Impresa ????
Afinal o sol não brilha para todos...
Director diz que jornal vai manter liderança
“Expresso” baixa o preço para 2,8 euros
A partir do próximo número, o “Expresso” passa a ser vendido a 2,8 euros em vez dos 3 euros habituais. No dia em que estreia o novo formato e o grafismo, o jornal do grupo Impresa explica a descida do preço pelo facto do jornal passar de “broadsheet” para “berliner” e isso implicar menos custos com o papel.
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Daniel Vaz
danielvaz@mediafin.pt
A partir do próximo número, o "Expresso" passa a ser vendido a 2,8 euros em vez dos 3 euros habituais. No dia em que estreia o novo formato e o grafismo, o jornal do grupo Impresa explica a descida do preço pelo facto do jornal passar de "broadsheet" para "berliner" e isso implicar menos custos com o papel.
"Com a mudança para ‘berliner’ poupamos nos custos com o papel e isso deve-se reflectir no preço que os leitores pagam", explica Pedro Norton, administrador executivo da Impresa Jornais.
No próximo número do "Expresso" vai ser ainda oferecido um DVD, que Henrique Monteiro, director da publicação, classifica como "anzóis para chamar a atenção para a mudança".
Questionado sobre a coincidência do relançamento do "Expresso" com a criação do "Sol", Henrique Monteiro relembra que a alteração estava a ser planeada há dois anos. "Eu não estive associado ao lançamento do ‘Sol’ mas existem pessoas do ‘Sol’ que estiveram associadas ao relançamento do ‘Expresso’", afirma Henrique Monteiro.
O director do "Expresso" revela ainda que tem a convicção de que a "liderança do ‘Expresso’ se vai manter por muitos bons anos".
O novo "Expresso" está nas bancas no próximo sábado, enquanto o semanário de Saraiva nasce no sábado seguinte, dia 16, a um preço de dois euros.
“Expresso” baixa o preço para 2,8 euros
A partir do próximo número, o “Expresso” passa a ser vendido a 2,8 euros em vez dos 3 euros habituais. No dia em que estreia o novo formato e o grafismo, o jornal do grupo Impresa explica a descida do preço pelo facto do jornal passar de “broadsheet” para “berliner” e isso implicar menos custos com o papel.
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Daniel Vaz
danielvaz@mediafin.pt
A partir do próximo número, o "Expresso" passa a ser vendido a 2,8 euros em vez dos 3 euros habituais. No dia em que estreia o novo formato e o grafismo, o jornal do grupo Impresa explica a descida do preço pelo facto do jornal passar de "broadsheet" para "berliner" e isso implicar menos custos com o papel.
"Com a mudança para ‘berliner’ poupamos nos custos com o papel e isso deve-se reflectir no preço que os leitores pagam", explica Pedro Norton, administrador executivo da Impresa Jornais.
No próximo número do "Expresso" vai ser ainda oferecido um DVD, que Henrique Monteiro, director da publicação, classifica como "anzóis para chamar a atenção para a mudança".
Questionado sobre a coincidência do relançamento do "Expresso" com a criação do "Sol", Henrique Monteiro relembra que a alteração estava a ser planeada há dois anos. "Eu não estive associado ao lançamento do ‘Sol’ mas existem pessoas do ‘Sol’ que estiveram associadas ao relançamento do ‘Expresso’", afirma Henrique Monteiro.
O director do "Expresso" revela ainda que tem a convicção de que a "liderança do ‘Expresso’ se vai manter por muitos bons anos".
O novo "Expresso" está nas bancas no próximo sábado, enquanto o semanário de Saraiva nasce no sábado seguinte, dia 16, a um preço de dois euros.
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Audiências de Agosto -positivas- para a Impresa
04/09/2006
A SIC, o principal canal de televisão da Impresa, perdeu em Agosto a liderança para a TVI, mas registou o melhor mês do ano, excluindo o impacto do campeonato do mundo de futebol. Notícias consideradas "positivas" pelo "research" do BPI, do Millennium bcpi e do Caixa BI.
No primeiro mês após o campeonato do mundo de futebol, a TVI recuperou a liderança das audiências perdida em Julho, com uma audiência média de 28%, voltando a SIC a ocupar o segundo posto com 27,5%.
"Apesar de perder a liderança para a TVI, este foi o melhor mês do ano para a SIC, se não se considerar o efeito do campeonato do mundo. Até Maio, a SIC apresentava uma audiência média de 24,3%", afirma o BPI na nota de investimento divulgada hoje, considerando os números "positivos" para a Impresa. Para o analista Tiago Veiga Anjos, o impacto é "negativo" para a Media Capital.
O Millennium bcp investimento, aponta também a melhoria na audiência média da SIC e salienta a recuperação do canal. "A questão mais interessante é que há alguns meses atrás os investidores temiam que as audiências estavam a inexoravelmente a cair e que a recuperação era uma miragem", afirma o analista Pedro Mendes. "Os números de Julho e Agosto trouxeram uma ideia diferente e as acções reagiram de forma positiva".
A Caixa Banco de Investimento considera os números "positivos" para a Media Capital e a Impresa. "A TVI continua a ser o canal mais visto em Portugal, enquanto a SIC consolida a recuperação verificada ao nível das audiências nos meses de Junho e Julho", escreve a analista Maria Summavielle.
Setembro decisivo
Quer o BPI, quer o Millennium bcpi, afirmam que o mês de Setembro, quando vão para o ar as novas grelhas de programação, será determinante para perceber se a recuperação da SIC é sustentável ou se a TVI vai voltar a alargar a sua vantagem. O Millennium salienta ainda que a concorrência deverá levar as empresas a aumentarem os gastos com nova program ação.
O BPI considera ainda positivo o acordo assinado com o Google para o lançamento de um portal de conteúdos do grupo Impresa, utilizando a tecnologia do motor de busca americano. O analista Tiago Veiga Anjos afirma, no entanto, que são necessários mais detalhes para determinar o impacto financeiro deste acordo.
O BPI tem uma recomendação de "acumular" para a Impresa, com um preço-alvo de 4,90 euros, enquanto o BCP tem uma recomendação de "neutral" com o preço-alvo de 5,05 euros para o final de 2007. A Caixa BI tem uma recomendação de "comprar" com um "target" de 4,76 euros.
As acções da Impresa [ipr] recuavam 0,21% para os 4,75 euros. A Media Capital [mcp], que ainda não tinha negociado em bolsa, encerrou nos 8,20 euros.
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04/09/2006
A SIC, o principal canal de televisão da Impresa, perdeu em Agosto a liderança para a TVI, mas registou o melhor mês do ano, excluindo o impacto do campeonato do mundo de futebol. Notícias consideradas "positivas" pelo "research" do BPI, do Millennium bcpi e do Caixa BI.
No primeiro mês após o campeonato do mundo de futebol, a TVI recuperou a liderança das audiências perdida em Julho, com uma audiência média de 28%, voltando a SIC a ocupar o segundo posto com 27,5%.
"Apesar de perder a liderança para a TVI, este foi o melhor mês do ano para a SIC, se não se considerar o efeito do campeonato do mundo. Até Maio, a SIC apresentava uma audiência média de 24,3%", afirma o BPI na nota de investimento divulgada hoje, considerando os números "positivos" para a Impresa. Para o analista Tiago Veiga Anjos, o impacto é "negativo" para a Media Capital.
O Millennium bcp investimento, aponta também a melhoria na audiência média da SIC e salienta a recuperação do canal. "A questão mais interessante é que há alguns meses atrás os investidores temiam que as audiências estavam a inexoravelmente a cair e que a recuperação era uma miragem", afirma o analista Pedro Mendes. "Os números de Julho e Agosto trouxeram uma ideia diferente e as acções reagiram de forma positiva".
A Caixa Banco de Investimento considera os números "positivos" para a Media Capital e a Impresa. "A TVI continua a ser o canal mais visto em Portugal, enquanto a SIC consolida a recuperação verificada ao nível das audiências nos meses de Junho e Julho", escreve a analista Maria Summavielle.
Setembro decisivo
Quer o BPI, quer o Millennium bcpi, afirmam que o mês de Setembro, quando vão para o ar as novas grelhas de programação, será determinante para perceber se a recuperação da SIC é sustentável ou se a TVI vai voltar a alargar a sua vantagem. O Millennium salienta ainda que a concorrência deverá levar as empresas a aumentarem os gastos com nova program ação.
O BPI considera ainda positivo o acordo assinado com o Google para o lançamento de um portal de conteúdos do grupo Impresa, utilizando a tecnologia do motor de busca americano. O analista Tiago Veiga Anjos afirma, no entanto, que são necessários mais detalhes para determinar o impacto financeiro deste acordo.
O BPI tem uma recomendação de "acumular" para a Impresa, com um preço-alvo de 4,90 euros, enquanto o BCP tem uma recomendação de "neutral" com o preço-alvo de 5,05 euros para o final de 2007. A Caixa BI tem uma recomendação de "comprar" com um "target" de 4,76 euros.
As acções da Impresa [ipr] recuavam 0,21% para os 4,75 euros. A Media Capital [mcp], que ainda não tinha negociado em bolsa, encerrou nos 8,20 euros.
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Batalha na ficção nacional decisiva SIC e TVI - Analistas
01/09/2006
Por Ruben Bicho
LISBOA, 01 Set (Reuters) - A batalha entre as novas telenovelas que a SIC e a TVI irão estrear na grelha de programação de Inverno será um ponto fulcral para o sucesso das duas estações nos próximos meses, disseram analistas.
A SIC, controlada pela Impresa , pretende manter as emissões da telenovela Floribella durante mais um ano, afirmou fonte oficial da estação, e deverá combater a TVI, da Media Capital , no prime-time com uma nova telenovela portuguesa.
A TVI, por sua vez, vai ripostar ao sucesso da Floribella com uma telenovela de formato idêntico e estrear um novo reality show por desvendar.
"Os (novos episódios dos) Morangos com Açúcar claramente não conseguiram travar o êxito da Floribella e a TVI irá trazer uma nova telenovela do mesmo formato para fazer colidir com a Floribella, deixando os Morangos mais resguardados no access prime-time", referiu Tiago Veiga Anjos, analista do BPI.
O êxito da telenovela Floribella permitiu à SIC subir as audiências nos últimos meses, chegando a liderar as audiências em vários dias de Agosto, mas os analistas dizem que é incerto se a estação terá capacidade para sustentar os ganhos com novos programas.
"A SIC está a consolidar os ganhos de audiências que tem vindo a conquistar nos últimos meses mas está agora num patamar em que precisa de um ímpeto para reforçar o share", afirmou John dos Santos, analista da Lisbon Brokers.
As audiências diárias da SIC em Agosto situaram-se nos 27,5 pct, cedendo a liderança à TVI, que obteve um share de 28 pct, perante a ausência dos jogos do Mundial que deram muita 'força' à estação de Carnaxide em Junho e Julho.
A nova grelha de programação da SIC será apresentada no dia 6 de Setembro e para já os responsáveis de programação da estação referem apenas que a aposta será na ficção nacional.
A TVI também aposta na ficção nacional e na manutenção da grelha.
"A nossa grelha é muito estável e irá manter-se essencialmente com a mesma estrutura, salvo programas que possam entrar ocasionalmente, como um reality-show", referiu fonte oficial da TVI.
Com a batalha centrada na ficção nacional, a TVI poderá estar numa posição vantajosa, dada a sua experiência nesta categoria ao longo dos últimos anos.
"Na ficção nacional neste momento a TVI leva uma vantagem de cinco ou seis anos, mas isso não impediu esta direcção de programação da SIC de acertar à primeira com a Floribella", afirmou um analista que preferiu manter o anonimato.
As peças que podem vir a baralhar esta guerra estão num eventual 'reality show' que a TVI venha a apresentar e no que a RTP possa fazer ao longo dos próximos meses para ganhar audiências.
Em Agosto a estação do Estado melhorou as audiências enquanto SIC e TVI recuaram.
O share diário da RTP em Agosto subiu para 23,3 pct dos 21,6 pct em Julho, e no prime-time a subida foi para os 21,3 pct dos 18,9 pct. No prime-time a SIC caiu para os 29 pct dos 31,6 pct do mês anterior e a TVI manteve a liderança apesar de cair para os 32,8 pct em Agosto dos 33,5 pct em Julho.
"É preciso ter em atenção que há outro canal e a RTP não estará parada nos próximos meses, continuará a ter o Gato Fedorento e está a preparar novas séries e novelas", disse Tiago Veiga Anjos.
Negociaram-se 37.468 acções da Impresa estáveis nos 4,75 euros e 2760 acções da Media Capital inalteradas nos 8,20 euros.
((---Ruben Bicho, Lisboa Editorial 351 21 350 9206, lisbon.newsroom@reuters.com; Reuters messaging: ruben.bicho.reuters.com@reuters.net))
01/09/2006
Por Ruben Bicho
LISBOA, 01 Set (Reuters) - A batalha entre as novas telenovelas que a SIC e a TVI irão estrear na grelha de programação de Inverno será um ponto fulcral para o sucesso das duas estações nos próximos meses, disseram analistas.
A SIC, controlada pela Impresa , pretende manter as emissões da telenovela Floribella durante mais um ano, afirmou fonte oficial da estação, e deverá combater a TVI, da Media Capital , no prime-time com uma nova telenovela portuguesa.
A TVI, por sua vez, vai ripostar ao sucesso da Floribella com uma telenovela de formato idêntico e estrear um novo reality show por desvendar.
"Os (novos episódios dos) Morangos com Açúcar claramente não conseguiram travar o êxito da Floribella e a TVI irá trazer uma nova telenovela do mesmo formato para fazer colidir com a Floribella, deixando os Morangos mais resguardados no access prime-time", referiu Tiago Veiga Anjos, analista do BPI.
O êxito da telenovela Floribella permitiu à SIC subir as audiências nos últimos meses, chegando a liderar as audiências em vários dias de Agosto, mas os analistas dizem que é incerto se a estação terá capacidade para sustentar os ganhos com novos programas.
"A SIC está a consolidar os ganhos de audiências que tem vindo a conquistar nos últimos meses mas está agora num patamar em que precisa de um ímpeto para reforçar o share", afirmou John dos Santos, analista da Lisbon Brokers.
As audiências diárias da SIC em Agosto situaram-se nos 27,5 pct, cedendo a liderança à TVI, que obteve um share de 28 pct, perante a ausência dos jogos do Mundial que deram muita 'força' à estação de Carnaxide em Junho e Julho.
A nova grelha de programação da SIC será apresentada no dia 6 de Setembro e para já os responsáveis de programação da estação referem apenas que a aposta será na ficção nacional.
A TVI também aposta na ficção nacional e na manutenção da grelha.
"A nossa grelha é muito estável e irá manter-se essencialmente com a mesma estrutura, salvo programas que possam entrar ocasionalmente, como um reality-show", referiu fonte oficial da TVI.
Com a batalha centrada na ficção nacional, a TVI poderá estar numa posição vantajosa, dada a sua experiência nesta categoria ao longo dos últimos anos.
"Na ficção nacional neste momento a TVI leva uma vantagem de cinco ou seis anos, mas isso não impediu esta direcção de programação da SIC de acertar à primeira com a Floribella", afirmou um analista que preferiu manter o anonimato.
As peças que podem vir a baralhar esta guerra estão num eventual 'reality show' que a TVI venha a apresentar e no que a RTP possa fazer ao longo dos próximos meses para ganhar audiências.
Em Agosto a estação do Estado melhorou as audiências enquanto SIC e TVI recuaram.
O share diário da RTP em Agosto subiu para 23,3 pct dos 21,6 pct em Julho, e no prime-time a subida foi para os 21,3 pct dos 18,9 pct. No prime-time a SIC caiu para os 29 pct dos 31,6 pct do mês anterior e a TVI manteve a liderança apesar de cair para os 32,8 pct em Agosto dos 33,5 pct em Julho.
"É preciso ter em atenção que há outro canal e a RTP não estará parada nos próximos meses, continuará a ter o Gato Fedorento e está a preparar novas séries e novelas", disse Tiago Veiga Anjos.
Negociaram-se 37.468 acções da Impresa estáveis nos 4,75 euros e 2760 acções da Media Capital inalteradas nos 8,20 euros.
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Sim, enganei-me no ficheiro...
margemsul Escreveu:pVK:
Ai está tudo o que eu já tinha postado ontem, ganhou a TVI por pouco e nota-se uma recuperação da SIC, com maior equilibrio entre ela e a TVI
Quanto ao dia 31 de Agosto... a vitória foi por pouco mas não esqueças que foi o último episódio da Belissima, dai o share (anormal) de 40%
Vamos ver se a nova novela trás força à SIC, se assim for estes eulibrios tornam-se ainda mais evidentes. Mas atenção que a TVI também vai ter coisas novas...
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Parece que passou a 1ª barreira (4,74)!
Agora: 2 barreira 4,80 (último max.), 3ª barreira 4,95 para muitos o topo das estimativas no curtissimo prazo.
Excelente seria quebrar os 5,10-5,13 com volume (último Gap...).
Quanto ao Sol, caro Ulisses, o Expresso já se antecipou, vamos ver se continua a manter clientes e/ou capta novos (aqules que estavam no Independente).
Bom trade!
Agora: 2 barreira 4,80 (último max.), 3ª barreira 4,95 para muitos o topo das estimativas no curtissimo prazo.
Excelente seria quebrar os 5,10-5,13 com volume (último Gap...).
Quanto ao Sol, caro Ulisses, o Expresso já se antecipou, vamos ver se continua a manter clientes e/ou capta novos (aqules que estavam no Independente).
Bom trade!
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Ai está tudo o que eu já tinha postado ontem, ganhou a TVI por pouco e nota-se uma recuperação da SIC, com maior equilibrio entre ela e a TVI
Quanto ao dia 31 de Agosto... a vitória foi por pouco mas não esqueças que foi o último episódio da Belissima, dai o share (anormal) de 40%
Vamos ver se a nova novela trás força à SIC, se assim for estes eulibrios tornam-se ainda mais evidentes. Mas atenção que a TVI também vai ter coisas novas...
Ai está tudo o que eu já tinha postado ontem, ganhou a TVI por pouco e nota-se uma recuperação da SIC, com maior equilibrio entre ela e a TVI
Quanto ao dia 31 de Agosto... a vitória foi por pouco mas não esqueças que foi o último episódio da Belissima, dai o share (anormal) de 40%
Vamos ver se a nova novela trás força à SIC, se assim for estes eulibrios tornam-se ainda mais evidentes. Mas atenção que a TVI também vai ter coisas novas...
Audiências 01-09-2006
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TVI regressa à liderança em Agosto renhido com a SIC
A TVI venceu a batalha das audiências no mês de Agosto, depois de a SIC ter conquistado a liderança no mês de Julho. De acordo com os dados da Marktest, a estação dirigida por Moniz alcançou um "share" de 28%, enquanto a televisão de Carnaxide registou 27,4%.
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Daniel Vaz
danielvaz@mediafin.pt
A TVI venceu a batalha das audiências no mês de Agosto, depois de a SIC ter conquistado a liderança no mês de Julho. De acordo com os dados da Marktest, a estação dirigida por Moniz alcançou um "share" de 28%, enquanto a televisão de Carnaxide registou 27,4%.
Os valores não incluem os resultados de ontem, só disponibilizados hoje de manhã. Ainda assim, um único dia é incapaz de alterar este cenário. Foi um Agosto discutido taco-a- taco por SIC e TVI. Até mais de metade do mês, as duas privadas andaram com " share" muito idênticos.
A SIC ganhava um dia, a TVI vencia no seguinte e assim sucessivamente. A tendência de vitória a favor da estação da Media Capital começou por acontecer com a transmissão do jogo entre Benfica e Áustria de Viena, na segunda mão da pré-eliminatória, um conteúdo que a TVI transmitiu, depois da primeira mão ter sido exibida pela SIC.
A luta das duas televisões foi também espelhada no horário nobre, com o confronto entre "Floribella" e "Morangos com Açúcar". Analisando os dados no cumulativo do ano, a TVI mantêm-se como líder de 2006, com 31,2% de "share".
A SIC segue em segundo, com 25,5%. No entanto, a estação liderada por Moniz tem vindo a perder quota de mercado desde Janeiro. No início do ano, alcançava os 32,8%. Sete meses depois, perdeu quase 5% de quota, chegando aos 28% em Agosto.
Em tendência de subida está a SIC, que depois da transmissão do Mundial, conseguiu disputar a liderança com a TVI, tendo como principal trunfo a novela infanto-juvenil "Floribella".
Com as baterias apontadas para o mês de Setembro, as duas privadas voltam a medir forças em grelhas renovadas. A SIC aposta em "Floribella", numa nova novela portuguesa e num programa sobre bastidores da estação ("Exclusivo").
A TVI prepara a estreia de uma novela para combater "Floribella",bem como programas de grande entretenimento.
Estações públicas sobem em Agosto
O mês de Agosto fez subir as audiências das duas televisões públicas. A RTP1 passou de uma quota de mercado de 21,6% em Julho para 23,3% em Agosto. Já a 2:, impulsionada pela programação infantil de manhã, conseguiu superar os 5,7% de "share" em Julho ao passar para 6,6% em Agosto, o melhor resultado do segundo canal este ano.
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Daniel Vaz
danielvaz@mediafin.pt
A TVI venceu a batalha das audiências no mês de Agosto, depois de a SIC ter conquistado a liderança no mês de Julho. De acordo com os dados da Marktest, a estação dirigida por Moniz alcançou um "share" de 28%, enquanto a televisão de Carnaxide registou 27,4%.
Os valores não incluem os resultados de ontem, só disponibilizados hoje de manhã. Ainda assim, um único dia é incapaz de alterar este cenário. Foi um Agosto discutido taco-a- taco por SIC e TVI. Até mais de metade do mês, as duas privadas andaram com " share" muito idênticos.
A SIC ganhava um dia, a TVI vencia no seguinte e assim sucessivamente. A tendência de vitória a favor da estação da Media Capital começou por acontecer com a transmissão do jogo entre Benfica e Áustria de Viena, na segunda mão da pré-eliminatória, um conteúdo que a TVI transmitiu, depois da primeira mão ter sido exibida pela SIC.
A luta das duas televisões foi também espelhada no horário nobre, com o confronto entre "Floribella" e "Morangos com Açúcar". Analisando os dados no cumulativo do ano, a TVI mantêm-se como líder de 2006, com 31,2% de "share".
A SIC segue em segundo, com 25,5%. No entanto, a estação liderada por Moniz tem vindo a perder quota de mercado desde Janeiro. No início do ano, alcançava os 32,8%. Sete meses depois, perdeu quase 5% de quota, chegando aos 28% em Agosto.
Em tendência de subida está a SIC, que depois da transmissão do Mundial, conseguiu disputar a liderança com a TVI, tendo como principal trunfo a novela infanto-juvenil "Floribella".
Com as baterias apontadas para o mês de Setembro, as duas privadas voltam a medir forças em grelhas renovadas. A SIC aposta em "Floribella", numa nova novela portuguesa e num programa sobre bastidores da estação ("Exclusivo").
A TVI prepara a estreia de uma novela para combater "Floribella",bem como programas de grande entretenimento.
Estações públicas sobem em Agosto
O mês de Agosto fez subir as audiências das duas televisões públicas. A RTP1 passou de uma quota de mercado de 21,6% em Julho para 23,3% em Agosto. Já a 2:, impulsionada pela programação infantil de manhã, conseguiu superar os 5,7% de "share" em Julho ao passar para 6,6% em Agosto, o melhor resultado do segundo canal este ano.
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Terminado o mês de agosto deixo o quadro oficial de resultados.
A SIC terminou o mês 0,6% abaixo da TVI, mas acabou com um share que é superior à sua média anual (season). Já a TVI, voltou à liderança mensal, mas com um share abaixo da sua média anual.
Pode não querer dizer grande coisa, mas é o que se pode aqui concluir. Há uma tendência de melhoria da SIC e uma baixa ligeira da TVI. Setembro trás futebol à TVI e novas apostas nos 3 canais, vamos ver quem consegue melhores resultados.
A SIC terminou o mês 0,6% abaixo da TVI, mas acabou com um share que é superior à sua média anual (season). Já a TVI, voltou à liderança mensal, mas com um share abaixo da sua média anual.
Pode não querer dizer grande coisa, mas é o que se pode aqui concluir. Há uma tendência de melhoria da SIC e uma baixa ligeira da TVI. Setembro trás futebol à TVI e novas apostas nos 3 canais, vamos ver quem consegue melhores resultados.
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antecipação custa cara !
Artigo: Correio da Manhã de 31/8/06
Expresso tapa Sol com chuva de milhões
Pedro Catarino
Francisco Pinto Balsemão, líder do grupo Impresa, aposta forte na renovação do ‘seu’ jornal
Francisco Pinto Balsemão, líder do grupo Impresa, aposta forte na renovação do ‘seu’ jornal
Os primeiros oito números do ‘Expresso’ renovado – estreia novo formato e grafismo a 9 de Setembro – terão um custo adicional mínimo de 1,6 milhões de euros, em resultado dos 200 mil DVD que serão distribuídos, gratuitamente, em cada edição. A este valor juntam-se os gastos com os 5300 ‘muppis’ que, até 13 de Setembro, publicitarão a nova vida do semanário do grupo Impresa, liderado por Francisco Pinto Balsemão, que aposta forte nesta luta privada com o ‘Sol’.
A tiragem do ‘Expresso’ em formato ‘berliner’ situar-se-á nos 200 mil exemplares, sendo cada um deles acompanhado por um DVD, forma encontrada pela Impresa para evitar a fuga de leitores para o ‘Sol’, dirigido por António José Saraiva (ex-director do concorrente).
Os preços de produção de cada unidade, segundo o CM apurou junto de fonte do mercado, está entre os 60 e os 70 cêntimos, mas, somando o valor pago pelos direitos, ficam entre um e 1,5 euros. Fazendo as contas, são 200 a 300 mil euros por edição, o que perfaz um investimento total entre 1,6 milhões e 2,4 milhões.
Até 13 de Setembro, três dias antes do lançamento do ‘Sol’, o ‘Expresso’ terá uma vasta campanha de promoção em acção, somando 5300 ‘muppis’ à publicidade em TV, jornais, rádios e revistas. Para isso, a Impresa assegurou várias redes da JCDecaux e Spectacolor, a última responsável pelos anúncios nas máquinas de levantamento automático. O valor total negociado não é conhecido, mas o CM apurou que as maiores redes de cada empresa, constituídas, respectivamente, por 1960 e 3500 faces, valem cerca de 75 mil e onze mil euros.
Expresso tapa Sol com chuva de milhões
Pedro Catarino
Francisco Pinto Balsemão, líder do grupo Impresa, aposta forte na renovação do ‘seu’ jornal
Francisco Pinto Balsemão, líder do grupo Impresa, aposta forte na renovação do ‘seu’ jornal
Os primeiros oito números do ‘Expresso’ renovado – estreia novo formato e grafismo a 9 de Setembro – terão um custo adicional mínimo de 1,6 milhões de euros, em resultado dos 200 mil DVD que serão distribuídos, gratuitamente, em cada edição. A este valor juntam-se os gastos com os 5300 ‘muppis’ que, até 13 de Setembro, publicitarão a nova vida do semanário do grupo Impresa, liderado por Francisco Pinto Balsemão, que aposta forte nesta luta privada com o ‘Sol’.
A tiragem do ‘Expresso’ em formato ‘berliner’ situar-se-á nos 200 mil exemplares, sendo cada um deles acompanhado por um DVD, forma encontrada pela Impresa para evitar a fuga de leitores para o ‘Sol’, dirigido por António José Saraiva (ex-director do concorrente).
Os preços de produção de cada unidade, segundo o CM apurou junto de fonte do mercado, está entre os 60 e os 70 cêntimos, mas, somando o valor pago pelos direitos, ficam entre um e 1,5 euros. Fazendo as contas, são 200 a 300 mil euros por edição, o que perfaz um investimento total entre 1,6 milhões e 2,4 milhões.
Até 13 de Setembro, três dias antes do lançamento do ‘Sol’, o ‘Expresso’ terá uma vasta campanha de promoção em acção, somando 5300 ‘muppis’ à publicidade em TV, jornais, rádios e revistas. Para isso, a Impresa assegurou várias redes da JCDecaux e Spectacolor, a última responsável pelos anúncios nas máquinas de levantamento automático. O valor total negociado não é conhecido, mas o CM apurou que as maiores redes de cada empresa, constituídas, respectivamente, por 1960 e 3500 faces, valem cerca de 75 mil e onze mil euros.
...e o SOL (novo semanário) sai para as bancas em Setembro
O Independente vai fechar
2006/08/30 | 16:23 || Tatiana Alegria
Jornal sai pela última vez esta sexta. Última tentativa de venda falhou
O jornal O Independente vai fechar. A direcção informou a redacção que o semanário sairá pela última vez esta sexta-feira.
Uma fonte do jornal referiu à «Lusa» que o quadro de pessoal é composto por 25 pessoas.
Não existe outra alternativa? «Não», confirmou fonte próxima da directora do jornal, Inês Serra Lopes, ao PortugalDiário.
O Público noticiou esta quarta-feira que o negócio de venda do semanário a Alberto do Rosário falhou, pondo em causa a continuidade do semanário.
«País perde um ponto de vista»
Contactado pelo PortugalDiário, Alfredo Maia, presidente do Sindicato dos Jornalistas, disse estar triste, «tanto como jornalista como cidadão».
«Vai desaparecer um jornal que representava mais um ponto de vista. O país fica mais pobre», afirmou.
O sindicato irá agora «avaliar os direitos dos jornalistas para garantir que estes sejam acautelados» e prestar «todo o apoio necessário», adiantou Alfredo Maia.
Audiências 29-08-2006
Audiências 29-08-2006:
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Impresa antecipa-se ao “Sol” nos “mupis”
O semanário “Expresso” antecipou-se ao “Sol” e garantiu a reserva da rede de “mupis” da JC Decaux até ao dia 12 de Setembro, três dias antes da chegada às bancas do novo jornal de Saraiva.
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Daniel Vaz
danielvaz@mediafin.pt
O semanário "Expresso" antecipou-se ao "Sol" e garantiu a reserva da rede de "mupis" da JC Decaux até ao dia 12 de Setembro, três dias antes da chegada às bancas do novo jornal de Saraiva.
"Quando íamos comprar o espaço, a JC Decaux já tinha uma reserva de uma empresa de ‘media’. Vamos ter de publicitar, na JC Decaux, nesses três dias, com uma campanha forte", explica Saraiva ao Jornal de Negócios. O "Sol" vai ainda ter publicidade na rede da Cemusa, já a partir do dia 7.
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Daniel Vaz
danielvaz@mediafin.pt
O semanário "Expresso" antecipou-se ao "Sol" e garantiu a reserva da rede de "mupis" da JC Decaux até ao dia 12 de Setembro, três dias antes da chegada às bancas do novo jornal de Saraiva.
"Quando íamos comprar o espaço, a JC Decaux já tinha uma reserva de uma empresa de ‘media’. Vamos ter de publicitar, na JC Decaux, nesses três dias, com uma campanha forte", explica Saraiva ao Jornal de Negócios. O "Sol" vai ainda ter publicidade na rede da Cemusa, já a partir do dia 7.
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“Expresso” quer ousar na mudança
“Uma mudança destas, passados 33 anos, é sempre ousadia”, confessa Marco Grieco, director de arte do “Expresso”, quando questionado sobre a responsabilidade de mudar a cara do semanário mais influente do País, noticia o Jornal de Negócios.
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Daniel Vaz
danielvaz@mediafin.pt
"Uma mudança destas, passados 33 anos, é sempre ousadia", confessa Marco Grieco, director de arte do "Expresso", quando questionado sobre a responsabilidade de mudar a cara do semanário mais influente do País, noticia o Jornal de Negócios.
A alteração do formato de "broadsheet" para "berliner" traz ao "Expresso" novas cores, novos tipos de letras, textos mais curtos e maior destaque às fotos. No humor que o caracteriza, Henrique Monteiro já tinha avisado que o "Expresso" não iria entrar numa máquina de lavar a roupa e encolher.
O objectivo é entrar no futuro com uma cara mais arejada, um formato mais cómodo e uma maior navegabilidade entre os conteúdos, numa mudança pensada antes da chegada da concorrência de José António Saraiva no "Sol".
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Daniel Vaz
danielvaz@mediafin.pt
"Uma mudança destas, passados 33 anos, é sempre ousadia", confessa Marco Grieco, director de arte do "Expresso", quando questionado sobre a responsabilidade de mudar a cara do semanário mais influente do País, noticia o Jornal de Negócios.
A alteração do formato de "broadsheet" para "berliner" traz ao "Expresso" novas cores, novos tipos de letras, textos mais curtos e maior destaque às fotos. No humor que o caracteriza, Henrique Monteiro já tinha avisado que o "Expresso" não iria entrar numa máquina de lavar a roupa e encolher.
O objectivo é entrar no futuro com uma cara mais arejada, um formato mais cómodo e uma maior navegabilidade entre os conteúdos, numa mudança pensada antes da chegada da concorrência de José António Saraiva no "Sol".
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- Registado: 2/7/2004 18:11
Esta RTL não para. E como cá perdeu a corrida da Mediacapital....
Antena 3 sube un 3,11% ante el rumor de que RTL pudiera lanzar una OPA
Antena 3 subió hoy un 3,11% al cierre de la sesión impulsada por rumores que apuntan a que RTL comprará la participación del 14,2% del Santander, con lo que se verá obligado a lanzar una oferta pública de adquisición de acciones (OPA) por un 10% adicional.
Jabba_Hut
Antena 3 sube un 3,11% ante el rumor de que RTL pudiera lanzar una OPA
Antena 3 subió hoy un 3,11% al cierre de la sesión impulsada por rumores que apuntan a que RTL comprará la participación del 14,2% del Santander, con lo que se verá obligado a lanzar una oferta pública de adquisición de acciones (OPA) por un 10% adicional.
Jabba_Hut
"Tempo padrão" na bolsa não existe ("o que hoje é verdade, amanhã deixa de o ser"), embora devemos seguir a tendência do mercado (e neste momento é Norte).
Vejo uma acção com força com mão no after hours marota.
Embora para day trade, não vejo apetência, devido ao escasso volume.
Neste momento de acumular projecto uma subida sustentada sem reacção brusca (isto é com pausa para respirar).
Com novidades em Setembro e atenção que esta empresa não vai passar ao lado da OPA á PTC e PTM, muito pelo contrário está envolvida num processo que ainda não começou (claro movimentos corporativos no sector).
Bom trade!
Vejo uma acção com força com mão no after hours marota.
Embora para day trade, não vejo apetência, devido ao escasso volume.
Neste momento de acumular projecto uma subida sustentada sem reacção brusca (isto é com pausa para respirar).
Com novidades em Setembro e atenção que esta empresa não vai passar ao lado da OPA á PTC e PTM, muito pelo contrário está envolvida num processo que ainda não começou (claro movimentos corporativos no sector).
Bom trade!
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- Registado: 18/2/2006 23:40
Caro M@nhoso, Olhando o grafico esta por ali um canal ascendente que comecou no dia 17 de Julho, que em teoria e um padrao de continuacao. Ate agora sempre qua a linha de suporte e tocada, o titulo valorisa. Penso que a largura do canal sera a volta de 20 centimos.
Caso ele fure o suporte ou a resistencia, em teoria podera ser projectado numa subida ou descida desse valor. Ate la, enquanto se mantiver assim, vamos tendo uma subida sustentada, acho eu de que.
Como sou novato nisto, penso que uma analize de um membro mais experiente seria bem vinda.
A minha pergunta e se ha algum tempo padrao que nos possa dar uma ideia da duracao do canal?
Caso ele fure o suporte ou a resistencia, em teoria podera ser projectado numa subida ou descida desse valor. Ate la, enquanto se mantiver assim, vamos tendo uma subida sustentada, acho eu de que.
Como sou novato nisto, penso que uma analize de um membro mais experiente seria bem vinda.
A minha pergunta e se ha algum tempo padrao que nos possa dar uma ideia da duracao do canal?
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- Registado: 4/6/2006 22:15
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