Caldeirão da Bolsa

maneira infalivel de fazer dinheiro em bolsa ?

Espaço dedicado a todo o tipo de troca de impressões sobre os mercados financeiros e ao que possa condicionar o desempenho dos mesmos.

por drivingsouth » 4/3/2007 21:32

Ser-se Corretor


Diz-se que as grandes fortunas na corrida ao ouro nos EUA foram feitas pelos srs que vendiam as pás e piqueiretas (se é que se escreve assim)!!
 
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por MarcoAntonio » 3/3/2007 22:13

Pata-Hari Escreveu:No entanto, retorno sem risco não existe, é o tal principio dos mercados. Existem inumeros, muitos exemplos mesmo em como, mesmo em periodos muito alargados isso não é uma estratégia ganhadora. Aliás, basta pensares nos indices americanos nos ultimos dez anos. Experimenta fazer o gráfico dos indices americanos em euros. O resultado é desolador. Ou seja, não basta sequer reproduzir indices que até se comportam bem, é preciso também pensar no restante risco. Pensa também no investimento no japão nos ultimos 10 anos. Desolador. Tudo isto para dizer que infalivel, não existe, resposta esta que, presumo, não deva surpreender ninguém.


E isto não é uma ajuda paternalista. É a realidade nua e crua do mercado...
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FLOP - Fundamental Laws Of Profit

1. Mais vale perder um ganho que ganhar uma perda, a menos que se cumpra a Segunda Lei.
2. A expectativa de ganho deve superar a expectativa de perda, onde a expectativa mede a
__.amplitude média do ganho/perda contra a respectiva probabilidade.
3. A Primeira Lei não é mesmo necessária mas com Três Leis isto fica definitivamente mais giro.
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por Pata-Hari » 3/3/2007 21:43

Não estou de modo nenhum a brincar. A minha resposta é efectivamente o unico modo semi infalivel de fazer dinheiro em bolsa e sem risco de capital. Ou seja, o melhor modo.

Do ponto de vista de investimentos, por mim, investir em indices, sobretudo em indices com bons fundamentais parece-me um modo muitissimo razoável de investimento. Devo mesmo dizer-te que multiplas vezes o pensei para mim e sugeri a clientes. No entanto, retorno sem risco não existe, é o tal principio dos mercados. Existem inumeros, muitos exemplos mesmo em como, mesmo em periodos muito alargados isso não é uma estratégia ganhadora. Aliás, basta pensares nos indices americanos nos ultimos dez anos. Experimenta fazer o gráfico dos indices americanos em euros. O resultado é desolador. Ou seja, não basta sequer reproduzir indices que até se comportam bem, é preciso também pensar no restante risco. Pensa também no investimento no japão nos ultimos 10 anos. Desolador. Tudo isto para dizer que infalivel, não existe, resposta esta que, presumo, não deva surpreender ninguém.
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por Dwer » 3/3/2007 21:27

Pata-Hari Escreveu:Epá, agora é a minha vez de por o dedo no ar. É que descobri a resposta. Foi repentido mas descobri, "carago"!!!! era efectivamente uma charada, o dwer meteu o dedo na ferida.

A resposta ao modo infalivel de se fazer dinheiro em bolsa é.... ....

....



....

Ser-se Corretor!!!!! Bolas, somos mesmo uns broncos. Ninguem descobriu, que totós somos. Gandas bananas. Mas, atenção, é preciso ser-se corretor atento senão ainda conseguimos perder algum!


Mas o que é achas, na realidade, de investir nos indíces alongo prazo?
A pergunta que o analystxxx fez, parece parva, mas não é nada. Muita gente acorreu a troçar ou a ajudar paternalisticamente. Estás a juntar-te a esse número?
Julgar pelas aparência não é bom em geral mas nos mercados é fatal. Algumas coisas merecem um bocadinho mais de reflexão e estudo.
Esqueci-me de mencionar que ainda há mais uma possibilidade de ganhar , se se replicar o indíce através dos títulos que as compõem. Emprestando os títulos e recebendo um prémio por isso. Esta é a fonte do short selling.
Abraço,
Dwer

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por Pata-Hari » 3/3/2007 21:05

Epá, agora é a minha vez de por o dedo no ar. É que descobri a resposta. Foi repentido mas descobri, "carago"!!!! era efectivamente uma charada, o dwer meteu o dedo na ferida.

A resposta ao modo infalivel de se fazer dinheiro em bolsa é.... ....

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por Dwer » 3/3/2007 18:12

Tenho seguido este tópico desde o princípio e parece-me que a pergunta do analystxxx era provocadora e não ingénua. Investindo a longo prazo em produtos indexados aos indíces pode ser uma boa estratégia. Futuros, ETFs, replicando o basket do indíce, etc.

O exemplo do S&P500 desde o seu nascimento há, precisamente, 50 anos. 10% anualizados é mau?
Experimentem compô-los!


MARK HULBERT
Hidden lessons in the S&P 500's 50th birthday
A closer look at the ultimate evidence in support of buy-and-hold investing

ANNANDALE, Va. (MarketWatch) -- In the midst of the market's turmoil this past week, you may have missed it but the Standard & Poor's 500 Index is marking its 50th birthday this weekend.
The S&P 500 made its debut on March 4, 1957, and in the decades that followed it has become one of the most-watched stock market indices. Although more investors on Main Street pay attention to the Dow Jones Industrial Average , more people on Wall Street probably pay attention to the S&P 500 than to any other index.
Standard & Poor's, the creator and keeper of the index, estimates that $1.26 trillion is directly invested in mutual funds and other investment vehicles that are indexed to the S&P 500, and that an additional $4.45 trillion is invested in funds that tie their performances to this benchmark.
That's a lot of money, especially given that the total value of all publicly traded stocks in this country is around $14 trillion.
When the S&P 500 arrived on the scene on that March day in 1957, it closed at 44.06 -- around 3% of its closing value on Friday.
If you add in the dividends that the 500 stocks in the index earned along the way, this increase works out to an annualized return of 10.83%. (The dividend-adjusted S&P 500 returns are courtesy of Prof. Jeremy Siegel of the Wharton School of the University of Pennsylvania, who is a renowned scholar of long-range investment cycles.)
If 10.83% annualized doesn't look all that good to you, consider this: $1,000 invested in the S&P 500 on March 4, 1957, would be worth around $170,000 today.
Volatility
Perhaps the most obvious lesson to draw from this 50-year history is the need to take a long-term perspective on investing. This is especially important to keep in mind during weeks like the one we just experienced, when extraordinary short-term volatility can divert our attention away from, and even whip-saw us out of, our long-term strategies.
But there are other, even more profound, lessons to be learned from the S&P 500's long-term history that are less obvious unless you dig a lot deeper.
Take, for instance, what buy-and-hold investing really entails. Most investors would think that investing in an S&P 500 index fund would fully qualify as buying and holding.
If a company is overvalued at the time it gets added to the index, its net effect from that point forward will be to detract from the index's performance.
But that, strictly speaking, is not completely accurate. Of the 500 stocks that were in the S&P 500 on March 4, 1957, only 86 remain part of the index today. The remaining 414 companies were either taken over, went bankrupt, or were otherwise removed from the index along the way. In fact, the number of additional companies that at some point were added to the index over the last five decades numbers close to 1,000.
To be sure, the turnover implied by these additions and removals isn't huge. Yet it's also not the same as purely buying and holding.
To appreciate the virtues of purely buying and holding, you have to consider a portfolio that did exactly that -- buying the 500 companies in the S&P 500 in 1957 and making no other changes over the next 50 years. That means you would have continued to hold each of those stocks, even if Standard & Poor's took them out of the index. And if any of those original 500 stocks was taken over by another company, you would have continued to hold whatever compensation you received from the acquiring company.
And, finally, it means that you wouldn't have bought any of the additional companies that Standard & Poor's added along the way.

Believe it or not, according to Siegel, this pure buy-and-hold portfolio would have performed even better over the last 50 years than the actual S&P 500 index did, and not by just a little bit, either.
Indeed, it would have boasted an 11.71% annualized return over the last fifty years, or 88 basis points per year more than the S&P 500 index actually returned.
To put that into perspective, $1,000 invested in this pure buy-and-hold portfolio 50 years ago would be worth some $254,000 today, vs. the $170,000 that would have been realized by investing in the actual S&P 500.
Not a bad return on doing nothing.
This is an incredible finding, if you stop to think about it. What it means is that the net effect of all changes to the S&P 500 index over the last 50 years has been to markedly reduce the index's returns.
This seems counterintuitive, to say the least. In 1957 there were few technology companies among the 500 companies that made up the S&P 500; nor, for that matter, were there many health-care or financial companies. Today, of course, these three sectors represent nearly half the index's components.
And yet, even though the list of the original 500 stocks had few companies in these sectors, they still outperformed the actual S&P 500 that added them along the way.
Why would this be? In an interview, Siegel said that a big reason is the process by which a company ends up getting added to the S&P 500. In almost every case, a company that gets added is at least a mid-cap company, if not a large-cap. That in turn implies that the stock of the company getting added will already have enjoyed a big run-up in the years prior to its getting added to the S&P 500.
That also means, according to Siegel, that sometimes the company will be overvalued when it gets added to the index.
The implication, of course, is clear: If a company is overvalued at the time it gets added to the index, its net effect from that point forward will be to detract from the index's performance.
Telecom
A telling example comes from a book Siegel wrote a couple of years ago, "The Future for Investors," on how telecom stocks got added to the S&P 500 during the Internet boom.
Siegel writes that virtually no new telecom stocks were added to the S&P 500 during its first 40 years in existence. "But in the late 1990s, new firms, such as WorldCom, Global Crossing, and Qwest Communications, entered the index with great expectations for growth and much fanfare, only to collapse afterwards," Siegel noted. "In June 1999 WorldCom constituted over 16% of the telecom sector's market value, but the firm subsequently lost 97.9% of its value by the time it was deleted from the index in May 2002. Global Crossing fell more than 98% before it was deleted from the index in October 2001, and Qwest lost over 90% of its value since it was admitted in July 2000."
Another telling illustration of the virtues of buying and holding comes from Norman Fosback, author of "Stock Market Logic." Fosback was head of the Institute for Econometric Research, and editor of several investment newsletters, the best known of which was Market Logic. He currently edits a newer service called Fosback's Fund Forecaster.
Fosback's illustration deals with the first major S&P 500 index fund, which was created by Wells Fargo in the early 1970s. As that bank was preparing to buy each of the 500 stocks in the index, the institution's investment committee balked at 19 stocks that were, in their view, such obvious financial basket cases that it would be foolish to buy them -- perhaps even a violation of their fiduciary responsibility to do so. As a result, the bank's first S&P 500 index fund actually owned 481 stocks, not all 500.
This decision on Wells Fargo's part had little real-world impact on the index fund, since the stocks that they kept out of the fund had very little market cap and thus very little weight in the S&P 500's overall performance. But Fosback says that, as a challenge to Wells Fargo, he decided at the time to create a non-index-fund out of the dozen or so stocks that were kept out of the index.
How did this non-index fund portfolio perform? It "consistently and decisively beat the S&P 500 over the following ten years," Fosback said.
The point of Fosback's anecdote is not to make fun of the Wells Fargo investment committee. My bet is that, if you and I had been on that committee in the early 1970s, we would have agreed with them that the stocks they eliminated should indeed be avoided at all costs.
The correct lesson to draw, I think, is how incredibly difficult it is to pick stocks that will outperform or underperform the market, even when the evidence seems overwhelming that they will do so.
And that, I submit, is the most important lesson to draw on the occasion of the 50th birthday of the S&P 500.
Abraço,
Dwer

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por Crash » 2/3/2007 18:57

mas.. em média cresce 15% ou ñ? não sendo mt ambicioso podemos criar 1a posição que seja possivel de manter no longo prazo e ir gradualmente aumentando. de acordo?


Caro analystxxx

Entre muitos casos deixo-te este: basta olhares para para o índice Nikkei (bolsa do Japão), 13 anos, 1990 a 2003, sempre a cair!
Deixo-te a figura para reflectires um pouco!

Um abraço :wink:
Crash
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re:

por Shimazaki » 2/3/2007 18:45

mas.. em média cresce 15% ou ñ? não sendo mt ambicioso podemos criar 1a posição que seja possivel de manter no longo prazo e ir gradualmente aumentando. de acordo?




têm dias...
na segunda era um desses dias, a % brilhava, e eu sendo um amador achava k realmente as coisas estavam a correr mto bem e tinha essa percepção!

ora na terça, ou segunda de madrugada começou a festa...

e pq? pq não tomei isto em conta , tinha tirado alguns ganhos, aliviado pelo menos a minha % no titulo, mas não...

MarcoAntonio Escreveu:O essencial é isto: nos mercados não há investimentos garantidos nem ganhos certos.



portanto...

MarcoAntonio Escreveu:Qualquer ilusão que tenhas nesse sentido é imperativo que a desfaças o mais rapidamente possível (ou acabará, inevitavelmente por te custar dinheiro, mais cedo ou mais tarde).






acho um optimo conselho!!!
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por analystxxx » 2/3/2007 18:19

mas.. em média cresce 15% ou ñ? não sendo mt ambicioso podemos criar 1a posição que seja possivel de manter no longo prazo e ir gradualmente aumentando. de acordo?
 
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por LuisFTAntunes » 25/1/2007 17:23

Paul deAlex escreveu:
Isto faz-me lembrar também a minha paranóia quando conheci os CFD's.

Pensei na altura: eh lá! Agora é que vou ser rico! E vou ser paciente e fazer isto num horizonte multi-anual. Então o esquema era, começando com 20000€, investir anualmente cerca de 73% da conta, sempre alavancado a 15% de margem, e esperando um retorno anual de 20% (coisa pouca), pagando os impostos de 10%, os juros pela alavancagem do CFD e investindo sucessivamente todos os anos, ficaria ao fim de 36 anos com a módica quantia de... €1,485,577,697.46!!



Acho que regra geral todos quantos constatam os loucos ganhos das cotações ao ano (em anos de Bull) e se põe a fazer contas ficam todos ricos em pouco tempo.

Comigo passou-se o mesmo nos anos 99/2000 quando dei os primeiros passos. Por volta do ano 2010 estaria podre de rico, puro engano do incauto.
Passados 7 anos faço presses para não ficar falido de um dia para o outro.
Avança na razão e pondera na emoção.
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por SirPatrickBateman » 25/1/2007 13:13

Ainda em relação ao ALMOÇO...

...se foi o Friedman a inventar essa expressão...

Já a do "der iz nofri lounxe" foi do GRANDE professor Manuel Oliveira Marques!!! :mrgreen: :mrgreen: :mrgreen:
 
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por Paulo_Alex » 25/1/2007 11:57

Isto faz-me lembrar também a minha paranóia quando conheci os CFD's.

Pensei na altura: eh lá! Agora é que vou ser rico! E vou ser paciente e fazer isto num horizonte multi-anual. Então o esquema era, começando com 20000€, investir anualmente cerca de 73% da conta, sempre alavancado a 15% de margem, e esperando um retorno anual de 20% (coisa pouca), pagando os impostos de 10%, os juros pela alavancagem do CFD e investindo sucessivamente todos os anos, ficaria ao fim de 36 anos com a módica quantia de... €1,485,577,697.46!!

A minha inocência foi tanta, que cheguei a contactar a minha correctora sobre esta estratégia verdadeiramente fantástica, ao que mui pacientemente me responderam que era muito bonita sim senhor, mas que o mais provável era que fosse alvo de uma 'margin call', em caso de queda de cotações, e ficasse sem dinheiro na conta!!

:wink:
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Re: maneira infalivel de fazer dinheiro em bolsa ?

por pedrom » 25/1/2007 1:10

analystxxx Escreveu:- tenho a ideia (não sei se certa) que os mercados sobem em média 15% ao ano.
- as taxas de juro rondam os 3.5%

portanto financiando-nos no mercado monetário e aplicando num determinado mercado (e.g. DAX) estamos a jogar um jogo com um resultado esperado médio de 11.5% ao ano.

a questão é que é dificil conseguir financiamento ilimitado, que suporte as eventuais quedas de mercado.

penso que com os CFDs agora este jogo é possivel recorendo á margem e a um "average down" nos periudos em que os mercados mantêm tendencia de descida?


que acham?


Existe pelo menos "1" erro nas tuas contas:

As taxas de juro rondam os 3,50% mas não é a taxa TAEG para empréstimos, a não ser que seja o dono do montepio. eh eh eh eh
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Caro analystxxx

por mcarvalho » 25/1/2007 0:15

Parabéns por teres ideias novas!!

Todos os amigos daqui do fórum já te proporcionaram
uma série de permissas com que podes trabalhar..
Analisa-as profundamente , rebate-as uma a uma , apresenta a tua teoria e a melhor maneira de a por em prática


Sê bem vindo

um abraço do pessoal e do
mcarvalho
 
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por rteixe01 » 24/1/2007 22:42

Tal como já escreveram, já chega de massacrar o analysta. Vamos a conselhos!
Se fosse a ti, fazia:

1- Muito paper trading;
2- Tomava atenção ao que se escreve por aqui no Caldeirão quer sobre indices, quer sobre acções;
3- Definia o tipo de activo em que queres investir:
3.1- Acções
3.2- Indices (via produtos alavancados como Turbo Warrants, CFD's ou Futuros, caso tenhas capital para este último)
4- Em caso de escolha de um indice no ponto anterior, passava bastantes dias a observar o mesmo, a ver como reagia às várias noticias, se é de força ou não, etc
5- Em caso de escolha de produtos alavancados, lia o máximo de bibliografia sobre os mesmos para perceberes o funcionamento;
6- Definia até onde queres assumir perdas, ponto a partir do qual devias parar para repensar a estratégia (e escrevo isto, porque com um grau de certeza alto, vais perder dinheiro e não ganhar)

Posto isto, BOA SORTE!
O mercado é que indica a direcção, nós só temos de o seguir!
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por Pata-Hari » 24/1/2007 22:28

Só uma pequena correcção: "there is no free lunch" é uma frase que se popularizou no contexto económico quando usada por milton friedman. Não tenho qualquer dúvida que o prof. césar das neves a use também, praticamente todos os economistas e financeiros do mundo a usam, existindo até um acrónimo para a expressão...
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por GAB » 24/1/2007 22:11

MarcoAntonio Escreveu:Analystxxx, há uma velha frase dos mercados que reza 'Nos mercados não há almoços grátis', o que podes aplicar a diversas coisas (dividendos, expectativas, certezas, etc)..


Essa frase ´´e nova(lol), a velha diz: O MERCADO NAO DA BORLAS... :wink: :lol: :lol:
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por SMarq » 24/1/2007 22:03

Acho que chega de bater no homem ele já percebeu a mensagem!

cumprimentos
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por michael » 24/1/2007 21:26

Financial leverage takes the form of a loan or other borrowings, the proceeds of which are reinvested with the intent to earn a greater rate of return than the cost of interest. Leverage allows greater potential return to the investor than otherwise would have been available. The potential for loss is greater because if the investment becomes worthless, not only is that money lost, but the loan still needs to be repaid. Margin buying is a common way of utilizing the concept of leverage in investing.

Deixo-te um gráfico para ilustrar, se não consegues perceber depois explico-te. Mas acho que a abordagem clássica de investimento era assim, corres é o risco de perder até a camisa que trazes vestida.
Anexos
leverage.gif
alavancagem financeira
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Não batam mais no sr.

por LuisFTAntunes » 24/1/2007 21:21

Ele referiu passo a citar "tenho a ideia (não sei se certa)" portanto trata-se de alguém humilde e por isso devemos ajuda-lo.

A sua ideia na minha mudesta opinião não está de todo nada certa como já deve ter concluido pelos posts anteriores.

Faça pesquiza aqui neste mesmo site no topico "Artigos Didácticos" onde pode tirar mais informação para iniciar a sua formação neste difícil caminho que é ganhar dinheiro em bolsa.
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O mou amigo tem uma ideia interessante mas...

por bboniek33 » 24/1/2007 20:58

...veja la bem se a coisa se desenrola como diz. :roll:
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por valves » 24/1/2007 20:49

tenho a ideia (não sei se certa) que os mercados sobem em média 15% ao ano.
- as taxas de juro rondam os 3.5%


olha-me este caramelo :| um no outro dia sentia-se aliviado por estar investido este hoje diz que os mercados sobem á percentagem fixa de 15% ao ano !!! eu acrescentaria o seguinte em termos absolutos existem muitos anos em que os mercados variam 15% ao ano o que acontece é que umas vezes é para cima outras é para baixo e mesmo assim nem todos têm uma variação absoluta de 15%

PS :Agora á serio assim mesmo na bolsa o primeiro passo é começar a pensar depois de algum tempo a pensar vai melhorando é uma questão de esforço e persistencia :wink:
Aqui no Caldeirão no Longo Prazo estamos todos ricos ... no longuissimo prazo os nossos filhos estarão ainda mais ricos ...
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por jeso » 24/1/2007 20:22

Ou à Mediatis que, como eles dizem é... dinheiro na mão (deles). :lol:
Boa sorte e vê se acordas. :wink:
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por donjuan » 24/1/2007 20:06

E quem é que te empresta dinheiro quando te pedirem os reforços de margem quando o mercado cair?!
Podes sempre pedir à Cofidis, mas aí pagas alguns 25% para ganhar os teus 11,5%.
I love the ups and downs of the market...
 
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por SMarq » 24/1/2007 18:54

analystxxx

O que acabaste de escrever faz-me lembrar um titulo de um filme:

"Get rich or die tryin"
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