Caldeirão da Bolsa

off tópic...? um pouco de estória da História

Espaço dedicado a todo o tipo de troca de impressões sobre os mercados financeiros e ao que possa condicionar o desempenho dos mesmos.

Fonte

por amsf » 15/1/2007 12:06

Estou habituado a encontrar a fonte em roda-pé e não junto ao título...de qualquer maneira obrigado.
 
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por mcarvalho » 15/1/2007 11:30

De certeza que leu bem a notícia?

Então sugiro que volte a ler com atenção porque tem lá a fonte
 
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mcarvalho

por amsf » 15/1/2007 10:54

De que jornal continental é que retirou o artigo do Alberto João?! É que nós, aqui na Madeira, só tivemos acesso a esse artigo hoje pelo Jornal da Madeira.
Fiquei admirado com a afirmação no final do artigo de ele escrevia ao Sábado. Não desmenti porque não sabia exactamente em que dia é que ele escreve no JM...agora sei...é às Segundas-Feiras...
Foi no Jornal O Diabo? Da falecida Vera Lagoa ?! Motivo pelo qual a inclui nos corajosos do país.
 
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AJJ, os peidos e charuto !

por amsf » 14/1/2007 16:50

Parece anedota mas não é!
Descobri Sexta-Feira passada que o Alberto João não fuma charutos em reuniões por gostar ou por razões de marketing político mas porque...advinhem lá !?

Já não se pode confiar nos médicos...nem nos beneficiados pelo regime...especialmente quando bebem...

O Alberto João tem um grave problema de saúde...peida-se com frequência e a nível olfativo de forma pooco discreta...o charuto é sacado sempre que ele sente que vem ai uma ventania mal cheirosa...por isso é que a sua técnica de fumar é tão fumarenta...
 
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por ChicoAtento » 13/1/2007 19:33

Ó senhor mcarvalho, você há quanto tempo não vem à Madeira ? então não sabe que 30% do "DN" pertence ao Oliveira (dos irmãos oliveirinhas, com todo o respeito...), cujo representante é o senhor Jaime Ramos? Não se preocupe... continua tudo sob controle...:-$
Saudações cordiais.
 
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por amsf » 13/1/2007 18:53

"a Natália Correia e o Bispo do Porto..A minha homenagem "

Hipocrísia...sempre os rotulou de comunistas

"um monopólio de opinião da folha dos Blandys, subsidiada e porta-voz de Lisboa, órgão oficioso da pseudo-“esquerda” local. "

Mentira descarada!

"grande dispersão populacional sobre o território."

Boa desculpa para o analfabetismo.

"O “Diário de Notícias” é propriedade de um grupo privado, a família Blandys.
Foi um grande suporte da ditadura. "

Grande suporte da ditadura!? Refere-se certamente ao Jornal da Madeira.

"Fez o possível e o impossível, em todas as eleições, para que o partido socialista alcançasse alguma vitória."

Certamente refere-se ao JM e ao PSD.

"sociedade entre uma sua Instituição e a Região Autónoma"

O JM é propriedade do Governo Regional 99% e do Seminário Diocesanõ 1%. Exactamente nessas proporções.

"Em pleno período “comuno-gonçalvista”, o “Jornal da Madeira” foi fisicamente assaltado"

Mentira...à Madeira o 25 de Abril nunca chegou pelo que cenas desse tipo só se deram pela mão da FLAMA (atentados bombistas contra a esquerda).

"forte campanha pública para que a Região Autónoma deixasse de ter despesa com o “Jornal da Madeira”,"

São só 1200 contos da moeda antiga diáriamente.

"Para além das consequências de à volta de uma centena de desempregados "

Uma centena de escribas do regime jardinista que verão a sua situaçao ser resolvida com a integração na função pública por bons serviços prestados.

O Jornal da Madeira além de ser a voz do dono é de uma qualidade tão baixa que são poucos os que o lêem...aliás o Alberto João continuaaria a ter a RTM-M e o Tribuna...o Notícias da Madeira faliu a semana passada.


Sou madeirense...sei do que falo!
 
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off tópic...? um pouco de estória da História

por mcarvalho » 13/1/2007 10:31

Quem se recorda do tempo em que em Portugal os homens de "tomates" usavam saias"?
- Eram a Vera Lagoa, a Natália Correia e o Bispo do Porto..A minha homenagem
- Quem se recorda de quem ouvisse a rádio renascensa
era fascista e obrigado a sair do carro a pontapé por uns "guedelhudos" armados de G3
- quem se recorda destes todos que nos governam e orientam?



In 1º de Janeiro

Atitudes “nazis”


Alberto João Jardim*

A obsessão dos socialistas contra a Região Autónoma da Madeira, tem qualquer coisa de semelhante à patologia “nazi”.
Não foram os nazis um partido nacional-socialista?
A razão porque nunca se fala em nacionais-socialistas, é para esconder que os nazis também invocavam o socialismo, para a sua demência criminosa.
Agora, o Governo socialista prepara mais uma atitude visando claramente a Madeira, e de novo instrumentalizando partidariamente o Estado.
Trata-se de uma proposta de lei para impedir a sobrevivência do “Jornal da Madeira”, destruindo os respectivos postos de trabalho, e apenas ficar no mercado madeirense da imprensa diária, um monopólio de opinião da folha dos Blandys, subsidiada e porta-voz de Lisboa, órgão oficioso da pseudo-“esquerda” local.
Compreende-se porque é que o “Diário de Notícias” embandeira em arco com mais esta do Governo socialista, apoiando-a e quebrando a solidariedade com colegas de profissão.
Na Região Autónoma da Madeira existem dois jornais diários. O que é auto-financeiramente inviável, dado o mercado não atingir trezentos mil habitantes e haver uma grande dispersão populacional sobre o território.
O “Diário de Notícias” é propriedade de um grupo privado, a família Blandys.
Foi um grande suporte da ditadura.
Com o 25 de Abril, e as nacionalizações não atingindo os bens dos cidadãos estrangeiros, imediatamente se tornou um órgão oficioso da “revolução comuno-gonçalvista”.
Com o 25 de Novembro, o País começou a ser normalizado, mal, culminando com a ineficiente Constituição da República, de 1976.
Então, o “Diário de Notícias”, fortemente ainda hoje infiltrado por simpatizantes comunistas, tornou-se num órgão suporte das organizações impropriamente ditas de “esquerda”.
Tornou-se num instrumento diário de ataque ao Governo Regional, ao partido que sustém este Governo e, sobretudo, aos valores predominantes na comunidade madeirense.
Fez o possível e o impossível, em todas as eleições, para que o partido socialista alcançasse alguma vitória.
O grupo Blandys tem hoje várias sociedades com vultos socialistas locais, a quem a vida não correu mal graças às políticas dos tão “odiados” Governos PSD.
O outro diário, o “Jornal da Madeira”, do qual tive a honra de ser director no período complicadíssimo – e arriscado – entre 1974 e 1978, até aos anos oitenta foi propriedade exclusiva de Instituições da Igreja Católica diocesana.
Como a Diocese não podia mais suportar, isoladamente, os custos do diário, foi criada uma sociedade entre uma sua Instituição e a Região Autónoma, mantendo a Diocese o direito de escolher o director e de intervir na orientação editorial, independentemente de a Região ter crescente participação no capital social.
Tudo isto foi feito, e é necessário fazer, para manter o pluralismo de informação.
O pluralismo de informação é uma liberdade constitucional fundamental. Em Portugal, julgo que ainda. E em todos os regime democráticos.
Tudo isto foi necessário fazer, face à orientação “pró-marxista” do “Diário de Notícias”.
E para também assegurar ao Governo Regional, em termos efectivos, o cumprimento do dever constitucional de informar, de esclarecer, bem como o direito de responder, na prática inviabilizado no “Diário de Notícias”.
Desde o 25 de Abril, os partidos impropriamente denominados de “esquerda” – e até por vezes o CDS… mas são outras “histórias” para contar – tentaram “democraticamente” acabar com o “Jornal da Madeira”.
Em pleno período “comuno-gonçalvista”, o “Jornal da Madeira” foi fisicamente assaltado ou cercado várias vezes, incluso por indivíduos que hoje tanto falam das “liberdades”. Os valores que defende, desesperam toda a “esquerda” – local, e não só – pelo que sempre existiu uma forte campanha pública para que a Região Autónoma deixasse de ter despesa com o “Jornal da Madeira”, mesmo que isso implicasse o desemprego de dezenas de trabalhadores.
É óbvio que o objectivo dessa gente, é o de monopolizar a opinião pública madeirense pelo “Diário de Notícias”. No clima de anormal funcionamento das instituições democráticas que os socialistas desenvolvem – até agora impunemente, apesar da Constituição da República – desenvolvem em relação à Região Autónoma, mas visando a situação acima descrita, o Governo do sr. Pinto de Sousa (José Sócrates de baptismo), uma vez mais, prepara legislação conforme os meros interesses do partido socialista.
Pretende apresentar uma proposta de lei que proíbe o Estado, as Regiões Autónomas e as autarquias de serem proprietários de meios de comunicação social, mas abrindo excepção à RTP, à RDP e à Lusa, todas sob seu controlo, inclusive nesta Região Autónoma.
É óbvio que sendo o caso do “Jornal da Madeira”, único para o efeito, trata-se de mais uma lei visando esta Região.
Para além das consequências de à volta de uma centena de desempregados que, irresponsavelmente, tal lei vai acarretar. Pois a Diocese, só, não pode manter o diário.
Igualmente está claro que, para além do incrível e sufocante estado de coisas na comunicação social nacional, os socialistas, na Madeira, também pretendem o monopólio diário escrito sobre a opinião pública madeirense, através do “Diário de Notícias” que lhes é quotidianamente afecto e propriedade de empresários com compromissos na respectiva área política.
Estamos num claro ataque às liberdades constitucionais.
Uma tentativa de destruir, também na Madeira, o pluralismo ideológico e o pluralismo na informação.
Visa negar às instituições de governo próprio da Região, eleitas democraticamente, o dever de informar o povo madeirense.
São gravíssimas as sucessões de ataques às liberdades democráticas e aos direitos fundamentais dos cidadãos, por parte dos socialistas.
Como no caso do aborto, nem sequer hesitam perante a vida humana.
Trata-se da via ilícita do “vale tudo”, num caminho que conduz ao totalitarismo de facto.
E que lembra “métodos nazis”.
Ou melhor, nacionais-socialistas.

*Presidente do Governo Regional da Madeira
Escreve semanalmente aos sábados
 
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