Salários suportam cortes nas despesas dos serviços do estado
E das várias regalias que os FP estão a perder, o Estado que não se esqueça das célebres "pontes" como por exemplo a do passado dia 26 de Dezembro.
o patrão dá 1 dia no ano, em que por acaso, a maioria do pais nao trabalhou. deve ser mesmo esse o problema principal
E as % da ADSE ao nível das comparticipações que venham para 0%, nunca percebi porque haveriam também de ter esta benesse.
os FP são os que mais descontam. 11,5% contra 11%. no privado tb há muitas empresas aoferecer seguros de saude aos funcionarios. pq é que hao-de ter essa benesse?
Assim de repente, faz-me lembrar também os professores que dão aulas de manhã e depois à tarde vão dar explicações a alunos da própria escola e sacam dali mais um ordenado. Por isso é que quando foi definido que tinham de ficar a trabalhar na escola, ficaram logo em stress, assim o "extra" deixa de entrar.
fala dos profs ou dos medicos? ja o disse e volto a dizer: quero trabalhar na escola o tempo todo. claro que quero condições. nao sao 2 ou 3 mesas e 15 a 20 cadeiras para 70 profs que sao condições de trabalho.
E das várias regalias que os FP estão a perder, o Estado que não se esqueça das célebres "pontes" como por exemplo a do passado dia 26 de Dezembro.
Não são mais que os outros, há que trabalhar.
E as % da ADSE ao nível das comparticipações que venham para 0%, nunca percebi porque haveriam também de ter esta benesse.
Assim de repente, faz-me lembrar também os professores que dão aulas de manhã e depois à tarde vão dar explicações a alunos da própria escola e sacam dali mais um ordenado. Por isso é que quando foi definido que tinham de ficar a trabalhar na escola, ficaram logo em stress, assim o "extra" deixa de entrar.
Não são mais que os outros, há que trabalhar.
E as % da ADSE ao nível das comparticipações que venham para 0%, nunca percebi porque haveriam também de ter esta benesse.
Assim de repente, faz-me lembrar também os professores que dão aulas de manhã e depois à tarde vão dar explicações a alunos da própria escola e sacam dali mais um ordenado. Por isso é que quando foi definido que tinham de ficar a trabalhar na escola, ficaram logo em stress, assim o "extra" deixa de entrar.
O mercado é que indica a direcção, nós só temos de o seguir!
privilegios? regalias sociais? nao há, acabaram-se... arranjam-se mais facilmente no privado que no publico.
salario? vamos no 8º ano com aumentos abaixo da inflação
progtessões? não há, estao congeladas e assim vão continuar.
má gestão? maus chefes? pessoas que nao sabem organizar os serviços? assim sim, estamos de acordo. por falta de capacidade de liderança que muitos serviços chegaram ao que chegaram
excesso de FP? em alguns serviços sim, noutros há falta
salario? vamos no 8º ano com aumentos abaixo da inflação
progtessões? não há, estao congeladas e assim vão continuar.
má gestão? maus chefes? pessoas que nao sabem organizar os serviços? assim sim, estamos de acordo. por falta de capacidade de liderança que muitos serviços chegaram ao que chegaram
excesso de FP? em alguns serviços sim, noutros há falta
comentário
A última expressão "negócio" diz-me tudo, cara marrequinha.....como se medisses tudo com essa do mercado como lei natural do homem.Do que nos apercebemos.... Caros....é de que, aparentemente, triunfaram os liberais da europa...pois são eles que impuseram, agendadamente, um défice não superior a 3% do PIB...com um critério desconhecido mas intencinal no sentido de nos tranformar na massa dos escravos que lhes darão as mais valias que cobiçam.
O governo apenas cumpre um dictat imposto por bruxelas onde vivem os cabeças de turco dos mandantes desta europa entregue a interesses liberais que se refugiam e mascaram em valores que a democracia exige.
Mas apenas me vem um contentamento fundado na certeza de que apenas são os estertores finais de um regime gorduroso e informe que já não tem muitos lugares para se esconder da evidência no surgimento de um tempo novo mais limpo, de outra racionalidade e com outra fé.
Apesar da propaganta intensíssima....que a todos quer iludir.
Porque será que os europas se preocupam tanto com os voos dos aviões que transportaram gente para guantanamo....porquê?....porque será?.....será que prenderam alguém que insurreccionou o Kosovo?....ou organizou a guerrilha no iraque?....
Fica-se assim....a pensar.
Não te iludas marrequinha.....se colecionarmos frustrados....mais dia menos dia ele elegem um chefe orgânico a quem atribuem todos os poderes...o legislativo ..o executivo e o judicial para endireitar as coisas......e depois sucede a guerra.
Tens de primeiro observar qual a origem do mal....e pensa sempre que daqui ...de onde vivemos...ninguém sai vivo.Por isso não deves excluir-te dos que querem viver...julgo-te humana.
Acho muito primária a tua visão....francamente.
cumps
O governo apenas cumpre um dictat imposto por bruxelas onde vivem os cabeças de turco dos mandantes desta europa entregue a interesses liberais que se refugiam e mascaram em valores que a democracia exige.
Mas apenas me vem um contentamento fundado na certeza de que apenas são os estertores finais de um regime gorduroso e informe que já não tem muitos lugares para se esconder da evidência no surgimento de um tempo novo mais limpo, de outra racionalidade e com outra fé.
Apesar da propaganta intensíssima....que a todos quer iludir.
Porque será que os europas se preocupam tanto com os voos dos aviões que transportaram gente para guantanamo....porquê?....porque será?.....será que prenderam alguém que insurreccionou o Kosovo?....ou organizou a guerrilha no iraque?....
Fica-se assim....a pensar.
Não te iludas marrequinha.....se colecionarmos frustrados....mais dia menos dia ele elegem um chefe orgânico a quem atribuem todos os poderes...o legislativo ..o executivo e o judicial para endireitar as coisas......e depois sucede a guerra.
Tens de primeiro observar qual a origem do mal....e pensa sempre que daqui ...de onde vivemos...ninguém sai vivo.Por isso não deves excluir-te dos que querem viver...julgo-te humana.
Acho muito primária a tua visão....francamente.
cumps
Se naufragares no meio do mar,toma desde logo, duas resoluções:- Uma primeira é manteres-te à tona; - Uma segunda é nadar para terra;
Sun Tzu
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- Localização: vila nova de gaia
[quote]
o cliente é até é a razão de existir o serviço, que vale a pena ser educado, que receber um ordenado não é um direito adquirido, etc, etc, etc.... [/quote]
bem apontado.
se nos serviços da Segurança Social os contribuintes ainda são rotulados por "beneficiários", e quase sempre mal tratados, duma forma que já nem os taberneiros (ainda haverá?) tratam os bebedolas co costume...
só 1 exemplo: este governo parece ter vontade de acabar com o Gabinete de Prevenção Rodoviária (não sei qual o nome correcto),
alguém dará pela falta de tal serviço?
e quanto custava?
e quantas pessoas lá existiam sem nada fazerem de proveitoso para diminuição clara do nº de acidentes em Portugal?
que eu me lembre o "triste" Sr. Trigoso só servia para aparecer nas TV's a gritar contra os excessos de velocidade, e em mais nada se resumem os imensos anos em que presidiu ao Gabinete e os muitos milhões de contos e de €uros que aquilo nos custou.
destes haverá muitos mais exemplos.
o cliente é até é a razão de existir o serviço, que vale a pena ser educado, que receber um ordenado não é um direito adquirido, etc, etc, etc.... [/quote]
bem apontado.
se nos serviços da Segurança Social os contribuintes ainda são rotulados por "beneficiários", e quase sempre mal tratados, duma forma que já nem os taberneiros (ainda haverá?) tratam os bebedolas co costume...
só 1 exemplo: este governo parece ter vontade de acabar com o Gabinete de Prevenção Rodoviária (não sei qual o nome correcto),
alguém dará pela falta de tal serviço?
e quanto custava?
e quantas pessoas lá existiam sem nada fazerem de proveitoso para diminuição clara do nº de acidentes em Portugal?
que eu me lembre o "triste" Sr. Trigoso só servia para aparecer nas TV's a gritar contra os excessos de velocidade, e em mais nada se resumem os imensos anos em que presidiu ao Gabinete e os muitos milhões de contos e de €uros que aquilo nos custou.
destes haverá muitos mais exemplos.
Por muito incorrecto que isto possa parecer, a necessária e urgente redução da despesa pública obriga a que algumas medidas sejam, de facto, injustas. Como em tudo, em que a velocidade do tempo não perdoa, haverá erros e coisas menos acertadas. O risco de ficarem apenas os maus é real, mas depois da casa arrumada, será mais fácil partir para uma nova etapa, de avaliação exaustiva e correcta que neste momento seria uma tarefa inglória.
Já vi este filme em dimensões mais reduzidas (empresas) e não vejo volta a dar a esta metodologia quando o tempo escasseia.
abraço
armando
Já vi este filme em dimensões mais reduzidas (empresas) e não vejo volta a dar a esta metodologia quando o tempo escasseia.
abraço
armando
Eu também acho que há gestão inexistente dentro dos serviços. Se ninguém gere um serviço e ensina/lembra/mostra aos funcionários que o cliente até é a razão de existir o serviço, que vale a pena ser educado, que receber um ordenado não é um direito adquirido, etc, etc, etc.... mesmo empregados com potencial se resignam a ser igualmente maus, não há nenhuma vantagem nem motivação em ser-se melhor. Precisamos de gestores (não falo de gestores de formação, falo de gestores de serviços numa perspectiva de serviço, eficiencia e negócio).
Editado pela última vez por Pata-Hari em 3/1/2007 22:31, num total de 1 vez.
essa é uma visão que me estava a escapar: corremos de facto o risco de SÒ ficarem os maus, ou mesmo SÓ os muito maus.
escusamos de camuflar a realidade: eu acho que no imenso mar (de palha) que é a classe dos servidores do Estado (vulgo - funcionários públicos)há muita gente boa e honestamente interessada no bem público (também tenho familiares na função pública), a questão resume-se na imensa quantidade de serviços perfeitamente inuteis e na baixa escolaridade, e portanto baixa capacidade profissional, de muitos dos funcionários.
se a isto juntar-mos o "emprego para toda a vida" e as regalias sociais, impensáveis dum verdadeiro regime democrático...
escusamos de camuflar a realidade: eu acho que no imenso mar (de palha) que é a classe dos servidores do Estado (vulgo - funcionários públicos)há muita gente boa e honestamente interessada no bem público (também tenho familiares na função pública), a questão resume-se na imensa quantidade de serviços perfeitamente inuteis e na baixa escolaridade, e portanto baixa capacidade profissional, de muitos dos funcionários.
se a isto juntar-mos o "emprego para toda a vida" e as regalias sociais, impensáveis dum verdadeiro regime democrático...
Se calhar à medida que os privilégios forem diminuindo e os salários reais também, os próprios empregados se irão começando a despedir. Corremos é o risco de que sobrem apenas os mesmo extremamente maus... embora também ache que no estado em que isto está, também não podem haver muitos muito bons (em percentagem):
se o Estado quer reduzir:
[quote]75 mil é o número de funcionários públicos que o Governo quer reduzir até 2009. [/quote]
e se:
[quote]De Janeiro a Novembro deste ano, foram reduzidos 10 633. [/quote]
quer dizer somente que o Estado vai ter que acelerar o processo.
terá este Estado coragem para isso?
eu não acredito.
[quote]75 mil é o número de funcionários públicos que o Governo quer reduzir até 2009. [/quote]
e se:
[quote]De Janeiro a Novembro deste ano, foram reduzidos 10 633. [/quote]
quer dizer somente que o Estado vai ter que acelerar o processo.
terá este Estado coragem para isso?
eu não acredito.
E, da mesma fonte:
O Governo prepara-se para extinguir 13 serviços sociais providenciados aos funcionários públicos e seus familiares, poupando 1,6 milhões de euros por ano.
O Grupo de Trabalho para a Fusão dos Serviços Sociais aprovou já o relatório final e concluiu pela extinção 13 dos 38 serviços sociais da Administração Pública que foram analisados. Se tal acontecer (a decisão cabe o ministro das Finanças, Teixeira dos Santos), serão retirados bene- fícios a 28 717 pessoas.
As áreas da Educação e da Saúde serão as mais afectadas. No primeiro caso serão extintas creches e jardins-de-infância pelos Serviços Sociais (com ou sem utilização de recursos do Ministério da Educação), retirados apoios a creches e jardins-de-infância de associações de funcionários subsidiados pelos Serviços Sociais e ainda o subsídio de frequência do 1.º Ciclo do Ensino Básico (mensal). Nesta área, a poupança global é de 23 2961 euros por ano e atinge 3359 beneficiários.
Na Saúde, está previsto o fim de quatro serviços, cuja actividade se centra na comparticipação de medicamentos, postos e centros de saúde. A poupança com a extinção destes serviços será de 1 230 310 euros por ano e afecta 25 032 beneficiários.
As actividades de lazer, lúdicas e pedagógicas também serão afectadas. Aqui o relatório propõe a extinção de três serviços: festas de Natal de aposentados, festas de Natal do Ministério da Saúde e apoio financeiro a Casas de Pessoal. Perdem benefícios 743 pessoas e o Estado poupa 77 883 euros todos os anos.
Dos serviços a extinguir constam também a assitência materno-infantil (subsídio de nascimento) e subsídio de funeral, o que dá uma poupança de 80 207 euros/ano e retira benefícios a 533 pessoas.
O grupo de trabalho concluiu que existe actualmente uma grande diversidade entre os tipos de benefícios atribuídos pelos diversos serviços sociais e ainda que o princípio da não cumulação de benefícios não tem sido respeitado.
SERVIÇOS A EXTINGUIR
EDUCAÇÃO
Creches e jardins-de-infância geridos pelos SS sem utilizar recursos do ME: 278 (N.º benef.) / Eliminar (futuro)
Creches e jardins-de-infância geridos pelos SS utilizando recursos do ME: 956 (N.º benef.) / Eliminar (futuro)
Apoio a creches e jardins-de-infância de associações de funcionários subsidiados pelos SS: Eliminar (futuro)
Subsídio para frequência 1.º Ciclo Ensino Básico (mensal): 232 962 euros (despesa) / 2125 (N.º benef.) / Eliminar (futuro)
SAÚDE
Centros de saúde/postos: 240 010 euros (despesa) / 10382(N.º benef.) / Eliminar (futuro)
Comparticipação em medicamentos, meios auxiliares de diagnóstico e consultas: 150 737 euros (despesa) / 6090 (N.º benef.) / Eliminar (futuro)
Comparticipação com internamentos em hospitais privados: 159 840 euros (despesa) / 950 (N.º benef.) / Eliminar (futuro)
Comparticipação na aquisição de lentes e próteses oculares: 670 723 euros (despesa) / 7610 (N.º benef.) / Eliminar (futuro)
ACTIVIDADES DE LAZER, LÚDICAS E PEDAGÓGICAS
Festas de Natal de aposentados: 8143 euros (despesa) / Eliminar (futuro)
Festas de Natal do Ministério da Saúde: 31 760 euros (despesa) / 739 (N.º benef.) / Eliminar (futuro)
Apoio financeiro a Casas de Pessoal: 37 980 euros (despesa) / 4 (N.º benef.) / Eliminar (futuro)
OUTROS BENEFÍCIOS/SITUAÇÕES
Assistência materno-infantil (subsídio de nascimento): 75 867 euros (despesa) / 475 (N.º benef.) / Eliminar (futuro)
Subsídio de funeral (com carácter geral): 4340 euros (despesa) / 58 (N.º benef.) / Eliminar (futuro)
Salários suportam cortes nas despesas dos serviços do estado
Fonte, o grande diário económico correio da manhã
Função Pública: Reforma da administração dos serviços do Estado
Salários suportam cortes
Jorge Godinho
O Governo vai concentrar, nos próximos quatro anos, a redução da despesa corrente do Estado nos gastos com o pessoal
A reforma da Administração Pública, que o Governo considera fulcral para a modernização do País, vai ter um impacto fortíssimo nas despesas com pessoal nos próximos quatro anos: a confirmarem-se as previsões inscritas na revisão do Programa de Estabilidade e Crescimento (PEC) entregue em Dezembro passado à Comissão Europeia, entre 2007 e 2010, a redução nos gastos com os funcionários públicos ascenderá a 4950 milhões de euros (990 milhões de contos), valor que representará 66,4 por cento de uma redução total de 7450 milhões de euros obtida com a reestruturação dos serviços naqueles quatro anos. A restante diminuição resultará de ‘ganhos de eficiência’ dos serviços.
O Executivo garante que “a poupança em despesas com pessoal resulta das reduções nas estruturas administrativas no âmbito do PRACE [Programa de Reestruturação da Administração Central do Estado], do apertado controlo nas admissões, da contenção na actualização da tabela salarial e do prolongamento, em 2007, do congelamento das progressões automáticas”, como refere o PEC.
As previsões apresentadas deixam claro que o maior impacto da reforma ocorrerá já em 2007: a redução de 950 milhões de euros, mesmo sendo a mais baixa dos quatro anos, representa 69,8 por cento do corte total anual de 1360 milhões de euros. Nos três anos seguintes, a previsão aponta para um aumento progressivo da redução anual dos gastos com pessoal: ao todo, entre 2007 e 2010, a despesa com pessoal cairá 4950 milhões de euros.
Bettencourt Picanço, presidente do Sindicato dos Quadros Técnicos do Estado, diz que “a colocação de 75 mil funcionários na lista de supranumerários, com redução do salário, é importante para a diminuição da despesa”. E frisa que “os portugueses vão sentir mais as dificuldades dos serviços públicos em responderem às solicitações”, devido à “não colocação de funcionários em serviços carenciados”.
Entre 2007 e 2010, os ganhos de eficiência dos serviços permitirão reduzir a despesa do Estado num total de 2500 milhões de euros.
MEDIDAS EM CURSO
ADMISSÕES
O Governo já assumiu a necessidade de reduzir o número de efectivos da Administração Pública. Para isso, vai aplicar o sistema de mobilidade entre serviços, controlar as admissões de novos trabalhadores e prescindir de tarefeiros e avençados.
VENCIMENTOS
A contenção na actualização dos salários é uma norma para aplicar nos próximos anos. Para 2007, o aumento salarial foi de 1,5%. Por isso, o STE sublinha que esta actualização é inferior à taxa de inflação pelo 8.º ano consecutivo.
CARREIRAS
A aplicação de um novo sistema de vínculos, carreiras e remunerações é a grande prioridade do Governo neste momento. A 24 de Janeiro, realiza-se a primeira reunião entre os responsáveis do Ministério das Finanças e do STE.
NÚMEROS
737 mil era o número de funcio-nários e agentes do Estado em 2005, segundo um estudo da Direcção-Geral da Administração Pública (DGAP).
75 mil é o número de funcionários públicos que o Governo quer reduzir até 2009. De Janeiro a Novembro deste ano, foram reduzidos 10 633.
133 Serviços da Administração Central foram extintos com as novas leis orgânicas dos ministérios: é uma redução de 25,6% face ao total de 518 serviços existentes.
544 é o número de cargos de direcção superior. As novas leis orgânicas dos ministérios extinguiram 28,5% do total de 761 cargos existentes.
56 institutos públicos é o número de estruturas existentes após as novas leis orgânicas dos ministérios terem extinto 44% das 100 existentes.
0,8 por cento é a redução prevista em despesas com pessoal no Orçamento do Estado para 2007.
"ESSE É O CAMINHO CERTO"
O fiscalista Medina Carreira não tem dúvida de que o Governo de José Sócrates definiu no Programa de Estabilidade e Crescimento (PEC), apresentado em Bruxelas em Dezembro passado, “o caminho certo” para a reforma da Administração Central do Estado. “O Ministério das Finanças está a abrir as portas certas, agora se aquilo que o Governo quer fazer vai dar resultados vamos ver”, afirmou ontem ao CM este especialista em assuntos financeiros.
Para Medina Carreira, face às dificuldades económicas do País e ao peso da despesa pública no Produto Interno Bruto (cerca de 50 por cento), a definição [do caminho] era indispensável” para travar o crescimento dos gastos correntes do Estado. Por isso, “se se conseguir isso, é um passo positivo”, dado que “até aqui o caminho percorrido [no combate à despesa pública] foi à custa dos impostos e das despesas de capital”.
REDUÇÃO DA DESPESA NOS SERVIÇOS PÚBLICOS CENTRAIS
DESPESAS COM PESSOAL
2007: 950 milhões de euros / 69,8% do total anual / 0,61% do PIB
2008: 1150 milhões de euros / 67,2% do total anual / 0,72% do PIB
2009: 1340 milhões de euros / 65,6% do total anual / 0,82% do PIB
2010: 1510 milhões de euros / 64,5% do total anual / 0,89% do PIB
GANHOS DE EFICIÊNCIA
2007: 410 milhões de euros / 30,3% do total anual / 0,16% do PIB
2008: 560 milhões de euros / 32,8% do total anual / 0,35% do PIB
2009: 700 milhões de euros / 34,4% do total anual / 0,43% do PIB
2010: 830 milhões de euros / 35,5% do total anual / 0,49% do PIB
TOTAL
2007: 1360 milhões de euros / 0,87% do PIB
2008: 1710 milhões de euros / 1,07% do PIB
2009: 2040 milhões de euros / 1,24% do PIB
2010: 2340 milhões de euros / 1,39% do PIB
António Sérgio Azenha
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