Caldeirão da Bolsa

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Espaço dedicado a todo o tipo de troca de impressões sobre os mercados financeiros e ao que possa condicionar o desempenho dos mesmos.

por Peter_Borgas » 18/12/2006 10:39

LISBOA, 18 Dez (Reuters) - O Millennium bcp subiu
quatro pct até ao máximo de quatro anos e meio com a especulação
de poder vir a ser ele próprio um alvo de 'takeover', caso o BPI
decida vender os 7,7 pct que tem neste, disseram
dealers.
Negociaram-se 12.950.990 acções do BCP a subirem 2,89 pct
para 2,85 euros após terem tocado os 2,88 euros -- máximo desde
Julho de 2002 -- suplantando o ganho de 0,05 pct do índice DJ
Stoxx <.SX7P> e de 0,67 pct do índice PSI20 <.PSI20>.
O Conselho de Administração (CA) do BPI -- alvo de um
'takeover' lançado pelo Millennium bcp -- pediu a convocatória
de uma assembleia geral extraordinária que o autorize a poder
alienar a posição detida no BCP e que se realiza a 19 Janeiro.
O BPI, dado que está sob uma Oferta, teria sempre de pedir à
AG para recuperar a possibilidade de poder decidir, no futuro,
se vende essa participação.
Fontes oficiais do BCP e do BPI declinaram comentar.
"A subida do Millennium bcp deve-se à especulação que o seu
prémio de 'M&A' aumenta, se o BPI acabar por vender esse lote de
7,7 pct do capital", disse um dealer.
"A aposta de que o BCP pode ser alvo de um 'takeover' não é
nova, agora deve-se à possível venda desse lote por parte do BPI
e há a convicção de que o BCP não está caro e tem alguns price
targets mais altos, o que diminiu o risco de entrada", disse
outro.
Adiantou que poderá haver vários bancos estrangeiros a olhar
para o BCP, adiantando: "não creio que o potencial comprador
seja o La Caixa -- accionista de referência do BPI -- pois, se
tivesse interesse, tentava um acordo com o BCP e não fazia subir
as acções".
Sexta-feira passada, o Chief Executive Officer do BCP, Paulo
Teixeira Pinto, não quis comentar a subida das acções do banco,
referindo que o mercado é livre de funcionar, que preferia que
subissem do que descessem e que a cotação ainda está abaixo da
média dos últimos price targets de casas de research.
"O BCP encontra uma resistência técnica nos 3,0 euros, valor
que foi várias vezes em 2001 e 2002", disse Filipe Garcia,
analista técnico da IMF-Informação de Mercados Financeiros.

((---Sérgio Gonçalves, Lisboa Editorial, 351-21-3509204
lisbon.newsroom@reuters.com; Reuters Messaging:
sergio.goncalves.reuters.com@reuters.net))
 
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por Peter_Borgas » 18/12/2006 8:59

LISBOA, 18 Dez (Reuters) - O mercado accionista prevê-se
abrir em terreno misto ou ligeiramente positivo, suportado no
fecho positivo de Wall Street, na sexta-feira, e na subida dos
futuros do Nasdaq mas com a fraca liquidez a condicionar.
"Entramos na semana que antecede o Natal pelo que muito
investidores já partem para férias esperando-se que esta semana
seja de fraca liquidez", disse um dealer.
Em Lisboa, as atenções vão continuar centradas nos títulos
envolvidos nas OPA, aguardando pelas decisões da Autoridade da
Concorrência (AdC).
A AdC deverá esta semana anunciar a decisão final
relativamente à concentração Sonaecom /PT e na
próxima a decisão preliminar sobre a concentração BCP
/BPI .
O índice Dow Jones <.DJI> subiu 0,23 pct e o Nasdaq <.IXIC>
ganhou 0,14.
Os futuros do Nasdaq sobem 0,14 pct.
O barril de petróleo segue em queda ligeira mas a negociar
ainda acima dos 63 dólares, perante expectativas que o nevoeiro
intenso que tem atrasado os carregamentos de crude alivie.
Na semana passada a OPEP anunciou um corte na produção de
500 mil barris diários a partir de Fevereiro.


((---Patrícia Vicente Rua, Lisboa Editorial 351 21 3509207,
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por Peter_Borgas » 15/12/2006 16:37

LISBOA, 15 Dez (Reuters) - A Renticapital, empresa detida
maioritariamente por Horácio Roque, passou a deter 2,009 pct do
capital da Impresa na sequência da aquisição de 915.000
acções do grupo de comunicação social, anunciou a Impresa.
Adianta em comunicado que a compra foi realizada a 14 de
Dezembro por um preço médio de 4,57 euros por acção, elevando
para 1.687.940 o total de acções de detidas pela Renticapital na
Impresa.
"Pelo que, à Renticapital são agora imputáveis os votos
inerentes ao total de 1.687.940 acções ordinárias da sociedade
Impresa, representativas de 2,009 pct do capital social, a que,
tanto quanto é do seu conhecimento, corresponde 2,009 pct de
direitos de voto", refere a nota.
Negociaram-se 100.914 acçoes da Impresa a subir 0,22 pct
para os 4,56 euros.

((---Ruben Bicho, Lisboa Editorial 351 21 350 9206,
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por Peter_Borgas » 15/12/2006 13:48

LISBOA, 15 Dez (Reuters) - A Euronext Lisbon segue com o
índice PSI20 <.PSI20> em máximos dos últimos seis anos,
ultrapassando o nível psicológico de 11 mil pontos, numa sessão
em que os destaques vão para os ganhos robustos do BCP
e da Cimpor , disseram dealers.
Na Europa a tendência é igualmente de alta, mantendo-se a
toada favorável para os mercados de acções neste final de 2006,
ainda com as notícias de fusões e aquisições a dar suporte.
"O BCP está a puxar o índice para máximos de seis anos, com
a Cimpor a mostrar também muita força na subida após ter
anunciado a aquisição de uma cimenteira turca, uma decisão
estratégica muito favorável", disse um operador.
O PSI20 <.PSI20> sobe 0,59 pct para 11.035,20 pontos, com
seis títulos em queda, oito em alta e seis estáveis.
* BCP sobe 3,8 pct para 2,73 euros, máximo da sessão, com
mais de 37 milhões de acções, suportado em expectativas de que a
saída do BPI do seu capital o torna mais vulnerável
perante um ataque do exterior.
O BPI anunciou, esta semana, a intenção de convocar uma
assembleia geral para deliberar a alienação da posição de sete
pct que tem no capital do rival.
"Se o BPI concretizar a venda da posição que tem no BCP isso
torna-o mais vulnerável perante um ataque que possa surgir do
exterior e depois o volume é significativo", disse um dealer.
"Se a OPA sobre o BPI falhar o BCP pode passar de predador a
presa, agora o que é estranho é que só hoje o mercado se esteja
a lembrar disso", disse outro.
* Cimpor transaccionou 520.092 acções a subirem 1,82 pct
para 6,17 euros, tendo atingido o máximo histórico de 6,25
euros, após ter anunciado a compra da cimenteira turca Yibitas
Lafarge Orta Anadolu Çimento Sanayi ve Ticaret A.S. (YLOAÇ) por
um enterprise value de 534 ME.
"A reacção positiva do preço das acções faz sentido, uma vez
que esta aquisição é importante para o crescimento da Cimpor",
considera Sónia Baldeira, analista do Caixa Banco de
Investimento.
* Também o BES atingiu máximo de 1998 nos 13,60
euros, a beneficiar dos bons fundamentais e dos ganhos da banca
europeia.
Negociaram-se 52,9 milhões de acções num total de 179 ME.


((---José Barata, Lisboa Editorial, +351 21 3509203,
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por Peter_Borgas » 15/12/2006 13:02

LISBOA, 15 Dez (Reuters) - A Cimpor valorizou 3,14
pct para o máximo desde Abril de 2001 nos 6,25 euros, a
beneficiar da aquisição da cimenteira turca YLOAÇ, tendo ainda
espaço para subir mais até ao final do ano, disseram dealers e
analistas.
A Cimpor anunciou hoje a assinatura de um contrato
vinculativo para a compra de 99,7 pct do capital da Yibitas
Lafarge Orta Anadolu Çimento Sanayi ve Ticaret A.S. (YLOAÇ) por
um Enterprise Value de 533,56 milhões de euros (ME).
"A subida da Cimpor prende-se com a aquisição anunciada
hoje. Acresdito que há espaço para mais subidas até ao final do
ano", disse um dealer.
"A reacção positiva do preço das acções faz sentido, uma vez
que esta aquisição é importante para o crescimento da Cimpor",
considera Sónia Baldeira, analista do Caixa Banco de
Investimento.
Salienta que a Turquia é um dos mercados mais interessantes
para o sector do cimento, quer pela sua localização quer pelas
boas perspectivas que tem para o crescimento da economia e
consequentemente da construção.
"Considero que o preço está em linha com as últimas
aquisições feitas no sector", aponta esta analista que tem uma
recomendação de Compra e um fair value de 6,40 euros para a
cimenteira.
O outlook favorável para 2007, o plano de expansão agressivo
e o forte dividend yield que a empresa tem dentro do sector são
alguns dos 'triggers' apontados para a Cimpor.
Negociaram-se 482.731 acções da Cimpor com uma valorização
de 2,15 pct para 6,19 euros que compra com a subida de 0,62 pct
do índice PSI20 <.PSI20> e com a subida de 0,19 pct do índice DJ
Stoxx para o sector <.SXOP>.
A cimenteira já valorizou seis pct no mês de Dezembro e
conta com um ganho acumulado de 31 pct desde o início do ano.
Para o analista Bruno Silva do BPI, esta aquisição é neutral
em termos quantitativos mas é estrategicamente positiva.
"No geral, o factor chave é o reforço da posição estratégica
na bacia do Mediterrâneo, a crescente credibilidade dos planos
de expansão da Cimpor, a crescente influência do mundo do
cimento e o prémio a que a Cimpor devia estar a negociar dado o
seu portfolio", refere este analista no Iberian Daily.
O BPI tem uma recomendação de Compra para a Cimpor e um
price target de 6,7 euros.

((---Patrícia Vicente Rua, Lisboa Editorial 351 21 3509207,
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por Peter_Borgas » 12/12/2006 16:08

LISBOA, 12 Dez (Reuters) - A Autoridade da Concorrência
(AdC) espera que tanto a decisão final da concentração Sonaecom
/PT como o projecto de decisão sobre a
concentração BCP /BPI sejam conhecidas antes do
final do ano, revelou Abel Mateus, presidente da AdC.
"As decisões sobre as duas OPA estão bem encaminhadas,
espero que possamos assistir ao desfecho antes do final do ano",
disse Abel Mateus, num almoço promovido pelas Câmaras de
Comércio Luso-Alemã, francesa e holandesa.

((---Ruben Bicho, Lisboa Editorial 351 21 3509207,
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por Peter_Borgas » 12/12/2006 14:26

LISBOA, 12 Dez (Reuters) - A entrada do Banif no
capital do Finibanco não visa a realização de qualquer
fusão, é uma oportunidade de negócio, disse Horácio Roque,
presidente do Banif.
O Banif anunciou ontem ter chegado a acordo com a
norte-americana Porgest para a compra de 7,735 pct do capital do
Finibanco, numa operação que ascende aos 23,2 milhões de euros e
que está dependente da não oposição do Banco de Portugal.
"Não tem nada disso (a ver com fusões). O facto do Banif ter
comprado uma posição em outro banco não é nada de anormal, pois
já outros bancos compraram participações no Banif também e não
levou a fusão nenhuma, a concentração nenhuma", disse Horácio
Roque, à margem dos Stock Awards, evento organizado pelo Jornal
de Negócios.
"Comprei porque era uma oportunidade de negócio, é um
investimento financeiro", acrescentou Horácio Roque.
A notícia levou o Finibanco a disparar cerca de 12 pct para
o máximo histórico de 3,38 euros e a criar no mercado a ideia de
um movimento de concentração entre ambos.
Negociaram-se 124.934 acções do Banif a subirem 0,2 pct para
5,03 euros e 364.926 acções do Finibanco a ganharem 6,62 pct
para 3,22 euros.
O presidente do Banif acrescentou estar a instituição aberta
a novas negociações com os CTT-Correios de Portugal para retomar
a parceria para a criação do banco postal, apesar de não manter
um bom relacionamento com Luís Nazaré, presidente dos CTT.
"Estamos abertos a retomar negociações, vamos concerteza
voltar a negociar com os CTT", disse Horácio Roque.
O Banif e os CTT acertaram, em Janeiro de 2005, as condições
para a criação de um banco postal mas posteriormente estes
acabaram por cancelar a sua concretização, negociando, depois,
com a Caixa Geral de Depósitos (CGD).
Os CTT anunciaram, na segunda-feira, o fim das negociações
com a CGD para a constituição do banco postal.

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LISBOA, 12 Dez (Reuters) - A Semapa não tem pressa

por Peter_Borgas » 12/12/2006 14:18

LISBOA, 12 Dez (Reuters) - A Semapa não tem pressa
em reduzir a sua posição de 67 pct na Portucel , embora
mantenha essa intenção, disse Pedro Queiroz Pereira, CEO da
Semapa.
A Semapa tem referido que quer descer a sua participação até
um mínimo de 51 pct.
"Mantemos a intenção (de reduzir na Portucel) mas não há
pressa. Temos essa ideia desde o início, mas temos, agora,
outras prioridades", disse Queiroz Pereira, à margem dos Stock
Awards, organizado pelo Jornal de Negócios.
Adiantou que confia no Estado português e na Agência
Portuguesa para o Investimento (API) para tratar do 'ok' à
comparticipação do financiamento da nova máquina de papel em
Bruxelas.
A Portucel tem um projecto para a instalação de uma nova
máquina de papel em Setúbal, num investimento de 490 milhões de
euros (ME) e que em parte será comparticipado pelo Estado,
aguardando por luz verde de Bruxelas.
"Só com a aprovação (em Bruxelas) é que avançamos", disse
Queiroz Pereira.

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por Peter_Borgas » 12/12/2006 14:16

LISBOA, 12 Dez (Reuters) - A EDP-Energias de Portugal
já tem mais de 10 propostas para a compra dos três
lotes de cinco pct da REN-Redes Energéticas Nacioanis num total
de 15 pct, disse António Mexia, CEO da EDP.
A EDP tem 30 pct da REN e quer reduzir a sua participação
para um nível final de cinco pct, querendo alienar estes 15 pct
até ao final de 2006 e os restantes 10 pct no âmbito do IPO da
REN em 2007.
"Sim, mais de 10 (propostas)", disse António Mexia, à margem
dos Stock Awards, quando interrogado sobre quantas propostas a
EDP tinha recebido para alienação dos três lotes de cinco pct da
REN.

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por Peter_Borgas » 12/12/2006 14:15

LISBOA, 12 Dez (Reuters) - A entrada do Banif no
capital do Finibanco não visa a realização de qualquer
fusão, é uma oportunidade de negócio, disse Horácio Roque,
presidente do Banif.
O Banif anunciou ontem ter chegado a acordo com a
norte-americana Porgest para a compra de 7,735 pct do capital do
Finibanco, numa operação que ascende aos 23,2 milhões de euros e
que está dependente da não oposição do Banco de Portugal.
"Não tem nada disso (a ver com fusões). O facto do Banif ter
comprado uma posição em outro banco não é nada de anormal, pois
já outros bancos compraram participações no Banif também e não
levou a fusão nenhuma, a concentração nenhuma", disse Horácio
Roque, à margem dos Stock Awards, evento organizado pelo Jornal
de Negócios.
"Comprei porque era uma oportunidade de negócio, é um
investimento financeiro", acrescentou Horácio Roque.
O presidente do Banif acrescentou estar a instituição aberta
a novas negociações com os CTT-Correios de Portugal para retomar
a parceria para a criação do banco postal, apesar de não manter
um bom relacionamento com Luís Nazaré, presidente dos CTT.
"Estamos abertos a retomar negociações, vamos concerteza
voltar a negociar com os CTT", disse Horácio Roque.

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