off topic A que ponto isto chegou!!!!!
Bom dia,
o que eles precisam é de um xuto no c.....
Um forte abraço
e
Cmpts
PS: já agora, que incentivos têm eles para um jovem idoso
o que eles precisam é de um xuto no c.....
Um forte abraço
e
Cmpts
PS: já agora, que incentivos têm eles para um jovem idoso
grão a grão enche a galinha o papo
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Embora ninguém possa voltar atrás e fazer um novo começo, qualquer um pode começar agora e fazer um novo fim...
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Embora ninguém possa voltar atrás e fazer um novo começo, qualquer um pode começar agora e fazer um novo fim...
Não ainda não é para o Ulisses
Governo corta arrendamento jovem
[ 2006/10/18 | 10:16 ] EditorialPGM
Crédito HabitaçãoArtigos relacionados
Jovens lêem cada vez mais jornais online
Governo acaba com apoios à contratação de jovens sem 12º
EPUL Jovem bate recorde com mais de 9 mil candidaturas para comprar casa As regras do Incentivo ao Arrendamento Jovem (IAJ) vão mudar já em 2007. E vão abranger uma revisão dos níveis de subsidiação, da prova de meios (de rendimento) e ainda o período de tempo durante o qual este subsídio é atribuído.
Esta é uma das muitas alterações pelo lado da despesa, inscritas no Orçamento do Estado para 2007, noticia o «Jornal de Notícias».
A revisão do IAJ, que apoia actualmente cerca de 25 mil jovens, há muito que é defendida, sem que nunca se tenha passado da teoria à prática. Mas, para o próximo ano, os beneficiários e candidatos a beneficiários podem contar com mudanças. Actualmente, este incentivo pode ser usufruído por jovens até aos 30 anos, sendo atribuído por um ano e renovado por um máximo de cinco anos. A ajuda pode ir até 75% da renda paga, com o limite máximo de 249,40 euros mensais.
Além de pretender reforçar a prova de meios (rendimentos) dos beneficiários, de forma a garantir, por exemplo, a incapacidade dos pais para suportar a renda, o Governo vai ainda rever os níveis de comparticipação e reduzir o período de tempo de atribuição do subsídio. Recorde-se que, este ano, o Estado prevê gastar 60,5 milhões de euros com o IAJ.
Só um pequeno comentário
Se os filhos são maiores e vacinados poque têm de apresentar os rendimentos dos pais para tudo e mais alguma coisa?
Se os pais dos pais são maoires e vacinados para que têm de apresentar os rendimentos dos filhos para tudo e mais alguma coisa?
Estes individuos para, ao longo dos tempos para ganharem eleições e se safarem prometeram tudo e mais alguma coisa ... deram a provar a droga, viciaram as pessoas e agora retiram-na sem salas de xuto e sem metadona
cumprimentos e um abraço
mcarvalho
[ 2006/10/18 | 10:16 ] EditorialPGM
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EPUL Jovem bate recorde com mais de 9 mil candidaturas para comprar casa As regras do Incentivo ao Arrendamento Jovem (IAJ) vão mudar já em 2007. E vão abranger uma revisão dos níveis de subsidiação, da prova de meios (de rendimento) e ainda o período de tempo durante o qual este subsídio é atribuído.
Esta é uma das muitas alterações pelo lado da despesa, inscritas no Orçamento do Estado para 2007, noticia o «Jornal de Notícias».
A revisão do IAJ, que apoia actualmente cerca de 25 mil jovens, há muito que é defendida, sem que nunca se tenha passado da teoria à prática. Mas, para o próximo ano, os beneficiários e candidatos a beneficiários podem contar com mudanças. Actualmente, este incentivo pode ser usufruído por jovens até aos 30 anos, sendo atribuído por um ano e renovado por um máximo de cinco anos. A ajuda pode ir até 75% da renda paga, com o limite máximo de 249,40 euros mensais.
Além de pretender reforçar a prova de meios (rendimentos) dos beneficiários, de forma a garantir, por exemplo, a incapacidade dos pais para suportar a renda, o Governo vai ainda rever os níveis de comparticipação e reduzir o período de tempo de atribuição do subsídio. Recorde-se que, este ano, o Estado prevê gastar 60,5 milhões de euros com o IAJ.
Só um pequeno comentário
Se os filhos são maiores e vacinados poque têm de apresentar os rendimentos dos pais para tudo e mais alguma coisa?
Se os pais dos pais são maoires e vacinados para que têm de apresentar os rendimentos dos filhos para tudo e mais alguma coisa?
Estes individuos para, ao longo dos tempos para ganharem eleições e se safarem prometeram tudo e mais alguma coisa ... deram a provar a droga, viciaram as pessoas e agora retiram-na sem salas de xuto e sem metadona
cumprimentos e um abraço
mcarvalho
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- Aumento da Electricidade:
O mais grave disto tudo, além de ouvir o Ex-Secretário de Estado ( num pais civilizado seria ) é saber que eu como consumidor vou ter de pagar juros sobre algo que nunca quis ficar a dever.
- SCUT no grande Porto:
O mais grave disto tudo, além da quebra eleitoral de Socrates que nunca introduziria Portagens em regiões desfavorecidas ou sem alternativa, é observar que:
- Na SCUT Porto - Espinho utilizaram o traçado da antiga estrada, logo não existe alternativa, pois ela desapareceu.
- Na SCUT Porto - Povoa existe um troço inaugurado em 1987 com 80% de fundos comunitários, que passam a ser taxados 19 anos depois.
- Na SCUT Porto -Lousada esta estrada foi construida para retirar à 1 ano a zona de Paços de Ferreira do isolamento a que estava condenada.
A 1 hora que demorava a fazer pela Serra da Agrela passou a fazer-se em 20 minutos. Assim a alternativa é voltar a passar por uma estrada construida por Salazar ( o mesmo acontece para Povoa, Espinho, ou seja voltar a estrada feitas à 80 anos ).
De referir que hoje mesmo a Noticia da introdução de Portagens na SCUT para Paços de Ferreira seguiu para a IKEA Finandia, podendo o investimento na fábrica ser direcionado para ... Espanha.
Os dados economico sociais da Zona Paços de Ferreira - Lousada são dos mais pobres de Portugal.
Desculpem os administradores do forum, este meu desabafo, mas se o Povo não tiver $ também não entra na bolsa, logo até está correlacionado.
BN
O mais grave disto tudo, além de ouvir o Ex-Secretário de Estado ( num pais civilizado seria ) é saber que eu como consumidor vou ter de pagar juros sobre algo que nunca quis ficar a dever.
- SCUT no grande Porto:
O mais grave disto tudo, além da quebra eleitoral de Socrates que nunca introduziria Portagens em regiões desfavorecidas ou sem alternativa, é observar que:
- Na SCUT Porto - Espinho utilizaram o traçado da antiga estrada, logo não existe alternativa, pois ela desapareceu.
- Na SCUT Porto - Povoa existe um troço inaugurado em 1987 com 80% de fundos comunitários, que passam a ser taxados 19 anos depois.
- Na SCUT Porto -Lousada esta estrada foi construida para retirar à 1 ano a zona de Paços de Ferreira do isolamento a que estava condenada.
A 1 hora que demorava a fazer pela Serra da Agrela passou a fazer-se em 20 minutos. Assim a alternativa é voltar a passar por uma estrada construida por Salazar ( o mesmo acontece para Povoa, Espinho, ou seja voltar a estrada feitas à 80 anos ).
De referir que hoje mesmo a Noticia da introdução de Portagens na SCUT para Paços de Ferreira seguiu para a IKEA Finandia, podendo o investimento na fábrica ser direcionado para ... Espanha.
Os dados economico sociais da Zona Paços de Ferreira - Lousada são dos mais pobres de Portugal.
Desculpem os administradores do forum, este meu desabafo, mas se o Povo não tiver $ também não entra na bolsa, logo até está correlacionado.
BN
passo a passo se constroi o futuro
Os Portugueses durante estas ultimas decadas limitaram-se a sobreviver á custa de subsidios, pensões, fundos da UE, e claro, para colmatar o desemprego, nas ultimas décadas o estado limitou-se a injectar funcionários publicos no sistema.
Aliado a isso, tomamos medidas como congelamentos de subidas do preço da electricidade, parte da gasolina à uns anos atrás também era financiada pelo estado, os emprestimos "exageradamente" bonificados, subsidios aos agricultores quer fizesse sol, quer fizesse chuva.
Neste momento a maior parte de nós está a pagar um preço muito caro por esta bandalheira destas ultimas décadas. Ou existe a coragem de tomar medidas reformistas, ou as gerações futuras vão pagar um preço muito elevado pela nossa falta de visão.
Aliado a isso, tomamos medidas como congelamentos de subidas do preço da electricidade, parte da gasolina à uns anos atrás também era financiada pelo estado, os emprestimos "exageradamente" bonificados, subsidios aos agricultores quer fizesse sol, quer fizesse chuva.
Neste momento a maior parte de nós está a pagar um preço muito caro por esta bandalheira destas ultimas décadas. Ou existe a coragem de tomar medidas reformistas, ou as gerações futuras vão pagar um preço muito elevado pela nossa falta de visão.
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[url="http://ablasfemia.blogspot.com/2006/10/mais-impostos.html"]«O factor que acabou por pesar mais [subida de 15,7% no preço da electricidade], foi a forte subida de 45% face a 2006 dos chamados custos de interesse geral, ou de política energética, como referiu Jorge Vasconcelos e que são exteriores ao sistema eléctrico. Esta soma, que inclui desde as rendas aos municípios [234 milhões de euros], a convergência com as tarifas das regiões autónomas [118 milhões de euros], até ao sobrecusto das produções em regime especial da co-geração e das eólicas [164 milhões de euros] (que têm tarifa mais alta), atingiu os 742 milhões de euros. Este montante representa já 13% do preço médio do sistema público, penalizando mais as famílias (17%)»[/url]
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... forecasting exchange rates has a success rate no better than that of forecasting the outcome of a coin toss - Alan Greenspan (2004)
Caro pvg80713
Em situações de crise... ou extrema direita ou extrema esquerda... vejam-se os exemplos ao longo da História,
é interessante "estudar" a História da 1ª Républica
e compará-la com a História Pós 25 de Abril..parece uma cópia.
bem, não interessa entrar por aí, para já.
Esquerda, direita, esquerda 1, 2 não, não é marchar
é o percurso seguido por um grande numero de políticos no nosso país que têm ,segundo dizem ,uma grande capacidade de adaptação às circunstancias
(o povo chama-lhes simplesmente vira casacas)
Desde Estalinistas, Troikstitas, Marxistas, Leninistas, fascistas Salazaristas há de tudo
um partido socialista que por isso se chama pluralista
sugiro que vejam , mesmo na net , o curricullum deste senhores
um abraço
mcarvalho
Em situações de crise... ou extrema direita ou extrema esquerda... vejam-se os exemplos ao longo da História,
é interessante "estudar" a História da 1ª Républica
e compará-la com a História Pós 25 de Abril..parece uma cópia.
bem, não interessa entrar por aí, para já.
Esquerda, direita, esquerda 1, 2 não, não é marchar
é o percurso seguido por um grande numero de políticos no nosso país que têm ,segundo dizem ,uma grande capacidade de adaptação às circunstancias
(o povo chama-lhes simplesmente vira casacas)
Desde Estalinistas, Troikstitas, Marxistas, Leninistas, fascistas Salazaristas há de tudo
um partido socialista que por isso se chama pluralista
sugiro que vejam , mesmo na net , o curricullum deste senhores
um abraço
mcarvalho
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pvg80713 Escreveu:acha sinceramente que algum desses é capaz de fazer alguma coisa ?... para mim esses também são funcionários publicos que vivem à nossa conta e incapazes de resolver um unico problema !
vamos resolver nós o problema do monstrum.
proponho que o tema do próximo referendo seja mudado para a IVG do....monstro.
Quantas assinaturas são precisas ? alguém alinha ?
Abraço,
Bender
caro mcarvalho,
acha sinceramente que algum desses é capaz de fazer alguma coisa ?... para mim esses também são funcionários publicos que vivem à nossa conta e incapazes de resolver um unico problema !
Eles falam falam falam, mas não os vejo capazes de pegar na GM da Azambuja e a melhorarem.
cmps,
acha sinceramente que algum desses é capaz de fazer alguma coisa ?... para mim esses também são funcionários publicos que vivem à nossa conta e incapazes de resolver um unico problema !
Eles falam falam falam, mas não os vejo capazes de pegar na GM da Azambuja e a melhorarem.
cmps,
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EU
MarcoAntonio Escreveu:Já agora, devo dizer (pela enésima vez) que sou apartidário. Para mim os partidos são todos iguais (em particular o PS e o PSD).
Marco. eu também me estou a marimbar para estes vigaritas e incompetentes mas, estou a pensar em filiar-me no BE enquanto há vagas
um abraço
mcarvalho
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sem comentários.....
Alexandra Noronha
anoronha@mediafin.pt
O Governo vai introduzir portagens em três Scuts já em 2007, anunciou esta manhã o Ministro das Obras Públicas, Transportes e Comunicações Mário Lino, explicando que em questão estão as auto-estradas em regime de portagem virtual do Norte Litoral (até Viana do Castelo), da Costa da Prata e do Grande Porto. A Scut do Algarve, apesar de não ser portajada, vai ser ainda alvo de um estudo mais detalhado.
O Governo espera, segundo a estimativas actuais de tráfego e com uma taxa de 60 cêntimos arrecadar uma receita de cerca de 100 milhões de euros por ano.
Segundo Mário Lino, os critérios escolhidos pelo Executivo para escolher estas três Scut são um PIB per capita nas regiões atravessadas e mais influenciadas pelas estradas acima dos 80% do PIB português, um índice de poder de compra concelhio acima dos 90% em relação ao nacional e um tempo não superior a 1,3 vezes nas vias alternativas em relação à SCUT.
No que diz respeito à concessão do Norte Litoral, Mário Lino explicou que não poderia ser toda portajada porque os indicadores na zona do Grande Porto (que tem ligação à estrada) são melhores do que na sub-região Minho-Lima, na qual nesta altura ainda não serão introduzidas portagens reais.
Mário Lino afirmou que as portagens ainda terão um tempo de implementação relativamente longo, esperando o Governo que estejam no terreno em 2007.
A Costa da Prata e o Grande Porto são concessões detidas pela empresa AENOR enquanto o Norte Litoral está nãos mãos das construtora espanhola Ferrovial e da sua participada para as estradas, a Cintra através da concessionária Euroscut.
As acções Brisa subiam 1,15% para 8,87 euros. A empresa liderada por Vasco de Melo beneficia com esta notícia, pois verá aliviada a concorrência nas suas auto-estradas.
anoronha@mediafin.pt
O Governo vai introduzir portagens em três Scuts já em 2007, anunciou esta manhã o Ministro das Obras Públicas, Transportes e Comunicações Mário Lino, explicando que em questão estão as auto-estradas em regime de portagem virtual do Norte Litoral (até Viana do Castelo), da Costa da Prata e do Grande Porto. A Scut do Algarve, apesar de não ser portajada, vai ser ainda alvo de um estudo mais detalhado.
O Governo espera, segundo a estimativas actuais de tráfego e com uma taxa de 60 cêntimos arrecadar uma receita de cerca de 100 milhões de euros por ano.
Segundo Mário Lino, os critérios escolhidos pelo Executivo para escolher estas três Scut são um PIB per capita nas regiões atravessadas e mais influenciadas pelas estradas acima dos 80% do PIB português, um índice de poder de compra concelhio acima dos 90% em relação ao nacional e um tempo não superior a 1,3 vezes nas vias alternativas em relação à SCUT.
No que diz respeito à concessão do Norte Litoral, Mário Lino explicou que não poderia ser toda portajada porque os indicadores na zona do Grande Porto (que tem ligação à estrada) são melhores do que na sub-região Minho-Lima, na qual nesta altura ainda não serão introduzidas portagens reais.
Mário Lino afirmou que as portagens ainda terão um tempo de implementação relativamente longo, esperando o Governo que estejam no terreno em 2007.
A Costa da Prata e o Grande Porto são concessões detidas pela empresa AENOR enquanto o Norte Litoral está nãos mãos das construtora espanhola Ferrovial e da sua participada para as estradas, a Cintra através da concessionária Euroscut.
As acções Brisa subiam 1,15% para 8,87 euros. A empresa liderada por Vasco de Melo beneficia com esta notícia, pois verá aliviada a concorrência nas suas auto-estradas.
Já agora, devo dizer (pela enésima vez) que sou apartidário. Para mim os partidos são todos iguais (em particular o PS e o PSD).
FLOP - Fundamental Laws Of Profit
1. Mais vale perder um ganho que ganhar uma perda, a menos que se cumpra a Segunda Lei.
2. A expectativa de ganho deve superar a expectativa de perda, onde a expectativa mede a
__.amplitude média do ganho/perda contra a respectiva probabilidade.
3. A Primeira Lei não é mesmo necessária mas com Três Leis isto fica definitivamente mais giro.
Reparem por favor na sequencia de notícias no Jornal de Negócios
Economia
Pessoas com deficiência vão pagar mais IRS
Terça, 17 Out 2006
As pessoas com deficiência, e sobretudo aquelas com rendimentos mais elevados, vão ser as mais afectadas com as alterações em matéria de IRS, noticia hoje o Jornal de Negócios.
Economia
Reformados continuam a ver tributação agravada
Terça, 17 Out 2006
A partir do próximo ano, os pensionistas com reformas superiores a 440 euros, sensivelmente, vão pagar mais IRS. Aprofundados a linha de actuação iniciada em 2006, o Governo reduziu mais um pouco a dedução específica - isto é, o valor até ao qual não recai IRS - e baixou este tecto de uma forma ainda mais substancial para as reformas superiores a 2.500 euros mensais.
Economia
Banca escapa a medidas de austeridade
Terça, 17 Out 2006
Ao contrário do que chegou a ser antecipado, e até temido pelo próprio sector, a banca escapou neste Orçamento do Estado a medidas de austeridade, tendo inclusivamente conquistado duas importantes pretensões e um brinde.
Economia
Imóveis de interesse público vão passar a pagar IMI
Terça, 17 Out 2006
Os imóveis de interesse público, de valor municipal ou os classificados como património cultural vão passar a pagar Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI). A novidade decorre de uma medida constante da proposta de Orçamento do Estado para 2007, que altera o artigo 40º do Estatuto dos Benefícios Fiscais (EBF).
o ministro tinha acabado de dizer
" A CRISE ACABOU "
PS.PARA OS BANCOS E PARA ELES
Economia
Pessoas com deficiência vão pagar mais IRS
Terça, 17 Out 2006
As pessoas com deficiência, e sobretudo aquelas com rendimentos mais elevados, vão ser as mais afectadas com as alterações em matéria de IRS, noticia hoje o Jornal de Negócios.
Economia
Reformados continuam a ver tributação agravada
Terça, 17 Out 2006
A partir do próximo ano, os pensionistas com reformas superiores a 440 euros, sensivelmente, vão pagar mais IRS. Aprofundados a linha de actuação iniciada em 2006, o Governo reduziu mais um pouco a dedução específica - isto é, o valor até ao qual não recai IRS - e baixou este tecto de uma forma ainda mais substancial para as reformas superiores a 2.500 euros mensais.
Economia
Banca escapa a medidas de austeridade
Terça, 17 Out 2006
Ao contrário do que chegou a ser antecipado, e até temido pelo próprio sector, a banca escapou neste Orçamento do Estado a medidas de austeridade, tendo inclusivamente conquistado duas importantes pretensões e um brinde.
Economia
Imóveis de interesse público vão passar a pagar IMI
Terça, 17 Out 2006
Os imóveis de interesse público, de valor municipal ou os classificados como património cultural vão passar a pagar Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI). A novidade decorre de uma medida constante da proposta de Orçamento do Estado para 2007, que altera o artigo 40º do Estatuto dos Benefícios Fiscais (EBF).
o ministro tinha acabado de dizer
" A CRISE ACABOU "
PS.PARA OS BANCOS E PARA ELES
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Camisa Roxa Escreveu:enfim, essas declarações são verdadeiramente ridículas e indignas de alguém com as responsabilidades que tem
Exacto, acho que ficam particularmente mal a quem tem um cargo de responsabilidades (espera-se que tenha uma inteligência média ou acima da média, uma cultura e informação acima da média e que saiba quem é responsável porquê e quem define o quê).
Eu demitia-me se dissesse uma barbaridade destas. Estou certo no entanto que nunca tería dito tamanho absurdo disparate.
Talvez esta nossa sumidade da governação entenda que é o consumidor que define os preços e, pasme-se, legisla!
O que me faz questionar o que é que ele está a fazer no Governo...
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1. Mais vale perder um ganho que ganhar uma perda, a menos que se cumpra a Segunda Lei.
2. A expectativa de ganho deve superar a expectativa de perda, onde a expectativa mede a
__.amplitude média do ganho/perda contra a respectiva probabilidade.
3. A Primeira Lei não é mesmo necessária mas com Três Leis isto fica definitivamente mais giro.
e, mais esta....
Nunca vou a um SAP nem nunca irei
«São as palavras do ministro da Saúde escolhidas para título da sua entrevista ao JN, publicada a 6/08/08.
Palavras ignorantes, infelizes, incultas, despesistas, distraídas e ofensivas para profissionais da saúde e doentes. O senhor ministro fala com o soberbo palanfrório de quem paira acima dos limitados recursos da generalidade dos portugueses.
São palavras ignorantes porque o senhor ministro ignora que há SAP's que funcionam como verdadeiras urgências hospitalares, com recursos para efectuar alguns exames complementares essenciais, e com dois médicos, e outros profissionais de saúde, em presença física permanente.
São palavras infelizes porque incentivam o sistema hospitalocêntrico de Portugal, quando devia ser exactamente ao contrário! Quando se pretende tirar doentes das urgências hospitalares, quase todas sobrecarregadas e a trabalhar no limite, algumas sem condições de país civilizado, inacreditavelmente o senhor ministro vem dizer aos portugueses que as entupam ainda mais!
São palavras incultas porque o senhor ministro não tem a mínima noção de que um médico, até sem estetoscópio, pode salvar uma vida!
(...)
Que, numa verdadeira urgência, demorar mais meia hora até ser assistido por um médico pode significar, inexoravelmente, a morte!...
São palavras despesistas porque traduzem que um doente nunca deve acreditar num médico que não lhe faça uma bateria de exames complementares.
(...)
Palavras distraídas porque o senhor ministro esquece-se de que é exactamente o ministro da Saúde e, por consequência, o principal responsável pela ausência de melhores condições em tantos níveis do sistema de Saúde português, incluindo os SAP's! Espantoso!
Palavras ofensivas para os doentes que não vivem na cidade grande e que têm nos SAP's o único recurso verdadeiramente acessível para situações agudas.
Palavras ofensivas para os médicos que, sem a infalibilidade que não é apanágio de nenhum médico ou ser humano mas com as máximas dedicação, competência e preocupação, dão o seu melhor aos doentes que observam nos SAP's, resolvendo-lhes a esmagadora maioria dos problemas, evitando deslocações desnecessárias às urgências hospitalares e, seguramente, salvando muitas vidas! Não havia necessidade!...
Enfim, em duas palavras, as respostas do senhor ministro da Saúde às questões colocadas pelo JN foram profundamente deploráveis, mas verdadeiramente reveladoras.
(...)
Percebe-se que o senhor ministro diga mal dos SAP's. Faz parte da sua estratégia para os encerrar. É mais uma reforma pseudo-economicista feita à custa da saúde dos cidadãos. Desgraçadamente, falta alguma perspicácia ao Ministério da Saúde para melhor gerir os recursos existentes sem prejudicar a qualidade e a quantidade dos serviços básicos prestados aos portugueses e sem destruir o Serviço Nacional de Saúde. Os prejudicados serão os doentes. »
.
José Manuel Silva, Pres. C. R. do Centro da Ordem dos Médicos, Jornal de Notícias
in http://pensar-ansiaes.blogspot.com/2006 ... -irei.html
«São as palavras do ministro da Saúde escolhidas para título da sua entrevista ao JN, publicada a 6/08/08.
Palavras ignorantes, infelizes, incultas, despesistas, distraídas e ofensivas para profissionais da saúde e doentes. O senhor ministro fala com o soberbo palanfrório de quem paira acima dos limitados recursos da generalidade dos portugueses.
São palavras ignorantes porque o senhor ministro ignora que há SAP's que funcionam como verdadeiras urgências hospitalares, com recursos para efectuar alguns exames complementares essenciais, e com dois médicos, e outros profissionais de saúde, em presença física permanente.
São palavras infelizes porque incentivam o sistema hospitalocêntrico de Portugal, quando devia ser exactamente ao contrário! Quando se pretende tirar doentes das urgências hospitalares, quase todas sobrecarregadas e a trabalhar no limite, algumas sem condições de país civilizado, inacreditavelmente o senhor ministro vem dizer aos portugueses que as entupam ainda mais!
São palavras incultas porque o senhor ministro não tem a mínima noção de que um médico, até sem estetoscópio, pode salvar uma vida!
(...)
Que, numa verdadeira urgência, demorar mais meia hora até ser assistido por um médico pode significar, inexoravelmente, a morte!...
São palavras despesistas porque traduzem que um doente nunca deve acreditar num médico que não lhe faça uma bateria de exames complementares.
(...)
Palavras distraídas porque o senhor ministro esquece-se de que é exactamente o ministro da Saúde e, por consequência, o principal responsável pela ausência de melhores condições em tantos níveis do sistema de Saúde português, incluindo os SAP's! Espantoso!
Palavras ofensivas para os doentes que não vivem na cidade grande e que têm nos SAP's o único recurso verdadeiramente acessível para situações agudas.
Palavras ofensivas para os médicos que, sem a infalibilidade que não é apanágio de nenhum médico ou ser humano mas com as máximas dedicação, competência e preocupação, dão o seu melhor aos doentes que observam nos SAP's, resolvendo-lhes a esmagadora maioria dos problemas, evitando deslocações desnecessárias às urgências hospitalares e, seguramente, salvando muitas vidas! Não havia necessidade!...
Enfim, em duas palavras, as respostas do senhor ministro da Saúde às questões colocadas pelo JN foram profundamente deploráveis, mas verdadeiramente reveladoras.
(...)
Percebe-se que o senhor ministro diga mal dos SAP's. Faz parte da sua estratégia para os encerrar. É mais uma reforma pseudo-economicista feita à custa da saúde dos cidadãos. Desgraçadamente, falta alguma perspicácia ao Ministério da Saúde para melhor gerir os recursos existentes sem prejudicar a qualidade e a quantidade dos serviços básicos prestados aos portugueses e sem destruir o Serviço Nacional de Saúde. Os prejudicados serão os doentes. »
.
José Manuel Silva, Pres. C. R. do Centro da Ordem dos Médicos, Jornal de Notícias
in http://pensar-ansiaes.blogspot.com/2006 ... -irei.html
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enfim, essas declarações são verdadeiramente ridículas e indignas de alguém com as responsabilidades que tem
por outro lado a electricidade sobre porque somos nós que temos de pagar as eólicas...
por outro lado a electricidade sobre porque somos nós que temos de pagar as eólicas...
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... forecasting exchange rates has a success rate no better than that of forecasting the outcome of a coin toss - Alan Greenspan (2004)
Re: off topic A que ponto isto chegou!!!!!
mcarvalho Escreveu:Até este ano a lei impedia uma actualização de preços acima da inflação e isso criou um défice tarifário que, na opinião de Castro Guerra, "só pode ser imputado aos consumidores".
A lei impede logo a culpa só pode ser dos consumidores?
Como é que é possível!
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1. Mais vale perder um ganho que ganhar uma perda, a menos que se cumpra a Segunda Lei.
2. A expectativa de ganho deve superar a expectativa de perda, onde a expectativa mede a
__.amplitude média do ganho/perda contra a respectiva probabilidade.
3. A Primeira Lei não é mesmo necessária mas com Três Leis isto fica definitivamente mais giro.
Re: off topic A que ponto isto chegou!!!!!
Se o consumidor esteve vários anos a pagar menos do que devia então a culpa é de quem definiu os preços durante esses anos.
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1. Mais vale perder um ganho que ganhar uma perda, a menos que se cumpra a Segunda Lei.
2. A expectativa de ganho deve superar a expectativa de perda, onde a expectativa mede a
__.amplitude média do ganho/perda contra a respectiva probabilidade.
3. A Primeira Lei não é mesmo necessária mas com Três Leis isto fica definitivamente mais giro.
Então foi por isto que limparam as minhas acções Brisa num abrir e fechar de olhos...
Aparte disso, acho piada o governo dizer que a culpa é dos consumidores, quando foram os sucessivos governos que "martelaram" o mercado.
Por isso é que detesto prestações, cheques ou seja lá o que for.
A factura chega sempre.
Isto um dia acaba mal...
1 abraço
Aparte disso, acho piada o governo dizer que a culpa é dos consumidores, quando foram os sucessivos governos que "martelaram" o mercado.
Por isso é que detesto prestações, cheques ou seja lá o que for.
A factura chega sempre.
Isto um dia acaba mal...
1 abraço
O que é um cínico? É aquele que sabe o preço de tudo, mas que não sabe o valor de nada.
outra...
Aumentaram tudo e agora afinal..,as Scut
vão pagar por culpa da oposição...
è o máximo .. vale tudo.. fujam!!!!
Governo vai negociar com concessionárias das Scuts
18/10/2006
O Governo vai negociar com as concessionárias de auto-estradas as alterações aos contratos de concessão que irá implicar a implementação de portagens nas Scut, disse ontem o ministro Mário Lino.
O Governo espera arrecadar uma receita de 100 milhões de euros por ano com a medida, o que consiste em apenas metade dos 200 milhões que as concessões do Norte Litoral, Costa da Prata e Grande Porto têm a receber de rendas. No total, as Scut serão alvo de transferências de 700 milhões de euros do Estado em 2007, ficando as restantes cinco Scuts com 500 milhões de euros a receber.
Mário Lino frisou que a introdução de portagens nas Scut não está relacionada com os cortes de que o ministério foi alvo por no Orçamento do Estado para 2007 e sim com o desenvolvimento das regiões atravessadas pelas Scut. Este critério será "sempre o mesmo até ao fim da legislatura", frisou o governante.
Mário Lino não explicou se os 100 milhões de euros de receitas arrecadadas serão utilizados pelo Estado ou pelas próprias concessionárias, remetendo essa questão para a apresentação do modelo de financiamento rodoviário, que ainda não tem data.
vão pagar por culpa da oposição...
è o máximo .. vale tudo.. fujam!!!!
Governo vai negociar com concessionárias das Scuts
18/10/2006
O Governo vai negociar com as concessionárias de auto-estradas as alterações aos contratos de concessão que irá implicar a implementação de portagens nas Scut, disse ontem o ministro Mário Lino.
O Governo espera arrecadar uma receita de 100 milhões de euros por ano com a medida, o que consiste em apenas metade dos 200 milhões que as concessões do Norte Litoral, Costa da Prata e Grande Porto têm a receber de rendas. No total, as Scut serão alvo de transferências de 700 milhões de euros do Estado em 2007, ficando as restantes cinco Scuts com 500 milhões de euros a receber.
Mário Lino frisou que a introdução de portagens nas Scut não está relacionada com os cortes de que o ministério foi alvo por no Orçamento do Estado para 2007 e sim com o desenvolvimento das regiões atravessadas pelas Scut. Este critério será "sempre o mesmo até ao fim da legislatura", frisou o governante.
Mário Lino não explicou se os 100 milhões de euros de receitas arrecadadas serão utilizados pelo Estado ou pelas próprias concessionárias, remetendo essa questão para a apresentação do modelo de financiamento rodoviário, que ainda não tem data.
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Por acaso, mas só por acaso isto é bastante ridiculo, andam a prometer o MIBEL à sei lá quanto tempo com promessas de que era bom para os consumidores, pois podiam escolher um operador mais barato, no final vêm com histórias e nem o Mercado Iberico de Electricidade, segura um aumento de mais de 15%. Será que algum país (civilizado) no mundo teve um aumento destes de uma só vez.
PORTUGAL NO SEU MELHOR.
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Congelados a derreter!
Tudo o que é congelado artificialmente (rendas, electricidade, SCUTs etc) mais tarde ou mais cedo derrete. O optimista deverá pensar que está a pagar aquilo que deveria ter pago nos últimos 3 anos...veja-se a subida do petróleo (matéria prima da electricidade)...
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Isto começa a ser uma nojeira. Até parece que alguma vez os consumidores tiveram capacidade de intervenção na política de preços da electricidade. Tenham vergonha...já não há mais saco para aturar o pedantismo deste governo.Deste e de qualquer outro que seja arrogante. Eles começam a dar sinais de cabeça perdida.
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Estas coisas aparece com um ar de inevitabilidade mas têm uma mão forte por trás. Quando a EDP estava nas mãos de pequenos acionistas portugueses tudo servia para regular .Ou seja: tudo fizeram para desvalorizar a empresa até os espanhois e outras coisas mais tomarem posição. Agora com o ex ministro a manobrar em sentido contrário ao que fez quando era ministro os espanhois agradecem.
Nota: NÃO GOSTO muito dos ESPANHOIS ,muito menos ainda dos Portugues TRAIDORES.
Nota: NÃO GOSTO muito dos ESPANHOIS ,muito menos ainda dos Portugues TRAIDORES.
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