Mota-Engil
[/quote]CRIL-Circular Regional Interior de Lisboa vai ser gerida pelo consórcio Lusolisboa, liderado pela Mota-Engil e que ganhou a concessão da Grande Lisboa. Apesar de não ser construída pelo consórcio, a concessão, à qual falta construir o troço entre a Buraca e Pontinha, num investimento de cerca de 100 milhões de euros, irá passar para a dependência do consórcio, que além disso vai gerir os troços do eixo Norte-Sul.
O Governo publicou ontem em Conselho de Ministros as bases da concessão da Grande Lisboa, que foi adjudicada recentemente ao consórcio, em detrimento do agrupamento liderado pela Brisa
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Governo aprova atribuição da Grande Lisboa a consórcio da Mota
O Conselho de Ministros aprovou hoje a realização do contrato entre o Estado português e a Lusolisboa, para a atribuição ao consórcio liderado pela Mota-Engil, da construção e exploração da concessão da Grande Lisboa.
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Jornal de Negócios Online
negocios@mediafin.pt
O Conselho de Ministros aprovou hoje a realização do contrato entre o Estado português e a Lusolisboa, para a atribuição ao consórcio liderado pela Mota-Engil, da construção e exploração da concessão da Grande Lisboa.
O decreto-lei aprovado em Conselho de Ministros, "aprova as bases da concessão da concepção, construção, aumento do número de vias, financiamento, manutenção e exploração dos lanços de auto-estrada e conjuntos viários associados, integrados na ‘Concessão da Grande Lisboa’".
O Executivo aprovou também a resolução que aprova a minuta de contrato de concessão a celebrar com o concorrente vencedor do concurso público internacional para a "Concessão da Grande Lisboa", tendo em vista a concepção, projecto, construção, aumento do número de vias, financiamento, manutenção e exploração dos lanços de auto-estrada e conjuntos viários associados à referida concessão.
O concurso público para esta obra foi ganho pela Lusolisboa – consórcio liderado pela Mota-Engil - numa obra cujo investimento deverá rondar os 292 milhões de euros.
"Deste modo, o Governo, no âmbito da respectiva política de infra-estruturas rodoviárias, vem promover a resolução de significativos problemas de acessibilidades na zona da Grande Lisboa. Trata-se de um empreendimento de fulcral importância para a Área Metropolitana de Lisboa e que Irá ser integralmente financiado pelo sector privado", refere o comunicado do Conselho de Ministros.
O Conselho de Ministros aprovou hoje a realização do contrato entre o Estado português e a Lusolisboa, para a atribuição ao consórcio liderado pela Mota-Engil, da construção e exploração da concessão da Grande Lisboa.
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O Conselho de Ministros aprovou hoje a realização do contrato entre o Estado português e a Lusolisboa, para a atribuição ao consórcio liderado pela Mota-Engil, da construção e exploração da concessão da Grande Lisboa.
O decreto-lei aprovado em Conselho de Ministros, "aprova as bases da concessão da concepção, construção, aumento do número de vias, financiamento, manutenção e exploração dos lanços de auto-estrada e conjuntos viários associados, integrados na ‘Concessão da Grande Lisboa’".
O Executivo aprovou também a resolução que aprova a minuta de contrato de concessão a celebrar com o concorrente vencedor do concurso público internacional para a "Concessão da Grande Lisboa", tendo em vista a concepção, projecto, construção, aumento do número de vias, financiamento, manutenção e exploração dos lanços de auto-estrada e conjuntos viários associados à referida concessão.
O concurso público para esta obra foi ganho pela Lusolisboa – consórcio liderado pela Mota-Engil - numa obra cujo investimento deverá rondar os 292 milhões de euros.
"Deste modo, o Governo, no âmbito da respectiva política de infra-estruturas rodoviárias, vem promover a resolução de significativos problemas de acessibilidades na zona da Grande Lisboa. Trata-se de um empreendimento de fulcral importância para a Área Metropolitana de Lisboa e que Irá ser integralmente financiado pelo sector privado", refere o comunicado do Conselho de Ministros.
Saudações Alentejanas
Compra Quantidade Oferta Venda
12,603 4 5.18
4,500 2 5.17
6,300 2 5.16
20,315 4 5.15
3,500 2 5.14
5.13 23,710 10
5.12 24,047 10
5.11 16,517 12
5.10 16,943 10
5.09 11,500 3
Agora sim, nota-se perfeitamente a tabela!
12,603 4 5.18
4,500 2 5.17
6,300 2 5.16
20,315 4 5.15
3,500 2 5.14
5.13 23,710 10
5.12 24,047 10
5.11 16,517 12
5.10 16,943 10
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Agora sim, nota-se perfeitamente a tabela!
O fogo que me ilumina é o mesmo que me faz arder
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Hey, I need somebody help... I need someone!
Boa tarde!
Precisava de 2 favores:
1. Um gráfico actualizado com os comentários que entenderem úteis para a análise do mesmo.
2. Que me fosse explicado isto que aparece no caixa invest intitulado "Profundidade". É a mesma coisa que os COF´s que o foristas referem?
Já agora, nota-se claramente muitos mais compradores do que vendedores. Em termos práticos o que quer isto dizer?
No fundo queria saber o que se pode retirar da análise destes números (referem-se às 15h13 e são da Mota-Engil)
Compra Quantidade Oferta Quantidade
12,603 4 5.18
4,500 2 5.17
6,300 2 5.16
20,315 4 5.15
3,500 2 5.14
5.13 23,710 10
5.12 24,047 10
5.11 16,517 12
5.10 16,943 10
5.09 11,500 3
Obrigadões
pela pachorra!
Precisava de 2 favores:
1. Um gráfico actualizado com os comentários que entenderem úteis para a análise do mesmo.
2. Que me fosse explicado isto que aparece no caixa invest intitulado "Profundidade". É a mesma coisa que os COF´s que o foristas referem?
Já agora, nota-se claramente muitos mais compradores do que vendedores. Em termos práticos o que quer isto dizer?
No fundo queria saber o que se pode retirar da análise destes números (referem-se às 15h13 e são da Mota-Engil)
Compra Quantidade Oferta Quantidade
12,603 4 5.18
4,500 2 5.17
6,300 2 5.16
20,315 4 5.15
3,500 2 5.14
5.13 23,710 10
5.12 24,047 10
5.11 16,517 12
5.10 16,943 10
5.09 11,500 3
Obrigadões
O fogo que me ilumina é o mesmo que me faz arder
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Mota-Engil deverá vencer concurso das eólicas
Mota-Engil deverá vencer a segunda fase do concurso das eólicas
O Santander Negócios acredita que a Mota-Engil deverá vencer a segunda fase do concurso de atribuição de potência em energia eólica, que o Governo prevê estar concluído até Março do próximo ano.
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Patrícia Silva Dias
patriciadias@mediafin.pt
O Santander Negócios acredita que a Mota-Engil deverá vencer a segunda fase do concurso de atribuição de potência em energia eólica, que o Governo prevê estar concluído até Março do próximo ano.
"Depois de ter ficado em segundo lugar na primeira fase, quando a EDP venceu 1.200 MW (megawatts), nós esperamos que o consórcio da Mota-engil ganhe esta ronda", refere o analista Pedro Balcão Reis, no Iberian Daily de hoje do Santander Negócios.
O ministro da Economia, Manuel Pinho, anunciou ontem esperar ter concluída esta segunda fase do concurso antes do final do primeiro trimestre de 2007. O prazo para a entrega das candidaturas terminou ontem e o júri tem agora um período para analisar as propostas para a atribuição de potência eólica entre os 400 e os 600 MW.
Está prevista ainda uma terceira fase de atribuição de licenças a um conjunto de pequenos lotes de potência eólica com capacidade de 200 MW.
O Santander Negócios acredita que a Mota-Engil deverá vencer a segunda fase do concurso de atribuição de potência em energia eólica, que o Governo prevê estar concluído até Março do próximo ano.
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Patrícia Silva Dias
patriciadias@mediafin.pt
O Santander Negócios acredita que a Mota-Engil deverá vencer a segunda fase do concurso de atribuição de potência em energia eólica, que o Governo prevê estar concluído até Março do próximo ano.
"Depois de ter ficado em segundo lugar na primeira fase, quando a EDP venceu 1.200 MW (megawatts), nós esperamos que o consórcio da Mota-engil ganhe esta ronda", refere o analista Pedro Balcão Reis, no Iberian Daily de hoje do Santander Negócios.
O ministro da Economia, Manuel Pinho, anunciou ontem esperar ter concluída esta segunda fase do concurso antes do final do primeiro trimestre de 2007. O prazo para a entrega das candidaturas terminou ontem e o júri tem agora um período para analisar as propostas para a atribuição de potência eólica entre os 400 e os 600 MW.
Está prevista ainda uma terceira fase de atribuição de licenças a um conjunto de pequenos lotes de potência eólica com capacidade de 200 MW.
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Yugovic24 Escreveu:Obrigado pelos gráficos Lord Henry (de certeza que não és do FêCêPê!), mas pedia-te que deixasses só um pequeno comentário informativo ao que se destaca do mesmo! Para leigos como eu ficam a olhar para a curva da mesma forma que olho para a árvore de Natal no Terreiro do Paço..
Desculpa pá, só agora li o teu pedido, deixo-te outro gráfico mais actualizado.
Comentários:
- estocástico com sinal de compra
- MACD prestes a dar sinal de up!up! assim como o RSI, que parece recuperar novamente e o CCI a aproximar-se dos 100.
- Resumindo tecnicamenet está "bull" em todos os prazos
- o suporte dos 5,00 nem sequer foi testado o que mostra a força com que o papel está.
- próxima resitência a vencer 5,30
- aguarda-se movimentos com volume para sinais mais concretos.
PS: não tenho EGL em carteira, tecnicamente está bem mas fundamentalmente não me agrada por aí além.
- Anexos
-
- mota.png (59.19 KiB) Visualizado 2018 vezes
Yugovic24 Escreveu:A primeira parece que já entrou!![]()
Resta agora saber se vai para novos máximos brevemente (leia-se 1/2meses)...
Abraços pós motoqueiros!
Tens toda a razão!
Parece que a 2ª também já engrenou...
O fogo que me ilumina é o mesmo que me faz arder
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Incorporação da Tertir
Millennium aumenta preço-alvo da Mota-Engil para 4,65 euros
O Millennium bcp investimento reviu em alta o preço-alvo para as acções da Mota-Engil para os 4,65 euros. A revisão está relacionada com a incorporação da Tertir, de pequenas alterações na divisão de Indústria e Energia e Ambiente e Serviços, de acordo com uma nota de "research".
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Sara Antunes
saraantunes@mediafin.pt
O Millennium bcp investimento reviu em alta o preço-alvo para as acções da Mota-Engil para os 4,65 euros. A revisão está relacionada com a incorporação da Tertir, de pequenas alterações na divisão de Indústria e Energia e Ambiente e Serviços, de acordo com uma nota de "research".
O novo preço-alvo estipulado pelo Millennium para as acções da Mota-Engil [Cot] comparam com o preço-alvo de 4,35 euros definido anteriormente, o que representa uma subida de "target" de 6,9% e corresponde a um potencial de queda de mais de 9% tendo em consideração o valor a que as acções estão hoje a negociar. A casa de investimento manteve a recomendação de "venda" para as acções.
Os títulos da Mota-Engil subiam 1,79% para os 5,13 euros.
"A Mota-Engil lançou no mês passado uma oferta pública de aquisição (OPA) amigável sobre a Tertir e que deverá estar concluída em finais de Janeiro. Não temos razão para não acreditar no sucesso da operação e por essa razão decidimos incorporar desde já o negócio da Tertir no nosso modelo, valorizando a operação em 122 milhões de euros, assumindo margens operacionais a crescerem dos actuais 17%/18% para níveis de 30% e crescimento de vendas de 9% ao ano até 2010", revela a casa de investimento.
"Relativamente à divisão de Industria e Energia, prende-se essencialmente com a actualização da posição de cerca de 25% detida em Repower (um construtor alemão de geradores de energia eólica), a qual tem tido uma performance surpreendente. A alteração na divisão de Ambiente e Serviços teve um impacto na valorização negligenciável. Por último recorde-se que o negócio das concessões de auto-estradas, nomeadamente Aenor, está a ser avaliado com custo de capital superior a 9%", adianta a mesma fonte.
O Millennium bcp investimento defende que "na nossa avaliação das concessões de auto-estradas, utilizando um custo de capital de 8,5%, o impacto positivo nas concessões traduzir-se-ia num alteração do preço objectivo da Mota-Engil em cerca de 8%".
Millennium aumenta preço-alvo da Mota-Engil para 4,65 euros
O Millennium bcp investimento reviu em alta o preço-alvo para as acções da Mota-Engil para os 4,65 euros. A revisão está relacionada com a incorporação da Tertir, de pequenas alterações na divisão de Indústria e Energia e Ambiente e Serviços, de acordo com uma nota de "research".
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Sara Antunes
saraantunes@mediafin.pt
O Millennium bcp investimento reviu em alta o preço-alvo para as acções da Mota-Engil para os 4,65 euros. A revisão está relacionada com a incorporação da Tertir, de pequenas alterações na divisão de Indústria e Energia e Ambiente e Serviços, de acordo com uma nota de "research".
O novo preço-alvo estipulado pelo Millennium para as acções da Mota-Engil [Cot] comparam com o preço-alvo de 4,35 euros definido anteriormente, o que representa uma subida de "target" de 6,9% e corresponde a um potencial de queda de mais de 9% tendo em consideração o valor a que as acções estão hoje a negociar. A casa de investimento manteve a recomendação de "venda" para as acções.
Os títulos da Mota-Engil subiam 1,79% para os 5,13 euros.
"A Mota-Engil lançou no mês passado uma oferta pública de aquisição (OPA) amigável sobre a Tertir e que deverá estar concluída em finais de Janeiro. Não temos razão para não acreditar no sucesso da operação e por essa razão decidimos incorporar desde já o negócio da Tertir no nosso modelo, valorizando a operação em 122 milhões de euros, assumindo margens operacionais a crescerem dos actuais 17%/18% para níveis de 30% e crescimento de vendas de 9% ao ano até 2010", revela a casa de investimento.
"Relativamente à divisão de Industria e Energia, prende-se essencialmente com a actualização da posição de cerca de 25% detida em Repower (um construtor alemão de geradores de energia eólica), a qual tem tido uma performance surpreendente. A alteração na divisão de Ambiente e Serviços teve um impacto na valorização negligenciável. Por último recorde-se que o negócio das concessões de auto-estradas, nomeadamente Aenor, está a ser avaliado com custo de capital superior a 9%", adianta a mesma fonte.
O Millennium bcp investimento defende que "na nossa avaliação das concessões de auto-estradas, utilizando um custo de capital de 8,5%, o impacto positivo nas concessões traduzir-se-ia num alteração do preço objectivo da Mota-Engil em cerca de 8%".
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A primeira parece que já entrou!
Resta agora saber se vai para novos máximos brevemente (leia-se 1/2meses)...
Obrigado pelos gráficos Lord Henry (de certeza que não és do FêCêPê!
), mas pedia-te que deixasses só um pequeno comentário informativo ao que se destaca do mesmo! Para leigos como eu ficam a olhar para a curva da mesma forma que olho para a árvore de Natal no Terreiro do Paço.. "Ena pá, cum catano, tá lá no cimo..."
Abraços pós motoqueiros!
Resta agora saber se vai para novos máximos brevemente (leia-se 1/2meses)...
Obrigado pelos gráficos Lord Henry (de certeza que não és do FêCêPê!
Abraços pós motoqueiros!
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A primeira parece que já entrou!
Resta agora saber se vai para novos máximos brevemente (leia-se 1/2meses)...
Obrigado pelos gráficos Lord Henry (de certeza que não és do FêCêPê!
), mas pedia-te que deixasses só um pequeno comentário informativo ao que se destaca do mesmo! Para leigos como eu ficam a olhar para a curva da mesma forma que olho para a árvore de Natal no Terreiro do Paço.. "Ena pá, cum catano, tá lá no cimo..."
Abraços pós motoqueiros!
Resta agora saber se vai para novos máximos brevemente (leia-se 1/2meses)...
Obrigado pelos gráficos Lord Henry (de certeza que não és do FêCêPê!
Abraços pós motoqueiros!
O fogo que me ilumina é o mesmo que me faz arder
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BOAS!!!
Alguém sabe o que se passa com a MOTA?
Reforcei a 6,12 para ver se baixava o preço médio.. Resta saber se a previsão da CaixaBI se mantém para os próximos 6 meses, se não...
Acham que foi uma boa ideia para um horizonte temporal de 3/4/5meses?
Cumprimentos,
Bons Negócios!
Alguém sabe o que se passa com a MOTA?
Reforcei a 6,12 para ver se baixava o preço médio.. Resta saber se a previsão da CaixaBI se mantém para os próximos 6 meses, se não...
Acham que foi uma boa ideia para um horizonte temporal de 3/4/5meses?
Cumprimentos,
Bons Negócios!
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[/url]EMPRESAS Publicado 27 Novembro 2006 16:56
Adjudicação da Grande Lisboa à Mota
Brisa admite recorrer a tribunal
A Brisa manifestou “grande surpresa” ao anúncio do ministro das Obras Públicas, Transportes e Comunicações, Mário Lino, de ter assinado hoje de manhã o despacho de adjudicação da concessão da Grande Lisboa ao consórcio liderado pela Mota-Engil.
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Maria João Babo
mbabo@mediafin.pt
A Brisa manifestou "grande surpresa" ao anúncio do ministro das Obras Públicas, Transportes e Comunicações, Mário Lino, de ter assinado hoje de manhã o despacho de adjudicação da concessão da Grande Lisboa ao consórcio liderado pela Mota-Engil.
Fonte oficial da concessionária de auto-estradas disse ao Jornal de Negócios Online que "a Brisa manifesta grande surpresa face à gravidade das ilegalidades constatadas nas proposta do consócio vencedor".
"Não conhecemos a resposta da comissão de avaliação, que analisaremos logo que nos seja entregue, mas não poderemos deixar de defender a nossa posição, incluindo em tribunal".
O consórcio da Brisa apresentou no início de Novembro uma contestação ao relatório da Comissão de Avaliação da concessão da Grande Lisboa que propunha a adjudicação ao consórcio da Mota-Engil. Na contestação o agrupamento sustentava que a proposta do consórcio LusoLisboa, da Mota-Engil, contabilizava receitas ilegais.
A concessão da Grande Lisboa prevê a construção de 25 quilómetros de auto-estrada com portagem e a manutenção, conservação e reformulação de cerca de 66 quilómetros já existentes.
A Mota e a Brisa formaram uma parceria para concorrerem em consórcio à construção do Aeroporto da Ota.
Abraço,
Carrancho
Carrancho
Ora aí está porque desce a Mota-Engil :
Um abraço ,
The Mechanic
Tertir passa de lucros a prejuízos de 2,3 milhões de euros
A Tertir passou de lucros de 1,8 milhões de euros, obtidos nos primeiros nove meses de 2005, a prejuízos no valor de 2,3 milhões de euros registados em igual período deste ano, anunciou a empresa que foi recentemente alvo de uma oferta pública de aquisição pela construtora Mota-Engil.
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Ana Filipa Rego
arego@mediafin.pt
A Tertir passou de lucros de 1,8 milhões de euros, obtidos nos primeiros nove meses de 2005, a prejuízos no valor de 2,3 milhões de euros registados em igual período deste ano, anunciou a empresa que foi recentemente alvo de uma oferta pública de aquisição pela construtora Mota-Engil.
Segundo a mesma fonte, este resultado foi penalizado pela venda de parte das participações financeira na Sotagus e na Liscont.
O volume de negócios cresceu 12,19 % para 79,745 milhões de euros de 71,082 milhões de euros nos primeiros nove meses de 2005.
"Este crescimento registou-se na área Marítimo-Portuária, já que a área dos terminais continua sem dar sinais de recuperação quer na actividade de aluguer de espaços quer no parqueamento e reparação de contentores", sublinha o comunicado.
O EBITDA, ou "cash flow" operacional, ascendeu a 15,291 milhões de euros, 37,6% acima do valor registado no período homólogo, o que "é consequência do facto dos custos operacionais (excluindo amortizações provisões e perdas de imparidade) terem crescido 6,4 milhões de euros, bastante abaixo do crescimento dos proveitos operacionais (10,205 milhões de euros).
Um abraço ,
The Mechanic
" Os que hesitam , são atropelados pela retaguarda" - Stendhal
"É óptimo não se exercer qualquer profissão, pois um homem livre não deve viver para servir outro "
- Aristoteles
http://theflyingmechanic.blogspot.com/
"É óptimo não se exercer qualquer profissão, pois um homem livre não deve viver para servir outro "
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descargas
Isto hoje caiu devido a descargas.
A quantidade de vendas variou entre 500 a 3000 acções por ordem.
Penso que foram os pequenos a vender .
Amanha recupera.
A quantidade de vendas variou entre 500 a 3000 acções por ordem.
Penso que foram os pequenos a vender .
Amanha recupera.
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- Registado: 3/11/2006 12:56
Estes últimos 30min (quase) sempre a descer é um caso típico do fecho em quebra com volume significativo que geralmente é um bom pronúncio para as sessões seguintes? Ou é mais uma miragem minha...
(O ulisses é que normalmente escreve isso)
(O ulisses é que normalmente escreve isso)
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Engatou mal a 1ª e meteu marcha-atrás!!! Só pode..
Que se passa com a mota? Será que são aquelas jogadas pseudo-psicológicas que afectam alguns bolsistas mais ávidos de dinheiro fácil que mal vêem a cotação a descer 8cent começam a vender...?
Que se passa com a mota? Será que são aquelas jogadas pseudo-psicológicas que afectam alguns bolsistas mais ávidos de dinheiro fácil que mal vêem a cotação a descer 8cent começam a vender...?
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Eu diria que isto é um "sell the news" , mas estou a achar que é muita força vendedora pra ser só isto .
A empresa vái bem de mais para tanta venda...
Talvez um re-teste à zona dos 5,00 para depois subir ?!
Um abraço ,
The Mechanic
A empresa vái bem de mais para tanta venda...
Talvez um re-teste à zona dos 5,00 para depois subir ?!
Um abraço ,
The Mechanic
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Quem está ligado: