Irão–EUA: fim do regime dos Aiatolas?
Re: Irão–EUA: fim do regime dos Aiatolas?
niceboy Escreveu:E ao lançar esses misseis interceptores de milhões quantas vidas humanas (e animais) se salvam? Qual o preço de uma vida humana (no ocidente)?
E ao lançar esses misseis interceptores de milhões quantas infraestruturas críticas e salvam?
O problema é que é insustentável, são os americanos que dizem que vão demorar 15 anos a repor os stocks de 1 mês.
Volto a dizer, estrangulem financeiramente o Irão, que é o oposto do que têm feitos nos últimos 11 anos.
O JCPOA (Joint Comprehensive Plan of Action) e a libertação dos fundos iranianos é que nos trouxeram até aqui.
Aprendam, não comentam os mesmos erros constantemente.
Pedro
Re: Irão–EUA: fim do regime dos Aiatolas?
E ao lançar esses misseis interceptores de milhões quantas vidas humanas (e animais) se salvam? Qual o preço de uma vida humana (no ocidente)?
E ao lançar esses misseis interceptores de milhões quantas infraestruturas críticas e salvam?
E ao lançar esses misseis interceptores de milhões quantas infraestruturas críticas e salvam?
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Re: Irão–EUA: fim do regime dos Aiatolas?
Imagens da Planet Labs, mostram a destruição de um E-3 Sentry, no ataque à base aérea Prince Sultan, na Arábia Saudita.
Os EUA tinham 16, sendo que apenas metade estão operacionais e o programa E-7 está em "banho maria".
À semelhança da Rússia, os EUA meteram-se numa guerra, sem estarem preparados para ela, e mais grave, sem um plano.
Trump achou que os bombardeamentos faziam cair o regime, ignorando as informações dos seus serviços e o passado, a partir daí perdeu a iniciativa e navega à vista.
A Ucrânia, hoje está na vanguarda de drones interceptores, capaz de produzir 10 mil mês.
A Wild Hornets produz o STING, que custa 2 mil dólares, mas há muitas outras, como a Sky Fall....
A guerra da Ucrânia mudou o panorama, não se pode destruir um drone de 200 mil dólares, com um míssil de 2 milhões, ou lançar 7 mísseis de 3 milhões de dólares para interceptar um míssil balístico.
Pedro
Os EUA tinham 16, sendo que apenas metade estão operacionais e o programa E-7 está em "banho maria".
À semelhança da Rússia, os EUA meteram-se numa guerra, sem estarem preparados para ela, e mais grave, sem um plano.
Trump achou que os bombardeamentos faziam cair o regime, ignorando as informações dos seus serviços e o passado, a partir daí perdeu a iniciativa e navega à vista.
A Ucrânia, hoje está na vanguarda de drones interceptores, capaz de produzir 10 mil mês.
A Wild Hornets produz o STING, que custa 2 mil dólares, mas há muitas outras, como a Sky Fall....
A guerra da Ucrânia mudou o panorama, não se pode destruir um drone de 200 mil dólares, com um míssil de 2 milhões, ou lançar 7 mísseis de 3 milhões de dólares para interceptar um míssil balístico.
Pedro
Re: Irão–EUA: fim do regime dos Aiatolas?
Ah sim claro o argumento de sempre a Ucrania domina em todas as frentes!!! Só que continua a perder território todos os dias, contea uma Russia que há 4 anos tinha de lutar com tanques da WW2! Mais os soldados passavam fome há 4 anos e ainda estão vivos!!!! Milagre!
Quem está mal mesmo são os USA que estão prestes a capitular.
Só para os leitores entenderem a qualidade das fontes…
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“It is not the strongest of the species that survives, nor the most intelligent, but rather the one most adaptable to change.”
― Leon C. Megginson
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Re: Irão–EUA: fim do regime dos Aiatolas?
Zelensky sai do Médio Oriente com acordos militares de longa duração com a Arábia Saudita, EAU e Catar.
https://www.nbcnews.com/world/ukraine/russia-us-base-american-troops-zelenskyy-rcna265612
Pedro
Ukraine
Russia took satellite images of U.S. airbase in days before Iranian attack, Ukraine's Zelenskyy says
https://www.nbcnews.com/world/ukraine/russia-us-base-american-troops-zelenskyy-rcna265612
Pedro
Re: Irão–EUA: fim do regime dos Aiatolas?
Opcard33, a Axios fala no telefonema, muito pouco amigável com o provável futuro presidente dos EUA e que representa uma boa parte do MAGA que não quer envolvimento em guerras no exterior.
O próprio Trump já deu a entender que vai sair, ou ter uma participação residual na Nato.
Só têm 2 porta-aviões para enviar, o USS George HW Bush, que deve ir para a semana e o USS Nimitz, que ia ser desmantelado em maio, mas viu a sua vida prolongada mais 1 ano, mas para já, não deve ir.
Os EUA nunca vão ganhar esta guerra, é impossível, as guerras não se ganham nos céus.
Ia durar uns dias, vai num mês e agora vai durar mais 3/4 semanas .....
Os EUA só podem fazer o que Nixon fez, bombardear, negociar e sair.
Alguém vai ocupar esse espaço, a China.
O Irão estava preparado para esta guerra, ao contrário dos EUA, e bloqueando o Estreto de Ormuz e o Estreito de Bab el-Mandeb, vai transportar o conflito para fora da região.
Pedro
O próprio Trump já deu a entender que vai sair, ou ter uma participação residual na Nato.
Só têm 2 porta-aviões para enviar, o USS George HW Bush, que deve ir para a semana e o USS Nimitz, que ia ser desmantelado em maio, mas viu a sua vida prolongada mais 1 ano, mas para já, não deve ir.
Os EUA nunca vão ganhar esta guerra, é impossível, as guerras não se ganham nos céus.
Ia durar uns dias, vai num mês e agora vai durar mais 3/4 semanas .....
Os EUA só podem fazer o que Nixon fez, bombardear, negociar e sair.
Alguém vai ocupar esse espaço, a China.
O Irão estava preparado para esta guerra, ao contrário dos EUA, e bloqueando o Estreto de Ormuz e o Estreito de Bab el-Mandeb, vai transportar o conflito para fora da região.
Pedro
Re: Irão–EUA: fim do regime dos Aiatolas?
Vejam este vídeo do Carpatos no minuto 33 , em que um trader da Goldman tem uma opinião muito curiosa .
Acha que a situação não está descontrolada , e que a data 4 de Abril , coincide com a chegada de mais dois porta - aviões ao estreito .
https://www.youtube.com/watch?v=ys2YzaBGa5w
Pedro , como estás mais atualizado em relação este cenário de guerra , faz algum sentido as afirmações do Trader.
Acha que a situação não está descontrolada , e que a data 4 de Abril , coincide com a chegada de mais dois porta - aviões ao estreito .
https://www.youtube.com/watch?v=ys2YzaBGa5w
Pedro , como estás mais atualizado em relação este cenário de guerra , faz algum sentido as afirmações do Trader.
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Re: Irão–EUA: fim do regime dos Aiatolas?
Estás a exagerar bastante , nem Donald Trump “destruiu” os EUA, nem a relação EUA–Israel criada e consolidada por Henry Kissinger colapsou, e a Arabia continua a equilibrar-se entre Washington e Pequim sem “fugir” para a China.
Quem está em destruição são certos países :
“ Com quase 37.000 habitantes, 107 nacionalidades, uma taxa de desemprego de 25% e mais de 50% de habitações sociais, Creil, a terceira maior cidade do departamento de Oise, está entre as mais pobres de França. “Um ambiente muito urbano, com um forte sentido de comunidade, é o perfil perfeito para estudar o voto em Mélenchon”, observa Lucas Jakubowicz, autor de *Voto Religioso, um Tabu Francês*. “Creil, e particularmente o bairro do Plateau, é um lugar onde o Islão é especialmente visível. Na assembleia de voto 8, no coração do Plateau, o apoio a Jean-Luc Mélenchon atingiu um pico de 75% na primeira volta das eleições presidenciais de 2022.”
Isto está a acontecer em França : não nos USA
“ Purga anunciada, polícia desarmada, Gaza… Cidades na hora da resistência.”
http://www.lefigaro.fr/faits-divers/ils ... s-20260326
La mairie de Fresnes saccagée par une vingtaine d’individus cagoulés, Laurent Nunez dénonce une «atteinte à notre République»
Um câmara que passou para o centro direita destruída :
https://www.lefigaro.fr/faits-divers/la ... e-20260328
“
Quem está em destruição são certos países :
“ Com quase 37.000 habitantes, 107 nacionalidades, uma taxa de desemprego de 25% e mais de 50% de habitações sociais, Creil, a terceira maior cidade do departamento de Oise, está entre as mais pobres de França. “Um ambiente muito urbano, com um forte sentido de comunidade, é o perfil perfeito para estudar o voto em Mélenchon”, observa Lucas Jakubowicz, autor de *Voto Religioso, um Tabu Francês*. “Creil, e particularmente o bairro do Plateau, é um lugar onde o Islão é especialmente visível. Na assembleia de voto 8, no coração do Plateau, o apoio a Jean-Luc Mélenchon atingiu um pico de 75% na primeira volta das eleições presidenciais de 2022.”
Isto está a acontecer em França : não nos USA
“ Purga anunciada, polícia desarmada, Gaza… Cidades na hora da resistência.”
http://www.lefigaro.fr/faits-divers/ils ... s-20260326
La mairie de Fresnes saccagée par une vingtaine d’individus cagoulés, Laurent Nunez dénonce une «atteinte à notre République»
Um câmara que passou para o centro direita destruída :
https://www.lefigaro.fr/faits-divers/la ... e-20260328
“
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Re: Irão–EUA: fim do regime dos Aiatolas?
Já o tinha dito à vários meses, Trump vai destruir os EUA, como os conhecemos há 80 ano, e mais impressionante, destruir a relação EUA/Israel, que Henry Kissinger construiu e dura à mais de meio século.
A Arábia Saudita vai fugir para os braços da China.
Curioso, a importância que a Ucrânia começa a ter para alguns países do Médio Oriente.
Pedro
A Arábia Saudita vai fugir para os braços da China.
Curioso, a importância que a Ucrânia começa a ter para alguns países do Médio Oriente.
Pedro
Re: Irão–EUA: fim do regime dos Aiatolas?
Trump tem que descobrir uma narrativa este fim de semana, para salvar os mercados!
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Re: Irão–EUA: fim do regime dos Aiatolas?
O USS George HW Bush CSG vai para a região e ficar sob o comando do CENTCOM, os Hutis anunciaram a sua entrada na guerra e a Axios diz que JD Vance teve um telefonema caloroso com Netanyahu, em que o acusou de ter vendido a ideia que era fácil derrotar o Irão e depor o regime.
Se esta trapalhada podia ficar pior? Podia e vai.
Pedro
Se esta trapalhada podia ficar pior? Podia e vai.
Pedro
Re: Irão–EUA: fim do regime dos Aiatolas?
O Irão atingiu vários (3?) reabastecedores (KC-135), fazendo ainda 10 feridos, na base aérea Prince Sultan, na Arábia Saudita e os Hutis lançaram mísseis balísticos que atingiram o sul de Israel.
Trump tem que agradecer à Russia e à China, que estão a fornecer drones Shahed, localização dos alvos e o sistema BDS (BeiDou Navigation Satellite System).
O Irão preparou-se para esta guerra, a Trump resta uma saída à Nixon, bombardear, negociar e sair.
Pedro
Trump tem que agradecer à Russia e à China, que estão a fornecer drones Shahed, localização dos alvos e o sistema BDS (BeiDou Navigation Satellite System).
O Irão preparou-se para esta guerra, a Trump resta uma saída à Nixon, bombardear, negociar e sair.
Pedro
Re: Irão–EUA: fim do regime dos Aiatolas?
Iran trolls Trump with AI clip of Trump being interrogated by an IRGC officer
https://www.themirror.com/news/politics/breaking-iranian-trolls-trump-ai-1761192
https://www.themirror.com/news/politics/breaking-iranian-trolls-trump-ai-1761192
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Re: Irão–EUA: fim do regime dos Aiatolas?
Provavelmente a caminho da Base Naval de Norfolk, onde ficará 12/14 meses, e de onde tinha saído em junho de 2025, para render o USS Nimitz.
Com ele regressam 4 destróieres de mísseis guiados (USS Mitscher, o USS Mahan, o USS Bainbridge e o USS Forrest Sherman).
Quase 10 meses destacado com vários desdobramentos.
https://x.com/NemicoNetwork/status/2037539242264469985
Pedro
Com ele regressam 4 destróieres de mísseis guiados (USS Mitscher, o USS Mahan, o USS Bainbridge e o USS Forrest Sherman).
Quase 10 meses destacado com vários desdobramentos.
USS Ford has departed Naval Support Activity Souda Bay in Crete, Greece.
https://x.com/NemicoNetwork/status/2037539242264469985
Pedro
Re: Irão–EUA: fim do regime dos Aiatolas?
Em 30 dias a marinha dos EUA lançou 850 mísseis de cruzeiro Tomahawk de um total de 3.000/4.000.
Repor estes 850 mísseis, que têm um custo unitário de 1,5/2 milhões de dólares, vai levar 8 anos.
Usaram ainda, mais de 1.000 interceptores através dos sistemans MIM-104 Patriot e THAAD (Terminal High Altitude Area Defense) do Exército e mísseis SM-3 e SM-6 (Standard Missile) da marinha.
https://x.com/clashreport/status/2037522103386190122
Pedro
Repor estes 850 mísseis, que têm um custo unitário de 1,5/2 milhões de dólares, vai levar 8 anos.
Usaram ainda, mais de 1.000 interceptores através dos sistemans MIM-104 Patriot e THAAD (Terminal High Altitude Area Defense) do Exército e mísseis SM-3 e SM-6 (Standard Missile) da marinha.
Inside the White House, aides say Trump is already mentally moving on from the Iran conflict.
A senior official said:
“[Trump] is getting a little bored with Iran. Not that he regrets it or something — he’s just bored and wants to move on.”
Source: MS NOW
https://x.com/clashreport/status/2037522103386190122
Pedro
Re: Irão–EUA: fim do regime dos Aiatolas?
O segundo cenário envolve a presença de tropas no terreno, uma opção mais complexa e arriscada. Nos últimos dias, o Pentágono mobilizou cerca de 3.000 paraquedistas da 82.ª Divisão Aerotransportada e posicionou duas unidades expedicionárias de fuzileiros navais, cada uma com cerca de 5.000 militares, apoiadas por navios de assalto anfíbio. Paralelamente, o aumento do movimento de aviões militares de transporte sugere a possível mobilização de forças especiais, incluindo unidades de elite como a Delta Force e os Navy SEAL.
Uma Unidade Expedicionária de Fuzileiros Navais tem cerca de 2.500 homens, e não os 5.000 mencionados.
Estas unidades estão a ser reformuladas ao abrigo do Force Design 2030, tendo como objectivo dar-lhes mobilidade para actuar no Indo-Pacífico, nomeadamente através de operações anfíbias mais leves.
Por exemplo, deixaram de usar os M1 Abrams, passando o poder de fogo para os M142 HIMARS.
Os marines apoiam os Navy SEALs, nesta caso o DEVGRU, como o 75º Regimento Ranger apoia 1st SFOD-D.
Para tomar as ilhas do Golfo Pérsico/Estreito Ormuz, são precisos 3.000/3.500 homens, incluindo marines, MARSOC, DEVGRU, 160.º SOAR....
Não vejo a razão de mobilizarem a 82.ª Divisão Aerotransportada (AA).
Pedro
Re: Irão–EUA: fim do regime dos Aiatolas?
Afinal o Pentágono e a cúpula militar apresentam planos.
A decisão parece-me que já está definida há uns meses. Aliás aposto que na visita saudita á casa branca já se tinha falado em alguns detalhes da operação.
O Pentágono apresentou ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, um conjunto de opções militares para intensificar o conflito com o Irão, incluindo bombardeamentos em larga escala e o eventual envio de tropas para território inimigo. A informação foi avançada pelo portal Axios, que cita fontes próximas das discussões, indicando que o plano contempla diferentes cenários de intervenção num contexto de crescente tensão no Médio Oriente.
Segundo o jornal El Confidencial, o relatório confidencial descreve quatro possíveis operações estratégicas: a invasão da ilha de Kharg, principal centro de exportação petrolífera iraniana; a ocupação da ilha de Larak, dotada de infraestruturas militares essenciais para o controlo do estreito de Ormuz; a tomada da ilha de Abu Musa, território estratégico disputado com os Emirados Árabes Unidos; e o bloqueio ou interceção de navios que transportem petróleo iraniano. Apesar destas opções, Trump ainda não tomou uma decisão definitiva, num momento em que as trocas de declarações entre Washington e Teerão continuam tensas — com o líder norte-americano a afirmar que os ayatolás “estão a implorar por um acordo”, enquanto o regime iraniano responde que não tem “intenção de negociar por agora”.
Dois cenários estratégicos com riscos elevados
Os analistas apontam dois cenários principais para a atuação dos Estados Unidos. O primeiro passa por uma campanha de bombardeamentos seguida de retirada, solução que poderá permitir ao Irão reivindicar uma vitória política e retomar, a médio prazo, o seu programa militar e nuclear. Apesar de operações anteriores, como a ofensiva “Midnight Hammer”, em que bombardeiros B-2 lançaram dezenas de munições de precisão sobre instalações nucleares, os especialistas consideram difícil eliminar completamente essa capacidade apenas através de ataques aéreos.
O segundo cenário envolve a presença de tropas no terreno, uma opção mais complexa e arriscada. Nos últimos dias, o Pentágono mobilizou cerca de 3.000 paraquedistas da 82.ª Divisão Aerotransportada e posicionou duas unidades expedicionárias de fuzileiros navais, cada uma com cerca de 5.000 militares, apoiadas por navios de assalto anfíbio. Paralelamente, o aumento do movimento de aviões militares de transporte sugere a possível mobilização de forças especiais, incluindo unidades de elite como a Delta Force e os Navy SEAL.
Dúvidas sobre eficácia de operações terrestres e controlo estratégico
Apesar da mobilização militar, vários analistas questionam a utilidade estratégica de ocupar pequenas ilhas no estreito de Ormuz sem um plano mais abrangente. O especialista militar Jesús Pérez Triana alertou que experiências recentes, como a guerra na Ucrânia, demonstram que posições isoladas podem tornar-se alvos fáceis para ataques constantes, dificultando a logística e a defesa. Nesse sentido, a manutenção de forças no terreno exigiria sistemas robustos de defesa aérea e antidrones, cuja eficácia tem sido limitada noutros conflitos recentes.
Como alternativa, os Estados Unidos poderão optar por ataques cirúrgicos a infraestruturas militares e económicas críticas do regime iraniano. No entanto, esses alvos encontram-se fortemente protegidos, tornando qualquer operação de assalto altamente arriscada. Alguns observadores consideram que a Casa Branca poderá procurar uma ação de grande impacto para encerrar rapidamente o conflito, ainda que isso implique riscos elevados.
Pressão internacional e divergências sobre o desfecho da guerra
Entretanto, Benjamin Netanyahu parece assumir que os Estados Unidos procuram uma saída para o conflito, tendo ajustado a estratégia militar de Israel para atacar infraestruturas industriais e militares iranianas, em vez de focar a liderança política. Fontes citadas pelo The Wall Street Journal indicam que Telavive pretende maximizar danos antes de um eventual cessar-fogo.
O conflito, que dura há quase quatro semanas, já terá envolvido cerca de 18.000 ataques, ultrapassando as previsões iniciais de Trump, que apontavam para uma resolução em quatro a seis semanas. Perante este cenário, analistas como Nadim Koteich alertam para a falta de clareza estratégica dos EUA, sublinhando que objetivos como mudança de regime, neutralização nuclear e acordo diplomático são incompatíveis entre si.
Países do Golfo exigem desfecho definitivo para o conflito
Nos países do Golfo, cresce a preocupação com um eventual recuo dos Estados Unidos sem resultados concretos. O embaixador dos Emirados Árabes Unidos em Washington, Youssef Al Otaiba, defendeu publicamente a necessidade de um desfecho decisivo, afirmando que “não podemos deixar que o Irão mantenha reféns os Estados Unidos, os Emirados Árabes Unidos e a economia global”, acrescentando que “um simples cessar-fogo não é suficiente” e que é necessário “um resultado conclusivo”.
A posição reflete a preocupação das potências regionais com a continuidade da instabilidade, defendendo medidas que vão desde o fim do programa nuclear iraniano até alterações profundas no regime. No entanto, especialistas alertam que alcançar esses objetivos exigiria uma operação militar de grande escala, com custos e riscos ainda imprevisíveis.
A decisão parece-me que já está definida há uns meses. Aliás aposto que na visita saudita á casa branca já se tinha falado em alguns detalhes da operação.
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Re: Irão–EUA: fim do regime dos Aiatolas?
Neftis Escreveu:O Irão está a expor estas debilidades e a provar que os EUA não têm capacidade para enfrentar uma grande guerra.
Mas onde é que estão essas debilidades? Quantas unidades perderiam os USA?
Pois os USA não são a Ucrânia que tinha 0 baixas, só que depois passados uns anos já havia dezenas de milhares de perdas humanas,
Quem também não tem debilidades é a UE. Ainda bem porque quando a Rússia avançar aqui os heróis do universo vão estar todos prontos a lutar contra russos que vêm com paus e pedras. De certeza que sim. Aliás com as energias renováveis está preparadíssima para choques no preço do oil&gas como se vê. Brilhante tudo.
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Re: Irão–EUA: fim do regime dos Aiatolas?
Sertorio Escreveu:Hoje o comentador Afonso Moura da Now ( 0 - 1Horas ) , reafirma que os USA vão fazer uma operação terrestre em Abril
Quando se fala em "operação terrestre", está-se a falar da ilha de Kharg e Abu Musa (Golfo Pérsico) e Larak (Estreito Ormuz).
Os EUA não tªêm efectivos para invadir o Irão Continental, nem por onde o fazer, excepto por via anfíbia.
Pedro
Re: Irão–EUA: fim do regime dos Aiatolas?
Os Estados Unidos tem EMP não nucleares (bombas de micro-ondas de alta potência) será o único país e nunca foi utilizada, será desta vez, o Irão volta para a idade , onde este regime o colocou .
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Re: Irão–EUA: fim do regime dos Aiatolas?
Hoje o comentador Afonso Moura da Now ( 0 - 1Horas ) , reafirma que os USA vão fazer uma operação terrestre em Abril .
Volto aconselhar ouvir este comentador , porque tem uma visão completamente diferente dos outros comentadores , e faz uma análise neutral.
O HistoryLegends tem este vídeo , em que demonstra que as tropas americanas não estão preparadas para uma guerra de drones ...
https://www.youtube.com/watch?v=ETeA07YjnSM
Volto aconselhar ouvir este comentador , porque tem uma visão completamente diferente dos outros comentadores , e faz uma análise neutral.
O HistoryLegends tem este vídeo , em que demonstra que as tropas americanas não estão preparadas para uma guerra de drones ...
https://www.youtube.com/watch?v=ETeA07YjnSM
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Re: Irão–EUA: fim do regime dos Aiatolas?
PMP69 Escreveu:Neftis Escreveu:O porta-aviões Gerald Ford, a joia da coroa da Marinha imperial americana sofreu um incêndio que feriu 200 marinheiros e saiu do Mar Vermelho para Creta, para ser reparado. Fala-se em sabotagem a bordo. Ou isso ou falha de material, o que é estranho dado tratar-se de um equipamento recente. Não sei qual das hipóteses seria mais grave.
Já tinha problemas de esgoto e a sua manutenção agendada.
Por norma, estes navios passam 6/7 meses em destacamento e outros tantos em terra, devido às condições adversas em que operarm, e cada mês a mais no mar, equivale ao drobro do tempo na doca seca.
Estamos a falar de um navio com 5.000 marinheiros, que transporta 80 aviões, bombas, mísseis e que estava a fazer diáriamente 120 lançamentos/recuperações. É humanamente impossível operar 10 meses nestas condições.
As camisolas dos marinheiros variam consoantes a sua função; Verdes (mecânicos de convés e responsáveis das catapultas e dos cabos de recuperação), Amarelas (segurança da plataforma e os responsáveis pelo lançamento das aeronaves), Xadrez (inspecção final), Roxas (abastecimento de aeronaves), Azuis (tripulação do convés), Castanhas (mecânicos de aeronaves), brancas (pessoal médico)....
Acredito que o USS Gerald Ford vá passar no mínimo 12 meses em reparação, mais o periodo de treinamento, estamos a falar num mínimo de 13 meses antes de ser novamente destacado.
Pedro
O armamento americano é caríssimo. Obscenamente caro. Desde os Patriot aos F-35, são equipamentos milionários que ainda por cima demoram imenso tempo a fabricar. Os EUA habituaram-se a guerras de toca-e-foge, contra adversários muito mais fracos (como o Iraque, a Sérvia, ou os Taliban), em que por isso sofrem poucas baixas humanas e de equipamento. O Irão está a expor estas debilidades e a provar que os EUA não têm capacidade para enfrentar uma grande guerra.
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Re: Irão–EUA: fim do regime dos Aiatolas?
O Gen. Eyal Zamir alertou para a falta de pessoal e a sobrecarga do sistema militar, que poderá provocar o colapso das IDF.
https://x.com/clashreport/status/2037409989850001434
https://x.com/clashreport/status/2037406483160109446
Pedro
The U.S. Army is increasing the maximum enlistment age from 35 to 42 to expand its recruiting pool.
The Army will also allow applicants with one marijuana-related conviction.
Officials say the move is part of a long-term effort to address recruiting shortages.
Source: ABC News
https://x.com/clashreport/status/2037409989850001434
Netanyahu plans to extend mandatory military service due to a major troop shortage.
Source: Kan News
https://x.com/clashreport/status/2037406483160109446
Pedro
Re: Irão–EUA: fim do regime dos Aiatolas?
Se o petróleo continuar a não sair do estreito mais 10 dias é capaz de correr bem a brincadeira.
Agora só falta mesmo o Irão desmentir que partiu deles o pedido de suspender estes ataques às infraestruturas energéticas.
Mais 10 dias são mais 15.000 milhões de despesa para ter as tropas naquela zona a ver a banda passar.
O impacto de mais 10 dias (para começar) nos preços do petróleo e do gás e na inflação vão ser uma maravilha.
Agora só falta mesmo o Irão desmentir que partiu deles o pedido de suspender estes ataques às infraestruturas energéticas.
Mais 10 dias são mais 15.000 milhões de despesa para ter as tropas naquela zona a ver a banda passar.
O impacto de mais 10 dias (para começar) nos preços do petróleo e do gás e na inflação vão ser uma maravilha.
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Re: Irão–EUA: fim do regime dos Aiatolas?
Mais 10 dias e depois sim é que o Trump se chateia. Ele não volta a avisar. Mais um TACO para a mesa do canto
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