Mota-Engil - 5,95€ - C&H
Mota assina acordo na CHINA
Missão China Dia 2 2007-01-31 00:05
Mota-Engil assina acordo
Futura plataforma de distribuição vale 500 milhões.
Hermínia Saraiva
A Mota-Engil assina hoje, em Pequim, um acordo memorando de entendimento com a chinesa Nam Kwong com vista ao estabelecimento de uma plataforma de entrada de produtos chineses na Europa. Ao todo, José Sócrates – recebido ontem na capital política da República Popular da China pelo vice-ministro dos Negócios Estrangeiros chinês, para uma visita que o levará ainda a Xangai e a Macau – vai apadrinhar cerca de três dezenas de acordos comerciais entre empresas nacionais e as suas congéneres chinesas.
O memorando de entendimento assinado entre António Mota, presidente da Mota-Engil, e a Nam Kwong irá definir as bases de negociação para o desenvolvimento da plataforma de entrada de produtos chineses e é considerada pelo empresário com um dos elementos do sucesso do Poceirão. A futura Pataforma Logística do Poceirão, a desenvolver pela empresa liderada por António Mota em parceria com o BES e a Bento Pedroso Construções, envolve um investimento na ordem dos 500 milhões de euros, e deverá permitir a criação de até 8.000 postos de trabalho de acordo com cálculos do produtor.
A Nam Kwong, grupo estatal chinês, será igualmente responsável pela gestão do Centro de Distribuição de Produtos Portugueses para a China, cuja assinatura de constituição ocorre no próximo sábado em Macau. O acordo para a constituição do Centro foi assinado em Setembro de 2006, à margem da segunda edição da reunião ministerial do Fórum para a Cooperação Económica e Comercial entre a China e os Países de Língua Oficial Portuguesa, e com o próximo acto público começa a ganhar forma a ideia de vender mais
Mota-Engil assina acordo
Futura plataforma de distribuição vale 500 milhões.
Hermínia Saraiva
A Mota-Engil assina hoje, em Pequim, um acordo memorando de entendimento com a chinesa Nam Kwong com vista ao estabelecimento de uma plataforma de entrada de produtos chineses na Europa. Ao todo, José Sócrates – recebido ontem na capital política da República Popular da China pelo vice-ministro dos Negócios Estrangeiros chinês, para uma visita que o levará ainda a Xangai e a Macau – vai apadrinhar cerca de três dezenas de acordos comerciais entre empresas nacionais e as suas congéneres chinesas.
O memorando de entendimento assinado entre António Mota, presidente da Mota-Engil, e a Nam Kwong irá definir as bases de negociação para o desenvolvimento da plataforma de entrada de produtos chineses e é considerada pelo empresário com um dos elementos do sucesso do Poceirão. A futura Pataforma Logística do Poceirão, a desenvolver pela empresa liderada por António Mota em parceria com o BES e a Bento Pedroso Construções, envolve um investimento na ordem dos 500 milhões de euros, e deverá permitir a criação de até 8.000 postos de trabalho de acordo com cálculos do produtor.
A Nam Kwong, grupo estatal chinês, será igualmente responsável pela gestão do Centro de Distribuição de Produtos Portugueses para a China, cuja assinatura de constituição ocorre no próximo sábado em Macau. O acordo para a constituição do Centro foi assinado em Setembro de 2006, à margem da segunda edição da reunião ministerial do Fórum para a Cooperação Económica e Comercial entre a China e os Países de Língua Oficial Portuguesa, e com o próximo acto público começa a ganhar forma a ideia de vender mais
" os homens mentiriam muito menos, se as mulheres fizessem menos perguntas "
Bons negócios
EA
Bons negócios
EA
Resultados
AgeOfDawn Escreveu:Alguem sabe quando é que a EGL apresenta resultados ?
thx
14 de Março
http://www.mota-engil.pt/portal/Mota-En ... ntos2007(1).pdf
Mota-Engil ganha contrato de 4,25 milhões de euros na Hungria
A Mota-Engil ganhou um contrato de construção na Hungria no valor de 5,5 milhões de dólares, para construir 1,1 quilómetros na auto-estrada que liga Budapeste à capital da Croácia, Zagreb.
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Jornal de Negócios Online
negocios@mediafin.pt
A Mota-Engil ganhou um contrato de construção na Hungria no valor de 5,5 milhões de dólares, para construir 1,1 quilómetros na auto-estrada que liga Budapeste à capital da Croácia, Zagreb.
A construtora vai construir cerca de 1,1 quilómetros na auto-estrada que liga a capital húngara à capital croata. Este contrato, anunciado esta tarde pelo Governo da Hungria, tem o valor de 5,5 milhões de dólares (cerca de 4,25 milhões de euros).
A Mota Engil ganhou recentemente dois contratos na Roménia e é finalista de outro na Polónia.
As acções da Mota Engil [Cot] seguem a subir 0,17% para os 5,83 euros.
A Mota-Engil ganhou um contrato de construção na Hungria no valor de 5,5 milhões de dólares, para construir 1,1 quilómetros na auto-estrada que liga Budapeste à capital da Croácia, Zagreb.
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A Mota-Engil ganhou um contrato de construção na Hungria no valor de 5,5 milhões de dólares, para construir 1,1 quilómetros na auto-estrada que liga Budapeste à capital da Croácia, Zagreb.
A construtora vai construir cerca de 1,1 quilómetros na auto-estrada que liga a capital húngara à capital croata. Este contrato, anunciado esta tarde pelo Governo da Hungria, tem o valor de 5,5 milhões de dólares (cerca de 4,25 milhões de euros).
A Mota Engil ganhou recentemente dois contratos na Roménia e é finalista de outro na Polónia.
As acções da Mota Engil [Cot] seguem a subir 0,17% para os 5,83 euros.
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- Registado: 13/12/2005 21:08
Bem aqui está um titulo que anda muito esquecido, mas que continua a sua fase de lateralização.
De realçar a fase de acumulação que o titulo se encontra, com um aumento da mesma nas últimas sessões.
Em relação ao fecho semanal a Mota fechou um cêntimo abaixo do máximo de sempre que foi alcançado na semana passada.
Continuam as boas noticias em relação a este titulo e para explodir só faltam mesmo 2 coisas:
- A assinatura do acordo de perdão parcial da dívida com o governo angolano e a divulgação do encaixe financeiro proveniente do dito acordo.
- E por inerência a actualização de price target's nomeadamente da UBS com a incorporação do encaixe financeiro e da concessão da construção da nova auto estrada da grande Lisboa.
Bem continuamos a esperar com muita paciência.
Bom fim de semana.
P.S. - Detenho Mota Engil na minha carteira.
De realçar a fase de acumulação que o titulo se encontra, com um aumento da mesma nas últimas sessões.
Em relação ao fecho semanal a Mota fechou um cêntimo abaixo do máximo de sempre que foi alcançado na semana passada.
Continuam as boas noticias em relação a este titulo e para explodir só faltam mesmo 2 coisas:
- A assinatura do acordo de perdão parcial da dívida com o governo angolano e a divulgação do encaixe financeiro proveniente do dito acordo.
- E por inerência a actualização de price target's nomeadamente da UBS com a incorporação do encaixe financeiro e da concessão da construção da nova auto estrada da grande Lisboa.
Bem continuamos a esperar com muita paciência.
Bom fim de semana.
P.S. - Detenho Mota Engil na minha carteira.
- Anexos
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- mota ac.PNG (58.81 KiB) Visualizado 2275 vezes
Saudações Alentejanas
Aqui fica um gráfico ao fecho de ontem.
- O titulo continua em acumulação.
- Esta lateralização na Mota é normal, por isso acredito que esta menina ainda dê mais um saltinho antes da apresentação dos resultados.
- Poderá ter alguma dificuldade em quebrar a barreira nos 5,95€, mas se quebrar com volume acredito numa ida até aos 6,20€. (Target da UBS)
Detenho Mota na minha carteira.
- O titulo continua em acumulação.
- Esta lateralização na Mota é normal, por isso acredito que esta menina ainda dê mais um saltinho antes da apresentação dos resultados.
- Poderá ter alguma dificuldade em quebrar a barreira nos 5,95€, mas se quebrar com volume acredito numa ida até aos 6,20€. (Target da UBS)
Detenho Mota na minha carteira.
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Saudações Alentejanas
EMPRESAS Publicado 24 Janeiro 2007 19:50
3,5% do gasóleo rodoviário consumido em Portugal
Governo atribui isenção fiscal a 175 mil toneladas de biocombustíveis
A Comissão de Avaliação para a atribuição de isenções de Imposto sobre Produtos Petrolíferos aprovou a primeira atribuição de 175.000 toneladas de isenção para 2007, num total de 205.000 toneladas a atribuir, apurou o Jornal de Negócios Online.
--------------------------------------------------------------------------------
Tânia Ferreira
tf@mediafin.pt
A Comissão de Avaliação para a atribuição de isenções de Imposto sobre Produtos Petrolíferos aprovou a primeira atribuição de 175.000 toneladas de isenção para 2007, num total de 205.000 toneladas a atribuir, apurou o Jornal de Negócios Online.
A isenção concedida equivale a 3,5% do gasóleo rodoviário consumido em Portugal, sendo que os pedidos ultrapassaram em muito a meta disponível, tendo sido recebidos pedidos de 475.335 toneladas de isenção.
"A Comissão de Avaliação apenas considerou como admissíveis pedidos respeitantes a 244.500 toneladas, uma vez que os restantes pedidos não cumpriam os requisitos de admissão previstos na portaria 1391-A/2006", explicou fonte envolvida no processo.
As 175.000 toneladas já atribuídas distribuem-se por tipo de produção do biocombustível nas seguintes categorias: produção com origem agrícola nacional (4.973 toneladas, ou seja, cerca de cinco milhões de litros) e com base em unidades fabris nacionais de extracção e esterificação (170.027 toneladas).
Isenções atribuídas por promotor:
Empresa
Quantidades a isentar (ton)
Biomart (Grupo Martifer)
19.800,0
Torrejana
43.264,0
Tagol (Grupo Nutrinveste)
20.000,0
Biovegetal (Grupo SCG)
20.800,0
Iberol (Grupo Nutasa)
71.136,0
Total
175.000
3,5% do gasóleo rodoviário consumido em Portugal
Governo atribui isenção fiscal a 175 mil toneladas de biocombustíveis
A Comissão de Avaliação para a atribuição de isenções de Imposto sobre Produtos Petrolíferos aprovou a primeira atribuição de 175.000 toneladas de isenção para 2007, num total de 205.000 toneladas a atribuir, apurou o Jornal de Negócios Online.
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Tânia Ferreira
tf@mediafin.pt
A Comissão de Avaliação para a atribuição de isenções de Imposto sobre Produtos Petrolíferos aprovou a primeira atribuição de 175.000 toneladas de isenção para 2007, num total de 205.000 toneladas a atribuir, apurou o Jornal de Negócios Online.
A isenção concedida equivale a 3,5% do gasóleo rodoviário consumido em Portugal, sendo que os pedidos ultrapassaram em muito a meta disponível, tendo sido recebidos pedidos de 475.335 toneladas de isenção.
"A Comissão de Avaliação apenas considerou como admissíveis pedidos respeitantes a 244.500 toneladas, uma vez que os restantes pedidos não cumpriam os requisitos de admissão previstos na portaria 1391-A/2006", explicou fonte envolvida no processo.
As 175.000 toneladas já atribuídas distribuem-se por tipo de produção do biocombustível nas seguintes categorias: produção com origem agrícola nacional (4.973 toneladas, ou seja, cerca de cinco milhões de litros) e com base em unidades fabris nacionais de extracção e esterificação (170.027 toneladas).
Isenções atribuídas por promotor:
Empresa
Quantidades a isentar (ton)
Biomart (Grupo Martifer)
19.800,0
Torrejana
43.264,0
Tagol (Grupo Nutrinveste)
20.000,0
Biovegetal (Grupo SCG)
20.800,0
Iberol (Grupo Nutasa)
71.136,0
Total
175.000
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Mais uma boa noticia
Mota-Engil ganha primeiros dois concursos na Roménia
Depois da Hungria, Polónia, República Checa e Eslováquia, a Roménia é o quinto país do Leste europeu onde a Mota-Engil conseguiu “pegar de estaca”, noticia hoje o Jornal de Negócios.
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Rui Neves
ruineves@mediafin.pt
Depois da Hungria, Polónia, República Checa e Eslováquia, a Roménia é o quinto país do Leste europeu onde a Mota-Engil conseguiu "pegar de estaca", noticia hoje o Jornal de Negócios.
Decorridos 17 meses sobre a abertura de um escritório em Bucareste, e após ter respondido sem sucesso a alguns concursos internacionais, o grupo português firmou há um mês as suas primeiras adjudicações neste país.
De uma assentada, a sucursal local da maior construtora nacional ganhou duas obras que deverão gerar uma facturação próxima dos 15 milhões de euros, adiantou ao Jornal de Negócios o presidente da Mota-Engil Engenharia e Construção. "E estamos a analisar várias empresas com vista à aquisição de uma construtora local, que passaria a ser o nosso ‘veículo’ de actuação neste país", revelou Arnaldo Figueiredo.
Várias noticias positivas nos últimos tempos e a acção a lateralizar. Este comportamento é normal na Mota e deverá arrancar quando ninguem estiver à espera (Tá pedindo batatinhas)
P.S. - Detenho Mota Engil
Depois da Hungria, Polónia, República Checa e Eslováquia, a Roménia é o quinto país do Leste europeu onde a Mota-Engil conseguiu “pegar de estaca”, noticia hoje o Jornal de Negócios.
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Rui Neves
ruineves@mediafin.pt
Depois da Hungria, Polónia, República Checa e Eslováquia, a Roménia é o quinto país do Leste europeu onde a Mota-Engil conseguiu "pegar de estaca", noticia hoje o Jornal de Negócios.
Decorridos 17 meses sobre a abertura de um escritório em Bucareste, e após ter respondido sem sucesso a alguns concursos internacionais, o grupo português firmou há um mês as suas primeiras adjudicações neste país.
De uma assentada, a sucursal local da maior construtora nacional ganhou duas obras que deverão gerar uma facturação próxima dos 15 milhões de euros, adiantou ao Jornal de Negócios o presidente da Mota-Engil Engenharia e Construção. "E estamos a analisar várias empresas com vista à aquisição de uma construtora local, que passaria a ser o nosso ‘veículo’ de actuação neste país", revelou Arnaldo Figueiredo.
Várias noticias positivas nos últimos tempos e a acção a lateralizar. Este comportamento é normal na Mota e deverá arrancar quando ninguem estiver à espera (Tá pedindo batatinhas)
P.S. - Detenho Mota Engil
Saudações Alentejanas
Após OPA da Areva sobre a Repower
Martifer reitera intenção de dispersar capital em bolsa
A Martifer, participada da Mota Engil em 50%, mantém a intenção de solicitar a admissão à cotação das suas acções na Euronext Lisbon depois da Areva ter lançado uma Oferta Pública de Aquisição (OPA) sobre a Repower empresa na qual detém 25,4% do capital.
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Maria João Soares
mjsoares@mediafin.pt
A Martifer, participada da Mota Engil em 50%, mantém a intenção de solicitar a admissão à cotação das suas acções na Euronext Lisbon depois da Areva ter lançado uma Oferta Pública de Aquisição (OPA) sobre a Repower empresa na qual detém 25,4% do capital.
A A Areva, construtor francês de centrais nucleares, lançou ontem uma OPA amigável sobre o capital da Repower, construtor alemão de turbinas eólicas no qual a Martifer, que é detida em 50% pela Mota Engil, tem uma participação de 25,4%.
A Areva oferece 105 euros por cada acção da Repower, um valor cerca de 18% acima do preço de fecho de sexta-feira e 44% superior à cotação média das acções nos últimos três meses.
A operação de dispersão do capital da Martifer está prevista para o primeiro quadrimestre deste ano, mais propriamente para o mês de Março. O comunicado enviado hoje pela Mota-Engil à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) avança que "o Conselho de Administração da Martifer reitera a anunciada intenção não antevendo neste momento, qualquer razão para alterar os seus planos nesta matéria."
A mesma fonte não esclarece qual a posição que vai adoptar em relação à oferta mas garante que "tomará a decisão que melhor sirva os interesses da Martifer e dos seus accionistas, a qual será divulgada ao mercado no momento adequado e oportuno."
A Repower e a Martifer fizeram um acordo estratégico, em Março de 2005, relativo à produção de energia eólica em Portugal.
A Martifer esclarece que "não vislumbra, por efeito desta oferta, quaisquer implicações ao nível do consórcio concorrente à 2ª fase de atribuição de licenças de exploração de energia eólica em Portugal, o qual integra a própria Repower, cuja participação no consórcio e os acordos comerciais inerentes à proposta, foram devidamente formalizadas pelo seu orgão de administração, no interesse próprio da empresa."
As acções da Mota-Engil [Cot] seguiam a cair 0,68% para 5,80 euros
Martifer reitera intenção de dispersar capital em bolsa
A Martifer, participada da Mota Engil em 50%, mantém a intenção de solicitar a admissão à cotação das suas acções na Euronext Lisbon depois da Areva ter lançado uma Oferta Pública de Aquisição (OPA) sobre a Repower empresa na qual detém 25,4% do capital.
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Maria João Soares
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A Martifer, participada da Mota Engil em 50%, mantém a intenção de solicitar a admissão à cotação das suas acções na Euronext Lisbon depois da Areva ter lançado uma Oferta Pública de Aquisição (OPA) sobre a Repower empresa na qual detém 25,4% do capital.
A A Areva, construtor francês de centrais nucleares, lançou ontem uma OPA amigável sobre o capital da Repower, construtor alemão de turbinas eólicas no qual a Martifer, que é detida em 50% pela Mota Engil, tem uma participação de 25,4%.
A Areva oferece 105 euros por cada acção da Repower, um valor cerca de 18% acima do preço de fecho de sexta-feira e 44% superior à cotação média das acções nos últimos três meses.
A operação de dispersão do capital da Martifer está prevista para o primeiro quadrimestre deste ano, mais propriamente para o mês de Março. O comunicado enviado hoje pela Mota-Engil à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) avança que "o Conselho de Administração da Martifer reitera a anunciada intenção não antevendo neste momento, qualquer razão para alterar os seus planos nesta matéria."
A mesma fonte não esclarece qual a posição que vai adoptar em relação à oferta mas garante que "tomará a decisão que melhor sirva os interesses da Martifer e dos seus accionistas, a qual será divulgada ao mercado no momento adequado e oportuno."
A Repower e a Martifer fizeram um acordo estratégico, em Março de 2005, relativo à produção de energia eólica em Portugal.
A Martifer esclarece que "não vislumbra, por efeito desta oferta, quaisquer implicações ao nível do consórcio concorrente à 2ª fase de atribuição de licenças de exploração de energia eólica em Portugal, o qual integra a própria Repower, cuja participação no consórcio e os acordos comerciais inerentes à proposta, foram devidamente formalizadas pelo seu orgão de administração, no interesse próprio da empresa."
As acções da Mota-Engil [Cot] seguiam a cair 0,68% para 5,80 euros
Saudações Alentejanas
AgeOfDawn Escreveu:
Estranho como fez a cotação descer então, uma vez que esta notícia foi também positiva para a Mota-Engil.
Comprar no rumor, vender na notícia.
P.S. E tendo em conta que a cotação anda a subir constantemente já desde os 5,20, não achas que já está tudo incorporado ?
- Mensagens: 587
- Registado: 6/12/2006 9:45
JOSE DUARTE Escreveu:OPA sobre a Repower aumenta valor da Mota Engil em 13 cêntimos por acção
A oferta pública de aquisição lançada pela Areva sobre o capital da Repower, detida em mais de 25% pela Martifer, participada da Mota Engil, contribui para aumentar o valor da construtora portuguesa em cerca de 13 cêntimos por acção, de acordo com a análise do CaixaBI.
Estranho como fez a cotação descer então, uma vez que esta notícia foi também positiva para a Mota-Engil.
O que custa é o primeiro milhão....
- Mensagens: 370
- Registado: 24/10/2006 13:08
- Localização: Porto
OPA sobre a Repower aumenta valor da Mota Engil em 13 cêntimos por acção
A oferta pública de aquisição lançada pela Areva sobre o capital da Repower, detida em mais de 25% pela Martifer, participada da Mota Engil, contribui para aumentar o valor da construtora portuguesa em cerca de 13 cêntimos por acção, de acordo com a análise do CaixaBI.
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Maria João Soares
mjsoares@mediafin.pt
A oferta pública de aquisição lançada pela Areva sobre o capital da Repower, detida em mais de 25% pela Martifer, participada da Mota Engil, contribui para aumentar o valor da construtora portuguesa em cerca de 13 cêntimos por acção, de acordo com a análise do CaixaBI.
A Areva, construtor francês de centrais nucleares, lançou esta manhã uma OPA amigável sobre o capital da Repower, construtor alemão de turbinas eólicas no qual a Martifer, que é detida em 50% pela Mota Engil, tem uma participação superior a 25%.
A Areva oferece 105 euros por cada acção da Repower, um valor cerca de 18% acima do preço de fecho de sexta-feira e 44% superior à cotação média das acções nos últimos três meses.
A analista do CaixaBI destaca o facto da participação da Martifer na Repower ter sido adquirida por um preço médio de cerca de 20 euros por acção.
Se a Martifer decidir vender a participação na Repower vai encaixar 216 milhões de euros o que terá um impacto positivo nas acções da Mota Engil, considera o banco de investimento.
"Na nossa avaliação da Mota Engil considerámos um preço alvo para a Repower de 68 euros por acção o que significa que 105 euros por acção permitem aumentar a avaliação da Mota Engil em 27,5 milhões de euros ou cerca de 13 cêntimos por acção," diz o CaixaBI.
"Acreditamos que a Martifer poderá querer vender a participação na Repower, as nossas principais dúvidas persistem em relação ao futuro da parceria," refere a analista Sónia Baldeira.
A Repower e a Martifer fizeram um acordo estratégico, em Março de 2005, relativo à produção de energia eólica em Portugal.
As acções da Mota-Engil [Cot] seguem a subir 0,17% para os 5,84 euros.
A oferta pública de aquisição lançada pela Areva sobre o capital da Repower, detida em mais de 25% pela Martifer, participada da Mota Engil, contribui para aumentar o valor da construtora portuguesa em cerca de 13 cêntimos por acção, de acordo com a análise do CaixaBI.
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Maria João Soares
mjsoares@mediafin.pt
A oferta pública de aquisição lançada pela Areva sobre o capital da Repower, detida em mais de 25% pela Martifer, participada da Mota Engil, contribui para aumentar o valor da construtora portuguesa em cerca de 13 cêntimos por acção, de acordo com a análise do CaixaBI.
A Areva, construtor francês de centrais nucleares, lançou esta manhã uma OPA amigável sobre o capital da Repower, construtor alemão de turbinas eólicas no qual a Martifer, que é detida em 50% pela Mota Engil, tem uma participação superior a 25%.
A Areva oferece 105 euros por cada acção da Repower, um valor cerca de 18% acima do preço de fecho de sexta-feira e 44% superior à cotação média das acções nos últimos três meses.
A analista do CaixaBI destaca o facto da participação da Martifer na Repower ter sido adquirida por um preço médio de cerca de 20 euros por acção.
Se a Martifer decidir vender a participação na Repower vai encaixar 216 milhões de euros o que terá um impacto positivo nas acções da Mota Engil, considera o banco de investimento.
"Na nossa avaliação da Mota Engil considerámos um preço alvo para a Repower de 68 euros por acção o que significa que 105 euros por acção permitem aumentar a avaliação da Mota Engil em 27,5 milhões de euros ou cerca de 13 cêntimos por acção," diz o CaixaBI.
"Acreditamos que a Martifer poderá querer vender a participação na Repower, as nossas principais dúvidas persistem em relação ao futuro da parceria," refere a analista Sónia Baldeira.
A Repower e a Martifer fizeram um acordo estratégico, em Março de 2005, relativo à produção de energia eólica em Portugal.
As acções da Mota-Engil [Cot] seguem a subir 0,17% para os 5,84 euros.
Saudações Alentejanas
Ela hoje veio dar-me razão!
sol
Por11/1/2007 14:31 Assunto:
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Eu nunca gostei muito de negociar, a Mota mas a medida que que deixou de ser menos Mota e virou Mota e Engil, a coisa mudou e úlimamente, já lhe encontro algo de interessante, que é o facto de não ter exclusivamente, Obras e construções no seu leque de interesses, entenda-se negócios.
Dispersou-se por vários sectores de actividade é nesse factor que vejo todo o seu potencial, porque para se dedicar actualmente a construção no mundo global em que vivemos era demasiado pequena para dar cartas, independentemente se o target da casa A ou C já foi atingido ou falta muito, é impossível olhar para a bolsa Portuguesa, e não dar conta desta Empresa, portanto não estranho nada a procura que as suas acções, tem despertado no Mercado, é uma das minhas eleita para 2007. Penso que a sua cotação ainda não tem incorporadas todas as sinergias resultantes, dos diversos negócios onde está presente.
sol
sol
Por11/1/2007 14:31 Assunto:
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Eu nunca gostei muito de negociar, a Mota mas a medida que que deixou de ser menos Mota e virou Mota e Engil, a coisa mudou e úlimamente, já lhe encontro algo de interessante, que é o facto de não ter exclusivamente, Obras e construções no seu leque de interesses, entenda-se negócios.
Dispersou-se por vários sectores de actividade é nesse factor que vejo todo o seu potencial, porque para se dedicar actualmente a construção no mundo global em que vivemos era demasiado pequena para dar cartas, independentemente se o target da casa A ou C já foi atingido ou falta muito, é impossível olhar para a bolsa Portuguesa, e não dar conta desta Empresa, portanto não estranho nada a procura que as suas acções, tem despertado no Mercado, é uma das minhas eleita para 2007. Penso que a sua cotação ainda não tem incorporadas todas as sinergias resultantes, dos diversos negócios onde está presente.
sol
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- Registado: 17/12/2002 10:41
Grupo Aenor já ganha 100 milhões de euros com as áreas de serviço
O grupo Aenor deverá arrecadar mais de 100 milhões de euros só em rendas dos concessionários da rede de áreas de serviço da empresa, adiantou ao Jornal de Negócios fonte oficial da concessionária detida maioritariamente pela Mota-Engil e que gere mais de 500 quilómetros de auto-estradas em Portugal.
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Alexandra Noronha
anoronha@mediafin.pt
O grupo Aenor deverá arrecadar mais de 100 milhões de euros só em rendas dos concessionários da rede de áreas de serviço da empresa, adiantou ao Jornal de Negócios fonte oficial da concessionária detida maioritariamente pela Mota-Engil e que gere mais de 500 quilómetros de auto-estradas em Portugal.
Este é o montante que têm que pagar empresas como a BP, Galp, Repsol e Ibersol pela presença acordada com a Aenor nas 17 áreas de serviço espalhadas pela rede do grupo.
O grupo Aenor deverá arrecadar mais de 100 milhões de euros só em rendas dos concessionários da rede de áreas de serviço da empresa, adiantou ao Jornal de Negócios fonte oficial da concessionária detida maioritariamente pela Mota-Engil e que gere mais de 500 quilómetros de auto-estradas em Portugal.
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Alexandra Noronha
anoronha@mediafin.pt
O grupo Aenor deverá arrecadar mais de 100 milhões de euros só em rendas dos concessionários da rede de áreas de serviço da empresa, adiantou ao Jornal de Negócios fonte oficial da concessionária detida maioritariamente pela Mota-Engil e que gere mais de 500 quilómetros de auto-estradas em Portugal.
Este é o montante que têm que pagar empresas como a BP, Galp, Repsol e Ibersol pela presença acordada com a Aenor nas 17 áreas de serviço espalhadas pela rede do grupo.
Saudações Alentejanas
JOSE DUARTE Escreveu:Continuo dentro mas não ponho de parte que a acção poderá eventualmente fechar o gap e tocar nos 5,68€.
A minha estratégia, para já, é de manter o titulo e sair caso quebre os 5,77€(valor do Gap Up).
Tal como eu escrevi ontem a Mota Engil, fechou o Gap e teve um fecho semanal igual ao máximo de sempre registado na semana passada.
Logo mais coloco um gráfico.
P.S. - Acabei por não sair do titulo.
Tava com esperanças de sair hoje a 5,88€, e reentrar a meio da proxima semana, e entretanto ir passear o dinheiro a outro lado. Mas pelo andar da coisa mantive e agora já não devo ir passear o dinheiro tão cedo. Mais dia menos dia ela vai retomar a subida rumo aos 6. Depois disso poderá chegar com alguma facilidade aos 6,20. Precisa é de tempo para fazer a subida de forma consistente.
O que custa é o primeiro milhão....
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- Registado: 24/10/2006 13:08
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JOSE DUARTE Escreveu:Continuo dentro mas não ponho de parte que a acção poderá eventualmente fechar o gap e tocar nos 5,68€.
A minha estratégia, para já, é de manter o titulo e sair caso quebre os 5,77€(valor do Gap Up).
Tal como eu escrevi ontem a Mota Engil, fechou o Gap e teve um fecho semanal igual ao máximo de sempre registado na semana passada.
Logo mais coloco um gráfico.
P.S. - Acabei por não sair do titulo.
Tava com esperanças de sair hoje a 5,88€, e reentrar a meio da proxima semana, e entretanto ir passear o dinheiro a outro lado. Mas pelo andar da coisa mantive e agora já não devo ir passear o dinheiro tão cedo. Mais dia menos dia ela vai retomar a subida rumo aos 6. Depois disso poderá chegar com alguma facilidade aos 6,20. Precisa é de tempo para fazer a subida de forma consistente.
O que custa é o primeiro milhão....
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Continuo dentro mas não ponho de parte que a acção poderá eventualmente fechar o gap e tocar nos 5,68€.
A minha estratégia, para já, é de manter o titulo e sair caso quebre os 5,77€(valor do Gap Up).
Tal como eu escrevi ontem a Mota Engil, fechou o Gap e teve um fecho semanal igual ao máximo de sempre registado na semana passada.
Logo mais coloco um gráfico.
P.S. - Acabei por não sair do titulo.
Saudações Alentejanas
Desculpa Quico, tens razão! Mas estava com sede e não tinha mais nada para beber!!
PS.: Basicamente vendi só porque achei que, enquanto a Mota estava já perto do target, a Portucel, que comprei a 2,48, estava numa fase mais inicial do movimento e com um potencial maior.
PS.: Basicamente vendi só porque achei que, enquanto a Mota estava já perto do target, a Portucel, que comprei a 2,48, estava numa fase mais inicial do movimento e com um potencial maior.
Os stop losses são a melhor forma de não nos afundarmos num mar de esperanças...
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Nuninho:
Caro Nuninho,
Seria técnicamente importante um fecho semanal acima dos 5,83€ (máximo semanal de sempre).
Um fecho acima dos 5,90€ com volume seria muito importante para o titulo atacar os 6 euros.
Em relação às últimas sessões hoje tivemos a sessão com maior volume, muito embora a cotação continue a lateralizar/consolidar dentro dos 5,83€ - 5,90€, com as quedas a serem efectuadas com pouco volume.
No curto prazo existe uma grande acumulação do titulo como se pode ver no indicador Chaikin Money Flow.
Este comportamento é normal na Mota Engil após subidas "vertiginosas" de dois, três dias, sendo importante para a acção esta consolidação para ganhar fôlego para novos ataques.
Acredito que para atacar a barreira dos 6,20€(target da UBS) é necessário que surja alguma notícia positiva, quiçá a revisão de price target pela UBS incorporando a concessão da construção das novas auto estradas da Grande Lisboa.
Continuo dentro mas não ponho de parte que a acção poderá eventualmente fechar o gap e tocar nos 5,68€.
A minha estratégia, para já, é de manter o titulo e sair caso quebre os 5,77€(valor do Gap Up).
Aqui fica o gráfico
José Duarte, será suficiente um fecho semanal em redor dos 5.83/5.85 para que na proxima semana ganhe de novo força a caminho dos 6€? Ou deverá ser acompanhado de bom volume considerando que não está cara?
_________________
Nao preciso de muito, so de sorte...
Caro Nuninho,
Seria técnicamente importante um fecho semanal acima dos 5,83€ (máximo semanal de sempre).
Um fecho acima dos 5,90€ com volume seria muito importante para o titulo atacar os 6 euros.
Em relação às últimas sessões hoje tivemos a sessão com maior volume, muito embora a cotação continue a lateralizar/consolidar dentro dos 5,83€ - 5,90€, com as quedas a serem efectuadas com pouco volume.
No curto prazo existe uma grande acumulação do titulo como se pode ver no indicador Chaikin Money Flow.
Este comportamento é normal na Mota Engil após subidas "vertiginosas" de dois, três dias, sendo importante para a acção esta consolidação para ganhar fôlego para novos ataques.
Acredito que para atacar a barreira dos 6,20€(target da UBS) é necessário que surja alguma notícia positiva, quiçá a revisão de price target pela UBS incorporando a concessão da construção das novas auto estradas da Grande Lisboa.
Continuo dentro mas não ponho de parte que a acção poderá eventualmente fechar o gap e tocar nos 5,68€.
A minha estratégia, para já, é de manter o titulo e sair caso quebre os 5,77€(valor do Gap Up).
Aqui fica o gráfico
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Saudações Alentejanas
Mota-Engil abre filial em Espanha
18/01/2007
A Mota-Engil abriu uma filial em Espanha dedicada à engenharia e construção, num país onde a empresa quer reforçar a sua presença nomeadamente através de uma aquisição, que já há muitos anos vem sendo estudada pela empresa de António Mota, mas que nunca foi concretizada.
O grupo já tentou adquirir várias empresas, entre as quais a construtora Corsán Corvián, uma média empresa espanhola que depois foi adquirida pela San Jose, que tem várias obras em Portugal.
A empresa terá analisado também várias outras construtoras espanholas, mas o preço excessivo tem sido a condicionante principal para impedir a aquisição.
A nova sucursal pretende adquirir contratos de obras públicas em Espanha, em estradas, pontes, portos e outro tipo de obras de arte.
O grupo português já está presente através da Martifer, que tem um grande volume de negócios no país vizinho na área da metalomecânica. A Mota-Engil também comprou recentemente 50% da empresa Tradelsu de geotecnia, por três milhões de euros, tendo ainda aumentado para 74% a sua participação na Enviroil, especializada no aproveitamento de óleos usados.
O negócio com Espanha que mais deu que falar para a empresa foi a parceria que fez com a congénere ACS para a área dos portos, com a criação de um empresa que para já fica com uma concessão em Setúbal.
em www.bpionline.pt
18/01/2007
A Mota-Engil abriu uma filial em Espanha dedicada à engenharia e construção, num país onde a empresa quer reforçar a sua presença nomeadamente através de uma aquisição, que já há muitos anos vem sendo estudada pela empresa de António Mota, mas que nunca foi concretizada.
O grupo já tentou adquirir várias empresas, entre as quais a construtora Corsán Corvián, uma média empresa espanhola que depois foi adquirida pela San Jose, que tem várias obras em Portugal.
A empresa terá analisado também várias outras construtoras espanholas, mas o preço excessivo tem sido a condicionante principal para impedir a aquisição.
A nova sucursal pretende adquirir contratos de obras públicas em Espanha, em estradas, pontes, portos e outro tipo de obras de arte.
O grupo português já está presente através da Martifer, que tem um grande volume de negócios no país vizinho na área da metalomecânica. A Mota-Engil também comprou recentemente 50% da empresa Tradelsu de geotecnia, por três milhões de euros, tendo ainda aumentado para 74% a sua participação na Enviroil, especializada no aproveitamento de óleos usados.
O negócio com Espanha que mais deu que falar para a empresa foi a parceria que fez com a congénere ACS para a área dos portos, com a criação de um empresa que para já fica com uma concessão em Setúbal.
em www.bpionline.pt
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