dispersão na Mota
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tiopatinhas Escreveu:Parece estar a reagir bem à LTa de curto prazo![]()
Se tudo assim continuar e, se os mercados ajudarem, estou certo que esse triângulo ascendente que está a desenhar-se irá ter as suas consequências![]()
Não achas isso, caro amigo AAParece que os 4,50 são para rebentar com forte movimento...
Caro tiopatinhas
Estou de acordo, embora não fique nada supreendido se antes disso ainda for testar a LTa primeiro. A ruptura dos 4,50 deve abrir o caminho a novos máximos.
Deixo o gráfico actualizado.
Cumprimentos,
AA
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não entendo porque não mexe
A probabilidade do consórcio formado pela Brisa e a Mota-Engil, Somague e os grupos bancários BES, Millennium BCP e Caixa Geral de Depósitos ganhar a privatização da ANA e o desenvolvimento do projecto do novo aeroporto de Lisboa é "muito elevada", considera o Millennium bcp investimento.
A Brisa e a Mota-Engil, com quotas iguais (26,25% cada), a Somague, com 17,5%, e os grupos bancários BES, Millennium BCP e Caixa Geral de Depósitos, com 10% cada, vão concorrer em consórcio à construção e exploração do novo aeroporto internacional projectado para a Ota e à privatização da ANA – Aeroportos de Portugal, anunciaram sexta-feira em comunicado.
Numa nota de "research", esta casa de investimento sublinha que se trata de um consórcio "muito forte" e que "provavelmente" a surpresa é a Brisa e a Mota-Engil terem juntado forças para este projecto uma vez que são tradicionalmente dois fortes concorrentes nos negócios das concessões.
"A probabilidade que este consórcio seja o vencedor é obviamente muito elevada", explica o Millennium bcp.
BPI diz que consórcio pode conduzir Brisa e Mota-Engil a outros projectos
O BPI sublinha o impacto positivo que este consórcio tem para a Brisa e para a Mota-Engil "dada a força do mesmo em termos de recordes em gestão de infra-estruturas e de construção e devido ao financiamento dos bancos envolvidos".
Para além disso, este consórcio "poderá ser indicativo de projectos futuros para a Brisa e Mota-Engil não apenas em apenas mas também fora, uma situação particularmente bem vinda para a Mota-Engil dado o seu tamanho e eventual impacto de novos projectos no seu ‘portfólio’", realça o BPI numa no Iberian Daily.
A mesma fonte sublinha ainda que a privatização do da ANA e que a construção do novo aeroporto constituem um dos maiores projectos dentro dos planos de infra-estruturas portugueses. O novo aeroporto deverá implicar um investimento de 3,1 mil milhões de euros e deverá estar terminado em 2017. O período de concessão deverá ser de 23 anos.
O BPI explica, por outro lado, que apesar dos benefícios esperados em termos de encomendas e de desempenho do "cash flow" providenciado pelo projecto, deve ter-se em atenção os actuais atrasos que envolvem o aeroporto.
A casa de investimento adianta que ficou surpreendida com o facto da Teixeira Duarte não ter sido incluída uma vez que tem associações com a Brisa.
Esta construtora afirmou que estava a considerar juntar-se a um consórcio para participar na oferta "embora nos questionemos com as perspectivas desse eventual consórcio", explica o BPI que teme que a alternativa seja que a Teixeira Duarte aceite subcontratações pelo consórcio anunciado e que entre com uma participação minoritária.
A Brisa e a Mota-Engil, com quotas iguais (26,25% cada), a Somague, com 17,5%, e os grupos bancários BES, Millennium BCP e Caixa Geral de Depósitos, com 10% cada, vão concorrer em consórcio à construção e exploração do novo aeroporto internacional projectado para a Ota e à privatização da ANA – Aeroportos de Portugal, anunciaram sexta-feira em comunicado.
Numa nota de "research", esta casa de investimento sublinha que se trata de um consórcio "muito forte" e que "provavelmente" a surpresa é a Brisa e a Mota-Engil terem juntado forças para este projecto uma vez que são tradicionalmente dois fortes concorrentes nos negócios das concessões.
"A probabilidade que este consórcio seja o vencedor é obviamente muito elevada", explica o Millennium bcp.
BPI diz que consórcio pode conduzir Brisa e Mota-Engil a outros projectos
O BPI sublinha o impacto positivo que este consórcio tem para a Brisa e para a Mota-Engil "dada a força do mesmo em termos de recordes em gestão de infra-estruturas e de construção e devido ao financiamento dos bancos envolvidos".
Para além disso, este consórcio "poderá ser indicativo de projectos futuros para a Brisa e Mota-Engil não apenas em apenas mas também fora, uma situação particularmente bem vinda para a Mota-Engil dado o seu tamanho e eventual impacto de novos projectos no seu ‘portfólio’", realça o BPI numa no Iberian Daily.
A mesma fonte sublinha ainda que a privatização do da ANA e que a construção do novo aeroporto constituem um dos maiores projectos dentro dos planos de infra-estruturas portugueses. O novo aeroporto deverá implicar um investimento de 3,1 mil milhões de euros e deverá estar terminado em 2017. O período de concessão deverá ser de 23 anos.
O BPI explica, por outro lado, que apesar dos benefícios esperados em termos de encomendas e de desempenho do "cash flow" providenciado pelo projecto, deve ter-se em atenção os actuais atrasos que envolvem o aeroporto.
A casa de investimento adianta que ficou surpreendida com o facto da Teixeira Duarte não ter sido incluída uma vez que tem associações com a Brisa.
Esta construtora afirmou que estava a considerar juntar-se a um consórcio para participar na oferta "embora nos questionemos com as perspectivas desse eventual consórcio", explica o BPI que teme que a alternativa seja que a Teixeira Duarte aceite subcontratações pelo consórcio anunciado e que entre com uma participação minoritária.
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Jiboia Cega Escreveu:AA Escreveu:Certezas sobre o que vai acontecer no futuro ninguém as pode ter, mas existem vários ingredientes na Mota que me levam a pensar que se trata de um título que ainda vai dar muito que falar.
AA
Era algo como isto que esperavas AA?
A Mota...........................
Jiboia Cega
Esta é sem dúvida uma excelente noticia mas também me estava a referir às estratégias de diversificação e de internacionalização da actividade que, segundo parece, estão a contribuir muito positivamente para o crescimento e para a consolidação financeira da empresa. O processo de cisão que já se encontra aprovado e previsto para se concretizar em 2007 é um bom sintoma disso mesmo.
Cumprimentos,
AA
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Mais uma pequena noticia sobre o mesmo assunto:
LISBOA, 8 Set (Reuters) - A Brisa-Auto-estradas de Portugal
e a Mota-Engil vão liderar um consórcio que se
vai candidatar à privatização da ANA-Aeroportos de Portugal e à
construção do novo aeroporto de Lisboa, anunciaram as duas
empresas.
Integram, ainda, este consórcio, cujo acordo de constituição
foi hoje celebrado, a Somague com 17,5 pct, a Caixa Geral de
Depósitos, o Millennium bcp e o Banco Espírito Santo
(BES) , cada um com 10 pct.
A Brisa e a Mota-Engil terão 26,25 pct cada do consórcio.
"A relevância e o interesse nacional do projecto de
reestruturação do sector aeroportuário, em geral, e a construção
do Novo Aeroporto de Lisboa, em particular, aliadas à expectável
dimensão e grau de complexidade do processo, justificam que se
inicie de imediato o esforço de coordenação e integração das
valências e experiência por todos acumuladas", disse a Brisa em
comunicado.
((---José Barata, Lisboa Editorial, +351 21 3509203,
lisbon.newsroom@reuters.com, Reuters messaging:
jose.barata.reuters.com@reuters.net))
LISBOA, 8 Set (Reuters) - A Brisa-Auto-estradas de Portugal
e a Mota-Engil vão liderar um consórcio que se
vai candidatar à privatização da ANA-Aeroportos de Portugal e à
construção do novo aeroporto de Lisboa, anunciaram as duas
empresas.
Integram, ainda, este consórcio, cujo acordo de constituição
foi hoje celebrado, a Somague com 17,5 pct, a Caixa Geral de
Depósitos, o Millennium bcp e o Banco Espírito Santo
(BES) , cada um com 10 pct.
A Brisa e a Mota-Engil terão 26,25 pct cada do consórcio.
"A relevância e o interesse nacional do projecto de
reestruturação do sector aeroportuário, em geral, e a construção
do Novo Aeroporto de Lisboa, em particular, aliadas à expectável
dimensão e grau de complexidade do processo, justificam que se
inicie de imediato o esforço de coordenação e integração das
valências e experiência por todos acumuladas", disse a Brisa em
comunicado.
((---José Barata, Lisboa Editorial, +351 21 3509203,
lisbon.newsroom@reuters.com, Reuters messaging:
jose.barata.reuters.com@reuters.net))
Dos fracos não reza a historia!
AA Escreveu:Certezas sobre o que vai acontecer no futuro ninguém as pode ter, mas existem vários ingredientes na Mota que me levam a pensar que se trata de um título que ainda vai dar muito que falar.
AA
Era algo como isto que esperavas AA?
A Brisa e a Mota-Engil, com quotas iguais (26,25% cada), a Somague, com 17,5%, e os grupos bancários BES, Millennium BCP e Caixa Geral de Depósitos, com 10% cada, vão concorrer em consórcio à construção e exploração do novo aeroporto internacional projectado para a Ota e à privatização da ANA – Aeroportos de Portugal.
"Este consórcio foi estabelecido para os dois objectivos: participar na concessão do novo aeroporto de Lisboa e/ou na privatização do sector aeroportuário nacional", confirmou, ao Jornal de Negócios Online, António Mota, presidente do grupo Mota-Engil.
"A Brisa terá a seu cargo as áreas de desenvolvimento e coordenação dos projectos, enquanto a Mota-Engil ficará com a organização do consórcio construtor", adiantou o líder da maior construtora portuguesa. Ao nível do consórcio construtor da Ota, António Mota considera previsível "o alargamento do consórcio a mais empresas nacionais".
Quanto à privatização da ANA, disse preferir que o Estado venda mais de 50% da empresa. "Esperamos que a privatização seja maioritariamente privada", afirmou.
De resto, António Mota disse que o consórcio "entender que esta era a altura de anunciar que existe em Portugal capacidade e vontade de participar neste processo, sendo que as definições finais só poderão ser feitas a partir do modelo [de transacção do novo aeroporto] a definir pelo Governo", rematou.
"A relevância e o interesse nacional do projecto de reestruturação do sector aeroportuário, em geral, e a construção do Novo Aeroporto de Lisboa, em particular, aliadas à expectável dimensão e grau de complexidade do processo, justificam que se inicie de imediato o esforço de coordenação e integração das valências e experiência por todos acumuladas", explica um comunicado da construtora.
A mesma fonte acrescenta que embora não tenham ainda sido divulgados os contornos precisos do projecto e, consequentemente, não ser possível ainda avançar com quaisquer projecções financeiras, o agrupamento reúne à partida um conjunto invulgar de competências e complementaridades em diversas áreas fundamentais para o sucesso num processo desta natureza.
raulribeiro Escreveu:Boa noite,
AA o que queres dizer com o teu Post ?
A acção vai sofrer com isso, vai ser bom para ela ?
Obrigado.
Certezas sobre o que vai acontecer no futuro ninguém as pode ter, mas existem vários ingredientes na Mota que me levam a pensar que se trata de um título que ainda vai dar muito que falar.
http://www.negocios.pt/default.asp?SqlP ... Ticker=egl
http://www.euronext.com/trader/summariz ... MEN0AE0005
http://www.caldeiraodebolsa.com/forum/v ... &start=100
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Re: dispersão na Mota
1963 Escreveu:Mota-Engil aprovou hoje o projecto de cisão-fusão entre as sociedades Mota-Engil, Engenharia e Construção, S.A. (sociedade cindida), Mota-Engil, SGPS e Mota-Engil -Concessões de Transportes, SGPS (sociedades beneficiárias), de acordo com um comunicado enviado à CMVM.
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Esta ainda vai dar muito que falar, mas cá estamos para assistir ao vivo e a cores.
cps
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dispersão na Mota
Mota-Engil aprovou hoje o projecto de cisão-fusão entre as sociedades Mota-Engil, Engenharia e Construção, S.A. (sociedade cindida), Mota-Engil, SGPS e Mota-Engil -Concessões de Transportes, SGPS (sociedades beneficiárias), de acordo com um comunicado enviado à CMVM.
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