Off tópic .. bem uma boa mas, não há
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tens razão Rteixeira
queria escrever...
"Bem procuro uma boa notícia "
mas falhou o procuro e a notícia
abraço
mcarvalho
"Bem procuro uma boa notícia "
mas falhou o procuro e a notícia
abraço
mcarvalho
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mcarvalho,
permite-me uma sugestão, quando definires o subject do tópico, convém ser um pouco explícito por favor, isto porque quando escreves "bem uma boa, mas não há", desculpa mas isto nem português é, quanto mais entender o tópico.
1 abraço
permite-me uma sugestão, quando definires o subject do tópico, convém ser um pouco explícito por favor, isto porque quando escreves "bem uma boa, mas não há", desculpa mas isto nem português é, quanto mais entender o tópico.
1 abraço
O mercado é que indica a direcção, nós só temos de o seguir!
Off tópic .. bem uma boa mas, não há
in bpi
15 anos depois de Maastricht, Portugal é o único que não cumpre o PEC
07/02/2007
Quinze anos depois da assinatura do Tratado de Maastricht, que hoje se comemora, e um ano e meio depois de terem sido reescritas as regras de enquadramento orçamental da Zona Euro, os grandes países conseguiram reconciliar-se com o novo Pacto de Estabilidade e Crescimento, encerrando um dos capítulos mais negros da curta história do euro. Só Portugal permanece na lista negra dos défices excessivos, mas Bruxelas assegura que não aproveitará a circunstância para redobrar a vigilância sobre o país.
Portugal foi o primeiro país contra o qual Bruxelas desencadeou os procedimentos de infracção previstos no Pacto de Estabilidade e de Crescimento (PEC) por ter, em 2001, violado o "sacrossanto" limite de 3% do PIB para o défice orçamental, e deverá ser o último a livrar-se do carimbo de "mal comportado" - possivelmente só no final de 2008. A Comissão Europeia garante, porém, que não aproveitará a circunstância de ter agora na "linha de fogo" um único e pequeno Estado-membro para endurecer o discurso, agora que os pesos pesados do euro - designadamente a Alemanha - conseguiram reconciliar-se com o novo Pacto, entretanto reescrito.
"A Comissão Europeia continuará a seguir o saneamento das contas públicas portuguesas com a mesma atenção, segundo os mesmos procedimentos e etapas do passado. Nem mais, nem menos", assegurou ao Jornal de Negócios o comissário do euro, Joaquín Almunia, através da sua porta-voz.
De acordo com a versão mais actualizada dos programas de estabilidade e crescimento entregues em Dezembro pelos Governos a Bruxelas, Portugal é agora o único país da Zona Euro que conta apresentar ainda este ano um défice superior ao limite de 3% (3,7%), embora Itália seja (sempre) um bom candidato a fazer-lhe companhia.
À luz da nova grelha de leitura do PEC, acordada em Junho de 2005, Bruxelas concedeu um prazo de três anos ao país para que este ponha as contas em ordem. 2008, último ano da legislatura do actual Governo liderado po r José Sócrates, será, portanto, o ano da verdade: se o défice for reposto em valores inferiores a 3%, será o regresso ao "business as usual" com Bruxelas; caso contrário, Portugal arrisca-se a ser o primeiro país a passar à delicada fase da aplicação de multas pecuniárias que, em teoria, poderão oscilar entre o equivalente a 0,2% e 0,5% do PIB nacional.
É preciso não asfixiar o crescimento
Teodora Cardoso e Cristina Casalinho, duas das economistas consultadas pelo Jornal de Negócios, coincidem na expectativa de que a condução da política orçamental nacional não vai ficar sujeita a uma pressão redobrada, agora que Portugal ficou sem as "costas quentes" com a saída da Alemanha e da França do grupo dos prevaricadores.
Não obstante no passado a Comissão Europeia ter sido especialmente zelosa com os Estados-membros de menores dimensões, "muito mais que -endurecer o discurso-, Bruxelas tem que preocupar-se em promover um bom sistema de sustentabilidade das finanças públicas, que não asfixie o crescimento, e um sistema exigente de contas públicas que lhe dê credibilidade e facilite um processo de decisão inteligente", diz Teodora Cardoso.
"Podem querer fazer de Portugal exemplo para os novos países por razões menos boas", observa, por seu turno, Cristina Casalinho, lembrando um artigo recente publicado por um economista da Comissão Europeia em que, a partir da análise dos oito anos de integração portuguesa no euro, se elencavam cinco erros a serem evitados pelos novos membros do euro.
A economista-chefe do BPI sublinha, porém, que "o tempo para Portugal está a esgotar-se" e que "os obstáculos naturais que se colocam ao cumprimento das regras do PEC, original ou reescrito, sobrevêm às regras propriamente ditas: crescimento baixo e problemas de competitividade".
15 anos depois de Maastricht, Portugal é o único que não cumpre o PEC
07/02/2007
Quinze anos depois da assinatura do Tratado de Maastricht, que hoje se comemora, e um ano e meio depois de terem sido reescritas as regras de enquadramento orçamental da Zona Euro, os grandes países conseguiram reconciliar-se com o novo Pacto de Estabilidade e Crescimento, encerrando um dos capítulos mais negros da curta história do euro. Só Portugal permanece na lista negra dos défices excessivos, mas Bruxelas assegura que não aproveitará a circunstância para redobrar a vigilância sobre o país.
Portugal foi o primeiro país contra o qual Bruxelas desencadeou os procedimentos de infracção previstos no Pacto de Estabilidade e de Crescimento (PEC) por ter, em 2001, violado o "sacrossanto" limite de 3% do PIB para o défice orçamental, e deverá ser o último a livrar-se do carimbo de "mal comportado" - possivelmente só no final de 2008. A Comissão Europeia garante, porém, que não aproveitará a circunstância de ter agora na "linha de fogo" um único e pequeno Estado-membro para endurecer o discurso, agora que os pesos pesados do euro - designadamente a Alemanha - conseguiram reconciliar-se com o novo Pacto, entretanto reescrito.
"A Comissão Europeia continuará a seguir o saneamento das contas públicas portuguesas com a mesma atenção, segundo os mesmos procedimentos e etapas do passado. Nem mais, nem menos", assegurou ao Jornal de Negócios o comissário do euro, Joaquín Almunia, através da sua porta-voz.
De acordo com a versão mais actualizada dos programas de estabilidade e crescimento entregues em Dezembro pelos Governos a Bruxelas, Portugal é agora o único país da Zona Euro que conta apresentar ainda este ano um défice superior ao limite de 3% (3,7%), embora Itália seja (sempre) um bom candidato a fazer-lhe companhia.
À luz da nova grelha de leitura do PEC, acordada em Junho de 2005, Bruxelas concedeu um prazo de três anos ao país para que este ponha as contas em ordem. 2008, último ano da legislatura do actual Governo liderado po r José Sócrates, será, portanto, o ano da verdade: se o défice for reposto em valores inferiores a 3%, será o regresso ao "business as usual" com Bruxelas; caso contrário, Portugal arrisca-se a ser o primeiro país a passar à delicada fase da aplicação de multas pecuniárias que, em teoria, poderão oscilar entre o equivalente a 0,2% e 0,5% do PIB nacional.
É preciso não asfixiar o crescimento
Teodora Cardoso e Cristina Casalinho, duas das economistas consultadas pelo Jornal de Negócios, coincidem na expectativa de que a condução da política orçamental nacional não vai ficar sujeita a uma pressão redobrada, agora que Portugal ficou sem as "costas quentes" com a saída da Alemanha e da França do grupo dos prevaricadores.
Não obstante no passado a Comissão Europeia ter sido especialmente zelosa com os Estados-membros de menores dimensões, "muito mais que -endurecer o discurso-, Bruxelas tem que preocupar-se em promover um bom sistema de sustentabilidade das finanças públicas, que não asfixie o crescimento, e um sistema exigente de contas públicas que lhe dê credibilidade e facilite um processo de decisão inteligente", diz Teodora Cardoso.
"Podem querer fazer de Portugal exemplo para os novos países por razões menos boas", observa, por seu turno, Cristina Casalinho, lembrando um artigo recente publicado por um economista da Comissão Europeia em que, a partir da análise dos oito anos de integração portuguesa no euro, se elencavam cinco erros a serem evitados pelos novos membros do euro.
A economista-chefe do BPI sublinha, porém, que "o tempo para Portugal está a esgotar-se" e que "os obstáculos naturais que se colocam ao cumprimento das regras do PEC, original ou reescrito, sobrevêm às regras propriamente ditas: crescimento baixo e problemas de competitividade".
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