BES - Objectivo € 16,25
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Santander recomenda “comprar” BES com preço-avo de 16,25 euros
O Santander diz que o Banco Espírito Santo será o que mais vai beneficiar da recuperação económica esperada para Portugal e que o banco vai favorecer da potencial fusão BCP/BPI. A casa espanhola melhorou a recomendação para a instituição e avança com um "target" de 16,25 euros.
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Pedro Carvalho
pc@mediafin.pt
O Santander diz que o Banco Espírito Santo será o que mais vai beneficiar da recuperação económica esperada para Portugal e que o banco vai favorecer da potencial fusão BCP/BPI. A casa espanhola melhorou a recomendação para a instituição e avança com um "target" de 16,25 euros.
Numa nota de "research" com a data de hoje, o Santander aumenta a recomendação para as acções do Banco Espírito Santo (BES) [Cot] de "underweight" para "comprar".
Os analistas Pedro Balcão Reis e Marcos Heitor sugerem um preço-alvo para as acções do banco liderado por Ricardo Salgado de 16,25 euros, um valor que incorpora um potencial de crescimento adicional de 17% face à cotação actual.
De acordo com a nota emitida a clientes, o BES é um dos bancos portugueses mais expostos aos empréstimos às empresas, um factor que coloca o banco na linha da frente para beneficiar da recuperação que se espera para a economia portuguesa.
O banco de investimento espanhol diz ainda que o BES poderá ganhar quota de mercado, num cenário de fusão entre o Banco Comercial Português (BCP) [Cot] e o Banco BPI [Cot]. Este último está a ser alvo de uma oferta pública de aquisição (OPA) desde Março de 2006.
O potencial no negócio de distribuição dos seguros através dos balcões também aumentou com a compra de 50% da Tranquilidade Vida.
A maior exposição ao mercado angolano e o facto do BES estar a negociar com múltiplos abaixo do sector são outros argumentos do Santander para justificar a compra das acções do BES.
Z
O Santander diz que o Banco Espírito Santo será o que mais vai beneficiar da recuperação económica esperada para Portugal e que o banco vai favorecer da potencial fusão BCP/BPI. A casa espanhola melhorou a recomendação para a instituição e avança com um "target" de 16,25 euros.
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Pedro Carvalho
pc@mediafin.pt
O Santander diz que o Banco Espírito Santo será o que mais vai beneficiar da recuperação económica esperada para Portugal e que o banco vai favorecer da potencial fusão BCP/BPI. A casa espanhola melhorou a recomendação para a instituição e avança com um "target" de 16,25 euros.
Numa nota de "research" com a data de hoje, o Santander aumenta a recomendação para as acções do Banco Espírito Santo (BES) [Cot] de "underweight" para "comprar".
Os analistas Pedro Balcão Reis e Marcos Heitor sugerem um preço-alvo para as acções do banco liderado por Ricardo Salgado de 16,25 euros, um valor que incorpora um potencial de crescimento adicional de 17% face à cotação actual.
De acordo com a nota emitida a clientes, o BES é um dos bancos portugueses mais expostos aos empréstimos às empresas, um factor que coloca o banco na linha da frente para beneficiar da recuperação que se espera para a economia portuguesa.
O banco de investimento espanhol diz ainda que o BES poderá ganhar quota de mercado, num cenário de fusão entre o Banco Comercial Português (BCP) [Cot] e o Banco BPI [Cot]. Este último está a ser alvo de uma oferta pública de aquisição (OPA) desde Março de 2006.
O potencial no negócio de distribuição dos seguros através dos balcões também aumentou com a compra de 50% da Tranquilidade Vida.
A maior exposição ao mercado angolano e o facto do BES estar a negociar com múltiplos abaixo do sector são outros argumentos do Santander para justificar a compra das acções do BES.
Z
BES - Objectivo € 16,25
Talvez seja apropriado abrir um novo tópico para o BES, considerando a nova recomendação do Santander que aumentou a recomendação para "Comprar".
É a minha principal aposta do sector bancário para 2007, tentando aproveitar o espaço que resulta de uma possível fusão entre BPI e BCP. Para além disso é uma instituição com resultados muito estáveis e consistentes.
Estou dentro em médio prazo.
É a minha principal aposta do sector bancário para 2007, tentando aproveitar o espaço que resulta de uma possível fusão entre BPI e BCP. Para além disso é uma instituição com resultados muito estáveis e consistentes.
Estou dentro em médio prazo.
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