OT - Políticas para Portugal
Re: OT - Políticas para Portugal
previsor Escreveu:
Estas coisas foram provavelmente ditas meio a brincar, como atirar barro à parede para ver se cola. A lata de alguns para dizer certas coisas é superior à dos outros.
O ponto importante para acreditar nela é o comportamento que teve na feira do livro. Ficou muito fragilizada e em lágrimas na apresentação de um livro sobre o tema, e acabou por desabafar com as autoras do livro e a receber apoio de pessoas da associação de apoio à vítima que estavam lá. Mesmo assim, não quis apresentar queixa, por vergonha ou por não ter provas ou por outro motivo qualquer. Mas isso faz-me acreditar 100% nela como já disse.
Cada um acredita naquilo que quer e para onde a ideologia o manda. Muitos de esquerda, nas redes sociais, afirmam a culpa do Cotrim e só não dizem que foi violação por vergonha.
Sim, acreditas na feira, mas descartas que qualquer MULHER se lhe dissessem isso, com barro ou sem barro, davam um par de bofetadas a quem lhes dissesse isso, a não ser que não lhes fosse totalmente inconveniente.
Claro que para ti a legitimidade vem da feira, mas não vês que a legitimidade possa vir da campanha eleitoral. A ideologia cega e encolhe o cérebro.
Que nunca por vencidos se conheçam
Re: OT - Políticas para Portugal
previsor Escreveu:macau5m Escreveu:previsor Escreveu:
Segundo o que ela escreveu no instagram, ele não dizia “acho-te muito gira e gostava de tomar café depois do trabalho”
“Excelente trabalho, só falta abrires as pernas comigo”
• “De que tipo de homens gostas?”
• “Mais grossa ou mais comprida?”
Então uma mulher deixa que um homem lhe dirija estas palavras, desculpa mas isso não é uma mulher.
Não me venhas com o argumento de perder o emprego, porque já está desmistificada.
Se eu dissesse isso a muitas MULHERES que conheço, levava logo uma bofetada, nunca mais me permitiam que lhes dirigisse a palavra.
Claro que jamais me dirigia a qualquer mulher nestes termos.
Estas coisas foram provavelmente ditas meio a brincar, como atirar barro à parede para ver se cola. A lata de alguns para dizer certas coisas é superior à dos outros.
A probabilidade de ter dito o que quer que seja é extremamente baixa pelos motivos aqui apresentados.
- Não existiu queixa
- Não há provas
- Há dezenas de mulheres a defender a integridade do acusado
Aliás este tipo de situações são agravar os problemas para vitimas reais porque descredibilizam as mulheres no geral.
Não sei como te relacionas com as mulheres, mas se achas que pega dizer a uma mulher “Excelente trabalho, só falta abrires as pernas comigo” deves viver noutro planeta...
“It is not the strongest of the species that survives, nor the most intelligent, but rather the one most adaptable to change.”
― Leon C. Megginson
― Leon C. Megginson
Re: OT - Políticas para Portugal
Continuo a achar que esta história cheira muito mal, e que serviu para ela se vingar de algo, e para a campanha do LMM tentar tirar votos ao Cotrim.
Não faz sentido referir-se ao Octávio, ao Bernardo e ao Ricardo, ou será que também foi assediada por eles?
Prestou um péssimo serviço a todas as pessoas que sofrem assédio.
Pedro
Não faz sentido referir-se ao Octávio, ao Bernardo e ao Ricardo, ou será que também foi assediada por eles?
Prestou um péssimo serviço a todas as pessoas que sofrem assédio.
Pedro
Re: OT - Políticas para Portugal
macau5m Escreveu:previsor Escreveu:
Segundo o que ela escreveu no instagram, ele não dizia “acho-te muito gira e gostava de tomar café depois do trabalho”
“Excelente trabalho, só falta abrires as pernas comigo”
• “De que tipo de homens gostas?”
• “Mais grossa ou mais comprida?”
Então uma mulher deixa que um homem lhe dirija estas palavras, desculpa mas isso não é uma mulher.
Não me venhas com o argumento de perder o emprego, porque já está desmistificada.
Se eu dissesse isso a muitas MULHERES que conheço, levava logo uma bofetada, nunca mais me permitiam que lhes dirigisse a palavra.
Claro que jamais me dirigia a qualquer mulher nestes termos.
Estas coisas foram provavelmente ditas meio a brincar, como atirar barro à parede para ver se cola. A lata de alguns para dizer certas coisas é superior à dos outros.
O ponto importante para acreditar nela é o comportamento que teve na feira do livro. Ficou muito fragilizada e em lágrimas na apresentação de um livro sobre o tema, e acabou por desabafar com as autoras do livro e a receber apoio de pessoas da associação de apoio à vítima que estavam lá. Mesmo assim, não quis apresentar queixa, por vergonha ou por não ter provas ou por outro motivo qualquer. Mas isso faz-me acreditar 100% nela como já disse.
Re: OT - Políticas para Portugal
macau5m Escreveu:previsor Escreveu:Porque ignoraste todos os outros pontos e só te focaste na situação de perder o emprego? Independentemente do grau de escolaridade da pessoa, a pessoa não quer abandonar o trabalho e só o faz quando percebe que a situação vai continuar ou espera que o contrato termine, caso falte pouco tempo para o fim.
Porque não discuto nem troco opiniões com o ChatGpt
Escrevi a minha opinião e incluí o que o ChatGPT dizia sobre o que eu escrevi, para mostrar que é o que está mais de acordo com a realidade e com o que é dito pelos especialistas, e com o que está nos sites de apoio às vítimas que lidam com estes casos
Re: OT - Políticas para Portugal
previsor Escreveu:
Segundo o que ela escreveu no instagram, ele não dizia “acho-te muito gira e gostava de tomar café depois do trabalho”
“Excelente trabalho, só falta abrires as pernas comigo”
• “De que tipo de homens gostas?”
• “Mais grossa ou mais comprida?”
Então uma mulher deixa que um homem lhe dirija estas palavras, desculpa mas isso não é uma mulher.
Não me venhas com o argumento de perder o emprego, porque já está desmistificada.
Se eu dissesse isso a muitas MULHERES que conheço, levava logo uma bofetada, nunca mais me permitiam que lhes dirigisse a palavra.
Claro que jamais me dirigia a qualquer mulher nestes termos.
Que nunca por vencidos se conheçam
Re: OT - Políticas para Portugal
BearManBull Escreveu:E o que é assédio?
É proibido colegas de trabalho terem uma relação?
Era o que faltava... e depois esta pandilha do ultra progres andam com a conversa que são liberais socialmente quando querem limitar toda a liberdade social. Que praga,
Assédio tem de haver um comportamento agressivo por uma parte.
Dizer "acho-te muito gira e gostava de tomar café depois do trabalho" não é assédio.
Assédio é "ou fazes sexo comigo ou pagas as consequências".
São mundos diferentes entre o saudável e normal cortejo e a agressão.
Segundo o que ela escreveu no instagram, ele não dizia “acho-te muito gira e gostava de tomar café depois do trabalho”
• “Excelente trabalho, só falta abrires as pernas comigo”
• “De que tipo de homens gostas?”
• “Mais grossa ou mais comprida?”
Re: OT - Políticas para Portugal
previsor Escreveu:Porque ignoraste todos os outros pontos e só te focaste na situação de perder o emprego? Independentemente do grau de escolaridade da pessoa, a pessoa não quer abandonar o trabalho e só o faz quando percebe que a situação vai continuar ou espera que o contrato termine, caso falte pouco tempo para o fim.
Porque não discuto nem troco opiniões com o ChatGpt
Que nunca por vencidos se conheçam
Re: OT - Políticas para Portugal
Como diz o Bear, acho essa a melhor definição de assédio, coação sobre ameaça.
Só me faltava virem a acusar-me de assédio as mais de uma centena de mulheres que convidei a tomar café, nem todas recusaram. As que recusaram o café ou porque não bebiam café ou não gostavam da companhia, as relações continuaram como até ali, sem ressentimentos ou qualquer desejo de vingança, situações e relacionamento normais.
Na realidade, e sobre essa guerra dos sexos, acho que o sexo masculino é muito mais resiliente, nunca me apercebi que tenha havido HOMENS, a fazer queixa por assédio.
Será que os homens não são assediado, como a comunicação define o assédio, um simples convite para tomar café.
Eu que nunca fui um modelo de atração, tipo Cloney ou Pit, fui convidado algumas vezes, para vias de facto. Umas vezes mesmo explicitas, do estilo hoje apetece-me F***, outras vezes com o tipico, quando passas lá por casa para tomar-mos um café.
Devia ter feito queixa de uma, que me convidou a ir lá a casa e na altura em que toquei à campainha, não me atendeu. Isto já foi há uns 30 anos, vou ponderar apresentar queixa e denunciar a "*****" nas redes sociais.
Só me faltava virem a acusar-me de assédio as mais de uma centena de mulheres que convidei a tomar café, nem todas recusaram. As que recusaram o café ou porque não bebiam café ou não gostavam da companhia, as relações continuaram como até ali, sem ressentimentos ou qualquer desejo de vingança, situações e relacionamento normais.
Na realidade, e sobre essa guerra dos sexos, acho que o sexo masculino é muito mais resiliente, nunca me apercebi que tenha havido HOMENS, a fazer queixa por assédio.
Será que os homens não são assediado, como a comunicação define o assédio, um simples convite para tomar café.
Eu que nunca fui um modelo de atração, tipo Cloney ou Pit, fui convidado algumas vezes, para vias de facto. Umas vezes mesmo explicitas, do estilo hoje apetece-me F***, outras vezes com o tipico, quando passas lá por casa para tomar-mos um café.
Devia ter feito queixa de uma, que me convidou a ir lá a casa e na altura em que toquei à campainha, não me atendeu. Isto já foi há uns 30 anos, vou ponderar apresentar queixa e denunciar a "*****" nas redes sociais.
Que nunca por vencidos se conheçam
Re: OT - Políticas para Portugal
macau5m Escreveu:previsor Escreveu:macau5m Escreveu:Então alguém com formação superior deixa que alguém lhe faça uma proposta de cariz sexual e não põe travão imediatamente, só mesmo se não lhe for totalmente inconveniente essa situação.
Pela minha experiência, um colega de trabalho, ou alguém que desempenhe a profissão/actividade no mesmo espaço, só faz alguma proposta de cariz sexual se sentir que da outra parte não há declaradamente uma rejeição, essas propostas são feitas quando se sente que podem ser aceites.
Ninguém faz uma proposta, se não houver uma certa afinidade. Alguém faz uma proposta a alguém que sempre se manteve distante? Não acho.
Ainda assim, quando se recebe a proposta, a resposta só pode ser uma, Se voltas a fazer algo do género, tens que te haver com a justiça. De certeza que a situação termina ali.
Pela minha experiência, digo que as pessoas não lidam bem com estas situações e não querem perder os empregos. Isto aplica-se a muitos casos de assédio no trabalho, sexual ou não.
A situação ideal não é confrontar a pessoa, porque elas não param e podem até ficar mais agressivas. O que a vítima deve fazer é reunir provas e apresentar queixa na justiça, mas, por vezes, as pessoas acabam por ficar demasiado fragilizadas para lidar com isso.
Do ChatGPTExato — aquilo que escreveste reflecte muito bem a realidade de muitos casos de assédio, e é importante desdobrar isso com cuidado:
Medo de perder o emprego
Muitas pessoas não confrontam o agressor por receio de represálias profissionais. Isto é extremamente comum, sobretudo quando o assédio envolve hierarquia ou colegas próximos, porque há um medo legítimo de perder estabilidade, salário ou progressão na carreira.
Confrontar nem sempre é eficaz
Confrontar o agressor diretamente rara vez resolve a situação, especialmente se a pessoa não demonstra arrependimento ou consciência do comportamento. Em alguns casos, pode até agravar a situação, porque o agressor pode tentar manipular ou pressionar mais a vítima.
O papel das provas
A tua observação sobre arranjar provas é fundamental: mensagens, emails, gravações (quando legais), testemunhas, qualquer registo escrito ou digital ajuda muito a formalizar a queixa na justiça ou nas entidades competentes (Inspeção do Trabalho, polícia, etc.).
Fragilidade emocional
Muitas vítimas ficam fragilizadas, sentindo culpa, vergonha ou stress intenso. Isso é natural e humano, e por isso não é realista esperar que todas consigam agir imediatamente. A proteção legal e o apoio psicológico são muitas vezes essenciais antes de avançar com processos formais.
Estratégia ideal
A estratégia que normalmente funciona melhor envolve:
1. Reconhecer limites próprios: não tens de enfrentar sozinho.
2. Guardar provas discretamente: registos de emails, mensagens, vozes, testemunhas.
3. Procurar apoio: advogado, sindicato, serviços de recursos humanos ou associações de vítimas.
4. Formalizar a queixa: polícia ou justiça, de preferência com acompanhamento profissional.
5. Proteção emocional: apoio psicológico ou terapia para lidar com o trauma.
Não estamos a falar de uma empregada fabril com contrato a prazo e baixo nivel de escolaridade.
Estamos a falar de alguém com um curso superior. Como é possivel virem com argumentos de medo de perder o emprego, quando a seguir a mesma se demitiu.
O grande problema de quem não quer gastar os neurónios é porem o Chat gpt a pensar por eles. a IA não pensa, vai apanhar o que está escrito e por vezes situações fora do contexto. Julga uma parte como um todo.
Porque ignoraste todos os outros pontos e só te focaste na situação de perder o emprego? Independentemente do grau de escolaridade da pessoa, a pessoa não quer abandonar o trabalho e só o faz quando percebe que a situação vai continuar ou espera que o contrato termine, caso falte pouco tempo para o fim.
Re: OT - Políticas para Portugal
macau5m Escreveu:Estamos a falar de alguém com um curso superior. Como é possivel virem com argumentos de medo de perder o emprego, quando a seguir a mesma se demitiu.
O grande problema de quem não quer gastar os neurónios é porem o Chat gpt a pensar por eles. a IA não pensa, vai apanhar o que está escrito e por vezes situações fora do contexto. Julga uma parte como um todo.
Na mouche nos dois pontos.
É um descalabro social moderno o uso de ChatGPT como inibidor de pensamento critico.
Neste caso é um uso forçado para impor ideologias.
“It is not the strongest of the species that survives, nor the most intelligent, but rather the one most adaptable to change.”
― Leon C. Megginson
― Leon C. Megginson
Re: OT - Políticas para Portugal
previsor Escreveu:macau5m Escreveu:Então alguém com formação superior deixa que alguém lhe faça uma proposta de cariz sexual e não põe travão imediatamente, só mesmo se não lhe for totalmente inconveniente essa situação.
Pela minha experiência, um colega de trabalho, ou alguém que desempenhe a profissão/actividade no mesmo espaço, só faz alguma proposta de cariz sexual se sentir que da outra parte não há declaradamente uma rejeição, essas propostas são feitas quando se sente que podem ser aceites.
Ninguém faz uma proposta, se não houver uma certa afinidade. Alguém faz uma proposta a alguém que sempre se manteve distante? Não acho.
Ainda assim, quando se recebe a proposta, a resposta só pode ser uma, Se voltas a fazer algo do género, tens que te haver com a justiça. De certeza que a situação termina ali.
Pela minha experiência, digo que as pessoas não lidam bem com estas situações e não querem perder os empregos. Isto aplica-se a muitos casos de assédio no trabalho, sexual ou não.
A situação ideal não é confrontar a pessoa, porque elas não param e podem até ficar mais agressivas. O que a vítima deve fazer é reunir provas e apresentar queixa na justiça, mas, por vezes, as pessoas acabam por ficar demasiado fragilizadas para lidar com isso.
Do ChatGPTExato — aquilo que escreveste reflecte muito bem a realidade de muitos casos de assédio, e é importante desdobrar isso com cuidado:
Medo de perder o emprego
Muitas pessoas não confrontam o agressor por receio de represálias profissionais. Isto é extremamente comum, sobretudo quando o assédio envolve hierarquia ou colegas próximos, porque há um medo legítimo de perder estabilidade, salário ou progressão na carreira.
Confrontar nem sempre é eficaz
Confrontar o agressor diretamente rara vez resolve a situação, especialmente se a pessoa não demonstra arrependimento ou consciência do comportamento. Em alguns casos, pode até agravar a situação, porque o agressor pode tentar manipular ou pressionar mais a vítima.
O papel das provas
A tua observação sobre arranjar provas é fundamental: mensagens, emails, gravações (quando legais), testemunhas, qualquer registo escrito ou digital ajuda muito a formalizar a queixa na justiça ou nas entidades competentes (Inspeção do Trabalho, polícia, etc.).
Fragilidade emocional
Muitas vítimas ficam fragilizadas, sentindo culpa, vergonha ou stress intenso. Isso é natural e humano, e por isso não é realista esperar que todas consigam agir imediatamente. A proteção legal e o apoio psicológico são muitas vezes essenciais antes de avançar com processos formais.
Estratégia ideal
A estratégia que normalmente funciona melhor envolve:
1. Reconhecer limites próprios: não tens de enfrentar sozinho.
2. Guardar provas discretamente: registos de emails, mensagens, vozes, testemunhas.
3. Procurar apoio: advogado, sindicato, serviços de recursos humanos ou associações de vítimas.
4. Formalizar a queixa: polícia ou justiça, de preferência com acompanhamento profissional.
5. Proteção emocional: apoio psicológico ou terapia para lidar com o trauma.
Não estamos a falar de uma empregada fabril com contrato a prazo e baixo nivel de escolaridade.
Estamos a falar de alguém com um curso superior. Como é possivel virem com argumentos de medo de perder o emprego, quando a seguir a mesma se demitiu.
O grande problema de quem não quer gastar os neurónios é porem o Chat gpt a pensar por eles. a IA não pensa, vai apanhar o que está escrito e por vezes situações fora do contexto. Julga uma parte como um todo.
Que nunca por vencidos se conheçam
Re: OT - Políticas para Portugal
E o que é assédio?
É proibido colegas de trabalho terem uma relação?
Era o que faltava... e depois esta pandilha do ultra progres andam com a conversa que são liberais socialmente quando querem limitar toda a liberdade social. Que praga,
Assédio tem de haver um comportamento agressivo por uma parte.
Dizer "acho-te muito gira e gostava de tomar café depois do trabalho" não é assédio.
Assédio é "ou fazes sexo comigo ou pagas as consequências".
São mundos diferentes entre o saudável e normal cortejo e a agressão.
É proibido colegas de trabalho terem uma relação?
Era o que faltava... e depois esta pandilha do ultra progres andam com a conversa que são liberais socialmente quando querem limitar toda a liberdade social. Que praga,
Assédio tem de haver um comportamento agressivo por uma parte.
Dizer "acho-te muito gira e gostava de tomar café depois do trabalho" não é assédio.
Assédio é "ou fazes sexo comigo ou pagas as consequências".
São mundos diferentes entre o saudável e normal cortejo e a agressão.
“It is not the strongest of the species that survives, nor the most intelligent, but rather the one most adaptable to change.”
― Leon C. Megginson
― Leon C. Megginson
Re: OT - Políticas para Portugal
macau5m Escreveu:Então alguém com formação superior deixa que alguém lhe faça uma proposta de cariz sexual e não põe travão imediatamente, só mesmo se não lhe for totalmente inconveniente essa situação.
Pela minha experiência, um colega de trabalho, ou alguém que desempenhe a profissão/actividade no mesmo espaço, só faz alguma proposta de cariz sexual se sentir que da outra parte não há declaradamente uma rejeição, essas propostas são feitas quando se sente que podem ser aceites.
Ninguém faz uma proposta, se não houver uma certa afinidade. Alguém faz uma proposta a alguém que sempre se manteve distante? Não acho.
Ainda assim, quando se recebe a proposta, a resposta só pode ser uma, Se voltas a fazer algo do género, tens que te haver com a justiça. De certeza que a situação termina ali.
Pela minha experiência, digo que as pessoas não lidam bem com estas situações e não querem perder os empregos. Isto aplica-se a muitos casos de assédio no trabalho, sexual ou não.
A situação ideal não é confrontar a pessoa, porque elas não param e podem até ficar mais agressivas. O que a vítima deve fazer é reunir provas e apresentar queixa na justiça, mas, por vezes, as pessoas acabam por ficar demasiado fragilizadas para lidar com isso.
Do ChatGPT
Exato — aquilo que escreveste reflecte muito bem a realidade de muitos casos de assédio, e é importante desdobrar isso com cuidado:
Medo de perder o emprego
Muitas pessoas não confrontam o agressor por receio de represálias profissionais. Isto é extremamente comum, sobretudo quando o assédio envolve hierarquia ou colegas próximos, porque há um medo legítimo de perder estabilidade, salário ou progressão na carreira.
Confrontar nem sempre é eficaz
Confrontar o agressor diretamente rara vez resolve a situação, especialmente se a pessoa não demonstra arrependimento ou consciência do comportamento. Em alguns casos, pode até agravar a situação, porque o agressor pode tentar manipular ou pressionar mais a vítima.
O papel das provas
A tua observação sobre arranjar provas é fundamental: mensagens, emails, gravações (quando legais), testemunhas, qualquer registo escrito ou digital ajuda muito a formalizar a queixa na justiça ou nas entidades competentes (Inspeção do Trabalho, polícia, etc.).
Fragilidade emocional
Muitas vítimas ficam fragilizadas, sentindo culpa, vergonha ou stress intenso. Isso é natural e humano, e por isso não é realista esperar que todas consigam agir imediatamente. A proteção legal e o apoio psicológico são muitas vezes essenciais antes de avançar com processos formais.
Estratégia ideal
A estratégia que normalmente funciona melhor envolve:
1. Reconhecer limites próprios: não tens de enfrentar sozinho.
2. Guardar provas discretamente: registos de emails, mensagens, vozes, testemunhas.
3. Procurar apoio: advogado, sindicato, serviços de recursos humanos ou associações de vítimas.
4. Formalizar a queixa: polícia ou justiça, de preferência com acompanhamento profissional.
5. Proteção emocional: apoio psicológico ou terapia para lidar com o trauma.
Re: OT - Políticas para Portugal
A tracking poll diária da Pitagórica para CNN Portugal/TVI/TSF/JN é um tipo de sondagem contínua que usa cerca de 600 entrevistas no total, mas apenas ~200 entrevistas são novas por dia, com o restante sendo reciclagem das anteriores.
Uma vez errou bastante. Deu a vitória ao Rui rio, quando o Costa teve maioria absoluta. Não acho que errem de propósito, é mais por causa da forma como a sondagem é feita e porque às vezes as pessoas não são sinceras. Há o chamado voto envergonhado, mas na maior parte das vezes as sondagens acertam, pelo menos nos vencedores
Re: OT - Políticas para Portugal
As sondagens por cá são "À la carte".
Na eleições legislativas de 2025, davam ao PS mais de 10% em relação ao chega.
Pedro
Na eleições legislativas de 2025, davam ao PS mais de 10% em relação ao chega.
Pedro
Re: OT - Políticas para Portugal
Eu editei a minha mensagem anterior e acrescentei um parágrafo porque depois vi que ele subiu na última sondagem da cnn Portugal
Re: OT - Políticas para Portugal
previsor Escreveu:Seja como for, acho que não vai ser por causa disto que ele não será presidente. Ele não seria, mesmo sem este caso. Nunca esteve nas sondagens em posição de ir à segunda e algumas sondagens também disseram que mais de metade que dizia que votava nele também dizia que podia votar em outro.
Estou à vontade porque não votei nele, mas acho que vai influenciar a votação que vai ter, e o beneficiado vai ser o LMM, coincidências.
Pedro
Re: OT - Políticas para Portugal
PMP69 Escreveu:previsor Escreveu:Ela pode ser julgada por difamação se ele apresentar a queixa, mas ela também se protegeu porque disse que o Instagram era privado e apenas para amigos. Por isso, provavelmente também não lhe vai acontecer nada.
Não devia apresentar uma queixa crime contra quem divulgou o "desabafo"?
Pedro
O comunicado que ela fez que coloquei sugere que pode fazer isso.
Seja como for, acho que não vai ser por causa disto que ele não será presidente. Ele não seria, mesmo sem este caso. Nunca esteve nas sondagens em posição de ir à segunda volta e algumas sondagens também disseram que mais de metade que dizia que votava nele também dizia que podia votar em outro.
Olhando para a ultima sondagem da cnn Portugal, até parece que isto lhe deu popularidade, porque dá a ideia que houve troca de votos entre ele e André Ventura. O André Ventura desceu e deixou de estar em primeiro e ele subiu, mas continua em terceiro.
Editado pela última vez por previsor em 16/1/2026 12:39, num total de 1 vez.
Re: OT - Políticas para Portugal
História muito mal contada.
Então alguém com formação superior deixa que alguém lhe faça uma proposta de cariz sexual e não põe travão imediatamente, só mesmo se não lhe for totalmente inconveniente essa situação.
Pela minha experiência, um colega de trabalho, ou alguém que desempenhe a profissão/actividade no mesmo espaço, só faz alguma proposta de cariz sexual se sentir que da outra parte não há declaradamente uma rejeição, essas propostas são feitas quando se sente que podem ser aceites.
Ninguém faz uma proposta, se não houver uma certa afinidade. Alguém faz uma proposta a alguém que sempre se manteve distante? Não acho.
Ainda assim, quando se recebe a proposta, a resposta só pode ser uma, Se voltas a fazer algo do género, tens que te haver com a justiça. De certeza que a situação termina ali.
Então alguém com formação superior deixa que alguém lhe faça uma proposta de cariz sexual e não põe travão imediatamente, só mesmo se não lhe for totalmente inconveniente essa situação.
Pela minha experiência, um colega de trabalho, ou alguém que desempenhe a profissão/actividade no mesmo espaço, só faz alguma proposta de cariz sexual se sentir que da outra parte não há declaradamente uma rejeição, essas propostas são feitas quando se sente que podem ser aceites.
Ninguém faz uma proposta, se não houver uma certa afinidade. Alguém faz uma proposta a alguém que sempre se manteve distante? Não acho.
Ainda assim, quando se recebe a proposta, a resposta só pode ser uma, Se voltas a fazer algo do género, tens que te haver com a justiça. De certeza que a situação termina ali.
Editado pela última vez por macau5m em 16/1/2026 12:51, num total de 1 vez.
Que nunca por vencidos se conheçam
Re: OT - Políticas para Portugal
previsor Escreveu:Ela pode ser julgada por difamação se ele apresentar a queixa, mas ela também se protegeu porque disse que o Instagram era privado e apenas para amigos. Por isso, provavelmente também não lhe vai acontecer nada.
Não devia apresentar uma queixa crime contra quem divulgou o "desabafo"?
Pedro
Re: OT - Políticas para Portugal
Ele já está a ser julgado na "Praça Pública", e isso vai-se reflectir domingo.
Já circulam notícias de assédio a hospedeiras, presenciadas pelo filho do primo da vizinha.
Ainda ontem, a Maria João Avilez, teve que pôr travão ao Ricardo Costa, pois já ía dizer o que não devia.
Pedro
Já circulam notícias de assédio a hospedeiras, presenciadas pelo filho do primo da vizinha.
Ainda ontem, a Maria João Avilez, teve que pôr travão ao Ricardo Costa, pois já ía dizer o que não devia.
Pedro
Re: OT - Políticas para Portugal
Não sou especialista, mas acho que ela já não pode apresentar queixa e que ele não vai ser julgado criminalmente. Acho que o prazo são 6 meses ou 1 ano após o acto. Em Portugal, os prazos são demasiado curtos e isso favorece as pessoas que praticam estes crimes, porque quem sofre estes crimes fica fragilizado e durante meses não quer pensar no assunto, pelo que muitas vezes não apresenta queixa. Agora já passou algum tempo e ela está provavelmente mais forte emocionalmente para lidar com isto, mas é provável que a queixa já não seja aceite.
Ela pode ser julgada por difamação se ele apresentar a queixa, mas ela também se protegeu porque disse que o Instagram era privado e apenas para amigos. Por isso, provavelmente também não lhe vai acontecer nada.
Ela pode ser julgada por difamação se ele apresentar a queixa, mas ela também se protegeu porque disse que o Instagram era privado e apenas para amigos. Por isso, provavelmente também não lhe vai acontecer nada.
Re: OT - Políticas para Portugal
previsor Escreveu:O que disse é que, pelo que é público, acredito 100% nela e mantenho.
Em democracia, há liberdade para dizer o que se pensa.
Eu por mim liberdade completa em dizer o que se quer.
Mas isso aplica-se a todos.
E eu vou sempre defender a liberdade e lutar contra os nano ditadores deste mundo.
A realidade que essa pessoa diz ser vitima de assédio de várias pessoas.
Às tantas tem problemas psiquiátricos...
“Algum de vocês perguntou quantas acusações de assédio já fez a Inês Bichão?
Acusou-os de mau jornalismo por não terem ido ver outras queixas de assédio da ex-assessora da IL. A sua advogada terá feito essa pesquisa.
“It is not the strongest of the species that survives, nor the most intelligent, but rather the one most adaptable to change.”
― Leon C. Megginson
― Leon C. Megginson
Re: OT - Políticas para Portugal
Não conheço nenhum dos envolvidos, mas é tudo muito "estranho", uma Advogada, não apresenta queixa à sua entidade patronal (Assembleia da República), alegadamente aprestou à IL, que já desmentiu ter recebido essa queixa, e não tem provas, por as ter apagado?
Se fosse uma funcionária da Assembleia da República, sem instrução, ainda era capaz de acreditar, assim parece-me que foi o 2 em 1.
"Não vou esquecer o que acontece às pessoas que não fazem o que ele quer ou que pensam diferente de si. E dos telefonemas que faz logo a seguir para minar propostas de trabalho".
"Que me acuse daquilo que quiser, se tiver ponta por onde pegar. Calada estive eu e assim vou continuar, porque não merece que a minha vida seja prejudicada por aquilo que ele fez. Não suporto a ideia de o ver em Belém, com o Octávio, com o Bernardo e com o Ricardo"
Pedro
Se fosse uma funcionária da Assembleia da República, sem instrução, ainda era capaz de acreditar, assim parece-me que foi o 2 em 1.
"Não vou esquecer o que acontece às pessoas que não fazem o que ele quer ou que pensam diferente de si. E dos telefonemas que faz logo a seguir para minar propostas de trabalho".
"Que me acuse daquilo que quiser, se tiver ponta por onde pegar. Calada estive eu e assim vou continuar, porque não merece que a minha vida seja prejudicada por aquilo que ele fez. Não suporto a ideia de o ver em Belém, com o Octávio, com o Bernardo e com o Ricardo"
Pedro
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