Governo quer retirar 80% do salário a Paulo Macedo
Salários...
Esta é uma problemática antiga...
Se formos pela "tabela" que agora foi fixada, e para lugares de importância vital e competência necessária, será que teremos profissionais a aceitar perder 80% do que poderiam ganhar no MERCADO de trabalho?
Se fôr para cargos/funções meramente políticas, será diferente.
É a minha humilde opinião.
Se formos pela "tabela" que agora foi fixada, e para lugares de importância vital e competência necessária, será que teremos profissionais a aceitar perder 80% do que poderiam ganhar no MERCADO de trabalho?
Se fôr para cargos/funções meramente políticas, será diferente.
É a minha humilde opinião.
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Agora que ele já arrumou a casa e ensinou a este país à beira-mar plantado como se combram impostos correm com ele às contas de ter que ter um salário inferiro ao PM.
O Socrates como bom ditadorzinho de 2ª que é, não quer ninguem a ganhar mais que ele.
Entretanto, assim sempre abrem mais uma vaga para um qualquer boy que ainda para ai sem ter onde cair morto e ainda não arranjou tacho
É o paí que temos...
O Socrates como bom ditadorzinho de 2ª que é, não quer ninguem a ganhar mais que ele.
Entretanto, assim sempre abrem mais uma vaga para um qualquer boy que ainda para ai sem ter onde cair morto e ainda não arranjou tacho
É o paí que temos...
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Governo quer retirar 80% do salário a Paulo Macedo
Quem foge aos impostos é que deve ficar contente com esta medida
Pedro Catarino
Paulo Macedo terá de reduzir salário para ficar
O director geral dos Impostos termina o mandato em Maio do próximo ano. O Governo matém a porta aberta para que Paulo Macedo continue no cargo, mas só se aceitar baixar o seu salário em quase oitenta por cento.
O ministro das Finanças, Teixeira dos Santos, afirmou, em entrevista ao jornal ‘Público’, que a lei que limita os salários dos dirigentes da administração pública ao vencimento-base do primeiro-ministro “é para ser cumprida”.
Interrogado sobre a situação concreta de Paulo Macedo, o ministro salientou que cumprirá a lei “nessa matéria”, depois de ter afirmado que o director geral dos Impostos poderia continuar por mais um mandato se o desejasse.
Paulo Macedo foi recrutado para a Direcção-Geral das Contribuições e Impostos pela ex-ministra das Finanças Manuela Ferreira Leite, que concordou em pagar-lhe um salário que ronda os 20 mil euros mensais, quando o vencimento-base do primeiro-ministro não vai além dos 4700 euros
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