Impresa ????
Solução
Vou revelar aki a solução para os problemas do Balsemão é facil...copiar a tvi e arranjar miúdas ainda mais giras para as novelas além de lhes pagar uma miseria pode contratar outras logo asseguir...afinal é isso que o publico gosta variedade...
Cumps
Cumps
Resultados demasiados maus pra ser verdade!
Estáva-se mesmo a ver que isto ia acontecer: Duas novelas novas carissimas que ninguem vê, não conseguiram ganhar as transmissões da SuperLiga para a próxima época, o Herman continua (e o salário de 250.000 euros/mês), os flops continuam (concurso do Rui Unas, programa de informação da manhã idêntico ao dos outros canais, etc). Salva-se o CSI.
Enfim, deve voltar-se a afundar.
Estáva-se mesmo a ver que isto ia acontecer: Duas novelas novas carissimas que ninguem vê, não conseguiram ganhar as transmissões da SuperLiga para a próxima época, o Herman continua (e o salário de 250.000 euros/mês), os flops continuam (concurso do Rui Unas, programa de informação da manhã idêntico ao dos outros canais, etc). Salva-se o CSI.
Enfim, deve voltar-se a afundar.
Boas
Cumps
Fiódor
Lucros da Impresa caem 95% com queda de audiências da SIC
(27-04-2006 - 16:40)
Os lucros do grupo Impresa caíram 95% no primeiro trimestre deste ano, passando de 3,3 milhões de euros no período homólogo para 166 mil euros. Os resultados, que ficaram abaixo das previsões dos analistas, foram hoje comunicados à CMVM.
A empresa que detém a SIC apresentou receitas consolidadas de 53,6 milhões de euros nos primeiros três meses de 2006, uma descida de 12% face ao mesmo período de 2005. O EBITDA desceu 39,5%, para os 5,3 milhões de euros. As receitas provenientes da publicidade foram de 33,2 milhões de euros, uma diminuição de 10,8%.
Os lucros antes de impostos da SIC desceram 77,4%, de 5,7 milhões de euros para 1,3 milhões. As receitas totais da estação de Carnaxide caíram 14,8% para os 33,2 milhões de euros, prejudicadas pela quebra de audiências. No primeiro trimestre de 2005, a estação de Carnaxide era líder de audiências, posição que perdeu em Abril para a TVI. As audiências trimestrais no "all day" desceram de 29,5% de "share" nos primeiros três meses de 2005 para 24,6% este ano. As receitas publicitárias da SIC caíram de 27 milhões de euros para 22,7.
Já os canais temáticos conseguiram aumentar as receitas em 2%, impulsionadas pela subida do número de subscritores da SIC Internacional e da SIC Notícias, diz a empresa em comunicado.
Os lucros antes de impostos na área de jornais desceram 7,4% nos primeiros três meses de 2006, para 1,8 milhões de euros. As receitas totais recuaram 5,5% para os 12,5 milhões, com as receitas publicitárias a crescerem 2,5%.
Quanto às revistas do grupo ("Visão", "Exame", "Caras"), destaca-se a queda nos lucros de 6,6% para 23,7 mil euros As receitas totais desceram 6,7% para os 8,3 milhões de euros.
Resultados abaixo das previsões
Os analistas apontavam para uma queda de 70% nos lucros da Impresa, que deveriam ser de 984 mil euros. A previsão mais optimista era a do Espírito Santo Research (1,4 milhões de euros de lucro) e a mais pessimista era a do Millennium BCP (600 mil euros). Os resultados líquidos da Impresa foram de 166 mil euros.
"Apesar da evolução desfavorável das receitas e dos resultados neste 1.º trimestre (...), a Impresa continua a estimar um crescimento de receitas e dos resultados até ao final do corrente ano", diz a empresa em comunicado. A Impresa relembra ainda que a renovação da programação continuará em Junho, com a cobertura do Rock in Rio e do Mundial de Futebol.
Para 2006, os objectivos, referiu a empresa na apresentação das contas de 2005, passam pelo crescimento das receitas consolidadas da ordem dos 4%.
Cumps
Fiódor
O lucro do grupo Impresa deverá ter descido 70% nos três primeiros meses do ano face ao período homólogo de 2005, para 984 mil euros, segundo a média das estimativas dos analistas.
Os analistas do Millennium bcp Investimento estimam que o grupo de comunicação presidido por Francisco Pinto Balsemão deverá apresentar um lucro trimestral de 600 mil euros, contra os 3,3 milhões de euros registados em 2005.
Um valor que quase coincide com os números apresentados pela Lisbon Brokers, que prevê que a empresa que detém a SIC e o semanário Expresso consiga resultados líquidos na ordem dos 800 mil euros, e pelo Banif, que estima um lucro de 920 mil de euros.
Já o Espírito Santo Research e o Santander acreditam que os resultados líquidos do grupo de media para o primeiro trimestre podem ficar entre os 1,4 e os 1,2 milhões de euros, respectivamente.
Os analistas são unânimes em considerar que o destaque nas contas trimestrais do grupo de media é o mau desempenho da SIC ao nível de audiências, que tem vindo a perder quota de mercado, principalmente no horário nobre.
Um factor que, segundo os analistas, poderá estar a influenciar o índice de confiança dos anunciantes e as receitas publicitárias da empresa.
"Esperamos que a Impresa registe uma série de resultados pouco inspiradora. Na realidade, deve ser um teste sério ao desempenho da acção", defende o Millennium bcp Investimento, acrescentando que o grupo de media deve apresentar "resultados fracos, em função de audiências mais baixas".
A expectativa dos anunciantes face ao Campeonato Mundial de Futebol 2006, cuja transmissão em sinal aberto vai ser assegurada pela SIC, poderá estar igualmente a pressionar as receitas do grupo.
Alguns dos especialistas dão destaque positivo ao segmento de revistas do grupo, nomeadamente aos novos títulos apresentados pela empresa no início do ano, que poderão ter algum potencial de crescimento.
Na média, o EBITDA (resultados antes de juros, impostos e amortizações) do grupo Impresa poderá situar-se nos 6,36 milhões de euros, representando um decréscimo de 27,6% em relação ao primeiro trimestre do ano passado (8,7 milhões de euros).
De acordo com estes analistas, o grupo de media irá apresentar um valor médio de receitas de 56,6 milhões de euros, o que significa uma descida de 7,7% relativamente aos valores apresentados no mesmo período de 2005.
O grupo Impresa apresenta quinta-feira, após o fecho do mercado, os resultados do primeiro trimestre de 2006
Os analistas do Millennium bcp Investimento estimam que o grupo de comunicação presidido por Francisco Pinto Balsemão deverá apresentar um lucro trimestral de 600 mil euros, contra os 3,3 milhões de euros registados em 2005.
Um valor que quase coincide com os números apresentados pela Lisbon Brokers, que prevê que a empresa que detém a SIC e o semanário Expresso consiga resultados líquidos na ordem dos 800 mil euros, e pelo Banif, que estima um lucro de 920 mil de euros.
Já o Espírito Santo Research e o Santander acreditam que os resultados líquidos do grupo de media para o primeiro trimestre podem ficar entre os 1,4 e os 1,2 milhões de euros, respectivamente.
Os analistas são unânimes em considerar que o destaque nas contas trimestrais do grupo de media é o mau desempenho da SIC ao nível de audiências, que tem vindo a perder quota de mercado, principalmente no horário nobre.
Um factor que, segundo os analistas, poderá estar a influenciar o índice de confiança dos anunciantes e as receitas publicitárias da empresa.
"Esperamos que a Impresa registe uma série de resultados pouco inspiradora. Na realidade, deve ser um teste sério ao desempenho da acção", defende o Millennium bcp Investimento, acrescentando que o grupo de media deve apresentar "resultados fracos, em função de audiências mais baixas".
A expectativa dos anunciantes face ao Campeonato Mundial de Futebol 2006, cuja transmissão em sinal aberto vai ser assegurada pela SIC, poderá estar igualmente a pressionar as receitas do grupo.
Alguns dos especialistas dão destaque positivo ao segmento de revistas do grupo, nomeadamente aos novos títulos apresentados pela empresa no início do ano, que poderão ter algum potencial de crescimento.
Na média, o EBITDA (resultados antes de juros, impostos e amortizações) do grupo Impresa poderá situar-se nos 6,36 milhões de euros, representando um decréscimo de 27,6% em relação ao primeiro trimestre do ano passado (8,7 milhões de euros).
De acordo com estes analistas, o grupo de media irá apresentar um valor médio de receitas de 56,6 milhões de euros, o que significa uma descida de 7,7% relativamente aos valores apresentados no mesmo período de 2005.
O grupo Impresa apresenta quinta-feira, após o fecho do mercado, os resultados do primeiro trimestre de 2006
"A incerteza dos acontecimentos,é sempre mais difícil de suportar do que o próprio acontecimento" Jean-Baptista Massilion.
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"Johann Goethe
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"Johann Goethe
Na minha opinião o mercado já descontou na cotação da Impresa o que tinha a descontar, com o anúncio que o BCP fez em 18-04-2006 (encontra-se em cima) e que passo a citar parte:
A previsão de que o lucro vai decrescer 80% já foi descontado na cotação.
A Impresa e a Media Capital devem registar evoluções distintas nos lucros do primeiro trimestre, com o Millennium bcp investimento a prever uma queda superior a 80% nos resultados da Impresa e uma subida na ordem dos 60% nos da Media Capital.
As duas empresas de «media» vão apresentar os resultados do primeiro trimestre deste ano na última semana de Abril. O Millennium bcp investimento estima que a empresa que detém a estação de televisão SIC registe uma queda de 82% no resultado líquido do primeiro trimestre deste ano.
A previsão de que o lucro vai decrescer 80% já foi descontado na cotação.
Vejam o que aconteceu em Outubro com a Impresa...
Atenção ás datas para não gerar confusão.
E depois foi o que se vi no dia 25.
Esperemos que não seja um repetir da situação...
Cumps
Fiódor
Atenção ás datas para não gerar confusão.
Lisbon Brokers prevê subida de 76% nos lucros trimestrais da Impresa
(14-10-2005 - 09:06)
Lisbon Brokers prevê subida de 76% nos lucros trimestrais da Impresa
Os lucros da Impresa no terceiro trimestre deverão ser de 3,4 milhões de euros, o que representa uma subida de 75,9 % face aos 1,9 milhões de lucro do período homólogo de 2004, prevê a Lisbon Brokers. Contra o segundo trimestre de 2005, o resultado líquido baixa 71%.
A queda dos lucros em relação ao segundo trimestre do ano ficará «a dever-se a factores sazonais e portanto não deverá desviar a empresa do trilho que nós levámos em conta para as nossas previsões de 2005», diz a nota de «research» hoje divulgada pela Lisbon Brokers. As previsões da casa de investimento apontam que a Impresa anuncie na segunda-feira lucros de 18,6 milhões de euros nos primeiros nove meses do ano, crescendo 76% em relação a igual período de 2004.
....
Face a estas previsões de crescimento dos lucros, a Lisbon Brokers mantém uma visão favorável às acções da empresa detentora da SIC. «Com as acções a entrar, ao que nos parece, numa tendência positiva, aconselharíamos os investidores a comprar», diz a casa de investimento, depois de já na terça-feira ter revisto em alta a recomendação para a Impresa de «manter» para «comprar», estabelecendo um preço-alvo de 5,90 euros.
....
Ganho superior a 1,5% do BCP impulsiona Bolsa (act.)
(24-10-2005 - 17:16)
...
O sector de «media» encerrou com a Cofina [cofi] a ganhar 1,56% para os 3,25 euros e a Impresa [ipr] a valorizar 1,85% para os 4,95 euros, numa altura em que os investidores aguardavam a apresentação dos resultados dos primeiros nove meses do ano.
Os lucros da Impresa cresceram 30,3% nos primeiros nove meses do ano, o que ficou abaixo do esperado, devido aos custos de reestruturação da SIC e à queda das receitas de publicidade. A empresa registou prejuízos no terceiro trimestre e reviu em baixa as perspectivas de resultados para este ano.
E depois foi o que se vi no dia 25.
Esperemos que não seja um repetir da situação...
Cumps
Fiódor
Boas
Tenho andado a olhar para ela e parece-me que está a fazer um movimento semelhante ao de Outubro de 2005 na altura da apresentação de resultado do 3º trim.
A ser assim, pode ainda não ter encontrado suporte, e a apresentação de resultados é dia 27 de Abril.
É de ter debaixo de olho nos próximos dias...
Vou deixar um gráfico (igual), só para assinalar o Gap de Outubro.
Cumps
Fiódor
Tenho andado a olhar para ela e parece-me que está a fazer um movimento semelhante ao de Outubro de 2005 na altura da apresentação de resultado do 3º trim.
A ser assim, pode ainda não ter encontrado suporte, e a apresentação de resultados é dia 27 de Abril.
É de ter debaixo de olho nos próximos dias...
Vou deixar um gráfico (igual), só para assinalar o Gap de Outubro.
Cumps
Fiódor
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Boas,
Ora ai esta a impresa encostada ao suporte (s)
Para quem acreditar na impresa e nos benefícios do mundial e do rock in rio, pode ser uma boa entrada por estes níveis.
Os resultados já se esperam maus, logo se forem maus não deve de descer muito mais
Se forem menos maus que o esperado, sobe
E á cautela um stop ai pelos 4.90, caso os resultados sejam muito piores que o esperado
- Indicador diário passa a negativo, mas o semanal continua positivo
wolf,
Ora ai esta a impresa encostada ao suporte (s)
Para quem acreditar na impresa e nos benefícios do mundial e do rock in rio, pode ser uma boa entrada por estes níveis.
Os resultados já se esperam maus, logo se forem maus não deve de descer muito mais
Se forem menos maus que o esperado, sobe
E á cautela um stop ai pelos 4.90, caso os resultados sejam muito piores que o esperado
- Indicador diário passa a negativo, mas o semanal continua positivo
wolf,
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Aproveito para deixar um gráfico da Impresa. Podemos verificar que a Impresa se encontra a negociar dentro de um canal ascendente. Tendo fracassado o teste à resistência dos 5,60, o papel entrou em correcção. A confirmar-se a continuação da desvalorização, há que ter em atenção a zona dos 5,17 (importante suporte), que curiosamente se encontra perto da base do mencionado canal (nos 5,15 à presente data). Notas negativas para os indicadores, nomeadamente para o MACD e, acima de tudo, para o RSI que quebrou em baixa a LTA que suportava este indicador. Não deve, por outro lado, ser de menosprezar a reacção que o papel terá caso venha a negociar junto da MM50 (5,21) e, numa perspectiva mais pessimista, junto da MM200 (5,08). Aguardemos então pelas próximas sessões.
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Estimativas do Millennium
Lucros da Impresa caem mais de 80% e da Media Capital crescem 60%
A Impresa e a Media Capital devem registar evoluções distintas nos lucros do primeiro trimestre, com o Millennium bcp investimento a prever uma queda superior a 80% nos resultados da Impresa e uma subida na ordem dos 60% nos da Media Capital.
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Sara Antunes
saraantunes@mediafin.pt
A Impresa e a Media Capital devem registar evoluções distintas nos lucros do primeiro trimestre, com o Millennium bcp investimento a prever uma queda superior a 80% nos resultados da Impresa e uma subida na ordem dos 60% nos da Media Capital.
As duas empresas de «media» vão apresentar os resultados do primeiro trimestre deste ano na última semana de Abril. O Millennium bcp investimento estima que a empresa que detém a estação de televisão SIC registe uma queda de 82% no resultado líquido do primeiro trimestre deste ano.
Segundo os cálculos da casa de investimento, a Impresa deverá observar lucros de 600 mil euros, um valor que compara com os 3,3 milhões de euros registados nos primeiros três meses de 2005.
«Esperamos que a Impresa registe uma série de resultados pouco inspirador. Na realidade, deve ser um teste sério ao desempenho da acção», defende a casa de investimento numa nota de «research», acrescentando que a Impresa deve apresentar «resultados fracos, em resultado de audiências mais baixas».
A pressionar os resultados encontra-se, em grande parte, a queda das receitas. O Millennium bcp investimento estima que a Impresa registe uma queda de 8% das receitas, com as vendas da televisão a verificarem uma descida de 11%, no mesmo período.
Quanto à Media Capital, a casa de investimento prevê que os lucros tenham aumentado 60% para os 2,1 milhões de euros no primeiro trimestre. Este valor compara com os 1,3 milhões de euros conseguidos nos primeiros três meses de 2005.
As receitas da empresa que detém a estação de televisão TVI deverão ter crescido 4% para os 50,4 milhões de euros. Só o segmento de televisão deve ter observado um aumento de 10% das receitas para os 36,6 milhões de euros.
Consumo privado e publicitários à espera do campeonato mundial pressionam receitas
O Millennium bcp investimento diz que os números referentes à publicidade devem reflectir dois factores importantes: o fraco momento no que respeita ao consumo privado e o facto de «uma percentagem significativa de publicitários poderem estar a adiar os seus investimentos para o Campeonato Mundial de Futebol», que se vai realizar entre Junho e Julho.
Outro factor que deve afectar a comparação homóloga das receitas publicitárias relaciona-se com as «compensações relacionadas com as eleições». As estações de televisões receberam 1,1 milhões de euros cada uma, o que não se vai observar este ano.
As receitas da Impresa devem ser ainda pressionadas pelo facto de ter vindo a perder quota de mercado no que respeita às audiências televisivas. A TVI, detida pela Media Capital, tem-se destacado da SIC nas audiências, um factor que torna mais atractivo o investimento em publicidade por parte das empresas na estação de televisão de Queluz.
As acções da Impresa [Cot] cair 1,48% para os 5,32 euros enquanto os títulos da Media Capital [Cot] subiam 0,25% para os 8,0 euros.
Lucros da Impresa caem mais de 80% e da Media Capital crescem 60%
A Impresa e a Media Capital devem registar evoluções distintas nos lucros do primeiro trimestre, com o Millennium bcp investimento a prever uma queda superior a 80% nos resultados da Impresa e uma subida na ordem dos 60% nos da Media Capital.
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Sara Antunes
saraantunes@mediafin.pt
A Impresa e a Media Capital devem registar evoluções distintas nos lucros do primeiro trimestre, com o Millennium bcp investimento a prever uma queda superior a 80% nos resultados da Impresa e uma subida na ordem dos 60% nos da Media Capital.
As duas empresas de «media» vão apresentar os resultados do primeiro trimestre deste ano na última semana de Abril. O Millennium bcp investimento estima que a empresa que detém a estação de televisão SIC registe uma queda de 82% no resultado líquido do primeiro trimestre deste ano.
Segundo os cálculos da casa de investimento, a Impresa deverá observar lucros de 600 mil euros, um valor que compara com os 3,3 milhões de euros registados nos primeiros três meses de 2005.
«Esperamos que a Impresa registe uma série de resultados pouco inspirador. Na realidade, deve ser um teste sério ao desempenho da acção», defende a casa de investimento numa nota de «research», acrescentando que a Impresa deve apresentar «resultados fracos, em resultado de audiências mais baixas».
A pressionar os resultados encontra-se, em grande parte, a queda das receitas. O Millennium bcp investimento estima que a Impresa registe uma queda de 8% das receitas, com as vendas da televisão a verificarem uma descida de 11%, no mesmo período.
Quanto à Media Capital, a casa de investimento prevê que os lucros tenham aumentado 60% para os 2,1 milhões de euros no primeiro trimestre. Este valor compara com os 1,3 milhões de euros conseguidos nos primeiros três meses de 2005.
As receitas da empresa que detém a estação de televisão TVI deverão ter crescido 4% para os 50,4 milhões de euros. Só o segmento de televisão deve ter observado um aumento de 10% das receitas para os 36,6 milhões de euros.
Consumo privado e publicitários à espera do campeonato mundial pressionam receitas
O Millennium bcp investimento diz que os números referentes à publicidade devem reflectir dois factores importantes: o fraco momento no que respeita ao consumo privado e o facto de «uma percentagem significativa de publicitários poderem estar a adiar os seus investimentos para o Campeonato Mundial de Futebol», que se vai realizar entre Junho e Julho.
Outro factor que deve afectar a comparação homóloga das receitas publicitárias relaciona-se com as «compensações relacionadas com as eleições». As estações de televisões receberam 1,1 milhões de euros cada uma, o que não se vai observar este ano.
As receitas da Impresa devem ser ainda pressionadas pelo facto de ter vindo a perder quota de mercado no que respeita às audiências televisivas. A TVI, detida pela Media Capital, tem-se destacado da SIC nas audiências, um factor que torna mais atractivo o investimento em publicidade por parte das empresas na estação de televisão de Queluz.
As acções da Impresa [Cot] cair 1,48% para os 5,32 euros enquanto os títulos da Media Capital [Cot] subiam 0,25% para os 8,0 euros.
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wolfmen Escreveu:Jibóia, não penses assim, as cotações sobem e descem sem ser necessariamente porque “alguém” quer
A impresa foi incapaz de ultrapassar a resistência em +/- 5.60 e encontrasse a corrigir, por isso eu disse acima que “por vezes” é mais rentável vender antes das resistências e recomprar mesmo que seja 1-2 % mais caro
Tanto em semanal como em diário as posições longas são de manter, abaixo de 5.10/5.00 essa realidade pode mudar
Wolf,
Obrigado Wolf.
Quando escrevi o post ainda não tinha informação de que provavelmente a Impresa teria uma queda abrupta nos lucros da pub. Assim a descida de hoje explica-se perfeitamente ao contrário de alguns dias. Não sou daqueles que pensa que a bolsa é sempre a subir e que nada a detem, só que ainda não tinha reparado num facto relevante que justificasse a descida.
Já agora, vou manter-me ao mundial que é a minha grande esperança na subida. Caso contrário, este gráfico já me deixa muito poucas dúvidas quanto ao que fazer no plano B.
Obrigado mais uma vez e BN!
Eu acabei de sair com uma valorização de 6,o5%. Não quero correr o risco de transformar o meu trade ganhador em perdedor. Tinha confiança que a sic melhorasse nas audiências, mas tal está muito complicado. Se quebrar a resistência de que se fala posso considerar em entrar novamente.
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Boas,
Jibóia, não penses assim, as cotações sobem e descem sem ser necessariamente porque “alguém” quer
A impresa foi incapaz de ultrapassar a resistência em +/- 5.60 e encontrasse a corrigir, por isso eu disse acima que “por vezes” é mais rentável vender antes das resistências e recomprar mesmo que seja 1-2 % mais caro
Tanto em semanal como em diário as posições longas são de manter, abaixo de 5.10/5.00 essa realidade pode mudar
Wolf,
Jiboia Cega Escreveu:e há quem esteja interessado em apanhar o comboio mais abaixo, fazendo a cotação descer abruptamente?
Alguém tem outra opinião?
Jibóia, não penses assim, as cotações sobem e descem sem ser necessariamente porque “alguém” quer
A impresa foi incapaz de ultrapassar a resistência em +/- 5.60 e encontrasse a corrigir, por isso eu disse acima que “por vezes” é mais rentável vender antes das resistências e recomprar mesmo que seja 1-2 % mais caro
Tanto em semanal como em diário as posições longas são de manter, abaixo de 5.10/5.00 essa realidade pode mudar
Wolf,
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A Media Capital deverá
A Media Capital deverá ser a única empresa de media no índice PSI20 a registar uma subida nos lucros do primeiro trimestre face ao período homólogo de 2005, disse Pedro Mendes, analista do BCP. Segundo este analista, os lucros da Media Capital deverão subir 60 pct para 2,1 milhões de euros (ME) com as fortes audiências da TVI a compensarem a estagnação do mercado publicitário nacional. Adiantou que o lucro da Impresa poderá cair 82 pct para 0,6 ME, penalizada pelas fracas audidiências do seu canal de televisão SIC enquanto o lucro da Cofina deverá recuar 31 pct para 1,1 ME, afectada pela ligeira quebra da publicidade nos jornais. "Por isso, esperamos uma performance marginalmente negativa para as empresas de media cotadas (...) mas prevemos que a Media Capital possa contrariar um mercado (de publicidade) fraco com fortes audiências", refere este analista numa nota de research de 13 de Abril. No primeiro trimestre do ano a TVI liderou as audiências com uma média, no diário e prime-time de, respectivamente, 32 pct e 37,3 pct. No mesmo período a SIC obteve 24,6 pct das audiências médias no diário e 25 pct das audiências no prime-time. P
edro Mendes refere ainda que prevê uma quebra de um pct nas receitas publicidade (acumuladas) nestes três grupos de media nacionais.
edro Mendes refere ainda que prevê uma quebra de um pct nas receitas publicidade (acumuladas) nestes três grupos de media nacionais.
Vítor Costa
- Mensagens: 262
- Registado: 29/6/2005 16:56
Será que esta descida se deve ao mau desempenho da SIC durante a Páscoa (claramente em 3º lugar) ou ao facto de continuar a ser uma das muito poucas acções que ainda não subiu o que lhe projectaram e há quem esteja interessado em apanhar o comboio mais abaixo, fazendo a cotação descer abruptamente?
Alguém tem outra opinião?
Alguém tem outra opinião?
Quem está ligado: