Caldeirão da Bolsa

Governo quer retirar 80% do salário a Paulo Macedo

Espaço dedicado a todo o tipo de troca de impressões sobre os mercados financeiros e ao que possa condicionar o desempenho dos mesmos.

por ptmasters » 13/11/2006 15:23

Eu estava apenas a fazer humor no seguimento do post anterior 8-)

1 ab
O que é um cínico? É aquele que sabe o preço de tudo, mas que não sabe o valor de nada.
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por aa » 13/11/2006 15:08

Não me parece que alguém tenha defendido aqui que os mais competentes não devam ganhar mais. O tema central é outro, não é?

AA
 
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por ptmasters » 13/11/2006 14:08

E umas senhas para ir buscar a ração diária!!!

1 abraço
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por npatriarca » 13/11/2006 13:59

Paul deAlex Escreveu:
Trabant's e apartamentos em chelas para todos, com a hortazinha na encosta ali ao lado!
.


Genial :)

Ou um Lada !
Ou mesmo o transporte público pago pelo estado, sem custos para o utilizador !

Havia de ser bonito....
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por Paulo_Alex » 13/11/2006 13:55

Camaradas Cassetes!!

A luta continua.

Fora com a injustiça salarial.

Fora com a exploração do home p'lo home!

Os ricos que paguem a crise.

Viva a igualdade para todos. Se não podemos ser todos igualmente ricos, então que sejamos igualmente pobres.

Trabant's e apartamentos em chelas para todos, com a hortazinha na encosta ali ao lado!

Morte aos sanguessugas!!

Morte aos que nos vão ao bolso!!

:mrgreen: :P :) :twisted:

Desculpem lá, hoje acordei com uma veia comuna, e do pior..... :roll: Mas isto passa. Depois de almoço, já se me vai vir um ar mais capitalista.
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Estado paga pior do que o privado: Estudo cala governo

por the Saint » 13/11/2006 13:49

O primeiro dia de greve da Função Pública foi agitado por um estudo que o Ministério das Finanças encomendou e esconde desde Maio porque desfaz a ideia que paga bem.

O estudo tem a data de Maio de 2006 e foi feito pela Capgemini, uma das cinco maiores empresas mundiais de consultoria, com 63 mil colaboradores em todo o Mundo e escritórios em Portugal, mas como vai contra a ideia de os funcionários públicos serem bem pagos em relação aos que trabalham no privado foi escondido pelo Governo. Isto mesmo apontou o presidente do Sindicato dos Quadros Técnicos do Estado (STE), pertencente à UGT, que teve acesso a alguns comparativos, sempre desfavoráveis à Função Pública, conforme quadro publicado em baixo.

Nos 20 casos, as diferenças vão desde menos 1,5 por cento para os engenheiros de sistemas, aos sempre negativos 10% nos enfermeiros, 48% nos analistas de laboratório e 77% nos directores-gerais. Os montantes remuneratórios não foram avançados, embora segundo a tabela salarial em vigor no corrente ano se registe que os especialistas de informática auferem de 1287,53 euros ilíquidos (estagiário com licenciatura) a um máximo de 2897,28 euros (especialista de grau 3, nível 2), que aliás equivale ao máximo da tabela de regime geral, onde se encontram os assessores principais.

Os poucos números revelados pelo ‘Estudo Comparativo de Sistemas de Remuneração entre os Sectores Público e Privado’, feito por encomenda do Ministério das Finanças, de Teixeira dos Santos, dizem respeito às remunerações reais de base, ou seja, sem prémios, e colocam a Função Pública em confronto com as empresas privadas com mais trabalhadores. Porém, segundo Bettencourt Picanço, do STE, a análise feita pela Capgemini faz também comparativos com as médias remuneratórias de empresas médias e pequenas. Sobre estes, não foram revelados quaisquer números, favoráveis ou não aos funcionários públicos .

O STE diz só conhecer uma parte reduzida do comparativo, mas não tem dúvidas em constatar que o Governo esconde este estudo porque, “ao contrário do que o Governo diz, no seguimento do relatório da Comissão para o Estudo das Carreiras e Remunerações, as remunerações na Administração são inferiores às do sector privado”.

Do desmentido que os trabalhadores da Administração têm remunerações superiores às do sector privado, Bettencourt Picanço concluiu ainda, na conferência de Imprensa para fazer um primeiro balanço dos dois dias greve, que “caem por terra os propósitos do Governo de estruturar carreiras com remunerações inferiores às actuais” e que a atitude correcta será o Executivo negociar.

Contactado pelo CM, sobre o ‘Estudo Comparativo’, o assessor de Imprensa do ministro das Finanças disse desconhecer o estudo, embora referisse o nome da empresa de consultoria. Por seu turno, a Capge- mini, empresa de consultoria, tecnologia e ‘outsourcing’, não respondeu à pergunta enviada por ‘e-mail’ para o contacto de Imprensa.

20 EXEMPLOS DO ESTUDO
- Director-geral: -77%
- Gestor de RH: -8%
- Director de serviços: -61%
- Chefe de divisão: -28%
- Analista informático: -12%
- Consultor jurídico: -5%
- Engenheiro: -37%
- Téc. apoio à gestão: -3%
- Eng. de sistemas: -1,5%
- Enfermeiro: -10%
- Analista de laboratório: -48%
- Técnico com formação prof. especializada: -29%
- Assistente administrativo: -29%
- Tesoureiro: -36%
- Funcionário de limpeza: -13%
- Motorista de ligeiros: -33%
- Cozinheiro: -33%
- Canalizador: -7%
- Electricista: -17%
- Mecânico: -38%

in "Correio da Manhã" - 10-11-2006
 
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por npatriarca » 13/11/2006 13:40

É sempre a mesma história... que raio de estado é este que não admite excepções ?

O homem já provou que mexeu no que tinha de mexer, já provou que gerou receitas que justificam todos os cêntimos que ganha, já provou que alguém pode e fazer bem um cargo, já provou que pode continuar a ser eficaz e útil ao sistema fiscal deste país, já provou que é possível mudar a mentalidade generalizada de fuga aos impostos, sendo hoje mais comum admitir que é importante pagar...... e depois saem notícias destas ?

Não quero crer que o senhor saia do cargo, seria um duro revés explicar isto às pessoas. No meu ponto de vista deverá haver sempre excepções e esta é uma das que mostra provar que vale a excepção. Na pior das hipóteses paguem ao homem o mesmo que o PM e atribuam-lhe um prémio de produtividade e eficácia no valor do restante montante... que raio !!! Será que vamos voltar atrás no que ganhámos ?

raio de país.....
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por MP » 13/11/2006 13:36

Agora que já se limitou o salário, podia-se começar a limitar o número máximo de nomeações nos Ministérios. E já agora, concursos transparentes nas empresas públicas...
:clap: :clap: :clap:

Será que interessa?!...



Cmpts
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por JOGO2006MARKITOS » 13/11/2006 13:28

Isto também é 8 ou 80, ou vai-se buscar um primo com a 4ª classe ou vai-se buscar o gajo mais caro que se encontra.

Agora que já se limitou o salário, podia-se começar a limitar o número máximo de nomeações nos Ministérios. E já agora, concursos transparentes nas empresas públicas...
 
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por @rmando » 13/11/2006 12:35

AA

Peço desculpa pela minha inexactidão. Expressei-me mal; queria dizer que não me sinto capaz de avaliar se, como diz AA, há decerto muita gente competente em Portugal que faria o mesmo trabalho por muito mais barato.

armando
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por aa » 13/11/2006 11:16

Caro ptmasters

Decisivamente, o principal critério de selecção dos gestores públicos não tem sido a competência. Por isso é que não se tem notado nada. Além disso, uma maior ou menor competência só se manifesta verdadeiramente em contextos favoráveis como tem sido o caso na administração fiscal.

@rmando

Quanto à competência não me sinto capaz de a avaliar, nem se, como diz AA, haverá mais gente tão ou mais competente


Não foi bem isso que eu escrevi e mantenho porque me parece perfeitamente lógico que
há decerto muita gente competente em Portugal que faria o mesmo trabalho por muito mais barato


cps

AA
 
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por @rmando » 13/11/2006 11:03

«Talvez estejamos perante um bom exemplo, onde o estado poderia aplicar o dito vencimento base como regula a lei, e o restante em intervalos consoante os objectivos definidos e a realização dos mesmos.»

Desconhecendo em concreto a lei e os seus meandros, não sei se tal seria possível. No entanto, como princípio, não me choca nada esta ideia.

Quanto à competência não me sinto capaz de a avaliar, nem se, como diz AA, haverá mais gente tão ou mais competente. O certo, como já aqui disseram, é que Paulo Macedo também colheu os frutos de uma nova atitude política perante o fenómeno, nomeadamente na grande aposta nos serviços informáticos e no cruzamento de dados.

De qualquer forma, o que gostava de realçar é que não me parece que aqui exista um caso de «mandar o homem embora».

armando
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por oscar c. » 13/11/2006 11:02

E já se esqueceram qual era o ordenado de Teixeira dos Santos antes da sair da CMVM para o governo? Eu digo: era mais ou menos o mesmo que Paulo Macedo ganha agora.

Grande hipocrisia esta, não é? Pois é.
«Ninguém sabe o suficiente para ser intolerante»

Karl Popper
 
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por ptmasters » 13/11/2006 10:48

AA Escreveu:
@rmando Escreveu:Entendamo-nos!
Ninguém quer mandar embora o homem!... Entra em vigor uma lei que limita os vencimentos dos dirigentes da administração pública. E a lei é para todos. Se queremos fazer excepções consoante os "interesses nacionais" de cada um, voltamos a abrir a porta dos «tachos». Uma lei é uma lei; pode ser boa ou má; podemos concordar com ela ou não, mas abrir excepções é o que se anda a fazer há 30 anos... e sabemos os resultados desse mecanismo. Haja coerência!


Caro @rmando

Não podia estar mais de acordo com tudo o que aqui escreveu.

Acrescentaria apenas que há decerto muita gente competente em Portugal que faria o mesmo trabalho por muito mais barato.

Mas infelizmente, estamos num país em que os nomes normalmente contam mais do que o reconhecimento da competência individual baseado em evidências concretas de trabalho realizado.

cps

AA


Não duvido que não haja muita gente em Portugal que "gostaria" de fazer o mesmo trabalho e até muito mais barato.

A questão que se deve colocar é se de facto existem assim tantas pessoas com o conhecimento e capacidade para o fazer.

É que se o existem, então também temos tido muito "azar" nos últimos anos, pois não vi ninguém a fazê-lo... e até era mais barato. Aliás, o barato até andava a sair caro.

É que infelizmente, o "conhecimento" e a "experiência" não se compram. Aliás, até se compram, não são é baratos!

Não obstante, também tenho de concordar que a lei é para todos, e que "a excepção" ao ser aplicada, cria sempre uma janela para os "indesejáveis tachos".

Talvez estejamos perante um bom exemplo, onde o estado poderia aplicar o dito vencimento base como regula a lei, e o restante em intervalos consoante os objectivos definidos e a realização dos mesmos.

Nada como dar o exemplo na aplicação de avaliação de desempenho também nos cargos de direcção. E no fim, quiçá, até poderia ganhar mais do que ganha agora, em função do seu sucesso. Ao fim ao cabo, o sucesso dele seria o sucesso de todos nós.

1 abraço
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por aa » 13/11/2006 10:10

tek Escreveu:Na minha opinião, na altura da contratação deve ter sido assinado um contrato com o estado, onde estava definido o vencimento.
Agora ou aceita a redução do vencimento, ou vem embora com uma boa indeminização. Não acham?

Também não sei se é legal reduzir o vencimento a um funcionário.


Neste caso, deve tratar-se de um contrato com termo certo pelo que a respectiva renovação não implica a manutenção das condições anteriores. De qualquer, modo, tratando-se de alguém tão competente, terá certamente facilidade em encontrar outras opções de emprego se assim o entender.

cps,

AA
 
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por tek » 13/11/2006 9:50

Na minha opinião, na altura da contratação deve ter sido assinado um contrato com o estado, onde estava definido o vencimento.
Agora ou aceita a redução do vencimento, ou vem embora com uma boa indeminização. Não acham?

Também não sei se é legal reduzir o vencimento a um funcionário.
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por aa » 13/11/2006 8:32

@rmando Escreveu:Entendamo-nos!
Ninguém quer mandar embora o homem!... Entra em vigor uma lei que limita os vencimentos dos dirigentes da administração pública. E a lei é para todos. Se queremos fazer excepções consoante os "interesses nacionais" de cada um, voltamos a abrir a porta dos «tachos». Uma lei é uma lei; pode ser boa ou má; podemos concordar com ela ou não, mas abrir excepções é o que se anda a fazer há 30 anos... e sabemos os resultados desse mecanismo. Haja coerência!


Caro @rmando

Não podia estar mais de acordo com tudo o que aqui escreveu.

Acrescentaria apenas que há decerto muita gente competente em Portugal que faria o mesmo trabalho por muito mais barato.

Mas infelizmente, estamos num país em que os nomes normalmente contam mais do que o reconhecimento da competência individual baseado em evidências concretas de trabalho realizado.

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por @rmando » 13/11/2006 1:17

Entendamo-nos!
Ninguém quer mandar embora o homem!... Entra em vigor uma lei que limita os vencimentos dos dirigentes da administração pública. E a lei é para todos. Se queremos fazer excepções consoante os "interesses nacionais" de cada um, voltamos a abrir a porta dos «tachos». Uma lei é uma lei; pode ser boa ou má; podemos concordar com ela ou não, mas abrir excepções é o que se anda a fazer há 30 anos... e sabemos os resultados desse mecanismo. Haja coerência!
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Se é o mesmo que o mandarem embora...

por mcarvalho » 13/11/2006 1:05

Por que ele é bom...
Quem é que o quer mandar embora???
Porquê??

Está a aproximar-se dos do tacho???
 
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por JN » 13/11/2006 1:01

na minha opiniao:

Reduzir 80% di vencimento é o mesmo que mandar o homem embora.

Prque mandar o homem embora? pq ele já fez o seu máximo (a opinião geral é que já estão muito mais a pagar impostos) mas não se quer ficar por aqui. Talvez não esteja a ver a coisa bem.

Governar não é acabar com os podres da nossa sociedade. Mal de nós se acabasse a corrupção, droga, roubo, outros crimes, etc.

Basta pensar um pouco, tudo isso fáz parte da nossa sociedade desde ha muitos séculos, qual seria o resultado de acabar com a fuga aos impostos no nosso país? E alguem acredita que é com repressão que se acaba com fugas a impostos?

Quais paises nórdicos, quais bancos lavadores de dinheiro, somos ingénuos ou convem-nos ser?

Pensem nisto!
Um abraço
JN
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Pata

por mcarvalho » 13/11/2006 0:19

Ou para gestor de Conta do Pinóquio
bjs
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por ricardotugas » 13/11/2006 0:14

algarvio_ Escreveu:Agora que ele já arrumou a casa e ensinou a este país à beira-mar plantado como se combram impostos ...


Existem pessoas com sorte, e ele é uma delas.

As revolução da cobrança de impostos vem desde 1992, aquando da alteração do sistema informatico e informatização e formação das RP.

Veio para os colher o trabalho de outros.

É como um Ministro recem empossado que vai inaugurar uma estrada que leva anos prometida e quase concluida.

Mas não eliminou a corrupcção existente nos serviços e outras situações que permitiriam não colocar SCUT e Taxas moderadoras, mas como mexe que os interreses instalados...

BN
passo a passo se constroi o futuro
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por @rmando » 12/11/2006 22:58

O mais importante no combate à evasão fiscal não está na acção de uma pessoa mas, essencialmente, na vontade política que o enquadra. A disponilização dos meios, o apoio activo (quer pela regulamentação, quer pela legislação), etc são o cerne da questão. Combater o crime fiscal não é difícil; basta olhar para alguns países nórdicos. O problema está na vontade política. Essa nunca existiu grandemente e só os ingénuos não percebem porquê.

Não ponho em questão as qualidades de Paulo Macedo, mas de certeza que não é um insubstituível.

Posso estar enganado, mas o futuro o dirá.
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humor negro...

por port. suave » 12/11/2006 22:48

perdão . . . verde!
eh eh!
 
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por Pata-Hari » 12/11/2006 22:44

O próximo cargo do Paulo Macedo será com consultor fiscal do BES :lol: .
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