IMPRESA - Breakout
Termina o mês de Novembro e a Impresa aparenta entrar em alguma recuperação com a SIC. Senão veja-se
- SIC subiu ligeiramente em Novembro as audiências
- RTP1 subiu bastante as audiências em Novembro
- TVI perdeu meio ponto
- Na média anual a TVI, a manter este ritmo em Dezembro, prepara-se para baixar dos 30% o que deixa o ano de 2007 totalmente em aberto.
- A SIC ficará certamente acima dos 26% no ano, o que é positivo, especialmente se considerarmos como foi o início de ano para a estação de Carnaxide
Ficam os dados mês a mês e média anual, no fundo a que conta.
Não tenho Impresa, mas isto aparenta compor-se de forma simpática para os próximos meses, veremos se se confirma.
- SIC subiu ligeiramente em Novembro as audiências
- RTP1 subiu bastante as audiências em Novembro
- TVI perdeu meio ponto
- Na média anual a TVI, a manter este ritmo em Dezembro, prepara-se para baixar dos 30% o que deixa o ano de 2007 totalmente em aberto.
- A SIC ficará certamente acima dos 26% no ano, o que é positivo, especialmente se considerarmos como foi o início de ano para a estação de Carnaxide
Ficam os dados mês a mês e média anual, no fundo a que conta.
Não tenho Impresa, mas isto aparenta compor-se de forma simpática para os próximos meses, veremos se se confirma.
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<b>Margem Sul</b>
<i>Investido do lado certo do rio. </i>
<b><i>"Demasiadas vezes aceitamos toda a m**** que nos dão (e quando calha ainda pagamos)"</i> Fernando Alves@TSF a propósito dos "famosos".</i></b>
<i>Investido do lado certo do rio. </i>
<b><i>"Demasiadas vezes aceitamos toda a m**** que nos dão (e quando calha ainda pagamos)"</i> Fernando Alves@TSF a propósito dos "famosos".</i></b>
Impresa Classificados espera receitas de 4 milhões em três anos
30/11/2006
O ano de 2007 vai marcar o surgimento da Impresa Classificados, uma nova unidade especializada em classificados "online". Em três anos, o grupo espera receitas de 4 milhões de euros com esta nova área.
De acordo com as estimativas, o grupo de Balsemão acredita em 2007 facturar 750 mil euros com a Impresa Classificados, em 2008 1,3 milhões e no ano seguinte 2 milhões de euros.
Na área dos jornais, o "Expresso" deverá terminar este ano com uma tiragem média de 130 mil exemplares. Em 2006, o grupo prevê que o "Expresso" represente 92,8% da facturação da Impresa Jornais, seguido pelo "AutoSport", com 3,2%.
30/11/2006
O ano de 2007 vai marcar o surgimento da Impresa Classificados, uma nova unidade especializada em classificados "online". Em três anos, o grupo espera receitas de 4 milhões de euros com esta nova área.
De acordo com as estimativas, o grupo de Balsemão acredita em 2007 facturar 750 mil euros com a Impresa Classificados, em 2008 1,3 milhões e no ano seguinte 2 milhões de euros.
Na área dos jornais, o "Expresso" deverá terminar este ano com uma tiragem média de 130 mil exemplares. Em 2006, o grupo prevê que o "Expresso" represente 92,8% da facturação da Impresa Jornais, seguido pelo "AutoSport", com 3,2%.
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Impresa sees 2007 net profit at 23 million euros
30/11/2006
LISBON, Nov 30 (Reuters) - Portuguese media company Impresa is expecting net profit to rise to 23 million euros in 2007 and revenues to increase to 275 million euros, the company said in a statement on Thursday.
The forecasts were included in the company's 'investor day' presentation on Wednesday.
Impresa, which owns the SIC television broadcaster, has previously predicted net profit of between 19.2 million euros and 20.9 million euros for this year. Revenues are seen at 257.3 million euros in 2006.
The company predicted core earnings, measured by earnings before interest, taxes, depreciation and amortisation (EBITDA), to rise to 51.5 million in 2007 from 44.8 million euros this year.
At 0945 GMT Impresa was trading 0.2 percent lower at 4.41 euros.
30/11/2006
LISBON, Nov 30 (Reuters) - Portuguese media company Impresa is expecting net profit to rise to 23 million euros in 2007 and revenues to increase to 275 million euros, the company said in a statement on Thursday.
The forecasts were included in the company's 'investor day' presentation on Wednesday.
Impresa, which owns the SIC television broadcaster, has previously predicted net profit of between 19.2 million euros and 20.9 million euros for this year. Revenues are seen at 257.3 million euros in 2006.
The company predicted core earnings, measured by earnings before interest, taxes, depreciation and amortisation (EBITDA), to rise to 51.5 million in 2007 from 44.8 million euros this year.
At 0945 GMT Impresa was trading 0.2 percent lower at 4.41 euros.
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Deixo aqui uma actualização ao gráfico da Impresa. Veio testar o suporte (antiga resistência) na zona dos 4,4 euros. É importante que esse suporte continue a aguentar de forma a confirmar o "breakout".
Disclosure: Os meus clientes mantêm as posições longas sobre a Impresa.
Um abraço,
Ulisses
Disclosure: Os meus clientes mantêm as posições longas sobre a Impresa.
Um abraço,
Ulisses
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Ulisses Pereira Escreveu:Pode, perfeitamente acontecer
Um abraço,
Ulisses
Ok
Cumprimentos
JCS
---Tudo o que for por mim escrito expressa apenas a minha opinião pessoal e não é uma recomendação de investimento de qualquer tipo---
https://twitter.com/JCSTrendTrading
"We can confidently predict yesterdays price. Everything else is unknown."
"Every trade is a test"
"Price is the aggregation of everyone's expectations"
"I don't define a good trade as a trade that makes money. I define a good trade as a trade where I did the right thing". (Trend Follower Kevin Bruce, $5000 to $100.000.000 in 25 years).
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Ulisses Pereira Escreveu:É uma gestão personalizada.
Um abraço,
Ulisses
Pode então acontecer que uns clientes teus tenham Impresa e outros não (por exemplo)?
Cumprimentos
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Ulisses Pereira Escreveu:Mav, talvez eu não te tenha percebido bem logo. Mas assim até foi bvom porque ajudou a explicares direitinho
Paul, desculpa não t dar muitos pormenores deste "trade" mas estamos a falar de uma acção que, apesar de pertencer ao PSI20, nem sempre ser muito líquida pelo que tenho que omitir pontos de entrada, stops, etc...
Mas posso comentar o aspecto genérico que referiste. Eu não limito as perdas máximas em cada acção a 2%. No Nasdaq, por exemplo, isso implicaria não poder negociar a maior parte das acções já que variações de 2% são mínimas para elas.
Um abraço,
Ulisses
presumo que deve gerir a carteira de dezenas de clientes, com diferentes valores
como se processa a gestão da "carteira global" ?
é como um Fundo de Investimento ?
ou tens uma "gestão personalizada" ?
Caro Rural, a razão é muito simples: A Imprensa fez um "higher low" e esteve durante cerca de um mês a consolidar. A Cofina não fez nenhuma destas coisas. Isto quer dizer que não acredito que a Cofina suba? Nada disso. Simplesmente a Impresa está mais de acordo com os meus princípios de entrada.
Aproveito para esclarecer mais algumas coisas. Hoje 2 MP`s que recebi a dizer-me que eu me ia dar mal com a Impresa porque aquela empresa é um buraco. Posso dar-me mal, como em qualquer "trade". É o pão nosso de cada dia da vida de um investidor, o importante é definir níveis de risco.
Por outro lado, muitos argumentam que as questões fundamentais jogam contra a Impresa. Mas o meu "trade" é meramente técnico e nem quero sequer analisar o que está por trás destes movimentos.
Um abraço,
Ulisses
Aproveito para esclarecer mais algumas coisas. Hoje 2 MP`s que recebi a dizer-me que eu me ia dar mal com a Impresa porque aquela empresa é um buraco. Posso dar-me mal, como em qualquer "trade". É o pão nosso de cada dia da vida de um investidor, o importante é definir níveis de risco.
Por outro lado, muitos argumentam que as questões fundamentais jogam contra a Impresa. Mas o meu "trade" é meramente técnico e nem quero sequer analisar o que está por trás destes movimentos.
Um abraço,
Ulisses
Boa Noite.
Noticias e tu o resto cada um puxa para o lado que quiser.
Mas no mercado e no preço já não é bem assim e feito apenas e só, pela oferta e pela procura.
E nesse aspecto a Impresa deu hoje um sinal francamente positivo de uma inversão pelo menos estou bastante optimista enquanto andar acima dos 4,41.
Possiveis correcções não levarão a cotação abaixo desse valor( penso eu).
Os 4.69 poderão ser o ponto de inversão para um assalto das tropas aos 5.10/5.20.
Até lá vigiar os 4.41/4.35 para baixo e os 4.56/4.61, 4.69 como valor chave para cima.
Na minha opinião estou inclinado para as subidas neste bull onde as correcções são boas oportunidades para entrar a comprar.
Bons negócios.
Noticias e tu o resto cada um puxa para o lado que quiser.
Mas no mercado e no preço já não é bem assim e feito apenas e só, pela oferta e pela procura.
E nesse aspecto a Impresa deu hoje um sinal francamente positivo de uma inversão pelo menos estou bastante optimista enquanto andar acima dos 4,41.
Possiveis correcções não levarão a cotação abaixo desse valor( penso eu).
Os 4.69 poderão ser o ponto de inversão para um assalto das tropas aos 5.10/5.20.
Até lá vigiar os 4.41/4.35 para baixo e os 4.56/4.61, 4.69 como valor chave para cima.
Na minha opinião estou inclinado para as subidas neste bull onde as correcções são boas oportunidades para entrar a comprar.
Bons negócios.
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Motivações
Lá está o ppl ávido por notícias para justificar os factos... Por isso é que os jornalistas têm de puxar pela cabeça e depois sai asneira. Se repararem é fácil: em bearmarket o valor dos títulos DESCE por efeito da gravidade, em bullmarket SOBE, atraído pelo céu, pronto, já está, podem cessar a busca pelo Santo Graal... 
Acções encerram positivas, Cofina e Impresa brilham
LISBOA, 23 Nov (Reuters) - O mercado accionista fechou com uma subida ligeira, suportado nos ganhos dos pesos-pesados BCP e PT , com a Cofina e a Impresa a brilharem.
As acções da Cofina subiram 5,76 pct para 3,49 euros com cerca de dois milhões de acções negociadas.
Os operadores afirmam que o título recupera após ter sido concluída a venda de um bloco grande de acções intermediado pela Morgan Stanley.
As acções da Impresa dispararam 4,38 pct para 4,53 euros com mais de dois milhões de papéis transaccionados, igualmente a recuperar após a venda de um bloco de acções por parte da Fidelity que continua a reduzir no capital da Impresa.
O BCP subiu 0,39 pct para 2,56 euros e a PT ganhou 0,1 pct para 9,72 euros enquanto a EDP caiu 0,56 pct para 3,54 euros em linha com as pares europeias.
O regulador sectorial Anacom já entregou o seu parecer à Autoridade da Concorrência relativamente ao segundo projecto de decisão sobre a concentração Sonaecom /PT.
Destaque ainda para o máximo histórico da Mota-Engil nos 5,30 euros e para o máximo desde 1998 do BES nos 12,74 euros.
O PSI20 <.PSI20> subiu 0,06 pct para 10.617,78 pontos.
Foram transaccionados 33,5 milhões de acções ou 130 milhões de euros.
As bolsas europeias fecharam negativas, com quedas entre 0,01 e 0,51 pct, afectadas pelas descidas das utilities e do sector financeiro, num dia de fraca liquidez marcado pelo feriado nos EUA e no Japão.
LISBOA, 23 Nov (Reuters) - O mercado accionista fechou com uma subida ligeira, suportado nos ganhos dos pesos-pesados BCP e PT , com a Cofina e a Impresa a brilharem.
As acções da Cofina subiram 5,76 pct para 3,49 euros com cerca de dois milhões de acções negociadas.
Os operadores afirmam que o título recupera após ter sido concluída a venda de um bloco grande de acções intermediado pela Morgan Stanley.
As acções da Impresa dispararam 4,38 pct para 4,53 euros com mais de dois milhões de papéis transaccionados, igualmente a recuperar após a venda de um bloco de acções por parte da Fidelity que continua a reduzir no capital da Impresa.
O BCP subiu 0,39 pct para 2,56 euros e a PT ganhou 0,1 pct para 9,72 euros enquanto a EDP caiu 0,56 pct para 3,54 euros em linha com as pares europeias.
O regulador sectorial Anacom já entregou o seu parecer à Autoridade da Concorrência relativamente ao segundo projecto de decisão sobre a concentração Sonaecom /PT.
Destaque ainda para o máximo histórico da Mota-Engil nos 5,30 euros e para o máximo desde 1998 do BES nos 12,74 euros.
O PSI20 <.PSI20> subiu 0,06 pct para 10.617,78 pontos.
Foram transaccionados 33,5 milhões de acções ou 130 milhões de euros.
As bolsas europeias fecharam negativas, com quedas entre 0,01 e 0,51 pct, afectadas pelas descidas das utilities e do sector financeiro, num dia de fraca liquidez marcado pelo feriado nos EUA e no Japão.
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- Registado: 21/7/2006 14:57
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Saudações!!
Ou reformulando a questão... resta saber se quem recomprou o milhão esperava activar tantos triggers de volume...
Um abraço,
JR
Menor_Valia Escreveu:Resta saber quem comprou o tal milhão... como já alguem escreveu, dá ideia que foi tudo atrás...
Ou reformulando a questão... resta saber se quem recomprou o milhão esperava activar tantos triggers de volume...
Um abraço,
JR
"The chief object of education is not to learn things but to unlearn things" – Gilbert Chesterton
Funny
Acho engraçado isto acontecer no dia em que... o market maker devido a "pouca liquidez" e performance, ter passado a margem exigida de 15% para 100%... 
Mav, talvez eu não te tenha percebido bem logo. Mas assim até foi bvom porque ajudou a explicares direitinho
Paul, desculpa não t dar muitos pormenores deste "trade" mas estamos a falar de uma acção que, apesar de pertencer ao PSI20, nem sempre ser muito líquida pelo que tenho que omitir pontos de entrada, stops, etc...
Mas posso comentar o aspecto genérico que referiste. Eu não limito as perdas máximas em cada acção a 2%. No Nasdaq, por exemplo, isso implicaria não poder negociar a maior parte das acções já que variações de 2% são mínimas para elas.
Um abraço,
Ulisses
Paul, desculpa não t dar muitos pormenores deste "trade" mas estamos a falar de uma acção que, apesar de pertencer ao PSI20, nem sempre ser muito líquida pelo que tenho que omitir pontos de entrada, stops, etc...
Mas posso comentar o aspecto genérico que referiste. Eu não limito as perdas máximas em cada acção a 2%. No Nasdaq, por exemplo, isso implicaria não poder negociar a maior parte das acções já que variações de 2% são mínimas para elas.
Um abraço,
Ulisses
Ulisses, eu sou muita curioso...
Se entraste hoje na Impresa, fizeste-o entre os 4.35 e os 4.53 de fecho da sessão (ou o correspondente em CFD's).
Qual foi o teu stop? 4.30? 4.20? (é esta a banda de suporte, digo eu)
Supondo que entraste a 4.50, um stop a 4.30 indica uma perda de 4.44%. Não será um suporte demasiado longe? Não costumas aplicar a regra dos 2% de máxima perda, quando os suportes já estão muito abaixo da tua compra?
Se entraste hoje na Impresa, fizeste-o entre os 4.35 e os 4.53 de fecho da sessão (ou o correspondente em CFD's).
Qual foi o teu stop? 4.30? 4.20? (é esta a banda de suporte, digo eu)
Supondo que entraste a 4.50, um stop a 4.30 indica uma perda de 4.44%. Não será um suporte demasiado longe? Não costumas aplicar a regra dos 2% de máxima perda, quando os suportes já estão muito abaixo da tua compra?
