Irão–EUA: fim do regime dos Aiatolas?
Re: Irão–EUA: fim do regime dos Aiatolas?
BearManBull Escreveu:O embaixador da Rússia no Reino Unido, Andrey Kelin, confirmou este sábado que o país “não é neutro” em relação à situação no Irão e declarou publicamente o apoio de Moscovo a Teerão.
Parece que afinal Trump não é um espião russo...
Achas que os espiões Israelitas no Irão, não fizeram tudo para parecerem fervorosos apoiantes do Irão.
Não consegues perceber os vários apoios do Trump à Russia e os vários apoios da Russia ao Trump ao longo dos anos, até à sua colocação na Casa Branca.
Não digo que o Trump seja um espião russo, mas que há grandes evidências, há.
A propósito das lagoas, sabes como ficaram? pelos vistos acreditas com muita facilidade no que ouves de Trump.
Em que ficamos agora. O ano passado Trump disse que tilha eliminado definitivamente a possibilidade do Irão ter armas nucleares,
Agora justifica o ataque com o perigo eminente de um ataque por armas que tinha eliminado definitivamente.
Que nunca por vencidos se conheçam
Re: Irão–EUA: fim do regime dos Aiatolas?
O embaixador da Rússia no Reino Unido, Andrey Kelin, confirmou este sábado que o país “não é neutro” em relação à situação no Irão e declarou publicamente o apoio de Moscovo a Teerão.
Parece que afinal Trump nao é um espiao russo...
“It is not the strongest of the species that survives, nor the most intelligent, but rather the one most adaptable to change.”
― Leon C. Megginson
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Re: Irão–EUA: fim do regime dos Aiatolas?
Iran's President Masoud Pezeshkian has apologised for attacking neighbouring countries, in a pre-recorded address released on state television.
Within minutes of the statement’s release, an explosion was heard over Doha, as attacks on Gulf nations continue.
https://x.com/AJEnglish/status/2030214759933780478
Os primeiros sinais de fraqueza do Irão revelam dificuldades no controlo interno.
Re: Irão–EUA: fim do regime dos Aiatolas?
A manutenção depende muito do tempo de destacamento.
A classe Ford "herdou" alguns problemas da Classe Nimitz, nomeadamente o sistema de esgoto das casas de banho, que no caso do USS Geral R. Ford se arrastam, e estava previsto reparar antes de ser destacado para o Mediterrâneo.
Pedro
A classe Ford "herdou" alguns problemas da Classe Nimitz, nomeadamente o sistema de esgoto das casas de banho, que no caso do USS Geral R. Ford se arrastam, e estava previsto reparar antes de ser destacado para o Mediterrâneo.
Pedro
Re: Irão–EUA: fim do regime dos Aiatolas?
Bush é de uma classe anterior, requer mais pessoal e mais manutenção manual.
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Re: Irão–EUA: fim do regime dos Aiatolas?
PC05 Escreveu:BREAKING: According to chinese Satellite imagery the USS Gerald R. Ford aircraft carrier and its strike group has passed through the Suez Canal towards the Red Sea.
https://x.com/MonitorX99800/status/2029976445380899226
USS Gerald R. Ford a caminho do Golfo Pérsico.
Deverá ser rendido, brevemente, pelo USS George H.W. Bush, e regressar à base naval de Norfolk, na Virginia, para as reparações que tem pendentes.
Está destacado há 9 meses, e não acredito que fique menos de 1 ano na doca seca.
Um destacamento dura 6/7 meses, cada mês adicional agrava os problemas dos navios e dos marinheiros.
O USS Gerald R. Ford tem cerca de 4.500 marinheiros e todo o CSG 7.000.
Pedro
Re: Irão–EUA: fim do regime dos Aiatolas?
O “Capital” de Karl Marx foi escrito graças ao capital bem real de Friedrich Engels, filho de um industrial .
.Enquanto Marx criticava o capitalismo, eram os lucros de uma fábrica em Manchester que lhe pagavam.
Décadas depois, esse mesmo capital ocidental atravessou oceanos e construiu fábricas na China.
Foi Paris que pôs os Aiotolas no poder e o Ocidente, sempre generoso, aplaudiu a própria criação e dos que apelam a sua morte .
Agora temos a Greta, com toda a atenção, pronta para desmantelar o quintal que jura proteger.
No estranho mundo ocidental, o capital financia críticos, a diplomacia põe no poder quem promete derrubá-lo, fábricas ocidentais enriquecem regimes comunistas,..
Será o próprio capital do Ocidente que pagará a banda e velas do seu funeral .
.Enquanto Marx criticava o capitalismo, eram os lucros de uma fábrica em Manchester que lhe pagavam.
Décadas depois, esse mesmo capital ocidental atravessou oceanos e construiu fábricas na China.
Foi Paris que pôs os Aiotolas no poder e o Ocidente, sempre generoso, aplaudiu a própria criação e dos que apelam a sua morte .
Agora temos a Greta, com toda a atenção, pronta para desmantelar o quintal que jura proteger.
No estranho mundo ocidental, o capital financia críticos, a diplomacia põe no poder quem promete derrubá-lo, fábricas ocidentais enriquecem regimes comunistas,..
Será o próprio capital do Ocidente que pagará a banda e velas do seu funeral .
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Re: Irão–EUA: fim do regime dos Aiatolas?
A UE tem andado estes anos todos sempre com a mesma conversa de partilhar know how com os inimigos e assim eles vao ser nossos amigos.
"se te derem uma murro da-lhe a tua casa e carro e mulher"
Quando a factura chega lá vai o patinho feio dos USA limpar a caquinha das excelencias.
India, Russia, China distribuiram know how, inclusivamente trabalharam no set up de fabricas, tech hubs e plataformas. Na Russia a maior platadorma de extraçao de gas foi projectada pelos belgas.
Tudo para reduzir emissoes e manter a retorixa dos verdes.
"Ai ai o Trump é mau"
"olhem aqui a nossa Greta que exemplo de caraacter, nunca trabalhou um dia na vida, mas é um exemplo da forma como se pode existir em harmonia com o mundo a consumir recursos, passear e viver uma vida de luxos em iates e jactos, Tudo pelo meio ambiente, Mas o Trump é super mauzao."
"se te derem uma murro da-lhe a tua casa e carro e mulher"
Quando a factura chega lá vai o patinho feio dos USA limpar a caquinha das excelencias.
India, Russia, China distribuiram know how, inclusivamente trabalharam no set up de fabricas, tech hubs e plataformas. Na Russia a maior platadorma de extraçao de gas foi projectada pelos belgas.
Tudo para reduzir emissoes e manter a retorixa dos verdes.
"Ai ai o Trump é mau"
"olhem aqui a nossa Greta que exemplo de caraacter, nunca trabalhou um dia na vida, mas é um exemplo da forma como se pode existir em harmonia com o mundo a consumir recursos, passear e viver uma vida de luxos em iates e jactos, Tudo pelo meio ambiente, Mas o Trump é super mauzao."
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Re: Irão–EUA: fim do regime dos Aiatolas?
“Uma guerra no Irão para enviar uma mensagem à China?
Outro país é conhecido por fornecer petróleo à China: o Irão. Nos últimos dez anos, a relação comercial entre a China e o Irão tem-se intensificado. Primeiro com a visita de Xi Jinping a Teerão em 2016, e depois com a assinatura de um parceria estratégica de 25 anos em 2021. Nesse acordo, a China prometia investir 400 mil milhões de dólares (345 mil milhões de euros) no Irão ao longo de 25 anos em troca do fornecimento de petróleo iraniano.
Desde os ataques americanos e israelitas no país, grande parte do Médio Oriente foi afetada, pois os iranianos retaliaram, atingindo, nomeadamente, bases americanas em países do Golfo. O estreito de Ormuz encontra-se atualmente bloqueado, o que é uma notícia muito negativa para a China, que depende de cerca de 45% do seu petróleo importado dos países do Golfo, sendo que o Irão representa 12% do total do petróleo chinês: «Os chineses obtêm aproximadamente 45% do seu fornecimento de petróleo dos países do Golfo e o Irão representa 12% do total do petróleo chinês. É absolutamente significativo», explicou Theo Nencini, investigador doutorando na Sciences Po Grenoble, ao Public Sénat.
Então, por trás destes ataques, será que os Estados Unidos estão a tentar “armadilhar” a China, seguindo uma estratégia semelhante à que Thucydides descreveu há 2.500 anos? É impossível afirmar com certeza neste momento, mas a hipótese é considerada plausível pelo especialista da região, Pierre Razoux, ouvido pela Comissão de Relações Exteriores do Senado a 4 de março: «Isto pode ser uma forma de lhes dizer: “Controlamos o petróleo da Venezuela, que representa 4 a 5% das importações chinesas, e agora o petróleo do Irão, que representa 12 a 13%. Se destruirmos as infraestruturas petrolíferas iranianas, já não entram na balança da negociação, mas se as mantivermos, podemos negociar”», declarou.
Outro país é conhecido por fornecer petróleo à China: o Irão. Nos últimos dez anos, a relação comercial entre a China e o Irão tem-se intensificado. Primeiro com a visita de Xi Jinping a Teerão em 2016, e depois com a assinatura de um parceria estratégica de 25 anos em 2021. Nesse acordo, a China prometia investir 400 mil milhões de dólares (345 mil milhões de euros) no Irão ao longo de 25 anos em troca do fornecimento de petróleo iraniano.
Desde os ataques americanos e israelitas no país, grande parte do Médio Oriente foi afetada, pois os iranianos retaliaram, atingindo, nomeadamente, bases americanas em países do Golfo. O estreito de Ormuz encontra-se atualmente bloqueado, o que é uma notícia muito negativa para a China, que depende de cerca de 45% do seu petróleo importado dos países do Golfo, sendo que o Irão representa 12% do total do petróleo chinês: «Os chineses obtêm aproximadamente 45% do seu fornecimento de petróleo dos países do Golfo e o Irão representa 12% do total do petróleo chinês. É absolutamente significativo», explicou Theo Nencini, investigador doutorando na Sciences Po Grenoble, ao Public Sénat.
Então, por trás destes ataques, será que os Estados Unidos estão a tentar “armadilhar” a China, seguindo uma estratégia semelhante à que Thucydides descreveu há 2.500 anos? É impossível afirmar com certeza neste momento, mas a hipótese é considerada plausível pelo especialista da região, Pierre Razoux, ouvido pela Comissão de Relações Exteriores do Senado a 4 de março: «Isto pode ser uma forma de lhes dizer: “Controlamos o petróleo da Venezuela, que representa 4 a 5% das importações chinesas, e agora o petróleo do Irão, que representa 12 a 13%. Se destruirmos as infraestruturas petrolíferas iranianas, já não entram na balança da negociação, mas se as mantivermos, podemos negociar”», declarou.
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Re: Irão–EUA: fim do regime dos Aiatolas?
BREAKING: According to chinese Satellite imagery the USS Gerald R. Ford aircraft carrier and its strike group has passed through the Suez Canal towards the Red Sea.
https://x.com/MonitorX99800/status/2029976445380899226
USS Gerald R. Ford a caminho do Golfo Pérsico.
Re: Irão–EUA: fim do regime dos Aiatolas?
Neftis Escreveu:Enquanto esta gente não sentir na pele os estragos que fazem pelo mundo, vamos ter sempre presidentes a mandar bombardear sítios ao longe, desta feita com uma leviandade inédita.
O ideal é agir como a UE fez com a Russia.
Se o posicionamento fosse sempre carta 0 a ditaduras sanguinárias o mundo andava melhor.
O ocidente teve esse poder até recentemente. Agora cada vez vai ser mais dificil de ter hegemonia.
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Re: Irão–EUA: fim do regime dos Aiatolas?
Neftis Escreveu:Vai que é tua Trump! Repete o cenário do Iraque e depois queixa-te de que o Irão entra em guerra civil. Mata os líderes todos do regime e depois lamenta-te que não há ninguém que possa assumir o poder interinamente. Incentiva os curdos a avançar (antes de os traíres outra vez) e depois admira-te que a Turquia se meta ao barulho e avance pelo Irão dentro. Uma Turquia imperial que sairá como a grande vencedora desta confusão toda. Não era isso que o Bibi queria, certamente, mas era muito bem feita. O que vale é que isto é tudo "inteligente". É o redesenhar do Médio Oriente, resta saber em que estado ficará.
Mas pode dar-se o caso da lógica trumpista ser apenas colocar os outros em dificuldade, desde logo a Europa. Uma nova crise migratória ajudaria os amigos do Trump na Europa, a extrema-direita. Enquanto esta gente não sentir na pele os estragos que fazem pelo mundo, vamos ter sempre presidentes a mandar bombardear sítios ao longe, desta feita com uma leviandade inédita.
São as políticas promovidas pela extrema-esquerda que têm contribuído para os problemas na Europa, sobretudo ao permitir níveis elevados de imigração sem controlo adequado.
Re: Irão–EUA: fim do regime dos Aiatolas?
Vai que é tua Trump! Repete o cenário do Iraque e depois queixa-te de que o Irão entra em guerra civil. Mata os líderes todos do regime e depois lamenta-te que não há ninguém que possa assumir o poder interinamente. Incentiva os curdos a avançar (antes de os traíres outra vez) e depois admira-te que a Turquia se meta ao barulho e avance pelo Irão dentro. Uma Turquia imperial que sairá como a grande vencedora desta confusão toda. Não era isso que o Bibi queria, certamente, mas era muito bem feita. O que vale é que isto é tudo "inteligente". É o redesenhar do Médio Oriente, resta saber em que estado ficará.
Mas pode dar-se o caso da lógica trumpista ser apenas colocar os outros em dificuldade, desde logo a Europa. Uma nova crise migratória ajudaria os amigos do Trump na Europa, a extrema-direita. Enquanto esta gente não sentir na pele os estragos que fazem pelo mundo, vamos ter sempre presidentes a mandar bombardear sítios ao longe, desta feita com uma leviandade inédita.
Mas pode dar-se o caso da lógica trumpista ser apenas colocar os outros em dificuldade, desde logo a Europa. Uma nova crise migratória ajudaria os amigos do Trump na Europa, a extrema-direita. Enquanto esta gente não sentir na pele os estragos que fazem pelo mundo, vamos ter sempre presidentes a mandar bombardear sítios ao longe, desta feita com uma leviandade inédita.
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Re: Irão–EUA: fim do regime dos Aiatolas?
caldeirum Escreveu:Goya777 Escreveu:Aqui a grande duvida é saber até que nivel do S&P500 o Trump quer que desça. Quando chegar a um ponto doloroso, dirá que os objectivos estao cumpridos. Deixa subir e logo volta à carga (literalmente)
Ele pode declarar vitória e querer abandonar a guerra, mas para isso seria necessário que o Irão aceitasse. Qual é o incentivo do Irão para aceitar? Só se estivessem prestes a cair. O fim neste momento daria tempo aos EUA e Israel para se rearmarem e voltarem à carga dentro de uns meses.
Os EUA não podem abandonar esta guerra agora que a iniciaram. Deixariam Israel completamente desprotegidos.
Se tomarem a decisão de escoltar navios pelo estreito, vamos ver navios dos EUA a serem afundados.
E agora querem armar os kurdos para destabilizar por terra o Irão. Os Turcos não vão ficar parados a ver isto.
Uma guerra totalmente desnecessária.
Se esta guerra é desnecessária, que alternativa existe para enfrentar um Irão com armas nucleares?
Re: Irão–EUA: fim do regime dos Aiatolas?
Mr.Warrior Escreveu:É agora que toda gente se muda para os elétricos.
Pesados, comerciais, militares, veículos de emergências nunca poderão ser elétricos.
Mesmo para os privados há anos que cantam a lenga lenga da infraestrutura de abastecimento que continua precária.
E logo temos industria da aviação. Se o oil continuar cara o turismo vai cair em Portugal... desemprego mais gastos para o senhor contribuinte...
Editado pela última vez por BearManBull em 6/3/2026 17:50, num total de 1 vez.
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Re: Irão–EUA: fim do regime dos Aiatolas?
Goya777 Escreveu:Aqui a grande duvida é saber até que nivel do S&P500 o Trump quer que desça. Quando chegar a um ponto doloroso, dirá que os objectivos estao cumpridos. Deixa subir e logo volta à carga (literalmente)
Ele pode declarar vitória e querer abandonar a guerra, mas para isso seria necessário que o Irão aceitasse. Qual é o incentivo do Irão para aceitar? Só se estivessem prestes a cair. O fim neste momento daria tempo aos EUA e Israel para se rearmarem e voltarem à carga dentro de uns meses.
Os EUA não podem abandonar esta guerra agora que a iniciaram. Deixariam Israel completamente desprotegidos.
Se tomarem a decisão de escoltar navios pelo estreito, vamos ver navios dos EUA a serem afundados.
E agora querem armar os kurdos para destabilizar por terra o Irão. Os Turcos não vão ficar parados a ver isto.
Uma guerra totalmente desnecessária.
"A Guerra é a continuação da política por outros meios"
Carl von Clausewitz 1780 -1831
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Re: Irão–EUA: fim do regime dos Aiatolas?
Opcard33 Escreveu:O primeiro-ministro espanhol parece ter uma orientação ideológica mais próxima da do Irão do que da dos Estados Unidos e já demonstrou estar disposto a negociar ou a estabelecer entendimentos com forças políticas ligadas ao terrorismo com fez no País Basco
Por não seguir de forma cega as ordens dos EUA, passam a ser como o Irão. Enfim.
Os EUA não fazem acordos com terroristas. Quem governa na Síria?
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Re: Irão–EUA: fim do regime dos Aiatolas?
PMP69 Escreveu:Kuwait has begun cutting production at its oil fields after running out of room to store its bottled-up crude oil, per WSJ.
Kuwait is discussing limiting production to just what it needs to cover domestic consumption
Kuwait's ~2.6 million barrels of oil production per day appear to be at risk
https://x.com/Megatron_ron/status/2029927108147896696
Pedro
E pelo andar da carruagem vai ficar pior. Aqui já se começam a ver filas nas bombas. É agora que toda gente se muda para os elétricos.
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Re: Irão–EUA: fim do regime dos Aiatolas?
Kuwait has begun cutting production at its oil fields after running out of room to store its bottled-up crude oil, per WSJ.
Kuwait is discussing limiting production to just what it needs to cover domestic consumption
Kuwait's ~2.6 million barrels of oil production per day appear to be at risk
https://x.com/Megatron_ron/status/2029927108147896696
Pedro
Re: Irão–EUA: fim do regime dos Aiatolas?
Muitos comentam sem realmente saber destroem prédios , são escolas, são hospitais… mas é fundamental entender que, tal como o Hamas, o Irão utilizou práticas semelhantes.
Essas “cidades de mísseis” subterrâneas, projetadas para proteger mísseis .
O que tem sido atingido são os prédios …. que servem como entradas desses túneis, localizados nas cidades.
As “cidades de mísseis” foram concebidas como cofres. Dentro delas, as armas podem ser armazenadas, movimentadas e preparadas.
Para úteis tem de sair
Um arsenal subterrâneo só é útil se puder chegar à superfície, possui entradas, rampas, zonas de manobra, pontos de ventilação, fontes de energia e sistemas de comunicação.
O Wall Street Journal relata que imagens de satélite mostram danos ao redor das entradas e nas infraestruturas em várias regiões, e que a queda nos ataques de mísseis iranianos foi rápida, ocorrendo em poucos dias.
Da mesma forma, o Washington Post cita análises de imagens indicando que edifícios e áreas próximas às entradas dos túneis — locais de manutenção, carregamento e coordenação — foram completamente destruídos.
Essas “cidades de mísseis” subterrâneas, projetadas para proteger mísseis .
O que tem sido atingido são os prédios …. que servem como entradas desses túneis, localizados nas cidades.
As “cidades de mísseis” foram concebidas como cofres. Dentro delas, as armas podem ser armazenadas, movimentadas e preparadas.
Para úteis tem de sair
Um arsenal subterrâneo só é útil se puder chegar à superfície, possui entradas, rampas, zonas de manobra, pontos de ventilação, fontes de energia e sistemas de comunicação.
O Wall Street Journal relata que imagens de satélite mostram danos ao redor das entradas e nas infraestruturas em várias regiões, e que a queda nos ataques de mísseis iranianos foi rápida, ocorrendo em poucos dias.
Da mesma forma, o Washington Post cita análises de imagens indicando que edifícios e áreas próximas às entradas dos túneis — locais de manutenção, carregamento e coordenação — foram completamente destruídos.
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Re: Irão–EUA: fim do regime dos Aiatolas?
Mr.Warrior Escreveu:Sem duvida. É nestes vazios de poder/orientação que mais tarde surgem problemas. Volta e meia pergunto-me se esta não seria a ultima e derradeira oportunidade de realmente ferir o regime iraniano e dai terem optado por este ataque.
Há dois países que anceiam pela substituição do regime, Israel, pois está em causa a sua sobrevivência no futuro, e a Arábia Saudita, pois é o seu arqui-inimigo, e segundo consta, foram estes dois países que pressionaram Trump a avançar.
Pedro
Re: Irão–EUA: fim do regime dos Aiatolas?
PMP69 Escreveu:Opcard33 Escreveu:Estou a ler o Pedro e a pensar no que dizia um político brasileiro mais famoso que notável:
“Vote em mim que eu conto depois” e “Pior do que tá não fica, vote Tiririca”,
Muitos acreditavam que eles teriam 300 lançadores, mas afinal possuíam mais de 1000 , mísseis são incontáveis uma verdadeira loucura.
Com a bomba, como seria possível controlar tudo? Todos estaríamos reféns destes fanáticos para quem a morte é uma libertação .
Era sabia, que tinham cerca de 3 a 4 misseis balísticos, armazenados no subsolo.
Este regime sobreviveu à guerra com o Iraque, às sanções dos EUA, à Revolução Verde (2009), aos protestos económicos de 2019/2020, aos protestos Mulher, Vida, Liberdade (2022), aos protesto de 2025 ...... e não caíu.
Mais, só poderia cair, caso houvessem forças no terreno, mas também não é garantido, pois é um país enorme, e difícil de penetrar.
Continuo a achar que a queda do regime tem que ter um alternativa, caso contrário, esse vazio vai sendo ocupado por várias facções, e que se devia começar pelo estrangulamento finaceiro, e por ataques selectivos e pontuais, o que daria tempo para tentar criar uma alternativa, e não colocava a região no ponto em que está.
Falou só mencionar que o Hezbollah nasce após a invasão do Líbano, em 1982.
Resumindo, a Jihad Islâmica, a AlQaeda, os Talibans, o Hezbollah, o ISIS .... nascem nestes ambientes.
Pedro
Sem duvida. É nestes vazios de poder/orientação que mais tarde surgem problemas. Volta e meia pergunto-me se esta não seria a ultima e derradeira oportunidade de realmente ferir o regime iraniano e dai terem optado por este ataque.
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Re: Irão–EUA: fim do regime dos Aiatolas?
BearManBull Escreveu:Imagine-se a China...
A China, tirando o petróleo que recebe/recebia do Irão e o aumento do seu valor, está há 4 anos a ver os EUA a rebentarem com os seus stocks, e a estudar as TTP's americanas.
Pedro
Re: Irão–EUA: fim do regime dos Aiatolas?
Opcard33 Escreveu:Estou a ler o Pedro e a pensar no que dizia um político brasileiro mais famoso que notável:
“Vote em mim que eu conto depois” e “Pior do que tá não fica, vote Tiririca”,
Muitos acreditavam que eles teriam 300 lançadores, mas afinal possuíam mais de 1000 , mísseis são incontáveis uma verdadeira loucura.
Com a bomba, como seria possível controlar tudo? Todos estaríamos reféns destes fanáticos para quem a morte é uma libertação .
Era sabia, que tinham cerca de 3 a 4 misseis balísticos, armazenados no subsolo.
Este regime sobreviveu à guerra com o Iraque, às sanções dos EUA, à Revolução Verde (2009), aos protestos económicos de 2019/2020, aos protestos Mulher, Vida, Liberdade (2022), aos protesto de 2025 ...... e não caíu.
Mais, só poderia cair, caso houvessem forças no terreno, mas também não é garantido, pois é um país enorme, e difícil de penetrar.
Continuo a achar que a queda do regime tem que ter um alternativa, caso contrário, esse vazio vai sendo ocupado por várias facções, e que se devia começar pelo estrangulamento finaceiro, e por ataques selectivos e pontuais, o que daria tempo para tentar criar uma alternativa, e não colocava a região no ponto em que está.
Falou só mencionar que o Hezbollah nasce após a invasão do Líbano, em 1982.
Resumindo, a Jihad Islâmica, a AlQaeda, os Talibans, o Hezbollah, o ISIS .... nascem nestes ambientes.
Pedro
Re: Irão–EUA: fim do regime dos Aiatolas?
Aqui a grande duvida é saber até que nivel do S&P500 o Trump quer que desça. Quando chegar a um ponto doloroso, dirá que os objectivos estao cumpridos. Deixa subir e logo volta à carga (literalmente)
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