França too big to fail?
Re: França too big to fail?
Eu com tristeza qye leu mas o autor francês terá razão o estado previdência foi longe de mais .
« ESTADO-PROVIDÊNCIA: RUMO AO FIM DA «GRANDE FICÇÃO»
Todos os estratagemas retóricos terão, no entanto, sido utilizados para apresentar o projeto sob a sua melhor luz. Por um breve momento, chegou-se a acreditar — inclusive nesta crónica — que o Governo se preparava finalmente para fazer «economias»; ainda que, por essa palavra, fosse necessário entender apenas uma simples desaceleração da tendência «natural» do crescimento da despesa pública. Mas não: haverá efetivamente um aumento dos impostos e contribuições obrigatórias num país que já é o mais tributado da OCDE. Tal como haverá uma nova subida do número de funcionários públicos, também ele sem paralelo noutros países.
Mais uma vez, o Governo joga com as palavras, afastando a ideia de um «aumento geral dos impostos». E, mais uma vez, entre as «economias» previstas figura, em grande medida, a redução ou eliminação de numerosas vantagens fiscais (as famosas «isenções» ou «nichos fiscais»), designadas na novilíngua de Bercy por «despesas fiscais». Ora, se estas forem reduzidas, não será isso fazer «economias»? E o truque de prestidigitação está feito.
Acontece que esta apresentação sofística esconde um pressuposto de grande significado político, ou mesmo uma verdadeira ficção ideológica: apresentar uma menor cobrança de impostos como uma «despesa» significa considerar que os rendimentos e os bens dos franceses não são verdadeiramente propriedade deles, mas antes a parcela que o Estado consente em deixar-lhes, numa proporção que depende apenas da sua vontade; ou melhor, das necessidades da sua crescente falta de recursos.
No verdadeiro sentido do termo, essas «despesas» não são, portanto, despesas, mas sim impostos adicionais. Da mesma forma, os apoios às empresas não são «presentes», muito longe de compensarem — embora infelizmente consigam mascarar eficazmente perante a opinião pública — o peso, também ele sem paralelo noutros países, dos encargos que recaem sobre elas.
Mas eis o problema: por muito afastado que este projeto orçamental esteja da «austeridade», irá deparar-se com exigências cada vez maiores, incentivadas pelo contexto eleitoral, precisamente quando o duplo aperto da rua e dos mercados reduz continuamente as margens de manobra.
É certo que a opinião pública começa a inquietar-se com a gravidade da situação financeira, mas ainda não retira daí qualquer consequência concreta. O estado de espírito geral continua a ser o mesmo dos anos anteriores: «Só mais um instante, senhor carrasco!» A prova disso é dada, mais uma vez, nos últimos dias, pelas inúmeras reivindicações de grupos específicos, incluindo os estudantes do ensino secundário, que reclamam «mais meios».
Drogados pela despesa pública, habituados há séculos a voltar-se para o Estado, os franceses estão prisioneiros de um habitus que se recusam a modificar há décadas. Mas a conjugação da espiral da dívida, da explosão das taxas de juro e de uma importante échéance política poderá muito bem constituir uma grande rutura histórica.
Ou seja, a França estará a chegar ao fim daquilo que «a grande» — a grande ficção — já denunciava em 1848 o pensador liberal Frédéric Bastiat, cujo nome é tão conhecido no estrangeiro quanto é pouco conhecido no seu próprio país, incluindo nas universidades.
E por uma boa razão: o seu diagnóstico é implacável para os nossos costumes nacionais e não perdeu atualidade:
«O Estado é a grande ficção através da qual toda a gente se esforça por viver à custa de toda a gente. Porque, hoje como antigamente, cada um, mais ou menos, gostaria de beneficiar do trabalho dos outros. Este sentimento não ousamos manifestá-lo; escondemo-lo de nós próprios. E então, o que fazemos? Imaginamos um intermediário, dirigimo-nos ao Estado, e cada classe, por sua vez, vem dizer-lhe: “Vós, que podeis tirar legitimamente, honestamente, tirai ao público, e nós repartiremos.” Infelizmente, o Estado tem demasiada tendência para seguir esse conselho diabólico; pois é composto por ministros, funcionários e, enfim, homens que, como todos os homens, trazem no coração o desejo e aproveitam sempre com entusiasmo a oportunidade de ver crescer as suas riquezas e a sua influência.»
Tudo indica que a pirâmide de Ponzi em que se transformou o nosso Estado-providência, espoliando a parcela mais produtiva da população para «clientelizá-la» e alimentar os seus próprios privilégios, ao mesmo tempo que coloca o bem-estar da geração atual como garantia do endividamento das gerações futuras, está à beira do colapso.
A questão política decisiva passa, portanto, a ser saber se esse colapso ocorrerá antes ou depois das próximas eleições presidenciais.
E a conclusão filosófica que se impõe é que a Providência pertence decididamente mais ao domínio da religião do que ao da ação pública: uma lição que nos foi justamente recordada, numa espetacular colisão temporal, pela recente visita papal.
« ESTADO-PROVIDÊNCIA: RUMO AO FIM DA «GRANDE FICÇÃO»
Todos os estratagemas retóricos terão, no entanto, sido utilizados para apresentar o projeto sob a sua melhor luz. Por um breve momento, chegou-se a acreditar — inclusive nesta crónica — que o Governo se preparava finalmente para fazer «economias»; ainda que, por essa palavra, fosse necessário entender apenas uma simples desaceleração da tendência «natural» do crescimento da despesa pública. Mas não: haverá efetivamente um aumento dos impostos e contribuições obrigatórias num país que já é o mais tributado da OCDE. Tal como haverá uma nova subida do número de funcionários públicos, também ele sem paralelo noutros países.
Mais uma vez, o Governo joga com as palavras, afastando a ideia de um «aumento geral dos impostos». E, mais uma vez, entre as «economias» previstas figura, em grande medida, a redução ou eliminação de numerosas vantagens fiscais (as famosas «isenções» ou «nichos fiscais»), designadas na novilíngua de Bercy por «despesas fiscais». Ora, se estas forem reduzidas, não será isso fazer «economias»? E o truque de prestidigitação está feito.
Acontece que esta apresentação sofística esconde um pressuposto de grande significado político, ou mesmo uma verdadeira ficção ideológica: apresentar uma menor cobrança de impostos como uma «despesa» significa considerar que os rendimentos e os bens dos franceses não são verdadeiramente propriedade deles, mas antes a parcela que o Estado consente em deixar-lhes, numa proporção que depende apenas da sua vontade; ou melhor, das necessidades da sua crescente falta de recursos.
No verdadeiro sentido do termo, essas «despesas» não são, portanto, despesas, mas sim impostos adicionais. Da mesma forma, os apoios às empresas não são «presentes», muito longe de compensarem — embora infelizmente consigam mascarar eficazmente perante a opinião pública — o peso, também ele sem paralelo noutros países, dos encargos que recaem sobre elas.
Mas eis o problema: por muito afastado que este projeto orçamental esteja da «austeridade», irá deparar-se com exigências cada vez maiores, incentivadas pelo contexto eleitoral, precisamente quando o duplo aperto da rua e dos mercados reduz continuamente as margens de manobra.
É certo que a opinião pública começa a inquietar-se com a gravidade da situação financeira, mas ainda não retira daí qualquer consequência concreta. O estado de espírito geral continua a ser o mesmo dos anos anteriores: «Só mais um instante, senhor carrasco!» A prova disso é dada, mais uma vez, nos últimos dias, pelas inúmeras reivindicações de grupos específicos, incluindo os estudantes do ensino secundário, que reclamam «mais meios».
Drogados pela despesa pública, habituados há séculos a voltar-se para o Estado, os franceses estão prisioneiros de um habitus que se recusam a modificar há décadas. Mas a conjugação da espiral da dívida, da explosão das taxas de juro e de uma importante échéance política poderá muito bem constituir uma grande rutura histórica.
Ou seja, a França estará a chegar ao fim daquilo que «a grande» — a grande ficção — já denunciava em 1848 o pensador liberal Frédéric Bastiat, cujo nome é tão conhecido no estrangeiro quanto é pouco conhecido no seu próprio país, incluindo nas universidades.
E por uma boa razão: o seu diagnóstico é implacável para os nossos costumes nacionais e não perdeu atualidade:
«O Estado é a grande ficção através da qual toda a gente se esforça por viver à custa de toda a gente. Porque, hoje como antigamente, cada um, mais ou menos, gostaria de beneficiar do trabalho dos outros. Este sentimento não ousamos manifestá-lo; escondemo-lo de nós próprios. E então, o que fazemos? Imaginamos um intermediário, dirigimo-nos ao Estado, e cada classe, por sua vez, vem dizer-lhe: “Vós, que podeis tirar legitimamente, honestamente, tirai ao público, e nós repartiremos.” Infelizmente, o Estado tem demasiada tendência para seguir esse conselho diabólico; pois é composto por ministros, funcionários e, enfim, homens que, como todos os homens, trazem no coração o desejo e aproveitam sempre com entusiasmo a oportunidade de ver crescer as suas riquezas e a sua influência.»
Tudo indica que a pirâmide de Ponzi em que se transformou o nosso Estado-providência, espoliando a parcela mais produtiva da população para «clientelizá-la» e alimentar os seus próprios privilégios, ao mesmo tempo que coloca o bem-estar da geração atual como garantia do endividamento das gerações futuras, está à beira do colapso.
A questão política decisiva passa, portanto, a ser saber se esse colapso ocorrerá antes ou depois das próximas eleições presidenciais.
E a conclusão filosófica que se impõe é que a Providência pertence decididamente mais ao domínio da religião do que ao da ação pública: uma lição que nos foi justamente recordada, numa espetacular colisão temporal, pela recente visita papal.
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Re: França too big to fail?
O soldado israelita foi noticia global.
Os media neste caso preferem olhar para o lado.
“It is not the strongest of the species that survives, nor the most intelligent, but rather the one most adaptable to change.”
"TANSTAAFL"
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Re: França too big to fail?
Blocage de lycées : les lycéens et les enseignants expliquent pourquoi ils manifestent
De Lille à Bordeaux, les lycéens expriment également leur colère depuis plusieurs jours dénonçant des conditions de travail compliquées dans leurs établissements. Ils réclament notamment le remplacement des professeurs absents, une augmentation des moyens, une rénovation du bâti scolaire et des conditions d’apprentissage « décentes ».
« Qu’est-ce que je demande au gouvernement ? Changez tout ça ! », affirme Mathias Nicolle, élève au lycée professionnel Frédéric-Bartholdi, à Saint-Denis. Il déplore des conditions de travail inacceptables dans son établissement, où des « cafards se baladent dans les classes et les couloirs, ainsi que des rats ».
Nada para ver aqui, coisas normais na Europa. Ratos, baratas sempre partilharam tecto com estudantes, é isto que é progresso.
Afinal é para isso que votam socialismo certo?
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Re: França too big to fail?
O possivel inicio do invitável bear market em França que vai levar por arrasto aos restante amigos da divida, Espanha, Italia, Portugal, Grècia. Nenhum fez reformas, ou fez, para pior.
O UK está prestes a desintegrar-se e a UE vai atrás. Alemanha e Polónia com uma industria automovel em colapso nao vao poder fazer muito mesmo que queiram.
Olhando para os graficos de divida e sabendo que maior parte dos esados sao completamente incapazes de se sustentar com juros 10 anos >5% é no minimo desconcertante o que pode vir a acontecer em 2027 e 2028. O mercado de divida parece estar a entrar em ebuliçao, de tal forma que facilmente pode duplicar ou quadriplicar os valores actuais. Sem ser economista tenho a impressao que num caso destes França, Italia, Espanha nao têm outro remèdio que voltar a imprimir moeda própria.
O UK está prestes a desintegrar-se e a UE vai atrás. Alemanha e Polónia com uma industria automovel em colapso nao vao poder fazer muito mesmo que queiram.
Olhando para os graficos de divida e sabendo que maior parte dos esados sao completamente incapazes de se sustentar com juros 10 anos >5% é no minimo desconcertante o que pode vir a acontecer em 2027 e 2028. O mercado de divida parece estar a entrar em ebuliçao, de tal forma que facilmente pode duplicar ou quadriplicar os valores actuais. Sem ser economista tenho a impressao que num caso destes França, Italia, Espanha nao têm outro remèdio que voltar a imprimir moeda própria.
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Re: França too big to fail?
Pois é a China é 40% consumo! Nao admira que nos estejam a ultrapassar em todas as frentes. Note.se que a China estava 100 anos atrás do ocidente nos anos 80.
Sem ter acesso a uma bola de cristal, ponho as minhas fichas numa nova grande depressao a iniciar no proximo ano. Como uma fenix a renascer das cinzas a economia voltara a recuperar à boleira da AI e robotica. Provalvemente vai ser a ultiima frande crise financeira da histioria da humanidade. Depois ninguem sabe o que vai acontecer ams com os avanços da IA acredito que vai haver crescimento de números absurdos como 20% e até mesmo 100% ao ano. Ou seja duplicar o output produzido a cada ano é algo que me parece possivel lá para os 2040.
Sao expectatvias pessoais e que a maioria diria que sao ultra "farfetch" mas acredito plenamente que é algo com boa probabilidade de acontecer. Ora seja isso ora seja o exterminio da humanidade mas custa a acreditar que exista o meio termo e que as coisas se mantenham a evoluir nos modelos classicos.
Por agora no presente a aposta é que as dividas vao todas ter de ir ao barbeiro fazer um bom haircut, nem que seja virtual. É isso ou inflaçao na ordem dos 2 digitos novamente. Qualquer cenário vai ter repercursoes importantes no estilo de vida europeu no curto prazo.
Neste momento há fiuno um pouco por todo o lado o que falta é o black swan. Algo que está à vista de todos mas que ninguem vê.
O imobiliário embora em Portugal esteja numa super bolha no resto do mundo está caro mas dificil de dizer que é bolha.
O que salta sempre á vista é a insustentabilidade dos sistemas de pensoes ocidentais, mas isso é algo que tem estado sempre na mira dos investidores. Será algoi que vai rebentar mas dificilmente vai ser a faísca. Como discutia no outro tópico da proxima bolha, existem alguns black swans como o ataque da China a Taiwan, mas estao todos mais ou menos debaixo do olho dos investidores. Haverá alguma forma de lixo financeiro que está a escapar à atençao de todos e que eventualmente vai provocar a uma avalanche.
Sem ter acesso a uma bola de cristal, ponho as minhas fichas numa nova grande depressao a iniciar no proximo ano. Como uma fenix a renascer das cinzas a economia voltara a recuperar à boleira da AI e robotica. Provalvemente vai ser a ultiima frande crise financeira da histioria da humanidade. Depois ninguem sabe o que vai acontecer ams com os avanços da IA acredito que vai haver crescimento de números absurdos como 20% e até mesmo 100% ao ano. Ou seja duplicar o output produzido a cada ano é algo que me parece possivel lá para os 2040.
Sao expectatvias pessoais e que a maioria diria que sao ultra "farfetch" mas acredito plenamente que é algo com boa probabilidade de acontecer. Ora seja isso ora seja o exterminio da humanidade mas custa a acreditar que exista o meio termo e que as coisas se mantenham a evoluir nos modelos classicos.
Por agora no presente a aposta é que as dividas vao todas ter de ir ao barbeiro fazer um bom haircut, nem que seja virtual. É isso ou inflaçao na ordem dos 2 digitos novamente. Qualquer cenário vai ter repercursoes importantes no estilo de vida europeu no curto prazo.
Neste momento há fiuno um pouco por todo o lado o que falta é o black swan. Algo que está à vista de todos mas que ninguem vê.
O imobiliário embora em Portugal esteja numa super bolha no resto do mundo está caro mas dificil de dizer que é bolha.
O que salta sempre á vista é a insustentabilidade dos sistemas de pensoes ocidentais, mas isso é algo que tem estado sempre na mira dos investidores. Será algoi que vai rebentar mas dificilmente vai ser a faísca. Como discutia no outro tópico da proxima bolha, existem alguns black swans como o ataque da China a Taiwan, mas estao todos mais ou menos debaixo do olho dos investidores. Haverá alguma forma de lixo financeiro que está a escapar à atençao de todos e que eventualmente vai provocar a uma avalanche.
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Re: França too big to fail?
Não será só um problema da França o nosso modelo económico está s3 a esgotar
e as alterações políticas serão brutais da França a Alemanha
“ Já começou a sentir-se, mas ainda não o suficiente.
O grande problema que temos, e a razão pela qual não há mudanças apesar do aumento das taxas de juro, é o nosso modelo de crescimento, que assenta em 60% no consumo das famílias e em menos de 20% no investimento.
Por isso, o incentivo para investir a longo prazo, de modo a gerar crescimento do PIB, é muito reduzido.
Em contrapartida, aumentar os impostos ou a dívida para depois redistribuir o dinheiro dá-lhe pontos de crescimento imediatamente. Passa a ter um crescimento de 1,5% a 2% e deixa de ter problemas de défice.
Portanto, é extremamente eficaz.
Enquanto tivermos este modelo de crescimento, com o peso esmagador do consumo das famílias, não mudaremos de modelo nem teremos esta visão de longo prazo.
O que vai acontecer é que continuaremos, de facto, com este modelo de consumo.
Como disse, há dez anos consumíamos muitos produtos americanos e europeus. Hoje, isso acontece muito menos.
E vamos ter aumentos de preços devido ao protecionismo. Portanto, tudo aquilo que hoje conseguimos comprar barato vai ficar mais caro. Já estamos a ver isso.
Por enquanto, estamos a alimentar a balança comercial chinesa, o excedente comercial da China.
— Exatamente, por enquanto.
Mas, a longo prazo, isso será cada vez menos possível.
Há empresas... Veja-se a inteligência artificial hoje. Acha que os preços vão continuar neste nível? Acha que, no setor tecnológico, os preços vão continuar assim? E no setor da energia?
Mas também não vamos continuar eternamente a comprar as nossas T-shirts no Bangladesh.
Haverá um efeito sobre os preços, provocado pelo protecionismo, que iremos sentir e que, com este modelo baseado no consumo, ainda não sentimos plenamente.
E, nessa altura, teremos uma queda do poder de compra.
Atualmente, a queda é de 0,4%, o que continua a ser pouco num Estado onde a taxa de poupança é de 17%.
Quando tivermos uma verdadeira queda do poder de compra, com salários que aumentam muito pouco e preços dos bens de consumo que sobem mais, ainda não chegámos a esse ponto.
Isso poderá acontecer daqui a cinco ou dez anos. Será nos próximos cinco a dez anos.
— Portanto, ainda não há urgência?
Não é que não haja urgência. Mas as consequências do nosso empobrecimento não são visíveis porque temos este modelo de crescimento baseado no consumo, que nos permite manter, de certa forma, a ilusão de que conseguimos preservar as despesas correntes e o modelo que temos.
E foi um modelo que funcionou muito bem durante anos.
Tivemos crises internacionais, entre outras coisas, e, com este modelo, conseguimos sempre manter um crescimento de 1%, o que muitas vezes nos permite resistir enquanto os outros estão em queda.
É isso que é bastante interessante.
No entanto, hoje, tendo em conta o protecionismo e as mudanças estruturais que estamos a atravessar, teremos um impacto importante no poder de compra. Já o vemos atualmente, mas continuará a agravar-se.
E será nesse momento que, na minha opinião, soará o sinal de alarme.
Ainda não chegámos lá.
— Mas é precisamente aí que não estou inteiramente de acordo consigo, Christophe. Gostaria de conhecer a sua opinião. Penso que já chegámos a esse ponto, porque hoje percebemos que, quando já não podemos continuar a fazer défice, também deixamos de poder conceder ajudas.
Vimos isso com os pescadores e outros setores: tenta-se disponibilizar algumas centenas de milhões de euros, mas já não se consegue.
Mas já não há crescimento. Na realidade, temos um modelo que não consegue gerar crescimento de forma natural
e as alterações políticas serão brutais da França a Alemanha
“ Já começou a sentir-se, mas ainda não o suficiente.
O grande problema que temos, e a razão pela qual não há mudanças apesar do aumento das taxas de juro, é o nosso modelo de crescimento, que assenta em 60% no consumo das famílias e em menos de 20% no investimento.
Por isso, o incentivo para investir a longo prazo, de modo a gerar crescimento do PIB, é muito reduzido.
Em contrapartida, aumentar os impostos ou a dívida para depois redistribuir o dinheiro dá-lhe pontos de crescimento imediatamente. Passa a ter um crescimento de 1,5% a 2% e deixa de ter problemas de défice.
Portanto, é extremamente eficaz.
Enquanto tivermos este modelo de crescimento, com o peso esmagador do consumo das famílias, não mudaremos de modelo nem teremos esta visão de longo prazo.
O que vai acontecer é que continuaremos, de facto, com este modelo de consumo.
Como disse, há dez anos consumíamos muitos produtos americanos e europeus. Hoje, isso acontece muito menos.
E vamos ter aumentos de preços devido ao protecionismo. Portanto, tudo aquilo que hoje conseguimos comprar barato vai ficar mais caro. Já estamos a ver isso.
Por enquanto, estamos a alimentar a balança comercial chinesa, o excedente comercial da China.
— Exatamente, por enquanto.
Mas, a longo prazo, isso será cada vez menos possível.
Há empresas... Veja-se a inteligência artificial hoje. Acha que os preços vão continuar neste nível? Acha que, no setor tecnológico, os preços vão continuar assim? E no setor da energia?
Mas também não vamos continuar eternamente a comprar as nossas T-shirts no Bangladesh.
Haverá um efeito sobre os preços, provocado pelo protecionismo, que iremos sentir e que, com este modelo baseado no consumo, ainda não sentimos plenamente.
E, nessa altura, teremos uma queda do poder de compra.
Atualmente, a queda é de 0,4%, o que continua a ser pouco num Estado onde a taxa de poupança é de 17%.
Quando tivermos uma verdadeira queda do poder de compra, com salários que aumentam muito pouco e preços dos bens de consumo que sobem mais, ainda não chegámos a esse ponto.
Isso poderá acontecer daqui a cinco ou dez anos. Será nos próximos cinco a dez anos.
— Portanto, ainda não há urgência?
Não é que não haja urgência. Mas as consequências do nosso empobrecimento não são visíveis porque temos este modelo de crescimento baseado no consumo, que nos permite manter, de certa forma, a ilusão de que conseguimos preservar as despesas correntes e o modelo que temos.
E foi um modelo que funcionou muito bem durante anos.
Tivemos crises internacionais, entre outras coisas, e, com este modelo, conseguimos sempre manter um crescimento de 1%, o que muitas vezes nos permite resistir enquanto os outros estão em queda.
É isso que é bastante interessante.
No entanto, hoje, tendo em conta o protecionismo e as mudanças estruturais que estamos a atravessar, teremos um impacto importante no poder de compra. Já o vemos atualmente, mas continuará a agravar-se.
E será nesse momento que, na minha opinião, soará o sinal de alarme.
Ainda não chegámos lá.
— Mas é precisamente aí que não estou inteiramente de acordo consigo, Christophe. Gostaria de conhecer a sua opinião. Penso que já chegámos a esse ponto, porque hoje percebemos que, quando já não podemos continuar a fazer défice, também deixamos de poder conceder ajudas.
Vimos isso com os pescadores e outros setores: tenta-se disponibilizar algumas centenas de milhões de euros, mas já não se consegue.
Mas já não há crescimento. Na realidade, temos um modelo que não consegue gerar crescimento de forma natural
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Re: França too big to fail?
Entendem é diferente de dominante.
A Geórgia foi invadia nos anos 20.
Pedro
A Geórgia foi invadia nos anos 20.
Pedro
Re: França too big to fail?
Posso garantir que mais depressa te entendem em russo do que ingles.
Claro que têm linguas proprias e o georgio e armeno sao realmente patrimonio da humanidade mas a lingua comum naquelas bandas è o russo.
Claro que têm linguas proprias e o georgio e armeno sao realmente patrimonio da humanidade mas a lingua comum naquelas bandas è o russo.
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Re: França too big to fail?
BearManBull Escreveu:(onde o russo é a língua dominante)
Na Abecásia e na Ossétia do Norte, e porque será?
Porque os russos foram libertar os russófonos, que afinal eram oriundos da Ásia .... que confusão.
Pedro
Re: França too big to fail?
Honestamente não percebo o que se passa na Europa.
Em vez de estarem com reuniões de emergencia para forçar França e Espanha a adoptarem medidas de imediatamente para conter a divida, andam com reuniões para expandir UE para Arménia, Geórgia (onde o russo é a língua dominante
), Canada e agora até mesmo Nova Zelandia e Austrália que ficam literalmente no outro lado do mundo e Bruxelas acha que pode andar obrigar vassalagem a tudo e todos.
Está tudo doido...
Em vez de estarem com reuniões de emergencia para forçar França e Espanha a adoptarem medidas de imediatamente para conter a divida, andam com reuniões para expandir UE para Arménia, Geórgia (onde o russo é a língua dominante
), Canada e agora até mesmo Nova Zelandia e Austrália que ficam literalmente no outro lado do mundo e Bruxelas acha que pode andar obrigar vassalagem a tudo e todos.
Está tudo doido...
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Re: França too big to fail?
Greece now pays less than France to borrow despite carrying more debt. Here’s how Athens rebuilt market trust while Paris lost fiscal credibility.
In March 2012 the Greek state had to pay a market yield of close to 40% on its outstanding ten-year bonds, effectively shutting it out of normal market borrowing. Even at that price, it found few takers.
That same month, France raised ten-year money at under 3%. Fourteen years later the two have swapped places.
France's 10-year yield, the rate Paris pays to borrow for a decade, is trading near 4.50%. Athens pays about 4.28%.
Investors are now demanding more interest to lend money to Paris than to Athens. The gap is small. What it says is not.
No dia que a França começou a pagar mais do que a Grécia o mercado fechou verde.
CAC vai-se aguentando, mas tantas vezes vai o cântaro à fonte até que lá fica.
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Re: França too big to fail?
2 boas notícias para a França e para a Europa .
3 mil milhões de fundos lenantados a única IA a sério na Europa a startup francesa de inteligência artificial a empresa acaba de realizar a maior angariação de capital da sua história, no valor de 3 mil milhões de euros, e vê a Samsung entrar no seu capital.
É a inovação do Ano .
Graças a uma inovação científica inédita baseada em nitreto, a HIT Mag desenvolve ímanes permanentes sem terras raras. A jovem empresa bretã poderá alterar a relação de forças com a China, que utiliza regularmente este componente crítico para negociar a seu favor.
Será que a França encontrou a sua nova joia industrial, num setor tão estratégico? Tudo está a acontecer muito rapidamente para a deeptech industrial HIT Mag, fundada apenas no final de 2025. Menos de um ano após a sua criação por cinco cofundadores, a jovem empresa da Bretanha acaba de ser escolhida como vencedora do concurso de inovação i-Lab, promovido pela Bpifrance e pelo programa France 2030, segundo informações do jornal La Tribune.
3 mil milhões de fundos lenantados a única IA a sério na Europa a startup francesa de inteligência artificial a empresa acaba de realizar a maior angariação de capital da sua história, no valor de 3 mil milhões de euros, e vê a Samsung entrar no seu capital.
É a inovação do Ano .
Graças a uma inovação científica inédita baseada em nitreto, a HIT Mag desenvolve ímanes permanentes sem terras raras. A jovem empresa bretã poderá alterar a relação de forças com a China, que utiliza regularmente este componente crítico para negociar a seu favor.
Será que a França encontrou a sua nova joia industrial, num setor tão estratégico? Tudo está a acontecer muito rapidamente para a deeptech industrial HIT Mag, fundada apenas no final de 2025. Menos de um ano após a sua criação por cinco cofundadores, a jovem empresa da Bretanha acaba de ser escolhida como vencedora do concurso de inovação i-Lab, promovido pela Bpifrance e pelo programa France 2030, segundo informações do jornal La Tribune.
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Re: França too big to fail?
A nota da França não foi degrada o que todos esperavam, que estão a ver as empresas de Rating .
Eu vi o debate dos candidatos no MEDEF e todos prometeram uns voltar aos 60 anos na reforma outros mais salários outros resgar a dívida …
Quem promete mais despesa faz flores no início pois o consumo contribui diretamente para o PIB ou seja cortar despesa e negativo
Pela ótica da despesa, PIB = Consumo das famílias + Investimento + Despesa pública + (Exportações − Importações)
O PIB regista o consumo independentemente de ele ser financiado por rendimento corrente, poupança ou crédito.
Dois países podem ter exactamente 80% do PIB em consumo, mas uma situação financeira completamente diferente.
País A: consumo = 80% do PIB, financiado essencialmente por rendimentos.
País B: consumo = 80% do PIB, mas 10 pontos percentuais são sustentados por novo endividamento tem sido o caso da França
Mas vendo de perto a poupança das famílias é igual na França e na Alemanha 20%
O estado francês gasta 57,8 % muito vai para e destribuido pelos seus habitantes
se reduzir esse valor o PIB porque haverá menos consumo e aqui que tudo se complica pois os valores dos decicits até pode subir se reduzir despesa .
O PIB devia ser calculado de outra forma .
PS , Já depois do meu comentário pensei que sendo igual a poupança das famílias francesas e alemã serem iguais mas isto pode ser falso no caso da França vira
de dinheiros públicos fui ver e em 2024
“ Em 2024, o rendimento disponível bruto das famílias francesas foi de €1.861 mil milhões. Dentro desse rendimento, €631,2 mil milhões (33,9%) eram prestações sociais em dinheiro — pensões, desemprego, abonos, mínimos sociais, etc. ”
Isto é brutal 40% do rendimento das famílias francesas e subsídios uma parte irá para as poupanças ( cortar despesa terá um efeito multiplicador como sair desta armadilha) só com produtividade e mais horas de trabalho ou seja batava aumentar a idade de reforma e um desemprego igual a Alemanha e a França deixava de ter déficit,
Eu vi o debate dos candidatos no MEDEF e todos prometeram uns voltar aos 60 anos na reforma outros mais salários outros resgar a dívida …
Quem promete mais despesa faz flores no início pois o consumo contribui diretamente para o PIB ou seja cortar despesa e negativo
Pela ótica da despesa, PIB = Consumo das famílias + Investimento + Despesa pública + (Exportações − Importações)
O PIB regista o consumo independentemente de ele ser financiado por rendimento corrente, poupança ou crédito.
Dois países podem ter exactamente 80% do PIB em consumo, mas uma situação financeira completamente diferente.
País A: consumo = 80% do PIB, financiado essencialmente por rendimentos.
País B: consumo = 80% do PIB, mas 10 pontos percentuais são sustentados por novo endividamento tem sido o caso da França
Mas vendo de perto a poupança das famílias é igual na França e na Alemanha 20%
O estado francês gasta 57,8 % muito vai para e destribuido pelos seus habitantes
se reduzir esse valor o PIB porque haverá menos consumo e aqui que tudo se complica pois os valores dos decicits até pode subir se reduzir despesa .
O PIB devia ser calculado de outra forma .
PS , Já depois do meu comentário pensei que sendo igual a poupança das famílias francesas e alemã serem iguais mas isto pode ser falso no caso da França vira
de dinheiros públicos fui ver e em 2024
“ Em 2024, o rendimento disponível bruto das famílias francesas foi de €1.861 mil milhões. Dentro desse rendimento, €631,2 mil milhões (33,9%) eram prestações sociais em dinheiro — pensões, desemprego, abonos, mínimos sociais, etc. ”
Isto é brutal 40% do rendimento das famílias francesas e subsídios uma parte irá para as poupanças ( cortar despesa terá um efeito multiplicador como sair desta armadilha) só com produtividade e mais horas de trabalho ou seja batava aumentar a idade de reforma e um desemprego igual a Alemanha e a França deixava de ter déficit,
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Re: França too big to fail?
Ontem a Pasqal empresa francesa informática de informática quântica não escolheu o mercado europeu mas o americano e o primeiro dia foi bom,
Introdução a 9,79 e fechou a 19,11
A Hugging Face. fundada por três franceses: Clément Delangue, Julien Chaumond e Thomas Wolf também escolheu o mercado americano a Nvidia está em negociações para a adquirir por cerca 13 mil milhões de dólares.
O jogador de basquete Rich Kleiman, investiu 250 mil dólares na Hugging Face no início está com uma valorização de 24 000%
Se a França tinha tudo para ser o grande país do mundo porque porque tem muita inteligência entre eles e grandes escolas .
Os relatórios dos embaixadores da República de Veneza em Paris para o Senado veneziano, há textos realmente extraordinários .
De um desses embaixadores
« A França é um reino grande e poderoso, rico em território, em homens e em recursos. Mas encontrei-o num estado muito diferente daquele que a sua grandeza poderia fazer esperar.
A justiça está violada e manchada; existem grandes e perigosas inimizades; dominam as paixões e os humores dos poderosos; os príncipes seguem os seus próprios interesses e procuram as ocasiões que lhes permitem aumentar a sua autoridade.
A religião encontra-se em grande confusão; o povo mostra-se desobediente e turbulento; e entre os homens mais importantes encontram-se espíritos sediciosos e ímpios.
Cada um destes males seria suficiente para perturbar um Estado; reunidos, tornam a situação muito mais perigosa. Porque quando a justiça perde a força, os poderosos deixam de temer a autoridade; quando os poderosos se dividem, os príncipes procuram tirar vantagem das divisões; quando a religião se transforma em motivo de discórdia, o povo deixa de obedecer com a mesma confiança; e quando o povo perde a obediência, o próprio fundamento do governo começa a vacilar.
Assim, aquilo que de longe parece ser um reino poderosíssimo revela, quando observado de perto, grandes fraquezas no seu governo.
Introdução a 9,79 e fechou a 19,11
A Hugging Face. fundada por três franceses: Clément Delangue, Julien Chaumond e Thomas Wolf também escolheu o mercado americano a Nvidia está em negociações para a adquirir por cerca 13 mil milhões de dólares.
O jogador de basquete Rich Kleiman, investiu 250 mil dólares na Hugging Face no início está com uma valorização de 24 000%
Se a França tinha tudo para ser o grande país do mundo porque porque tem muita inteligência entre eles e grandes escolas .
Os relatórios dos embaixadores da República de Veneza em Paris para o Senado veneziano, há textos realmente extraordinários .
De um desses embaixadores
« A França é um reino grande e poderoso, rico em território, em homens e em recursos. Mas encontrei-o num estado muito diferente daquele que a sua grandeza poderia fazer esperar.
A justiça está violada e manchada; existem grandes e perigosas inimizades; dominam as paixões e os humores dos poderosos; os príncipes seguem os seus próprios interesses e procuram as ocasiões que lhes permitem aumentar a sua autoridade.
A religião encontra-se em grande confusão; o povo mostra-se desobediente e turbulento; e entre os homens mais importantes encontram-se espíritos sediciosos e ímpios.
Cada um destes males seria suficiente para perturbar um Estado; reunidos, tornam a situação muito mais perigosa. Porque quando a justiça perde a força, os poderosos deixam de temer a autoridade; quando os poderosos se dividem, os príncipes procuram tirar vantagem das divisões; quando a religião se transforma em motivo de discórdia, o povo deixa de obedecer com a mesma confiança; e quando o povo perde a obediência, o próprio fundamento do governo começa a vacilar.
Assim, aquilo que de longe parece ser um reino poderosíssimo revela, quando observado de perto, grandes fraquezas no seu governo.
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Re: França too big to fail?
Os números são realmente decrépitos.
Como tudo nos mercados nada é certo no dia de amanhã, mas este continente é uma analogia da palavra desastre.
Vejam o vídeo a série de números que apresenta são todos negativos.
Afinal nunca foi impressão minha é mesmo verdade que a Europa está a regredir em todas as frentes de forma acelarada.
1. German industrial decline
2. Volkswagen restructuring
3. European industrial companies cutting jobs
4. Extremely high German energy costs
The video gives the following approximate industrial electricity costs:
The video argues that these cost differences are making European manufacturing increasingly uncompetitive.
5. European automotive industry losing ground to China
The video argues that Europe risks becoming increasingly dependent on Chinese industrial production and assembly.
6. France's debt problem
7. France's rapidly increasing debt-servicing costs
The video highlights this as particularly problematic because interest payments consume government resources without creating new productive assets.
8. French political instability
9. European defense spending gap
The video cites an aggregate European shortfall of approximately:
€226 billion
against the 3.5% defense-spending target discussed in the video.
The problem identified is that European governments are being asked to dramatically increase defense spending while many already have high debt and weak economic growth.
10. Europe's declining share of the global economy
11. Europe lacks new global-scale companies
The video highlights a claim from Mario Draghi's competitiveness report:
The video also states that there are currently zero EU companies in the global top 25 by market capitalization.
This is presented as evidence of Europe's declining ability to create new globally dominant companies.
12. Massive venture-capital gap
For 2020–2025, the video gives:
That means the US attracted approximately 5.3 times as much venture capital according to the figures presented.
13. European startups moving abroad
14. Failure to implement investment reforms
The Draghi report reportedly called for:
€750–€800 billion of additional investment every year.
However, the video says that almost two years later implementation was estimated at only approximately:
30%
Other problems identified:
15. European gas-storage problem
The video reports that by late July:
Germany and the Netherlands were described as being at record-low storage levels for that point in the season.
16. High and volatile European gas prices
The issue identified is not just high prices but extreme energy-price volatility, which makes industrial planning and investment more difficult.
17. LNG and geopolitical energy risks
The video identifies additional risks involving the Middle East and LNG supply.
18. Contradiction in EU/Russian gas policy
The video highlights what it considers a major contradiction:
The criticism is that Europe stopped purchasing cheaper Russian pipeline gas while continuing to purchase Russian LNG transported by tanker.
19. European capital moving to the US
The video states that euro-area households hold approximately:
This is presented as evidence that European investors are increasingly looking outside Europe for investment opportunities.
20. Wealthy individuals leaving France and Germany
According to the video's cited Henley & Partners figures:
The video attributes Italy's attractiveness partly to its €100,000 flat tax on foreign income for qualifying individuals.
21. Shrinking tax base
The video argues that capital and wealthy individuals leaving certain EU countries can create a negative feedback loop:
It specifically criticizes policies that increasingly tax wealth itself rather than income.
22. Wages, housing and living costs
The video identifies:
The video connects these economic pressures with increasing political dissatisfaction.
23. Political fragmentation and rise of the right
The video cites:
The video argues that economic dissatisfaction could result in increasing political instability and governments repeatedly reversing the policies of previous administrations.
24. Future EU budget pressures
The video identifies several major financial challenges ahead:
25. Increasing difficulty maintaining EU political unity
The video notes that the 21st sanctions package adopted in July 2026 allegedly had to be weakened through a Greek carve-out.
It uses this as an example of increasing difficulty maintaining unified EU policy.
26. The overall negative feedback loop
Bottom line from the video
Important note: The figures above are the statistics and claims presented in the video. They have been summarized without independently correcting or verifying them. Some of the video's conclusions—particularly the comparisons with Argentina/South America—are the speaker's interpretation rather than statistics themselves.
Como tudo nos mercados nada é certo no dia de amanhã, mas este continente é uma analogia da palavra desastre.
Vejam o vídeo a série de números que apresenta são todos negativos.
Afinal nunca foi impressão minha é mesmo verdade que a Europa está a regredir em todas as frentes de forma acelarada.
The EU's Disastrous Decade & The Fall of Germany
The video presents a broadly negative assessment of Europe's economic position, focusing on industrial decline, high energy costs, debt, weak growth, declining competitiveness, capital flight, political instability and insufficient investment.
1. German industrial decline
- Germany has experienced 9 consecutive quarters of falling industrial turnover.
- More than 120,000 industrial jobs were reportedly lost in a single year.
- The video estimates German manufacturing is losing approximately 15,000 jobs per month.
- Another 100,000 industrial positions are forecast to disappear during 2026.
- German industrial production is approximately 10% below its 2018 level.
- Energy-intensive production reportedly fell 15% between February 2022 and March 2026.
2. Volkswagen restructuring
- Volkswagen ended vehicle production at its Dresden factory in December 2025, described in the video as its first domestic plant closure in 88 years.
- Approximately 20,000 VW employees had signed voluntary departure agreements by mid-2025.
- The broader restructuring plan involves 35,000 job cuts through 2030.
- The video cites reports suggesting potential restructuring involving up to 100,000 global job losses.
- Up to four major German plants could potentially close.
- VW is reducing its global production network from approximately 12 million vehicles per year to 9 million.
3. European industrial companies cutting jobs
- BASF: approximately 2,800 jobs cut at Ludwigshafen.
- BASF: simultaneously opened an approximately €8.7 billion complex in China.
- ThyssenKrupp: approximately 11,000 jobs being cut.
- ThyssenKrupp: steel capacity being reduced from 11.5 million tonnes to below 9 million tonnes.
- ZF Friedrichshafen: planning up to 14,000 German job cuts by 2028.
4. Extremely high German energy costs
The video gives the following approximate industrial electricity costs:
- Germany: €0.18–€0.20/kWh
- United States: €0.08–€0.14/kWh
- China: €0.07–€0.12/kWh
The video argues that these cost differences are making European manufacturing increasingly uncompetitive.
5. European automotive industry losing ground to China
- Chinese car brands reportedly reached 6.8% of EU passenger-car registrations in April 2026, compared with 3.2% one year earlier.
- Chinese brands reportedly reached approximately 10% in June 2026.
- BYD registrations increased 152% year-on-year during the first four months of 2026.
- BYD registrations in Germany reportedly increased 318% during the first half of 2026.
- BYD is building a 300,000-vehicle plant in Hungary.
- XPeng is already assembling vehicles in Austria.
- Leapmotor is starting production in Spain.
The video argues that Europe risks becoming increasingly dependent on Chinese industrial production and assembly.
6. France's debt problem
- French public debt reached approximately 117% of GDP.
- That represents approximately €3.5 trillion of debt.
- French Q1 2026 growth was reported at 0.0%.
- The budget deficit remained around 5% of GDP.
- France therefore remained subject to the EU's Excessive Deficit Procedure.
7. France's rapidly increasing debt-servicing costs
- French debt-servicing costs increased from €36.2 billion in 2020.
- They are projected at approximately €59.3 billion in 2026.
- A July revision reportedly pushed the potential figure toward €64 billion.
The video highlights this as particularly problematic because interest payments consume government resources without creating new productive assets.
8. French political instability
- A French prime minister was forced out after losing a confidence vote over a €43.8 billion austerity plan.
- The video states that France had its fourth prime minister in under two years.
- Parliament failed to pass the 2026 budget on time.
- Emergency legislation was required so the Treasury could continue issuing debt.
- France subsequently issued a record €310 billion of debt.
- The budget was eventually adopted after two no-confidence votes.
9. European defense spending gap
The video cites an aggregate European shortfall of approximately:
€226 billion
against the 3.5% defense-spending target discussed in the video.
The problem identified is that European governments are being asked to dramatically increase defense spending while many already have high debt and weak economic growth.
10. Europe's declining share of the global economy
- EU share of global GDP in 2000: more than 21%.
- EU share today: approximately 14%.
- China's share increased from approximately 7% to 20%.
- The US remained approximately 25%.
- Since 2008, US real GDP has reportedly more than doubled.
- EU real GDP has grown by approximately 20%.
- EU GDP per capita has remained around 70% of the US level for approximately three decades.
11. Europe lacks new global-scale companies
The video highlights a claim from Mario Draghi's competitiveness report:
In the previous 50 years, not a single EU company with a market capitalization above €100 billion had been created from scratch.
The video also states that there are currently zero EU companies in the global top 25 by market capitalization.
This is presented as evidence of Europe's declining ability to create new globally dominant companies.
12. Massive venture-capital gap
For 2020–2025, the video gives:
- United States VC investment: €1.33 trillion
- EU VC investment: €252 billion
That means the US attracted approximately 5.3 times as much venture capital according to the figures presented.
13. European startups moving abroad
- The video states that approximately 30% of European unicorns relocated their headquarters between 2008 and 2021.
- Most of those relocations were reportedly to the United States.
- The video argues that Europe therefore not only struggles to create major companies, but also struggles to retain successful companies once they emerge.
14. Failure to implement investment reforms
The Draghi report reportedly called for:
€750–€800 billion of additional investment every year.
However, the video says that almost two years later implementation was estimated at only approximately:
30%
Other problems identified:
- Capital Markets Union remains stalled.
- The proposed "28th regime" for startups remains stalled.
- European governments have endorsed the Draghi recommendations but implementation remains limited.
- Draghi subsequently argued that the problems he had identified had actually become worse.
15. European gas-storage problem
The video reports that by late July:
- EU gas storage: approximately 55% full
- Germany: approximately 46%
- Netherlands: approximately 35%
- Legal November 1 target: 90%
- Realistic ceiling according to analysts cited: 75–78%
Germany and the Netherlands were described as being at record-low storage levels for that point in the season.
16. High and volatile European gas prices
- TTF gas had traded around €28–€40/MWh earlier in 2026.
- It subsequently traded above €60/MWh several times during the week of July 20.
- The price then fell approximately 8% in a single session.
The issue identified is not just high prices but extreme energy-price volatility, which makes industrial planning and investment more difficult.
17. LNG and geopolitical energy risks
The video identifies additional risks involving the Middle East and LNG supply.
- Damage to Qatar's Ras Laffan LNG facility could reportedly require repairs lasting up to five years.
- Qatar declared force majeure following an attack on a tanker.
- Qatar reportedly purchased 33 US spot LNG cargoes in 2026, compared with only 4 the previous year.
- Europe increasingly has to compete with Asia for flexible LNG cargoes.
18. Contradiction in EU/Russian gas policy
The video highlights what it considers a major contradiction:
- Short-term Russian pipeline gas was banned.
- However, EU imports of Russian Yamal LNG reportedly reached almost 10 million tonnes during H1 2026.
- Those imports were reportedly 16–18% higher year-on-year.
- The video describes this as a record level.
The criticism is that Europe stopped purchasing cheaper Russian pipeline gas while continuing to purchase Russian LNG transported by tanker.
19. European capital moving to the US
The video states that euro-area households hold approximately:
- 34% of their equity investments in US markets
- versus approximately 35% in their own continent
This is presented as evidence that European investors are increasingly looking outside Europe for investment opportunities.
20. Wealthy individuals leaving France and Germany
According to the video's cited Henley & Partners figures:
- France: net loss of approximately 800 millionaires.
- Germany: net loss of approximately 400 millionaires.
- Italy: notable inflow of millionaires.
The video attributes Italy's attractiveness partly to its €100,000 flat tax on foreign income for qualifying individuals.
21. Shrinking tax base
The video argues that capital and wealthy individuals leaving certain EU countries can create a negative feedback loop:
Productive base shrinks → tax base shrinks → deficit remains → taxes increase → more capital leaves.
It specifically criticizes policies that increasingly tax wealth itself rather than income.
22. Wages, housing and living costs
The video identifies:
- 20 years of flat wages
- Unaffordable housing
- Industrial towns losing major employers.
- European energy costs allegedly reaching approximately 3× American levels.
The video connects these economic pressures with increasing political dissatisfaction.
23. Political fragmentation and rise of the right
The video cites:
- AfD in Germany: polling up to 29%.
- National Rally in France: around 36%.
- FPÖ in Austria: approximately 29% in the 2024 election.
- European Parliament right-wing/conservative blocks: approximately 170–190 seats, depending on classification.
The video argues that economic dissatisfaction could result in increasing political instability and governments repeatedly reversing the policies of previous administrations.
24. Future EU budget pressures
The video identifies several major financial challenges ahead:
- The 2028–2034 EU budget.
- Continued Ukraine funding.
- Ukraine reconstruction.
- European military rebuilding.
- The approximately €185 billion of frozen Russian assets mentioned in the video.
- The unresolved question of who ultimately pays for European defense expansion.
25. Increasing difficulty maintaining EU political unity
The video notes that the 21st sanctions package adopted in July 2026 allegedly had to be weakened through a Greek carve-out.
It uses this as an example of increasing difficulty maintaining unified EU policy.
26. The overall negative feedback loop
- Código: Selecionar todos
High energy costs
↓
European manufacturing becomes less competitive
↓
Factories close / production moves abroad
↓
Industrial employment falls
↓
Tax base shrinks
↓
Government deficits and debt increase
↓
Interest costs increase
↓
Higher taxes / spending pressure
↓
Investment becomes less attractive
↓
Capital and entrepreneurs leave
↓
Fewer new companies are created
↓
Productivity and GDP growth weaken
↓
Political dissatisfaction increases
↓
Political fragmentation increases
↓
Long-term investment becomes even harder
Bottom line from the video
The video's central argument is that Europe's problems are becoming structural rather than merely cyclical.
The combination of deindustrialization, high energy costs, weak growth, high government debt, insufficient investment, weak venture capital, loss of entrepreneurs and capital, increasing competition from China, energy insecurity and political fragmentation creates a self-reinforcing negative cycle.
The video argues that Europe's historic wealth and institutions cannot by themselves guarantee continued prosperity if the underlying productive base continues to deteriorate.
Important note: The figures above are the statistics and claims presented in the video. They have been summarized without independently correcting or verifying them. Some of the video's conclusions—particularly the comparisons with Argentina/South America—are the speaker's interpretation rather than statistics themselves.
“It is not the strongest of the species that survives, nor the most intelligent, but rather the one most adaptable to change.”
"TANSTAAFL"
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Re: França too big to fail?
Dívida / PIB
França 2025: 115,6%
França 2026: 118,1%
USA 2025: ~99%
USA 2026: 101%
Défice / PIB
França 2025: -5.1%
França 2026: -5.1%
USA 2025: -5.9%
USA 2026: -5.8%
Crescimento real PIB
França 2025: 0.8%
França 2026: 0.8%
USA 2025: 2.1%
USA 2026: 2,2%
Juro 10Y
França 2025: ~3,37% média
França 2026, hoje, 4.102%
USA 2025: ~4,29% média
USA 2026, hoje: 4.710%
França 2025: 115,6%
França 2026: 118,1%
USA 2025: ~99%
USA 2026: 101%
Défice / PIB
França 2025: -5.1%
França 2026: -5.1%
USA 2025: -5.9%
USA 2026: -5.8%
Crescimento real PIB
França 2025: 0.8%
França 2026: 0.8%
USA 2025: 2.1%
USA 2026: 2,2%
Juro 10Y
França 2025: ~3,37% média
França 2026, hoje, 4.102%
USA 2025: ~4,29% média
USA 2026, hoje: 4.710%
Re: França too big to fail?
Um país como a França absolutamente dependente de dívida para financiar contas públicas está literalmente ligado ás máquinas.
Basta um choque qualquer mais abrupto para a economia colapsar e quem sabe levar a Europa toda ás costas.
Basta um espirro dos investidores e vamos ter potencialmente um evento castastrófico muito pior do que a crise dos PIIGS.
Depois é efeito bola de neve, aumento de impostos, fuga de capital monetário e intlectual, ainda maior aumento de gasto público, um verdadeiro cataclismo ao estilo da Argentina ali ao lado de Bruxelas.
Pensar que o Macron há dias anunciava um novo porta aviões.
Mas sim continuem a queixar-se do Trump, a culpa é dele...
Basta um choque qualquer mais abrupto para a economia colapsar e quem sabe levar a Europa toda ás costas.
Basta um espirro dos investidores e vamos ter potencialmente um evento castastrófico muito pior do que a crise dos PIIGS.
Depois é efeito bola de neve, aumento de impostos, fuga de capital monetário e intlectual, ainda maior aumento de gasto público, um verdadeiro cataclismo ao estilo da Argentina ali ao lado de Bruxelas.
Pensar que o Macron há dias anunciava um novo porta aviões.
Mas sim continuem a queixar-se do Trump, a culpa é dele...
“It is not the strongest of the species that survives, nor the most intelligent, but rather the one most adaptable to change.”
"TANSTAAFL"
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Re: França too big to fail?
Porque a França vai aguentando , da notícia em baixo fui procurar o valor , na Borgonha, um metro quadrado da vinha Romanée-Conti é estimado em cerca de 84 000 €/m². Como cada garrafa pode ser vendida por cerca de 15 a 30 mil .
Neste leilão 800 mil
(The most expensive wine in the world has smashed its previous record which dates back to 2018. A 1945 Romanée-Conti, Domaine de la Romanée-Conti’s eponymous grand cru, was sold for $812,500 at an auction which took place during La Paulée in New York. Let’s see what unfolded.)
Estava a ler
« Terá este valor sido ultrapassado? O preço da transação não foi divulgado, nem pela Roederer nem por Damoy, que permaneceu em silêncio. Segundo os preços habitualmente aceites, uma vinha Grand Cru prestigiada da Borgonha vende-se por 2 a 3 milhões de euros por ouvrée, ( medida que era dia de trabalho de um homem ) sendo que um hectare corresponde a 24 ouvrées. Assim, a propriedade Damoy valeria, ao preço de referência, entre 350 e mais de 500 milhões de euros.”
«On perd nos valeurs» : la vente d’un domaine en Bourgogne relance les craintes sur la flambée du foncier viticole
https://avis-vin.lefigaro.fr/economie-d ... e-20260727
Neste leilão 800 mil
(The most expensive wine in the world has smashed its previous record which dates back to 2018. A 1945 Romanée-Conti, Domaine de la Romanée-Conti’s eponymous grand cru, was sold for $812,500 at an auction which took place during La Paulée in New York. Let’s see what unfolded.)
Estava a ler
« Terá este valor sido ultrapassado? O preço da transação não foi divulgado, nem pela Roederer nem por Damoy, que permaneceu em silêncio. Segundo os preços habitualmente aceites, uma vinha Grand Cru prestigiada da Borgonha vende-se por 2 a 3 milhões de euros por ouvrée, ( medida que era dia de trabalho de um homem ) sendo que um hectare corresponde a 24 ouvrées. Assim, a propriedade Damoy valeria, ao preço de referência, entre 350 e mais de 500 milhões de euros.”
«On perd nos valeurs» : la vente d’un domaine en Bourgogne relance les craintes sur la flambée du foncier viticole
https://avis-vin.lefigaro.fr/economie-d ... e-20260727
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Re: França too big to fail?
Debate de qualidade sobre dívida .
https://www.bfmtv.com/economie/economie ... 50048.html
Ha gente amiga , para a ajudar a duvida da França há franceses que dão dinheiro ao estado nos últimos 3 meses do ano passado 6 derem derem 1223 euros .
No jornal oficial
ELI : https://www.legifrance.gouv.fr/eli/arre ... A/jo/texte
JORF n°0168 du 21 juillet 2026
https://www.bfmtv.com/economie/economie ... 50048.html
Ha gente amiga , para a ajudar a duvida da França há franceses que dão dinheiro ao estado nos últimos 3 meses do ano passado 6 derem derem 1223 euros .
No jornal oficial
ELI : https://www.legifrance.gouv.fr/eli/arre ... A/jo/texte
JORF n°0168 du 21 juillet 2026
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Re: França too big to fail?
Nao tinha historico suficiente mas deve estar em maximos de 15 anos numa altura que tem o maior racio divida/PIB da historia contemporanea.
Hoje o BCE deu uma palmadinha nas costas de um paciente em fase terminal: "esta tudo bem, toma um copo de vinho que isso passa"

Hoje o BCE deu uma palmadinha nas costas de um paciente em fase terminal: "esta tudo bem, toma um copo de vinho que isso passa"
“It is not the strongest of the species that survives, nor the most intelligent, but rather the one most adaptable to change.”
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Re: França too big to fail?
Em 2026, a França mantém-se em primeiro lugar na União Europeia, com uma carga fiscal total sobre o trabalhador médio de 55,6%, o que significa que, simbolicamente, trabalha até 22 de julho para financiar impostos e contribuições.
Dia da Libertação Fiscal
1
França
22 de julho
2
Áustria
18 de julho
3
Bélgica
17 de julho
4
Alemanha
9 de julho
5
Itália
4 de julho
6
Finlândia
Meados de junho
7
Espanha
Meados de junho
8
Portugal
7 de junho
9
Países Baixos
Início de junho
10
Suécia
Final de maio
11
Dinamarca
27 de maio
12
Irlanda
22 de maio
13
Reino Unido
10 de maio
14
Chipre
Abril
15
Malta
Abril
(Os USA b18–20 de abril jaca China meados de abril não há números oficiais mas é um cálculo )
Dia da Libertação Fiscal
1
França
22 de julho
2
Áustria
18 de julho
3
Bélgica
17 de julho
4
Alemanha
9 de julho
5
Itália
4 de julho
6
Finlândia
Meados de junho
7
Espanha
Meados de junho
8
Portugal
7 de junho
9
Países Baixos
Início de junho
10
Suécia
Final de maio
11
Dinamarca
27 de maio
12
Irlanda
22 de maio
13
Reino Unido
10 de maio
14
Chipre
Abril
15
Malta
Abril
(Os USA b18–20 de abril jaca China meados de abril não há números oficiais mas é um cálculo )
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Re: França too big to fail?
Assim sendo Portugal está no bom caminho............. 
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Re: França too big to fail?
AS 50 decisões que afundaram a França
Institut Thomas More identifica como as principais decisões que, na perspetiva dos seus autores, contribuíram para o declínio da França entre 1975 e 2025. Trata-se da interpretação do think tank, não de um consenso académico.
1. Imigração
* Reagrupamento familiar (1976), permitindo a instalação permanente de famílias.
* Regularizações sucessivas de imigrantes em situação ilegal.
* Controlo insuficiente das fronteiras.
* Dificuldade em expulsar estrangeiros condenados por crimes.
* Aumento da imigração legal e ilegal sem uma política eficaz de integração.
2. Segurança e Justiça
* Redução da severidade das penas.
* Abolição da pena de morte (1981), apontada pelos autores como parte de uma mudança mais ampla na política criminal.
* Diminuição das penas efetivamente cumpridas.
* Atrasos nos tribunais.
* Crescente sensação de impunidade para a pequena e média criminalidade.
* Menor autoridade da polícia e maiores restrições à sua atuação.
3. Educação
* Queda da exigência escolar.
* Reformas que reduziram a seleção pelo mérito.
* Diminuição do nível de francês, matemática e história.
* Perda de autoridade dos professores.
* Massificação do ensino superior sem garantia de qualidade.
4. Economia
* Aumento contínuo da despesa pública.
* Crescimento da dívida do Estado.
* Elevada carga fiscal.
* Excesso de regulamentação.
* Desindustrialização e perda de fábricas.
* Dependência crescente das importações.
5. Estado Social
* Expansão permanente das prestações sociais.
* Sistema de pensões cada vez mais difícil de financiar.
* Défices recorrentes na Segurança Social.
* Aumento da dependência do Estado.
6. Administração Pública
* Crescimento do número de funcionários públicos.
* Multiplicação de organismos e agências.
* Excesso de burocracia.
* Processo de decisão mais lento e complexo.
7. União Europeia
* Transferência de competências para Bruxelas.
* Limitação da autonomia nacional em várias áreas.
* Adoção do euro sem reformas económicas suficientes para melhorar a competitividade.
8. Defesa
* Redução dos efetivos militares após a Guerra Fria.
* Menor investimento nas Forças Armadas durante vários anos.
* Dependência crescente de aliados para algumas capacidades.
9. Energia
* Fecho ou atraso de projetos nucleares.
* Aumento da dependência energética externa em determinados períodos.
* Políticas energéticas consideradas inconsistentes.
10. Identidade Nacional
* Enfraquecimento do conceito de assimilação republicana.
* Fragmentação social e territorial.
* Crescimento de zonas onde o Estado tem dificuldade em impor a sua autoridade.
Conclusão do relatório
Os autores defendem que não foi uma única decisão que levou ao declínio, mas sim a acumulação de cerca de cinquenta reformas ao longo de cinco décadas. Na sua perspetiva, os fatores mais determinantes foram:
* imigração sem integração eficaz;
* enfraquecimento da autoridade do Estado;
* aumento contínuo da despesa pública e da dívida;
* perda de competitividade económica;
* deterioração do sistema educativo;
* justiça mais lenta e menos dissuasora.
Institut Thomas More identifica como as principais decisões que, na perspetiva dos seus autores, contribuíram para o declínio da França entre 1975 e 2025. Trata-se da interpretação do think tank, não de um consenso académico.
1. Imigração
* Reagrupamento familiar (1976), permitindo a instalação permanente de famílias.
* Regularizações sucessivas de imigrantes em situação ilegal.
* Controlo insuficiente das fronteiras.
* Dificuldade em expulsar estrangeiros condenados por crimes.
* Aumento da imigração legal e ilegal sem uma política eficaz de integração.
2. Segurança e Justiça
* Redução da severidade das penas.
* Abolição da pena de morte (1981), apontada pelos autores como parte de uma mudança mais ampla na política criminal.
* Diminuição das penas efetivamente cumpridas.
* Atrasos nos tribunais.
* Crescente sensação de impunidade para a pequena e média criminalidade.
* Menor autoridade da polícia e maiores restrições à sua atuação.
3. Educação
* Queda da exigência escolar.
* Reformas que reduziram a seleção pelo mérito.
* Diminuição do nível de francês, matemática e história.
* Perda de autoridade dos professores.
* Massificação do ensino superior sem garantia de qualidade.
4. Economia
* Aumento contínuo da despesa pública.
* Crescimento da dívida do Estado.
* Elevada carga fiscal.
* Excesso de regulamentação.
* Desindustrialização e perda de fábricas.
* Dependência crescente das importações.
5. Estado Social
* Expansão permanente das prestações sociais.
* Sistema de pensões cada vez mais difícil de financiar.
* Défices recorrentes na Segurança Social.
* Aumento da dependência do Estado.
6. Administração Pública
* Crescimento do número de funcionários públicos.
* Multiplicação de organismos e agências.
* Excesso de burocracia.
* Processo de decisão mais lento e complexo.
7. União Europeia
* Transferência de competências para Bruxelas.
* Limitação da autonomia nacional em várias áreas.
* Adoção do euro sem reformas económicas suficientes para melhorar a competitividade.
8. Defesa
* Redução dos efetivos militares após a Guerra Fria.
* Menor investimento nas Forças Armadas durante vários anos.
* Dependência crescente de aliados para algumas capacidades.
9. Energia
* Fecho ou atraso de projetos nucleares.
* Aumento da dependência energética externa em determinados períodos.
* Políticas energéticas consideradas inconsistentes.
10. Identidade Nacional
* Enfraquecimento do conceito de assimilação republicana.
* Fragmentação social e territorial.
* Crescimento de zonas onde o Estado tem dificuldade em impor a sua autoridade.
Conclusão do relatório
Os autores defendem que não foi uma única decisão que levou ao declínio, mas sim a acumulação de cerca de cinquenta reformas ao longo de cinco décadas. Na sua perspetiva, os fatores mais determinantes foram:
* imigração sem integração eficaz;
* enfraquecimento da autoridade do Estado;
* aumento contínuo da despesa pública e da dívida;
* perda de competitividade económica;
* deterioração do sistema educativo;
* justiça mais lenta e menos dissuasora.
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Re: França too big to fail?
Opcard33 Escreveu:Na França foi a imigração das últimas dezenas de anos que rebentou com a segurança social . Muita sorte para Portugal .
A situação da Segurança Social é calamitosa ,deterioração adicional de mais de 4 mil milhões de euros, ou seja, um “buraco” para 2026 superior a 23 mil milhões.
A notícia hoje é esta:
Peso da despesa com pensões caiu quase 2 pontos percentuais do PIB numa década
Gastos têm acelerado nos últimos anos, sobretudo na Segurança Social, face ao período até 2022. Ainda assim, o peso nas contas públicas regrediu para 12,3% do PIB.
Apesar da aceleração da despesa com pensões dos últimos anos, os gastos totais com estas prestações são hoje significativamente mais leves nas contas públicas, com o peso desta despesa a cair de 14,2% para 12,3% do PIB na última década.
https://www.jornaldenegocios.pt/economi ... uma-decada
Re: França too big to fail?
Na França foi a imigração das últimas dezenas de anos que rebentou com a segurança social . Muita sorte para Portugal .
A situação da Segurança Social é calamitosa ,deterioração adicional de mais de 4 mil milhões de euros, ou seja, um “buraco” para 2026 superior a 23 mil milhões.
A situação da Segurança Social é calamitosa ,deterioração adicional de mais de 4 mil milhões de euros, ou seja, um “buraco” para 2026 superior a 23 mil milhões.
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