, na Alemanha, com um aumento de 6% e na Holanda, onde os investimentos cresceram 5,4%, e também para a redução de 0,9% do investimento em valores mobiliários na Espanha.
Na composição da carteira dos fundos, destacou-se uma variação mensal positiva de 1,9% do investimento em valores mobiliários, "nomeadamente em dívida pública estrangeira (9,4%), acções nacionais (5%), as obrigações e acções estrangeiras (5,6% e 0,4%, respectivamente).
O investimento dos fundos em acções nacionais aumentou 5,1%, em Janeiro, sendo que entre as cotadas nacionais mais representativas verificou-se um crescimento nas aplicações nos títulos da Mota-Engil e do Banco Comercial Português.
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Paulo Moutinho
paulomoutinho@mediafin.pt
O investimento dos fundos em acções nacionais aumentou 5,1%, em Janeiro, sendo que entre as cotadas nacionais mais representativas verificou-se um crescimento nas aplicações nos títulos da Mota-Engil e do Banco Comercial Português.
Segundo os dados revelado pela Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), os organismos de investimento colectivo em valores mobiliários e os Fundos Especiais de Investimento aumentaram em 3,8% os montantes aplicados em valores mobiliários do mercado nacional, face ao mês anterior, para 1.629,8 milhões de euros.
O investimento em acções nacionais cresceu no primeiro mês de 2007 para 1.214,7 milhões de euros, uma evolução positiva de 5,1% face Dezembro do ano passado.
Entre as dez acções nacionais mais representativas verificou-se um crescimento de 23,9% nas aplicações nos títulos Mota-Engil e de 18% no BCP. Os dados divulgados pela CMVM, revelam que, em contrapartida, os títulos da Brisa e do BPI foram os que registaram maior quebra, de 6,1% e 0,6%, respectivamente.
Em termos de "ranking" de gestoras, a Caixagest continuou a deter a maior quota de mercado em termos de valor gerido, com 22,3%, e geriu o maior número de fundos , num total de 47.
A CMVM acrescenta que o fundo "Multiobrigações" gerido pela Santander Gestão de Activos permaneceu como o fundo de maior dimensão, seguido do Caixagest "Tesouraria", "Rendimento" e "Moeda".
No mês de Janeiro entraram em actividade dois fundos especiais de investimento abertos, o "Banif Gestão Dinâmica", gerido pela Banif Gestão de Activos e o "Caixagest Sprinter" gerido pela Caixagest.
Valor sob gestão dos OICVM cai, mas sobe nos FEI
Em Janeiro, o valor sob gestão dos organismos de investimento colectivo em valores mobiliários (OICVM) diminuiu 1,9% enquanto que o dos Fundos Especiais de Investimento (FEI) aumentou 3,5% face ao mês anterior.
As aplicações totais em valores mobiliários cotados subiram 2,3% face ao mês anterior, para 20.698,2 milhões de euros, continuando o Luxemburgo a ser o país mais procurado, seguido do Reino Unido e da Irlanda.
Destaque para o aumento de 18% das aplicações na França, na Alemanha, com um aumento de 6% e na Holanda, onde os investimentos cresceram 5,4%, e também para a redução de 0,9% do investimento em valores mobiliários na Espanha.
Na composição da carteira dos fundos, destacou-se uma variação mensal positiva de 1,9% do investimento em valores mobiliários, "nomeadamente em dívida pública estrangeira (9,4%), acções nacionais (5%), as obrigações e acções estrangeiras (5,6% e 0,4%, respectivamente).
Saudações Alentejanas
Pelo aspecto do gráfico da Mota-Engil, poderá dar grandes alegrias a todos os que estão investidos neste papel, esta acumulação poderá dar-lhe a força necessária, para recuperar a trajectória ascendente.
Quando, ninguém sabe, só precisa de voltar a dar nas vistas, resultados, ou qualquer outro acontecimento mais ou menos mediático, para despertar atenções.
No meu ponto de vista, como já disse à tempos, encontra-se num patamar invejável, onde os negócios lhe vem ter ao regasso, diáriamente só tem que seleccionar os melhores, com um clima de mercado favorável, será muito pouco provável, a sua cotação não continuar a subir. FIcaria muito surpreendido, mas infelizmente acontece com alguma frequência.
Tenho títulos da Mota em carteira, com intenção de reforçar, logo que feche acima dos actuais valores.
sol
Quando, ninguém sabe, só precisa de voltar a dar nas vistas, resultados, ou qualquer outro acontecimento mais ou menos mediático, para despertar atenções.
No meu ponto de vista, como já disse à tempos, encontra-se num patamar invejável, onde os negócios lhe vem ter ao regasso, diáriamente só tem que seleccionar os melhores, com um clima de mercado favorável, será muito pouco provável, a sua cotação não continuar a subir. FIcaria muito surpreendido, mas infelizmente acontece com alguma frequência.
Tenho títulos da Mota em carteira, com intenção de reforçar, logo que feche acima dos actuais valores.
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Aqui fica o gráfico ao fecho de hoje, com alguns aspectos importantes:
- Apesar de não ter gostado do fecho de hoje, onde houve alguem a despejar titulos, conforme se pode ver no indicador Chaikin Money Flow, acredito que amanhã irá atacar em força os 5,90€.
- A cotação está novamente sobre a M.M. de 20 dias, vamos ver se a reacção é positiva.
- E como esta lateralização já vai longa e as Bollinger Bands estão a estreitar, acredito que o disparo está eminente(resta saber para que sentido).
A nivel fundamental/especulativo:
Falta a actualização do target da UBS,incorporando:
- A concessão da grande Lisboa à Mota Engil.
- A venda da empresa do grupo à Pararede.
- A Opa à Repower, cuja MOTA ENGIL detêm 25% através da sua participada MARTIFER.
- OPV da Martifer
- Últimos negócios fechados pela Mota, nomeadamente o centro de distribuição do Poceirão,sendo o acordo recentemente celebrado com os chineses na visita que o P.M. efectuou à China.
- E já agora, e atendendo ao peso que a UBS tem no nosso mercado, não esqueer que a Mota Engil é a par da Teixeira Duarte "Top Pick"ibéricas para o sector da construção em 2007.
P.S. - Detenho Mota Engil
- Apesar de não ter gostado do fecho de hoje, onde houve alguem a despejar titulos, conforme se pode ver no indicador Chaikin Money Flow, acredito que amanhã irá atacar em força os 5,90€.
- A cotação está novamente sobre a M.M. de 20 dias, vamos ver se a reacção é positiva.
- E como esta lateralização já vai longa e as Bollinger Bands estão a estreitar, acredito que o disparo está eminente(resta saber para que sentido).
A nivel fundamental/especulativo:
Falta a actualização do target da UBS,incorporando:
- A concessão da grande Lisboa à Mota Engil.
- A venda da empresa do grupo à Pararede.
- A Opa à Repower, cuja MOTA ENGIL detêm 25% através da sua participada MARTIFER.
- OPV da Martifer
- Últimos negócios fechados pela Mota, nomeadamente o centro de distribuição do Poceirão,sendo o acordo recentemente celebrado com os chineses na visita que o P.M. efectuou à China.
- E já agora, e atendendo ao peso que a UBS tem no nosso mercado, não esqueer que a Mota Engil é a par da Teixeira Duarte "Top Pick"ibéricas para o sector da construção em 2007.
P.S. - Detenho Mota Engil
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Feb. 5 -- Areva SA, the world's biggest maker of nuclear reactors, initiated its offer of almost 600 million euros ($776 million) for remaining shares of wind-turbine supplier Repower Systems AG to tap rising demand for energy sources cleaner than fossil fuels. The tender period will run through March 7, Paris-based Areva said today in an e-mailed statement. The cash bid of 105 euros a share for the 70 percent of stock in Hamburg-based Repower that Areva doesn't yet own is 17 percent higher than the closing price on the trading day prior to the Jan. 22 bid announcement. Areva's offer coincides with a global surge in wind-power projects as governments seek to cut carbon emissions and reduce dependence on oil and gas. Martifer, a unit of Portuguese construction company Mota-Engil SGPS SA, on Jan. 23 described its 25 percent stake in Repower as ``strategic.'' The offer depends on Areva gaining a stake of more than 50 percent. The French company, which became an investor in Repower in 2005, plans to use its network of utility customers to drive sales of wind turbines. The German business has operations in France and elsewhere in Europe and is planning to expand in China, India and North America. Increasing demand enabled Repower, Germany's third-largest maker of wind-power equipment behind Vestas Wind Systems A/S and Enercon, to post nine-month profit of 1 million euros compared with a year-earlier loss of 8.3 million euros. To contact the reporter on this story: Joao Lima in Madrid at jlima1@bloomberg.net . Last Updated: February 5
cps
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Mais um dia, e mais do mesmo.........a Mota continua a sua fase de lateralização, com movimentos controlados, mas com acumulação do titulo.
Técnicamente a cotação está sob a média móvel de 20 dias, reagindo para já positivamente ao toque na dita M.M..
Está com uma resistência importante nos 5,90€ e acredito que em caso de quebra dos 5,90€ a Mota -Engil poderá atacar os 6€ com mais tranquilidade.
P.S. - Continuo a deter Mota-Engil
Técnicamente a cotação está sob a média móvel de 20 dias, reagindo para já positivamente ao toque na dita M.M..
Está com uma resistência importante nos 5,90€ e acredito que em caso de quebra dos 5,90€ a Mota -Engil poderá atacar os 6€ com mais tranquilidade.
P.S. - Continuo a deter Mota-Engil
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Areva Offers EU600 Million for Windmill Mak
By Brian McGee
Jan. 22 (Bloomberg) -- Areva SA, the world's biggest maker of nuclear reactors, offered almost 600 million euros ($777 million) to buy wind-turbine supplier Repower Systems AG and tap rising demand for energy sources cleaner than fossil fuels.
The cash bid of 105 euros a share for the 70.01 percent of stock that Paris-based Areva doesn't yet own is 17 percent higher than last week's close. Hamburg-based Repower said it favors Areva's continued involvement and will consider the approach.
Areva became an investor in Repower in 2005. Chief Executive Officer Anne Lauvergeon's offer for the remaining stock would add sales of about 450 million euros and is timed with a global surge in wind-power projects as governments seek to cut carbon emissions and reduce dependence on oil and gas.
``Wind power is a good business and is very high visibility as it's based on long-term contracts,'' said Ian Macleod, an analyst at Jefferies International in Paris. ``Areva is paying what looks like quite a fulsome price and this conveys a relatively bold Lauvergeon.'' Macleod recommends buying Areva stock. He doesn't cover Repower.
Shares of Repower, which has 740 employees, jumped 21.19 euros, or 24 percent, to 111.05 euros. The stock has more than doubled in price in the past six months. Areva rose 9.5 euros, or 1.6 percent, to close at 596 euros.
Utility Customers
The French company plans to use its network of utility customers to drive sales of Repower's wind turbines. The German business has operations in France and elsewhere in Europe and is planning to expand in China, India and North America. The U.S. added a record 2,431 megawatts of wind-energy generating capacity in 2005, the most of any country worldwide, according to the Global Wind Energy Council.
``We have found in Repower the right company to participate in the promising wind-energy market,'' CEO Lauvergeon said. ``Through its financial strength and global presence, Areva will enable Repower to accelerate its development.''
Increasing demand enabled Repower, Germany's third-largest maker of wind-power equipment behind Vestas Wind Systems A/S and Enercon, to post nine-month profit of 1 million euros compared with a year-earlier loss of 8.3 million euros. Sales were 50 percent higher at 292.6 million euros.
Having the financial backing of Areva would enable Repower to pursue larger wind-farm contracts, Lauvergeon said. Existing management would be kept in place.
Contact with Martifer
Areva's offer depends on it gaining a stake of more than 50 percent. Lauvergeon said on a conference call that she's ``confident'' of achieving that.
Areva said it's been in contact with Martifer Construcoes Metalomecanicas of Portugal over that company's shareholding in Repower. Martifer, a unit of Mota-Engil SGPS SA, Portugal's biggest construction company, has a 25 percent holding, according to Bloomberg data.
Lauvergeon declined to comment on why Repower's shares rose above the offer price, describing Areva's offer as ``fully reflecting'' the German company's value and prospects.
To contact the reporter on this story: Brian McGee in London at bmcgee3@bloomberg.net
Jan. 22 (Bloomberg) -- Areva SA, the world's biggest maker of nuclear reactors, offered almost 600 million euros ($777 million) to buy wind-turbine supplier Repower Systems AG and tap rising demand for energy sources cleaner than fossil fuels.
The cash bid of 105 euros a share for the 70.01 percent of stock that Paris-based Areva doesn't yet own is 17 percent higher than last week's close. Hamburg-based Repower said it favors Areva's continued involvement and will consider the approach.
Areva became an investor in Repower in 2005. Chief Executive Officer Anne Lauvergeon's offer for the remaining stock would add sales of about 450 million euros and is timed with a global surge in wind-power projects as governments seek to cut carbon emissions and reduce dependence on oil and gas.
``Wind power is a good business and is very high visibility as it's based on long-term contracts,'' said Ian Macleod, an analyst at Jefferies International in Paris. ``Areva is paying what looks like quite a fulsome price and this conveys a relatively bold Lauvergeon.'' Macleod recommends buying Areva stock. He doesn't cover Repower.
Shares of Repower, which has 740 employees, jumped 21.19 euros, or 24 percent, to 111.05 euros. The stock has more than doubled in price in the past six months. Areva rose 9.5 euros, or 1.6 percent, to close at 596 euros.
Utility Customers
The French company plans to use its network of utility customers to drive sales of Repower's wind turbines. The German business has operations in France and elsewhere in Europe and is planning to expand in China, India and North America. The U.S. added a record 2,431 megawatts of wind-energy generating capacity in 2005, the most of any country worldwide, according to the Global Wind Energy Council.
``We have found in Repower the right company to participate in the promising wind-energy market,'' CEO Lauvergeon said. ``Through its financial strength and global presence, Areva will enable Repower to accelerate its development.''
Increasing demand enabled Repower, Germany's third-largest maker of wind-power equipment behind Vestas Wind Systems A/S and Enercon, to post nine-month profit of 1 million euros compared with a year-earlier loss of 8.3 million euros. Sales were 50 percent higher at 292.6 million euros.
Having the financial backing of Areva would enable Repower to pursue larger wind-farm contracts, Lauvergeon said. Existing management would be kept in place.
Contact with Martifer
Areva's offer depends on it gaining a stake of more than 50 percent. Lauvergeon said on a conference call that she's ``confident'' of achieving that.
Areva said it's been in contact with Martifer Construcoes Metalomecanicas of Portugal over that company's shareholding in Repower. Martifer, a unit of Mota-Engil SGPS SA, Portugal's biggest construction company, has a 25 percent holding, according to Bloomberg data.
Lauvergeon declined to comment on why Repower's shares rose above the offer price, describing Areva's offer as ``fully reflecting'' the German company's value and prospects.
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" os homens mentiriam muito menos, se as mulheres fizessem menos perguntas "
Bons negócios
EA
Bons negócios
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tiopatinhas Escreveu:AA, meu caro amigo, há tempos que já não o ouvia... um abraço![]()
Mas aí vai a questão:
Considera esta formação que a mota está a desenhar uma bandeirola?
É que a mim dá-me a entender que sim e neste contexto o target seria aproxm. os 6,40![]()
Quanto a isso acrescentava:
Ps.Duração: as "bandeiras" e as "bandeirolas" são formações de curto prazo que podem durar entre uma de doze semanas. Existem alguns debates acerca da duração destas formações e 8 semanas é considerado um prazo demasiado grande. A duração deve situar-se entre uma e quatro semanas. Uma vez que a "flag" dura mais de 12 semanas, fica classificada como um rectângulo. Um "bandeirola" de mais de 12 semanas tornar-se-ia num triângulo simétrico. A fiabilidade das formações que duram entre 8 e 12 semanas é debatível.
Olá tiopatinhas
Não me parece que se possa identificar aqui um triângulo pois não se vislumbram movimentos bem definidos de zig zag dos preços a formar tal figura nem houve tempo para isso.
O mais provável é o gráfico acabar por sair pelo vértice invalidando a formação de algo parecido com uma bandeirola. De qualquer modo, a Mota encontra-se a consolidar com volumes bastante baixos o que é bullish.
cps
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AA, meu caro amigo, há tempos que já não o ouvia... um abraço
Mas aí vai a questão:
Considera esta formação que a mota está a desenhar uma bandeirola?
É que a mim dá-me a entender que sim e neste contexto o target seria aproxm. os 6,40
Quanto a isso acrescentava:
Ps.Duração: as "bandeiras" e as "bandeirolas" são formações de curto prazo que podem durar entre uma de doze semanas. Existem alguns debates acerca da duração destas formações e 8 semanas é considerado um prazo demasiado grande. A duração deve situar-se entre uma e quatro semanas. Uma vez que a "flag" dura mais de 12 semanas, fica classificada como um rectângulo. Um "bandeirola" de mais de 12 semanas tornar-se-ia num triângulo simétrico. A fiabilidade das formações que duram entre 8 e 12 semanas é debatível.
Mas aí vai a questão:
Considera esta formação que a mota está a desenhar uma bandeirola?
É que a mim dá-me a entender que sim e neste contexto o target seria aproxm. os 6,40
Quanto a isso acrescentava:
Ps.Duração: as "bandeiras" e as "bandeirolas" são formações de curto prazo que podem durar entre uma de doze semanas. Existem alguns debates acerca da duração destas formações e 8 semanas é considerado um prazo demasiado grande. A duração deve situar-se entre uma e quatro semanas. Uma vez que a "flag" dura mais de 12 semanas, fica classificada como um rectângulo. Um "bandeirola" de mais de 12 semanas tornar-se-ia num triângulo simétrico. A fiabilidade das formações que duram entre 8 e 12 semanas é debatível.
Angola 2007-02-01 12:44
Empresas portuguesas ganham contratos para construir pontes e estradas
Mota-Engil, Soares da Costa, Mota Adriano, Teixeira Duarte, Zagope, Bento Pedroso e grupo Espírito Santo foram escolhidas pelo Governo angolano para trabalhos de reabilitação de estradas e construção de pontes, divulgou o Conselho de Ministros.
Rita Paz com Lusa
A empresa Multiples Espírito Santo Services, do Grupo Espírito Santo, vai executar trabalhos de reabilitação dos troços de estrada Cabassango-Pove e Pove-Lucala Zenze, na província de Cabinda, numa extensão de 36 quilómetros.
A empreitada, que deverá durar 19 meses, prevê a execução de serviços de levantamento topográfico e elaboração do projecto de engenharia, explicou o Conselho de Ministros angolano num comunicado divulgado à imprensa em Luanda.
O Governo de José Eduardo dos Santos também aprovou o contrato referente à empreitada de construção da via rápida entre Luanda e Viana, obra entregue aos consórcios Mota-Engil/Soares da Costa/Monte Adriano e Bento Pedroso Construções/Teixeira Duarte e à empresa Zagope Construção e Engenharia.
Esta via, com 26 quilómetros de extensão, deverá demorar 18 meses a ser construída e, quando estiver finalizada, irá permitir o desanuviamento do tráfego que entra e sai da capital angolana para sudeste.
Também 18 meses é o tempo previsto para a construção da nova ponte sobre o rio Catumbela, na estrada Benguela-Lobito, que será construída pelo consórcio Mota-Engil/Soares da Costa.
Outra ponte, com uma extensão de 350 metros sobre o rio Cuanza, no troço de estrada entre Cabala e Muxima na província do Bengo
cps
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Empresas portuguesas ganham contratos para construir pontes e estradas
Mota-Engil, Soares da Costa, Mota Adriano, Teixeira Duarte, Zagope, Bento Pedroso e grupo Espírito Santo foram escolhidas pelo Governo angolano para trabalhos de reabilitação de estradas e construção de pontes, divulgou o Conselho de Ministros.
Rita Paz com Lusa
A empresa Multiples Espírito Santo Services, do Grupo Espírito Santo, vai executar trabalhos de reabilitação dos troços de estrada Cabassango-Pove e Pove-Lucala Zenze, na província de Cabinda, numa extensão de 36 quilómetros.
A empreitada, que deverá durar 19 meses, prevê a execução de serviços de levantamento topográfico e elaboração do projecto de engenharia, explicou o Conselho de Ministros angolano num comunicado divulgado à imprensa em Luanda.
O Governo de José Eduardo dos Santos também aprovou o contrato referente à empreitada de construção da via rápida entre Luanda e Viana, obra entregue aos consórcios Mota-Engil/Soares da Costa/Monte Adriano e Bento Pedroso Construções/Teixeira Duarte e à empresa Zagope Construção e Engenharia.
Esta via, com 26 quilómetros de extensão, deverá demorar 18 meses a ser construída e, quando estiver finalizada, irá permitir o desanuviamento do tráfego que entra e sai da capital angolana para sudeste.
Também 18 meses é o tempo previsto para a construção da nova ponte sobre o rio Catumbela, na estrada Benguela-Lobito, que será construída pelo consórcio Mota-Engil/Soares da Costa.
Outra ponte, com uma extensão de 350 metros sobre o rio Cuanza, no troço de estrada entre Cabala e Muxima na província do Bengo
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Aqui fica o gráfico, ao fecho de ontem.
Aspectos importantes:
- Continua a acumulação
- 1º suporte nos 5,70€, que até agora tem aguentado a cotação.
- Um fecho acima dos 5,95€, atira a cotação para novos máximos.
Continuo dentro e a aguardar pacientemente um novo arranque.
Aspectos importantes:
- Continua a acumulação
- 1º suporte nos 5,70€, que até agora tem aguentado a cotação.
- Um fecho acima dos 5,95€, atira a cotação para novos máximos.
Continuo dentro e a aguardar pacientemente um novo arranque.
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Dez empresas portuguesas entre as “top-picks” ibéricas da UBS
A recuperação da economia portuguesa leva a UBS a eleger dez empresas nacionais como “top picks” na Península Ibérica, nos sectores na construção, banca, “utilities”, retalho, indústria e tecnologia.
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Patrícia Silva Dias
patriciadias@mediafin.pt
A recuperação da economia portuguesa leva a UBS a eleger dez empresas nacionais como "top picks" na Península Ibérica, nos sectores na construção, banca, "utilities", retalho, indústria e tecnologia.
Numa análise à conjuntura económica de Portugal e Espanha, o banco de investimento suíço mostra-se mais optimista para a evolução da economia nacional, o que suporta as suas escolhas para os próximos 12 meses.
No sector da construção, a UBS elege a Mota-Engil e a Teixeira Duarte, atribuindo-lhes recomendações de "buy 2" e preços-alvo de 6,2 e 2,55 euros, respectivamente, por acreditar que estas empresas vão beneficiar do aumento dos investimentos públicos em infraestruturas, previsto pelo Governo.
A aceleração da economia nacional também sustenta a escolha da Brisa, embora com uma recomendação de "neutral 2" e um preço-alvo de 9,9 euros. Os analistas afirma que as novas concessões e o aumento do tráfego são mais-valias da empresas portuguesas em relação às congéneres espanholas.
Banif e Espírito Santo Financial Group são os preferidos na banca, com "targets" de 6,3 euros e 30,6 euros cada um. A UBS prevê um crescimento do crédito no País e considera que estes dois títulos de média capitalização bolsista têm maior margem de progressão neste segmento.
A EDP é a preferida no sector da electricidade, embora com uma recomendação de "neutral 2", voltando a ser considerada a "utility" ibérica mais barata. Entre os preferidos, destaque ainda para a selecção da Jerónimo Martins, Novabase, Semapa e Sonae Indústria, que o banco suíço acredita que terão um significativo crescimentos dos resultados.
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A recuperação da economia portuguesa leva a UBS a eleger dez empresas nacionais como “top picks” na Península Ibérica, nos sectores na construção, banca, “utilities”, retalho, indústria e tecnologia.
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Patrícia Silva Dias
patriciadias@mediafin.pt
A recuperação da economia portuguesa leva a UBS a eleger dez empresas nacionais como "top picks" na Península Ibérica, nos sectores na construção, banca, "utilities", retalho, indústria e tecnologia.
Numa análise à conjuntura económica de Portugal e Espanha, o banco de investimento suíço mostra-se mais optimista para a evolução da economia nacional, o que suporta as suas escolhas para os próximos 12 meses.
No sector da construção, a UBS elege a Mota-Engil e a Teixeira Duarte, atribuindo-lhes recomendações de "buy 2" e preços-alvo de 6,2 e 2,55 euros, respectivamente, por acreditar que estas empresas vão beneficiar do aumento dos investimentos públicos em infraestruturas, previsto pelo Governo.
A aceleração da economia nacional também sustenta a escolha da Brisa, embora com uma recomendação de "neutral 2" e um preço-alvo de 9,9 euros. Os analistas afirma que as novas concessões e o aumento do tráfego são mais-valias da empresas portuguesas em relação às congéneres espanholas.
Banif e Espírito Santo Financial Group são os preferidos na banca, com "targets" de 6,3 euros e 30,6 euros cada um. A UBS prevê um crescimento do crédito no País e considera que estes dois títulos de média capitalização bolsista têm maior margem de progressão neste segmento.
A EDP é a preferida no sector da electricidade, embora com uma recomendação de "neutral 2", voltando a ser considerada a "utility" ibérica mais barata. Entre os preferidos, destaque ainda para a selecção da Jerónimo Martins, Novabase, Semapa e Sonae Indústria, que o banco suíço acredita que terão um significativo crescimentos dos resultados.
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