Toques de Midas - Mota Engil, Altri e Sonae Industria
Agora é sempre complicado analisar até onde poderá ir a correcção. Depende de muitos factores, mercados externos, etc... O próximo suporte deverá estar na casa dos 2.50, anterior máximo. Tens aí uns retracments de fibonnaci que poderão dar uma ajuda. Mas uma entrada mais segura seria a quebra dos máximos de sempre em fecho já que neste momento há muita gente que tem a preços mais acima e torna-se uma zona de congestão. Mas de qq maneira, caso os mercados permaneçam saudáveis e a Altri corriga até aos 2.50 poderá ser um bom ponto entrada.
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GT4 tens um artigo do Ulisses com os livros que ele aconselha. Vou deixar o Link.
http://www.caldeiraodebolsa.com/article.php?iId=25
Para se andar nos mercados é preciso muito estudo se se quer ganhar a longo prazo, já que nos bulls markets não será dificil ganhar, o problema é no tal longo prazo em que a maior parte das pessoas irá perder o que ganhou mais juros pagos às pessoas que têm o dom do mercado e que estudam muito. É necessário muito esforço e trabalho para os frutos surgirem. Esses livros que o Ulisses fala são muito bons e aconselho a sua leitura. Pela net há N sites onde se pode tirar informação, é só fazer uma pesquisar. Quanto à relevância que dou às noticias... A maior parte delas já vem na cotação, dado que existem sempre pessoas que as conhecem primeiro e então no gráfico vem descrito os movimentos delas, pq são dificeis ocultar. Por exemplo sonae.com... Esta semana quebrou os 4.40 em fecho. Passado 2 dias sairam resultados muito bons e mais noticias acerca dela... Conclusão pela AT tinha-se entrado 2 dias antes, pq se se entrasse ao sair a noticia já era tarde. E uma coisa importante, a AT permite ter um plano de acção nos mercados, uma estratégia de entrada e saída que ao olhar apenas para as noticias ou fundamentais é impossivel ter...
Espero ter ajudado.
Nunnus mais logo coloco gráfico da Altri.
http://www.caldeiraodebolsa.com/article.php?iId=25
Para se andar nos mercados é preciso muito estudo se se quer ganhar a longo prazo, já que nos bulls markets não será dificil ganhar, o problema é no tal longo prazo em que a maior parte das pessoas irá perder o que ganhou mais juros pagos às pessoas que têm o dom do mercado e que estudam muito. É necessário muito esforço e trabalho para os frutos surgirem. Esses livros que o Ulisses fala são muito bons e aconselho a sua leitura. Pela net há N sites onde se pode tirar informação, é só fazer uma pesquisar. Quanto à relevância que dou às noticias... A maior parte delas já vem na cotação, dado que existem sempre pessoas que as conhecem primeiro e então no gráfico vem descrito os movimentos delas, pq são dificeis ocultar. Por exemplo sonae.com... Esta semana quebrou os 4.40 em fecho. Passado 2 dias sairam resultados muito bons e mais noticias acerca dela... Conclusão pela AT tinha-se entrado 2 dias antes, pq se se entrasse ao sair a noticia já era tarde. E uma coisa importante, a AT permite ter um plano de acção nos mercados, uma estratégia de entrada e saída que ao olhar apenas para as noticias ou fundamentais é impossivel ter...
Espero ter ajudado.
Nunnus mais logo coloco gráfico da Altri.
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Amigo Midas
Sou um amante da Altri... Infelizmente não estava presente aquando do pulo desta ultima semana...
Contudo, pedia-te que colocasses um grafico actualizado.
Pessoalmente penso que a Altri mesmo com os price targets do bpi, cgd e bcp terá que descer alguma coisa, penso que nao irá chegar aos valores de quando arrancou (2,24 a 2,31) .
Alem do suporte que tinha pelos 2,22... que há de novo?
Abraço
Sou um amante da Altri... Infelizmente não estava presente aquando do pulo desta ultima semana...
Contudo, pedia-te que colocasses um grafico actualizado.
Pessoalmente penso que a Altri mesmo com os price targets do bpi, cgd e bcp terá que descer alguma coisa, penso que nao irá chegar aos valores de quando arrancou (2,24 a 2,31) .
Alem do suporte que tinha pelos 2,22... que há de novo?
Abraço
Vende ao som dos tambores e compra ao som dos canhões...
[quote="Midas"]Não analiso notícias e as suas implicações pq penso ser um exercício que não leva a lado nenhum. Sigo a AT já que incorpora movimentos passados e futuros, já que há sempre alguem que sabe mais que nós e isso tem implicação na acção. A Sonae Industria tem suporte forte nos 6.10 e um fecho abaixo é stop e isso é o que me importa saber
Para um principiante
a análise técnica é um pouco dificil ... julguei que a notícia tivesse alguma importância
Onde (net/livros ) posso começar a ganhar umas noções de análise técnica.
Abraço
Para um principiante
Onde (net/livros ) posso começar a ganhar umas noções de análise técnica.
Abraço
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Obrigado pelas palavras Luis
Grande abraço para ti. Um bom fim-de-semana.
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eer
Sempre admirei as analises deste amigo Midas, tiros em cheio em alguns Altri, Sn, snc Mota, etc.
O que mais me espanta é o timing perfeito da analise, até parece que já o ouvem e desatam a subir.
Pelo ps parece que procura emprego em lisboa
será que desprezam os novos valores deste pais??Nao haverá por ai uma correctora que aproveite este jovem c,um caneco,
.
O que mais me espanta é o timing perfeito da analise, até parece que já o ouvem e desatam a subir.
Pelo ps parece que procura emprego em lisboa
.
e' preciso viver nao apenas existir
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Não analiso notícias e as suas implicações pq penso ser um exercício que não leva a lado nenhum. Sigo a AT já que incorpora movimentos passados e futuros, já que há sempre alguem que sabe mais que nós e isso tem implicação na acção. A Sonae Industria tem suporte forte nos 6.10 e um fecho abaixo é stop e isso é o que me importa saber
Mas já que gostam tanto de notícias aqui vai uma do semanário económico.
Mas já que gostam tanto de notícias aqui vai uma do semanário económico.
28-07-2006
Empresas negoceiam em desconto e têm forte upside
UBS elege Mota-Engil, Altri e Novabase top-picks
As empresas portuguesas de média capitalização bolsista estão no rumo certo para aproveitar os sinais de recuperação que a economia nacional começa a evidenciar.
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A Sonae Indústria deliberou em conselho de administração o lançamento de oferta pública de aquisição (OPA) sobre 6,7% do capital social da empresa espanhola Tablero de Fribas (Tafisa).
A contrapartida oferecida por cada acção da Tafisa é de 1,54 euros, o que tendo em conta os 39,5 milhões de títulos que a Sonae Indústria pretende adquirir, representa um total de 60,9 milhões de euros.
As acções da Tafisa terminaram a sessão de hoje a cair 2,24% para os 1,31 euros. Tendo em conta o valor de fecho, os 1,54 euros oferecidos pela Sonae Indústria representam um prémio de 17,5%.
A empresa do Grupo Sonae, que controla já mais de 90% do capital da Tafisa, acrescenta no comunicado enviado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) que «a oferta encontra-se sujeita a registo e aprovação definitiva pela Comissão Nacional de Mercado de Valores de Espanha (CNMV)».
«Com a presente oferta pretende a Sonae Indústria, sem contudo constituir condição da mesma, adquirir a totalidade das acções da Tafisa», acrescenta a empresa.
O objectivo passa por retirar da bolsa espanhola as acções da empresa que a Sonae Indústria adquiriu em 1993.
E agora?
A contrapartida oferecida por cada acção da Tafisa é de 1,54 euros, o que tendo em conta os 39,5 milhões de títulos que a Sonae Indústria pretende adquirir, representa um total de 60,9 milhões de euros.
As acções da Tafisa terminaram a sessão de hoje a cair 2,24% para os 1,31 euros. Tendo em conta o valor de fecho, os 1,54 euros oferecidos pela Sonae Indústria representam um prémio de 17,5%.
A empresa do Grupo Sonae, que controla já mais de 90% do capital da Tafisa, acrescenta no comunicado enviado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) que «a oferta encontra-se sujeita a registo e aprovação definitiva pela Comissão Nacional de Mercado de Valores de Espanha (CNMV)».
«Com a presente oferta pretende a Sonae Indústria, sem contudo constituir condição da mesma, adquirir a totalidade das acções da Tafisa», acrescenta a empresa.
O objectivo passa por retirar da bolsa espanhola as acções da empresa que a Sonae Indústria adquiriu em 1993.
E agora?
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- Registado: 28/7/2006 15:24
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Para quando algum arranque é um exercício de adivinhação que não posso fazer. Apenas posso dizer que enquanto permanecer acima do cada vez mais forte suporte nos 6.10 está tudo bem e a qq momento poderá haver uma boa reacção quando se esgotar o vendedor que por lá anda.
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sonae,ind- para-midas-
para si para quando sera o aranque da sonae,ind,mesmo para sair destes valores que ja cota a bastante tempo.nao acha.
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- Registado: 29/2/2004 22:20
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Já há algumas sessões que forçam os fechos sempre em baixa, ao contrário do que acontece com a Impresa que forçam em alta. Quem faz os fechos são os profissionais... Eles lá sabem o que pretendem... Construir o gráfico quem sabe ou comprar mais a preços mais baixos. Mas o que nos interessa é a AT e a Mota está qs a quebrar em alta, faltando o quase. Veremos se é já amanha ou ainda virá testar a LTA. Mas que o potencial está lá está.
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Esta noticia,
já eu a tinha lido há uma semana atrás...é muito boa
Z
Mota ganha obra de 175 milhões no país sem auto-estradas
Construtora portuguesa em primeiro lugar no concurso para a construção do troço final da ligação entre Dublin e Limerick, na Irlanda.
Pedro Marques Pereira com João Paulo Guerra
A Mota-Engil, em parceria com duas construtoras irlandesas, garantiu o primeiro lugar num concurso de 175 milhões de euros para a construção do troço final da auto-estrada que irá ligar a capital, Dublin, à cidade de Limerick, esperando que esta seja a primeira de várias obras no país sem auto-estradas.
A Irlanda, que em meados dos anos 80 competia com Portugal e Grécia pelo título do país menos desenvolvido da União Europeia, tem hoje o segundo mais elevado rendimento ‘per capita’ da Europa. Ao contrário de Portugal, que na altura centrou o grosso das ajudas comunitárias na construção de infra-estruturas, os irlandeses apostaram sobretudo no sistema de ensino e na melhoria dos seus recursos humanos.
“Há dois anos, a rede de estradas da Irlanda estava ao nível da rede portuguesa nos anos 70”, recorda Arnaldo Figueiredo, o administrador da construtora com o pelouro dos mercados internacionais. “Hoje têm um país altamente evoluído e preparado, têm dinheiro, e vão começar a desenvolver as infra-estruturas”,
O concurso em causa, para o troço Nenagh to Limerick da N-7, que liga Dublin a Limerick, abrange a construção de 37 quilómetros em quatro faixas, incluindo quatro nós, 36 passagens desniveladas e um viaduto. A empreitada prevê a construção de 28 quilómetros de estrada nova e a duplicação do número de vias em 10 quilómetros já existentes. A proposta da Mota-Engil foi apresentada através de um consórcio em que a construtora liderada por António Mota controla 40%. Os seus parceiros, a McNamara e a Coffey, detêm 30% cada um.
Embora a obra ainda não esteja adjudicada em definitivo - o que deverá acontecer apenas em Setembro - a proposta da Mota-Engil cumpriu todos os critérios técnicos, tal como os outros concorrentes, e garantiu o preço mais competitivo, garante Arnaldo Figueiredo. “A Irlanda é um mercado transparente, em que as decisões destes concursos são tomadas com critérios objectivos”, afirma, afastando assim a possibilidade de surpresas desagradáveis.
Além de transparente, o mercado irlandês é igualmente muito promissor, uma vez que está em marcha um ambicioso plano de investimento em infra-estruturas, não só rodoviárias, mas também na área do ambiente e serviços. Com a vantagem de que na Irlanda, que não tem problema de défice orçamental, os planos são executados de acordo com os planos e calendários anunciados. “O que é suposto acontecer, acontece mesmo”, diz o administrador da Mota-Engil.
A construtora nortenha participa neste momento com os mesmos parceiros em concursos de projecto e construção de quatro outras auto-estradas, e noutros tantos que, além da construção, envolvem a concessão da exploração. Nestes últimos, além da McNamara e da Coffey, o consórcio inclui ainda os espanhóis da Acciona.
A Mota pretende assim juntar a Irlanda ao seu portfólio de negócios internacionais, que hoje se concentram sobretudo na Europa do Leste e em Angola.
No Mundo
- As operações internacionais do grupo Mota-Engil estão distribuídas por 10 diferentes países com um total de 255 milhões de euros em volume de negócios, 330 obras em execução simultânea e cerca de 574 milhões de euros de encomendas em carteira.
- A maior fatia das operações internacionais da construtora portuguesa está presente nos mercados da Europa Central e de Leste, que representam juntos 51% dos negócios da Mota-Engil fora de Portugal.
- O mercado angolano, no qual a Mota-Engil é uma das mais antigas construtoras a operar, representa sozinho 23% do total das operações internacionais da empresa em Angola.
IRLANDA: A EDUCAÇÃO ANTES DAS INFRA-ESTRUTURAS
Em 1986, quando integrou a Comunidade Europeia, Portugal competia directamente com a Irlanda para os últimos lugares europeus quanto ao Produto Interno Bruto: 27,6 mil milhões de euros para Portugal, contra 26,6 para a Irlanda. Vinte anos depois, o PIB irlandês - para uma população de 4 milhões de habitantes, contra os 10 milhões de Portugal - ultrapassou em termos absolutos o português: vai nos 160,3 milhares de milhões contra 147,2 de Portugal. Tendo em conta a população de cada um dos países, a Irlanda tem o segundo mais elevado rendimento por habitante da Europa, ao passo que Portugal ocupa a última posição da anterior Europa dos 15.
Estes índices prolongam-se por outros indicadores. Quando Portugal aderiu às Comunidades tinha uma taxa de desemprego de 8,8%, sensivelmente metade da taxa irlandesa (de 16,8). Vinte anos depois, a taxa do desemprego em Portugal quase duplicou em relação à taxa irlandesa. A Irlanda atrai um forte investimento estrangeiro; Portugal tem vindo a ser flagelado pela deslocalização para a concorrência da Europa de Leste e da Ásia.
A generalidade dos observadores está de acordo quando situam nas opções tomadas nos anos 80, com a aplicação dos fundos estruturais, as raízes do sucesso da Irlanda e do retrocesso de Portugal. Vinte anos depois, com uma população mais jovem, com mais formação e mais rica, uma economia mais desenvolvida
Construtora portuguesa em primeiro lugar no concurso para a construção do troço final da ligação entre Dublin e Limerick, na Irlanda.
Pedro Marques Pereira com João Paulo Guerra
A Mota-Engil, em parceria com duas construtoras irlandesas, garantiu o primeiro lugar num concurso de 175 milhões de euros para a construção do troço final da auto-estrada que irá ligar a capital, Dublin, à cidade de Limerick, esperando que esta seja a primeira de várias obras no país sem auto-estradas.
A Irlanda, que em meados dos anos 80 competia com Portugal e Grécia pelo título do país menos desenvolvido da União Europeia, tem hoje o segundo mais elevado rendimento ‘per capita’ da Europa. Ao contrário de Portugal, que na altura centrou o grosso das ajudas comunitárias na construção de infra-estruturas, os irlandeses apostaram sobretudo no sistema de ensino e na melhoria dos seus recursos humanos.
“Há dois anos, a rede de estradas da Irlanda estava ao nível da rede portuguesa nos anos 70”, recorda Arnaldo Figueiredo, o administrador da construtora com o pelouro dos mercados internacionais. “Hoje têm um país altamente evoluído e preparado, têm dinheiro, e vão começar a desenvolver as infra-estruturas”,
O concurso em causa, para o troço Nenagh to Limerick da N-7, que liga Dublin a Limerick, abrange a construção de 37 quilómetros em quatro faixas, incluindo quatro nós, 36 passagens desniveladas e um viaduto. A empreitada prevê a construção de 28 quilómetros de estrada nova e a duplicação do número de vias em 10 quilómetros já existentes. A proposta da Mota-Engil foi apresentada através de um consórcio em que a construtora liderada por António Mota controla 40%. Os seus parceiros, a McNamara e a Coffey, detêm 30% cada um.
Embora a obra ainda não esteja adjudicada em definitivo - o que deverá acontecer apenas em Setembro - a proposta da Mota-Engil cumpriu todos os critérios técnicos, tal como os outros concorrentes, e garantiu o preço mais competitivo, garante Arnaldo Figueiredo. “A Irlanda é um mercado transparente, em que as decisões destes concursos são tomadas com critérios objectivos”, afirma, afastando assim a possibilidade de surpresas desagradáveis.
Além de transparente, o mercado irlandês é igualmente muito promissor, uma vez que está em marcha um ambicioso plano de investimento em infra-estruturas, não só rodoviárias, mas também na área do ambiente e serviços. Com a vantagem de que na Irlanda, que não tem problema de défice orçamental, os planos são executados de acordo com os planos e calendários anunciados. “O que é suposto acontecer, acontece mesmo”, diz o administrador da Mota-Engil.
A construtora nortenha participa neste momento com os mesmos parceiros em concursos de projecto e construção de quatro outras auto-estradas, e noutros tantos que, além da construção, envolvem a concessão da exploração. Nestes últimos, além da McNamara e da Coffey, o consórcio inclui ainda os espanhóis da Acciona.
A Mota pretende assim juntar a Irlanda ao seu portfólio de negócios internacionais, que hoje se concentram sobretudo na Europa do Leste e em Angola.
No Mundo
- As operações internacionais do grupo Mota-Engil estão distribuídas por 10 diferentes países com um total de 255 milhões de euros em volume de negócios, 330 obras em execução simultânea e cerca de 574 milhões de euros de encomendas em carteira.
- A maior fatia das operações internacionais da construtora portuguesa está presente nos mercados da Europa Central e de Leste, que representam juntos 51% dos negócios da Mota-Engil fora de Portugal.
- O mercado angolano, no qual a Mota-Engil é uma das mais antigas construtoras a operar, representa sozinho 23% do total das operações internacionais da empresa em Angola.
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Em 1986, quando integrou a Comunidade Europeia, Portugal competia directamente com a Irlanda para os últimos lugares europeus quanto ao Produto Interno Bruto: 27,6 mil milhões de euros para Portugal, contra 26,6 para a Irlanda. Vinte anos depois, o PIB irlandês - para uma população de 4 milhões de habitantes, contra os 10 milhões de Portugal - ultrapassou em termos absolutos o português: vai nos 160,3 milhares de milhões contra 147,2 de Portugal. Tendo em conta a população de cada um dos países, a Irlanda tem o segundo mais elevado rendimento por habitante da Europa, ao passo que Portugal ocupa a última posição da anterior Europa dos 15.
Estes índices prolongam-se por outros indicadores. Quando Portugal aderiu às Comunidades tinha uma taxa de desemprego de 8,8%, sensivelmente metade da taxa irlandesa (de 16,8). Vinte anos depois, a taxa do desemprego em Portugal quase duplicou em relação à taxa irlandesa. A Irlanda atrai um forte investimento estrangeiro; Portugal tem vindo a ser flagelado pela deslocalização para a concorrência da Europa de Leste e da Ásia.
A generalidade dos observadores está de acordo quando situam nas opções tomadas nos anos 80, com a aplicação dos fundos estruturais, as raízes do sucesso da Irlanda e do retrocesso de Portugal. Vinte anos depois, com uma população mais jovem, com mais formação e mais rica, uma economia mais desenvolvida
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Obrigado
A Cofina quanto a mim tem sido das acções mais bull dos últimos tempos tendo subido cerca de 15% dos mínimos. Quebrou um H%S invertido com target nos 4.10 euros e é natural que esteja a ganhar folego. Um fecho por estes níveis ou mesmo testar a quebra dos 3.72 era saudavel. De qualquer maneira a Cofina é das melhores acções do momento.
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Midas antes de mais parabéns pelo excelente tópico!
Também estou à espera de um fecho da Mota acima dos 4,25€ para no dia seguinte comprar.
Estou tb com os olhos postos num possível fecho da Cimpor acima dos 5,25€...
Também estou de olho na Cofina, porém esperava uma reacção mais forte à passagem dos 3,72€...
Não achas que seria suposto? Se ela não ganhar força guardo liquidez para o dia seguinte ao fecho da Mota acima dos 4,25€... 
Também estou à espera de um fecho da Mota acima dos 4,25€ para no dia seguinte comprar.
Estou tb com os olhos postos num possível fecho da Cimpor acima dos 5,25€...
Também estou de olho na Cofina, porém esperava uma reacção mais forte à passagem dos 3,72€...
Os stop losses são a melhor forma de não nos afundarmos num mar de esperanças...
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- Registado: 12/3/2006 16:08
- Localização: Lamego
Mota Engil está neste momento a quebrar a resistência nos 4.23 e um fecho diário acima catapulta a acção para os fortes 4.50 que a serem quebrados irá fazer cumprir o target do triângulo nos 4.80, caso está, os mercados ajudem. Mota está em bull mode:)
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Atribuição de 1000 Megawatts
Concurso das eólicas fechado até ao fim de Agosto
O concurso das eólicas deverá estar concluído até ao final de Agosto, com os contratos de adjudicação assinados com os vencedores. O compromisso foi dado esta tarde pelo ministro da Economia, Manuel Pinho, em declarações aos jornalistas.
--------------------------------------------------------------------------------
Tânia Ferreira
tf@mediafin.pt
O concurso das eólicas deverá estar concluído até ao final de Agosto, com os contratos de adjudicação assinados com os vencedores. O compromisso foi dado esta tarde pelo ministro da Economia, Manuel Pinho, em declarações aos jornalistas.
«Neste momento está a correr o período em que os candidatos se podem pronunciar e depois disso, vamos encetar as negociações como os melhores classificados», afirmou Manuel Pinho, à margem da conferência «Estratégia Nacional para a Energia», que está hoje a decorrer no Porto.
«Tendo em conta os processos administrativos, tudo deve estar fechado no máximo até ao final de Agosto», acrescentou o ministro.
Foram a concurso para a atribuição de uma potência de 1000 MW de potência eólica quatro consórcios, um liderado pela EDP, outro pela Galp e ainda a Iberdrola e a Enel com a Unión Fenosa. A EDP e a Galp foram as primeiras classificadas, com os restantes candidatos a ficarem com cerca de metade da pontuação.
Concurso das eólicas fechado até ao fim de Agosto
O concurso das eólicas deverá estar concluído até ao final de Agosto, com os contratos de adjudicação assinados com os vencedores. O compromisso foi dado esta tarde pelo ministro da Economia, Manuel Pinho, em declarações aos jornalistas.
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Tânia Ferreira
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O concurso das eólicas deverá estar concluído até ao final de Agosto, com os contratos de adjudicação assinados com os vencedores. O compromisso foi dado esta tarde pelo ministro da Economia, Manuel Pinho, em declarações aos jornalistas.
«Neste momento está a correr o período em que os candidatos se podem pronunciar e depois disso, vamos encetar as negociações como os melhores classificados», afirmou Manuel Pinho, à margem da conferência «Estratégia Nacional para a Energia», que está hoje a decorrer no Porto.
«Tendo em conta os processos administrativos, tudo deve estar fechado no máximo até ao final de Agosto», acrescentou o ministro.
Foram a concurso para a atribuição de uma potência de 1000 MW de potência eólica quatro consórcios, um liderado pela EDP, outro pela Galp e ainda a Iberdrola e a Enel com a Unión Fenosa. A EDP e a Galp foram as primeiras classificadas, com os restantes candidatos a ficarem com cerca de metade da pontuação.
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- Registado: 24/8/2005 22:33
- Localização: Lisboa
O pior (na Mota) é se o consórcio da Galp sai derrotado no concurso da energia eólica. Naturalmente que a cotação actual ainda não está a incorporar a possível vitória, na medida em que a Mota já esteve bem mais acima sem que se falasse nisso. Mas como sabem, estas coisas causam sempre mossa. Penso eu de que ... 
- Mensagens: 1517
- Registado: 24/8/2005 22:33
- Localização: Lisboa
Alterei a zona de resistência para os 4.23, ou seja, um fecho diário acima catapulta a acção para a zona dos 4.50. A quebra da LTD, assim como os mercados, como previsto, retomarem a tendência ascendente, coloca um target para a Mota nos 4.80... Sei que é ambicioso, mas tb... quem é que dizia que a Altri hj subia 10%
Fica o gráfico.
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Eu tinha colocado uma ordem de venda nos 4,23, que foi precisamente a tal zona de fraquejo. Foi executada ao fim da tarde.
Lá tive um ganhozito de 2,51%...
Mas a Mota se passa esta zona, e se o mercado manter a pujança dos últimos 3 dias, pode ir para uns belos voos...
Mas pronto, tá feito, tá feito.
Lá tive um ganhozito de 2,51%...
Mas a Mota se passa esta zona, e se o mercado manter a pujança dos últimos 3 dias, pode ir para uns belos voos...
Mas pronto, tá feito, tá feito.
Quem está ligado:
