Estatisticas de ordenados de professores na OCDE
1º blá bla´bla´desse senhor, que quem nao sabe assume como verdadeiro. ele é muito habilidoso a mentir. Esse senhor perdeu o mandato de vereador numa câmara municipal por excesso de faltas injustificadas e ele sempre disse para a comunicação social que isso nao tinha caontecido até ao dia em que a copia da acta da camara que provava que ele mentia saiu para a comunicação social. a apartir da+i esteve cerca de 1 ano sem falar para a comunicação social
2ºo problema que se paqssa esta ano, nunca aconteceu em anos anteriores. nao digas que os alunos diminuiram nesse ritmo de uma ano para outro.
3º quem estabele a quota dos quadros é o ME. se sobram profs eles é que têm culpa, nao os sindicatos
4º todos os anos eram contratados milhares de profs do 1º ciclo. este ano o número é menor e estão qzp por colocar. no entanto, ESTE ANO JÁ CONTRATARAM PROFS CONTRATADOS QUANDO HA QZP POR COLOCAR NOS MESMOS QZP
Estatruto da carreira docente
5º anda uma pessoa 10, 15 anos até conseguir trablahr perto de casa. depois de o conseguir o ME quer que os profs voltem a correr o pais, sem qualuqer subsidio
2ºo problema que se paqssa esta ano, nunca aconteceu em anos anteriores. nao digas que os alunos diminuiram nesse ritmo de uma ano para outro.
3º quem estabele a quota dos quadros é o ME. se sobram profs eles é que têm culpa, nao os sindicatos
4º todos os anos eram contratados milhares de profs do 1º ciclo. este ano o número é menor e estão qzp por colocar. no entanto, ESTE ANO JÁ CONTRATARAM PROFS CONTRATADOS QUANDO HA QZP POR COLOCAR NOS MESMOS QZP
Estatruto da carreira docente
1 - Os quadros de zona pedagógica destinam-se a assegurar a satisfação de necessidades não permanentes dos estabelecimentos de educação ou de ensino, a substituição de docentes dos quadros de escola, as actividades de educação extra-escolar, o apoio a estabelecimentos de educação ou de ensino que ministrem áreas curriculares específicas ou manifestem exigências educativas especiais, bem como a garantir a promoção do sucesso educativo.
2 - A substituição de docentes prevista no número anterior abrange os casos de:
a) Ausência anual;
b) Ausências temporárias de duração superior a 5 ou 10 dias lectivos, consoante se trate da educação pré-escolar e do 1º ciclo do ensino básico ou dos 2º e 3º ciclos do ensino básico;
c) Ausências temporárias no ensino secundário, sem prejuízo das tarefas de ocupação educativa dos alunos, a promover pelo respectivo estabelecimento de ensino, nos casos de ausências de curta duração.
5º anda uma pessoa 10, 15 anos até conseguir trablahr perto de casa. depois de o conseguir o ME quer que os profs voltem a correr o pais, sem qualuqer subsidio
tb kostta, os sindicatos é que têm sempre razão....já marcaram as datas para a greve ?
O secretário de Estado da Educação, Valter Lemos, diz que estes números só mostram que há "grupos de docência em que o número de professores nos quadros é maior do que as necessidades[/b](e não se podes despedir como no privado), situação que é particularmente notória no 1.º ciclo, e que [b]as regras de recrutamento e afectação existentes impedem a utilização dos recursos existentes de forma completa" (não existe flexibilidade como no privado). Valter Lemos explica que com o "maior rigor" que foi aplicado na gestão dos recursos e organização das escolas "fica visível o problema de má gestão dos recursos humanos, que agora tem de ser melhorado".
"Numa lógica minimamente aceitável, não devia haver mais professores dos quadros do que horários completos. O que seria normal é que fossem os contratados a assegurar as substituições de docentes", acrescenta Valter Lemos. Mas nalguns grupos em particular - educadores de infância, 1.º ciclo e línguas - a situação de desajustamento chegou a um ponto que a tutela decidiu mesmo não levar a concurso (colocações cíclicas) os horários de substituição de curta duração e os serviços tentam agora encontrar professores dos QZP disponíveis para estes lugares, antes de avançar para a contratação. "Só para a primeira cíclica tivemos 1100 atestados médicos de professores para substituir e 600 licenças de maternidade", lembra Valter Lemos, sublinhando o facto de "para 2006/2007 terem sido contratados menos 4500 do que no ano passado".
O governante diz ainda que em várias situações há excesso de professores numa região e falta noutras. "Os QZP não podem ser obrigados a mudar e aí temos de contratar"
Keyser Soze Escreveu:ducklete,
ouve a TSF agora, tens o secretário de Estado a explicar
o sistema não tem flexibilidade
os professores com horário zero do qzp não podem ser colocados noutro qzp
mais uma mentira desse senhor.
uma das funções dos profs de qzp é fazer subsituições a profs que estao de atestado ou de leicença de maternidasde, etc.
o que se passou é que eles nao colocaram os qzp nesses lugares, mas, no entanto, colocaram lá contratados. A asneira foi feita por eles que duplicaram os recursos.
É incrivel o que eles dizem para a comunicação social.
Chumbos superiores a 25 por cento em ambos os programas
Mais de 80 por cento dos alunos do 12º ano tiveram negativa no exame de nacional de Matemática
15.09.2006 - 09h35 Lusa
Mais de oito em cada dez alunos (81,7 por cento) do 12º ano tiveram negativa no exame nacional de Matemática relativo ao programa antigo, enquanto na prova referente ao programa novo a taxa de chumbos atingiu os 71,1 por cento.
Segundo dados a que a agência Lusa teve acesso, mais de metade dos estudantes chumbaram em 21 dos 58 exames realizados na primeira fase, com taxas de reprovação nas provas que ultrapassam os 70 por cento em várias disciplinas.
A "razia" nos resultados comprometeu a candidatura ao ensino superior para muitos milhares de estudantes, já que, desde 2005, nenhum aluno pode concorrer às universidades com menos de 9,5 valores nos exames que servem de provas de ingresso.
De acordo com o documento, 9433 dos 11.543 (81,7 por cento) estudantes que a 27 de Junho realizaram o exame de Matemática chumbaram na prova, tendo ig ualmente reprovado mais de 28 mil dos 40 mil que fizeram o exame referente ao programa novo.
O exame relativo ao programa antigo de Matemática registou uma média de 5,9 valores, o que representou uma taxa de reprovação à cadeira (ponderada a nota do exame e a classificação atribuída pelos professores no final do ano) de 40 por cento.
Já a prova referente ao programa novo teve 7,3 valores de média, tendo a taxa de reprovação à disciplina chegado aos 29 por cento.
Os dois exames de Matemática, que tiveram o mesmo enunciado, integram a lista das 21 provas em que a percentagem de negativas ultrapassou os 50 por cento, entre as quais os polémicos exames relativos aos programas novos de Física e Química.
Mais de 78 por cento dos alunos que realizaram a prova sobre o novo programa de Química chumbaram no exame, o mesmo acontecendo com 67,5 por cento dos que fizeram o de Física, notas que levaram a tutela a abrir uma polémica excepção no acesso ao ensino superior, permitindo aos estudantes repetir as provas na segunda fase e concorrer com a melhor nota à primeira fase de candidaturas, cujos resultados são divulgados às 00h00 de sábado.
Nas provas sobre o antigo programa destas cadeiras, 51,9 por cento dos alunos chumbaram a Química, enquanto a Física a taxa de reprovação no exame sobe para 74,8 por cento.
O cenário não foi mais animador nos exames de 11º ano, realizados este ano pela primeira vez, com Matemática B a registar 80,4 por cento de negativas, enquanto na prova de Física e Química A chumbaram 15.139 dos 19.931 alunos (76 por cento).
Na segunda fase dos exames nacionais do secundário, realizada entre 19 e 25 de Julho, os resultados são ainda mais negativos, com o número de provas em que mais de metade dos alunos chumbaram a subir de 21 para 33.
O exame de Geologia registou, nesta fase, o recorde de reprovações, com 397 dos 430 alunos (92,3 por cento) a obterem notas abaixo dos 9,5 valores. Nas disciplinas com maior número de alunos inscritos, 14.127 dos 16.365 estudantes que realizaram a prova de Física e Química A chumbaram - 86,3 por cento -, enquanto o programa novo de Matemática registou mais de 20 mil chumbos, entre os 26.702 alunos que compareceram (74,9 por cento).
No conjunto das duas fases, o número de negativas ultrapassou os 50 por cento em 25 dos 58 exames realizados.
A nota dos exames nacionais do secundário vale 30 por cento para a classificação final das disciplinas e oscila entre os 35 e os 50 por cento na candid atura ao ensino superior.
O Ministério da Educação divulga anualmente as médias e as taxas de reprovação às disciplinas, mas não torna público os dados relativos às percentagens de alunos que chumbaram nos exames nacionais do secundário.
Mais de 80 por cento dos alunos do 12º ano tiveram negativa no exame de nacional de Matemática
15.09.2006 - 09h35 Lusa
Mais de oito em cada dez alunos (81,7 por cento) do 12º ano tiveram negativa no exame nacional de Matemática relativo ao programa antigo, enquanto na prova referente ao programa novo a taxa de chumbos atingiu os 71,1 por cento.
Segundo dados a que a agência Lusa teve acesso, mais de metade dos estudantes chumbaram em 21 dos 58 exames realizados na primeira fase, com taxas de reprovação nas provas que ultrapassam os 70 por cento em várias disciplinas.
A "razia" nos resultados comprometeu a candidatura ao ensino superior para muitos milhares de estudantes, já que, desde 2005, nenhum aluno pode concorrer às universidades com menos de 9,5 valores nos exames que servem de provas de ingresso.
De acordo com o documento, 9433 dos 11.543 (81,7 por cento) estudantes que a 27 de Junho realizaram o exame de Matemática chumbaram na prova, tendo ig ualmente reprovado mais de 28 mil dos 40 mil que fizeram o exame referente ao programa novo.
O exame relativo ao programa antigo de Matemática registou uma média de 5,9 valores, o que representou uma taxa de reprovação à cadeira (ponderada a nota do exame e a classificação atribuída pelos professores no final do ano) de 40 por cento.
Já a prova referente ao programa novo teve 7,3 valores de média, tendo a taxa de reprovação à disciplina chegado aos 29 por cento.
Os dois exames de Matemática, que tiveram o mesmo enunciado, integram a lista das 21 provas em que a percentagem de negativas ultrapassou os 50 por cento, entre as quais os polémicos exames relativos aos programas novos de Física e Química.
Mais de 78 por cento dos alunos que realizaram a prova sobre o novo programa de Química chumbaram no exame, o mesmo acontecendo com 67,5 por cento dos que fizeram o de Física, notas que levaram a tutela a abrir uma polémica excepção no acesso ao ensino superior, permitindo aos estudantes repetir as provas na segunda fase e concorrer com a melhor nota à primeira fase de candidaturas, cujos resultados são divulgados às 00h00 de sábado.
Nas provas sobre o antigo programa destas cadeiras, 51,9 por cento dos alunos chumbaram a Química, enquanto a Física a taxa de reprovação no exame sobe para 74,8 por cento.
O cenário não foi mais animador nos exames de 11º ano, realizados este ano pela primeira vez, com Matemática B a registar 80,4 por cento de negativas, enquanto na prova de Física e Química A chumbaram 15.139 dos 19.931 alunos (76 por cento).
Na segunda fase dos exames nacionais do secundário, realizada entre 19 e 25 de Julho, os resultados são ainda mais negativos, com o número de provas em que mais de metade dos alunos chumbaram a subir de 21 para 33.
O exame de Geologia registou, nesta fase, o recorde de reprovações, com 397 dos 430 alunos (92,3 por cento) a obterem notas abaixo dos 9,5 valores. Nas disciplinas com maior número de alunos inscritos, 14.127 dos 16.365 estudantes que realizaram a prova de Física e Química A chumbaram - 86,3 por cento -, enquanto o programa novo de Matemática registou mais de 20 mil chumbos, entre os 26.702 alunos que compareceram (74,9 por cento).
No conjunto das duas fases, o número de negativas ultrapassou os 50 por cento em 25 dos 58 exames realizados.
A nota dos exames nacionais do secundário vale 30 por cento para a classificação final das disciplinas e oscila entre os 35 e os 50 por cento na candid atura ao ensino superior.
O Ministério da Educação divulga anualmente as médias e as taxas de reprovação às disciplinas, mas não torna público os dados relativos às percentagens de alunos que chumbaram nos exames nacionais do secundário.
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Ministério já contratou cerca de dez mil
Quase 4500 docentes dos quadros continuam sem aulas para dar
15.09.2006 - 08h00 Isabel Leiria PÚBLICO
Com o ano lectivo oficialmente inaugurado, existem neste momento quase 4500 professores dos quadros de zona pedagógica (QZP) - vinculados a uma área e não a uma escola - por afectar. O mesmo é dizer que não têm turmas atribuídas e constituem os chamados "horários-zero". A situação afecta sobretudo os docentes do 1.º ciclo, havendo perto de três mil à espera de saber se vão dar aulas este ano e onde.
Educadores de infância nesta situação são mais de 700 e professores de Português e de Inglês ultrapassam o meio milhar. Nos restantes grupos de docência, os professores de QZP estão praticamente todos colocados, segundo um levantamento feito pela Associação Sindical de Professores Licenciados (ASPL).
Mas nessas mesmas contas, realizadas depois de conhecidos os resultados da 1.ª colocação cíclica (horários por atribuir depois das várias etapas do concurso), a ASPL também constatou que o Ministério da Educação contratou cerca de 3600 professores, que se juntaram aos 6400 recrutados anteriormente.
Fátima Ferreira, presidente da ASPL, diz não compreender "a razão pela qual permanecem docentes pertencentes aos quadros de zona pedagógica por colocar, quando para esses mesmos grupos disciplinares existiam vagas por preencher, para as quais são contratados novos professores", sem vínculo ao ministério.
E dá o exemplo do grupo de Português, onde existem 261 QZP sem serviço lectivo atribuído, tendo sido contratados 82 novos docentes para dar aulas desta disciplina. O mesmo aconteceu a Inglês, onde permanecem 295 QZP por afectar, mas para onde foram contratadas 70 pessoas. Ou a Francês: "O Governo teve de contratar 472 professores, quando no quadro de nomeação definitiva, em zona pedagógica, tinha 626 professores sem escola por atribuir".
Para a ASPL, que vai expor o caso ao provedor de Justiça, trata-se de uma "duplicação de recursos humanos desnecessária", com implicações financeiras. É que, independentemente de terem ou não turmas atribuídas, os QZP têm o vencimento garantido, sendo depois chamados a fazer outras tarefas nas escolas.
Professores a mais
O secretário de Estado da Educação, Valter Lemos, diz que estes números só mostram que há "grupos de docência em que o número de professores nos quadros é maior do que as necessidades, situação que é particularmente notória no 1.º ciclo, e que as regras de recrutamento e afectação existentes impedem a utilização dos recursos existentes de forma completa". Valter Lemos explica que com o "maior rigor" que foi aplicado na gestão dos recursos e organização das escolas "fica visível o problema de má gestão dos recursos humanos, que agora tem de ser melhorado".
"Numa lógica minimamente aceitável, não devia haver mais professores dos quadros do que horários completos. O que seria normal é que fossem os contratados a assegurar as substituições de docentes", acrescenta Valter Lemos. Mas nalguns grupos em particular - educadores de infância, 1.º ciclo e línguas - a situação de desajustamento chegou a um ponto que a tutela decidiu mesmo não levar a concurso (colocações cíclicas) os horários de substituição de curta duração e os serviços tentam agora encontrar professores dos QZP disponíveis para estes lugares, antes de avançar para a contratação. "Só para a primeira cíclica tivemos 1100 atestados médicos de professores para substituir e 600 licenças de maternidade", lembra Valter Lemos, sublinhando o facto de "para 2006/2007 terem sido contratados menos 4500 do que no ano passado".
O governante diz ainda que em várias situações há excesso de professores numa região e falta noutras. "Os QZP não podem ser obrigados a mudar e aí temos de contratar".
Quase 4500 docentes dos quadros continuam sem aulas para dar
15.09.2006 - 08h00 Isabel Leiria PÚBLICO
Com o ano lectivo oficialmente inaugurado, existem neste momento quase 4500 professores dos quadros de zona pedagógica (QZP) - vinculados a uma área e não a uma escola - por afectar. O mesmo é dizer que não têm turmas atribuídas e constituem os chamados "horários-zero". A situação afecta sobretudo os docentes do 1.º ciclo, havendo perto de três mil à espera de saber se vão dar aulas este ano e onde.
Educadores de infância nesta situação são mais de 700 e professores de Português e de Inglês ultrapassam o meio milhar. Nos restantes grupos de docência, os professores de QZP estão praticamente todos colocados, segundo um levantamento feito pela Associação Sindical de Professores Licenciados (ASPL).
Mas nessas mesmas contas, realizadas depois de conhecidos os resultados da 1.ª colocação cíclica (horários por atribuir depois das várias etapas do concurso), a ASPL também constatou que o Ministério da Educação contratou cerca de 3600 professores, que se juntaram aos 6400 recrutados anteriormente.
Fátima Ferreira, presidente da ASPL, diz não compreender "a razão pela qual permanecem docentes pertencentes aos quadros de zona pedagógica por colocar, quando para esses mesmos grupos disciplinares existiam vagas por preencher, para as quais são contratados novos professores", sem vínculo ao ministério.
E dá o exemplo do grupo de Português, onde existem 261 QZP sem serviço lectivo atribuído, tendo sido contratados 82 novos docentes para dar aulas desta disciplina. O mesmo aconteceu a Inglês, onde permanecem 295 QZP por afectar, mas para onde foram contratadas 70 pessoas. Ou a Francês: "O Governo teve de contratar 472 professores, quando no quadro de nomeação definitiva, em zona pedagógica, tinha 626 professores sem escola por atribuir".
Para a ASPL, que vai expor o caso ao provedor de Justiça, trata-se de uma "duplicação de recursos humanos desnecessária", com implicações financeiras. É que, independentemente de terem ou não turmas atribuídas, os QZP têm o vencimento garantido, sendo depois chamados a fazer outras tarefas nas escolas.
Professores a mais
O secretário de Estado da Educação, Valter Lemos, diz que estes números só mostram que há "grupos de docência em que o número de professores nos quadros é maior do que as necessidades, situação que é particularmente notória no 1.º ciclo, e que as regras de recrutamento e afectação existentes impedem a utilização dos recursos existentes de forma completa". Valter Lemos explica que com o "maior rigor" que foi aplicado na gestão dos recursos e organização das escolas "fica visível o problema de má gestão dos recursos humanos, que agora tem de ser melhorado".
"Numa lógica minimamente aceitável, não devia haver mais professores dos quadros do que horários completos. O que seria normal é que fossem os contratados a assegurar as substituições de docentes", acrescenta Valter Lemos. Mas nalguns grupos em particular - educadores de infância, 1.º ciclo e línguas - a situação de desajustamento chegou a um ponto que a tutela decidiu mesmo não levar a concurso (colocações cíclicas) os horários de substituição de curta duração e os serviços tentam agora encontrar professores dos QZP disponíveis para estes lugares, antes de avançar para a contratação. "Só para a primeira cíclica tivemos 1100 atestados médicos de professores para substituir e 600 licenças de maternidade", lembra Valter Lemos, sublinhando o facto de "para 2006/2007 terem sido contratados menos 4500 do que no ano passado".
O governante diz ainda que em várias situações há excesso de professores numa região e falta noutras. "Os QZP não podem ser obrigados a mudar e aí temos de contratar".
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- Registado: 13/10/2004 13:34
aminha irmã é professora do ensino secundário (QPZ) mudava de escola todos os anos, este ano já sabe que vai ficar na escola onde foi colocada pelo menos por 3 anos
a tua irmã está enganada. só continua se a vaga continuar a existir.
500/14 = 35,71 alunos por pc ? só se for nas EB1, e convenhamos que nessa idade ainda não lhes faz mt diferença
em média são uns 8 alunos por pc, se considerarmos um horário de 8 horas cada aluno pode tar ao pc 1 hora por dia
o ME atraves do cRIE fez um programa de distribuição de pc nas eb 2,3 para os alunos trabalharem na sala de aula. em média foram dados 14 pc por escolas. claro que há mais pc nas escolas, só que nao dão para ser usados na sala de aula (ou só em condições excepcionais)
e vocês não lhes dão falta?
neste assunto penso que é mais responsabilidade do ME, que tem que dar mais autoridade aos professores para impôr disciplina e reprovar aluno se necessário
mais um factor que faz diminuir o output e do qual os profs nao têm culpa
chamei-lhes tpc mas referia-me a exercicios que fossem feitos ainda na escola, depois das aulas (considero 8 horas dia na escola)...e pelos v
eu tb concordo que de deve dar condições aos alunos para trabalharem nas escolas. infelizmente, as condições fisicas nem sempre são as melhores
logo que seja depois das 8 horas na escola não há mt mal...é mais saudável do que ficar agarrado à tv a ver o smornagos com açucar ou a jogar playstation..cresci numa quinta até aos 10 anos
o pior é que é nas horas que deveriam estarar a trabslhar para a escoloa
há vários factores, negar que a prestação dos professores é uma das principais no actual contexto (condições minimas satisfatorias nos outros factores) é que parece um pouco redutor
é um dos factores. quem sabe se o principal factor não são os alunos
quanto ao gráfico:
sabes como são feitas essas estatisticas?
o DX4 que está na arrecadação, mas que ainda está no inventário, conta para a estatistica
fixação nas escolas? sabes que a historia dos 3 anos tem "n" condicionantes que fará que apenas uma parte dos profs fique lá um ano. os outros rodarão. (mais uma da ministra para calar o povinho e só quem lá está é que sabe que ela mente)
a minha irmã é professora do ensino secundário (QPZ) mudava de escola todos os anos, este ano já sabe que vai ficar na escola onde foi colocada pelo menos por 3 anos
haverá sempre alguns que irão rodar, e isso é necessário para dar flexibilidade ao sistema, o que é importante é que a maioria começa a ficar com a vida mais estabilizada
ninguem aprende se nao quiser aprender, logo o principal input é subjectivo.
escolas bem equipadas? ainda nos falta muito. excepto, por exemplo, se considerares que 14 pc para 500 alunos é uma escola bem equipada
500/14 = 35,71 alunos por pc ? só se for nas EB1, e convenhamos que nessa idade ainda não lhes faz mt diferença
em média são uns 8 alunos por pc, se considerarmos um horário de 8 horas cada aluno pode tar ao pc 1 hora por dia
aulas de recuperação? eles têm aulas de recuperação, principalmente Às disiciplinas nucleares. o problema é que eles faltam a essas aulas
e vocês não lhes dão falta?
neste assunto penso que é mais responsabilidade do ME, que tem que dar mais autoridade aos professores para impôr disciplina e reprovar aluno se necessário
trabalhos de casa? nem que seja a coisa mais básica, apenas uma parte os faz.
chamei-lhes tpc mas referia-me a exercicios que fossem feitos ainda na escola, depois das aulas (considero 8 horas dia na escola)...e pelos v
vistos a Ministra e os especialistas concordam:
"Recorde-se que na passada semana a ministra da Educação anunciou a intenção de substituir os trabalhos de casa por trabalho individual a realizar na escola com a ajuda de professores.
A ideia foi bem acolhida por vários especialistas, para quem os «TPC» são uma sobrecarga desnecessária"
eu sei que às vezes é dificil pois é necessário ir guardar as ovelhas, cortar lenha, pensar o gado, etc.
logo que seja depois das 8 horas na escola não há mt mal...é mais saudável do que ficar agarrado à tv a ver o smornagos com açucar ou a jogar playstation..cresci numa quinta até aos 10 anos
cantina? meninos, arrumem os cadernos debeixo da mesa, que a marmita está a chegar! (claro que há boas cantinas)
há boas cantinas e é necessário dinheiro para melhorar as condições naquelas onde não há, para isso é preciso dinheiro dai que se tenham que tomar opções, palavras da Ministra:
"O razoável seria que o peso dos salários no nosso orçamento fosse na ordem dos 75%. Agora está nos 93%."
há tantos , mas tantos factores para o sucesso/insucesso dos alunos que querer atingir uma classe profissional como "os grandes culpados" é um pouco redutor.
há vários factores, negar que a prestação dos professores é uma das principais no actual contexto (condições minimas satisfatorias nos outros factores) é que parece um pouco redutor
- Anexos
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Professores
Tanto escavaram que a Ministra decidiu aumentar os professores em inicio de carreira. É só enquanto o petróleo estiver alto para dar uma ajudinha para o pópó.
calma, vamos ver...a Ministra ainda não anunciu formalmente as medidas...para já está a trabalhar na fixação dos recurso nas escolas, como os professores colocados por 3 anos em vez de 1 , como no passado
fixação nas escolas? sabes que a historia dos 3 anos tem "n" condicionantes que fará que apenas uma parte dos profs fique lá um ano. os outros rodarão. (mais uma da ministra para calar o povinho e só quem lá está é que sabe que ela mente)
Tenho que dar os parabéns à ministra e à sua equipa, pois a comunicação social sabe sempre tudo antes de nós. e tb por saber mentir tão bem.
ela que desca às escolas, conheca as realidades e depois actue
os testes de avaliação internacionais são sobre os alunos e não sobre os pais e um aluno que saia após o 9º anos não faz exames ao nivel do 12º
posso estar enganado, mas diria que são feitos testes antes do 12º ano.
estou a comparar o sistema de ensino português com o sistema de ensino de outros paises
não vários sistemas em vários paises
exactamente. estamos a comparar o ensino. mas se compararmos outros factores, em que é que estamos em 1º?
é óbvio que existem vários inputs, eu próprio os referi no meu post anterior, mas há que admitir que o mais importante é a acção dos professores!
e defendo que os alunos passem o máximo de tempo possivel em escolas bem equipadas, com cantina onde possam ter aulas de recuperação e fazer trabalhos de casa já que nem todos têm um ambiente saudável e positivo em casa...a escola seria o meio envolvente, idêntico para todos os alunos
nas contas que apresentei anteriormente considerei 8 horas dia na escola
ninguem aprende se nao quiser aprender, logo o principal input é subjectivo.
escolas bem equipadas? ainda nos falta muito. excepto, por exemplo, se considerares que 14 pc para 500 alunos é uma escola bem equipada
aulas de recuperação? eles têm aulas de recuperação, principalmente Às disiciplinas nucleares. o problema é que eles faltam a essas aulas
trabalhos de casa? nem que seja a coisa mais básica, apenas uma parte os faz. eu sei que às vezes é dificil pois é necessário ir guardar as ovelhas, cortar lenha, pensar o gado, etc.
cantina? meninos, arrumem os cadernos debeixo da mesa, que a marmita está a chegar! (claro que há boas cantinas)
há tantos , mas tantos factores para o sucesso/insucesso dos alunos que querer atingir uma classe profissional como "os grandes culpados" é um pouco redutor.
kostta Escreveu:e qual é o problema? está a corrigir uma situação injusta em que no fim da carreira ganhavam demasiado, em simultâneo a ministra quer melhorar o salário dos que estão em inicio de carreira
pura demagogia para a comunicação social. os salarfios dos profs em inicio de carreira irão ficar mais ou menos iguais. ela esquce-se de dizer que vai acabar com o 1º e 2º esc alões que eram os dos profs bachareis, profs que estão em extinção
calma, vamos ver...a Ministra ainda não anunciu formalmente as medidas...para já está a trabalhar na fixação dos recurso nas escolas, como os professores colocados por 3 anos em vez de 1 , como no passadoo principal input são os professores, há que considerar condições das escolas, cantinas, tb o ambiente sócio-económico, capacidade intelectual dos pais (?)...dai que esta ministra quer que os alunos passem a maior tempo possivel nas aulas (sem feriados) para os sujeitar a um ambiente positivo idêntico
a escolaridade dos pais não pode ser considerado "um dos factores primordiais" do sucesso escolar dos filhos
ao longo da minha carreira ja passei por muitas escolas em meio rural da zona norte. e lhe garanto que o sucesso nunca pode ser o melhor, quando a maioria dos pais quer que os alunos façam a escolaridade obrigatoria (algo diferente de fazer o 9º ano)para sairem e irem trabalhar. (quando nao os tiram antes da escola)
os testes de avaliação internacionais são sobre os alunos e não sobre os pais e um aluno que saia após o 9º anos não faz exames ao nivel do 12ºestamos aqui a analisar uma causa-efeito, não a comparar com outros:
nao é voce que esta a fazer essas comparações?
estou a comparar o sistema de ensino português com o sistema de ensino de outros paises
não vários sistemas em vários paisesanalisamo o input (igual ou mlhor que na ocde)
e o output (dos piores da OCDE)
input é diferente de profs. para esse input temos vários factores como os professores, os pais, o meio envolvente, a escola, o material, o apoio, ... Como tal nao se resume aos profs. acho que vc nao conhece a realidade nacional, no que toca a estes factores.
é óbvio que existem vários inputs, eu próprio os referi no meu post anterior, mas há que admitir que o mais importante é a acção dos professores!
e defendo que os alunos passem o máximo de tempo possivel em escolas bem equipadas, com cantina onde possam ter aulas de recuperação e fazer trabalhos de casa já que nem todos têm um ambiente saudável e positivo em casa...a escola seria o meio envolvente, idêntico para todos os alunos
nas contas que apresentei anteriormente considerei 8 horas dia na escola
e qual é o problema? está a corrigir uma situação injusta em que no fim da carreira ganhavam demasiado, em simultâneo a ministra quer melhorar o salário dos que estão em inicio de carreira
pura demagogia para a comunicação social. os salarfios dos profs em inicio de carreira irão ficar mais ou menos iguais. ela esquce-se de dizer que vai acabar com o 1º e 2º esc alões que eram os dos profs bachareis, profs que estão em extinção
o principal input são os professores, há que considerar condições das escolas, cantinas, tb o ambiente sócio-económico, capacidade intelectual dos pais (?)...dai que esta ministra quer que os alunos passem a maior tempo possivel nas aulas (sem feriados) para os sujeitar a um ambiente positivo idêntico
a escolaridade dos pais não pode ser considerado "um dos factores primordiais" do sucesso escolar dos filhos
ao longo da minha carreira ja passei por muitas escolas em meio rural da zona norte. e lhe garanto que o sucesso nunca pode ser o melhor, quando a maioria dos pais quer que os alunos façam a escolaridade obrigatoria (algo diferente de fazer o 9º ano)para sairem e irem trabalhar. (quando nao os tiram antes da escola)
estamos aqui a analisar uma causa-efeito, não a comparar com outros:
nao é voce que esta a fazer essas comparações?
analisamo o input (igual ou mlhor que na ocde)
e o output (dos piores da OCDE)
input é diferente de profs. para esse input temos vários factores como os professores, os pais, o meio envolvente, a escola, o material, o apoio, ... Como tal nao se resume aos profs. acho que vc nao conhece a realidade nacional, no que toca a estes factores.
Remunerações no início da carreira são baixas a nível da OCDE
Governo quer diminuir desigualdades salariais na carreira dos professores
13.09.2006 - 14h08 Lusa
A ministra da Educação, Maria de Lurdes Rodrigues, disse hoje, em Chaves, que o Governo quer diminuir a desigualdade entre os salários que os professores portugueses recebem no início e no topo da carreira, aproximando mais as remunerações.
Os professores portugueses estão entre os que menos recebem no início da profissão, segundo um estudo da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) sobre as remunerações dos docentes dos 30 países, mas estão no topo da lista dos mais bem pagos quando atingem o topo da carreira.
"Quando se fazem as comparações internacionais da estrutura salarial dos nossos docentes, o que se percebe é que no início de carreira, os professores têm um salário baixo e um topo de carreira têm um salário mais elevado que os professores de outros países do espaço da OCDE", referiu Maria de Lurdes Rodrigues.
Por isso mesmo, o Ministério da Educação quer "reduzir esta desigualdade, aproximando justamente os salários dos professores em início e no topo carreira".
Uma medida que, segundo a governante, se insere na revisão do Estatuto da Carreira Docente que está agora em discussão.
Maria de Lurdes Rodrigues disse ainda que a colocação dos professores por um período de três anos "é um assunto que está completamente arrumado", apesar da contestação dos sindicatos do sector.
"Os sindicatos podem contestar o concurso, mas o que é facto é que a maior parte dos professores considera que as condições de estabilidade é uma mais valia, que penso que vêm ao encontro das expectativas dos professores, das escolas, das famílias e das alunos", frisou.
Considerou ainda que os sindicatos sempre defenderam a estabilização do corpo docente e, por isso, "dizer agora que é preciso voltar aos concursos anuais é completamente fora do tempo".
Governo quer diminuir desigualdades salariais na carreira dos professores
13.09.2006 - 14h08 Lusa
A ministra da Educação, Maria de Lurdes Rodrigues, disse hoje, em Chaves, que o Governo quer diminuir a desigualdade entre os salários que os professores portugueses recebem no início e no topo da carreira, aproximando mais as remunerações.
Os professores portugueses estão entre os que menos recebem no início da profissão, segundo um estudo da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) sobre as remunerações dos docentes dos 30 países, mas estão no topo da lista dos mais bem pagos quando atingem o topo da carreira.
"Quando se fazem as comparações internacionais da estrutura salarial dos nossos docentes, o que se percebe é que no início de carreira, os professores têm um salário baixo e um topo de carreira têm um salário mais elevado que os professores de outros países do espaço da OCDE", referiu Maria de Lurdes Rodrigues.
Por isso mesmo, o Ministério da Educação quer "reduzir esta desigualdade, aproximando justamente os salários dos professores em início e no topo carreira".
Uma medida que, segundo a governante, se insere na revisão do Estatuto da Carreira Docente que está agora em discussão.
Maria de Lurdes Rodrigues disse ainda que a colocação dos professores por um período de três anos "é um assunto que está completamente arrumado", apesar da contestação dos sindicatos do sector.
"Os sindicatos podem contestar o concurso, mas o que é facto é que a maior parte dos professores considera que as condições de estabilidade é uma mais valia, que penso que vêm ao encontro das expectativas dos professores, das escolas, das famílias e das alunos", frisou.
Considerou ainda que os sindicatos sempre defenderam a estabilização do corpo docente e, por isso, "dizer agora que é preciso voltar aos concursos anuais é completamente fora do tempo".
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kostta Escreveu:tu falas a meio da carreira e temos q falar de toda a carreira.
Infelzimente nao c onheço o grafico que compare toda a carreira num so.
kostta, o artigo do PD é claro, segundo o estudo:
inicio da carreira, abaixo da média
média da carreira, na média
fim de carreira, acima da média
com o futuro estatuto, que a ministra quer apovar até ao final de outubro, cerca de 66% por professores nunca ganharão mais do que ganham actualmente a meio da carreira.
e qual é o problema? está a corrigir uma situação injusta em que no fim da carreira ganhavam demasiado, em simultâneo a ministra quer melhorar o salário dos que estão em inicio de carreira
infelzimente tem tudo a ver. é um dos factores primordiais para o que consideras ser um fraco output.
o principal input são os professores, há que considerar condições das escolas, cantinas, tb o ambiente sócio-económico, capacidade intelectual dos pais (?)...dai que esta ministra quer que os alunos passem a maior tempo possivel nas aulas (sem feriados) para os sujeitar a um ambiente positivo idêntico
a escolaridade dos pais não pode ser considerado "um dos factores primordiais" do sucesso escolar dos filhos
e gosta que me respondessem:
em que é que portugal ocupa uma posição cimeira nos estudos da OCDE?
estamos aqui a analisar uma causa-efeito, não a comparar com outros:
analisamo o input (igual ou mlhor que na ocde)
e o output (dos piores da OCDE)
tu falas a meio da carreira e temos q falar de toda a carreira.
Infelzimente nao c onheço o grafico que compare toda a carreira num so.
com o futuro estatuto, que a ministra quer apovar até ao final de outubro, cerca de 66% por professores nunca ganharão mais do que ganham actualmente a meio da carreira.
Em números redondos, e por defeito (valores de 2005) os Docentes vão perder com a proposta de ECD do ME, até ao fim da carreira:
· 4º Escalão - entre 40 e 60 mil contos
· 5º Escalão - entre 35 e 58 mil contos
· 6º Escalão - entre 32 e 56 mil contos
· 7º Escalão - entre 25 e 55 mil contos
· 8º Escalão - entre 20 e 50 mil contos
· 9º Escalão - entre mil e 15 mil contos
infelzimente tem tudo a ver. é um dos factores primordiais para o que consideras ser um fraco output.
e gosta que me respondessem:
em que é que portugal ocupa uma posição cimeira nos estudos da OCDE?
Infelzimente nao c onheço o grafico que compare toda a carreira num so.
como já tinha referido neste post existe um deseqilibrio muito grande na carreira dos professores, além dos melhores salários os professores mais antigos ainda ficam com os melhores horários, as melhores turmas (as que dão menos problemas) e estão colocados perto de casa.
com o futuro estatuto, que a ministra quer apovar até ao final de outubro, cerca de 66% por professores nunca ganharão mais do que ganham actualmente a meio da carreira.
Em números redondos, e por defeito (valores de 2005) os Docentes vão perder com a proposta de ECD do ME, até ao fim da carreira:
· 4º Escalão - entre 40 e 60 mil contos
· 5º Escalão - entre 35 e 58 mil contos
· 6º Escalão - entre 32 e 56 mil contos
· 7º Escalão - entre 25 e 55 mil contos
· 8º Escalão - entre 20 e 50 mil contos
· 9º Escalão - entre mil e 15 mil contos
não me espantam estes dados, mas o q q tem a ver com a discussão em curso ?
estamos a considerar o output actual, os alunos que saiem agora e têm péssimos resultados nos estudos de avaliação internacionais
infelzimente tem tudo a ver. é um dos factores primordiais para o que consideras ser um fraco output.
e gosta que me respondessem:
em que é que portugal ocupa uma posição cimeira nos estudos da OCDE?
Kostta tás-me a da razão:
o 1º estudo ( Comparação dos salários dos professores segundo a paridade de poder de compra):
http://www.portugaldiario.iol.pt/notici ... div_id=291
como já tinha referido neste post existe um deseqilibrio muito grande na carreira dos professores, além dos melhores salários os professores mais antigos ainda ficam com os melhores horários, as melhores turmas (as que dão menos problemas) e estão colocados perto de casa.
e segundo o artigo os escalões mais elevados representam metade dos professores, e são estes que vêm para TV vociferar contra a Ministra e apelar á greve, são estes que os sindicatos defendem ... não são os que estão em inicio de carreira, nem os contratados com horários incompletos colocados longe da sua residência
relativamente ao outro estudo que referiste:
não me espantam estes dados, mas o q q tem a ver com a discussão em curso ?
estamos a considerar o output actual, os alunos que saiem agora e têm péssimos resultados nos estudos de avaliação internacionais
Entrevista com a Ministra
http://dn.sapo.pt/2006/09/13/tema/melho ... reira.html
o 1º estudo ( Comparação dos salários dos professores segundo a paridade de poder de compra):
http://www.portugaldiario.iol.pt/notici ... div_id=291
Os professores portugueses são dos que menos recebem no início da profissão....os docentes portugueses do Ensino Básico e Ensino Secundário ganham pouco mais de 15 mil euros anuais nos primeiros anos de trabalho, menos cerca de 5.500 euros do que na média dos países analisados.
Com ordenado inferior estão apenas os professores da República Checa, Hungria, México, Nova Zelândia, Turquia e Polónia, estes últimos com o salário mais baixo (cerca de cinco mil euros por ano
A meio da carreira, com 15 anos de experiência, os docentes portugueses continuam a receber menos do que a média da OCDE (o jornalista aqui está a referir-se ao quadro que eu coloquei, como se vê não está abaixo está na média), ainda que a diferença seja já menos significativa, uma situação que se altera apenas quando atingem o topo da carreira.
Nos escalões mais elevados, onde se encontram cerca de metade dos 180 mil professores em Portugal, o cenário muda radicalmente, uma vez que os docentes passam a ser dos que mais recebem, auferindo anualmente cerca de 39 mil euros, em média mais três mil do que o geral.
como já tinha referido neste post existe um deseqilibrio muito grande na carreira dos professores, além dos melhores salários os professores mais antigos ainda ficam com os melhores horários, as melhores turmas (as que dão menos problemas) e estão colocados perto de casa.
e segundo o artigo os escalões mais elevados representam metade dos professores, e são estes que vêm para TV vociferar contra a Ministra e apelar á greve, são estes que os sindicatos defendem ... não são os que estão em inicio de carreira, nem os contratados com horários incompletos colocados longe da sua residência
relativamente ao outro estudo que referiste:
Portugal é o país da OCDE onde a população adulta passou menos tempo no sistema de ensino, com apenas oito anos e meio, menos 3,4 do que a média dos países da organização, segundo um estudo divulgado hoje
não me espantam estes dados, mas o q q tem a ver com a discussão em curso ?
estamos a considerar o output actual, os alunos que saiem agora e têm péssimos resultados nos estudos de avaliação internacionais
Entrevista com a Ministra
http://dn.sapo.pt/2006/09/13/tema/melho ... reira.html
Os sindicatos garantem que, com o novo Estatuto da Carreira Docente, os professores vão ganhar até menos 50% de ordenados ao longo da carreira. Vai gastar menos com salários?
É um exercício desonesto. Pegam no caso extremo de um professor que não tem sucesso na avaliação e generalizam-no em termos de massa salarial. Até me admira não terem usado o caso de um docente sempre com avaliação insuficiente, porque nesse caso a poupança com salários seria de 100%. Mas digo-lhe que me parece irresponsável aquela forma de fazer política que dá a entender que o dinheiro não interessa, que pode ser gasto independentemente dos fins e dos resultados. Há uma responsabilidade na gestão dos dinheiros públicos e eu assumo-a. Se podemos gastar menos para obter os mesmos resultados, temos de o fazer. Sim, é verdade que está nas preocupações do ministério racionalizar recursos financeiros gastos com recursos humanos. Não foi isso que orientou a revisão do estatuto, embora essa questão esteja sempre presente, nesta como em todas as decisões a tomar. Mas o que de facto orientou esta revisão foram questões pedagógicas e de racionalidade no funcionamento das escolas.
Mas sabe se vai ou não gastar menos com salários?
Os cálculos financeiros que estão feitos neste momento são de transição. Procuramos é garantir que com esta proposta não vamos gastar mais do que estamos a gastar neste momento. Uma das propostas essenciais do que estamos a tentar fazer é que o salário dos professores à entrada seja significativamente superior ao que é actualmente.
Significativamente, quanto?
Ainda não sei dizer, mas será um aumento introduzido de forma gradual. As comparações internacionais revelam que as remunerações à entrada da carreira são muito inferiores à media da União Europeia, ao contrário das remunerações no topo da carreira, que são comparativamente das mais altas. Para mim, um dos maiores problemas do actual estatuto é que organiza a carreira num pressuposto que me parece errado. Quando se entra, ganha-se menos de mil euros e trabalha-se muito. A um jovem professor que acaba de entrar na carreira, que trabalha longe de casa, pode ser atribuída a coordenação de um departamento. Já a um professor com experiência, que acumulou conhecimentos e competências, paga-se bastante mais e diz-se que se pode afastar da escola e trabalhar menos. O resultado é que as escolas são muito sustentadas no trabalho dos mais jovens e inexperientes. Propomos que os jovens professores se concentrem mais no ensino, que lhes sejam dadas hipóteses de desenvolvimento pessoal de competências, e que aos seniores, com mais experiência, se peça para assumam mais responsabilidades dentro da escola. Porque acreditamos que com isso se conseguem melhores resultados escolares e se organiza melhor o funcionamento da escola. O critério essencial não foi gastar menos, mas sim alterar este princípio que nos parece essencial.
Como se consegue isso sem aumentar os gastos globais da Educação?
Repare que estão a sair mais professores da profissão do que aqueles que entram. Mas é um facto que temos de racionalizar a nossa estrutura orçamental. O razoável seria que o peso dos salários no nosso orçamento fosse na ordem dos 75%. Agora está nos 93%.
Uma das queixas dos professores centra-se na divisão das carreiras em duas categorias, com quotas de acesso ao topo da carreira. Não é condicionar administrativamente o mérito?
Isso era necessário. As quotas existem exactamente para obrigar a hierarquização da carreira. Sem isso, toda a gente progride. A avaliação é um processo muito difícil e a avaliação por pares é ainda mais difícil. São necessários mecanismos que forcem a diferenciação, senão acaba tudo com a mesma avaliação, independentemente do mérito.
Mas há também quotas dentro das próprias escolas.
É outra vantagem. As quotas por escola servem para impedir as disparidades na distribuição dos recursos. O que acontece hoje é que a maior parte dos professores dos 8.º, 9.º e 10.º escalão está concentrada nas melhores escolas. Este número é esclarecedor: 83% dos docentes que procuram mobilidade concorrem a 13% das escolas. Senão forçamos as quotas, temos escolas sem chefes de serviço e outras que só têm chefes de serviço. As quotas servem também para fazer essa redistribuição. Trinta por cento é o mínimo, porque isso significa que, havendo três pessoas, está pelo menos uma a chefiar. Hoje há estruturas com uma relação de um para seis. São propostas a que os sindicatos reagem muito violentamente, mas isto é apenas razoável. Isto de um professor poder chegar ao topo da carreira independentemente da avaliação do seu trabalho e do que fez pelos seus alunos é uma coisa que não existe em profissão nenhuma. Temos de introduzir mecanismos de controlo e daí a importância de abrir a escola ao exterior: a importância de que os pais possam ter uma participação, a importância dos peritos externos, a importância do exame de avaliação.
devemos lançar para a mesa todos os dados e nao apenas aqueles que nos interessam
o estudo da OCDE diz:
Os professores portugueses são dos que menos recebem no início da profissão, entre os docentes dos 30 países da OCDE
os docentes portugueses do Ensino Básico e Ensino Secundário ganham pouco mais de 15 mil euros anuais nos primeiros anos de trabalho, menos cerca de 5.500 euros do que na média dos países analisados.
Com ordenado inferior estão apenas os professores da República Checa, Hungria, México, Nova Zelândia, Turquia e Polónia,
A meio da carreira, com 15 anos de experiência, os docentes portugueses continuam a receber menos do que a média da OCDE, ainda que a diferença seja já menos significativa, uma situação que se altera apenas quando atingem o topo da carreira.
Nos escalões mais elevados, onde se encontram cerca de metade dos 180 mil professores em Portugal, o cenário muda radicalmente, uma vez que os docentes passam a ser dos que mais recebem, auferindo anualmente cerca de 39 mil euros, em média mais três mil do que o geral.
No total, o salário dos professores em Portugal é 1.75 vezes superior ao Produto Interno Bruto (PIB) per capita, um valor só ultrapassado na Coreia, Turquia e México.
outro estudo da OCDE diz:
Portugal é o país da OCDE onde a população adulta passou menos tempo no sistema de ensino, com apenas oito anos e meio, menos 3,4 do que a média dos países da organização, segundo um estudo divulgado hoje
De acordo com o relatório «Panorama da Educação de 2006», da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE), Portugal surge no fim da lista sobre o tempo que a população entre os 25 e os 64 anos passou em estabelecimentos de ensino
o estudo da OCDE diz:
Os professores portugueses são dos que menos recebem no início da profissão, entre os docentes dos 30 países da OCDE
os docentes portugueses do Ensino Básico e Ensino Secundário ganham pouco mais de 15 mil euros anuais nos primeiros anos de trabalho, menos cerca de 5.500 euros do que na média dos países analisados.
Com ordenado inferior estão apenas os professores da República Checa, Hungria, México, Nova Zelândia, Turquia e Polónia,
A meio da carreira, com 15 anos de experiência, os docentes portugueses continuam a receber menos do que a média da OCDE, ainda que a diferença seja já menos significativa, uma situação que se altera apenas quando atingem o topo da carreira.
Nos escalões mais elevados, onde se encontram cerca de metade dos 180 mil professores em Portugal, o cenário muda radicalmente, uma vez que os docentes passam a ser dos que mais recebem, auferindo anualmente cerca de 39 mil euros, em média mais três mil do que o geral.
No total, o salário dos professores em Portugal é 1.75 vezes superior ao Produto Interno Bruto (PIB) per capita, um valor só ultrapassado na Coreia, Turquia e México.
outro estudo da OCDE diz:
Portugal é o país da OCDE onde a população adulta passou menos tempo no sistema de ensino, com apenas oito anos e meio, menos 3,4 do que a média dos países da organização, segundo um estudo divulgado hoje
De acordo com o relatório «Panorama da Educação de 2006», da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE), Portugal surge no fim da lista sobre o tempo que a população entre os 25 e os 64 anos passou em estabelecimentos de ensino
Re: 12 escalões...
devastador Escreveu:Vou ter que telefonar aos restantes colegas de 27 países da OCDE para virem para Portugal trabalhar, porque isto aqui é uma maravilha para os professores.
Tenho é que os avisar para não comprarem carro em Portugal porque fica mais caro 20%, que o melhor é ir sempre abastecer o carro de gasolina a Espanha, o mesmo acontecendo com a alimentação e não só.
O que eu quero dizer com esta última questão é que é muito fácil brincar com os números e levar as pessoas a tirar conclusões que não são as mais correctas.
a melhor maneira de comparar realidades salariais de diferentes paises é ajustar o salário pelo indice de paridade de poder de compra. (não se analisa simplesmente o valor absoluto do salário, mas o que esse salário pode comprar tendo em conta o nivel de preços nesse pais)
supondo que não havia diferença de preços nos diferentes paises (os bens e serviços custam o mesmo em todos os paises), os professores portugueses encontram-se na média.
Os professores franceses, italianos, suecos, gregos, islandeses ganham menos que os portugueses
Este estudo incide sobre os salários de professores com 15 anos de carreira (e não no final como no estudo da OCDE)
O esudo da OCDE (pelo que li no jornais) compara o rendimento dos professores com o PIB per capita, ou seja, comparativamente aos outros trabalhadores portugueses (e é ai que vem nos primeiros lugares)
Como se vê os professores portugueses são pagos ao nivel dos professores europeus (quantas classes profissionais portuguesas podem dizer o mesmo) e são mt bem pagos relativamente à realidade nacional.
Em termos de recursos humanos não existem falta de professores, pelo contrário existe um excesso de professores na folha de pagamentos do ME
E o output do sistema educacional é mediocre como atestado pelos estudos e exames internacionais aos alunos portugueses (nos ultimos lugares da OCDE)
Vocês podem escrever o que vos apetcer, fazerem as greves que quiserem mas isso não altera a realidade dos factos
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Re: 12 escalões...
devastador Escreveu:...professores universitários (porque será que nestes ninguém fala?)
Talvez porque um prof. auxiliar, logo com doutoramento, tem um vencimento idêntico ao de um prof. do secundário no décimo escalão ...
Re: 12 escalões...
O estado sabe bem o que faz!!! O estado gosta deste modelo com 12, repito 12 escalões, para assim poder olhar para os últimos escalões e dizer bem alto que os professores são muito bem pagos!!!!
Isso não é necessário. Basta pegar nas médias: que foi o que fez a ocde, concluíndo que em média são bem pagos.
,Vou ter que telefonar aos restantes colegas de 27 países da OCDE para virem para Portugal trabalhar, porque isto aqui é uma maravilha para os professores.
Tenho é que os avisar para não comprarem carro em Portugal porque fica mais caro 20%
É melhor não. Se olhares para os finlandeses, eles pagam bastantes mais impostos sobre a compra de carros e os carros são bem mais caros que cá. E tu sabes que o carro não é a única componente a ter em conta no custo de vida.
. Pois é, o estado lá tem menos custos que cá (... vá-se lá saber porquê...) e cobra menos impostos. Já sabemos que o nosso estado é um poço sem fundo, daí as revoltas de quem alimenta esse buraco negro.que o melhor é ir sempre abastecer o carro de gasolina a Espanha, o mesmo acontecendo com a alimentação e não só
. ...O que eu quero dizer com esta última questão é que é muito fácil brincar com os números e levar as pessoas a tirar conclusões que não são as mais correctas.
Nota que a questão não se coloca com os professores apenas. A questão é que são MUITOS o que os torna mais relevantes no bolo total. Mas todas as outras análises são pertinentes e estou de acordo que deve ser olhado. Tens números para as podermos avaliar?Se fizessem um estudo similar com médicos, juízes, oficiais de alta patente, administradores de empresas públicos, políticos, deputados (um deputado Espanhol ganha menos do que um Português e NÃO estou a comparar com o PIB), professores universitários (porque será que nestes ninguém fala?) ficaríamos em que lugar?
Outra questão também relacionada com esta: que alguns funcionários públicos (competentes com provas dadas e valor de mercado) ganhem muito, não me choca nada, pelo contrário. Se se quer gente boa e competente, tem que se pagar, é assim mesmo que deve ser! Olha o caso do Paulo Macedo. Achas que não merece o ordenado que ganha? eu acho que merece esse e até o dobro desse! Os bons têm que ser bem pagos se os queremos manter a trabalhar para todos, para o estado. O problema é que sejam todos bem pagos, os bons e os maus, os nulos e os excelentes, os competentes e os incapazes, indiferentemente.
12 escalões...
Pata-Hari, é verdade que se consegue sempre arranjar muitos exemplos de muitos extremos!!! Era uma dessas afirmações que eu estava à espera.
(afirmo ainda que no sector privado, são poucos os licenciados que conheço que se enquadram nos teus exemplos)
Numa carreira como a de professor, com 12 escalões, em que os aumentos salariais significativos se verificam nos 2 a 3 últimos escalões, temos aqui um belo exemplo desses extremos!!!
O estado sabe bem o que faz!!! O estado gosta deste modelo com 12, repito 12 escalões, para assim poder olhar para os últimos escalões e dizer bem alto que os professores são muito bem pagos!!!!
Vou ter que telefonar aos restantes colegas de 27 países da OCDE para virem para Portugal trabalhar, porque isto aqui é uma maravilha para os professores.
Tenho é que os avisar para não comprarem carro em Portugal porque fica mais caro 20%, que o melhor é ir sempre abastecer o carro de gasolina a Espanha, o mesmo acontecendo com a alimentação e não só.
O que eu quero dizer com esta última questão é que é muito fácil brincar com os números e levar as pessoas a tirar conclusões que não são as mais correctas.
Se fizessem um estudo similar com médicos, juízes, oficiais de alta patente, administradores de empresas públicos, políticos, deputados (um deputado Espanhol ganha menos do que um Português e NÃO estou a comparar com o PIB), professores universitários (porque será que nestes ninguém fala?) ficaríamos em que lugar?
(afirmo ainda que no sector privado, são poucos os licenciados que conheço que se enquadram nos teus exemplos)
Numa carreira como a de professor, com 12 escalões, em que os aumentos salariais significativos se verificam nos 2 a 3 últimos escalões, temos aqui um belo exemplo desses extremos!!!
O estado sabe bem o que faz!!! O estado gosta deste modelo com 12, repito 12 escalões, para assim poder olhar para os últimos escalões e dizer bem alto que os professores são muito bem pagos!!!!
Vou ter que telefonar aos restantes colegas de 27 países da OCDE para virem para Portugal trabalhar, porque isto aqui é uma maravilha para os professores.
Tenho é que os avisar para não comprarem carro em Portugal porque fica mais caro 20%, que o melhor é ir sempre abastecer o carro de gasolina a Espanha, o mesmo acontecendo com a alimentação e não só.
O que eu quero dizer com esta última questão é que é muito fácil brincar com os números e levar as pessoas a tirar conclusões que não são as mais correctas.
Se fizessem um estudo similar com médicos, juízes, oficiais de alta patente, administradores de empresas públicos, políticos, deputados (um deputado Espanhol ganha menos do que um Português e NÃO estou a comparar com o PIB), professores universitários (porque será que nestes ninguém fala?) ficaríamos em que lugar?
Para que haja um vencedor tem que haver um perdedor.
ricardotugas Escreveu: Existem dois factores para este diferencial, que a proximas estatisticas irão corrigir certamente.
a) O n~médio baixo no 1 ciclo, mas que neste momento centenas de escolas estão e iram ser encerradas.
Como existiam centenas de turmas nas aldeias com 1 ,2 5 alunos faz descer consideravelmente a média, porque para cima as turmas raramente excedem os 33 alunos.
isso não altera as contas
b) Depois essas contas não podem ser feitas assim pois estás a misturar diferentes graus de ensino com diferentes nº de professores em cada grau.
15 aluno por professor no pré
9 alunos por professor no secundário
c) Existem professores destacados noutros serviços que continuam a influenciar as estatisticas, por exemplo: Um deputado, um autarca etc.
é exactamente este o ponto que se quer expôr: existem milhares de professores que não dão aulas e continuam a receber salário de professor
Mas uma coisa é certa, grande parte do parque escolar tem graves carencias para as funções que devia desempenhar.
Cumprimentos,
artista Escreveu:
Boas contas!!! sem dúvida...
Quantas escolas há no país?? é que em casa uma trabalham alguns professores no Conselho executivo das mesmas e esses não dão ou dão muito poucas aulas, se conhecesses a realidade de uma escola saberias que é difícil aquelas pessoas arranjarem tempo para dar aulas... Por cada ecola tens de colocar 2 a 5 professores.
Outros estão nos sindicatos, felizmente acho que estão a tirar de lá uma carrada de "encostados" porque os sindicatos foram criados pelos partidos, cada um tem de ter o seu e meteram lá os amigos...
Mais alguns no Ministério...
E outros ainda estão a fazer outras coisas previstas na lei...
a mesma respota ao ponto c)....se 107.769 professores são suficientes para dar aulas a todos os alunos, 42.075 estão a mais ( neste número estão milhares de professores nos sindicatos, no ME, nos conselhos directivos )....os professores deviam dar apenas e só aulas
existem professores destacados no ME a ganhar o dobro de um funcionário administrativo para o mesmo trabalho....não tem lógica nenhuma
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