Irão: gritos de «morte ao ditador»
não é segredo nenhum que o Irão tem beneficiado da "Guerra ao Terror" da Administração Bush
A Fé Islâmica divide-se em 2 "ramos":
Sunitas - representam a vasta maioria (90%), seguem líderes religiosos "eleitos"
Xiitas - minoria (10%), seguem lideres religiosos que consideram descender directamente do Profeta Maomé (os Imans)
Além da diferença religiosa existem tb implicações politicas, e uma grade rivalidade entre sunitas e xiitas
distribuição no mundo islâmico:
como se vê pelo mapa, o Irão Xiita encontra-se praticamente sozinho no meio dos Sunitas
Existem 2 zonas de Xiitas nos paises vizinhos, mas antes das guerras (Afeganistão e Iraque) estavam completamente subjugadas:
no Afeganistão, devido ao regime Taliban apoiado com dinheiro da Al Quaeda de Bin Laden que é Sunita
no Iraque porque era governado por Saddam Hussein (Sunita), que inclusive lançou uma guerra contra o Irão que povocou milhões de mortes
Com a intervenção americana nesses paises, esses "inimigos" foram eliminados e os xiitas "libertados"
e com a instauração da eleições democráticas os xiitas (no iraque) chegaram ao poder pq são a maioria

A Fé Islâmica divide-se em 2 "ramos":
Sunitas - representam a vasta maioria (90%), seguem líderes religiosos "eleitos"
Xiitas - minoria (10%), seguem lideres religiosos que consideram descender directamente do Profeta Maomé (os Imans)
Além da diferença religiosa existem tb implicações politicas, e uma grade rivalidade entre sunitas e xiitas
distribuição no mundo islâmico:
como se vê pelo mapa, o Irão Xiita encontra-se praticamente sozinho no meio dos Sunitas
Existem 2 zonas de Xiitas nos paises vizinhos, mas antes das guerras (Afeganistão e Iraque) estavam completamente subjugadas:
no Afeganistão, devido ao regime Taliban apoiado com dinheiro da Al Quaeda de Bin Laden que é Sunita
no Iraque porque era governado por Saddam Hussein (Sunita), que inclusive lançou uma guerra contra o Irão que povocou milhões de mortes
Com a intervenção americana nesses paises, esses "inimigos" foram eliminados e os xiitas "libertados"
e com a instauração da eleições democráticas os xiitas (no iraque) chegaram ao poder pq são a maioria

...
Bom dia!
Nao estive a ler este tópico completamente, mas como fala do Irao, resolvi postar aqui um pensamento que li ontem num suplemento de um jornal estrangeiro.
Dizia nesse jornal que cada dia há mais rumores e mais crentes no médio-oriente de que, o Irao apoiou os EUA a atacar o Iraque, assim como na morte do Saddam, visto este ser um pais dividido entre Chiies e Sunis, enquanto no Irao existem apenas Chiis.
Com este apoio e com estes acontecimentos, o Irao passou a ser a maior potência no médio oriente, assim como o presidente do Irao, o maior lider na zona.
Que acham voces? foi curioso ler no jornal esta noticia e tb imaginar as coisas desta perspectiva.
Foi a primeira vez que li algo deste angulo acerca da guerra no Iraque.
Nao estive a ler este tópico completamente, mas como fala do Irao, resolvi postar aqui um pensamento que li ontem num suplemento de um jornal estrangeiro.
Dizia nesse jornal que cada dia há mais rumores e mais crentes no médio-oriente de que, o Irao apoiou os EUA a atacar o Iraque, assim como na morte do Saddam, visto este ser um pais dividido entre Chiies e Sunis, enquanto no Irao existem apenas Chiis.
Com este apoio e com estes acontecimentos, o Irao passou a ser a maior potência no médio oriente, assim como o presidente do Irao, o maior lider na zona.
Que acham voces? foi curioso ler no jornal esta noticia e tb imaginar as coisas desta perspectiva.
Foi a primeira vez que li algo deste angulo acerca da guerra no Iraque.
Cumprimentos,
Alex Tomás
Alex Tomás
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a acompanhar:
Fragmentos de munições e fotografias
EUA afirmam que o Irão está a armar milícias no Iraque
11.02.2007 - 19h41 AFP, PUBLICO.PT
Responsáveis militares norte-americanos apresentaram hoje, em Bagdad, o que dizem ser provas da ingerência do Irão no Iraque, incluindo fotografias e projécteis, afirmando que bombas de fabrico iraniano mataram 170 soldados da coligação multinacional desde 2004.
As acusações foram feitas durante uma insólita conferência de imprensa na “Zona Verde” – a área de alta segurança no centro da capital iraquiana –, protagonizada por três militares da coligação, que pediram para não ser identificados.
“O Irão está implicado no fornecimento de bombas penetrantes [EFP, na sigla em inglês] e de outros materiais aos grupos extremistas iraquianos”, afirmou um dos responsáveis.
Durante a conferência de imprensa, os militares mostraram fragmentos de projécteis que disseram ser de fabrico iraniano, incluindo de um EFP – um engenho capaz de penetrar a blindagem de um tanque – e de morteiros de 60 e 81 milímetros.
Há muito que os EUA acusam o regime iraniano de estar a dar apoio logístico e treino às milícias xiitas, algumas das quais com ligações aos partidos da coligação governamental – uma acusação que Teerão sempre negou.
Questionados sobre o momento escolhido para apresentarem provas, os militares explicaram que as armas de fabrico iraniano, mais sofisticadas dos que as disponíveis no Iraque, representam um risco crescente para as suas forças. “Mais de 170 soldados americanos e da coligação foram mortos por estas bombas e mais de 620 ficaram feridos. A sua utilização aumentou consideravelmente nos últimos seis meses”, declarou um dos responsáveis.
As chefias militares apontaram o dedo à Força al-Qods, uma unidade de elite dentro dos Guardas Revolucionários, a mais bem preparada força militar iraniana, e garantiram ter provas de que está a aumentar o número de armas traficadas pelo Irão.
“Estas actividades são ordenadas ao mais alto nível do Governo iraniano”, afirmou um dos conferencistas, sublinhando que os responsáveis pela entrega de armas às milícias respondem directamente ao “ayatollah” Ali Kamenei, Guia Supremo da Revolução Iraniana.
Os três militares mostraram ainda aos jornalistas fotografias de mísseis terra-ar Misagh-1, de fabrico iraniano, várias EFP, obuses de morteiro que garantiram ter sido apreendidos no Iraque, sendo visíveis em alguns deles a data de fabrico de 2006 o que, argumentam, comprova que as armas não remontam ao período da guerra Irão-Iraque.
“A Al-Qods está a armar extremistas e rebeldes para levarem a cabo ataques terroristas e de guerrilha”, afirmou um dos conferencistas, acusando ainda os agentes iranianos de “darem conselhos, treinos e armas às forças insurrectas do Iraque”.
O mesmo responsável afirmou que os cinco iranianos detidos no início do ano em Erbil eram agentes da Al-Qods, incluindo um comando operacional da unidade. Teerão garantiu que as forças americanas tinham detido diplomatas iranianos, mas os responsáveis militares afirmam que nenhum deles possuía passaporte diplomático e tinham na sua posse uma lista de material de guerra a entregar às milícias.
Segundo as mesmas fontes, os cidadãos iranianos foram detidos numa casa de Abdel-Haziz Hakim, líder do Conselho Supremo da Revolução Islâmica no Iraque (CSRII), o maior partido xiita da coligação governamental.
Um dos militares explicou que as forças multinacionais alertaram o governo iraquiano para a descoberta, sublinhando que cabe ao Executivo reagir às ingerências do país vizinho.
Stratfor
Rhetoric and Reality: The View from Iran
By George Friedman
The Iraq war has turned into a duel between the United States and Iran. For the United States, the goal has been the creation of a generally pro-American coalition government in Baghdad -- representing Iraq's three major ethnic communities. For Iran, the goal has been the creation of either a pro-Iranian government in Baghdad or, alternatively, the division of Iraq into three regions, with Iran dominating the Shiite south.
The United States has encountered serious problems in creating the coalition government. The Iranians have been primarily responsible for that. With the death of Abu Musab al-Zarqawi in June, when it appeared that the Sunnis would enter the political process fully, the Iranians used their influence with various Iraqi Shiite factions to disrupt that process by launching attacks on Sunnis and generally destabilizing the situation. Certainly, Sunnis contributed to this, but for much of the past year, it has been the Shia, supported by Iran, that have been the primary destabilizing force.
So long as the Iranians continue to follow this policy, the U.S. strategy cannot succeed. The difficulty of the American plan is that it requires the political participation of three main ethnic groups that are themselves politically fragmented. Virtually any substantial group can block the success of the strategy by undermining the political process. The Iranians, however, appear to be in a more powerful position than the Americans. So long as they continue to support Shiite groups within Iraq, they will be able to block the U.S. plan. Over time, the theory goes, the Americans will recognize the hopelessness of the undertaking and withdraw, leaving Iran to pick up the pieces. In the meantime, the Iranians will increasingly be able to dominate the Shiite community and consolidate their hold over southern Iraq. The game appears to go to Iran.
Americans are extremely sensitive to the difficulties the United States faces in Iraq. Every nation-state has a defining characteristic, and that of the United States is manic-depression, cycling between insanely optimistic plans and total despair. This national characteristic tends to blind Americans to the situation on the other side of the hill. Certainly, the Bush administration vastly underestimated the difficulties of occupying Iraq -- that was the manic phase. But at this point, it could be argued that the administration again is not looking over the other side of the hill at the difficulties the Iranians might be having. And it is useful to consider the world from the Iranian point of view.
The Foundation of Foreign Policy
It is important to distinguish between the rhetoric and the reality of Iranian foreign policy. As a general principle, this should be done with all countries. As in business, rhetoric is used to shape perceptions and attempt to control the behavior of others. It does not necessarily reveal one's true intentions or, more important, one's capabilities. In the classic case of U.S. foreign policy, Franklin Roosevelt publicly insisted that the United States did not intend to get into World War II while U.S. and British officials were planning to do just that. On the other side of the equation, the United States, during the 1950s, kept asserting that its goal was to liberate Eastern Europe from the Soviet Union, when in fact it had no plans, capabilities or expectations of doing so. This does not mean the claims were made frivolously -- both Roosevelt and John Foster Dulles had good reasons for posturing as they did -- but it does mean that rhetoric is not a reliable indicator of actions. Thus, the purple prose of the Iranian leadership cannot be taken at face value.
To get past the rhetoric, let's begin by considering Iran's objective geopolitical position.
Historically, Iran has faced three enemies. Its oldest enemy was to the west: the Arab/Sunni threat, against which it has struggled for millennia. Russia, to the north, emerged as a threat in the late 19th century, occupying northern Iran during and after World War II. The third enemy has worn different faces but has been a recurring threat since the time of Alexander the Great: a distant power that has intruded into Persian affairs. This distant foreign power -- which has at times been embodied by both the British and the Americans -- has posed the greatest threat to Iran. And when the element of a distant power is combined with one of the other two traditional enemies, the result is a great global or regional power whose orbit or influence Iran cannot escape. To put that into real terms, Iran can manage, for example, the chaos called Afghanistan, but it cannot manage a global power that is active in Iraq and Afghanistan simultaneously.
For the moment, Russia is contained. There is a buffer zone of states between Iran and Russia that, at present, prevents Russian probes. But what Iran fears is a united Iraq under the influence or control of a global power like the United States. In 1980, the long western border of Iran was attacked by Iraq, with only marginal support from other states, and the effect on Iran was devastating. Iran harbors a rational fear of attack from that direction, which -- if coupled with American power -- could threaten Iranian survival.
Therefore, Iran sees the American plan to create a pro-U.S. government in Baghdad as a direct threat to its national interests. Now, the Iranians supported the U.S. invasion of Iraq in 2003; they wanted to see their archenemy, former President Saddam Hussein, deposed. But they did not want to see him replaced by a pro-American regime. Rather, the Iranians wanted one of two outcomes: the creation of a pro-Iranian government dominated by Iraqi Shia (under Iran's control), or the fragmentation of Iraq. A fragmented Iraq would have two virtues. It would prove no danger to Iran, and Iran likely would control or heavily influence southern Iraq, thus projecting its power from there throughout the Persian Gulf.
Viewed this way, Iran's behavior in Iraq is understandable. A stable Iraq under U.S. influence represents a direct threat to Iran, while a fragmented or pro-Iranian Iraq does not. Therefore, the Iranians will do whatever they can to undermine U.S. attempts to create a government in Baghdad. Tehran can use its influence to block a government, but it cannot -- on its own -- create a pro-Iranian one. Therefore, Iran's strategy is to play spoiler and wait for the United States to tire of the unending conflict. Once the Americans leave, the Iranians can pick up the chips on the table. Whether it takes 10 years or 30, the Iranians assume that, in the end, they will win. None of the Arab countries in the region has the power to withstand Iran, and the Turks are unlikely to get into the game.
The Unknown Variables
Logic would seem to favor the Iranians. But in the past, the Iranians have tried to be clever with great powers and, rather than trapping them, have wound up being trapped themselves. Sometimes they have simply missed other dimensions of the situation. For example, when the revolutionaries overthrew the Shah and created the Islamic Republic, the Iranians focused on the threat from the Americans, and another threat from the Soviets and their covert allies in Iran. But they took their eyes off Iraq -- and that miscalculation not only cost them huge casualties and a decade of economic decay, but broke the self-confidence of the Iranian regime.
The Iranians also have miscalculated on the United States. When the Islamic Revolution occurred, the governing assumption -- not only in Iran but also in many parts of the world, including the United States -- was that the United States was a declining power. It had, after all, been defeated in Vietnam and was experiencing declining U.S. military power and severe economic problems. But the Iranians massively miscalculated with regard to the U.S. position: In the end, the United States surged and it was the Soviets who collapsed.
The Iranians do not have a sterling record in managing great powers, and especially in predicting the behavior of the United States. In large and small ways, they have miscalculated on what the United States would do and how it would do it. Therefore, like the Americans, the Iranians are deeply divided. There are those who regard the United States as a bumbling fool, all set to fail in Iraq. There are others who remember equally confident forecasts about other American disasters, and who see the United States as ruthless, cunning and utterly dangerous.
These sentiments, then, divide into two policy factions. On the one side, there are those who see Bush's surge strategy as an empty bluff. They point out that there is no surge, only a gradual buildup of troops, and that the number of troops being added is insignificant. They point to political divisions in Washington and argue that the time is ripe for Iran to go for it all. They want to force a civil war in Iraq, to at least dominate the southern region and take advantage of American weakness to project power in the Persian Gulf.
The other side wonders whether the Americans are as weak as they appear, and also argues that exploiting a success in Iraq would be more dangerous and difficult than it appears. The United States has substantial forces in Iraq, and the response to Shiite uprisings along the western shore of the Persian Gulf would be difficult to predict. The response to any probe into Saudi Arabia certainly would be violent.
We are not referring here to ideological factions, nor to radicals and moderates. Rather, these are two competing visions of the United States. One side wants to exploit American weakness; the other side argues that experience shows that American weakness can reverse itself unexpectedly and trap Iran in a difficult and painful position. It is not a debate about ends or internal dissatisfaction with the regime. Rather, it is a contest between audacity and caution.
The Historical View
Over time -- and this is not apparent from Iranian rhetoric -- caution has tended to prevail. Except during the 1980s, when they supported an aggressive Hezbollah, the Iranians have been quite measured in their international actions. Following the war with Iraq, they avoided overt moves -- and they even were circumspect after the fall of the Soviet Union, when opportunities presented themselves to Iran's north. After 9/11, the Iranians were careful not to provoke the United States: They offered landing rights for damaged U.S. aircraft and helped recruit Shiite tribes for the American effort against the Taliban. The rhetoric alternated between intense and vitriolic; the actions were more cautious. Even with the Iranian nuclear project, the rhetoric has been far more intense than the level of development seems to warrant.
Rhetoric influences perceptions, and perceptions can drive responses. Therefore, the rhetoric should not be discounted as a driving factor in the geopolitical system. But the real debate in Iran is over what to do about Iraq. No one in Iran wants a pro-U.S. government in Baghdad, and blocking the emergence of such a government has a general consensus. But how far to go in trying to divide Iraq, creating a pro-Iranian government in Baghdad and projecting power in the region is a matter of intense debate. In fact, cautious behavior combined with extreme rhetoric still appears to be the default position in Tehran, with more adventurous arguments struggling to gain acceptance.
The United States, for its part, is divided between the desire to try one more turn at the table to win it all and the fear that it is becoming hopelessly trapped. Iran is divided between a belief that the time to strike is now and a fear that counting the United States out is always premature. This is an engine that can, in due course, drive negotiations. Iran might be "evil" and the United States might be "Satan," but at the end of the day, international affairs involving major powers are governed not by rhetoric but by national interest. The common ground between the United States and Iran is that neither is certain it can achieve its real strategic interests. The Americans doubt they can create a pro-U.S. government in Baghdad, and Iran is not certain the United States is as weak as it appears to be.
Fear and uncertainty are the foundations of international agreement, while hope and confidence fuel war. In the end, a fractured Iraq -- an entity incapable of harming Iran, but still providing an effective buffer between Iran and the Arabian Peninsula -- is emerging as the most viable available option.
IRAN: MEMBERS OF PARLIAMENT TRY TO IMPEACH AHMADINEJAD
Tehran, 9 Jan. (AKI) - Iranian reformist lawmakers have started collecting signatures in Parliament to demand the impeachment of the country's president Mahmoud Ahmadinejad. So far, 38 signatures have been collected out of the 72 required to formally summon Ahmadinejad and request his impeachment. Noureddin Pirmouzen, a deputy with the reformist minority, says it is nonetheless "positive to question" the head of the executive branch.
"Many actions of the current government and of president Ahmadinejad have led the country to an extremely worrying political and economic situation," Pirmouzen told the Iranian news website Aftab.
Referring to a resolution of the UN Security Council unanimously approved on 23 December which imposes sanctions on Tehran over its nuclear programme, the MP said "it is the last straw which has made Iranians loose their patience." The international community fears Iran is trying to build nuclear weapons and has repeatedly asked the government to halt sensitive nuclear work - a demand ignored by Tehran which claims its programme is solely for civilian use.
"Parliament cannot sit still in front of the current situation and watch as the economy worsens because of the government's inability," he added.
Issa Saharkhiz, editor and political analyst, told Adnkronos International (AKI) that "Ahmadinejad's golden era is over."
"I don't think Ahmadinejad will leave the presidency before his mandate expires but I am also convinced he will not succeed in winning a second term," added Saharkhiz. "Many factions and personalities who supported Ahmadinejad's candidature at the 2005 presidential elections have already abandoned him and don't spare criticism, even harsh and direct, of the president and his government."
Iranian president Mahmoud Ahmadinejad became president after an overwhelming victory in June 2005 but his then contender, Ali-Akbar Hashemi-Rafsanjani, and moderate conservative rivals of the president did far better than Ahmadinejad's allies in December polls to elect local councils and the powerful watchdog, the Assembly of Experts.
(Rah/Aki)
Jan-09-07 10:55
Re: ...e a conversa nem é comigo
Atomez Escreveu:mjaguiar Escreveu:Talvez por ser Arabe e conhecer a "raça"
Thanks
o desconhecimento não significa que sejamos estupidos e confesso que não estou nada a par das diferentes "linhas de sangue" da região (tenho um amigo meu que diz que o problema é das 5 tribos de israel!). No essencial penso que esclareci a questão que o Keyzer levantou.
mjaguiar
..bom a onda e a mesma mas agora ja não deve dar confusão!
Re: ...e a conversa nem é comigo
mjaguiar Escreveu:Talvez por ser Arabe e conhecer a "raça"
Os iranianos não são árabes, são persas. E não são sunitas como os sauditas e os egípcios, são shiitas. Historicamente, mal o Maomé morreu, sunitas e shiitas reclamam que eles é que são os verdadeiros seguidores e os outros são herejes. Eles detestam-se mais entre si que aos ocidentais. E há uma rivalidade, para não dizer guerra, para ver quem se torna no verdadeiro lider do islamismo.
Neste momento há 3 guerras civis a fermentar entre shiitas e sunitas - no Líbano, na Palestina e no Iraque - alimentadas pelo poder iraniano para tentar ganhar a supremacia regional. Do outro lado a Arábia Saudita já avisou que se no Iraque os shiitas tomarem o poder enviam as suas tropas para proteger os sunitas.
Entretanto Iran actually is short of oil
As pessoas são tão ingénuas e tão agarradas aos seus interesses imediatos que um vigarista hábil consegue sempre que um grande número delas se deixe enganar.
Niccolò Machiavelli
http://www.facebook.com/atomez
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...e a conversa nem é comigo
bem Keyser vou eu responder
Como é obvio o Egipto sabe que os Israelitas são gente equilibrada (apesar de existirem aqueles "castiços" dos ulta-ortodoxos) o que já não se verifica com os "outros senhores". Talvez por ser Arabe e conhecer a "raça" (uso o termo sem sem qualquer tipo de segregação) o senhor Mubarak, que também não é nada burro, já começou "a arrastar os pés" para que a "inteligencia" ocidental se mexa (mais uma vez temos a ONU a mostrar toda a sua capacidade de resolver as questões!!!)
Curiosamenbte fala-se tanto dos "energumenos" americanos que, apesar de terem utilizado armas nucleares na II guerra, sairam do Vietnam sem as usar!!!se calhar estavam distraidos.
Mais a sério,é obvio que as armas nucleares existem e podem ser utilizadas dai a sua conotação de armamento de dissuazão. Agora o que é preocupante é que os Países que as possuiam (entre os quais estará certamente Israel) eram nações civilizadas e com regimes democraticos que criaram vários sistemas de restrições para o seu uso. Infelizmente o mesmo já não se verifica para os casos mais recentes (Paquistão, Coreia do Norte e agora o Irão) cujos os regimes não têm nada de pacifico e muito menos se podem considerar previsiveis.
Penso que respondi a tua questão
Um abraço,
MJM
Como é obvio o Egipto sabe que os Israelitas são gente equilibrada (apesar de existirem aqueles "castiços" dos ulta-ortodoxos) o que já não se verifica com os "outros senhores". Talvez por ser Arabe e conhecer a "raça" (uso o termo sem sem qualquer tipo de segregação) o senhor Mubarak, que também não é nada burro, já começou "a arrastar os pés" para que a "inteligencia" ocidental se mexa (mais uma vez temos a ONU a mostrar toda a sua capacidade de resolver as questões!!!)
Curiosamenbte fala-se tanto dos "energumenos" americanos que, apesar de terem utilizado armas nucleares na II guerra, sairam do Vietnam sem as usar!!!se calhar estavam distraidos.
Mais a sério,é obvio que as armas nucleares existem e podem ser utilizadas dai a sua conotação de armamento de dissuazão. Agora o que é preocupante é que os Países que as possuiam (entre os quais estará certamente Israel) eram nações civilizadas e com regimes democraticos que criaram vários sistemas de restrições para o seu uso. Infelizmente o mesmo já não se verifica para os casos mais recentes (Paquistão, Coreia do Norte e agora o Irão) cujos os regimes não têm nada de pacifico e muito menos se podem considerar previsiveis.
Penso que respondi a tua questão
Um abraço,
MJM
..bom a onda e a mesma mas agora ja não deve dar confusão!
A Argentina e o Brasil suspendaram qq aplicação militar so deu programa nuclear
A Africa do Sul foi o único pais que desenvolveu armas nucleares e posteriormente desmantelou o seu arsenal voluntariamente
Se bem que complexo, não é impossivel para um pais como Egipto ou a Arábia Saudita, a nadar em em petro-dollares, obter armas nucleares a médio prazo (existe muitos cientistas no mundo capaz de vender os seus préstimos, desde os da antiga URSS passado pelos paquistaneses ou norte coreanos)
Mas pq só agora é q estes paises equacionam essa hipóteses ?
Pergunto de novo (ainda ninguém me respondeu)
têm estes paises arabes mais medo de um Irão nuclear do que de Israel ?
A Africa do Sul foi o único pais que desenvolveu armas nucleares e posteriormente desmantelou o seu arsenal voluntariamente
Se bem que complexo, não é impossivel para um pais como Egipto ou a Arábia Saudita, a nadar em em petro-dollares, obter armas nucleares a médio prazo (existe muitos cientistas no mundo capaz de vender os seus préstimos, desde os da antiga URSS passado pelos paquistaneses ou norte coreanos)
Mas pq só agora é q estes paises equacionam essa hipóteses ?
Pergunto de novo (ainda ninguém me respondeu)
têm estes paises arabes mais medo de um Irão nuclear do que de Israel ?
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Aos dois que escreveram antes de mim...a questão não é étnica...não pós em causa a inteligência dos judeus mas a origem da sua arma nuclear para o caso de alguêm pensar que teriam sido eles a construir integralmente a sua própia bomba...a dos americanos não foi contruida por indivíduos unicamente americanos...italiano e ingleses participaram e poaelmente de outras naionalidades...
Nacionalidade ou etnia não tem que ver com inteligência...esta tem que ver com oportunidades, educação etc.
Nacionalidade ou etnia não tem que ver com inteligência...esta tem que ver com oportunidades, educação etc.
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amsf Escreveu:Israel conseguiu no início dos anos 60 pela mão do De Gaule e não devido à sua massa cinzenta
curioso porque 20% de todos os prémios Nobel são de judeus e pelos vistos nem precisam deles...
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amsf Escreveu:A pergunta não foi para mim...mas digo-lhe que há uma grande diferença entre o que Mubarak diz e o que ele pensa...talvez não saiba que não basta esses regimes quererem a arma nunclear...Israel conseguiu no início dos anos 60 pela mão do De Gaule e não devido à sua massa cinzenta...´já não me recordo da contrapartida...
por acaso....toda a gente sabe que os Judeus não percebem puto de Fisica ... ehehe
Os franceses, e os ingleses, ajudaram Israel a obter a bomba depois da crise do Suez (o afirmar dos EUA e URSS como "as" superpotências e relegando para 2º lugar os paises europeus)
o Egipto até agora não estava interessado em obter armas nucleares (independentemente se der fácil ou dificil), e está a mudar o discurso pq o Irão está perto de obter armas nucleares
pergunto de novo, será que o Egipto tem mais medo de um Irão com meia dúzia de bombas do que Israel q se estima que tenha cerca de 200 ?
Gomez disse
"pois, e em 1939 a Polónia atacou a Alemanha..."
pois bem foi isso mesmo que a opinião pública do eixo e outra ficou convencida que aconteceu pois os serviços secretos alemães vestiram presos e ordenaram que atacassem um posto fronteiriço alemão...claro que o prémio dos presos não foi a liberdade como prometido mas a morte...
Ou seja a dita opinião pública bem informada (tal como agora) aceitou a invasão da Polónia como consequência deste ataque (simulado) à Alemanha.
"pois, e em 1939 a Polónia atacou a Alemanha..."
pois bem foi isso mesmo que a opinião pública do eixo e outra ficou convencida que aconteceu pois os serviços secretos alemães vestiram presos e ordenaram que atacassem um posto fronteiriço alemão...claro que o prémio dos presos não foi a liberdade como prometido mas a morte...
Ou seja a dita opinião pública bem informada (tal como agora) aceitou a invasão da Polónia como consequência deste ataque (simulado) à Alemanha.
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A pergunta não foi para mim...mas digo-lhe que há uma grande diferença entre o que Mubarak diz e o que ele pensa...talvez não saiba que não basta esses regimes quererem a arma nunclear...Israel conseguiu no início dos anos 60 pela mão do De Gaule e não devido à sua massa cinzenta...´já não me recordo da contrapartida...
"como explicas que o Egipto, Arábia Saudita entre outros convivam com um Israel armando com armas nucleares há uns 30/40 anos e nunca tenham sentido necessidade de desenvolver armas nucleares, e só agora que o Irão ameaça obter armas nucleares, é que estes paises dizem que se assim for tb vão procurar obter este armamento ?
"como explicas que o Egipto, Arábia Saudita entre outros convivam com um Israel armando com armas nucleares há uns 30/40 anos e nunca tenham sentido necessidade de desenvolver armas nucleares, e só agora que o Irão ameaça obter armas nucleares, é que estes paises dizem que se assim for tb vão procurar obter este armamento ?
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- Registado: 14/12/2005 17:02
amsf Escreveu:o que levou o Iraque a invadir o Koweite foi o facto de este país estar a violar um acordo sobre as quantidades a extrair diáriamente de uma reserva petrolífera subterrânea comum aos dois países
pois, e em 1939 a Polónia atacou a Alemanha...
As pessoas são tão ingénuas e tão agarradas aos seus interesses imediatos que um vigarista hábil consegue sempre que um grande número delas se deixe enganar.
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Caro Keyser,
Talvez falta de capacidade, talvez porque se o fizessem antes de os proprios Israelitas terem assumido deterem tal armamento tivessem de sofrer as reacções que agora Irão sofre.
A questão é mais esta... porque razão quem tem armas nucleares diz que os outros não as podem ter? Com que direito? Isso é que não sei mesmo responder nem entendo. Se tiveres uma justificação plausivel desde já agradeço.
Abraço,
Carrancho
Talvez falta de capacidade, talvez porque se o fizessem antes de os proprios Israelitas terem assumido deterem tal armamento tivessem de sofrer as reacções que agora Irão sofre.
A questão é mais esta... porque razão quem tem armas nucleares diz que os outros não as podem ter? Com que direito? Isso é que não sei mesmo responder nem entendo. Se tiveres uma justificação plausivel desde já agradeço.
Abraço,
Carrancho
Abraço,
Carrancho
Carrancho
Keyser disse:
"psychological warfare.. já ouviste falar ? "
O que me preocupa é a maioria da chamada opinião pública pensar que é capaz de a identificar quando é induzida a tomar partido e afinal não ser. Outros há que chegam lá mas depois de isso já não interessar e só com a ajuda de uns documentários que aparentemente vem esclarecer a situação mas que a troco de uma verdade relativa ao passado (gabarolice do vencedor)semeiam "verdades" que não passam de acção psicológica para atingir objectivos relativos a conflitos presentes.
"psychological warfare.. já ouviste falar ? "
O que me preocupa é a maioria da chamada opinião pública pensar que é capaz de a identificar quando é induzida a tomar partido e afinal não ser. Outros há que chegam lá mas depois de isso já não interessar e só com a ajuda de uns documentários que aparentemente vem esclarecer a situação mas que a troco de uma verdade relativa ao passado (gabarolice do vencedor)semeiam "verdades" que não passam de acção psicológica para atingir objectivos relativos a conflitos presentes.
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Keyser Soze Escreveu:foi como o resgate da soldado Lynch nesta guerra mais recente
Essa fulana é apenas uma cobarde, que envergonhou a farda que usou e os colegas que lutaram por ela.
Foi demitida com desonrra e falar nela é uma ofensa para qualquer marine.
Não são todos perfeitos, claro. Uns menos que outros.
Keyser Soze Escreveu:pensei nessa cena há uns tempos depois do Durão Barroso ir para UE e falar-se no Cardeal de Lisboa para novo Papa ...ehehe...só faltava o Guterres como Secretário geral da ONU
E o Santana Lopes na Liga Arabe? Ou em Israel?
(vê se arranjas também um tacho para o Pinto da Costa...)
Abraços (Keyser, tu e o Clinico até já merecem um beijo, mas já tenho a mulher dele à perna)
Esta é a vantagem da ambição:
Podes não chegar á Lua
Mas tiraste os pés do chão...
Podes não chegar á Lua
Mas tiraste os pés do chão...
mas como explicas que o Egipto, Arábia Saudita entre outros convivam com um Israel armando com armas nucleares há uns 30/40 anos e nunca tenham sentido necessidade de desenvolver armas nucleares, e só agora que o Irão ameaça obter armas nucleares, é que estes paises dizem que se assim for tb vão procurar obter este armamento ?
é curioso não é? parece que se sentem mais ameaçados por um Irão com 1 ou 2 ogivas nucleares do que com Israel com 200
qual a tua opinião ?
é curioso não é? parece que se sentem mais ameaçados por um Irão com 1 ou 2 ogivas nucleares do que com Israel com 200
qual a tua opinião ?
é interessante
toda a gente sabe que Israel tem armas nucleares desde os 60/70´s e no entanto o seu vizinho, Egipto, nunca sentiu necessidade de desenvolver armas nucleares, agora por causa do Irão a história é outra....e é Israel que é o mau da fita e o destabilizador da região
Não... Israel são uns santinhos!!!
Os vizinhos é que são destabilizadores, quem os manda não terem armas nucleares para equilibrar forças?!?!
Mas quem é que diz que não pode haver proliferação de armas nucleares? os que as teem? é preciso ter lata! Que tal darem o exemplo e destruirem todo o armamento nuclear e ai sim, passam a ter direito a exigir que não se fabriquem mais.
AH e tal... mas os EUA não as vão usar... nas mãos dos outros é muito perigoso... eles são os policias do mundo... e tal...
Então quem foi a unica força militar a fazer uso a bomba atómica?
Abraço,
Mário Carrancho
Abraço,
Carrancho
Carrancho
Tira cada conclusão...por o Kuwaite estar a violar um acordo com o Iraque e na sequência da invasão os organismos internacionais deixariam de condenar o invazor? Não é assim que o direito internacional funciona...como é evidente a ONU deve condenar qualquer invasor...seja os EUA...seja a etiópia...seja Israel...faz parte do direito internacional...a questão ali é que o Iraque recorreu à ONU devido ao diferendo e foi ignorado...e tomou a decisão errada (pensado contar o apoio dos EUA)de apossar-se da zona de extração correspondente à referida reserva petrolífera subterrânea...como não sentiu qualquer oposição dos Kuwaitianos foi até à capital saqueá-la.
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Aliás, a invasão só se concretizou em profundidade porque os milhares de princepezinhos Koweitianos puseram-se a andar deixando para trás as classes baixas e os milhões de imigrantes que têm ao seu serviço. E caso não saibam (ainda) a estória das crianças retiradas das encubadoras foi mais uma linda peça de propaganda americana que contou com a colaboração da filha dos embaixador koweitiano nos EUA que deu o seu testemunho para as câmaras como se tratasse de uma enfermeira do Koweite.
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