Portucel 2,65€ - privatização, free float e nova máquina
JOSE DUARTE Escreveu:Após análise do titulo considero como aspecto negativo a fraca liquidez do titulo, o atraso na privatização e a cotação estar abaixo das M.M.'s e da Lta.
Positivamente temos o estocástico e o RSI a dar sinal de compra (inversão de tendência).
Os 2,19 a que a cotação se encontra está sob um suporte que ao ser quebrado atira a cotação para os 2,10.
Um facto curioso é que as médias móveis e a Lta de médio prazo estão neste momento a cruzarem-se.
Estamos de acordo, mas noto uma divergência positiva no RSI/cotação nas ultimas 2 semanas sensivelmente.
O que me parece muito bom.
Tenho duvidas em relação a essa LTA, porque na continuação da que tracei no primeiro gráfico tem um ponto de encontro com a cotação de há 1 ano e meio, o que me faz reforçar a ideia de que ela ainda se encontra sobre a LTA e que está neste momento a 2,18.
Estou a apostar nisto.
Um abraço!
- Mensagens: 456
- Registado: 31/5/2006 21:13
Após análise do titulo considero como aspecto negativo a fraca liquidez do titulo, o atraso na privatização e a cotação estar abaixo das M.M.'s e da Lta.
Positivamente temos o estocástico e o RSI a dar sinal de compra (inversão de tendência).
Os 2,19 a que a cotação se encontra está sob um suporte que ao ser quebrado atira a cotação para os 2,10.
Um facto curioso é que as médias móveis e a Lta de médio prazo estão neste momento a cruzarem-se.
Aqui fica o gráfico
Positivamente temos o estocástico e o RSI a dar sinal de compra (inversão de tendência).
Os 2,19 a que a cotação se encontra está sob um suporte que ao ser quebrado atira a cotação para os 2,10.
Um facto curioso é que as médias móveis e a Lta de médio prazo estão neste momento a cruzarem-se.
Aqui fica o gráfico
- Anexos
-
- Portucel.GIF (56.78 KiB) Visualizado 2346 vezes
-
- Portucel1.GIF (63.72 KiB) Visualizado 2323 vezes
Saudações Alentejanas
Boas,
Ora bem, parece-me que os indicadores estão a inverter da situação de queda que vinha acompanhando os ultimos tempos da PTI.
Os bons resultados, os indicadores a confirmarem-se, o recuperar da pressão compradora e a virem de valores de sobrevendida, parecem-me bons sinais para estar atento, sendo que os mesmos indicadores recuperam agora de topos minímos.
Por outro lado as descargas em final de sessão continuam ( apesar de com menos impacto e em menor numero, se bem que para o volume que ela apresenta actualmente me parecem suficiente para a manter controlada) e o atraso na privatização podem ser factores negativos na avaliação.
Estou a achá-la dos titulos que neste momento estão com maior espaço para uma subida no curto prazo, mas gostava de ter mais opiniões daqui do pessoal do caldeirão.
Ora bem, parece-me que os indicadores estão a inverter da situação de queda que vinha acompanhando os ultimos tempos da PTI.
Os bons resultados, os indicadores a confirmarem-se, o recuperar da pressão compradora e a virem de valores de sobrevendida, parecem-me bons sinais para estar atento, sendo que os mesmos indicadores recuperam agora de topos minímos.
Por outro lado as descargas em final de sessão continuam ( apesar de com menos impacto e em menor numero, se bem que para o volume que ela apresenta actualmente me parecem suficiente para a manter controlada) e o atraso na privatização podem ser factores negativos na avaliação.
Estou a achá-la dos titulos que neste momento estão com maior espaço para uma subida no curto prazo, mas gostava de ter mais opiniões daqui do pessoal do caldeirão.
- Mensagens: 456
- Registado: 31/5/2006 21:13
EMPRESAS Publicado 22 Junho 2006
Privatização da Portucel em Setembro
O Ministério das Finanças aponta Setembro como o calendário provável para a realização da primeira privatização deste ano, a oferta pública de venda em bolsa da Portucel. O IPO da Galp vai decorrer na primeira semana de Outubro.
--------------------------------------------------------------------------------
Ana Suspiro
asuspiro@mediafin.pt
O Ministério das Finanças aponta Setembro como o calendário provável para a realização da primeira privatização deste ano, a oferta pública de venda em bolsa da Portucel. O IPO da Galp vai decorrer na primeira semana de Outubro.
O secretário de Estado do Tesouro e Finanças, Carlos Costa Pina, adiantou ao Jornal de Negócios Online que a Portucel vai ser a primeira privatização a avançar, mas já depois do Verão.
Setembro é o cenário que está em cima da mesa, já que para a primeira semana de Outubro está previsto o IPO (oferta pública inicial) da Galp Energia, conforme reafirmou ontem o ministro da Economia, Manuel Pinho.
O Governo aprovou hoje, em Conselho de Ministros, o decreto-lei de privatização da Portucel que prevê a venda da totalidade da participação do Estado, de 25,72%, através de uma ou mais modalidades.
Segundo frisou Costa Pina, a única garantia em relação ao modelo de venda é a de que será obrigatória a realização de uma OPV (oferta pública de venda) em bolsa, porque um dos objectivos desta operação é aumentar o "free-float", inferior a 10%,e a liquidez do título Portucel no mercado de capitais.
O Governo manifestou a sua disponibilidade para que o maior accionista da Portucel, a Semapa se associe a esta oferta, vendendo parte da sua participação de 67%. Mas a decisão, diz Costa Pina, pertence ao grupo de Queiroz Pereira e o Governo está preparado para avançar com a privatização, com ou sem a Semapa.
Quanto às outras modalidades de privatização também aprovadas: venda directa a instituições financeiras para posterior dispersão de acções e a emissão de obrigações por parte da Parpública susceptíveis de permuta ou reembolso com acções da Portucel, o secretário de Estado diz que são instrumentos de flexibilidade que permitem moldar a operação às condições do mercado.
Que dia é hoje? Dia 1 de Outubro!
Apesar de tudo, ainda é possível desenhar umas LTAs que poderão segurar a acção. Além disso parece-me que tem suporte na zona dos 2,14€, por onde também anda a MM200. Embora o RSI esteja oversold, a acção já demonstrou incapacidade de cruzar os 30 em alta...
Abri este post cheio de confiança no sucesso da privatização da PTI, que dará a esta acção uma visibilidade que este grupo tem na economia Portuguesa. Claro que poderão dizer que os resultados foram mto bons, os PTs excelentes, mas, enquanto tiver este free-float, será uma acção desinteressante...
Fico triste por ser 1 de Outubro...
O mercado reagiu mal a este atraso...
Como reagirá a partir de agora? Parará nos 2,14€?
- Anexos
-
- pti.png (45.2 KiB) Visualizado 1443 vezes
Os stop losses são a melhor forma de não nos afundarmos num mar de esperanças...
- Mensagens: 816
- Registado: 12/3/2006 16:08
- Localização: Lamego
O BPI considera que os resultados ontem apresentados pela Portucel demonstram que está bem posicionada para atingir as estimativas para 2006 que têm para esta empresa, o que o faz com que a casa de investimento mantenha a sua recomendação de "acumular" e o preço-alvo de 2,70 euros para as acções.
A Portucel registou lucros de 54,8 milhões de euros no primeiro semestre, contra os 27 milhões de euros do período homólogo. A empresa explica que os lucros não são comparáveis devido à alteração de critérios nas amortizações. O volume de negócios aumentou 4,7% para os 529,5 milhões de euros.
No Iberian Daily do BPI, os analistas explicam que o impacto dos resultados é neutro.
Segundo a mesma fonte, o desempenho operacional da Portucel "ficou abaixo das nossas estimativas devido ao forte impacto da paragem das máquinas em três fábricas".
"No entanto, consideramos que a performance da empresa e as estimativas continuam a ser fortes e em linha com as nossas expectativas", acrescentam os analistas.
As acções da empresa subiam 2,75% para os 2,24 euros.
E continua não querer subir......
BPI
Portucel está bem posicionada para atingir as estimativas para 2006
O BPI considera que os resultados ontem apresentados pela Portucel demonstram que está bem posicionada para atingir as estimativas para 2006 que têm para esta empresa, o que o faz com que a casa de investimento mantenha a sua recomendação de “acumular” e o preço-alvo de 2,70 euros para as acções.
--------------------------------------------------------------------------------
Ana Filipa Rego
arego@mediafin.pt
O BPI considera que os resultados ontem apresentados pela Portucel demonstram que está bem posicionada para atingir as estimativas para 2006 que têm para esta empresa, o que o faz com que a casa de investimento mantenha a sua recomendação de "acumular" e o preço-alvo de 2,70 euros para as acções.
A Portucel registou lucros de 54,8 milhões de euros no primeiro semestre, contra os 27 milhões de euros do período homólogo. A empresa explica que os lucros não são comparáveis devido à alteração de critérios nas amortizações. O volume de negócios aumentou 4,7% para os 529,5 milhões de euros.
No Iberian Daily do BPI, os analistas explicam que o impacto dos resultados é neutro.
Segundo a mesma fonte, o desempenho operacional da Portucel "ficou abaixo das nossas estimativas devido ao forte impacto da paragem das máquinas em três fábricas".
"No entanto, consideramos que a performance da empresa e as estimativas continuam a ser fortes e em linha com as nossas expectativas", acrescentam os analistas.
As acções da empresa subiam 2,75% para os 2,24 euros.
Os stop losses são a melhor forma de não nos afundarmos num mar de esperanças...
- Mensagens: 816
- Registado: 12/3/2006 16:08
- Localização: Lamego
Mas Porquê!! Não entendo a razão das "descargas" no fim das sessões. 1º a recomendação do Millennium, depois a recomendação do BPI, agora os bons resultados. Não entendo !!! alguem podia aqui explicar o que se está a passar como se eu fosse mesmo muito burro 
A persistência é a chave do sucesso
- Mensagens: 126
- Registado: 10/11/2004 12:20
Os resultados duplicaram, o EBITDA cresceu 21%, as margens aumentaram, e ainda por cima reduziram a divida bancária em 200 milhoes. As perspectivas para o 2º semestre continuam a ser boas e melhores ainda se o petróleo continuar a cair.
E o que vai acontecer amanha? Nada. O "descarregador" vai voltar à carga. Ou melhor... à descarga!!
E o que vai acontecer amanha? Nada. O "descarregador" vai voltar à carga. Ou melhor... à descarga!!
Portucel regista lucros de 54,8 milhões
A Portucel registou lucros de 54,8 milhões de euros no primeiro semestre, contra os 27 milhões de euros do período homólogo. A empresa explica que os lucros não são comparáveis devido à alteração de critérios nas amortizações. O volume de negócios aumentou 4,7% para os 529,5 milhões de euros.
--------------------------------------------------------------------------------
Jornal de Negócios Online
negocios@mediafin.pt
A Portucel registou lucros de 54,8 milhões de euros no primeiro semestre, contra os 27 milhões de euros do período homólogo. A empresa explica que os lucros não são comparáveis devido à alteração de critérios nas amortizações. O volume de negócios aumentou 4,7% para os 529,5 milhões de euros.
Em comunicado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) a Portucel diz que cerca de 69% do volume de negócios foi gerado pelo papel e 24% pela pasta.
A evolução dos custos com o pessoal "foi negativamente afectada neste período pelo impacto do custo com os fundos de pensões e com a especialização, em 2006, dos custos estimados com a componente variável das remunerações", sublinha a mesma fonte esclarecendo que estes factores "mais do que compensaram a redução de custos verificada nas rubricas correntes".
Os custos neste período "foram ainda negativamente afectados por maiores custos com transportes, resultantes do grande agravamento verificado nos preços dos
combustíveis, assim como pelo registo de provisões extraordinárias, resultantes essencialmente de contingências fiscais relativas a situações ocorridas em anos anteriores", explica a empresa.
Neste contexto, o Grupo gerou um EBITDA consolidado de 149,1 milhões de euros, o que representa um crescimento de 21,9% face ao verificado no primeiro semestre de 2005.
O endividamento do Grupo registou uma redução de 158 milhões de euros face ao final do primeiro semestre de 2005, e de 72 milhões de euros no primeiro semestre de 2006.
"A capacidade de geração de caixa e uma gestão cuidadosa do fundo de maneio permitiram obter este resultado, sem prejuízo do pagamento de 40,3 milhões de euros de dividendos e dos investimentos realizados", sublinha a Portucel.
Para o segundo semestre "mantêm-se as preocupações e incertezas relativamente ao panorama económico internacional, condicionado por um acentuado arrefecimento da economia norteamericana e pela persistência de níveis de tensão muito elevados em regiões sensíveis do globo".
Estes factores "deverão continuar a influenciar negativamente os custos do petróleo e derivados, com repercussões directas nos custos de energia, logística e produtos químicos requeridos pela actividade do Grupo", explica a empresa.
A Portucel registou lucros de 54,8 milhões de euros no primeiro semestre, contra os 27 milhões de euros do período homólogo. A empresa explica que os lucros não são comparáveis devido à alteração de critérios nas amortizações. O volume de negócios aumentou 4,7% para os 529,5 milhões de euros.
--------------------------------------------------------------------------------
Jornal de Negócios Online
negocios@mediafin.pt
A Portucel registou lucros de 54,8 milhões de euros no primeiro semestre, contra os 27 milhões de euros do período homólogo. A empresa explica que os lucros não são comparáveis devido à alteração de critérios nas amortizações. O volume de negócios aumentou 4,7% para os 529,5 milhões de euros.
Em comunicado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) a Portucel diz que cerca de 69% do volume de negócios foi gerado pelo papel e 24% pela pasta.
A evolução dos custos com o pessoal "foi negativamente afectada neste período pelo impacto do custo com os fundos de pensões e com a especialização, em 2006, dos custos estimados com a componente variável das remunerações", sublinha a mesma fonte esclarecendo que estes factores "mais do que compensaram a redução de custos verificada nas rubricas correntes".
Os custos neste período "foram ainda negativamente afectados por maiores custos com transportes, resultantes do grande agravamento verificado nos preços dos
combustíveis, assim como pelo registo de provisões extraordinárias, resultantes essencialmente de contingências fiscais relativas a situações ocorridas em anos anteriores", explica a empresa.
Neste contexto, o Grupo gerou um EBITDA consolidado de 149,1 milhões de euros, o que representa um crescimento de 21,9% face ao verificado no primeiro semestre de 2005.
O endividamento do Grupo registou uma redução de 158 milhões de euros face ao final do primeiro semestre de 2005, e de 72 milhões de euros no primeiro semestre de 2006.
"A capacidade de geração de caixa e uma gestão cuidadosa do fundo de maneio permitiram obter este resultado, sem prejuízo do pagamento de 40,3 milhões de euros de dividendos e dos investimentos realizados", sublinha a Portucel.
Para o segundo semestre "mantêm-se as preocupações e incertezas relativamente ao panorama económico internacional, condicionado por um acentuado arrefecimento da economia norteamericana e pela persistência de níveis de tensão muito elevados em regiões sensíveis do globo".
Estes factores "deverão continuar a influenciar negativamente os custos do petróleo e derivados, com repercussões directas nos custos de energia, logística e produtos químicos requeridos pela actividade do Grupo", explica a empresa.
"A incerteza dos acontecimentos,é sempre mais difícil de suportar do que o próprio acontecimento" Jean-Baptista Massilion.
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"Johann Goethe
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"Johann Goethe
Concordo contigo Vieira, e por pouco também não entrei na PTI com base nas mesmas permissas que tu.
Também acho estranho as vendas concentradas no fim da sessão e a forma como são literalmente "lançadas".
Também não consigo perceber como é que a proximidade dos resultados possa estar a pressionar a acção, num cenário de aumento do preço da pasta, Navigator a atingir a liderança mundial e as exportações portuguesas a subir.
Mas uma coisa é certa: a PTI tem dado sinais de fragilidade e essa situação tem que ter uma explicação. Como não acredito muito em maus resultados (apesar da subida do petróleo a PTI tem alguma independência energética através da produção de bioenergia) parece-me que resta apenas um culpado: o processo de privatização. Se a AT nos permitir ver o que não está à vista, um RSI nos 23 indica que as coisas não estão famosas...
Basta ver que a privatização estava prevista para Setembro e, que eu saiba, ainda não há prospecto... Além disso era para se realizar a dispersão da PTI antes da OPV da Galp e, tendo em conta que já há prospecto da Galp, o mais certo é que a PTI só seja dispersa daqui a bastante tempo...
Daqui a nada temos resultados do primeiro semester...
[/quote]
Também acho estranho as vendas concentradas no fim da sessão e a forma como são literalmente "lançadas".
Também não consigo perceber como é que a proximidade dos resultados possa estar a pressionar a acção, num cenário de aumento do preço da pasta, Navigator a atingir a liderança mundial e as exportações portuguesas a subir.
Mas uma coisa é certa: a PTI tem dado sinais de fragilidade e essa situação tem que ter uma explicação. Como não acredito muito em maus resultados (apesar da subida do petróleo a PTI tem alguma independência energética através da produção de bioenergia) parece-me que resta apenas um culpado: o processo de privatização. Se a AT nos permitir ver o que não está à vista, um RSI nos 23 indica que as coisas não estão famosas...
Daqui a nada temos resultados do primeiro semester...
Os stop losses são a melhor forma de não nos afundarmos num mar de esperanças...
- Mensagens: 816
- Registado: 12/3/2006 16:08
- Localização: Lamego
principe, tens razão, devia ter esperado pela reacção à lta. Mas como era uma lta forte (vem desde meados de 2005), pensei que ia reagir bem. Para além disso, todos indicadores apontavam para inversão (e apontam) e pensei que o trigger dos resultados (com papel em alta) a pudessem inverter. Pensei: 1+1= 2. Era como se a AT antecipasse as notícias.
O poder comprador até tem havido. Ainda hoje houve grandes compras a 2,20 e ontem a 2,25. Mas aquelas descargas são sufocantes. Não duvido que é sempre a mesma entidade que anda a descarregar (pelas caracteristicas das ordens dá para perceber).
Enfim, à minima oportunidade, estou de fora.
O poder comprador até tem havido. Ainda hoje houve grandes compras a 2,20 e ontem a 2,25. Mas aquelas descargas são sufocantes. Não duvido que é sempre a mesma entidade que anda a descarregar (pelas caracteristicas das ordens dá para perceber).
Enfim, à minima oportunidade, estou de fora.
Vieira não te vires contra o mercado que assim não se aprende nada...
Repara que posso dizer que a culpa não é do mercado, mas sim tua, que correste o risco (defensável e que coloquei como hipótese na pág anterior) de comprar uma acção que tem estado numa queda livre reforçada por um volume considerável. É certo que tinhas ali o suporte, mas também é verdade que podias ter esperado por uma reação a esse mesmo suporte...
Também é verdade que passam por ali uma LTAs.
Para não ficares a pensar que estou a falar depois das coisas acontecerem:
PS.: Nunca fiz nenhuma cadeira de Mercados Financeiros, pelo que, ponho já a possibilidade de eu estar a pensar mal...
Mas ainda assim acredito totalmente no mercado. "Se não acreditasse, não estaria aqui."
Para não ficares a pensar que estou a falar depois das coisas acontecerem:
princepe da bolsa Escreveu:Acabou por fechar na zona da suporte, mais precisamente nos 2,20, e penso que, para quem está de fora como eu, é mais seguro esperar a reacção ao suporte do que arriscar um negócio a estes valores. O volume das quedas de hoje e de sexta fazem antever uma tarefa árdua para a manutenção do suporte 2,20-2,22€... O volume mostra força nesta queda...
PS.: Nunca fiz nenhuma cadeira de Mercados Financeiros, pelo que, ponho já a possibilidade de eu estar a pensar mal...
Os stop losses são a melhor forma de não nos afundarmos num mar de esperanças...
- Mensagens: 816
- Registado: 12/3/2006 16:08
- Localização: Lamego
Vieira Escreveu:Quando se preparava para fechar a 2,21 com uma compra ao melhor, descarregaram 90.000 acções a 2,18. Vejam bem: a descarga não foi ao melhor. A descarga foi a 2,18, quando estavam à compra 60.000 acções a 2,20 (que acabaram por ser satisfeitas a 2,18 obviamente).
Quem realmente queria vender, podia ter vendido ao melhor e teria conseguido um muito melhor preço (60.000 teriam sido a 2,20 e o resto a 2,19). Preferiu vender a 2,18. Porquê?
Estas manipulações deturpam qualquer análise que se possa fazer com base em lta's, indicadores ou suportes. Vou aproveitar o sell the news dos resultados e estou out. E nunca mais pego nela porque estas manipulações não são para mim e destroem qualquer fundamento de que o mercado funciona livremente, e a informação está disponível para todos e blá blá blá, aquelas outras tangas que se ouvem nas cadeiras de Mercados Financeiros.
Concordo contigo quanto à manipulação, etc. Há muitos interesses em jogo. Nem nós sabemos o que se passa... Vê bem que a Portucel é tão incerta que cheguei a ter hoje uma ordem de compra a 2,03.
- Mensagens: 1517
- Registado: 24/8/2005 22:33
- Localização: Lisboa
Quando se preparava para fechar a 2,21 com uma compra ao melhor, descarregaram 90.000 acções a 2,18. Vejam bem: a descarga não foi ao melhor. A descarga foi a 2,18, quando estavam à compra 60.000 acções a 2,20 (que acabaram por ser satisfeitas a 2,18 obviamente).
Quem realmente queria vender, podia ter vendido ao melhor e teria conseguido um muito melhor preço (60.000 teriam sido a 2,20 e o resto a 2,19). Preferiu vender a 2,18. Porquê?
Estas manipulações deturpam qualquer análise que se possa fazer com base em lta's, indicadores ou suportes. Vou aproveitar o sell the news dos resultados e estou out. E nunca mais pego nela porque estas manipulações não são para mim e destroem qualquer fundamento de que o mercado funciona livremente, e a informação está disponível para todos e blá blá blá, aquelas outras tangas que se ouvem nas cadeiras de Mercados Financeiros.
Quem realmente queria vender, podia ter vendido ao melhor e teria conseguido um muito melhor preço (60.000 teriam sido a 2,20 e o resto a 2,19). Preferiu vender a 2,18. Porquê?
Estas manipulações deturpam qualquer análise que se possa fazer com base em lta's, indicadores ou suportes. Vou aproveitar o sell the news dos resultados e estou out. E nunca mais pego nela porque estas manipulações não são para mim e destroem qualquer fundamento de que o mercado funciona livremente, e a informação está disponível para todos e blá blá blá, aquelas outras tangas que se ouvem nas cadeiras de Mercados Financeiros.
Quem está ligado:
Utilizadores a ver este Fórum: Bing [Bot], iniciado1 e 44 visitantes