EDP fugindo à escuridão
Rumores por Espanha
1 - El broker del Banco Sabadell ha subido el precio objetivo a 4,65 euros desde los 4,15 anteriores y mantiene la recomendación de comprar. Ibersecurities citó la reciente revisión de las estimaciones de Hidrocantábrico y la presentación estratégica de EDP para el periodo 2007-2010 como principales razones del cambio de precio objetivo. EDP cae un 0,52% a 3,85 euros por acción.
2 - Estão a entrar investidores espanhois, e fala-se da compra de 5% da EDP por parte Sonatrach
Fonte: AFXNews
BN
Nota: Não possuo directamente EDP
2 - Estão a entrar investidores espanhois, e fala-se da compra de 5% da EDP por parte Sonatrach
Fonte: AFXNews
BN
Nota: Não possuo directamente EDP
passo a passo se constroi o futuro
Ulisses Pereira Escreveu:Em termos de curto prazo, os ursos conseguiram já provocar uma correcção de cerca de 6% na acção. A acção tem um suporte (ainda que frágil) na zona entre os 3,74 e 3,75 euros e é bem provável que possamos assistir a um teste a essa zona. Mas o verdadeiro suporte da EDP situa-se na zona dos 3,6 euros e caso a acção atinja essa zona, estou certo que os touros reaparecerão ....Um abraço,
Ulisses
concordo com o Ulisses e estou mesmo a “ver” a EDP, pelo menos, ir visitar os 3,74 +/-, mas vou deixar um gráfico com outra ideia,
amanha logo se vê ...
wolf,
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Henri, antes de mais quero frisar que a minha análise em nada é influenciada pela apresentação do plano estratégico da EDP. É uma análise meramente técnica como têm sido todas as que tenho deixado neste tópico desde a sua origem.
Em termos de médio e longo prazo, a EDP continua "Bullish" e com os touros no controlo da situação. Enquanto a linha de tendência ascendente de longo prazo não for quebrada, a liderança dos touros é indubitavel.
Em termos de curto prazo, os ursos conseguiram já provocar uma correcção de cerca de 6% na acção. A acção tem um suporte (ainda que frágil) na zona entre os 3,74 e 3,75 euros e é bem provável que possamos assistir a um teste a essa zona. Mas o verdadeiro suporte da EDP situa-se na zona dos 3,6 euros e caso a acção atinja essa zona, estou certo que os touros reaparecerão e eu também reabrirei posições longas por aí. Mas nem sempre o mercado nos dá essas hipóteses
Um abraço,
Ulisses
Em termos de médio e longo prazo, a EDP continua "Bullish" e com os touros no controlo da situação. Enquanto a linha de tendência ascendente de longo prazo não for quebrada, a liderança dos touros é indubitavel.
Em termos de curto prazo, os ursos conseguiram já provocar uma correcção de cerca de 6% na acção. A acção tem um suporte (ainda que frágil) na zona entre os 3,74 e 3,75 euros e é bem provável que possamos assistir a um teste a essa zona. Mas o verdadeiro suporte da EDP situa-se na zona dos 3,6 euros e caso a acção atinja essa zona, estou certo que os touros reaparecerão e eu também reabrirei posições longas por aí. Mas nem sempre o mercado nos dá essas hipóteses
Um abraço,
Ulisses
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DESCARGAS
srosa Escreveu:Bem espero que sim... continuo a ver alguma descargas grandes! não acham?
de facto há descargas mas também há compras de 500.000 de 1 trago.
Guerra Bull/bear na acção que até começou o dia a subir e bem... vamos ver quem ganha a luta nos próximos dias, mas aquele travão a 3,88 está a deixar-me tentado. Parece estar colocado para assustar
The only way is up unless otherwise
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INTERESSANTE LUTA
Interessante luta Bull/Bear na zona de suporte 3,83/3,84.
Depois da saída do plano e como as boas notícias vão continuando a chegar a tendência será recolar aos 4 EUR. Apesar de haver saída de participações chorudas, quem queria sair saiu e agora voltamos à tendência de médio prazo.
Como os mercados estão no vermelho à vários dias é natural que se mantenha esta luta até a coisa começar a esverdiar
Depois da saída do plano e como as boas notícias vão continuando a chegar a tendência será recolar aos 4 EUR. Apesar de haver saída de participações chorudas, quem queria sair saiu e agora voltamos à tendência de médio prazo.
Como os mercados estão no vermelho à vários dias é natural que se mantenha esta luta até a coisa começar a esverdiar
The only way is up unless otherwise
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Analistas aplaudem Plano de Negócios da EDP e sobem preços-alvo
As casas de investimento que seguem os títulos da Energias de Portugal (EDP) mostraram-se agradadas com o plano estratégico apresentado ontem pela eléctrica, factor que levou a revisões em alta das avaliações para os títulos da empresa liderada por António Mexia.
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Paulo Moutinho
paulomoutinho@mediafin.pt
Acções da EDP em três meses
As casas de investimento que seguem os títulos da Energias de Portugal (EDP) mostraram-se agradadas com o plano estratégico apresentado ontem pela eléctrica, factor que levou a revisões em alta das avaliações para os títulos da empresa liderada por António Mexia.
A Morgan Stanley reagiu ao plano da EDP com uma revisão em alta do seu preço-alvo para as acções da eléctrica, para 4,50 euros, mantendo a recomendação de "overweight", um "target" que atribui à empresa um potencial de valorização de 18% face ao valor de 3,81 euros registado no fecho da sessão de ontem.
A casa de investimento norte-americana refere em nota de "research" que esta revisão da avaliação dos títulos da EDP reflecte a melhoria nas metas de redução de custos e os novos investimentos em energias renováveis, definidos ontem no plano estratégico da empresa, bem como a nova avaliação da Energias do Brasil, de 35 reais por acção.
O Banif foi outro dos bancos de investimento que aumentou o "target" da EDP, passando a atribuir uma avaliação de 3,86 euros, face aos 3,66 euros anteriormente definidos.
Para o banco, citado pela Reuters, a empresa anunciou metas ambiciosas, no que concerne a redução de custos e na capacidade de produção de energia renovável, estimativas que reflectiram nas previsões de crescimento do EBITDA e dos lucros na ordem dos dois dígitos.
Quem também se mostrou agradada com o plano estratégico definido pela EDP foi a Lisbon Brokers. A analista Filipa Ferreira refere em nota de "research" que após a apresentação vai "rever os seus números" para a eléctrica, ainda que tal não venha a resultar numa "alteração substancial nas nossas estimativas e na nossa avaliação", que é de 4 euros por acção.
O Caixa Banco de Investimento considera que não foram “divulgadas novidades significativas em relação ao que tinha sido apresentado em Julho”, ainda que afirme que vai “incorporar os dados divulgados, nomeadamente relativamente aos custos, o que poderá conduzir a uma revisão em alta da nossa avaliação” de 3,35 euros, sendo que face à cotação actual das acções da EDP, não “prevemos uma alteração da nossa recomendação de ‘manter’”.
O BPI, por seu lado, aplaude o maior "do que esperado crescimento do EBITDA, suportado pelo corte de custos e também pelo programa de investimentos mais intensivo", mas mantém a avaliação de 3,65 euros para a EDP.
Por último, o Ixis considera que a apresentação de ontem foi uma repetição do que a empresa já tinha anunciado em Julho do ano passado, actualizado para 2010. O banco de investimento refere que o único novo elemento "é a revisão em alta dos dividendos anuais de 8% para 11%".
A equipa de analistas do Ixis, liderada por Philippe Ourpatian manteve a sua avaliação de 3,30 euros para a EDP, 14% abaixo da cotação actual, e continua com uma recomendação de "reduzir", argumentando que o preço dos títulos da eléctrica é "excessivo", apesar dos "bons fundamentais da empresa e das perspectivas atractivas".
As acções da EDP seguem a valorizar 0,79% para 3,84 euros.
As casas de investimento que seguem os títulos da Energias de Portugal (EDP) mostraram-se agradadas com o plano estratégico apresentado ontem pela eléctrica, factor que levou a revisões em alta das avaliações para os títulos da empresa liderada por António Mexia.
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Paulo Moutinho
paulomoutinho@mediafin.pt
Acções da EDP em três meses
As casas de investimento que seguem os títulos da Energias de Portugal (EDP) mostraram-se agradadas com o plano estratégico apresentado ontem pela eléctrica, factor que levou a revisões em alta das avaliações para os títulos da empresa liderada por António Mexia.
A Morgan Stanley reagiu ao plano da EDP com uma revisão em alta do seu preço-alvo para as acções da eléctrica, para 4,50 euros, mantendo a recomendação de "overweight", um "target" que atribui à empresa um potencial de valorização de 18% face ao valor de 3,81 euros registado no fecho da sessão de ontem.
A casa de investimento norte-americana refere em nota de "research" que esta revisão da avaliação dos títulos da EDP reflecte a melhoria nas metas de redução de custos e os novos investimentos em energias renováveis, definidos ontem no plano estratégico da empresa, bem como a nova avaliação da Energias do Brasil, de 35 reais por acção.
O Banif foi outro dos bancos de investimento que aumentou o "target" da EDP, passando a atribuir uma avaliação de 3,86 euros, face aos 3,66 euros anteriormente definidos.
Para o banco, citado pela Reuters, a empresa anunciou metas ambiciosas, no que concerne a redução de custos e na capacidade de produção de energia renovável, estimativas que reflectiram nas previsões de crescimento do EBITDA e dos lucros na ordem dos dois dígitos.
Quem também se mostrou agradada com o plano estratégico definido pela EDP foi a Lisbon Brokers. A analista Filipa Ferreira refere em nota de "research" que após a apresentação vai "rever os seus números" para a eléctrica, ainda que tal não venha a resultar numa "alteração substancial nas nossas estimativas e na nossa avaliação", que é de 4 euros por acção.
O Caixa Banco de Investimento considera que não foram “divulgadas novidades significativas em relação ao que tinha sido apresentado em Julho”, ainda que afirme que vai “incorporar os dados divulgados, nomeadamente relativamente aos custos, o que poderá conduzir a uma revisão em alta da nossa avaliação” de 3,35 euros, sendo que face à cotação actual das acções da EDP, não “prevemos uma alteração da nossa recomendação de ‘manter’”.
O BPI, por seu lado, aplaude o maior "do que esperado crescimento do EBITDA, suportado pelo corte de custos e também pelo programa de investimentos mais intensivo", mas mantém a avaliação de 3,65 euros para a EDP.
Por último, o Ixis considera que a apresentação de ontem foi uma repetição do que a empresa já tinha anunciado em Julho do ano passado, actualizado para 2010. O banco de investimento refere que o único novo elemento "é a revisão em alta dos dividendos anuais de 8% para 11%".
A equipa de analistas do Ixis, liderada por Philippe Ourpatian manteve a sua avaliação de 3,30 euros para a EDP, 14% abaixo da cotação actual, e continua com uma recomendação de "reduzir", argumentando que o preço dos títulos da eléctrica é "excessivo", apesar dos "bons fundamentais da empresa e das perspectivas atractivas".
As acções da EDP seguem a valorizar 0,79% para 3,84 euros.
Saudações Alentejanas
TABELA-Recomendações e target EDP
Título TABELA-Recomendações e target EDP após Plano Negócios 2007-10
Origem Reuters
Data 23-01-2007 10:28
pixel
LISBOA, 23 Jan (Reuters) - A EDP-Energias de Portugal apresentou ontem o Plano de Negócios para o período entre 2007 e 2010.
A EDP estima um Capex de 7.600 milhões de euros (ME), sendo que dois terços serão aplicados em negócios regulados de baixo risco, 50 pct irá para projectos de expansão e as energias renováveis representarão 40 pct.
O pico do investimento será em 2008-2009, impulsionado pelos investimentos em parques eólicos e Centrais de Ciclo Combinado a gás natural (CCGT).
O EBITDA-Earnings Before Interest, Tax, Depreciation and Amortization, deverá crescer uma taxa média anual composta superior a 11 pct entre 2005 e 2010 e com o peso do crescimento das renováveis a subir 16 pct no fim do período contra três pct em 2005.
A meta de redução de custos subiu dos 70-90 ME por ano estimados em Julho para os 150 ME.
A estimativa de crescimento dos dividendos subiu para 11 pct ao ano dos oito pct anunciados em Julho.
Segue tabela com recomendações e preço-alvo após
apresentação do Plano de Negócios da EDP:
(Recomendação anterior entre parêntesis)
Casa Investimento Recomendação Target
em euros/acção
Morgan Stanley Overweight (Overweight) 4,50 (4,10)
Lisbon Brokers Hold (Hold) 4,00 (4,00)
Banif Neutral (Neutral) 3,86 (3,66)
UBS Neutral2 (Neutral2) 3,65 (3,65)
Credit Suisse Underperform (Underperform) 3,15 (3,15)
((---Ruben Bicho, Lisboa Editorial 351 21 350 9206,
lisbon.newsroom@reuters.com; Reuters messaging:
ruben.bicho.reuters.com@reuters.net))
Origem Reuters
Data 23-01-2007 10:28
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LISBOA, 23 Jan (Reuters) - A EDP-Energias de Portugal apresentou ontem o Plano de Negócios para o período entre 2007 e 2010.
A EDP estima um Capex de 7.600 milhões de euros (ME), sendo que dois terços serão aplicados em negócios regulados de baixo risco, 50 pct irá para projectos de expansão e as energias renováveis representarão 40 pct.
O pico do investimento será em 2008-2009, impulsionado pelos investimentos em parques eólicos e Centrais de Ciclo Combinado a gás natural (CCGT).
O EBITDA-Earnings Before Interest, Tax, Depreciation and Amortization, deverá crescer uma taxa média anual composta superior a 11 pct entre 2005 e 2010 e com o peso do crescimento das renováveis a subir 16 pct no fim do período contra três pct em 2005.
A meta de redução de custos subiu dos 70-90 ME por ano estimados em Julho para os 150 ME.
A estimativa de crescimento dos dividendos subiu para 11 pct ao ano dos oito pct anunciados em Julho.
Segue tabela com recomendações e preço-alvo após
apresentação do Plano de Negócios da EDP:
(Recomendação anterior entre parêntesis)
Casa Investimento Recomendação Target
em euros/acção
Morgan Stanley Overweight (Overweight) 4,50 (4,10)
Lisbon Brokers Hold (Hold) 4,00 (4,00)
Banif Neutral (Neutral) 3,86 (3,66)
UBS Neutral2 (Neutral2) 3,65 (3,65)
Credit Suisse Underperform (Underperform) 3,15 (3,15)
((---Ruben Bicho, Lisboa Editorial 351 21 350 9206,
lisbon.newsroom@reuters.com; Reuters messaging:
ruben.bicho.reuters.com@reuters.net))
Dos fracos não reza a historia!
ou será que comprou ?
Bom dia a todos.
Já sei que é uma polémica que nunca acaba. mas episódios destes não ajudam de certeza.
Em termos técnicos, o que acham do curto prazo ? Volta a sair do canal ascendente ?
Abraço e BN
JH
Já sei que é uma polémica que nunca acaba. mas episódios destes não ajudam de certeza.
Em termos técnicos, o que acham do curto prazo ? Volta a sair do canal ascendente ?
Abraço e BN
JH
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Morgan Stanley sobe -target- da EDP para 4,50 euros
Morgan Stanley sobe -target- da EDP para 4,50 euros
23/01/2007
A Morgan Stanley reviu em alta de 9,8% o seu preço-alvo para os títulos da Energias de Portugal (EDP), dos 4,10 euros para os actuais 4,50 euros, mantendo inalterada a sua recomendação para os títulos da empresa liderada por António Mexia.
A EDP [edp] terminou a sessão de ontem a cotar nos 3,81 euros, depois de três sessões consecutivas de quedas. Face ao preço de fecho de ontem, o novo "target" da casa de investimento norte-americana atribui à eléctrica nacional um potencial de valorização de 18%.
Apesar da revisão em alta do preço-objectivo, a Morgan Stanley, de acordo com a Bloomberg, manteve inalterada a sua recomendação de "overweight" para os títulos da eléctrica liderada por António Mexia.
Esta revisão da avaliação da EDP surge um dia depois da empresa ter anunciado o seu plano estratégico para os próximos três anos.
23/01/2007
A Morgan Stanley reviu em alta de 9,8% o seu preço-alvo para os títulos da Energias de Portugal (EDP), dos 4,10 euros para os actuais 4,50 euros, mantendo inalterada a sua recomendação para os títulos da empresa liderada por António Mexia.
A EDP [edp] terminou a sessão de ontem a cotar nos 3,81 euros, depois de três sessões consecutivas de quedas. Face ao preço de fecho de ontem, o novo "target" da casa de investimento norte-americana atribui à eléctrica nacional um potencial de valorização de 18%.
Apesar da revisão em alta do preço-objectivo, a Morgan Stanley, de acordo com a Bloomberg, manteve inalterada a sua recomendação de "overweight" para os títulos da eléctrica liderada por António Mexia.
Esta revisão da avaliação da EDP surge um dia depois da empresa ter anunciado o seu plano estratégico para os próximos três anos.
EDP quer usar tarifas para pagar rescisões
António Mexia vai propor À ERSE que sejam os consumidores a suportar os custos do plano de redução de efectivos.
Ana Maria Gonçalves
A EDP vai propor à Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE) que sejam os consumidores a suportar os custos com o novo plano de redução de efectivos na área da distribuição. Em causa estão 200 milhões de euros para negociar rescisões e reformas antecipadas de 660 efectivos.
O modelo, já usado no passado pelo grupo EDP depois de vários anos de pressão junto da ERSE, tem como alvo o próximo período regulatório que decorrerá entre 2009-2012. Entre 2003 e 2005, o grupo eléctrico obteve luz verde do regulador para repassar para a tarifa final, durante um horizonte de 20 anos, cerca de 482 milhões de euros relativos à saída de 1.420 trabalhadores.
“Vamos negociar com a ERSE para que este modelo seja novamente aceite porque é bom para a EDP e para o sistema eléctrico nacional. Mas o corte de custos não passa só por aqui, já que estes representam apenas um terço do montante global”, diz António Mexia. O projecto insere-se no plano de redução de custos anuais de 150 milhões de euros classificado por António Mexia como “o mais ambicioso apresentado na Península Ibérica nos últimos anos e que coloca a empresa na linha da frente da eficiência, ultrapassando as melhores práticas, algumas delas em Espanha, consideradas uma referência no sector”.
Em Julho de 2006, aquando do anúncio das linhas estratégicas do grupo, tinha sido apontada como meta entre 70 a 90 milhões de euros de poupanças anuais.
Os novos objectivos passam assim por uma redução líquida de mais de 1.100 trabalhadores na península Ibérica em 2009, compensada por um entrada de 1.250 empregados. Da lista fazem igualmente parte uma optimização do modelo de manutenção das centrais e integração dos serviços técnicos de Portugal e Espanha. Na distribuição as atenções centram-se na alavancagem do novo modelo de compras e no aumento da eficiência através do redesenho de processo, a par da optimização da estrutura e manutenção de tecnologias de informação e do ‘outsourcing’.
O reforço do investimento operacional do grupo em 7,6 mil milhões de euros é outro dos principais compromissos assumidos pela EDP com os seus accionistas para o horizonte de 2007-2010.
A gestão liderada por António Mexia propõe ainda um crescimento anual do resultado bruto de exploração (EBITDA) de 11%. Cenário que terá por base o controlo do risco do negócio, através de uma estratégia de investimento em actividades com incerteza moderada, como o mercado ibérico de actividades reguladas. Quanto aos dividendos, há uma promessa de crescimento anual de 11%, ao passo que o resultado por acção (EPS) deverá aumentar todos os anos cerca de 14%.
O grupo energético espera ainda cativar mais 900 mil clientes até 2010, a que somará 200 mil novos consumidores de gás natural, apresentando como compromisso a melhoria da qualidade de serviço. Da lista de promessas ambientais consta a redução de 35% das emissões de dióxido de carbono e um reforço dos investimentos nas energias renováveis (3.450 milhões de euros), melhorias ambientais (150 milhões de euros) e investigação e desenvolvimento (10 milhões de euros).
António Mexia vai propor À ERSE que sejam os consumidores a suportar os custos do plano de redução de efectivos.
Ana Maria Gonçalves
A EDP vai propor à Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE) que sejam os consumidores a suportar os custos com o novo plano de redução de efectivos na área da distribuição. Em causa estão 200 milhões de euros para negociar rescisões e reformas antecipadas de 660 efectivos.
O modelo, já usado no passado pelo grupo EDP depois de vários anos de pressão junto da ERSE, tem como alvo o próximo período regulatório que decorrerá entre 2009-2012. Entre 2003 e 2005, o grupo eléctrico obteve luz verde do regulador para repassar para a tarifa final, durante um horizonte de 20 anos, cerca de 482 milhões de euros relativos à saída de 1.420 trabalhadores.
“Vamos negociar com a ERSE para que este modelo seja novamente aceite porque é bom para a EDP e para o sistema eléctrico nacional. Mas o corte de custos não passa só por aqui, já que estes representam apenas um terço do montante global”, diz António Mexia. O projecto insere-se no plano de redução de custos anuais de 150 milhões de euros classificado por António Mexia como “o mais ambicioso apresentado na Península Ibérica nos últimos anos e que coloca a empresa na linha da frente da eficiência, ultrapassando as melhores práticas, algumas delas em Espanha, consideradas uma referência no sector”.
Em Julho de 2006, aquando do anúncio das linhas estratégicas do grupo, tinha sido apontada como meta entre 70 a 90 milhões de euros de poupanças anuais.
Os novos objectivos passam assim por uma redução líquida de mais de 1.100 trabalhadores na península Ibérica em 2009, compensada por um entrada de 1.250 empregados. Da lista fazem igualmente parte uma optimização do modelo de manutenção das centrais e integração dos serviços técnicos de Portugal e Espanha. Na distribuição as atenções centram-se na alavancagem do novo modelo de compras e no aumento da eficiência através do redesenho de processo, a par da optimização da estrutura e manutenção de tecnologias de informação e do ‘outsourcing’.
O reforço do investimento operacional do grupo em 7,6 mil milhões de euros é outro dos principais compromissos assumidos pela EDP com os seus accionistas para o horizonte de 2007-2010.
A gestão liderada por António Mexia propõe ainda um crescimento anual do resultado bruto de exploração (EBITDA) de 11%. Cenário que terá por base o controlo do risco do negócio, através de uma estratégia de investimento em actividades com incerteza moderada, como o mercado ibérico de actividades reguladas. Quanto aos dividendos, há uma promessa de crescimento anual de 11%, ao passo que o resultado por acção (EPS) deverá aumentar todos os anos cerca de 14%.
O grupo energético espera ainda cativar mais 900 mil clientes até 2010, a que somará 200 mil novos consumidores de gás natural, apresentando como compromisso a melhoria da qualidade de serviço. Da lista de promessas ambientais consta a redução de 35% das emissões de dióxido de carbono e um reforço dos investimentos nas energias renováveis (3.450 milhões de euros), melhorias ambientais (150 milhões de euros) e investigação e desenvolvimento (10 milhões de euros).
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Corte de custos de 150 milhões por ano
Eléctrica espera subida de 14% nos lucros até 2010
O plano estratégico da EDP até 2010 prevê uma melhoria dos resultados por acção de 14% ao ano, valor que vai ser repercutido na subida dos dividendos. A eléctrica estima que o programa de redução de custos, com o corte de pessoal, possa conduzir a uma poupança anual de 150 milhões de euros.
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Pedro Carvalho
pc@mediafin.pt
O plano estratégico da EDP até 2010 prevê uma melhoria dos resultados por acção de 14% ao ano, valor que vai ser repercutido na subida dos dividendos. A eléctrica estima que o programa de redução de custos, com o corte de pessoal, possa conduzir a uma poupança anual de 150 milhões de euros.
A Energia de Portugal (EDP) [Cot] apresentou hoje o seu plano estratégico para o período até 2010.
A empresa diz que a taxa média de crescimento anual dos resultados por acção (EPS) será superior a 11% para o período de 2005 a 2010.
A remuneração aos accionistas, através de dividendos, deverá registar um ritmo de crescimento idêntico, sendo que para este ano, a maior eléctrica nacional vai propor na assembleia geral o pagamento de um dividendo de 0,11 euros por acção relativo ao exercício de 2006.
No horizonte temporal deste plano, a empresa afirma que tem um programa de "corte de custos ambicioso" que "permitirá um aumento de eficiência".
Na apresentação da EDP lê-se que o novo objectivo de corte dos custos irá gerar poupanças de 150 milhões de euros por ano.
No programa de corte de custos, a empresa afirma que em 2009 está a contar com uma redução líquida (saídas menos entradas de trabalhadores) de 1.100 trabalhadores na Península Ibérica.
em www.negocios.pt
Eléctrica espera subida de 14% nos lucros até 2010
O plano estratégico da EDP até 2010 prevê uma melhoria dos resultados por acção de 14% ao ano, valor que vai ser repercutido na subida dos dividendos. A eléctrica estima que o programa de redução de custos, com o corte de pessoal, possa conduzir a uma poupança anual de 150 milhões de euros.
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Pedro Carvalho
pc@mediafin.pt
O plano estratégico da EDP até 2010 prevê uma melhoria dos resultados por acção de 14% ao ano, valor que vai ser repercutido na subida dos dividendos. A eléctrica estima que o programa de redução de custos, com o corte de pessoal, possa conduzir a uma poupança anual de 150 milhões de euros.
A Energia de Portugal (EDP) [Cot] apresentou hoje o seu plano estratégico para o período até 2010.
A empresa diz que a taxa média de crescimento anual dos resultados por acção (EPS) será superior a 11% para o período de 2005 a 2010.
A remuneração aos accionistas, através de dividendos, deverá registar um ritmo de crescimento idêntico, sendo que para este ano, a maior eléctrica nacional vai propor na assembleia geral o pagamento de um dividendo de 0,11 euros por acção relativo ao exercício de 2006.
No horizonte temporal deste plano, a empresa afirma que tem um programa de "corte de custos ambicioso" que "permitirá um aumento de eficiência".
Na apresentação da EDP lê-se que o novo objectivo de corte dos custos irá gerar poupanças de 150 milhões de euros por ano.
No programa de corte de custos, a empresa afirma que em 2009 está a contar com uma redução líquida (saídas menos entradas de trabalhadores) de 1.100 trabalhadores na Península Ibérica.
em www.negocios.pt
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Plano Estratégico
"Lisboa, 22 Jan (Lusa) - A EDP - Energias de Portugal vai investir 1,8 mil milhões de euros na produção e comercialização de energia no mercado ibérico entre 2007 e 2010, de acordo com o plano de negócios que a eléctrica apresentou hoje.
Cerca de dois terços desse investimento, correspondentes a 1,2 mil milhões de euros, serão aplicados em novas centrais eléctricas, indica a empresa, em informação comunicada à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).
Com este investimento, a EDP pretende fazer face a um aumento da procura acima de três por cento no mercado ibérico, que considera como "um dos mais atractivos e com maior potencial de crescimento na União Europeia".
A procura no mercado ibérico será coberta essencialmente através de novas centrais de ciclo combinado a gás natural, uma das apostas da EDP para os próximos três anos.
As centrais de ciclo combinado são a "tecnologia preferida para a expansão da capacidade convencional para cobrir o aumento da procura" e com as quais a EDP pretende reduzir emissões de CO2 e compensar o descomissionamento de centrais a carvão.
A EDP admite que o aumento esperado de centrais de ciclo combinado até 2010 poderá conduzir a "algum excesso de fornecimento de energia no curto prazo", mas considera que a capacidade esperada será adequada para garantir uma margem de reserva.
Do total de investimento previsto, 800 milhões de euros são destinados a novas centrais térmicas e 400 milhões de euros em novas centrais hídricas.
Além destes, a EDP prevê investir 150 milhões de euros na área ambiental e 450 milhões de euros nas centrais em operação, dos quais 70 milhões de euros na extensão de vida de centrais a carvão em Espanha.
TD.
Lusa/Fim "
Cerca de dois terços desse investimento, correspondentes a 1,2 mil milhões de euros, serão aplicados em novas centrais eléctricas, indica a empresa, em informação comunicada à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).
Com este investimento, a EDP pretende fazer face a um aumento da procura acima de três por cento no mercado ibérico, que considera como "um dos mais atractivos e com maior potencial de crescimento na União Europeia".
A procura no mercado ibérico será coberta essencialmente através de novas centrais de ciclo combinado a gás natural, uma das apostas da EDP para os próximos três anos.
As centrais de ciclo combinado são a "tecnologia preferida para a expansão da capacidade convencional para cobrir o aumento da procura" e com as quais a EDP pretende reduzir emissões de CO2 e compensar o descomissionamento de centrais a carvão.
A EDP admite que o aumento esperado de centrais de ciclo combinado até 2010 poderá conduzir a "algum excesso de fornecimento de energia no curto prazo", mas considera que a capacidade esperada será adequada para garantir uma margem de reserva.
Do total de investimento previsto, 800 milhões de euros são destinados a novas centrais térmicas e 400 milhões de euros em novas centrais hídricas.
Além destes, a EDP prevê investir 150 milhões de euros na área ambiental e 450 milhões de euros nas centrais em operação, dos quais 70 milhões de euros na extensão de vida de centrais a carvão em Espanha.
TD.
Lusa/Fim "
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Bem , esta notícia traz mais qualquer coisa de positivo, penso eu de que...
Só fiquei espantado com a descida que teve hoje
, já estava à espera de uma correcção, os ultimos dias foi subir à grande (tendo em conta o que costuma ser a edp)... mas retrair tanto??
bem, talvez seja uma boa oportunidade de reforço...
abraço
Só fiquei espantado com a descida que teve hoje
bem, talvez seja uma boa oportunidade de reforço...
abraço
EDP quer um terço do negócio das renováveis a partir dos Estados Unidos
Os planos da EDP apontam para que o mercado norte-americano venha a representar no médio prazo cerca de um terço do negócio das energias renováveis, segundo avançou a administradora da eléctrica com este pelouro, Ana Maria Fernandes.
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Tânia Ferreira
tf@mediafin.pt
Ana Maria Fernandes
Os planos da EDP apontam para que o mercado norte-americano venha a representar no médio prazo cerca de um terço do negócio das energias renováveis, segundo avançou a administradora da eléctrica com este pelouro, Ana Maria Fernandes.
Estas são as estimativas iniciais da eléctrica, que ainda não tem fechado o "business plan" para aquele mercado. A EDP tem neste momento uma equipa nos Estados Unidos a ultimar os estudos sobre o potencial dos EUA.
Sem querer concretizar, a responsável afirmou que "é muito provável que alguma coisa vá acontecer brevemente". A estratégia da EDP para a promoção de energia eólica nos Estados Unidos vai passar pelo estabelecimento de parcerias com "players" locais.
"A nossa preferência é por parceiros que tenham já alguns parques eólicos em produção de modo a darem provas que percebem do negócio mas que também tenham ‘portfolio’ em desenvolvimento que permita um maior envolvimento e controlo da nossa parte", disse a administradora da EDP, esta manhã à margem da apresentação do estudo sobre o mercado europeu da energia realizado pelo Eurogroup.
Ana Maria Fernandes justificou o interesse da EDP pelos Estados Unidos com o potencial daquele mercado, sendo que o presidente norte-americano fixou um objectivo de 320 mil mega watts (MW) e os Estados Unidos têm hoje pouco mais de 1000 MW em produção – nos EUA é esperado um crescimento anual médio superior a 25%.
"Os Estados Unidos estão hoje na energia eólica como Espanha estava no início dos anos 90", comparou a administradora da EDP.
Para a EDP, que estabeleceu, em Julho, no plano estratégico da empresa, o objectivo de estar no top 5 mundial, a estratégia de crescimento tem de passar por novos mercados com grandes taxas de crescimento. A par dos Estados Unidos, a eléctrica presidida por António Mexia continua a olhar para a Europa. Ainda ontem a empresa anunciou a expansão da sua actividade de promoção eólica para a Bélgica, expansão que será feita através da subsidiária Green Wind, em que detém uma participação de 70% em parceria com investidores locais, que detêm os restantes 30%.
"Acreditamos que na França e na Bélgica não vamos ficar por aqui", disse Ana Maria Fernandes
A administradora da EDP remeteu outros esclarecimentos, nomeadamente a nível de investimentos, para a próxima segunda-feira, dia em a empresa vai apresentar o seu "business plan".
em www.negocios.pt
Os planos da EDP apontam para que o mercado norte-americano venha a representar no médio prazo cerca de um terço do negócio das energias renováveis, segundo avançou a administradora da eléctrica com este pelouro, Ana Maria Fernandes.
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Tânia Ferreira
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Ana Maria Fernandes
Os planos da EDP apontam para que o mercado norte-americano venha a representar no médio prazo cerca de um terço do negócio das energias renováveis, segundo avançou a administradora da eléctrica com este pelouro, Ana Maria Fernandes.
Estas são as estimativas iniciais da eléctrica, que ainda não tem fechado o "business plan" para aquele mercado. A EDP tem neste momento uma equipa nos Estados Unidos a ultimar os estudos sobre o potencial dos EUA.
Sem querer concretizar, a responsável afirmou que "é muito provável que alguma coisa vá acontecer brevemente". A estratégia da EDP para a promoção de energia eólica nos Estados Unidos vai passar pelo estabelecimento de parcerias com "players" locais.
"A nossa preferência é por parceiros que tenham já alguns parques eólicos em produção de modo a darem provas que percebem do negócio mas que também tenham ‘portfolio’ em desenvolvimento que permita um maior envolvimento e controlo da nossa parte", disse a administradora da EDP, esta manhã à margem da apresentação do estudo sobre o mercado europeu da energia realizado pelo Eurogroup.
Ana Maria Fernandes justificou o interesse da EDP pelos Estados Unidos com o potencial daquele mercado, sendo que o presidente norte-americano fixou um objectivo de 320 mil mega watts (MW) e os Estados Unidos têm hoje pouco mais de 1000 MW em produção – nos EUA é esperado um crescimento anual médio superior a 25%.
"Os Estados Unidos estão hoje na energia eólica como Espanha estava no início dos anos 90", comparou a administradora da EDP.
Para a EDP, que estabeleceu, em Julho, no plano estratégico da empresa, o objectivo de estar no top 5 mundial, a estratégia de crescimento tem de passar por novos mercados com grandes taxas de crescimento. A par dos Estados Unidos, a eléctrica presidida por António Mexia continua a olhar para a Europa. Ainda ontem a empresa anunciou a expansão da sua actividade de promoção eólica para a Bélgica, expansão que será feita através da subsidiária Green Wind, em que detém uma participação de 70% em parceria com investidores locais, que detêm os restantes 30%.
"Acreditamos que na França e na Bélgica não vamos ficar por aqui", disse Ana Maria Fernandes
A administradora da EDP remeteu outros esclarecimentos, nomeadamente a nível de investimentos, para a próxima segunda-feira, dia em a empresa vai apresentar o seu "business plan".
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- Registado: 17/12/2002 10:41
A EDP bateu hoje o máximo dos últimos 7 anos e merece, por isso, ter aqui uns gráficos actualizados.
Que belo "Bull Market", perfeito tecnicamente.
Um abraço,
Ulisses
Que belo "Bull Market", perfeito tecnicamente.
Um abraço,
Ulisses
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