Tarifa liberalizada da EDP não é concorrencial
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epá... isso não é assim...
nós não temos um dos preçários de gás mais caro da europa.... ná... ilusão
nós não temos um dos preçários de electricidade mais caros da europa.... até tá barato ... ná.. ilusão
( a concorrência nem cá entra!)... deveria levar uns aumentos de 15% durante 2 ou 3 anos.... défice tarifário para estar num precinho "cool"
nós não temos um "gasosa" das mais caras da europa... ilusão
nem que a capacidade de cobrar impostos se multiplicasse por 10 isto seria diferente, porque i $$$$ desaparece pelos dedos das mãos dos governantes tal qual areia do deserto...
uns poucos gozam-no, os outros... muitos... ficam com a fama de que têm de ter ordenados congelados e têm de sorrir ao terem custos com gás, luz, água mais caros que... algures os nossos vizinhos....
deve ser IN... vá lá... tasse bem.. o custo de vida tá bom e recomenda-se.... ou é ilusão?
nós não temos um dos preçários de gás mais caro da europa.... ná... ilusão
nós não temos um dos preçários de electricidade mais caros da europa.... até tá barato ... ná.. ilusão
( a concorrência nem cá entra!)... deveria levar uns aumentos de 15% durante 2 ou 3 anos.... défice tarifário para estar num precinho "cool"
nós não temos um "gasosa" das mais caras da europa... ilusão
nem que a capacidade de cobrar impostos se multiplicasse por 10 isto seria diferente, porque i $$$$ desaparece pelos dedos das mãos dos governantes tal qual areia do deserto...
uns poucos gozam-no, os outros... muitos... ficam com a fama de que têm de ter ordenados congelados e têm de sorrir ao terem custos com gás, luz, água mais caros que... algures os nossos vizinhos....
deve ser IN... vá lá... tasse bem.. o custo de vida tá bom e recomenda-se.... ou é ilusão?
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Goldman Sachs corta EDP para "vender"
A casa de investimento norte-americana Goldman Sachs reviu em baixa a sua recomendação para os títulos da Energias de Portugal (EDP), para "vender", mantendo inalterado o preço-alvo.
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Paulo Moutinho
paulomoutinho@mediafin.pt
António Mexia, CEO da EDP
A casa de investimento norte-americana Goldman Sachs reviu em baixa a sua recomendação para os títulos da Energias de Portugal (EDP), para "vender", mantendo inalterado o preço-alvo.
Numa nota enviada a clientes, o analista Matija Gergolet desceu a recomendação da EDP de "neutral" para "vender".
A casa de investimento manteve, no entanto, inalterado o preço-objectivo de 3,35 euros por acção.
O "target" da Goldman Sachs representa um potencial de desvalorização de 14,9% face à cotação actual dos títulos da eléctrica liderada por António Mexia.
As acções da EDP [Cot] iniciaram a sessão de hoje a perder 0,76% para os 3,94 euros, acumulando, no entanto, um ganho superior a 2% desde o início de 2007
A casa de investimento norte-americana Goldman Sachs reviu em baixa a sua recomendação para os títulos da Energias de Portugal (EDP), para "vender", mantendo inalterado o preço-alvo.
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Paulo Moutinho
paulomoutinho@mediafin.pt
António Mexia, CEO da EDP
A casa de investimento norte-americana Goldman Sachs reviu em baixa a sua recomendação para os títulos da Energias de Portugal (EDP), para "vender", mantendo inalterado o preço-alvo.
Numa nota enviada a clientes, o analista Matija Gergolet desceu a recomendação da EDP de "neutral" para "vender".
A casa de investimento manteve, no entanto, inalterado o preço-objectivo de 3,35 euros por acção.
O "target" da Goldman Sachs representa um potencial de desvalorização de 14,9% face à cotação actual dos títulos da eléctrica liderada por António Mexia.
As acções da EDP [Cot] iniciaram a sessão de hoje a perder 0,76% para os 3,94 euros, acumulando, no entanto, um ganho superior a 2% desde o início de 2007
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Tarifa liberalizada da EDP não é concorrencial
Tarifa liberalizada da EDP não é concorrencial
12/01/2007
O produto da EDP para o mercado liberalizado continua a não ser competitivo face à tarifa regulada, alerta a DECO. A eléctrica actualizou o tarifário do edp5D no início da semana, acabando, segundo Vítor Machado, representante da associação de consumidores na entidade reguladora da energia (ERSE), por manter preços "extremamente elevados" na maioria dos escalões.
"Em 99% dos casos não compensa sair da tarifa regulada", cujos aumentos para as famílias este ano foram de 6%, por imposição do Governo, medida que, aliás, pode levar Bruxelas a abrir um processo contra Portugal, segundo noticiava ontem o "Público".
"Apesar de nalguns casos ter feito reduções, a energia é mais cara na maioria dos escalões" e o preço "aproximou-se da tarifa regulada nos mais baixos", diz Vítor Machado citado hoje pelo "Jornal de Notícias".
O responsável critica o facto de, no tarifário bi-horário, o custo da energia no 5D ser 20 a 27% mais caro do que no regulado. "Só interessa mudar se se consumir muito pouco e não se tiver bi-horário", afirma. Ou seja, o 5D compensa para quem tenha tarifa simples e esteja no escalão de potência entre 6,9 e 10,35 KvA.
Os aumentos entraram em vigor na segunda-feira, tendo sido justificados com o facto de terem sido actualizados no início do ano os preços do regulado. "A evolução das tarifas edp5D reflecte as tarifas publicadas pela ERSE e o preço da energia previsto para o ano de 2007", justifica a eléctrica.
A EDP foi a única a lançar um produto para o mercado liberalizado, que arrancou a 4 de Setembro, tendo cerca de 18 mil clientes, abaixo da meta de 20 mil.
As principais concorrentes - Iberdrola e Endesa - justificaram o não lançamento de produtos com a falta de condições para concorrer com a tarifa regulada, situação que se agravou com a imposição dos 6% de aumento para este ano. A intervenção do Executivo - que travou a subida de 15,7% proposta pela ERSE e que reflectia, pelo menos parcialmente, o ag ravamento de custos na produção - foi, aliás, muito criticada pelas eléctricas espanholas.
12/01/2007
O produto da EDP para o mercado liberalizado continua a não ser competitivo face à tarifa regulada, alerta a DECO. A eléctrica actualizou o tarifário do edp5D no início da semana, acabando, segundo Vítor Machado, representante da associação de consumidores na entidade reguladora da energia (ERSE), por manter preços "extremamente elevados" na maioria dos escalões.
"Em 99% dos casos não compensa sair da tarifa regulada", cujos aumentos para as famílias este ano foram de 6%, por imposição do Governo, medida que, aliás, pode levar Bruxelas a abrir um processo contra Portugal, segundo noticiava ontem o "Público".
"Apesar de nalguns casos ter feito reduções, a energia é mais cara na maioria dos escalões" e o preço "aproximou-se da tarifa regulada nos mais baixos", diz Vítor Machado citado hoje pelo "Jornal de Notícias".
O responsável critica o facto de, no tarifário bi-horário, o custo da energia no 5D ser 20 a 27% mais caro do que no regulado. "Só interessa mudar se se consumir muito pouco e não se tiver bi-horário", afirma. Ou seja, o 5D compensa para quem tenha tarifa simples e esteja no escalão de potência entre 6,9 e 10,35 KvA.
Os aumentos entraram em vigor na segunda-feira, tendo sido justificados com o facto de terem sido actualizados no início do ano os preços do regulado. "A evolução das tarifas edp5D reflecte as tarifas publicadas pela ERSE e o preço da energia previsto para o ano de 2007", justifica a eléctrica.
A EDP foi a única a lançar um produto para o mercado liberalizado, que arrancou a 4 de Setembro, tendo cerca de 18 mil clientes, abaixo da meta de 20 mil.
As principais concorrentes - Iberdrola e Endesa - justificaram o não lançamento de produtos com a falta de condições para concorrer com a tarifa regulada, situação que se agravou com a imposição dos 6% de aumento para este ano. A intervenção do Executivo - que travou a subida de 15,7% proposta pela ERSE e que reflectia, pelo menos parcialmente, o ag ravamento de custos na produção - foi, aliás, muito criticada pelas eléctricas espanholas.
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