privatização REN
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privatização REN
Título NOVA3-Governo diz tem opção opção privatização REN 06 ou 07
Origem Reuters
Data 26-09-2006 20:27
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(Acrescenta com citações de António Castro Guerra)
Por Sérgio Gonçalves
LISBOA, 26 Set (Reuters) - O Governo tem a opção de fazer o
Initial Public Offer (IPO) da REN-Rede Eléctrica Nacional em
2006 ou 2007, podendo ainda optar por, após definir a
percentagem a privatizar, alienar uma parte este ano e outra no
próximo, disse Carlos Pina, secretário de Estado do Tesouro e
Finanças.
Adiantou que ficou já definido que o Estado ficará com a
maioria do capital da REN, "não estando definido a percentagem
exacta a privatizar".
O Estado controla 70 pct da REN e a EDP-Energias de Portugal
os restantes 30 pct mas esta vai reduzir a sua posição
para apenas cinco pct.
"O que está definido é que a privatização ocorra em 2006 ou
2007. O Governo tem a opção de realizar a operação este ano,
pode fazê-lo se o Conselho de Ministros (CM) assim o decidir, ou
pode optar por fazer tudo para o ano ou pode optar repartir a
operação de privatização, fazendo parte da operação este ano e
parte para o ano", disse, à margem de uma cerimónia pública.
"O CM terá de aprovar o DL que define o modelo da
privatização e seria permaturo dizer qual vai ser o modelo da
venda da participação pública na REN", adiantou.
António Castro Guerra, secretário de Estado adjunto da
Economia e Inovação, referiu que, ao nível da preparação da
proposta de Decreto-Lei de privatização da REN, "os trabalhos
estão muito avançados, mas as suas condições e timing terão de
ser aprovadas em CM".
"A avaliação (da REN) está em curso, os bancos estão a
trabalhar", afirmou Castro Guerra.
Carlos Pina referiu que o Initial Public Offer (IPO) da Galp
"vai ocorrer na segunda quinzena de Outubro" próximo, estando o
Governo a aguardar o parecer da avaliação da Comissão de
Acompanhamento das Privatizações para levar as condições finais,
incluindo o intervalo de preços da operação, a CM.
"O objectivo de concluir a operação durante o mês de Outubro
será cumprido, não temos nenhum elemento que nos leve a concluir
que haja qualquer dúvida que não possa ser concluído", disse.
Explicou que não tem nenhuma pressa em que esse dossier vá
já esta semana a CM, adiantando: "temos ainda tempo porque o
objectivo não está posto em causa".
Castro Guerra referiu que as alterações accionistas no
sector energético em Espanha "desequilibrarão oligopólio
espanhol", adiantando: "não ficarei surpreendido que haja
iniciativas sobre as empresas portuguesas".
"Enfim, esta é a realidade dos factos, não sei antecipar
quais são as saídas. É uma matéria que não compete
exclusivamente ao Governo, é uma matéria de accionistas, as
empresas estão cotadas em Bolsa", disse.
((---Sérgio Gonçalves, Lisboa Editorial, 351-21-3509204
lisbon.newsroom@reuters.com; Reuters Messaging:
sergio.goncalves.reuters.com@reuters.net))
Origem Reuters
Data 26-09-2006 20:27
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(Acrescenta com citações de António Castro Guerra)
Por Sérgio Gonçalves
LISBOA, 26 Set (Reuters) - O Governo tem a opção de fazer o
Initial Public Offer (IPO) da REN-Rede Eléctrica Nacional em
2006 ou 2007, podendo ainda optar por, após definir a
percentagem a privatizar, alienar uma parte este ano e outra no
próximo, disse Carlos Pina, secretário de Estado do Tesouro e
Finanças.
Adiantou que ficou já definido que o Estado ficará com a
maioria do capital da REN, "não estando definido a percentagem
exacta a privatizar".
O Estado controla 70 pct da REN e a EDP-Energias de Portugal
os restantes 30 pct mas esta vai reduzir a sua posição
para apenas cinco pct.
"O que está definido é que a privatização ocorra em 2006 ou
2007. O Governo tem a opção de realizar a operação este ano,
pode fazê-lo se o Conselho de Ministros (CM) assim o decidir, ou
pode optar por fazer tudo para o ano ou pode optar repartir a
operação de privatização, fazendo parte da operação este ano e
parte para o ano", disse, à margem de uma cerimónia pública.
"O CM terá de aprovar o DL que define o modelo da
privatização e seria permaturo dizer qual vai ser o modelo da
venda da participação pública na REN", adiantou.
António Castro Guerra, secretário de Estado adjunto da
Economia e Inovação, referiu que, ao nível da preparação da
proposta de Decreto-Lei de privatização da REN, "os trabalhos
estão muito avançados, mas as suas condições e timing terão de
ser aprovadas em CM".
"A avaliação (da REN) está em curso, os bancos estão a
trabalhar", afirmou Castro Guerra.
Carlos Pina referiu que o Initial Public Offer (IPO) da Galp
"vai ocorrer na segunda quinzena de Outubro" próximo, estando o
Governo a aguardar o parecer da avaliação da Comissão de
Acompanhamento das Privatizações para levar as condições finais,
incluindo o intervalo de preços da operação, a CM.
"O objectivo de concluir a operação durante o mês de Outubro
será cumprido, não temos nenhum elemento que nos leve a concluir
que haja qualquer dúvida que não possa ser concluído", disse.
Explicou que não tem nenhuma pressa em que esse dossier vá
já esta semana a CM, adiantando: "temos ainda tempo porque o
objectivo não está posto em causa".
Castro Guerra referiu que as alterações accionistas no
sector energético em Espanha "desequilibrarão oligopólio
espanhol", adiantando: "não ficarei surpreendido que haja
iniciativas sobre as empresas portuguesas".
"Enfim, esta é a realidade dos factos, não sei antecipar
quais são as saídas. É uma matéria que não compete
exclusivamente ao Governo, é uma matéria de accionistas, as
empresas estão cotadas em Bolsa", disse.
((---Sérgio Gonçalves, Lisboa Editorial, 351-21-3509204
lisbon.newsroom@reuters.com; Reuters Messaging:
sergio.goncalves.reuters.com@reuters.net))
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