Caldeirão da Bolsa

Petróleo - Tópico Geral

Espaço dedicado a todo o tipo de troca de impressões sobre os mercados financeiros e ao que possa condicionar o desempenho dos mesmos.

por Nyk » 17/11/2008 22:09

Petróleo cai mais de 3% com receios de queda da procura
O petróleo acentuou as quedas, recuando mais de 3%, depois de já ter estado a valorizar mais de 3%, pressionado pelas expectativas de uma redução da procura. Estas perspectivas aumentaram depois da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) ter cortado as suas previsões para a procura em 2009.

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Lara Rosa
lararosa@mediafin.pt


O petróleo acentuou as quedas, recuando mais de 3%, depois de já ter estado a valorizar mais de 3%, pressionado pelas expectativas de uma redução da procura. Estas perspectivas aumentaram depois da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) ter cortado as suas previsões para a procura em 2009.

O West Texas Intermediate (WTI), em Nova Iorque, recuava 3,51% para os 55,04 dólares, tendo já tocado no valor mais baixo desde Janeiro de 2007 (54,95 dólares). Em Londres, o Brent do mar do Norte, que serve de referência às importações europeias, desvalorizava 3,71% para os 52,23 dólares por barril, depois de já ter estado a negociar em valores superiores a 56 dólares.

A matéria-prima está a ser penalizada pelas perspectivas de redução da procura. Este motivo é aliás a principal razão para a queda superior a 60% desde os máximos históricos superiores a 147 dólares.

Estes receios foram fortalecidos depois da OPEP ter revisto em baixa as suas previsões de procura para 2009, mais uma vez.

O grupo dos 13 países exportadores de petróleo reduziu as suas previsões para o consumo petrolífero de 2009 em 530 mil barris diários, o que corresponde a 0,6%, para os 86,68 milhões de barris por dia, segundo o relatório mensal da OPEP citado pela Bloomberg.

Já durante a manhã a matéria-prima negociou em terreno negativo penalizada pela entrada em recessão da economia japonesa, o que aumentou os receios de uma queda da procura, e pelas declarações dos responsáveis da China National Petroleum.

O maior produtor de petróleo da China referiu que a procura petrolífera no país tem vindo a recuar “fortemente”, acrescentando ainda que prevê a manutenção da tendência, isto em resultado do agravar da crise global.
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por Nyk » 17/11/2008 21:31

Petróleo fecha em mínimo de 21 meses no Nymex


Os preços do petróleo fecharam a primeira sessão da semana em queda, com o mercado nova-iorquino a registar um mínimo de 21 meses.
A queda dos preços foi impulsionada pela entrada em recessão do Japão, a primeira desde 2001, e o anúncio de uma forte quebra na procura por parte do maior produtor petrolífero chinês.

Em Londres, o barril de Brent para entrega em Janeiro encerrou a ceder 1,76 dólares, ou 3,2%, para os 52,48 dólares.

No Nymex, o barril de West Texas Intermediate para entrega em Dezembro encerrou a valer 55,19 dólares, uma queda de 1,85 dólares ou 3,2%. Este é o valor de fecho mais baixo desde 29 de Janeiro do ano passado.
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por Nyk » 17/11/2008 18:34

Petróleo regressa às quedas com corte de estimativas para a procura por parte da OPEP
O petróleo voltou a negociar em queda depois de já ter estado a valorizar mais de 3%, pressionado pelas expectativas de uma redução da procura. Estas perspectivas aumentaram depois da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) ter cortado as suas previsões para a procura em 2009.

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O petróleo voltou a negociar em queda depois de já ter estado a valorizar mais de 3%, pressionado pelas expectativas de uma redução da procura. Estas perspectivas aumentaram depois da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) ter cortado as suas previsões para a procura em 2009.

O West Texas Intermediate (WTI), em Nova Iorque, recua 0,6% para os 56,71 dólares e, em Londres, o Brent do mar do Norte, que serve de referência às importações europeias, desvaloriza 1,77% para os 53,28 dólares por barril, depois de já ter estado a negociar em valores superiores a 56 dólares.

A matéria-prima está a ser penalizada pelas perspectivas de redução da procura. Este motivo é aliás a principal razão para a queda de mais de 61% desde os máximos históricos superiores a 147 dólares.

Estes receios foram fortalecidos depois da OPEP ter revisto em baixa as suas previsões de procura para 2009, mais uma vez.

O grupo dos 13 países exportadores de petróleo reduziu as suas previsões para o consumo petrolífero de 2009 em 530 mil barris diários, o que corresponde a 0,6%, para os 86,68 milhões de barris por dia, segundo o relatório mensal da OPEP citado pela Bloomberg.

Já durante a manhã a matéria-prima negociou em terreno negativo penalizada pela entrada em recessão da economia japonesa, o que aumentou os receios de uma queda da procura, e pelas declarações dos responsáveis da China National Petroleum.

O maior produtor de petróleo da China referiu que a procura petrolífera no país tem vindo a recuar “fortemente”, acrescentando ainda que prevê a manutenção da tendência, isto em resultado do agravar da crise global.
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por Nyk » 14/11/2008 19:33

OPEP poderá reduzir oferta em mais um milhão de barris por dia
A Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP), que fornece 44% do crude mundial, deverá anunciar um corte da sua oferta na reunião extraordinária que vai realizar este mês, de forma a tentar evitar que os preços quebrem o patamar dos 50 dólares por barril.

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Carla Pedro
cpedro@mediafin.pt


A Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP), que fornece 44% do crude mundial, deverá anunciar um corte da sua oferta na reunião extraordinária que vai realizar este mês, de forma a tentar evitar que os preços quebrem o patamar dos 50 dólares por barril.

A OPEP vai reduzir a sua produção na reunião de 29 de Novembro no Cairo, segundo as estimativas de 17 dos 18 analistas inquiridos pela Bloomberg. Desses, 14 prevêem que a redução seja de um milhão de barris por dia ou mais.

“Atendendo à rápida deterioração dos dados económicos e às implicações que isso tem em termos de uma maior diminuição da procura de combustível, a OPEP deverá ter de reduzir em pelo menos mais um milhão de barris por dia a sua oferta, isto se quiser captar a atenção do mercado”, comentou à Bloomberg um analista petrolífero do BNP Paribas, Harry Tchilinguirian.

A reunião no Cairo, que se destinava inicialmente apenas ao grupo dos membros árabes, acabou por se alargar a todos os membros da OPEP. A decisão foi tomada depois de as cotações do crude caírem para o nível mais baixo dos últimos 21 meses.

A cimeira oficial de 17 de Dezembro mantém-se.
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por Nyk » 14/11/2008 17:53

Petróleo cai mais de 3% com abrandamento económico
As cotações do petróleo, que estão na segunda semana consecutiva de quedas, estão a ceder terreno devido ao abrandamento económico global, que está a diminuir a procura nos países que mais consomem energia.

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Carla Pedro
cpedro@mediafin.pt


As cotações do petróleo, que estão na segunda semana consecutiva de quedas, estão a ceder terreno devido ao abrandamento económico global, que está a diminuir a procura nos países que mais consomem energia.

O West Texas Intermediate para entrega em Dezembro seguia a cair 3,25% no mercado nova-iorquino, para 56,35 dólares por barril. Os futuros tocaram ontem nos 54,67 dólares, o que correspondeu ao nível mais baixo desde 30 de Janeiro de 2007.

Em Londres, o Brent do Mar do Norte seguia a perder 3,82%, para 54,09 dólares. O Brent iniciou hoje o contrato de Janeiro, tendo o de Dezembro vencido ontem.

A China Petroleum & Chemical, fornecedora de mais de metade do combustível da China, referiu que as suas taxas de processamento estão 10% abaixo dos níveis recorde de Julho passado.

Os dados económicos divulgados hoje nos Estados Unidos também não ajudam: as vendas a retalho nos EUA, em Outubro, registaram a maior queda de que há registo.

Por outro lado, a Europa entrou na sua primeira recessão dos últimos 15 anos.

“Estão todos atentos aos números da recessão. Até os dados do retalho foram piores do que o esperado”, comentou à Bloomberg o presidente da consultora em energia Cameron Hanover, Peter Beutel.

Entretanto, a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) vai ainda este mês, num encontro extraordinário antes da reunião oficial de 17 de Dezembro, podendo decidir-se por um novo corte do seu “plafond” de produção, desta vez em um milhão de barris por dia.

Segundo um porta-voz do cartel, os membros da OPEP vão reunir-se no dia 29 de Novembro, no Cairo.
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por Nyk » 14/11/2008 10:13

Receios de queda da procura penalizam petróleo
Os preços do petróleo estão hoje a negociar em queda penalizados pelos receios de uma redução da procura com a economia mundial a deteriorar-se.

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Lara Rosa
lararosa@mediafin.pt


Os preços do petróleo estão hoje a negociar em queda penalizados pelos receios de uma redução da procura com a economia mundial a deteriorar-se.

O West Texas Intermediate (WTI), em Nova Iorque, seguia a cair 1,12% para os 57,59 dólares depois de na sessão de ontem ter estado a valorizar 6%, impulsionado pela subida, menor que o esperado, dos inventários de crude. Em Londres, o Brent do mar do Norte, que serve de referência à economia portuguesa caía 1,51% para os 55,36 dólares.

A China Petroleum & Chemical, que fornece mais de metade do combustível que a china consome, está a reduzir as suas taxas de produção em 10% com a economia do país a abrandar.

“A procura é muito menor do que o que as pessoas anteciparam e a relação entre a procura e a oferta está a ficar mais fraca” afirmou Tetsu Emori, gestor de fundos da Astmaz citado pela Bloomberg.

Hoje também vai ser divulgado o produto interno bruto (PIB) na Zona Euro. Os economistas contactados pela agência noticiosa norte-americana aguardam uma contracção de 0,2%, o que levaria a economia da região para uma recessão.

Estes dados aumentam os receios de uma queda da procura de combustíveis, o que está a penalizar a matéria-prima.
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Petroleo

por Clinico » 13/11/2008 23:51

Pois é, o meu irmão (que é gestor) tinha razão! Se o petroleo se aproximar dos 50 dolares, compra !
Reforcei hoje e bastante, o certificado bcp sobre o petróleo ainda em valores de 5,45, 5,48, 5,6 e 5,62.

O Jim Rogers, na última entrevista que deu, tambem recomendou o petróleo. Penso que a OPEP só se contenta com ele nos 70s, mas não me lembro onde li isto. Pelo menos a caça ás petrolíferas baratas começou hoje :mrgreen:

Abraços
Clinico
 
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por Nyk » 13/11/2008 20:45

Petróleo dispara mais de 3% em Nova Iorque
O petróleo subia mais de 3% em Nova Iorque porque apesar das reservas de gasolina terem crescido mais do que o esperado, os stocks de crude subiram menos do que o previsto.

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Jornal de Negócios Online
negocios@mediafin.pt


O petróleo subia mais de 3% em Nova Iorque porque apesar das reservas de gasolina terem crescido mais do que o esperado, os “stocks” de crude subiram menos do que o previsto.

O crude valorizava 3,83% para os 58,31 dólares depois de já ter estado a perder mais de 2% e a ganhar mais de 4%.

O “brent” mantinha-se em terreno negativo com uma queda de 0,71% para os 52 dólares.

De acordo com os dados do Departamento norte-americano da Energia (DoE), os “stocks” de crude aumentaram em 22.000 barris, para 311,9 milhões, quando os analistas apontavam para um acréscimo de um milhão de barris.

Esta notícia estará a contribuir para a queda das cotações. No entanto, o petróleo já negociou em queda em Nova Iorque porque os inventários da gasolina registaram uma subida de 1,98 milhões de barris, para 198 milhões, quando as previsões dos analistas inquiridos pela Bloomberg estimavam um aumento de 100.000 barris.
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por Nyk » 13/11/2008 17:31

Petróleo cai com aumento das reservas de gasolina nos EUA
As cotações do petróleo estão a reagir em baixa ao aumento, acima do esperado, das reservas norte-americanas de gasolina na semana passada.

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Carla Pedro
cpedro@mediafin.pt


As cotações do petróleo estão a reagir em baixa ao aumento, acima do esperado, das reservas norte-americanas de gasolina na semana passada.

O West Texas Intermediate para entrega em Dezembro seguia a perder 0,8% em Nova Iorque, para 56,61 dólares por barril, depois de ter estado a ganhar cerca de 3% com a notícia de que a OPEP deverá realizar uma nova reunião extraordinária ainda este mês.

O Brent, crude de referência para a Europa transaccionado em Londres, seguia a ceder 1,22%, para 51,73 dólares, tendo assim regressado aos mínimos dos últimos 21 meses.

De acordo com os dados do Departamento norte-americano da Energia (DoE), os “stocks” de crude aumentaram em 22.000 barris, para 311,9 milhões, quando os analistas apontavam para um acréscimo de um milhão de barris.

Os inventários da gasolina registaram uma subida de 1,98 milhões de barris, para 198 milhões, quando as previsões dos analistas inquiridos pela Bloomberg estimavam um aumento de 100.000 barris.

Quanto às reservas de produtos destilados – que incluem gasóleo e combustível para aquecimento – aumentaram em 516.000 barris, contra um aumento estimado de 900.000 barris.
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por Nyk » 13/11/2008 13:45

Petróleo recupera terreno com possível reunião extraordinária da OPEP
As cotações do crude seguiam a ganhar terreno nos mercados internacionais, recuperando de mínimos dos últimos 21 meses, devido ao anúncio de que a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) deverá reunir-se ainda este mês, no Cairo.

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Carla Pedro
cpedro@mediafin.pt


As cotações do crude seguiam a ganhar terreno nos mercados internacionais, recuperando de mínimos dos últimos 21 meses, devido ao anúncio de que a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) deverá reunir-se ainda este mês, no Cairo.

A próxima reunião oficial está agendada para 17 de Dezembro, mas o cartel petrolífero poderá voltar a realizar um encontro extraordinário, à semelhança do que fez a 24 de Outubro. Nessa reunião, a OPEP anunciou uma redução do seu “plafond” de produção em 1,5 milhões de barris por dia. Chakib Khelil, presidente do cartel, referiu entrentanto que a organização poderia reunir-se de novo antes da reunião oficial agendada para Dezembro e decidir-se por mais cortes.

Desde Dezembro de 2006 que a OPEP não reduzia a sua produção.

Na sua última reunião oficial, a 10 de Setembro em Viena, a OPEP decidiu cumprir rigidamente os níveis formais de produção definidos para cada membro, uma iniciativa que visava reduzir a oferta de petróleo ao mercado em 500.000 barris por dia. No entanto, essa medida não se revelou suficiente para travar a actual queda dos preços.

A quota oficial de produção para 11 dos 13 membros da OPEP – uma vez que o Iraque não está incluído por estar abrangido pelo regime “petróleo por comida” da ONU e também porque a Indonésia já se tornou importadora e vai deixar de fazer parte do cartel no próximo ano – ficou estabelecida em 28,8 milhões de barris por dia na reunião de Setembro, tendo depois sido reduzida em 1,5 milhões no encontro de 24 de Outubro.

O West Texas Intermediate (WTI), “benchmark” para os Estados Unidos, ganhava 1,03%, para 56,74 dólares por barril.

O contrato de Dezembro do Brent do Mar do Norte, crude de referência para a Europa, seguia a subir 0,61% no mercado londrino, para 52,69 dólares por barril.
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por MozHawk » 13/11/2008 11:07

Nyk,

Claro que colocas aqui as notícias que vão sendo divulgadas. Contudo, o site da Administração de Informação da Energia (EUA) também faz projecções até 2030 com dados diferentes dos acima mencionados.

Abraço,
MozHawk
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por Nyk » 13/11/2008 11:04

AIE volta a rever em baixa estimativas de procura petróleo
A Agência Internacional de Energia (AIE) reduziu, pelo terceiro mês, as estimativas de consumo de petróleo, numa altura em que as previsões económicas apontam para uma deterioração do crescimento económico mundial.

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Sara Antunes
saraantunes@mediafin.pt


A Agência Internacional de Energia (AIE) reduziu, pelo terceiro mês, as estimativas de consumo de petróleo, numa altura em que as previsões económicas apontam para uma deterioração do crescimento económico mundial.

A AIE reduziu em 670 mil barris por dia as estimativas de consumo de petróleo para 2009, o que representa uma revisão de 0,8%, para um total de 86,5 milhões de barris diários, de acordo com o relatório divulgado esta manhã e citado pela Bloomberg.

A agência reviu ainda as estimativas para o consumo em 2008, cortando em um milhão de barris diários as previsões para a procura no quarto trimestre.

Os dados económicos que têm sido divulgados revelam uma deterioração da economia mundial. Ainda hoje, a Alemanha confirmou que a economia entrou em recessão técnica, depois de no terceiro trimestre se ter registado a segunda contracção da maior economia europeia.
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por MarcoAntonio » 13/11/2008 11:01

Heinrich, é precisamente uma das coisas que sigo neste tópico:

http://caldeiraodebolsa.jornaldenegocio ... 0&start=75
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FLOP - Fundamental Laws Of Profit

1. Mais vale perder um ganho que ganhar uma perda, a menos que se cumpra a Segunda Lei.
2. A expectativa de ganho deve superar a expectativa de perda, onde a expectativa mede a
__.amplitude média do ganho/perda contra a respectiva probabilidade.
3. A Primeira Lei não é mesmo necessária mas com Três Leis isto fica definitivamente mais giro.
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Suportes

por Heinrich » 13/11/2008 10:55

Bom dia.

Alguém pode partilhar uma análise técnica com possíveis suportes para o Nymex Crude Oil Light Sweet (CLc1)? Acham que existe uma boa probabilidade de o mínimo do ano 49,90 ser activado?

Aproveito também para perguntar se alguém negoceia e qual a opinião sobre o CFD Powershares DB Commodities Index Tracking Fund.

Obrigado e BN.
 
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por Nyk » 13/11/2008 10:43

Mínimos de Janeiro de 2007
Petróleo negoceia nos 51 dólares em Londres
O petróleo seguia a negociar em queda em ambos os mercados de referência, penalizado pela expectativa de que o abrandamento das principais economias consumidoras de energia reduza a procura por combustíveis. Em Londres, a matéria-prima cotava nos 51 dólares por barril tendo já atingido um mínimo de inícios de Janeiro de 2007.

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Raquel Godinho
rgodinho@mediafin.pt


O petróleo seguia a negociar em queda em ambos os mercados de referência, penalizado pela expectativa de que o abrandamento das principais economias consumidoras de energia reduza a procura por combustíveis. Em Londres, a matéria-prima cotava nos 51 dólares por barril tendo já atingido um mínimo de inícios de Janeiro de 2007.

O West Texas Intermediate(WTI), negociado em Nova Iorque, descia 2,07% para os 55,00 dólares, tendo já quebrado esta barreira para fixar um novo mínimo de finais de Janeiro de 2007, nos 54,67 dólares.

Já o Brent do Mar do Norte, transaccionado em Londres e que serve de referência para as exportações europeias, recuava 2,46% para os 51,08 dólares. Na sessão de hoje, a matéria-prima já tocou nos 50,60 dólares em Londres, o valor mais baixo desde o início de Janeiro do ano passado.

A penalizar o petróleo estão os receios de que o abrandamento das principais economias consumidoras de energia corte a sua procura por combustíveis. Também a influenciar de forma negativa a negociação estão as expectativas de que a Agência Internacional de Energia (AIE) venha hoje anunciar um corte na sua estimativa para a procura global para o próximo ano.

Hoje será também anunciado o relatório semanal das reservas petrolíferas dos Estados Unidos na semana passada, com as previsões dos analistas consultados pela agência Bloomberg a apontarem para uma subida de um milhão de barris nos “stocks” de crude.

Recorde-se que a 11 de Julho, o petróleo atingiu, em ambos os mercados de referência o valor mais alto de sempre acima dos 147 dólares por barril.
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por Nyk » 12/11/2008 21:48

Petróleo fecha em mínimos de 21 meses


Os preços do petróleo encerraram em forte queda esta quarta-feira com especulações sobre a revisão em baixa das estimativas de procura para 2009 por parte da Agência Internacional de Energia.
Em Londres, o barril de Brent para entrega em Dezembro cedeu 3,36 dólares, ou 6%, para os 52,35 dólares. Antes, o crude tocou os 52,08 dólares, mínimo desde 19 de Janeiro do ano passado.

Em Nova Iorque, o barril de West Texas Intermediate caiu 3,09 dólares, ou 5,2%, para os 56,24 dólares. Durante a sessão, os preços tocaram o valor mais baixo desde 31 de Janeiro do ano passado, nos 55,94 dólares.
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por Nyk » 12/11/2008 18:28

Petróleo regressa aos 52 dólares e atinge mínimo de 22 meses
O petróleo negociou na casa dos 52 dólares por barril no mercado londrino, o que não se verificada desde Janeiro de 2007. Também em Nova Iorque as cotações reforçaram o mínimo de 20 meses com os receios de que a procura pela matéria-prima diminua.

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Lara Rosa
lararosa@mediafin.pt


O petróleo negoceia na casa dos 52 dólares por barril no mercado londrino, o que não se verificada desde Janeiro de 2007. Também em Nova Iorque as cotações reforçaram o mínimo de 20 meses com os receios de que a procura pela matéria-prima diminua.

O West Texas Intermediate (WTI), em Nova Iorque, seguia a desvalorizar 3,99% para os 56,96 dólares, depois de já ter tocado nos 56,64 dólares por barril, o que corresponde a um mínimo de Março de 2007.

Em Londres, o Brent do mar do norte tocou no valor mais baixo desde Janeiro de 2007 ao negociar nos 52,88 dólares. No mercado que serve de referência à economia portuguesa as cotações seguem agora a cair 4,77% para os 53,05 dólares.

A pressionar a negociação de hoje estão mais uma vez os receios de uma queda da procura da matéria-prima, receios estes que estão a ser intensificados pelas expectativas de que a Agência Internacional de Energia (AIE) corte as suas previsões para de procura para 2009.

O director executivo da AIE referiu, citado pela Bloomberg, que “é mais do que provável” que a agência corte as suas estimativas para o próximo ano no seu próximo relatório mensal.

Também a contribuir para a queda das cotações estão as expectativas de um aumento dos inventários petrolíferos da semana passada. As reservas petrolíferas norte-americanas são divulgadas amanhã e o mercado aguarda o sétimo aumento consecutivo.
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por Nyk » 12/11/2008 16:36

Petróleo acentua queda e atinge os 53 dólares em Londres
Os preços do petróleo acentuaram a tendência de queda levando a matéria-prima a negociar na casa dos 53 dólares por barril, no mercado londrino, pela primeira vez desde Janeiro de 2007. Também em Nova Iorque as cotações reforçaram o mínimo de 20 meses com os receios de que a procura pela matéria-prima diminua.

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Os preços do petróleo acentuaram a tendência de queda levando a matéria-prima a negociar na casa dos 53 dólares por barril, no mercado londrino, pela primeira vez desde Janeiro de 2007. Também em Nova Iorque as cotações reforçaram o mínimo de 20 meses com os receios de que a procura pela matéria-prima diminua.

O West Texas Intermediate (WTI), em Nova Iorque, seguia a desvalorizar 3,42% para os 57,30 dólares, depois de já ter tocado nos 57,04 dólares por barril, o que corresponde a um mínimo de Março de 2007.

Em Londres, o Brent do mar do norte tocou no valor mais baixo desde Janeiro de 2007 ao negociar nos 53,67 dólares. No mercado que serve de referência à economia portuguesa as cotações seguem agora a cair 2,78% para os 54,16 dólares.

A pressionar a negociação de hoje estão, mais uma vez, os receios de uma queda da procura da matéria-prima, receios estes que estão a ser intensificados pelas expectativas de que a Agência Internacional de Energia (AIE) corte as suas previsões para de procura para 2009.

O director executivo da AIE referiu, citado pela Bloomberg, que “é mais do que provável” que a agência corte as suas estimativas para o próximo ano no seu próximo relatório mensal.

Também a contribuir para a queda das cotações estão as expectativas de um aumento dos inventários petrolíferos da semana passada. As reservas petrolíferas norte-americanas são divulgadas amanhã e o mercado aguarda o sétimo aumento consecutivo.
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por Nyk » 12/11/2008 14:46

Pico não é para já, mas é preciso investir
Agência Internacional de Energia diz que petróleo barato acabou
As actuais tendências energéticas são visivelmente insustentáveis social, ambiental e economicamente. O petróleo continua a ser a energia dominante, mas a era do petróleo barato acabou. No entanto, a volatilidade dos preços mantém-se. São estas algumas das principais conclusões do "World Energy Outlook" hoje divulgado pela Agência Internacional de Energia (AIE) e que faz projecções de cenários até 2030.

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Carla Pedro
cpedro@mediafin.pt


As actuais tendências energéticas são visivelmente insustentáveis – social, ambiental e economicamente. O petróleo continua a ser a energia dominante, mas a era do petróleo barato acabou. No entanto, a volatilidade dos preços mantém-se. São estas algumas das principais conclusões do "World Energy Outlook" hoje divulgado pela Agência Internacional de Energia (AIE) e que faz projecções de cenários até 2030.

A AIE não prevê um pico do petróleo até 2030, mas salienta que os fracos investimentos em infra-estruturas, numa altura em que os campos petrolíferos estão em declínio, poderão levar a problemas de produção. “Apesar de não estimarmos que produção petrolífera mundial atinja um pico até 2030, a produção convencional de crude deverá começar a diminuir em torno desse ano”, advertiu, sublinhando que as areias betuminosas do Canadá e o petróleo mais pesado terão de fazer a diferença.

Com efeito, segundo a AIE, o mundo não está em perigo – para já – de ficar sem petróleo, mas existe o risco de que as suas reservas possam não ser exploradas com suficiente rapidez para atenderem ao crescimento da procura nos próximos anos.

De acordo com a organização, são necessários cerca de 30 milhões de barris diários de crude extra em 2015.

A AIE refere que o mundo precisa de um investimento superior a 26 biliões de dólares nos próximos 20 anos para garantir um nível adequado de oferta de energia – um aumento de mais de quatro biliões de dólares face às projecções feitas no “World Energy Outlook” de 2007.

A organização prevê que a oferta mundial de petróleo aumente para 106 milhões de barris por dia até 2030, contra 84 milhões no ano passado, esperando-se que o grosso desse aumento provenha dos membros da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) – cuja quota de produção global deverá passar de 44% em 2007 para 51% em 2030.

Fora da OPEP, a produção já atingiu um pico em muitos países e deverá atingi-lo em muitos outros antes de 2030, alerta a AIE.

Saliente-se que a teoria do pico do petróleo - ou Pico de Hubbert - proclama o inevitável declínio e subsequente fim da produção de petróleo.

Petróleo acima dos 200 dólares em 2030

A Agência Internacional de Energia salientou que apesar da actual queda das cotações do crude, a era do petróleo barato acabou. A AIE prevê que um barril de petróleo custe mais de 200 dólares em 2030.

Atendendo aos elevados custos inerentes à exploração de campos para novas produções e à constante luta para que a oferta atenda à procura, a AIE considera que os consumidores pagarão uma média de 100 dólares por barril de petróleo ao longo dos próximos sete anos e mais caro a partir daí.

A agência teve o cuidado de não prever preços, mas faz algumas estimativas nas suas avaliações, conforme sublinhou a “RTE News”. Segundo a AIE, os preços do crude estão “bearish” no curto prazo e bastante “bullish” no longo prazo.

Além disso, prevê uma maior volatilidade dos preços, referindo que deverá começar a ser habitual assistir a pronunciadas variações de curto prazo nos preços.
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por Nyk » 12/11/2008 9:33

Petróleo negoceia perto de mínimos com eventual redução de estimativas da AIE
O petróleo continua em queda e a negociar perto de mínimos de 20 meses, perante a especulação de que a Agência Internacional de Energia vai reduzir as estimativas para a procura pela matéria-prima em 2009.

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Ana Filipa Rego
arego@mediafin.pt


O petróleo continua em queda e a negociar perto de mínimos de 20 meses, perante a especulação de que a Agência Internacional de Energia vai reduzir as estimativas para a procura pela matéria-prima em 2009.

O crude deslizava 0,37% para os 59,11 dólares enquanto o “brent” depreciava 1,09% para os 55,10 dólares.

Segundo quatro antigos analistas da AIE, a agência deverá hoje reduzir as estimativas da procura pelo petróleo a nível mundial pelo terceiro mês consecutivo.

A agência jé reduziu as suas estimativas para 2008 em cerca de 1,3 milhões de barris por dia em sete revisões este ano. Na semana passada publicou um sumário no seu relatório anual de previsões para a energia, reduzindo projecções para 2030 em 9,4% para 106 milhões de barris por dia.
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por MozHawk » 11/11/2008 23:25

É natural. Com o FMI no seu último update à WEO, feito este mês, a reduzir as perspectivas de crescimento global em 75pb relativamente às projecções de Outubro de 2008, o que aí vem não é animador em nenhuma das frentes. E se até o governo angolano fez a revisão em baixa, de $65 para $55, à última da hora no OGE2009, é caso para se prever uma verdadeira "catástrofe"!

De qualquer maneira, há instantes os futuros do crude apresentavam os seguintes valores:

Crude Light Oil Comp.-Nymex(12.08)... $58,93 (min $58,32)
Brent Crude Oil-ICE (12.08)... $55,56 (min $54,92)
Oman Crude Oil-DME (01.09)... $51,80 (min $51,15)

Um abraço,
MozHawk
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por Nyk » 11/11/2008 19:30

Petróleo perde mais de 6% com receios de que a AIE corte previsões de consumo
Os preços do crude estão a recuar de modo acentuado nos mercados internacionais, anulando os ganhos de ontem, devido à especulação de que a Agência Internacional de Energia (AIE) volte a cortar as suas previsões de consumo de petróleo para 2009, com o abrandamento da economia global a penalizar o consumo do ‘ouro negro’.

Eudora Ribeiro

Assim, às 17h27, o barril de Brent (petróleo de referência na Europa) para entrega em Dezembro era transaccionado no ICE de Londres a descer 3,7 dólares, ou 6,26%, para os 55,30 dólares, enquanto que à mesma hora, o contrato de Dezembro do West Texas Intermediate (petróleo de referência nos Estados Unidos) desvalorizava 3,48 dólares, ou 5,58%, para os 58,93 dólares, por barril no NYMEX de Nova Iorque.
De acordo com quatro ex-analistas da AIE, citados pela Bloomberg, a organização das Nações Unidas, um conselheiro de 28 países consumidores de petróleo, deve reduzir a sua previsão de crescimento da procura mundial de petróleo pelo terceiro mês consecutivo.

Ontem, as cotações do ‘ouro negro’ estiveram em alta, depois de a China ter anunciado um plano para estimular a economia, no valor de 586 mil milhões de dólares (460,67 mil milhões de euros).

“As actuais estimativas da AIE são demasiado optimistas”, disse à Bloomberg Carsten Fritsch, analista no Commerzbank. “Os fundamentais subjacentes ainda estão sombrios. A menos que o pacote de salvação da China consiga estimular a procura interna, os seus efeitos vão ser limitados”, acrescentou.
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por Nyk » 11/11/2008 16:51

Mínimo de Janeiro de 2007
Petróleo negoceia nos 55 dólares em Londres
Os preços do petróleo acentuaram a tendência de queda tendo já estado a negociar na casa dos 55 dólares o que não acontecia desde Janeiro de 2007. A matéria-prima está a ser penalizada pelos receios de uma redução da procura que aumentaram com a especulação que a Agência Internacional de Energia (AIE).

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Lara Rosa
lararosa@mediafin.pt


Os preços do petróleo acentuaram a tendência de queda tendo já estado a negociar na casa dos 55 dólares o que não acontecia desde Janeiro de 2007. A matéria-prima está a ser penalizada pelos receios de uma redução da procura que aumentaram com a especulação que a Agência Internacional de Energia (AIE).

Em Londres, o Brent do mar do Norte, que serve de referência à economia portuguesa, tocou hoje nos 55,86 dólares por barril, o que corresponde ao valor mais baixo desde o dia 31 de Janeiro de 2007.

A matéria-prima segue a agora a perder 4,77% para os 56,26 dólares no mercado londrino e, em Nova Iorque, o West Texas Intermediate (WTI) cai 3,44% para os 60,26 dólares.

Quatro meses depois de ter tocado nos máximos históricos de 147,27 dólares por barril em Nova Iorque e de 147,50 dólares em Londres a matéria-prima já registou uma desvalorização de 59,08% no mercado nova-iorquino e de 61,86% no londrino.

A matéria-prima tem sido penalizada pelas perspectivas de redução da procura, sendo também esse o motivo da desvalorização de hoje uma vez que existe a expectativa de que a AIE venha a reduzir as suas estimativas de procura petrolífera para 2009.

Esta notícia foi avançada por quatro antigos analistas da agência, consultados pela Bloomberg, que afirmaram que a agência vai voltar a rever em baixa as suas estimativas de consumo mundial de petróleo, pelo terceiro mês consecutivo, reflectindo o deteriorar das condições macroeconómicas globais.

As perspectivas de uma queda do consumo estão a levar a matéria-prima a desvalorizar, depois de ontem terem chegado a ganhar mais de 7% impulsionada pelo plano de estimulo económico anunciado pela China.
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por Nyk » 11/11/2008 13:55

Petróleo acentua queda com perspectivas de redução do consumo
Os preços do petróleo acentuaram a tendência de queda penalizados pela especulação de que a Agencia Internacional de Energia (AIE) corte as suas perspectivas para a procura petrolífera de 2009.

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Lara Rosa
lararosa@mediafin.pt


Os preços do petróleo acentuaram a tendência de queda penalizados pela especulação de que a Agencia Internacional de Energia (AIE) corte as suas perspectivas para a procura petrolífera de 2009.

O West Texas Intermediate (WTI), em Nova Iorque, desvaloriza 3,93% para os 59,96 dólares por barril e, em Londres, o Brent do mar do Norte, que serve de referência à economia portuguesa segue a cair 3,61% para os 56,95 dólares.

Quatro meses depois de ter tocado nos máximos históricos de 147,27 dólares por barril em Nova Iorque e de 147,50 dólares em Londres a matéria-prima já registou uma desvalorização de 59,29% no mercado nova-iorquino e de 61,38% no londrino.

Quatro antigos analistas da AIE, consultados pela Bloomberg, afirmaram que a agência vai voltar a rever em baixa as suas estimativas de consumo mundial de petróleo, pelo terceiro mês consecutivo, reflectindo o deteriorar das condições macroeconómicas globais.

As perspectivas de uma queda do consumo estão a levar a matéria-prima a desvalorizar, depois de ontem terem chegado a ganhar mais de 7% impulsionada pelo plano de estimulo económico anunciado pela China
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por Nyk » 11/11/2008 8:45

Petróleo em queda com previsão de novo corte nas estimativas de consumo da AIE
O petróleo volta hoje a negociar em queda, depois dos ganhos superiores a 2% no final da sessão de ontem. A pressionar os preços da matéria-prima, que se mantém na casa dos 60 dólares, estão os receios do mercado de que a Agência Internacional de Energia (AIE) volte a rever em baixa as estimativas de consumo.

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Paulo Moutinho
paulomoutinho@mediafin.pt


O petróleo volta hoje a negociar em queda, depois dos ganhos superiores a 2% no final da sessão de ontem. A impulsionar os preços da matéria-prima, que se mantém na “casa” dos 60 dólares, estão os receios do mercado de que a Agência Internacional de Energia (AIE) volte a rever em baixa as estimativas de consumo.

O West Texas Intermediate (WTI) seguia a desvalorizar 2,95% para os 60,57 dólares, enquanto em Londres, mercado que serve de referência para as importações nacionais, o Brent do Mar do Norte desvalorizava 3,18% para 57,20 dólares, depois de ontem ter tocado mínimos de Fevereiro de 2007.

Quatro antigos analistas da AIE, consultados pela Bloomberg, afirmaram que a agência vai voltar a rever em baixa as suas estimativas de consumo mundial de petróleo, pelo terceiro mês consecutivo, reflectindo o deteriorar das condições macroeconómicas globais.

Esta perspectiva está a provocar uma nova quebra das cotações do petróleo nos mercados internacionais, já que perspectiva-se menor pressão sobre os preços num ambiente de abrandamento, ou mesmo de recessão, da economia mundial, em resultado da actual crise financeira.
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