Caldeirão da Bolsa

Debate Fim-de-Semana: Multiculturalidade nas Organizações

Espaço dedicado a todo o tipo de troca de impressões sobre os mercados financeiros e ao que possa condicionar o desempenho dos mesmos.

por Pata-Hari » 20/1/2007 20:17

Considero que o texto em causa ao tornar digno de análise o fenómeno do multiculturalismo como factor do desenvolvimento humano numa lógica empresarial onde a equação do lucro marginal pondera é apenas uma alienação puramente racionalista e desumana, com a aridez e a crueza de um acto sem nome.
. Isto faz-me acreditar que escrevi exactamente o oposto do que quis dizer.
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por jotabil » 20/1/2007 20:11

Sim Cara....tem tudo a ver...até com a multa que ontem um guarda me afichou à saída do parque de um hiper porque vinha a colocar a cinto de segurança....para isso ...para essa coisa bastaria uma máquina de fotografar....mas ao chefe da esquadra onde irei pagar a multa....lhe direi que assim não se aprende nada ...só a revolta... quando uma patrulha se posta à saída de um parque de um hiper-mercado é só a aproveitar a cegueira da norma para justificar um serviço sem qualquer interesse além do repressivo.
Tem tudo a ver....minha Cara... a eficácia da racionalidade é tão perigosa como o desleixo e a corrupção....os extremos tocam-se....é como obrigar os directores de serviço de um hospital a fazer o ponto com a ponta do dedo...ou acreditamos que o homem tem a idoneidade para ser um director de serviços....ou não....e sendo assim alguma coisa funcionou mal.
É o que resulta da campanha de propaganda liberal para fazer diminuir a despesa pública...cometem-se exageros que geram mais uns tantos frustrados a engrossar a massa dos revoltados....e depois os liberais não se queixem se aparecerem os ditadores eleitos para endireitar as coisas.
Considero que o texto em causa ao tornar digno de análise o fenómeno do multiculturalismo como factor do desenvolvimento humano numa lógica empresarial onde a equação do lucro marginal pondera é apenas uma alienação puramente racionalista e desumana, com a aridez e a crueza de um acto sem nome.
Mas tudo bem ...Cara.
Se naufragares no meio do mar,toma desde logo, duas resoluções:- Uma primeira é manteres-te à tona; - Uma segunda é nadar para terra;
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por Pata-Hari » 20/1/2007 19:43

O caso do sargento acho que nada tem a ver com esta história... como é que relacionas uma coisa com outra?

(se alguém souber como assinar aquela peticão de habeas corpus, avisem, eu gostaria de assinar).
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por jotabil » 20/1/2007 19:34

Mas é isso mesmo!....Cara Marrequinha....é isso mesmo....e não acrescento mais porque julgo que disse tudo no meu comentário anterior.Um pouco filosófico...mas que quer dizer apenas o repúdio sobre um modo de viver estilizado pela nudez crua do racionalismo....e sem qualquer laivo de humanidade....como é que uma magistrada escreve numa sentença.....que em última análise até podemos dizer que a criança pode não estar viva.....refiro-me ao caso do sargento do serviço de material do Exército.
Para onde vamos ..Cara Patinha com esta interpretação da norma....racional e sem qualquer relação com a humanidade que envolve cada caso concreto da vida?


cumps
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por Pata-Hari » 20/1/2007 15:44

Antes de mais nada, Soprano, sejas mutio bem-vindo!

Se é preciso opiniar à força, eu tenho uma opinião muito simplória:

Os países que receberam imigrantes pobres, sempre os descriminaram e penso que sempre o farão: porque são pobres, porque gente pobre e pouco educada causa sempre problemas sociais e a ideia – complicada de provar- de que trazem maiores problemas dos que benefícios. Isto é verdade em Franca, é verdade na Suiça, é verdade na Alemanha e até em Portugal que recentemente passou a receber imigrantes. Solução? não tenho, acho que são problemas de resolução extremamente complicada.

O outro fenómeno, o oposto, aquele que o soprano fala, é cada vez mais comum e é a emigração de “cérebros”. Esses tendem a ser sempre bem recebidos e bem tratados, sem nenhum problema de integração. No fundo, o país e a organização que os consiga captar, entende como uma vitória e como criação de valor o facto de os conseguir captar. As empresas em que isso sucede tendem a ser exemplos de sucesso e líderes (algo de natural porque conseguem exactamente captar os melhores talentos dentro da sua área de especialidade). Tendem a ser exemplos de boas estruturas, de boas organizações, de lugares onde se quer trabalhar. Os empregados são educados, entendem as grandes vantagens de poderem trabalhar com gente igualmente educada e com experiências diferentes que abrem portas a soluções e a abordagens que não tinham sido consideradas antes. A aceitação do multiculturalisto é natural e vista como uma vantagem.

Moral da história, no fundo, a questão e a diferença vem apenas da existência de recursos e de riqueza: a pobreza traz a falta de instrução, a falta de educação, o crime, problemas sociais, a pobreza traz chatices. A riqueza cultural desfaz os problemas… (grande novidade, não é?)
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comentário

por jotabil » 20/1/2007 15:02

Pois Caro

Parece que ninguém se quer aventurar nesta discussão. Mas gostava de saber das opiniões.

cumps
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c

por jotabil » 20/1/2007 0:56

O mesmo texto depois de emendado em alguns erros.

Caro

Pareces o italiano....aquele teórico da administração a pregar aos peixes..um tal chiavenatto...mas agora com os condimentos da inovação, da modernidade...da multiculturalidade.. que parece serem determinados pela globalização.
Por acaso, lembro-me que li um livro que por acaso tenho, cujo título preconizava outras coisas....e que rezava...sobre "a armadilha da globalização".
Pois Caro, é essa a luta crucial dos dias de hoje...serão grandes espaços conómicos....ou caminhar-se-á para outra forma de organização politico-social da humanidade, onde pondera a complementaridade de valências em comunidades dimensionadas pelas tecnologias emergentes....assentes numa outra racionalidade diferente da actual e por uma outra fé que a fundamente???.
Pareceste-me bem endoutrinado...bem dentro da lógica racionalista que vem de Kant, passa por um liberalismo anquilosado por vetusto e mergulha neste caos da modernidade onde nos afundamos todos os dias sem que disso nos possamos dar conta.
O teu texto reflecte precisamente a alienação que os pretensos donos do mundo, julgam irá tornar a humanidade inteira submissa à sua incomensurável ganância e impunidade.
Mas fica ciente caro amigo foreiro....o homem é uma ponte sobre a terra da liberdade e ninguem sabe do seu destino...apenas pode presumir...existirá sempre um pensamento subjectivo a subverter os caminhos para os fins previstos em mentes que julgam saber a verdade.
Ná ...meu amigo...se eu fosse o orientador do seu trabalho de que o texto em causa, parece ser uma sua peça....convidava-o a sentar-se à minha mesa de café para dialogarmos um pouco sobre o que é isso....do espanto ..da dúvida ...da comoção....que nos leva à transcendência....à procurade um ponto de apoio exterior às coisas...que nos auxilie a ver esta verdeira subversão que é a lei do mercado ....e da eficácia....e do lucro.....sem qualquer referência à angústia do homem neste ofício de ter de viver.

Reduzir isto à organização..de uma empresa....parece o taylor ou o fayol....a medir o gestos de cada trabalhador na linha de montagem de uma fábrica....para calcular quanto custava cada um deles.....e se a meio do trabalho o operário desejasse cantar uma canção de embalar?...Meu Caro tão pobres queremos ser.....e quem manda essas teorias para as massas ignaras....pretende não levar os seus filhos para jardins de infância....nem nunca se cruzará consigo num hiper mercado....e se calhar quando for velho não se encontrará consigo no lazareto onde andaremos, todos nós, ao sabor dos empurrões dos funcionários...raio de velho!!!....até talvez consiga induzir um referendo sobre a eutanásia e uma idade limite para os desnecessários à luz do lucro.
Não acredito na boa intenção do seu texto....com toda a consideração o digo.
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por jotabil » 20/1/2007 0:35

Caro

Pareces italiano....aquele teórico da administração a pregar aos peixeso..um tal chiavenatto...mas agora com os condimentos da inovação, da modernidade...da multiculturalidade que parece serem determinadas pela globlização.
Por acso, lembro-me que li um livro que por acaso tenho, cujo título preconizava outras coisas....e que rezava...sobre "a armadilha da globalização".
Pois Caro, é essa a luta crucial dos dias de hoje...serão grandes espaços conómicos....ou caminhar-se-á para outra forma de organização politico-social da humanidade, onde pondera a complementaridade de valências em comunidades dimensionadas pelas tecnologias emergentes....assentes numa outra racionalidade diferente da actual e por uma outra fé que a fundamente???.
Pareceste-me bem endoutrinado...bem dentro da lógica racionalista que vem de Kant, passa por um liberalismo anquilosado por vetusto e mergulha neste caos de modernidade onde nos afundamos todos os dias sem que disso nos demos conta.
O teu texto reflecte precisamente a alenação que os pretensos donos do mundo, julgam irá tornar a humanidade inteira submissa à sua incomensurável ganância e impunidade.
Mas fica ciente caro amigo foreiro....o homem é uma ponte sobre a terra da liberdade e ninguem sabe do seu destino...apenas pode presumir...existirá sempre um pensamento subjectivo a subverter os caminhos para os fins previstos em mentes qu julgam saber a verdade.
Ná ...meu amigo...se eu fosse o orientador do seu trabalho de que o texto em causa parece ser uma sua peça....convidava-o a sentar-se à minha mesa e café para dialogarmos um pouco sobre o que é isso....do espanto ..da dúvida ...da comoção....que nos leva à transcendência....à procurade um ponto de apoio exterior às coisas...que nos auxilie a ver esta verdeira subversão que é a lei do mercado ....e da eficácia....e do lucro.....sem qualquer referência à angústia do homem neste ofício de ter de viver.

Reduzir isto à organização..de umaempresa....pareces o taylor ou o fayol....a medir o gestos de cada trabalhador na linha de montagem de uma fábrica....para calcular quanto custava cada um deles.....e se a meio do trabalho o operário desejasse cantar uma canção de embalar?...Meu Caro tão pobres queremos ser.....e quem manda essas teorias para as massas ignaras....pretende não levar os seus filhos para jardins de infância....nem nunca se cruzará consigo num hiper mercado....e se calhar quando for velho não se encontrará consigo no lazareto onde andaremos, todos nós, ao sabor dos empurrões dos funcionários...raio de velho!!!....até talvez consiga induzir um referendo sobre a eutanásia e uma idade limite para os desnecessários à luz do lucro.
Não acredito na boa intenção do seu texto....com toda a consideração o digo.

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Debate Fim-de-Semana: Multiculturalidade nas Organizações

por Porto_Moniz » 19/1/2007 23:19

Boa noite a todos.
Este é o meu primeiro post, apesar das minhas visitas quase sempre diárias ao Caldeirão..Como ainda não tenho conhecimentos que me permitiam ser uma mais-valia deste forúm no que há Bolsa diz respeito, gostava de colaborar com outro tipo de contributos, alargando um pouco a partilha de opiniões, experiências e pontos de vista..

A ideia de um mundo global, sem limites nem fronteiras, parece o cenário perfeito para que se possa desenvolver uma ampla circulação de pessoas, bens e serviços.
Ao nível dos Recursos Humanos, a “aldeia global” em que o nosso mundo se vem transformando, pode facilitar a concretização do objectivo de os melhores elementos para os melhores lugares nas melhores organizações, com a finalidade de aproveitar as potencialidades tanto dos indivíduos como dos produtos e serviços. Com um leque mais abrangente de escolhas, é natural que os elementos que constituem o tecido humano de uma empresa possam surgir de origens diversas e tragam consigo referências culturais com padrões diferenciados. A forma de abordagem a estes padrões pode conduzir a mais-valias para as organizações, mas quando encarados como nefastos para uma boa harmonia organizacional podem inviabilizar que essas mais-valias surjam como decorrentes da troca de influências e experiências.
Será que a multiculturalidade acarreta a perda da identidade organizacional? Vários factores podem mediar esta problemática, entre eles a distância psicológica, a presença/ausência de estereótipos e o (des)entendimento cultural. Nomeadamente no que se refere ao segundo factor, o dos esteréotipos, a atribuição de características via generalização conduz, regra geral, a atitudes discriminatórias e pouco indicadas para um ambiente de trabalho saudável, permitindo que os colaboradores incorram em práticas que lesam os direitos de cada um.
Num país outrora maioritariamente exportador de recursos humanos, elementos que partiam rumo a uma realidade que não era a deles e perseguindo aquilo que não conseguiam alcançar entre nós, não deverá ser assim tão difícil de compreender que mais do que a origem, o que torna um colaborador uma mais-valia para a organização são as suas competências e a sua entrega para a empresa. Afinal, o que é que distingue um bom operário russo na Rússia do mesmo operário russo labutando na América? Não foi também com o suor de italianos, irlandeses e outros povos deste lado do Atlântico que se foi erguendo o país referência em vários níveis?
A realidade das economias emergentes, nomeadamente os BRIC (Brasil, Rússia, Indía e China), vem colocar novos desafios aos grandes players empresariais, que com a necessidade de apostar forte nestes mercados em crescimento, vêem-se perante a exigência de se adaptar à multiculturalidade, aprendendo a sentir-se “estrangeiros” mas também a incutir as suas ideias e as suas referências aonde chegam. Olhares desconfiados, sentimentos de reserva ou a atitude de “pé atrás” deixam de fazer sentido a cada dia que passa, a rotatividade de recursos também se aplica ao nível dos recursos humanos, e as mais-valias que isso pode trazer são evidentes. Diferentes abordagens na resolução de problemas, aquisição de conhecimento diversificado ou maior facilidade para conhecer novos mercados com consumidores diferentes são algumas das vantagens que a multiculturalidade traz às organizações. A aceitação do próximo, e daquilo que ele encerra em si, pode e diz muito da própria organização, e as organizações de hoje não sobrevivem apenas comunicando para dentro, necessitam de ser permeáveis à influência cultural exterior para que o crescimento e evolução possam ser uma realidade.
“Dream Team”, “Galácticos”… a referência futebolística é clara, mas passada para o contexto organizacional continua a fazer sentido, e cada vez mais. Organizações de “sonho”, com os elementos ideais, com os melhores do mercado nas respectivas posições são ambições legítimas de qualquer CEO, e para que isto possa acontecer a cor de pele, o credo religioso ou o idioma não entram como elementos relevantes para a selecção de entre as opções disponíveis. Uma abordagem tipicamente americana, uma dedicação marcadamente japonesa ou um rigor inconfundivelmente suíço já não são assim tão difíceis de reunir e de conciliar e se se podem mostrar uma mais-valia, então estamos perante uma demonstração do que é e para que serve a multiculturalidade.
Organizações mais flexíveis, mais tolerantes, mais empenhadas em aceitar as diferenças do que em políticas de uniformização são as que se poderão mostrar mais atractivas para que os bons colaboradores se mostrem satisfeitos e motivados para se sentirem como parte integrante da própria organização. Os conflitos que existem nas organizações não são (apenas) fruto da diversidade cultural, muitas das vezes as partes envolvidas assumem posições divergentes devido à abordagem do mercado, à política de investimento ou à racionalização dos meios disponíveis…serão estas questões menos relevantes, menos incontornáveis do que a adopção de diferentes religiões ou formas de estar na vida pelos seus colaboradores? O olhar deve estar virado para o fomento da integração e adaptação dos elementos provenientes de diversas origens, não sendo isto sinónimo de que este processo é unilateral, porque também a organização deve saber moldar-se, numa outra escala, aos novos colaboradores. Saber retirar o melhor de cada um, independentemente das diferenças que possam existir, é o que vai distinguir os processos de crescimento do capital humano de cada organização. E colaboradores adaptados, satisfeitos e motivados são mais-valias para a organização e eliminam custos e ineficiências que aqui e ali põem em causa a sustentabilidade da mesma.
O talento, a inovação, a criatividade, a flexibilidade, a entrega, a disponibilidade…tudo isto faz parte do colaborador que todas as organizações procuram. E são características que ultrapassam fronteiras, que extravasam a cor de pele, que falam mais alto que o próprio idioma e que se escrevem independentemente do alfabeto utilizado por cada um. Mas a harmonia, o equilíbrio de todas as variáveis em jogo é algo que se conquista com esforços de parte a parte, com concessões e em prol do melhor para todos, de forma a que o colaborador ganhe com a integração na nova organização e que esta possa ganhar com a presença dos melhores colaboradores nos seus quadros, independentemente da sua cultura.
A miscelânea cultural favorece o crescimento da própria organização, adaptando-a para a inovação, para a globalidade e para a modernidade. Termino parafraseando Carlos Tê, na voz de Rui Veloso, “…muito mais é o que nos une que aquilo que nos separa”. Este deve ser o espírito presente na díade colaborador – organização, independente das diferenças culturais.

Parabéns a quem conseguiu chegar ao fim :lol:

Este texto não foi escrito propositadamente para o forúm, mas achei por bem partilhar e com isso espero dar um contributo positivo a esta "grande" comunidade..

Quem quiser acrescentar, criticar ou defender esteja à vontade..Bom fim-de-semana
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