Portucel 2,65€ - privatização, free float e nova máquina
Joao A Escreveu:quem está a comprar (milhões de acções) hoje a 2.26, 2.27 e 2.28 amanhã continua a comprar e ...
Se reparares, a maior parte que está a transaccionar são investidores pequenos. Houve algumas passagens, mas não foram compras como tu dizes, nem de milhões de acções.
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jacsilva Escreveu:resumindo isto tudo , outra vez um grande negócio só para os bancos ou corretoras , pois quem pediu 25000 se vender ao preço que está no mercado actualmente e tendo em conta a quantidade que vai receber.
Quem comprou na OPV não poderá vender hoje à cotação actual, porque simplesmente ainda não tem as acções.
Tendo em conta que o preço médio é de 2,15 e tendo em conta a cotação actual, é de esperar que ela hoje ainda vá descer até ao final da sessão, e provavelmente amanhã irá haver ainda fortes descargas para tomadas de mais-valia. Se amanhã fechar a 2,20 estamos com bastante sorte.
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jacsilva Escreveu:resumindo isto tudo , outra vez um grande negócio só para os bancos ou corretoras , pois quem pediu 25000 se vender ao preço que está no mercado actualmente e tendo em conta a quantidade que vai receber.
Se calhar por isso é que algumas pessoas, como eu, compraram na sexta-feira no final da sessão... Muita gente não percebia como é que alguem comprava nessa altura acima dos 2,20... mas a verdade é que comprei mais caro, mas comprei as que quis...
Resumindo, ganho menos por acção, mas em muitas mais acções. Agora quem tem menos do que pediu vai comprar mais, mais caro do que o fiz na sexta...
Os stop losses são a melhor forma de não nos afundarmos num mar de esperanças...
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Saudações!!
É bem visto! Eu apontaria para 1350/1100...
Um abraço,
JR
ljbk Escreveu:Ora vejamos. no PG há 145.4 milhões de acções disponiveis.
Quinta-feira, como se pode ver na pagina 17, havi 1638 milhões de procura.
No final há 2651 milhões.
Isto significa que na sexta foram subscritas 2651-1638 = 1013 milhões de acções.
Ou seja a repartição 1ª semana / 2ª semana será no minimo: 1638 / 1013 em que o 1638 só pode descer e o 1013 só pode subir.
Considerando o caso 1638/1013, temos:
Rateio da 2ª semana = (1638*2+1013)/145.4 = 29.498
Rateio da 1ª semana = 29.498 / 2 = 14.749
Quanto mais o numero de acções pedidas na 2ª semana subir em relação a esta minha suposição mais os valores acima descem e maior será o numero de acções atribuido com o limte teorico de 0 /2651 que significaria que todos pediram na 2ª semana, o que não corresponde à verdade.
Neste caso especifico temos para 100000 acções pedidas na 2ª semana, 3300 atribuidas.
Na 1ª semana, teriamos obtido 6700 acções.
Estes são valores minimos de acções que só podem subir.
Logo às 17 horas, conheceremos os numeros definitivos.
É bem visto! Eu apontaria para 1350/1100...
Um abraço,
JR
"The chief object of education is not to learn things but to unlearn things" – Gilbert Chesterton
http://www.jornaldenegocios.pt/default. ... tId=285618
"
Hoje no Jornal de Negócios
Procura na OPV da Portucel supera oferta em mais de 14 vezes
Na sexta-feira, último dia de subscrição da OPV da Portucel, a procura aumentou em mil milhões de acções. De acordo com dados preliminares a que o Jornal de Negócios teve acesso, concorreram à terceira fase de privatização da papeleira um total de 31 mil investidores, que deram ordem de compra para 2.830 milhões de acções – 14,33 vezes mais que a oferta disponível.
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Maria João Soares
mjsoares@mediafin.pt
André Veríssimo
averissimo@mediafin.pt
Na sexta-feira, último dia de subscrição da OPV da Portucel, a procura aumentou em mil milhões de acções. De acordo com dados preliminares a que o Jornal de Negócios teve acesso, concorreram à terceira fase de privatização da papeleira um total de 31 mil investidores, que deram ordem de compra para 2.830 milhões de acções – 14,33 vezes mais que a oferta disponível.
A tranche do público em geral foi a mais procurada, com as acções pedidas a excederem em 18 vezes a oferta. Este lote recebeu um total de 11.700 ordens para 2.651 milhões de acções. Recorde-se que os investidores institucionais também deram ordens nesta tranche, uma vez que, ao contrário da OPV da Galp, não existiu venda directa.
A procura foi também elevada entre os pequenos subscritores, com 19 mil ordens para 178 milhões de acções, o que excede em 3,5 vezes a oferta. Os investidores que subscreveram esta tranche têm asseguradas 100 acções.
Os trabalhadores da Portucel foram os únicos a "passar ao lado" da OPV. Este lote registou menos de 200 ordens para um total de cerca de um milhão de acções, metade da oferta. O milhão de títulos não subscrito é transferido para o lote dos pequenos subscritores, que passaram assim a dispor de uma oferta total de 51 milhões de acções.
Acções vendidas a 2,15 euros
As acções serão vendidas a 2,15 euros na tranche do público em geral, valor que corresponde à média aritmética da cotação de fecho da Portucel durante a operação (entre dia 30 de Outubro e 10 de Novembro), com um desconto de 5%. Os pequenos subscritores e trabalhadores, que beneficiam de um desconto adicional de 5%, vão pagar 2,04 euros por cada acção.
O Estado vai assim encaixar 417,86 milhões de euros com a alienação da sua participação de 25,72% no capital da Portucel. Somando os 1.091,29 milhões de euros recebidos com a venda da Galp, o Estado já arrecadou 1.509,15 milhões de euros. Valor que fica aquém dos 1.600 milhões de euros previstos para este ano no plano de privatizações das Finanças.
Hoje, pelas 17H, terá lugar na Euronext Lisbon a sessão especial de bolsa da OPV. A cerimónia marca, formalmente, a saída do Estado da papeleira, 31 anos depois de a empresa ter sido nacionalizada. A Semapa, liderada por Pedro Queiroz Pereira, passará a ser a única grande accionista da Portucel, com 67,10% da empresa. O "free float" da papeleira passa dos 3% para os 28,72%, o que deverá garantir a reentrada no PSI-20, o principal índice da praça financeira portuguesa.
Os investidores que deram ordens na tranche do público em geral podem negociar as acções a partir de amanhã, dia em que ocorre a liquidação financeira da OPV. Os pequenos subscritores têm de esperar três meses.
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Ora vejamos. no PG há 145.4 milhões de acções disponiveis.
Quinta-feira, como se pode ver na pagina 17, havi 1638 milhões de procura.
No final há 2651 milhões.
Isto significa que na sexta foram subscritas 2651-1638 = 1013 milhões de acções.
Ou seja a repartição 1ª semana / 2ª semana será no minimo: 1638 / 1013 em que o 1638 só pode descer e o 1013 só pode subir.
Considerando o caso 1638/1013, temos:
Rateio da 2ª semana = (1638*2+1013)/145.4 = 29.498
Rateio da 1ª semana = 29.498 / 2 = 14.749
Quanto mais o numero de acções pedidas na 2ª semana subir em relação a esta minha suposição mais os valores acima descem e maior será o numero de acções atribuido com o limte teorico de 0 /2651 que significaria que todos pediram na 2ª semana, o que não corresponde à verdade.
Neste caso especifico temos para 100000 acções pedidas na 2ª semana, 3300 atribuidas.
Na 1ª semana, teriamos obtido 6700 acções.
Estes são valores minimos de acções que só podem subir.
Logo às 17 horas, conheceremos os numeros definitivos.
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Hoje no Jornal de Negócios
Procura na OPV da Portucel supera oferta em mais de 14 vezes
Na sexta-feira, último dia de subscrição da OPV da Portucel, a procura aumentou em mil milhões de acções. De acordo com dados preliminares a que o Jornal de Negócios teve acesso, concorreram à terceira fase de privatização da papeleira um total de 31 mil investidores, que deram ordem de compra para 2.830 milhões de acções – 14,33 vezes mais que a oferta disponível.
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Maria João Soares
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André Veríssimo
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Na sexta-feira, último dia de subscrição da OPV da Portucel, a procura aumentou em mil milhões de acções. De acordo com dados preliminares a que o Jornal de Negócios teve acesso, concorreram à terceira fase de privatização da papeleira um total de 31 mil investidores, que deram ordem de compra para 2.830 milhões de acções – 14,33 vezes mais que a oferta disponível.
A tranche do público em geral foi a mais procurada, com as acções pedidas a excederem em 18 vezes a oferta. Este lote recebeu um total de 11.700 ordens para 2.651 milhões de acções. Recorde-se que os investidores institucionais também deram ordens nesta tranche, uma vez que, ao contrário da OPV da Galp, não existiu venda directa.
A procura foi também elevada entre os pequenos subscritores, com 19 mil ordens para 178 milhões de acções, o que excede em 3,5 vezes a oferta. Os investidores que subscreveram esta tranche têm asseguradas 100 acções.
Os trabalhadores da Portucel foram os únicos a "passar ao lado" da OPV. Este lote registou menos de 200 ordens para um total de cerca de um milhão de acções, metade da oferta. O milhão de títulos não subscrito é transferido para o lote dos pequenos subscritores, que passaram assim a dispor de uma oferta total de 51 milhões de acções.
Acções vendidas a 2,15 euros
As acções serão vendidas a 2,15 euros na tranche do público em geral, valor que corresponde à média aritmética da cotação de fecho da Portucel durante a operação (entre dia 30 de Outubro e 10 de Novembro), com um desconto de 5%. Os pequenos subscritores e trabalhadores, que beneficiam de um desconto adicional de 5%, vão pagar 2,04 euros por cada acção.
O Estado vai assim encaixar 417,86 milhões de euros com a alienação da sua participação de 25,72% no capital da Portucel. Somando os 1.091,29 milhões de euros recebidos com a venda da Galp, o Estado já arrecadou 1.509,15 milhões de euros. Valor que fica aquém dos 1.600 milhões de euros previstos para este ano no plano de privatizações das Finanças.
Hoje, pelas 17H, terá lugar na Euronext Lisbon a sessão especial de bolsa da OPV. A cerimónia marca, formalmente, a saída do Estado da papeleira, 31 anos depois de a empresa ter sido nacionalizada. A Semapa, liderada por Pedro Queiroz Pereira, passará a ser a única grande accionista da Portucel, com 67,10% da empresa. O "free float" da papeleira passa dos 3% para os 28,72%, o que deverá garantir a reentrada no PSI-20, o principal índice da praça financeira portuguesa.
Os investidores que deram ordens na tranche do público em geral podem negociar as acções a partir de amanhã, dia em que ocorre a liquidação financeira da OPV. Os pequenos subscritores têm de esperar três meses.
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Ora vejamos. no PG há 145.4 milhões de acções disponiveis.
Quinta-feira, como se pode ver na pagina 17, havi 1638 milhões de procura.
No final há 2651 milhões.
Isto significa que na sexta foram subscritas 2651-1638 = 1013 milhões de acções.
Ou seja a repartição 1ª semana / 2ª semana será no minimo: 1638 / 1013 em que o 1638 só pode descer e o 1013 só pode subir.
Considerando o caso 1638/1013, temos:
Rateio da 2ª semana = (1638*2+1013)/145.4 = 29.498
Rateio da 1ª semana = 29.498 / 2 = 14.749
Quanto mais o numero de acções pedidas na 2ª semana subir em relação a esta minha suposição mais os valores acima descem e maior será o numero de acções atribuido com o limte teorico de 0 /2651 que significaria que todos pediram na 2ª semana, o que não corresponde à verdade.
Neste caso especifico temos para 100000 acções pedidas na 2ª semana, 3300 atribuidas.
Na 1ª semana, teriamos obtido 6700 acções.
Estes são valores minimos de acções que só podem subir.
Logo às 17 horas, conheceremos os numeros definitivos.
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Editores de economia esforçados
Saudações!!
Só mais uns descontos... talvez à 5ª tentativa acertem...
Um abraço,
JR
Menor_Valia Escreveu:Com a venda dos 25,7% da Portucel, o Estado vai arrecadar 413,78 milhões de euros (em Jornal de Negocios Online)Tendo em conta este preço final o Estado encaixa cerca de 424,5 milhões de euros (ME).(Reuters)
O mais curioso é que segundo as minhas contas o estado encaixa/arrecada cerca de 418,76 milhões de euros... enfim... há que dar o desconto a estes editores de economia...
Só mais uns descontos... talvez à 5ª tentativa acertem...
O Estado vai assim encaixar 417,86 milhões de euros com a alienação da sua participação de 25,72% no capital da Portucel.(hoje no Jornal de Negocios Online)
Um abraço,
JR
"The chief object of education is not to learn things but to unlearn things" – Gilbert Chesterton
Portucel terá o mesmo peso da Galp no índice PSI-20
Pedro Ferreira Esteves
A Portucel vai passar a ser uma das empresas com maior influência no curso do PSI-20. A venda de 27,5% que o Estado ainda detinha na empresa - objecto de uma oferta pública de venda (OPV) que terminou na sexta-feira - aumenta a dispersão de capital da papeleira de 3% para cerca de 30%. E coloca a sua capitalização bolsista acima dos 1200 milhões de euros, considerando o preço de 2,26 euros definido para a operação.
Embora só deva regressar ao PSI-20 em Janeiro de 2007 - se o Euronext não realizar uma revisão extraordinária no índice, como fez com a Galp -, a Portucel fica no grupo de empresas com um peso de 2% no seu cálculo. Uma situação semelhante ao que se passa na Galp e PT Multimédia. No entanto, esta dimensão é ainda muito inferior à dos grandes motores do PSI-20, nomeadamente a EDP (20%), PT (18%) e BCP (16%). E abaixo do BES (9%), BPI (8%), Brisa (6%) ou Sonae SGPS e Cimpor (6%).
Forte procura
A injecção de liquidez que esta operação proporciona ao título foi um dos factores que justificaram o forte interesse por parte dos investidores e que se traduziu no facto de a procura dever ter ultrapassado em mais de nove vezes a oferta de quase 197 milhões de acções da Portucel (só hoje serão divulgados os números definitivos). O aumento de capital disperso na Bolsa permite aos investidores uma maior flexibilidade na negociação das acções, uma vez que origina maiores oportunidades de compra e venda de títulos. A sua inevitável colocação no PSI-20 também traz uma maior visibilidade internacional.
As outras razões que levaram investidores institucionais (fundos de pensões e de investimento - segmento de público em geral) e particulares (pequenos subscritores) a participar nesta OPV estão ligadas ao potencial de valorização das acções da Portucel. O preço da operação foi fixado nos 2,26 euros - resultantes da média das cotações nas últimas dez sessões -, o que significa que o desconto de 5% previsto para a venda fica nos 2,15 euros. Um valor dentro do intervalo de dois a 2,20 euros definido para a operação pelo Governo, tendo em conta os objectivos de encaixe no âmbito das privatizações previstas no Orçamento. Os pequenos subscritores beneficiam ainda de um desconto adicional de 5%, que coloca os títulos nos 2,05 euros.
Estes preços representam um potencial de valorização em torno dos 30%, considerando a média das avaliações da empresa feitas pelos principais bancos de investimento portugueses. A sessão especial da Bolsa desta operação terá lugar hoje às 17h00 nas instalações do Euronext Lisboa e contará com a presença, entre outros, dos responsáveis da empresa e do ministro das Finanças, Fernando Teixeira dos Santos.
Pedro Ferreira Esteves
A Portucel vai passar a ser uma das empresas com maior influência no curso do PSI-20. A venda de 27,5% que o Estado ainda detinha na empresa - objecto de uma oferta pública de venda (OPV) que terminou na sexta-feira - aumenta a dispersão de capital da papeleira de 3% para cerca de 30%. E coloca a sua capitalização bolsista acima dos 1200 milhões de euros, considerando o preço de 2,26 euros definido para a operação.
Embora só deva regressar ao PSI-20 em Janeiro de 2007 - se o Euronext não realizar uma revisão extraordinária no índice, como fez com a Galp -, a Portucel fica no grupo de empresas com um peso de 2% no seu cálculo. Uma situação semelhante ao que se passa na Galp e PT Multimédia. No entanto, esta dimensão é ainda muito inferior à dos grandes motores do PSI-20, nomeadamente a EDP (20%), PT (18%) e BCP (16%). E abaixo do BES (9%), BPI (8%), Brisa (6%) ou Sonae SGPS e Cimpor (6%).
Forte procura
A injecção de liquidez que esta operação proporciona ao título foi um dos factores que justificaram o forte interesse por parte dos investidores e que se traduziu no facto de a procura dever ter ultrapassado em mais de nove vezes a oferta de quase 197 milhões de acções da Portucel (só hoje serão divulgados os números definitivos). O aumento de capital disperso na Bolsa permite aos investidores uma maior flexibilidade na negociação das acções, uma vez que origina maiores oportunidades de compra e venda de títulos. A sua inevitável colocação no PSI-20 também traz uma maior visibilidade internacional.
As outras razões que levaram investidores institucionais (fundos de pensões e de investimento - segmento de público em geral) e particulares (pequenos subscritores) a participar nesta OPV estão ligadas ao potencial de valorização das acções da Portucel. O preço da operação foi fixado nos 2,26 euros - resultantes da média das cotações nas últimas dez sessões -, o que significa que o desconto de 5% previsto para a venda fica nos 2,15 euros. Um valor dentro do intervalo de dois a 2,20 euros definido para a operação pelo Governo, tendo em conta os objectivos de encaixe no âmbito das privatizações previstas no Orçamento. Os pequenos subscritores beneficiam ainda de um desconto adicional de 5%, que coloca os títulos nos 2,05 euros.
Estes preços representam um potencial de valorização em torno dos 30%, considerando a média das avaliações da empresa feitas pelos principais bancos de investimento portugueses. A sessão especial da Bolsa desta operação terá lugar hoje às 17h00 nas instalações do Euronext Lisboa e contará com a presença, entre outros, dos responsáveis da empresa e do ministro das Finanças, Fernando Teixeira dos Santos.
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carrancho Escreveu:Midas Escreveu: O que penso que fizeram foi para por um lado fazer baixar o preço médio, ja que 1 centimo em 10 milhoes de accoes faz diferenca no preço final de compra... Uma coisa é os particulares comprarem 5000 outra é os fundos ficarem com 10 milhoes e o 1 centimo diferenca sao muitos milhares euros.
...
So uma coisa, muitos raciocinios estao a ser feitos na base das accoes adquiridas por particulares... Experimentem fazer mas pensando do lado de quem interessa, os grandes.
Caro Midas,
Realmente um centimo é muito dinheiro em 10 Milhoes de acções. Mas então explique-me, se não se importar, qual a razão de só terem pensado nisso na sexta? Se os grandes que estao para comprar na OPV é que a fizeram baixar, não foram eles mesmo que tiveram de vender? Venderam muitas e até 8 centimos abaixo, nas que venderam até 8 centimos menos nao fariam tambem muita diferença?
Tenho sempre em muita consideração os seus comentários, mas neste caso não posso estar de aconcordo. Reafirmo, para mim pode haver várias razoes para ter descido menos a de intenção de baixar o preço médio da OPV.
Um abraço,
Mário Carrancho
E quem lhe disse que so pensaram nisso na sexta feira? Na bolsa há 2 elementos, o vendedor e o comprador, e a accao responde consoante o que foi mais forte. Se ler bem o que eu disse em cima foi que fiquei mais descansado ao observar que a accao estava bem acima do preco da OPV na ultima semana da operacao, sinal que havia interessados fortes nela e nao se estavam a contentar apenas com as accoes que lhes fossem atribuidas na OPV. Se ela cotasse abaixo do preco da opv é que eu ficaria preocupado. Mas comprasse a accao qd da sinais de força ou fraqueza? Claro que havia interessados em fazer baixar o preço da accao e o facto de nao terem conseguido faze.lo ate ao ultimo dia de subscricao, dia esse que subscreveram 500 milhoes é muito bom sinal, sinal que houve maos fortes a entrar na accao e sinal de que eles foram mais forte do que aqueles que queriam baixar o preço medio. A questao do ultimo dia ter caido... é a mesma questao do pq é que no ultimo dia foram subscritas 500 milhoes... Muita gente a sair no ultimo dia para subscrever na OPV e finalmente os vendedores conseguiram baixar um pouco o preço medio. Por isso eu vejo isto como sinal de força. Pq claro que havia interessados em baixar o preço mas so o conseguiram no ultimo dia, pq tiveram o auxilio do publico em geral que vendeu em bolsa para comprar na OPV.
Fundos à la carte:
Finanças e investmentos
Finance and Investments
Finances et investissements
Finanzas y inversiones
Finanza e investimenti
财务及投资作出
Portugal, Brasil, Angola, Moçambique, United Kingdom, Ireland (Éire), USA, France, Belgique, Monaco, España, Italia, Deutschland, Österreich, Luxemburg, Schweiz, 中国
Asset Allocation, Risk Management, Portfolio Management, Wealth Management, Money Management
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Rateio final - 1ª fase
Pequenos subscritores:
1 para cada 2,69 acções
Público em geral:
1 para cada 13,08 acções
A procura global situou-se acima de 2,2 biliões de acções, sendo que na 6ª feira foi de 500 milhões!!!
1 para cada 2,69 acções
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A procura global situou-se acima de 2,2 biliões de acções, sendo que na 6ª feira foi de 500 milhões!!!
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Última actualização da calculadora do JN.
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Calculadora - Portucel.xls- (13.5 KiB) Transferido 300 Vezes
Midas Escreveu: O que penso que fizeram foi para por um lado fazer baixar o preço médio, ja que 1 centimo em 10 milhoes de accoes faz diferenca no preço final de compra... Uma coisa é os particulares comprarem 5000 outra é os fundos ficarem com 10 milhoes e o 1 centimo diferenca sao muitos milhares euros.
...
So uma coisa, muitos raciocinios estao a ser feitos na base das accoes adquiridas por particulares... Experimentem fazer mas pensando do lado de quem interessa, os grandes.
Caro Midas,
Realmente um centimo é muito dinheiro em 10 Milhoes de acções. Mas então explique-me, se não se importar, qual a razão de só terem pensado nisso na sexta? Se os grandes que estao para comprar na OPV é que a fizeram baixar, não foram eles mesmo que tiveram de vender? Venderam muitas e até 8 centimos abaixo, nas que venderam até 8 centimos menos nao fariam tambem muita diferença?
Tenho sempre em muita consideração os seus comentários, mas neste caso não posso estar de aconcordo. Reafirmo, para mim pode haver várias razoes para ter descido menos a de intenção de baixar o preço médio da OPV.
Um abraço,
Mário Carrancho
Abraço,
Carrancho
Carrancho
Ora bem, muitas opinioes passaram por aqui e ja agora vou dar a minha. Eu tinha quase a certeza que iria cair na sexta, ate me guardei para comprar no pre fecho ja que pensava que poderiam fazer baixar mais do que os 2.23.. Apontava para os 2.21 que era a base da LTA. O que penso que fizeram foi para por um lado fazer baixar o preço médio, ja que 1 centimo em 10 milhoes de accoes faz diferenca no preço final de compra... Uma coisa é os particulares comprarem 5000 outra é os fundos ficarem com 10 milhoes e o 1 centimo diferenca sao muitos milhares euros. Nao estranho o facto de ter ido acima dos 2.30, isto so significa que o interesse no titulo é grande e que os grandes acreditam que a liberdade atrubuida pela saida do estado ira ser mt salutar para a accao. Se negociasse abaixo do preço da OPV ou a valores la perto, ai ficava preocupado, mas como durante a semana houve boas entradas e a valores muito superiores da-me confianca. Claro que isto da bolsa nunca ha certeza, por isso o stop esta estabelecido e siga para Bingo
A LTA tem uma data de toques, atribuindo muita força a esse suporte e como coloquei no topico da semapa, a Portucel está a negociar numa bandeira, ou seja, figura de continuacao de tendencia, que quebrada fica com um target dentro de media de price target que sairam para o mercado. É ter calma, mas penso que as probabilidade de subida estao mais fortes na Portucel, mas caso corra mal o stop está ja na minha cabeça. As coisas sao simples e teem de ser mantidas simples.
So uma coisa, muitos raciocinios estao a ser feitos na base das accoes adquiridas por particulares... Experimentem fazer mas pensando do lado de quem interessa, os grandes.
So uma coisa, muitos raciocinios estao a ser feitos na base das accoes adquiridas por particulares... Experimentem fazer mas pensando do lado de quem interessa, os grandes.
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JOLI Escreveu:Bem, mudas de opinião muito rapidamente.
Caro JOLI,
Se leu na integra o ultimo post, percebe porque digo que não devia ter colocado o penultimo.
A queda de sexta foi perfeitamente normal, por várias razoes, e nenhuma delas me parece que seja a de forçar a redução do preço médio da OPV. Pelo que não concordo que segunda sobe pela razão de a cotação já não contar para essa média. Creio que não posso explicar melhor o meu ponto de vista. Tabem, após o ultimo post, me parece que é perfeitamente perceptivel que dizer que mudei de opinião não faz sentido.
Incompreensivel é, para mim, o facto de após a queda, logo que foi conhecido o intervalo a que se realizaria a OPV, ter recuperado os 2.30. Isto é que não me parece normal!
Um abraço,
Mário Carrancho
Abraço,
Carrancho
Carrancho
Spilberg Escreveu:Quanto ao comportamento dos títulos nas primeiras sessões prevejo um comportamento semelhante ao da GALP, ou mesmo melhor, uma vez que ao contrário da GALP, ao não haver venda directa na OPV da Portucel, fez com que tanto institucionais como pequenos investidores concorressem na mesma tranche,o que resultou numa redução assinalável no número de acções disponível para venda nos primeiros dias (isto partindo do pressuposto que os instucitucionais têm posições mais estáveis).
Boa tarde a todos,
sobre o comportamento pós-OPV, não podemos ter certezas, certezas, como alguém já disse, não exitem nos mercados...se houvesse certezas estaríamos todos ricos.
Podemos isso sim acreditar ou ter a convicção de que terá um comportamento bastante positivo no médio-prazo, veja-se o enorme rateio que resultou das inúmeras ordens dadas na OPV...
Fazer comparações com a GALP não me parece muito correcto, são empresas tão distintas, os valores envolvidos são tão diferentes.
A Galp terá sido vendida com menos desconto que a Portucel, mas isto é o que consta, o mercado é que vai determinar se há ou não melhores perpectivas para a Portucel e potencialmente melhores mais-valias para quem nela investiu...
Cps
Pensa como pensam os sábios, mas fala como falam as pessoas simples.(Aristóteles)
Nº de acções
Sr. Ferry pelas contas do JN,terá nos peq. subs.(2982) e no PG. (2437).Isto,á luz do rateio da passada quinta-feira.
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Re: N.º de acções
Ferry Escreveu:Não consigo saber o número de acções que me calharam na OPV da Portucel, pois a calculadora do Jornal de Negócios diz-me que a folha de Excel é só de leitura e pede-me um código para desproteger a folha, o que eu não faço a mínima ideia de qual seja.
Agradecia que me informassem a quantas acções tem direito quem pediu 50000 PG na 2.ª fase e 15000 PS também na 2.ª fase.
Obrigado.
Bons Negócios.
Ferry
ora tenta lá
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