Impresa ????
A única coisa que sei é que a IPR está boa para intraday. Hoje (tal como na 6.ª feira) voltei a abrir posição durante a tarde para vender no fecho. Aquilo tem fechado em alta. Mais uma mais valia porreira. Mas atenção que hoje não conseguiu recuperar a base do canal ascendente.
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Pois é...agora o Expresso vai passar a ter concorrência. E pelo que parece já está a contra-atacar.
O Sol tem a sua espinha dorsal formada por ex-directores e jornalistas do Expresso.
Para verem o "medinho" do Expresso, vamos aos factos:
- mudou o formato para o futuro formato do Jornal Sol - A3
- gastou perto de 3500 Euros nos DVD's que está a oferecer semanalmente (brindes no Expresso, desde quando??)
- a Sic recusou a publicidade ao "Sol", pois o Balsemão não quer inimigos na SIC.
Mais uma curiosidade: no próximo sábado o jornal "Sol", segundo informações de uma fonte interna terá a seguinte frase na capa: "Este jornal não oferece brindes. Vale por si próprio!".
Bem metida
O Sol tem a sua espinha dorsal formada por ex-directores e jornalistas do Expresso.
Para verem o "medinho" do Expresso, vamos aos factos:
- mudou o formato para o futuro formato do Jornal Sol - A3
- gastou perto de 3500 Euros nos DVD's que está a oferecer semanalmente (brindes no Expresso, desde quando??)
- a Sic recusou a publicidade ao "Sol", pois o Balsemão não quer inimigos na SIC.
Mais uma curiosidade: no próximo sábado o jornal "Sol", segundo informações de uma fonte interna terá a seguinte frase na capa: "Este jornal não oferece brindes. Vale por si próprio!".
Bem metida
"A arte de ser ora prudente, ora audacioso é a arte de vencer"
"Expresso- esgota 160 mil exemplares em 5 horas
11/09/2006
O novo "Expresso", que chegou no Sábado às bancas, esgotou a edição de 160 mil exemplares no início da tarde, avançou o jornal semanal em comunicado, sublinhando que decidiram aumentar a tiragem para 200 mil.
"Até à hora do almoço já tínhamos cerca de 80% dos pontos de venda com todos os -Expressos- vendidos", disse Pedro Norton, administrador executivo do -Expresso-, adiantando que "decidimos aumentar a tiragem para 200 mil exemplares para poder responder a todas as solicitações dos leitores".
Depois de esgotar no início da tarde de Sábado, a Direcção e administração do semanário decidiram abrir o acesso ao "site" do jornal "para que os leitores não ficassem privados das notícias", sublinha o comunicado.
Este levantamento da obrigatoriedade de pagamento para ler o jornal na Internet vai manter-se durante os próximos 15 dias. Entretanto, todos os habituais leitores pagos do site receberão um bónus de 15 dias de acesso, que começam a contar a partir da data em que terminam as suas assinaturas, explica a mesma fonte.
O jornal acrescenta que, perante o aumento da procura, na próxima semana o "Expresso" vai imprimir 200 mil jornais que serão acompanhados do segundo DVD grátis, com o filme "Traffic".
O "Expresso" mudou de formato no Sábado passado, de "broadsheet" para "berlinner", tendo reduzido o preço de capa de 3 para 2,80 euros.
11/09/2006
O novo "Expresso", que chegou no Sábado às bancas, esgotou a edição de 160 mil exemplares no início da tarde, avançou o jornal semanal em comunicado, sublinhando que decidiram aumentar a tiragem para 200 mil.
"Até à hora do almoço já tínhamos cerca de 80% dos pontos de venda com todos os -Expressos- vendidos", disse Pedro Norton, administrador executivo do -Expresso-, adiantando que "decidimos aumentar a tiragem para 200 mil exemplares para poder responder a todas as solicitações dos leitores".
Depois de esgotar no início da tarde de Sábado, a Direcção e administração do semanário decidiram abrir o acesso ao "site" do jornal "para que os leitores não ficassem privados das notícias", sublinha o comunicado.
Este levantamento da obrigatoriedade de pagamento para ler o jornal na Internet vai manter-se durante os próximos 15 dias. Entretanto, todos os habituais leitores pagos do site receberão um bónus de 15 dias de acesso, que começam a contar a partir da data em que terminam as suas assinaturas, explica a mesma fonte.
O jornal acrescenta que, perante o aumento da procura, na próxima semana o "Expresso" vai imprimir 200 mil jornais que serão acompanhados do segundo DVD grátis, com o filme "Traffic".
O "Expresso" mudou de formato no Sábado passado, de "broadsheet" para "berlinner", tendo reduzido o preço de capa de 3 para 2,80 euros.
Acho que a cotação desceu um bocadito com medo do SOL... O expresso saiu do formato broadsheet e custa menos 20 cêntimos.
Olhem, não sei como foi convosco, mas tive de ir a Barcelos de manhã e quis lá comprar o jornal. Às 10h30, 11h corri 8 tabancas de jornais e já tinha esgotado!!! Nunca me tinha acontecido, a bem dizer.
Olhem, não sei como foi convosco, mas tive de ir a Barcelos de manhã e quis lá comprar o jornal. Às 10h30, 11h corri 8 tabancas de jornais e já tinha esgotado!!! Nunca me tinha acontecido, a bem dizer.
eh eh
está mesmo desinteressante... tal como a programação das tv's generalistas......
de facto o mês de Setembro, pelo que os primeiros dias mostram, está a ir pelo cano, resta hipótese de uma segunda metade do mês em condições poder mudar um bocado o rumo das coisas para a SIC.
Era muito importante segurar a média do mês nos 27% para não permitir à TVI voltar a passar a barreira mensal dos 30%
No meio de tudo isto vêm ai programas novos em todos os canais e isso vai ditar muito do que vai ser o último trimestre das audiências e das cotações da Impresa
está mesmo desinteressante... tal como a programação das tv's generalistas......
de facto o mês de Setembro, pelo que os primeiros dias mostram, está a ir pelo cano, resta hipótese de uma segunda metade do mês em condições poder mudar um bocado o rumo das coisas para a SIC.
Era muito importante segurar a média do mês nos 27% para não permitir à TVI voltar a passar a barreira mensal dos 30%
No meio de tudo isto vêm ai programas novos em todos os canais e isso vai ditar muito do que vai ser o último trimestre das audiências e das cotações da Impresa
<b>Margem Sul</b>
<i>Investido do lado certo do rio. </i>
<b><i>"Demasiadas vezes aceitamos toda a m**** que nos dão (e quando calha ainda pagamos)"</i> Fernando Alves@TSF a propósito dos "famosos".</i></b>
<i>Investido do lado certo do rio. </i>
<b><i>"Demasiadas vezes aceitamos toda a m**** que nos dão (e quando calha ainda pagamos)"</i> Fernando Alves@TSF a propósito dos "famosos".</i></b>
Nyk Escreveu:"A Mediazoom está em plena fase de desenvolvimento e vai agregar os novos meios tecnológicos do grupo Impresa", referiu Francisco Balsemão.
"Penso que dentro de alguns anos terá um papel importante no sector das novas tecnologias de media em Portugal", acrescentou.
"É uma área de negócio nova para nós mas não estamos a inventar nada, vamos aproveitar esta oportunidade seguindo o modelo do Google", disse Francisco Balsemão.
Gosto disto !
-Novas áreas de negócio (tal como o merchandising e a musica)
-Futura plantaforma para fornecerem tv por ip, com telefone e net, dependendo menos da TV Cabo e afins (o tal papel importante que fala o Tio Francisco, digo eu....)
Como diz o colega caldeireiro anterior pode ser que isto anime a cotação e a puxe mais um bocadinho para cima
Impresa cria empresa para explorar novas áreas negócio
05/09/2006
LISBOA, 5 Set (Reuters) - A Impresa criou uma empresa que se dedicará a explorar novas áreas de negócio, revelou o presidente do grupo, Francisco Pinto Balsemão.
A unidade, denominada Mediazoom, terá como primeira responsabilidade a exploração do novo portal multimédia do grupo, que resulta de uma parceria com a Google e que deverá ser lançado em Outubro.
"A Mediazoom está em plena fase de desenvolvimento e vai agregar os novos meios tecnológicos do grupo Impresa", referiu Francisco Balsemão.
"Penso que dentro de alguns anos terá um papel importante no sector das novas tecnologias de media em Portugal", acrescentou.
O novo portal, que exigiu um investimento de 500 mil euros, irá utilizar a tecnologia Google para permitir a pesquisa de conteúdos do grupo Impresa e terá um modelo de negócio semelhante ao do motor de busca, gerando receitas através da publicidade contextualizada.
"É uma área de negócio nova para nós mas não estamos a inventar nada, vamos aproveitar esta oportunidade seguindo o modelo do Google", disse Francisco Balsemão.
05/09/2006
LISBOA, 5 Set (Reuters) - A Impresa criou uma empresa que se dedicará a explorar novas áreas de negócio, revelou o presidente do grupo, Francisco Pinto Balsemão.
A unidade, denominada Mediazoom, terá como primeira responsabilidade a exploração do novo portal multimédia do grupo, que resulta de uma parceria com a Google e que deverá ser lançado em Outubro.
"A Mediazoom está em plena fase de desenvolvimento e vai agregar os novos meios tecnológicos do grupo Impresa", referiu Francisco Balsemão.
"Penso que dentro de alguns anos terá um papel importante no sector das novas tecnologias de media em Portugal", acrescentou.
O novo portal, que exigiu um investimento de 500 mil euros, irá utilizar a tecnologia Google para permitir a pesquisa de conteúdos do grupo Impresa e terá um modelo de negócio semelhante ao do motor de busca, gerando receitas através da publicidade contextualizada.
"É uma área de negócio nova para nós mas não estamos a inventar nada, vamos aproveitar esta oportunidade seguindo o modelo do Google", disse Francisco Balsemão.
"A incerteza dos acontecimentos,é sempre mais difícil de suportar do que o próprio acontecimento" Jean-Baptista Massilion.
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"Johann Goethe
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"Johann Goethe
“Sol” aposta na publicidade mais barata
O novo semanário “Sol”, dirigido pelo ex-director do “Expresso, José António Saraiva, cuja estreia nas bancas está marcada para 16 de Setembro, aposta nos baixos preços de tabela da publicidade para conquistar anunciantes.
C.C.
Convém, no entanto, fazer a ressalva que estes preços servem apenas de referência, porque ficam habitualmente longe dos valores reais aplicados, uma vez que os descontos são uma prática habitual nos media e chegam a ser de mais de metade dos valores tabelados. Por outro lado, uma página inteira tablóide do “Sol” é mais pequena do que no “Expresso, que passa ao formato ’berliner’ a 9 de Setembro. A primeira tem 260mm x 354mm, enquanto a do semanário da Impresa tem 300mm x 462mm.
No entanto, olhando para as tabelas, a conclusão é que o novo semanário quis apostar em baixar os preços da publicidade. Por exemplo, uma página inteira ímpar (mais cara que a par) do primeiro caderno do “Sol” custa, a preço de tabela, 6.500 euros. Uma página do “Expresso” no novo formato, segundo a nova tabela que começou a chegar na passada semana às agências de meios, custa mais do triplo: 22.000 euros (descendo para 21.250 euros a seguir às páginas centrais).
Nas revistas, a diferença é menor. A primeira página ímpar da “Única” custa 7.800 euros, enquanto a correspondente na “Confidencial” o preço é de 3.950 euros.
O “Expresso” subiu os seus preços de tabela com a passagem a ‘berliner’, passando também a ser impresso integralmente a cores, tal como o “Sol”. Uma página inteira do primeiro caderno do ‘broadsheet’ custa ainda 11.475 euros.
Os leitores habituais do “Expresso” vão encontrar nas bancas a 9 de Setembro um jornal muito diferente do actual. Nem o formato, nem o grafismo, nem o logotipo se mantêm, além das mudanças que vão ser feitas a nível de conteúdos. No sábado seguinte, Saraiva estreia-se com o “Sol”.
O novo semanário “Sol”, dirigido pelo ex-director do “Expresso, José António Saraiva, cuja estreia nas bancas está marcada para 16 de Setembro, aposta nos baixos preços de tabela da publicidade para conquistar anunciantes.
C.C.
Convém, no entanto, fazer a ressalva que estes preços servem apenas de referência, porque ficam habitualmente longe dos valores reais aplicados, uma vez que os descontos são uma prática habitual nos media e chegam a ser de mais de metade dos valores tabelados. Por outro lado, uma página inteira tablóide do “Sol” é mais pequena do que no “Expresso, que passa ao formato ’berliner’ a 9 de Setembro. A primeira tem 260mm x 354mm, enquanto a do semanário da Impresa tem 300mm x 462mm.
No entanto, olhando para as tabelas, a conclusão é que o novo semanário quis apostar em baixar os preços da publicidade. Por exemplo, uma página inteira ímpar (mais cara que a par) do primeiro caderno do “Sol” custa, a preço de tabela, 6.500 euros. Uma página do “Expresso” no novo formato, segundo a nova tabela que começou a chegar na passada semana às agências de meios, custa mais do triplo: 22.000 euros (descendo para 21.250 euros a seguir às páginas centrais).
Nas revistas, a diferença é menor. A primeira página ímpar da “Única” custa 7.800 euros, enquanto a correspondente na “Confidencial” o preço é de 3.950 euros.
O “Expresso” subiu os seus preços de tabela com a passagem a ‘berliner’, passando também a ser impresso integralmente a cores, tal como o “Sol”. Uma página inteira do primeiro caderno do ‘broadsheet’ custa ainda 11.475 euros.
Os leitores habituais do “Expresso” vão encontrar nas bancas a 9 de Setembro um jornal muito diferente do actual. Nem o formato, nem o grafismo, nem o logotipo se mantêm, além das mudanças que vão ser feitas a nível de conteúdos. No sábado seguinte, Saraiva estreia-se com o “Sol”.
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"Dentro de três anos, o Sol será o maior e mais influente semanário nacional", disse ontem, na sua apresentação oficial, José António Saraiva, o director do novo projecto editorial que quer ir buscar 20 pessoas ao concorrente Expresso.
No entanto, o novo jornal, que estará nas bancas todos os sábados, a partir de 16 de Setembro, pretende afirmar-se "pela positiva" e não foi criado "contra ninguém", afirmou Saraiva, que admitiu, contudo, que o objectivo último é ultrapassar o seu maior concorrente, o Expresso.
José António Saraiva, que conta no projecto com José António Lima (director-adjunto), Mário Ramires (subdirector e responsável pelo caderno principal) e Vítor Raínho (subdirector e editor da revista do jornal, intitulada Tabu), todos antigos membros do semanário da Impresa, quer chegar aos 50 mil exemplares vendidos no primeiro ano.
Situado na Rua de São Nicolau, na Baixa lisboeta, o edifício de seis andares vai albergar um grupo de 70 profissionais, dos quais 40 serão jornalistas, 20 colaboradores regulares e dez estagiários. Ao seu rival irá buscar 20 pessoas "entre jornalistas, gráficos e infográficos".
Confrontado pelo DN, o actual director do Expresso, Henrique Monteiro, afirmou que "até ao momento, ninguém mostrou a intenção de sair". E reforçou: "como tenho os pés bem assentes no chão e só lido com factos, essa informação encontra-se no campo das intenções".
A estratégia editorial do novo semanário aposta na inovação de conteúdos e na proximidade com os leitores. Com o formato tablóide, e com preço de capa de dois euros (menos um do que o concorrente), o Sol será composto pelo caderno principal (64 páginas), caderno de economia, com o nome de Confidencial (16), a revista Tabu (100) e o guia Essencial (40).
É com os slogans "Um jornal como nunca se viu" e "Jornalismo de 4.ª geração" que a divulgação publicitária do título irá começar, 15 dias antes do seu lançamento. Os quatro directores e ainda Manuel Reis Boto, da área financeira, e António Frutuoso de Melo, da jurídica, constituem a estrutura accionista. O nome dos restantes investidores não foi divulgado, mas Saraiva adiantou que está garantido 100% do capital e que a sociedade será constituída formalmente ainda esta semana.
Com um investimento de seis milhões de euros, o projecto deverá atingir o break even em três anos.
No entanto, o novo jornal, que estará nas bancas todos os sábados, a partir de 16 de Setembro, pretende afirmar-se "pela positiva" e não foi criado "contra ninguém", afirmou Saraiva, que admitiu, contudo, que o objectivo último é ultrapassar o seu maior concorrente, o Expresso.
José António Saraiva, que conta no projecto com José António Lima (director-adjunto), Mário Ramires (subdirector e responsável pelo caderno principal) e Vítor Raínho (subdirector e editor da revista do jornal, intitulada Tabu), todos antigos membros do semanário da Impresa, quer chegar aos 50 mil exemplares vendidos no primeiro ano.
Situado na Rua de São Nicolau, na Baixa lisboeta, o edifício de seis andares vai albergar um grupo de 70 profissionais, dos quais 40 serão jornalistas, 20 colaboradores regulares e dez estagiários. Ao seu rival irá buscar 20 pessoas "entre jornalistas, gráficos e infográficos".
Confrontado pelo DN, o actual director do Expresso, Henrique Monteiro, afirmou que "até ao momento, ninguém mostrou a intenção de sair". E reforçou: "como tenho os pés bem assentes no chão e só lido com factos, essa informação encontra-se no campo das intenções".
A estratégia editorial do novo semanário aposta na inovação de conteúdos e na proximidade com os leitores. Com o formato tablóide, e com preço de capa de dois euros (menos um do que o concorrente), o Sol será composto pelo caderno principal (64 páginas), caderno de economia, com o nome de Confidencial (16), a revista Tabu (100) e o guia Essencial (40).
É com os slogans "Um jornal como nunca se viu" e "Jornalismo de 4.ª geração" que a divulgação publicitária do título irá começar, 15 dias antes do seu lançamento. Os quatro directores e ainda Manuel Reis Boto, da área financeira, e António Frutuoso de Melo, da jurídica, constituem a estrutura accionista. O nome dos restantes investidores não foi divulgado, mas Saraiva adiantou que está garantido 100% do capital e que a sociedade será constituída formalmente ainda esta semana.
Com um investimento de seis milhões de euros, o projecto deverá atingir o break even em três anos.
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