IMPRESA - Breakout
impresa
Nao acredito numa correccao antes de tocar na linha de tedencia descendente de longo prazo que se situa neste momento mais ou menos nos 5.15 ,o que realmente pode acontecer ja amanha , ai sim vao aparecer as vendas e uma possivel lateralizaçao para depois tentar atacar essa forte resistencia
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Suponho que a resistência foi quebrada nos tempos mais próximos. Penso que o gráfico do shimazaki ontem deu uma noção clara que a subida estava iminente. Volume fortíssimo e fecho em máximos pode ser muito bom sinal para continuar as subidas mas ainda assim acho que falta mais sustento e a tomada de mais valias por parte de muitos que compraram nos 4.7x pode fazê-la regressar aos 4,9x...
De qualquer forma no meu caso já estou a
De qualquer forma no meu caso já estou a
Paul deAlex Escreveu:Olá Jaime Trigo!
Só referi 5.33 porque arredondei os 5.328 que o Fibonnaci calcula como patamar dos 161.8%!
É preciso ter calma agora. Isto não é sempre a subir! Pode ser que agora vá lateralizar um pouco nos 4.90, por exemplo... Mas até pode subir outra vez já amanhã! Se eu adivinhasse ganhava o Euromilhões todas as semanas!
Paul, estava a brincar consigo - não leve a mal.
Estou que não digo coisa com coisa e não é por causa da IPR, é por todas, que hoje me levaram ao tapete
As suas contas merecem consideração e o valor por acaso quase coincide com a minha saída em Abril de 2006. Quando as apanhei a €4,40s disse que ia sair novamente lá em cima. Então foi um 'feeling', pq a saída da Fidelity foi para mim o momento decisivo da inversão no papel, ao qual se juntou a clara melhoria nas audiências.
Por isso eu até acho q a AT no caso da IPR nem tem sido o mais relevante - embora preste sempre mt atenção às ATs dos vários intervenientes.
Subir sempre nenhuma sobe, isso já sabemos e esta há 6-8 meses (nem sei bem) esteve a €3,97.
Não há heróis, é preciso sorte, que eu tive, sem sombra de dúvidas - nesta e noutras, num início de ano alucinante.
Abraço.
James Wheat
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Olá Jaime Trigo!
Só referi 5.33 porque arredondei os 5.328 que o Fibonnaci calcula como patamar dos 161.8%!
É preciso ter calma agora. Isto não é sempre a subir! Pode ser que agora vá lateralizar um pouco nos 4.90, por exemplo... Mas até pode subir outra vez já amanhã! Se eu adivinhasse ganhava o Euromilhões todas as semanas!
Só referi 5.33 porque arredondei os 5.328 que o Fibonnaci calcula como patamar dos 161.8%!
É preciso ter calma agora. Isto não é sempre a subir! Pode ser que agora vá lateralizar um pouco nos 4.90, por exemplo... Mas até pode subir outra vez já amanhã! Se eu adivinhasse ganhava o Euromilhões todas as semanas!
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Olá!
Eu não sou grande adepto de indicadores/osciladores e afins, mas não posso deixar de achar piada à linhas de Fibonnaci aplicado à IMPRESA.
Assim no Carregosa Trader, agarrei nas cotações pós-Maio (Pós-minicrash) e fiz o Fibonnaci a partir do mínimo de Julho até ao máximo de Agosto de 2006.
O resto é uma sucessão de coincidências
:
- rebound aos 50% no fim de Setembro;
- Mínimo perto dos 38.2% no início de Novembro;
- lateralização novamente a 50%, no fim de Novembro/início de Dezembro;
- Tentativa de lateralização nos 76.4% na segunda metade de Dezembro;
- Resistência nos 100% (claro, afinal era o máximo de Agosto!).
Aguarda-se nova coincidência, ou seja cotação nos 161.8% (€5.33)!
Eu não sou grande adepto de indicadores/osciladores e afins, mas não posso deixar de achar piada à linhas de Fibonnaci aplicado à IMPRESA.
Assim no Carregosa Trader, agarrei nas cotações pós-Maio (Pós-minicrash) e fiz o Fibonnaci a partir do mínimo de Julho até ao máximo de Agosto de 2006.
O resto é uma sucessão de coincidências
- rebound aos 50% no fim de Setembro;
- Mínimo perto dos 38.2% no início de Novembro;
- lateralização novamente a 50%, no fim de Novembro/início de Dezembro;
- Tentativa de lateralização nos 76.4% na segunda metade de Dezembro;
- Resistência nos 100% (claro, afinal era o máximo de Agosto!).
Aguarda-se nova coincidência, ou seja cotação nos 161.8% (€5.33)!
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- Impresa - velas 1d - 01-02-2007 16h36.png (32.42 KiB) Visualizado 2357 vezes
Parece-me que a zona dos 5€ poderá empastelar esta subida. Por duas razões:
- Efeito psicológico do número redondo.
- Já no início de 2006 andou a hesitar á volta desses valores.
Mas com um bocado de sorte, isto que estive a dizer não se verifica.
Foi só para pôr alguma "água na furvura" eufórica.
- Efeito psicológico do número redondo.
- Já no início de 2006 andou a hesitar á volta desses valores.
Mas com um bocado de sorte, isto que estive a dizer não se verifica.
- Anexos
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- IPR31JAN2007_2.PNG (12.78 KiB) Visualizado 2477 vezes
"People want to be told what to do so badly that they'll listen to anyone." - Don Draper, Mad Men
Com a confirmação da zona de resistência entre os 4,7 e os 4,8 parece-me que o objectivo técnico deste movimento da Impresa é a linha de tendência descendente de longo prazo, onde acredito se travará a mais dura luta entre touros e ursos.
Disclosure: Os meus clientes continuam a deter posições longas sobre a Impresa.
Um abraço,
Ulisses
Disclosure: Os meus clientes continuam a deter posições longas sobre a Impresa.
Um abraço,
Ulisses
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LISBOA, 1 Fev (Reuters) - A TVI manteve a liderança nas
audiências televisivas em Janeiro de 2007, registando um
crescimento nos valores médios e no prime-time, assim como a
RTP, enquanto a SIC perdeu terreno, revela a Marktest.
Os dados do relatório mensal revelam que a TVI, detida pela
Media Capital , registou uma audiência média diária em
Janeiro de 28,3 pct contra 28,2 pct em Dezembro. No espaço de um
ano as audiências baixaram face aos 32,8 pct observados em
Janeiro de 2006.
A SIC, controlada pela Impresa , registou um recuo
para os 27,1 pct nas audiências médias diárias de Janeiro contra
os 27,7 pct de Dezembro de 2006, mas ficou acima dos 24,7 pct
observados no período homólogo.
"O comportamento em Janeiro foi marcado por audiências mais
fracas na primeira metade, seguido por uma subida nas duas
últimas semanas do mês. (...) Na segunda metade do mês a SIC já
atingiu uma audiência média de 28 pct", refere a Impresa.
A RTP melhorou o share médio para os 26,4 pct dos 25,6 pct
em Dezembro e também face aos 24 pct registados há um ano.
No horário nobre a TVI reforçou a liderança para os 31,4 pct
de 30,9 pct em Dezembro e segue abaixo dos 38,8 pct conseguidos
em Janeiro de 2006.
A SIC, por sua vez, deslizou para os 28,1 pct em Janeiro de
28,6 pct no mês anterior e segue a ganhar face aos 24,9 pct do
período homólogo, enquanto a RTP subiu para 25 pct, contra 24,8
em Dezembro e 19,9 pct em Janeiro de 2006.
No segmento da televisão por cabo a SIC Notícias liderou com
um share médio de 12,4 pct em Janeiro, valor que ficou abaixo
dos 13,7 pct observados no período homólogo.
Foram negociadas 404.018 acções da Impresa a subir 1,44 pct
para os 4,92 euros e 53.690 acções da Media Capital a cair 0,6
pct para os 8,30 euros.
((---Ruben Bicho, Lisboa Editorial 351 21 350 9206,
lisbon.newsroom@reuters.com; Reuters messaging:
ruben.bicho.reuters.com@reuters.net))
audiências televisivas em Janeiro de 2007, registando um
crescimento nos valores médios e no prime-time, assim como a
RTP, enquanto a SIC perdeu terreno, revela a Marktest.
Os dados do relatório mensal revelam que a TVI, detida pela
Media Capital , registou uma audiência média diária em
Janeiro de 28,3 pct contra 28,2 pct em Dezembro. No espaço de um
ano as audiências baixaram face aos 32,8 pct observados em
Janeiro de 2006.
A SIC, controlada pela Impresa , registou um recuo
para os 27,1 pct nas audiências médias diárias de Janeiro contra
os 27,7 pct de Dezembro de 2006, mas ficou acima dos 24,7 pct
observados no período homólogo.
"O comportamento em Janeiro foi marcado por audiências mais
fracas na primeira metade, seguido por uma subida nas duas
últimas semanas do mês. (...) Na segunda metade do mês a SIC já
atingiu uma audiência média de 28 pct", refere a Impresa.
A RTP melhorou o share médio para os 26,4 pct dos 25,6 pct
em Dezembro e também face aos 24 pct registados há um ano.
No horário nobre a TVI reforçou a liderança para os 31,4 pct
de 30,9 pct em Dezembro e segue abaixo dos 38,8 pct conseguidos
em Janeiro de 2006.
A SIC, por sua vez, deslizou para os 28,1 pct em Janeiro de
28,6 pct no mês anterior e segue a ganhar face aos 24,9 pct do
período homólogo, enquanto a RTP subiu para 25 pct, contra 24,8
em Dezembro e 19,9 pct em Janeiro de 2006.
No segmento da televisão por cabo a SIC Notícias liderou com
um share médio de 12,4 pct em Janeiro, valor que ficou abaixo
dos 13,7 pct observados no período homólogo.
Foram negociadas 404.018 acções da Impresa a subir 1,44 pct
para os 4,92 euros e 53.690 acções da Media Capital a cair 0,6
pct para os 8,30 euros.
((---Ruben Bicho, Lisboa Editorial 351 21 350 9206,
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Audiências... Agora e sempre as audiências.
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Press Release IMPRESA 02_07_P.pdf- Audiências Janeiro 2007
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James Wheat
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POLL FUNDOS-Impresa é top-pick gestores fundos para Fev07
LISBOA, 1 Fev (Reuters) - As acções da Impresa são
o top-pick dos gestores de fundos portugueses para Fevereiro,mês em que o PSI20 <.PSI20> deverá apresentar um comportamento positivo, ainda que condicionado pelo desenvolvimento das OPA,
segundo uma poll junto de seis gestores de fundos.
A Impresa recolheu quatro votos como top-pick para Fevereiro, destacando-se dos restantes títulos pelas perspectivas de melhoria das audiências da SIC e pelas previsões de um aumento das receitas publicitárias.
"Há uma evolução positiva nas audiências, com reflexo nas revisões de avaliação por parte dos analistas e subida de price-targets", afirmou Pedro Pintassilgo, gestor da F&C Portugal, entidade responsável pelos fundos do Millennium bcp.
"A Impresa deverá beneficiar do comportamento positivo do sector a nível europeu e poderá apresentar uma melhoria das receitas publicitárias", referiu João Pedro Afonso, do Banco Popular.
Desde o início do ano os títulos da Impresa valorizaram 3,63 pct, estando no entanto ainda a negociar 3,39 pct abaixo do valor a que cotavam há um ano atrás.
Na lista de principais escolhas dos gestores de fundos para Fevereiro surgem também os títulos da EDP , Semapa e Sonae Indústria .
Os movimentos de consolidação no sector eléctrico a nível ibérico continuam a suportar a EDP, enquanto a Semapa deverá beneficiar do comportamento da subsidiária Portucel e a Sonae Indústria poderá registar uma melhoria das margens, dizem os gestores de fundos.
PSI20 POSITIVO À ESPERA DAS OPA
No que toca à evolução do índice PSI20 <.PSI20>, os gestores de fundos referem que o mês de Fevereiro deve ser positivo, beneficiando de um maior interesse de investidores estrangeiros.
"Acreditamos que o PSI20 registará uma valorização em face do seu 'investment case' ser hoje referenciado por várias casas internacionais e haver várias empresas com valor fundamental", disse Pedro Pintassilgo.
Os desenvolvimentos esperados nas OPA da Sonaecom
sobre a Portugal Telecom e do BCP sobre o BPI
deverão acrescentar volatilidade ao índice, referem os gestores de fundos.
Desde o início do ano o PSI20 subiu 3,87 pct. O índice segue hoje a valorizar 0,43 pct para os 11.614,65 pontos.
Segue tabela de escolhas dos gestores:
TÍTULOS RIC NÚMERO DE ESCOLHAS
Impresa 4
EDP 2
Semapa 2
Sonae Ind. 2
Altri 1
BES 1
Cimpor 1
Sonae 1
Sonaecom 1
PT Multimedia 1
GESTORES QUE PARTICIPARAM NESTA POLL:
- Pedro Pintassilgo, F&C Portugal
- Catarina Ferreira, BPI Gestão Activos
- Jorge Guimarães, Banif Gestão Activos
- Paulo Joaquim, ESAF
- João Pedro Afonso, Banco Popular
- Francisco Oliveira, Barclays Gestão Activos
((---Ruben Bicho, Lisboa Editorial 351 21 350 9206,
lisbon.newsroom@reuters.com; Reuters messaging:
ruben.bicho.reuters.com@reuters.net))
o top-pick dos gestores de fundos portugueses para Fevereiro,mês em que o PSI20 <.PSI20> deverá apresentar um comportamento positivo, ainda que condicionado pelo desenvolvimento das OPA,
segundo uma poll junto de seis gestores de fundos.
A Impresa recolheu quatro votos como top-pick para Fevereiro, destacando-se dos restantes títulos pelas perspectivas de melhoria das audiências da SIC e pelas previsões de um aumento das receitas publicitárias.
"Há uma evolução positiva nas audiências, com reflexo nas revisões de avaliação por parte dos analistas e subida de price-targets", afirmou Pedro Pintassilgo, gestor da F&C Portugal, entidade responsável pelos fundos do Millennium bcp.
"A Impresa deverá beneficiar do comportamento positivo do sector a nível europeu e poderá apresentar uma melhoria das receitas publicitárias", referiu João Pedro Afonso, do Banco Popular.
Desde o início do ano os títulos da Impresa valorizaram 3,63 pct, estando no entanto ainda a negociar 3,39 pct abaixo do valor a que cotavam há um ano atrás.
Na lista de principais escolhas dos gestores de fundos para Fevereiro surgem também os títulos da EDP , Semapa e Sonae Indústria .
Os movimentos de consolidação no sector eléctrico a nível ibérico continuam a suportar a EDP, enquanto a Semapa deverá beneficiar do comportamento da subsidiária Portucel e a Sonae Indústria poderá registar uma melhoria das margens, dizem os gestores de fundos.
PSI20 POSITIVO À ESPERA DAS OPA
No que toca à evolução do índice PSI20 <.PSI20>, os gestores de fundos referem que o mês de Fevereiro deve ser positivo, beneficiando de um maior interesse de investidores estrangeiros.
"Acreditamos que o PSI20 registará uma valorização em face do seu 'investment case' ser hoje referenciado por várias casas internacionais e haver várias empresas com valor fundamental", disse Pedro Pintassilgo.
Os desenvolvimentos esperados nas OPA da Sonaecom
sobre a Portugal Telecom e do BCP sobre o BPI
deverão acrescentar volatilidade ao índice, referem os gestores de fundos.
Desde o início do ano o PSI20 subiu 3,87 pct. O índice segue hoje a valorizar 0,43 pct para os 11.614,65 pontos.
Segue tabela de escolhas dos gestores:
TÍTULOS RIC NÚMERO DE ESCOLHAS
Impresa 4
EDP 2
Semapa 2
Sonae Ind. 2
Altri 1
BES 1
Cimpor 1
Sonae 1
Sonaecom 1
PT Multimedia 1
GESTORES QUE PARTICIPARAM NESTA POLL:
- Pedro Pintassilgo, F&C Portugal
- Catarina Ferreira, BPI Gestão Activos
- Jorge Guimarães, Banif Gestão Activos
- Paulo Joaquim, ESAF
- João Pedro Afonso, Banco Popular
- Francisco Oliveira, Barclays Gestão Activos
((---Ruben Bicho, Lisboa Editorial 351 21 350 9206,
lisbon.newsroom@reuters.com; Reuters messaging:
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Dos fracos não reza a historia!
BAI BUSCAR :-) !!
SIC quer destronar TVI com seis novelas
Uma novela brasileira, "Páginas da Vida", está a dar um novo fôlego ao horário nobre da SIC. A estação conseguiu nos primeiros 30 dias de Janeiro um "share" em "prime time" de 28,1%, enquanto a TVI manteve a liderança, nos 31,4%. Em declarações ao Jornal de Negócios, Francisco Penim afirma que esta recuperação mostra "a reconciliação do público com o 'prime time' da SIC".
--------------------------------------------------------------------------------
Daniel Vaz
danielvaz@mediafin.pt
Uma novela brasileira, "Páginas da Vida", está a dar um novo fôlego ao horário nobre da SIC. A estação conseguiu nos primeiros 30 dias de Janeiro um "share" em "prime time" de 28,1%, enquanto a TVI manteve a liderança, nos 31,4%. Em declarações ao Jornal de Negócios, Francisco Penim afirma que esta recuperação mostra "a reconciliação do público com o 'prime time' da SIC".
Os números revelam uma aproximação das duas estações em horário nobre. No período homólogo, em Janeiro de 2006, a estação do grupo Impresa tinha entre as 20 e as 24 horas ("prime time") uma quota de 24,9%. Passado um ano, subiu 3,2 pontos percentuais para 28,1%. A TVI desceu de um "share" na mesma faixa de 38,8% em Janeiro de 2006 para 31,4% no último mês, o que revela uma queda de 7,4 pontos percentuais.
Em declarações ao Jornal de Negócios, Francisco Penim afirma que esta recuperação mostra "a reconciliação do público com o 'prime time' da SIC". O director de programas prometeu que o canal da Impresa regressaria à liderança em 2007. "As minhas promessas são para cumprir. Este é o ano da SIC", reforça agora.
_________________
"A incerteza dos acontecimentos,é sempre mais difícil de suportar do que o próprio acontecimento" - Jean-Baptista Massilion.
Uma novela brasileira, "Páginas da Vida", está a dar um novo fôlego ao horário nobre da SIC. A estação conseguiu nos primeiros 30 dias de Janeiro um "share" em "prime time" de 28,1%, enquanto a TVI manteve a liderança, nos 31,4%. Em declarações ao Jornal de Negócios, Francisco Penim afirma que esta recuperação mostra "a reconciliação do público com o 'prime time' da SIC".
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Daniel Vaz
danielvaz@mediafin.pt
Uma novela brasileira, "Páginas da Vida", está a dar um novo fôlego ao horário nobre da SIC. A estação conseguiu nos primeiros 30 dias de Janeiro um "share" em "prime time" de 28,1%, enquanto a TVI manteve a liderança, nos 31,4%. Em declarações ao Jornal de Negócios, Francisco Penim afirma que esta recuperação mostra "a reconciliação do público com o 'prime time' da SIC".
Os números revelam uma aproximação das duas estações em horário nobre. No período homólogo, em Janeiro de 2006, a estação do grupo Impresa tinha entre as 20 e as 24 horas ("prime time") uma quota de 24,9%. Passado um ano, subiu 3,2 pontos percentuais para 28,1%. A TVI desceu de um "share" na mesma faixa de 38,8% em Janeiro de 2006 para 31,4% no último mês, o que revela uma queda de 7,4 pontos percentuais.
Em declarações ao Jornal de Negócios, Francisco Penim afirma que esta recuperação mostra "a reconciliação do público com o 'prime time' da SIC". O director de programas prometeu que o canal da Impresa regressaria à liderança em 2007. "As minhas promessas são para cumprir. Este é o ano da SIC", reforça agora.
_________________
"A incerteza dos acontecimentos,é sempre mais difícil de suportar do que o próprio acontecimento" - Jean-Baptista Massilion.
James Wheat
Position Trader
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White Candle + Doji
Aqui fica o grafico,
atenção que tanto o Chaikin Money Flow e o RSI poderão estar iniciar uma nova tendência (up,up and go...) de qq forma, a incongnita

atenção que tanto o Chaikin Money Flow e o RSI poderão estar iniciar uma nova tendência (up,up and go...) de qq forma, a incongnita
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- impresa 31-1-2007 white candle + doji.JPG (91.87 KiB) Visualizado 1542 vezes
Ride the winds of change
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Quico Escreveu:Nos cofs só se vê quem não toma a iniciativa. Os que tomam a iniciativa, chegam e compram e desaparecem. E são este que fazem mexer o mercado. Pensem nisso!
Quico, couldn't agree more.
Agora eu tb uso os cofs, sobretudo quando já tenho a posição minima que pretendo, para aproveitar dias fracos e ficar à espera que me entreguem o papel - isto se (e tão sómente se) não vejo razões para ver o papel fugir.
Exemplo... Hoje estou lá na Inapa a €2,68, com validade até final de Fev. A €2,70 está lá comprador 'em aparente', pelo que posso ter que aguardar algum tempo ou nem sequer vir a fazer. Como já tenho uma posiçãozita no papel (que está em desgraça, não está para explodir), não vejo necessidade de ir fazer preço acima. Se me enganar e amanhã fôr por aí acima, fine, ainda bem ! Se não, se ajustar e vier abaixo, óptimo, faço a acumulação que pretendo, ao preço mais conveniente.
Só discordo da leitura de que os cofs ditam as resistências, até pq muitas vezes carreguam-nos forte só para assustar.
Quando entrei em PTI a €2,40 estavam mais de 2 milhões na venda e menos de 100.000 na compra a €2,39. Os €2,40 eram resistência ? Não creio, logo fui ao vendedor - 4 vezes em 6 dias, durante os quais a venda esteve sempre muitissimo mais forte do que a compra.
Abraço.
James Wheat
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Re: impresa
James Wheat Escreveu:paulo godinho Escreveu:Como ves os 4.85 nao estao faceis de roer e vamos ver como fecha, so um fecho acima deste valor me deixa tranquilo basta dizer que foi o maximo (relativo) anteriorpaulo godinho Escreveu:E so olhares para os cofs e ves logo o porque dos 4.85 esta la outro autocarro estacionado como nos 4.8James Wheat Escreveu:paulo godinho Escreveu:Espero que amanha os 4.85 vao definitivamente abaixo ,com o volume que fez hoje e com o fecho no maximo, demonstrou pelo menos vontade de o fazer ,uma vez quebrados o caminho e so um os 5.2
Paulo, não vejo qualquer relevância nos €4,85! Está-me a faltar alguma coisa... Ajude-me.
Paulo, os cofs valem... zero ! As resistências medem-se por análises técnicas, o resto são... bailados de bolsa, com ordens a entrar e a sair a cada minuto.
Além do mais ontem fechou a €4,85 e ficou lá comprador a esse preço, tendo só vendedor a €4,86. E 10 minutos antes do fecho estavam 57.000 papeis à 85, que foram à vida.
Pela lei dos cofs, todos os dias havia resistência técnicas diferentes, pq todos os dias há valores na venda mais fortes do que os outros; o que não é óbviamente o caso.
A resistência válida técnica era €4,80 e foi varrida de largo. Pode voltar atrás e então essa passará a ser o valor a ter em conta, pelo menos até gráficamente surgir nova avaliação - o que no curto prazo é impossível.
Abraço.
Cabe acrescentar que importante será hoje fechar novamente acima de €4,80 e se possível 2 ou 3 centimos - hoje e nas próximas sessões -, para então esse patamar começar a constituir um suporte, quando antes era uma resistência.
James Wheat
Position Trader
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Re: impresa
paulo godinho Escreveu:Como ves os 4.85 nao estao faceis de roer e vamos ver como fecha, so um fecho acima deste valor me deixa tranquilo basta dizer que foi o maximo (relativo) anteriorpaulo godinho Escreveu:E so olhares para os cofs e ves logo o porque dos 4.85 esta la outro autocarro estacionado como nos 4.8James Wheat Escreveu:paulo godinho Escreveu:Espero que amanha os 4.85 vao definitivamente abaixo ,com o volume que fez hoje e com o fecho no maximo, demonstrou pelo menos vontade de o fazer ,uma vez quebrados o caminho e so um os 5.2
Paulo, não vejo qualquer relevância nos €4,85! Está-me a faltar alguma coisa... Ajude-me.
Paulo, os cofs valem... zero ! As resistências medem-se por análises técnicas, o resto são... bailados de bolsa, com ordens a entrar e a sair a cada minuto.
Além do mais ontem fechou a €4,85 e ficou lá comprador a esse preço, tendo só vendedor a €4,86. E 10 minutos antes do fecho estavam 57.000 papeis à 85, que foram à vida.
Pela lei dos cofs, todos os dias havia resistência técnicas diferentes, pq todos os dias há valores na venda mais fortes do que os outros; o que não é óbviamente o caso.
A resistência válida técnica era €4,80 e foi varrida de largo. Pode voltar atrás e então essa passará a ser o valor a ter em conta, pelo menos até gráficamente surgir nova avaliação - o que no curto prazo é impossível.
Abraço.
James Wheat
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