YouTube
cena ridicula....como é que eles conseguem bloquear um site que está baseado no EUA ? vão ordenar aos ISP brasileiros para bloquer o site ?
outa coisa: ela e o namorado estava numa praia pública, como é que um video filmado na "via pública" pode ser censurado ?
outa coisa: ela e o namorado estava numa praia pública, como é que um video filmado na "via pública" pode ser censurado ?
Vídeo da modelo no centro da polémica
Cicarelli consegue que Youtube seja condenado no Brasil
Paula Cosme Pinto
O site vai ser bloqueado até o link do vídeo da modelo brasileira, a ter relações sexuais na praia, ser retirado da web.
O Youtube vai ser banido dos computadores brasileiros. A decisão foi anunciada hoje pelo Tribunal de Justiça de São Paulo, que pretende punir o site por este não ter retirado da rede o badalado vídeo de Daniella Cicarelli a ter relações sexuais com o namorado, numa praia espanhola.
O filme do casal, que começa com carícias na areia e termina com uma suposta cena de sexo no mar, começou por ser divulgado no Youtube, acabando como destaque de jornais, revistas, sites e programas de televisão.
O casal avançou com duas acções na justiça: uma por danos materiais e morais, outra para que o vídeo fosse retirado da web. O Tribunal de Justiça de São Paulo começou por acatar o pedido, obrigando os sites a tirarem as imagens da rede, ficando sujeitos a uma multa diária, de cerca de 90 euros, caso não o fizessem. O Youtube não acatou a decisão, nem pagou a multa, estando já a dever mais de três milhões de euros.
O resultado é nova decisão do Tribunal, avançada hoje pela agência noticiosa Estado: o Youtube vai eser bloqueado a todos os internautas brasileiros até que seja retirado da rede o link do "vídeo Cicarelli".
Decisão "demasiado drástica"
Para o especialista em direito da Internet, Manuel Lopes Rocha, esta decisão inédita é “demasiado drástica e excessiva”. O advogado português salientou ainda ao EXPRESSO que, “quando se fala de bloqueios e filtros, esquece-se que está a ser posta em causa a liberdade de expressão, um bem essencial da nossa sociedade”.
No entanto, o caso de Daniella Cicarelli põe em jogo o seu direito à privacidade, o que leva Manuel Lopes Rocha a acreditar que em Portugal a decisão “seria possivelmente igual” à do Tribunal de São Paulo. “O direito da Internet é incipiente e quando estão dois bens como estes em causa, a decisão assenta ainda nas costas de uma só pessoa: o juiz”.
Quanto ao bloqueio do site aos utilizadores brasileiros, o especialista ressalva que “ao contrário do que se pode pensar, é um processo pouco realizável, demorado e facilmente contornável”. Defensor de um "diálogo mais aberto" entre tribunais, peritos e comunidade cibernética, Manuel Lopes Rocha lembra que “tudo o que seja censura é uma falha civilizacional”.
Ok, a assinatura do caldeirão vai ter que ser 200 euros mês .
e se fosse não tenhas duvida de que haveriam bastantes estupidos que não assinariam o Caldeirão pensando talvez que fosse um desperdicio ...
Aqui no Caldeirão no Longo Prazo estamos todos ricos ... no longuissimo prazo os nossos filhos estarão ainda mais ricos ...
Pata-Hari Escreveu:O site que me dás não tem flat rates, o preço varia em função do "gasto".
Nesse site vê-se que um tráfego de 4.6 TB por mês custa $20000, dá para 4.6 milhões de downloads de 1M (153 mil / dia) ficando o custo de cada um em $0,0043 cêntimos. Parece-me viável que seja pago por publicidade.
O modelo de negócio deve ser mesmo viável, a Microsoft está a investir $2 biliões a construir gigantescos server farms para alojamento de páginas e sites de pessoas e empresas, as versões mais básicas serão gratuitas mas tendo que levar publicidade metida por eles...
http://wired.com/wired/archive/14.10/microsoft.html?pg=2&topic=microsoft&topic_set=
the company is planning to spend $2 billion more than usual next year. It hasn't explained why, but most observers believe the money is earmarked to expand its Web services and build server farms all over the world to support its new online infrastructure
As pessoas são tão ingénuas e tão agarradas aos seus interesses imediatos que um vigarista hábil consegue sempre que um grande número delas se deixe enganar.
Niccolò Machiavelli
http://www.facebook.com/atomez
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O site que me dás não tem flat rates, o preço varia em função do "gasto". Mesmo para um site como o caldeirão, é bastante caro (lá se vai o teu fee). Ou seja, voltando ao tema original, estamos a falar de custos exorbitantes. Como é óbvio, eles vão ter servidores dedicados e toda a panóplia de coisas que permitam minimizar custos mas estaremos ainda a falar de custos muito, muito elevados. Imagina um video que pesa 1 mega (nada de espantoso). Imagina que é visto 200 vezes, estamos a falar de 200 megas só para esse video. É enorme!
Pata-Hari Escreveu:hmm, não me dá nenhum detalhe acerca da capacidade, upload e dowload, largura de banda...
estes por exemplo indicam:
http://www.holonet.net/holonet/holowww-rates.shtml
PS: a minha fee como consultor é de 100 €/h + iva
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Pata-Hari Escreveu:fantástico! isso não conhecia. Onde é que se pode ler mais sobre isso? onde é que se pode comprar esse tipo de alojamento? (isso é extremanente interessante para o caldeirão)
googla "new economy" que encontras imensas coisas
talvez um dos melhores artigos seja este, e já tem quase 10 anos!
para alojamento flat rate googla "flat rate hosting" e encontras coisas como esta http://www.flatratewebsites.com/hosting.html
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Pata-Hari Escreveu:Arturian, o custo do google de tu usares uma página que pesa uns bytes nada tem a ver com o custo de usares algo que pesa megas. É a diferença entre comeres um kilo de batatas ou um kilo de caviar. Espero que não precises de um curso subsidiado para perceberes a diferença(desculpa lá a resposta mas vai no mesmissimo tom usado por ti)
Ora aí é que está. Isso é o raciocínio da "velha economia" e por isso é que estes modelos de negócio se chamam agora de "nova economia".
É que estes produtos da "nova economia" são imateriais, não consomem matérias primas nem quase nenhuma energia. Ou seja, o custo de produção de cada unidade é praticamente zero!
No caso do YouTube, o custo de download de 1 bit ou de 1 Megabit é o mesmo! Porque desde que a infraestrutura esteja montada (cabos, fibras ópticas, satélites, etc) o seu custo é constante e praticamente zero quer esteja a ser usada quer não e independentemente da distância de transmissão. Custa o mesmo mandar um bit para o vizinho como para o mandar para o outro lado do mundo.
E a capacidade de comunicação actualmente instalada chega e sobra para tudo o que se faz hoje. Um dos problemas das telcos é a chamada dark fiber, fibra óptica instalada e custou dinheiro mas não está a ser usada por não ter procura...
Isto pode parecer estranho, mas a nova economia é mesmo assim.
As pessoas são tão ingénuas e tão agarradas aos seus interesses imediatos que um vigarista hábil consegue sempre que um grande número delas se deixe enganar.
Niccolò Machiavelli
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Eu não usei tom nenhum, estava na brincadeira.
1 - O youtube não lucra tanto como o google. Podes pagar 100 euros por 1 KG de batatas ou por 1 KG de caviar e mesmo assim ter lucro no caviar.
2 - O preço do espaço em disco em servidores está barato, bem mais barato do que quando o google começou. Há umas décadas atrás quem podia comer ovos todos os dias tinha que ter um bom ordenado, agora, nem por isso.
1 - O youtube não lucra tanto como o google. Podes pagar 100 euros por 1 KG de batatas ou por 1 KG de caviar e mesmo assim ter lucro no caviar.
2 - O preço do espaço em disco em servidores está barato, bem mais barato do que quando o google começou. Há umas décadas atrás quem podia comer ovos todos os dias tinha que ter um bom ordenado, agora, nem por isso.
Abraço e Bons Negócios.
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Arturian, o custo do google de tu usares uma página que pesa uns bytes nada tem a ver com o custo de usares algo que pesa megas. É a diferença entre comeres um kilo de batatas ou um kilo de caviar. Espero que não precises de um curso subsidiado para perceberes a diferença
(desculpa lá a resposta mas vai no mesmissimo tom usado por ti)
Mas tem bastante publicidade, na pagina principal não tem, mas nas outras tem:
http://www.youtube.com/watch?v=gyGQoPWY0ng
Ver onde diz "Ads by google" ou "Advertise on this site".
Os anúncios do google como são apenas texto passam despercebidos, mas pelos vistos rendem mesmo assim.
http://www.youtube.com/watch?v=gyGQoPWY0ng
Ver onde diz "Ads by google" ou "Advertise on this site".
Os anúncios do google como são apenas texto passam despercebidos, mas pelos vistos rendem mesmo assim.
Abraço e Bons Negócios.
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Sim, de facto o YouTube não parece ter publicidade. Apesar de na wikipedia mencionarem que desde Março que começaram a usar o Google Adsense, eu ainda não notei isso.
De qualquer forma foi anunciado há algum tempo atrás que estavam a estudar avançar para um modelo assente em publicidade e que fosse rentável no futuro.
Aqui tem um artigo interessante:
De qualquer forma foi anunciado há algum tempo atrás que estavam a estudar avançar para um modelo assente em publicidade e que fosse rentável no futuro.
Aqui tem um artigo interessante:
YouTube could be a steal at $1 billion
By Greg Sandoval
http://news.com.com/YouTube+could+be+a+ ... 08971.html
Story last modified Thu Aug 24 09:33:17 PDT 2006
By agreeing to pay $65 million for Grouper--a profitless video-sharing company with negligible market share--Sony has helped establish a benchmark for other companies in the space and sent industry insiders speculating wildly about what market leader YouTube may be worth.
Sony's acquisition Wednesday of Grouper, which owns less than 1 percent of the online video market, begs a rather obvious question about its far larger rival YouTube, which owns 43 percent market share: If a company were to buy YouTube tomorrow, what would it have to pay?
"The viral video space is so hot right now; it's like Hansel from the movie 'Zoolander,'" said Aram Sinnreich, managing partner of RadarResearch, referring to the 2001 comedy about competition in the modeling business. "I wouldn't be surprised to see (online video market leader) YouTube receive a bid of $1 billion. Whether the company is worth it is another question."
Video-sharing sites allow the public to post homemade videos to the Web, where the videos' creators can be seen dancing, singing, acting, joking and lip-syncing. If that doesn't sound like much of a business, consider that more than 200 companies now present some kind of user-submitted content, and that teens and young adults are flocking to these sites.
How much is too much?
Entertainment analysts have predicted in recent weeks that sites with large followings would command a high price. The Sony deal proved them right. But while the Grouper deal helped establish a benchmark, there is still plenty of confusion about the fair value of online video companies. This is because the typical metrics for measuring a company appear to have gone out the window--just like they did during the bubble years of the late 1990s.
Nobody knows whether anyone can make money by hosting user-submitted videos. (None of the top standalone companies in the sector has reported profits.) Few if any barriers to entry exist. It's unclear which entertainment companies may be in the market for one of these companies. And copyright issues loom for some of the sites. Despite all this, the only thing anyone involved in the sector talks about is "eyeballs."
A large and loyal audience is why News Corp. paid $580 million for Intermix, the parent company of MySpace.com, a move widely ridiculed at the time by the business press. MySpace had only 12 million people logging on to the site each month when News Corp. bought it.
Critics at the time said that Rupert Murdoch, News Corp.'s chief, paid too much. Not anymore. Google agreed this month to pay $900 million over nearly four years to provide search and advertising for MySpace.
Now, compare that with San Mateo, Calif.-based YouTube. The company, which was founded in February 2005, sees 16 million unique users per month.
Another reason YouTube may be a $1 billion company is that Facebook, the second-largest social networking site next to MySpace, has a monthly audience of more than 9 million and has rejected an offer of $750 million from Viacom, according to a BusinessWeek article in March. Facebook is holding out for $2 billion, according to the magazine.
That Grouper drew $65 million with less than a 1 percent market share, according to traffic-tracking firm Hitwise, only fuels speculation about the market value of YouTube and its 43 percent market share.
Those are the kinds of numbers that keep people speculating even while YouTube executives deny that the company is for sale. YouTube declined to comment for this article.
Yet to turn a profit
To be sure, plenty of questions remain about YouTube's business. First, the company has yet to turn a profit even though CEO Chad Hurley has said that YouTube is generating significant revenue.
The company also has a lawsuit hanging over its head. A TV journalist in Los Angeles alleges that YouTube violated copyright by posting without permission a 1992 video he shot of the beating of trucker Reginald Denny. Many YouTube users post copyright works, and legal experts say that this could lead to expensive court battles. Finally, if YouTube is worth $1 billion, then that reduces the number of companies that could afford to buy it.
"The real question is whose lawyers are going to let them make the bid," Sinnreich said. "It's virtually impossible to build a site with YouTube's brand strength, loyal user base. YouTube is a time bomb and a gold mine waiting to happen. The question is which one will be bigger."
As for YouTube's competitors, it's a grab bag of companies shouting over one other about which one has better technology, interface, audience and content.
One thing to keep in mind is that not all video sites offer the same thing. For instance, Guba has begun offering digital movies for download as well as video sharing. Heavy.com and Veoh Networks produce their own content. Their names have been thrown in with the YouTubes and Gubas of the Web, even though they have completely different goals, said Veoh CEO Dmitry Shapiro.
"Two marketplaces are evolving," Shapiro said. "One is Web video sharing...where YouTube dominates. The other is a parallel marketplace that we call Internet TV. Veoh is all about allowing producers to present, in long form, high-quality broadcasting. Video sharing is about video snacks. We're after the cable TV market."
Shapiro said one must remember--when calculating the worth of online video companies--that the cable industry in the United States generates $65 billion a year. He argues that YouTube, Veoh and all the others have begun encroaching on that turf.
"If you really believe these companies are reinventing this gigantic space," he said, "you can argue that they are bargains."
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A pergunta que a Pata-Hari faz, é a mesma que eu já fiz várias vezes.
Está certo que, agora que o site tem notoriedade, até nem é impossível estruturar um modelo de negócio que sobreviva e seja, provavelmente, até bastante rentável, assente em publicidade. No entanto, como ela diz, há um brutal custo de infraestrutura (servidores, linhas de acesso, etc) que teve que ser suportado, e que continuará a sê-lo até à transição para um qualquer esquema que seja rentável.
Ao que parece, de acordo com a página deles no wikipédia (http://en.wikipedia.org/wiki/Youtube), o site foi fundado por três antigos colaboradores da paypal e recebeu desde cedo venture capital da Sequoia Capital que, para quem não sabe, esteve no ínicio da Cisco, Apple, Oracle, Google, Yahoo, Paypal, Electronic Arts, etc, etc... Enfim, uma Venture Capital que de facto tem faro para os investimentos!
Este é mais um exemplo que explica o sucesso do modelo de empreendedorismo americano: surgiu uma boa idéia da parte de um grupito que até já tinha algumas credenciais, uma Venture Capital com traquejo financia e, passado pouco mais de ano e meio após a fundação, foi criado um bilião quase do nada, pela parte de mais um trio de desconhecidos.
Isto é simplesmente quase impossível na Europa, seja em que país for! O venture capital está de facto na base do sucesso do empreendedorismo americano. Essas firmas sabem perfeitamente que a maior parte provavelmente até falha (o que não quer dizer que se perca tudo, pois no processo aprendeu-se qualquer coisa mais), mas quando uma acerta, compensa por outras cem...
Está certo que, agora que o site tem notoriedade, até nem é impossível estruturar um modelo de negócio que sobreviva e seja, provavelmente, até bastante rentável, assente em publicidade. No entanto, como ela diz, há um brutal custo de infraestrutura (servidores, linhas de acesso, etc) que teve que ser suportado, e que continuará a sê-lo até à transição para um qualquer esquema que seja rentável.
Ao que parece, de acordo com a página deles no wikipédia (http://en.wikipedia.org/wiki/Youtube), o site foi fundado por três antigos colaboradores da paypal e recebeu desde cedo venture capital da Sequoia Capital que, para quem não sabe, esteve no ínicio da Cisco, Apple, Oracle, Google, Yahoo, Paypal, Electronic Arts, etc, etc... Enfim, uma Venture Capital que de facto tem faro para os investimentos!
Este é mais um exemplo que explica o sucesso do modelo de empreendedorismo americano: surgiu uma boa idéia da parte de um grupito que até já tinha algumas credenciais, uma Venture Capital com traquejo financia e, passado pouco mais de ano e meio após a fundação, foi criado um bilião quase do nada, pela parte de mais um trio de desconhecidos.
Isto é simplesmente quase impossível na Europa, seja em que país for! O venture capital está de facto na base do sucesso do empreendedorismo americano. Essas firmas sabem perfeitamente que a maior parte provavelmente até falha (o que não quer dizer que se perca tudo, pois no processo aprendeu-se qualquer coisa mais), mas quando uma acerta, compensa por outras cem...
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Pata-Hari Escreveu:No caso deles os conteúdos até são despreziveis.
pois sim, mas com 100 milhões de pares de olhos a verem-os por dia atraem muitos publicitários
Pata-Hari Escreveu:Não sei como sobrevivem, alguém sabe como é que se pagam pelos servidores?
Não só os servidores como também as ligações de enorme largura de banda...
O segredo deles foi terem conseguido arranjar uma forma de compressão de video rápida e simples para reduzir o tamanho dos ficheiros.
Pelo que se diz acima 65 - 43 = 22 milhões, deve dar para as despesas.
Faz todo o sentido a Google comprá-los. Tal como o objectivo da Microsoft há 20 anos era "1 PC em cada secretária e em cada casa" (com software Microsoft, claro), o lema da Google agora é "ser o interface entre toda a gente e toda a informação" seja de que tipo for - texto, video, audio, fotos, geográfica, whatever
As pessoas são tão ingénuas e tão agarradas aos seus interesses imediatos que um vigarista hábil consegue sempre que um grande número delas se deixe enganar.
Niccolò Machiavelli
http://www.facebook.com/atomez
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Google comprar YouTube faz todo o sentido.
De notar que YouTube tem custos de operacionais quase zero! Não pagam nada pelos conteudos...
http://mrwavetheory.blogspot.com/
De notar que YouTube tem custos de operacionais quase zero! Não pagam nada pelos conteudos...
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Rumor - Google Inc to Buy YouTube for $1.6 Billion - Very Cheap
Michael at TechCrunch is reporting that Google Inc. (Nasdaq GOOG) is about to buy YouTube for $1.6 billion. That would be cheap if indeed, YouTube is on tract to generate $63 million in revenues and $45 million in profits as I argued yesterday. That would be 30x earnings for a company growing at a breakneck pace. Google trades at 40x forward earnings and isn't growing nearly as fast, so the acquisition would be immediately accretive.
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