Gostei desta sobre a ALTRI e COFINA !!!
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Gostei desta sobre a ALTRI e COFINA !!!
Altri e Cofina mais do que duplicaram em 12 meses
Separadas, as empresas valem muito mais do que quando estavam juntas. Apesar de não parar de subir, a Altri continua a receber análises favoráveis
“Saiu-me a sorte grande” - a afirmação é de um pequeno investidor que em Fevereiro de 2004 conservava acções da Cofina na sua carteira de investimentos. Sem fazer nada, recebeu por cada acção da Cofina uma acção da Altri, empresa criada no início de 2005 para albergar os activos industriais do grupo (Celulose do Caima e F. Ramada). Na Cofina ficou apenas o negócio dos «media» (‘Correio da Manhã’, ‘Record’ e ‘Jornal de Negócios’, entre outros).
Cerca de ano e meio depois da separação das águas, os resultados não podiam ser melhores: a Altri não pára de subir, batendo máximos históricos atrás de máximos históricos. Desde 1 de Março de 2005, dia em que passou a negociar em Bolsa, já se valorizou mais de 750%. E a Cofina, que em teoria passou a valer menos porque ficou sem a área industrial, tem para apresentar... ganhos acima de 66% desde Dezembro de 2004. E há que não esquecer os dividendos: cinco cêntimos relativos a 2004 para a Cofina (ainda com os activos industriais) e outros cinco cêntimos relativos a 2005 para cada empresa (Cofina e Altri).
Somados os valores das acções da Altri na quarta-feira (3,33 euros, que terão de ser multiplicados por 2 porque entretanto a empresa reduziu o valor nominal das suas acções) e as da Cofina (3,85 euros), chega-se a uns impressionantes 10,51 euros, valor combinado dos dois grupos. A 31 de Dezembro de 2004, a Cofina valia, com os activos industriais, apenas 3,64 euros.
A impressionante valorização da Altri corresponde a uma elevadíssima rotação do seu capital - desde o início do ano a empresa já negociou 2,25 vezes o seu número total de acções.
Por que sobem tanto as acções? A recomendação do UBS sobre a empresa foi recentemente revista em baixa (de comprar para neutral) precisamente por causa da forte subida em Bolsa. Os analistas do UBS lembram que desde Novembro a Altri duplicou o seu tamanho - comprou a Celtejo-Empresa de Celulose do Tejo, 50% da EDP Bioeléctrica e a Celbi-Celulose Beira Industrial. E consideram que há valor para criar nos negócios florestal e da biomassa.
Os resultados semestrais (subida de 80,3% nos lucros e de 132,8% nos proveitos operacionais) também ajudam. Foram considerados excelentes pelo Caixa Banco de Investimento, que recomenda a compra das acções, fixando um preço-alvo de 3,75 euros. E o BPI está a rever as suas estimativas, de forma a reflectir a compra da Celbi e perspectivas mais favoráveis para o sector da pasta e papel.
Agora expliquem-me como é que em 12 meses as duas separadas valem o dobro de quando estavam juntas?
Creio que não é preciso ser bruxo para imaginar como é que isto vai acabar!
Separadas, as empresas valem muito mais do que quando estavam juntas. Apesar de não parar de subir, a Altri continua a receber análises favoráveis
“Saiu-me a sorte grande” - a afirmação é de um pequeno investidor que em Fevereiro de 2004 conservava acções da Cofina na sua carteira de investimentos. Sem fazer nada, recebeu por cada acção da Cofina uma acção da Altri, empresa criada no início de 2005 para albergar os activos industriais do grupo (Celulose do Caima e F. Ramada). Na Cofina ficou apenas o negócio dos «media» (‘Correio da Manhã’, ‘Record’ e ‘Jornal de Negócios’, entre outros).
Cerca de ano e meio depois da separação das águas, os resultados não podiam ser melhores: a Altri não pára de subir, batendo máximos históricos atrás de máximos históricos. Desde 1 de Março de 2005, dia em que passou a negociar em Bolsa, já se valorizou mais de 750%. E a Cofina, que em teoria passou a valer menos porque ficou sem a área industrial, tem para apresentar... ganhos acima de 66% desde Dezembro de 2004. E há que não esquecer os dividendos: cinco cêntimos relativos a 2004 para a Cofina (ainda com os activos industriais) e outros cinco cêntimos relativos a 2005 para cada empresa (Cofina e Altri).
Somados os valores das acções da Altri na quarta-feira (3,33 euros, que terão de ser multiplicados por 2 porque entretanto a empresa reduziu o valor nominal das suas acções) e as da Cofina (3,85 euros), chega-se a uns impressionantes 10,51 euros, valor combinado dos dois grupos. A 31 de Dezembro de 2004, a Cofina valia, com os activos industriais, apenas 3,64 euros.
A impressionante valorização da Altri corresponde a uma elevadíssima rotação do seu capital - desde o início do ano a empresa já negociou 2,25 vezes o seu número total de acções.
Por que sobem tanto as acções? A recomendação do UBS sobre a empresa foi recentemente revista em baixa (de comprar para neutral) precisamente por causa da forte subida em Bolsa. Os analistas do UBS lembram que desde Novembro a Altri duplicou o seu tamanho - comprou a Celtejo-Empresa de Celulose do Tejo, 50% da EDP Bioeléctrica e a Celbi-Celulose Beira Industrial. E consideram que há valor para criar nos negócios florestal e da biomassa.
Os resultados semestrais (subida de 80,3% nos lucros e de 132,8% nos proveitos operacionais) também ajudam. Foram considerados excelentes pelo Caixa Banco de Investimento, que recomenda a compra das acções, fixando um preço-alvo de 3,75 euros. E o BPI está a rever as suas estimativas, de forma a reflectir a compra da Celbi e perspectivas mais favoráveis para o sector da pasta e papel.
Agora expliquem-me como é que em 12 meses as duas separadas valem o dobro de quando estavam juntas?
Creio que não é preciso ser bruxo para imaginar como é que isto vai acabar!
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- Tudo isto cheira-me a ESTURRO... mas anda por ai muita gente que ainda esta dentro (CORAJOSOS)
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