Semapa e Portucel
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SEM
Para justificar a sua argumentação, Carlos Pardal invoca o desenvolvimento da Cimpor: “Há doze anos, a Secil detinha 40% do mercado nacional e a Cimpor 60%. Hoje, a nível mundial, a Cimpor é cerca de 3,5 vezes maior do que a Secil”. A resposta, do próprio accionista, é simples: “Faltou capital”. “Torna-se evidente que, acima dos interesses da sociedade em si e dos interesses de uma grande maioria dos seus accionistas, directos e indirectos, foram colocados os interesses da minoria que exerce o controlo”, conclui.
Acho graça a este tipo pois não sabe fazer contas...
Não consigo ver as cotações de "há 12 anos" mas vejamos o que aconteceu quanto aos interesses da maioria dos accionistas desde 2002 que já chega muito bem:
02 JAN 2002
SEM = 4,50
CPR = 19,68, com o split posterior equivale a 3,936
06 NOV 2006
SEM = 7,90
CPR = 5,59
A SEM, apesar de distribuir anualmente maiores dividendos, valorizou-se 75% e a CPR apenas 42%.
Como se vê a SEM defendeu melhor os interesses dos accionistas...
Não admira que nem lhe tenham respondido.
JAS
Na Bolsa como no Poker há que ter uma boa mão...
Research
2006/10/02 Snapshot: Semapa - 1H06 Earnings Highlights
Trying to increase international sales in cement
Fonte: Millennium bcp investimento
- Anexos
-
Semapa_1H06_Earnings.pdf- (64.82 KiB) Transferido 365 Vezes
Porque a Semapa ficou para trás
Responsabilidades com as reformas dos administradores e falta de crescimento com a gestão Queiroz Pereira criticadas
A gestão da Semapa foi posta em causa durante a última assembleia-geral, realizada a 18 de Outubro. “Nos últimos anos tem-se assistido, na Semapa, à ocorrência de casos que nunca se teriam verificado se nela existissem órgãos efectivamente independentes”, afirma Carlos Pardal, administrador da Cimianto e representante de um accionista de referência da Semapa.
As remunerações dos administradores da Semapa - em 2005, acima de 3,5 milhões de euros por executivo -, são mais de 2,5 vezes superiores ao que recebem nas sociedades em que efectivamente trabalham (Secil e Portucel). A isto junta-se ainda a crítica ao regime de reforma dos administradores. Carlos Pardal afirma que se deu “a seis administradores o direito à reforma completa, independentemente do número de anos de serviços prestados”. Esta decisão terá obrigado a Semapa a, face aos compromissos assumidos, fazer uma provisão de 84 milhões de euros, superior a 70% do seu capital social. A outra crítica de Carlos Pardal vai para a venda da Enersis - energias renováveis - aos australianos da Babcok & Brown, “sem comunicar ao mercado”. E o accionista conclui que “deveria haver uma análise detalhada sobre a forma como tem sido gerida a Semapa, com o objectivo de tornar a sua gestão mais independente dos accionistas”.
A razão dos problemas estará, segundo ainda o mesmo accionista, na concentração das decisões relativas ao futuro da sociedade nas mãos de dois accionistas. “Na administração da Semapa têm estado, desde o início, dois accionistas que, com a utilização de estruturas piramidais, têm vindo a conseguir manter, embora cada vez mais preso por arames, o controlo da sociedade”. Segundo Pardal, estes dois accionistas - da família Queiroz Pereira - não terão mais de 8% da Semapa.
As críticas não mereceram resposta durante a assembleia e. questionado sobre as críticas de Carlos Pardal, o presidente do Conselho de Administração da «holding», Pedro Queiroz Pereira respondeu que “o assunto não merece qualquer comentário por parte da Semapa”.
Entretanto, questionada sobre o modelo de governo da Semapa, a Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) enumerou os aspectos que a empresa não cumpriu em 2005. São três as recomendações em falta: restrições ao exercício do direito de voto, voto por correspondência e bloqueio das acções; recomendação sobre a existência de um número suficiente de administradores independentes e a recomendação sobre a divulgação da remuneração individualizada dos administradores.
Para justificar a sua argumentação, Carlos Pardal invoca o desenvolvimento da Cimpor: “Há doze anos, a Secil detinha 40% do mercado nacional e a Cimpor 60%. Hoje, a nível mundial, a Cimpor é cerca de 3,5 vezes maior do que a Secil”. A resposta, do próprio accionista, é simples: “Faltou capital”. “Torna-se evidente que, acima dos interesses da sociedade em si e dos interesses de uma grande maioria dos seus accionistas, directos e indirectos, foram colocados os interesses da minoria que exerce o controlo”, conclui.
http://semanal.expresso.clix.pt/2cadern ... d=ES236796
Mercados
Portucel fora do vulgar
Privatização será feita apenas através de uma Oferta Pública de Venda. Promoção tem sido fraca e não conta com a participação da administração
A privatização da Portucel não passará pela venda directa a institucionais
Depois do stresse que foi a aprovação do prospecto da Galp, esperava-se que a privatização seguinte corresse melhor. Mas o Governo voltou a dar trabalho fora de horas à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM): na sexta-feira anterior ao início da terceira e última fase de privatização da Portucel, a documentação necessária ainda não tinha sido entregue.
Menos mau: em vez de aprovado num domingo, como aconteceu com o da Galp, o prospecto da Portucel acabou por ser aprovado no sábado, permitindo que a operação arrancasse na segunda-feira, como previsto.
O facto de os prospectos serem aprovados em cima das datas de início das ofertas públicas de venda (OPV) já motivou o protesto da Deco-Associação de Defesa do Consumidor, que considera curto o período de tempo que os potenciais investidores têm para analisar a informação.
O desenho da privatização causou alguma estranheza: não foram definidas à partida as quantidades a vender na OPV e respectivos segmentos, assim como não se decidiu o que ficava destinado à venda directa a institucionais. Ficou assim expressa a intenção do Governo de vender todas as acções através da OPV, o que acabou por confirmar-se na quinta-feira. Para avaliar o interesse dos investidores, foi definido um período de pré-registo, que terminou ontem. As intenções de investimento manifestadas durante este período podem ser alteradas na próxima semana, em que decorre a transmissão de ordens de compra. Outro facto pouco comum é a possibilidade de qualquer investidor na categoria do público em geral poder atingir 2% do capital.
O preço será fixado entre os 2 e os 2,2 euros, próximo do máximo histórico de 2,4 euros, obtido a 11 de Abril mas significativamente longe dos preços-alvo apontados pelos analistas, que referem que o momento para vender a empresa é bom, tendo em conta a subida dos preços da pasta e do papel. No segmento de trabalhadores e pequenos subscritores haverá o tradicional desconto de 5%, tal como o período de três meses de indisponibilidade das acções.
Apesar de a operação estar já em curso, a sua promoção tem sido escassa, segundo disseram ao Expresso alguns responsáveis dos bancos envolvidos na colocação. Mas as primeiras indicações de intenções de compra são positivas. Por outro lado, a administração da Portucel não participa na apresentação da empresa no exterior. Comentando esta questão, a empresa diz que “cabe ao oferente a definição da estrutura e do modelo de colocação e venda das acções”.
A privatização ficou marcada por desentendimentos entre o Governo e a Semapa, que tem 67,1% da Portucel, sobre a quem cabia a responsabilidade pela informação constante no prospecto. Um dos factores de risco identificados na informação agora disponível é o facto de ainda não ser conhecida a posição da Comissão Europeia relativamente aos benefícios fiscais e incentivos financeiros a conceder pelo Estado português a dois contratos de modernização da fábrica da Figueira da Foz e à construção de uma nova fábrica de papel em Setúbal.
Pedro Lima e Christiana Martins
ESTADO SAI
Venda de até 25,72%
Ordens de compra podem ser dadas entre as 8h30 de 6 de Novembro e as 15h00 de dia 10
Sessão especial de Bolsa a 13 de Novembro para apuramento de resultados
Preço será a média do valor de fecho das acções entre 30 de Outubro e 10 de Novembro, deduzida de 5% mas terá de ficar sempre no intervalo entre 2 e 2,20 euros
http://semanal.expresso.clix.pt/2cadern ... d=ES236995
basicamente todos os mercados
fx, futuros (índices, commodities), cfd´s, acções (vários mercados, Portugal incluido)
a plataforma SAXO é usada em Portugal pela carregosa, dif, orey, golden broker
(as spreads dos cfd´s parecem-me mais competitivas no saxo, o resto do preçário não sei)
o site deles tá em Português (ver lado direito superior)
http://www.saxobank.com/
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Tinha a ideia que no(a) saxo só se negociava forex, pelos vistos não.
Que mercados se pode negociar?
Dá acesso à profundidades?
Na tua experiencia quais são as principais vantagens em relação à banca nacional?
Obrigado
Ps. à muito tempo abri uma conta demo para exprimentar a minha arte em perder $ no forex, maas já cadocou, por isso se calhar não posso voltar a ter uma demo.
Xau
Que mercados se pode negociar?
Dá acesso à profundidades?
Na tua experiencia quais são as principais vantagens em relação à banca nacional?
Obrigado
Ps. à muito tempo abri uma conta demo para exprimentar a minha arte em perder $ no forex, maas já cadocou, por isso se calhar não posso voltar a ter uma demo.
Xau
\__S E L E C T O R__/
Re: That's the question.
Selector Escreveu:PS. que software é esse, Meta?
faz parte da plataforma Saxo
quem quiser experimentar pode fazer o download no site para experimentar durante algumas semanas
That's the question.
Pois é, eu já lá estou e a perder (-3.46%) entrei a 8.14.
Estou quase, quase, quase....
..... mas ela que não pense em descer abaixo dos 7,80000000001, que vai logo de repente.
Já agora fico a espera das respostas ao teu post.
Xau
PS. que software é esse, Meta?
Estou quase, quase, quase....
..... mas ela que não pense em descer abaixo dos 7,80000000001, que vai logo de repente.
Já agora fico a espera das respostas ao teu post.
Xau
PS. que software é esse, Meta?
\__S E L E C T O R__/
Semapa e Portucel
não tenho acompanhado o PSI, mas como tenho boas recordações da Semapa gostava de me informar melhor:
segundo li, a privatização da Portucel será entre no intervalo 2.00 - 2.20
a % da Semapa na Portucel está exactamente em quanto ?
deram indicações do que querem fazer depois: alienar até 51% ?
o Estado ainda vai ficar com algumas ?
as ajudas do Estado à nova máquina já tiveram a aprovação da UE ? se não, existe uma data para o anúncio ?
Actualmente a Semapa tem 2 áreas de negócios: cimentos (Secil) e papel (portucel)
Nos cimentos, presumo que domesticamente a situação não seja famosa, estão a compensar através da internacionalização ?
estão com ideias de avançar para alguma nova área de negócio ?
quais os price targets dos bancos ?
Olhando para o gráfico não me decido, será a privatização da portucel o catalisador para nova arrancada ( até aos 12 ? ) ou irá recuar atá a lta que já vem de 2003
segundo li, a privatização da Portucel será entre no intervalo 2.00 - 2.20
a % da Semapa na Portucel está exactamente em quanto ?
deram indicações do que querem fazer depois: alienar até 51% ?
o Estado ainda vai ficar com algumas ?
as ajudas do Estado à nova máquina já tiveram a aprovação da UE ? se não, existe uma data para o anúncio ?
Actualmente a Semapa tem 2 áreas de negócios: cimentos (Secil) e papel (portucel)
Nos cimentos, presumo que domesticamente a situação não seja famosa, estão a compensar através da internacionalização ?
estão com ideias de avançar para alguma nova área de negócio ?
quais os price targets dos bancos ?
Olhando para o gráfico não me decido, será a privatização da portucel o catalisador para nova arrancada ( até aos 12 ? ) ou irá recuar atá a lta que já vem de 2003
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