EDP fugindo à escuridão
e os espanhois da Iberdrola a funcionarem como autenticas forças de bloqueio não estão a contribuir nada para que ela dê mais luz ... mas partilho o optimismo do Ulisses e este ano é uma das minhas Top Picks
no mercado nacional ...
Aqui no Caldeirão no Longo Prazo estamos todos ricos ... no longuissimo prazo os nossos filhos estarão ainda mais ricos ...
edp
100% de Acordo sobre o q o Ulisses, escreveu acima sobre a EDP, por algum motivo cerca de 50% da minha carteira é constituida por EDP algumas delas ao preço de máximo anual ou perto disso em Abril. A soposta liberalização ainda me fez pensar duas vezes mas depois de saber q afinal a liberalização, para já em princípio se irá trazudir em aumento de tarifas, tudo OK.
Não sendo especialista em análise técnica nem fefensor de q ela só por si possa fornecer grandes pistas se tudo o resto não se conjugar, mas no caso concreto, pare-se que todos os indicadores conhecidos jogam a favor e apontam para o caminho ascendente, a menos que qualquer facto surja que a puxe para baixo dos 3,00 euros.
sol
Não sendo especialista em análise técnica nem fefensor de q ela só por si possa fornecer grandes pistas se tudo o resto não se conjugar, mas no caso concreto, pare-se que todos os indicadores conhecidos jogam a favor e apontam para o caminho ascendente, a menos que qualquer facto surja que a puxe para baixo dos 3,00 euros.
sol
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- Registado: 17/12/2002 10:41
EDP fugindo à escuridão
Longe vão os tempos em que os pequenos investidores andavam entusiasmados com as acções da EDP. A sua colocação em Bolsa, em 1997 foi o baptismo de muitos investidores no mercado de capitais e revitalizou a Bolsa portuguesa durante alguns anos.
Durante alguns anos, milhares de pequenos investidores seguiam apaixonadamente a evolução das cotações da EDP. As quedas que marcaram o percurso da acção durante alguns anos, fizeram com que muitos desses pequenos investidores vendessem as suas acções e o entusiasmo em torno da EDP se desvanecesse. Apesar disso, a acção continua a ser das mais detidas pelos investidores portugueses.
Seja qual for o horizonte temporal em que incida a análise sobre a EDP a tendência é ascendente. Em termos de curto, médio e longo prazo a acção tem estabelecido um percurso ascendente e os touros parecem continuar a controlar as operações. Apesar disso, a acção não conseguiu ainda superar os máximos deste ano estabelecidos em Abril.
Tecnicamente, em termos de longo prazo, mantenho o optimismo que venho defendendo desde que a EDP formou uma base muito sólida entre meados de 2002 e 2003, o que lhe permitiu inverter a tendência descendente em que se encontrava. Continuo, por isso, sem vislumbrar qualquer razão que me faça deixar de acreditar no actual “Bull Market” da EDP.
Em termos de curto prazo, a tendência também é claramente ascendente e os sinais de perigo apenas aparecerão caso a zona de suporte entre os 3,07 e os 3,1 euros sejam quebrados. É essa a zona a vigiar e, enquanto ela permanecer inviolada, o título continua com um bom aspecto técnico, embora as quedas nos últimos dias, apesar de discretas, estarem a ser feitas com maior volume do que as subidas, o que não é propriamente entusiasmante.
A luz não brilha tão intensamente como outrora, mas mantém a luminosidade necessária para continuar a fazer sorrir os investidores. Esperemos que o suporte não quebre e a escuridão imponha as suas leis.
Um abraço,
Ulisses
Durante alguns anos, milhares de pequenos investidores seguiam apaixonadamente a evolução das cotações da EDP. As quedas que marcaram o percurso da acção durante alguns anos, fizeram com que muitos desses pequenos investidores vendessem as suas acções e o entusiasmo em torno da EDP se desvanecesse. Apesar disso, a acção continua a ser das mais detidas pelos investidores portugueses.
Seja qual for o horizonte temporal em que incida a análise sobre a EDP a tendência é ascendente. Em termos de curto, médio e longo prazo a acção tem estabelecido um percurso ascendente e os touros parecem continuar a controlar as operações. Apesar disso, a acção não conseguiu ainda superar os máximos deste ano estabelecidos em Abril.
Tecnicamente, em termos de longo prazo, mantenho o optimismo que venho defendendo desde que a EDP formou uma base muito sólida entre meados de 2002 e 2003, o que lhe permitiu inverter a tendência descendente em que se encontrava. Continuo, por isso, sem vislumbrar qualquer razão que me faça deixar de acreditar no actual “Bull Market” da EDP.
Em termos de curto prazo, a tendência também é claramente ascendente e os sinais de perigo apenas aparecerão caso a zona de suporte entre os 3,07 e os 3,1 euros sejam quebrados. É essa a zona a vigiar e, enquanto ela permanecer inviolada, o título continua com um bom aspecto técnico, embora as quedas nos últimos dias, apesar de discretas, estarem a ser feitas com maior volume do que as subidas, o que não é propriamente entusiasmante.
A luz não brilha tão intensamente como outrora, mas mantém a luminosidade necessária para continuar a fazer sorrir os investidores. Esperemos que o suporte não quebre e a escuridão imponha as suas leis.
Um abraço,
Ulisses
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