Petróleo - Tópico Geral
Petroleo
Pois é, o meu irmão (que é gestor) tinha razão! Se o petroleo se aproximar dos 50 dolares, compra !
Reforcei hoje e bastante, o certificado bcp sobre o petróleo ainda em valores de 5,45, 5,48, 5,6 e 5,62.
O Jim Rogers, na última entrevista que deu, tambem recomendou o petróleo. Penso que a OPEP só se contenta com ele nos 70s, mas não me lembro onde li isto. Pelo menos a caça ás petrolíferas baratas começou hoje
Abraços
Clinico
Reforcei hoje e bastante, o certificado bcp sobre o petróleo ainda em valores de 5,45, 5,48, 5,6 e 5,62.
O Jim Rogers, na última entrevista que deu, tambem recomendou o petróleo. Penso que a OPEP só se contenta com ele nos 70s, mas não me lembro onde li isto. Pelo menos a caça ás petrolíferas baratas começou hoje
Abraços
Clinico
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Petróleo dispara mais de 3% em Nova Iorque
O petróleo subia mais de 3% em Nova Iorque porque apesar das reservas de gasolina terem crescido mais do que o esperado, os stocks de crude subiram menos do que o previsto.
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Jornal de Negócios Online
negocios@mediafin.pt
O petróleo subia mais de 3% em Nova Iorque porque apesar das reservas de gasolina terem crescido mais do que o esperado, os “stocks” de crude subiram menos do que o previsto.
O crude valorizava 3,83% para os 58,31 dólares depois de já ter estado a perder mais de 2% e a ganhar mais de 4%.
O “brent” mantinha-se em terreno negativo com uma queda de 0,71% para os 52 dólares.
De acordo com os dados do Departamento norte-americano da Energia (DoE), os “stocks” de crude aumentaram em 22.000 barris, para 311,9 milhões, quando os analistas apontavam para um acréscimo de um milhão de barris.
Esta notícia estará a contribuir para a queda das cotações. No entanto, o petróleo já negociou em queda em Nova Iorque porque os inventários da gasolina registaram uma subida de 1,98 milhões de barris, para 198 milhões, quando as previsões dos analistas inquiridos pela Bloomberg estimavam um aumento de 100.000 barris.
O petróleo subia mais de 3% em Nova Iorque porque apesar das reservas de gasolina terem crescido mais do que o esperado, os stocks de crude subiram menos do que o previsto.
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Jornal de Negócios Online
negocios@mediafin.pt
O petróleo subia mais de 3% em Nova Iorque porque apesar das reservas de gasolina terem crescido mais do que o esperado, os “stocks” de crude subiram menos do que o previsto.
O crude valorizava 3,83% para os 58,31 dólares depois de já ter estado a perder mais de 2% e a ganhar mais de 4%.
O “brent” mantinha-se em terreno negativo com uma queda de 0,71% para os 52 dólares.
De acordo com os dados do Departamento norte-americano da Energia (DoE), os “stocks” de crude aumentaram em 22.000 barris, para 311,9 milhões, quando os analistas apontavam para um acréscimo de um milhão de barris.
Esta notícia estará a contribuir para a queda das cotações. No entanto, o petróleo já negociou em queda em Nova Iorque porque os inventários da gasolina registaram uma subida de 1,98 milhões de barris, para 198 milhões, quando as previsões dos analistas inquiridos pela Bloomberg estimavam um aumento de 100.000 barris.
"A incerteza dos acontecimentos,é sempre mais difícil de suportar do que o próprio acontecimento" Jean-Baptista Massilion.
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"Johann Goethe
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"Johann Goethe
Petróleo cai com aumento das reservas de gasolina nos EUA
As cotações do petróleo estão a reagir em baixa ao aumento, acima do esperado, das reservas norte-americanas de gasolina na semana passada.
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Carla Pedro
cpedro@mediafin.pt
As cotações do petróleo estão a reagir em baixa ao aumento, acima do esperado, das reservas norte-americanas de gasolina na semana passada.
O West Texas Intermediate para entrega em Dezembro seguia a perder 0,8% em Nova Iorque, para 56,61 dólares por barril, depois de ter estado a ganhar cerca de 3% com a notícia de que a OPEP deverá realizar uma nova reunião extraordinária ainda este mês.
O Brent, crude de referência para a Europa transaccionado em Londres, seguia a ceder 1,22%, para 51,73 dólares, tendo assim regressado aos mínimos dos últimos 21 meses.
De acordo com os dados do Departamento norte-americano da Energia (DoE), os “stocks” de crude aumentaram em 22.000 barris, para 311,9 milhões, quando os analistas apontavam para um acréscimo de um milhão de barris.
Os inventários da gasolina registaram uma subida de 1,98 milhões de barris, para 198 milhões, quando as previsões dos analistas inquiridos pela Bloomberg estimavam um aumento de 100.000 barris.
Quanto às reservas de produtos destilados – que incluem gasóleo e combustível para aquecimento – aumentaram em 516.000 barris, contra um aumento estimado de 900.000 barris.
As cotações do petróleo estão a reagir em baixa ao aumento, acima do esperado, das reservas norte-americanas de gasolina na semana passada.
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Carla Pedro
cpedro@mediafin.pt
As cotações do petróleo estão a reagir em baixa ao aumento, acima do esperado, das reservas norte-americanas de gasolina na semana passada.
O West Texas Intermediate para entrega em Dezembro seguia a perder 0,8% em Nova Iorque, para 56,61 dólares por barril, depois de ter estado a ganhar cerca de 3% com a notícia de que a OPEP deverá realizar uma nova reunião extraordinária ainda este mês.
O Brent, crude de referência para a Europa transaccionado em Londres, seguia a ceder 1,22%, para 51,73 dólares, tendo assim regressado aos mínimos dos últimos 21 meses.
De acordo com os dados do Departamento norte-americano da Energia (DoE), os “stocks” de crude aumentaram em 22.000 barris, para 311,9 milhões, quando os analistas apontavam para um acréscimo de um milhão de barris.
Os inventários da gasolina registaram uma subida de 1,98 milhões de barris, para 198 milhões, quando as previsões dos analistas inquiridos pela Bloomberg estimavam um aumento de 100.000 barris.
Quanto às reservas de produtos destilados – que incluem gasóleo e combustível para aquecimento – aumentaram em 516.000 barris, contra um aumento estimado de 900.000 barris.
"A incerteza dos acontecimentos,é sempre mais difícil de suportar do que o próprio acontecimento" Jean-Baptista Massilion.
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Petróleo recupera terreno com possível reunião extraordinária da OPEP
As cotações do crude seguiam a ganhar terreno nos mercados internacionais, recuperando de mínimos dos últimos 21 meses, devido ao anúncio de que a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) deverá reunir-se ainda este mês, no Cairo.
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Carla Pedro
cpedro@mediafin.pt
As cotações do crude seguiam a ganhar terreno nos mercados internacionais, recuperando de mínimos dos últimos 21 meses, devido ao anúncio de que a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) deverá reunir-se ainda este mês, no Cairo.
A próxima reunião oficial está agendada para 17 de Dezembro, mas o cartel petrolífero poderá voltar a realizar um encontro extraordinário, à semelhança do que fez a 24 de Outubro. Nessa reunião, a OPEP anunciou uma redução do seu “plafond” de produção em 1,5 milhões de barris por dia. Chakib Khelil, presidente do cartel, referiu entrentanto que a organização poderia reunir-se de novo antes da reunião oficial agendada para Dezembro e decidir-se por mais cortes.
Desde Dezembro de 2006 que a OPEP não reduzia a sua produção.
Na sua última reunião oficial, a 10 de Setembro em Viena, a OPEP decidiu cumprir rigidamente os níveis formais de produção definidos para cada membro, uma iniciativa que visava reduzir a oferta de petróleo ao mercado em 500.000 barris por dia. No entanto, essa medida não se revelou suficiente para travar a actual queda dos preços.
A quota oficial de produção para 11 dos 13 membros da OPEP – uma vez que o Iraque não está incluído por estar abrangido pelo regime “petróleo por comida” da ONU e também porque a Indonésia já se tornou importadora e vai deixar de fazer parte do cartel no próximo ano – ficou estabelecida em 28,8 milhões de barris por dia na reunião de Setembro, tendo depois sido reduzida em 1,5 milhões no encontro de 24 de Outubro.
O West Texas Intermediate (WTI), “benchmark” para os Estados Unidos, ganhava 1,03%, para 56,74 dólares por barril.
O contrato de Dezembro do Brent do Mar do Norte, crude de referência para a Europa, seguia a subir 0,61% no mercado londrino, para 52,69 dólares por barril.
As cotações do crude seguiam a ganhar terreno nos mercados internacionais, recuperando de mínimos dos últimos 21 meses, devido ao anúncio de que a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) deverá reunir-se ainda este mês, no Cairo.
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Carla Pedro
cpedro@mediafin.pt
As cotações do crude seguiam a ganhar terreno nos mercados internacionais, recuperando de mínimos dos últimos 21 meses, devido ao anúncio de que a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) deverá reunir-se ainda este mês, no Cairo.
A próxima reunião oficial está agendada para 17 de Dezembro, mas o cartel petrolífero poderá voltar a realizar um encontro extraordinário, à semelhança do que fez a 24 de Outubro. Nessa reunião, a OPEP anunciou uma redução do seu “plafond” de produção em 1,5 milhões de barris por dia. Chakib Khelil, presidente do cartel, referiu entrentanto que a organização poderia reunir-se de novo antes da reunião oficial agendada para Dezembro e decidir-se por mais cortes.
Desde Dezembro de 2006 que a OPEP não reduzia a sua produção.
Na sua última reunião oficial, a 10 de Setembro em Viena, a OPEP decidiu cumprir rigidamente os níveis formais de produção definidos para cada membro, uma iniciativa que visava reduzir a oferta de petróleo ao mercado em 500.000 barris por dia. No entanto, essa medida não se revelou suficiente para travar a actual queda dos preços.
A quota oficial de produção para 11 dos 13 membros da OPEP – uma vez que o Iraque não está incluído por estar abrangido pelo regime “petróleo por comida” da ONU e também porque a Indonésia já se tornou importadora e vai deixar de fazer parte do cartel no próximo ano – ficou estabelecida em 28,8 milhões de barris por dia na reunião de Setembro, tendo depois sido reduzida em 1,5 milhões no encontro de 24 de Outubro.
O West Texas Intermediate (WTI), “benchmark” para os Estados Unidos, ganhava 1,03%, para 56,74 dólares por barril.
O contrato de Dezembro do Brent do Mar do Norte, crude de referência para a Europa, seguia a subir 0,61% no mercado londrino, para 52,69 dólares por barril.
"A incerteza dos acontecimentos,é sempre mais difícil de suportar do que o próprio acontecimento" Jean-Baptista Massilion.
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"Johann Goethe
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"Johann Goethe
AIE volta a rever em baixa estimativas de procura petróleo
A Agência Internacional de Energia (AIE) reduziu, pelo terceiro mês, as estimativas de consumo de petróleo, numa altura em que as previsões económicas apontam para uma deterioração do crescimento económico mundial.
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Sara Antunes
saraantunes@mediafin.pt
A Agência Internacional de Energia (AIE) reduziu, pelo terceiro mês, as estimativas de consumo de petróleo, numa altura em que as previsões económicas apontam para uma deterioração do crescimento económico mundial.
A AIE reduziu em 670 mil barris por dia as estimativas de consumo de petróleo para 2009, o que representa uma revisão de 0,8%, para um total de 86,5 milhões de barris diários, de acordo com o relatório divulgado esta manhã e citado pela Bloomberg.
A agência reviu ainda as estimativas para o consumo em 2008, cortando em um milhão de barris diários as previsões para a procura no quarto trimestre.
Os dados económicos que têm sido divulgados revelam uma deterioração da economia mundial. Ainda hoje, a Alemanha confirmou que a economia entrou em recessão técnica, depois de no terceiro trimestre se ter registado a segunda contracção da maior economia europeia.
A Agência Internacional de Energia (AIE) reduziu, pelo terceiro mês, as estimativas de consumo de petróleo, numa altura em que as previsões económicas apontam para uma deterioração do crescimento económico mundial.
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Sara Antunes
saraantunes@mediafin.pt
A Agência Internacional de Energia (AIE) reduziu, pelo terceiro mês, as estimativas de consumo de petróleo, numa altura em que as previsões económicas apontam para uma deterioração do crescimento económico mundial.
A AIE reduziu em 670 mil barris por dia as estimativas de consumo de petróleo para 2009, o que representa uma revisão de 0,8%, para um total de 86,5 milhões de barris diários, de acordo com o relatório divulgado esta manhã e citado pela Bloomberg.
A agência reviu ainda as estimativas para o consumo em 2008, cortando em um milhão de barris diários as previsões para a procura no quarto trimestre.
Os dados económicos que têm sido divulgados revelam uma deterioração da economia mundial. Ainda hoje, a Alemanha confirmou que a economia entrou em recessão técnica, depois de no terceiro trimestre se ter registado a segunda contracção da maior economia europeia.
"A incerteza dos acontecimentos,é sempre mais difícil de suportar do que o próprio acontecimento" Jean-Baptista Massilion.
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"Johann Goethe
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"Johann Goethe
Heinrich, é precisamente uma das coisas que sigo neste tópico:
http://caldeiraodebolsa.jornaldenegocio ... 0&start=75
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FLOP - Fundamental Laws Of Profit
1. Mais vale perder um ganho que ganhar uma perda, a menos que se cumpra a Segunda Lei.
2. A expectativa de ganho deve superar a expectativa de perda, onde a expectativa mede a
__.amplitude média do ganho/perda contra a respectiva probabilidade.
3. A Primeira Lei não é mesmo necessária mas com Três Leis isto fica definitivamente mais giro.
Suportes
Bom dia.
Alguém pode partilhar uma análise técnica com possíveis suportes para o Nymex Crude Oil Light Sweet (CLc1)? Acham que existe uma boa probabilidade de o mínimo do ano 49,90 ser activado?
Aproveito também para perguntar se alguém negoceia e qual a opinião sobre o CFD Powershares DB Commodities Index Tracking Fund.
Obrigado e BN.
Alguém pode partilhar uma análise técnica com possíveis suportes para o Nymex Crude Oil Light Sweet (CLc1)? Acham que existe uma boa probabilidade de o mínimo do ano 49,90 ser activado?
Aproveito também para perguntar se alguém negoceia e qual a opinião sobre o CFD Powershares DB Commodities Index Tracking Fund.
Obrigado e BN.
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- Registado: 29/9/2008 16:50
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Mínimos de Janeiro de 2007
Petróleo negoceia nos 51 dólares em Londres
O petróleo seguia a negociar em queda em ambos os mercados de referência, penalizado pela expectativa de que o abrandamento das principais economias consumidoras de energia reduza a procura por combustíveis. Em Londres, a matéria-prima cotava nos 51 dólares por barril tendo já atingido um mínimo de inícios de Janeiro de 2007.
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Raquel Godinho
rgodinho@mediafin.pt
O petróleo seguia a negociar em queda em ambos os mercados de referência, penalizado pela expectativa de que o abrandamento das principais economias consumidoras de energia reduza a procura por combustíveis. Em Londres, a matéria-prima cotava nos 51 dólares por barril tendo já atingido um mínimo de inícios de Janeiro de 2007.
O West Texas Intermediate(WTI), negociado em Nova Iorque, descia 2,07% para os 55,00 dólares, tendo já quebrado esta barreira para fixar um novo mínimo de finais de Janeiro de 2007, nos 54,67 dólares.
Já o Brent do Mar do Norte, transaccionado em Londres e que serve de referência para as exportações europeias, recuava 2,46% para os 51,08 dólares. Na sessão de hoje, a matéria-prima já tocou nos 50,60 dólares em Londres, o valor mais baixo desde o início de Janeiro do ano passado.
A penalizar o petróleo estão os receios de que o abrandamento das principais economias consumidoras de energia corte a sua procura por combustíveis. Também a influenciar de forma negativa a negociação estão as expectativas de que a Agência Internacional de Energia (AIE) venha hoje anunciar um corte na sua estimativa para a procura global para o próximo ano.
Hoje será também anunciado o relatório semanal das reservas petrolíferas dos Estados Unidos na semana passada, com as previsões dos analistas consultados pela agência Bloomberg a apontarem para uma subida de um milhão de barris nos “stocks” de crude.
Recorde-se que a 11 de Julho, o petróleo atingiu, em ambos os mercados de referência o valor mais alto de sempre acima dos 147 dólares por barril.
Petróleo negoceia nos 51 dólares em Londres
O petróleo seguia a negociar em queda em ambos os mercados de referência, penalizado pela expectativa de que o abrandamento das principais economias consumidoras de energia reduza a procura por combustíveis. Em Londres, a matéria-prima cotava nos 51 dólares por barril tendo já atingido um mínimo de inícios de Janeiro de 2007.
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Raquel Godinho
rgodinho@mediafin.pt
O petróleo seguia a negociar em queda em ambos os mercados de referência, penalizado pela expectativa de que o abrandamento das principais economias consumidoras de energia reduza a procura por combustíveis. Em Londres, a matéria-prima cotava nos 51 dólares por barril tendo já atingido um mínimo de inícios de Janeiro de 2007.
O West Texas Intermediate(WTI), negociado em Nova Iorque, descia 2,07% para os 55,00 dólares, tendo já quebrado esta barreira para fixar um novo mínimo de finais de Janeiro de 2007, nos 54,67 dólares.
Já o Brent do Mar do Norte, transaccionado em Londres e que serve de referência para as exportações europeias, recuava 2,46% para os 51,08 dólares. Na sessão de hoje, a matéria-prima já tocou nos 50,60 dólares em Londres, o valor mais baixo desde o início de Janeiro do ano passado.
A penalizar o petróleo estão os receios de que o abrandamento das principais economias consumidoras de energia corte a sua procura por combustíveis. Também a influenciar de forma negativa a negociação estão as expectativas de que a Agência Internacional de Energia (AIE) venha hoje anunciar um corte na sua estimativa para a procura global para o próximo ano.
Hoje será também anunciado o relatório semanal das reservas petrolíferas dos Estados Unidos na semana passada, com as previsões dos analistas consultados pela agência Bloomberg a apontarem para uma subida de um milhão de barris nos “stocks” de crude.
Recorde-se que a 11 de Julho, o petróleo atingiu, em ambos os mercados de referência o valor mais alto de sempre acima dos 147 dólares por barril.
"A incerteza dos acontecimentos,é sempre mais difícil de suportar do que o próprio acontecimento" Jean-Baptista Massilion.
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"Johann Goethe
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Petróleo fecha em mínimos de 21 meses
Os preços do petróleo encerraram em forte queda esta quarta-feira com especulações sobre a revisão em baixa das estimativas de procura para 2009 por parte da Agência Internacional de Energia.
Em Londres, o barril de Brent para entrega em Dezembro cedeu 3,36 dólares, ou 6%, para os 52,35 dólares. Antes, o crude tocou os 52,08 dólares, mínimo desde 19 de Janeiro do ano passado.
Em Nova Iorque, o barril de West Texas Intermediate caiu 3,09 dólares, ou 5,2%, para os 56,24 dólares. Durante a sessão, os preços tocaram o valor mais baixo desde 31 de Janeiro do ano passado, nos 55,94 dólares.
Os preços do petróleo encerraram em forte queda esta quarta-feira com especulações sobre a revisão em baixa das estimativas de procura para 2009 por parte da Agência Internacional de Energia.
Em Londres, o barril de Brent para entrega em Dezembro cedeu 3,36 dólares, ou 6%, para os 52,35 dólares. Antes, o crude tocou os 52,08 dólares, mínimo desde 19 de Janeiro do ano passado.
Em Nova Iorque, o barril de West Texas Intermediate caiu 3,09 dólares, ou 5,2%, para os 56,24 dólares. Durante a sessão, os preços tocaram o valor mais baixo desde 31 de Janeiro do ano passado, nos 55,94 dólares.
"A incerteza dos acontecimentos,é sempre mais difícil de suportar do que o próprio acontecimento" Jean-Baptista Massilion.
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"Johann Goethe
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Petróleo regressa aos 52 dólares e atinge mínimo de 22 meses
O petróleo negociou na casa dos 52 dólares por barril no mercado londrino, o que não se verificada desde Janeiro de 2007. Também em Nova Iorque as cotações reforçaram o mínimo de 20 meses com os receios de que a procura pela matéria-prima diminua.
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Lara Rosa
lararosa@mediafin.pt
O petróleo negoceia na casa dos 52 dólares por barril no mercado londrino, o que não se verificada desde Janeiro de 2007. Também em Nova Iorque as cotações reforçaram o mínimo de 20 meses com os receios de que a procura pela matéria-prima diminua.
O West Texas Intermediate (WTI), em Nova Iorque, seguia a desvalorizar 3,99% para os 56,96 dólares, depois de já ter tocado nos 56,64 dólares por barril, o que corresponde a um mínimo de Março de 2007.
Em Londres, o Brent do mar do norte tocou no valor mais baixo desde Janeiro de 2007 ao negociar nos 52,88 dólares. No mercado que serve de referência à economia portuguesa as cotações seguem agora a cair 4,77% para os 53,05 dólares.
A pressionar a negociação de hoje estão mais uma vez os receios de uma queda da procura da matéria-prima, receios estes que estão a ser intensificados pelas expectativas de que a Agência Internacional de Energia (AIE) corte as suas previsões para de procura para 2009.
O director executivo da AIE referiu, citado pela Bloomberg, que “é mais do que provável” que a agência corte as suas estimativas para o próximo ano no seu próximo relatório mensal.
Também a contribuir para a queda das cotações estão as expectativas de um aumento dos inventários petrolíferos da semana passada. As reservas petrolíferas norte-americanas são divulgadas amanhã e o mercado aguarda o sétimo aumento consecutivo.
O petróleo negociou na casa dos 52 dólares por barril no mercado londrino, o que não se verificada desde Janeiro de 2007. Também em Nova Iorque as cotações reforçaram o mínimo de 20 meses com os receios de que a procura pela matéria-prima diminua.
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Lara Rosa
lararosa@mediafin.pt
O petróleo negoceia na casa dos 52 dólares por barril no mercado londrino, o que não se verificada desde Janeiro de 2007. Também em Nova Iorque as cotações reforçaram o mínimo de 20 meses com os receios de que a procura pela matéria-prima diminua.
O West Texas Intermediate (WTI), em Nova Iorque, seguia a desvalorizar 3,99% para os 56,96 dólares, depois de já ter tocado nos 56,64 dólares por barril, o que corresponde a um mínimo de Março de 2007.
Em Londres, o Brent do mar do norte tocou no valor mais baixo desde Janeiro de 2007 ao negociar nos 52,88 dólares. No mercado que serve de referência à economia portuguesa as cotações seguem agora a cair 4,77% para os 53,05 dólares.
A pressionar a negociação de hoje estão mais uma vez os receios de uma queda da procura da matéria-prima, receios estes que estão a ser intensificados pelas expectativas de que a Agência Internacional de Energia (AIE) corte as suas previsões para de procura para 2009.
O director executivo da AIE referiu, citado pela Bloomberg, que “é mais do que provável” que a agência corte as suas estimativas para o próximo ano no seu próximo relatório mensal.
Também a contribuir para a queda das cotações estão as expectativas de um aumento dos inventários petrolíferos da semana passada. As reservas petrolíferas norte-americanas são divulgadas amanhã e o mercado aguarda o sétimo aumento consecutivo.
"A incerteza dos acontecimentos,é sempre mais difícil de suportar do que o próprio acontecimento" Jean-Baptista Massilion.
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"Johann Goethe
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"Johann Goethe
Petróleo acentua queda e atinge os 53 dólares em Londres
Os preços do petróleo acentuaram a tendência de queda levando a matéria-prima a negociar na casa dos 53 dólares por barril, no mercado londrino, pela primeira vez desde Janeiro de 2007. Também em Nova Iorque as cotações reforçaram o mínimo de 20 meses com os receios de que a procura pela matéria-prima diminua.
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Lara Rosa
lararosa@mediafin.pt
Os preços do petróleo acentuaram a tendência de queda levando a matéria-prima a negociar na casa dos 53 dólares por barril, no mercado londrino, pela primeira vez desde Janeiro de 2007. Também em Nova Iorque as cotações reforçaram o mínimo de 20 meses com os receios de que a procura pela matéria-prima diminua.
O West Texas Intermediate (WTI), em Nova Iorque, seguia a desvalorizar 3,42% para os 57,30 dólares, depois de já ter tocado nos 57,04 dólares por barril, o que corresponde a um mínimo de Março de 2007.
Em Londres, o Brent do mar do norte tocou no valor mais baixo desde Janeiro de 2007 ao negociar nos 53,67 dólares. No mercado que serve de referência à economia portuguesa as cotações seguem agora a cair 2,78% para os 54,16 dólares.
A pressionar a negociação de hoje estão, mais uma vez, os receios de uma queda da procura da matéria-prima, receios estes que estão a ser intensificados pelas expectativas de que a Agência Internacional de Energia (AIE) corte as suas previsões para de procura para 2009.
O director executivo da AIE referiu, citado pela Bloomberg, que “é mais do que provável” que a agência corte as suas estimativas para o próximo ano no seu próximo relatório mensal.
Também a contribuir para a queda das cotações estão as expectativas de um aumento dos inventários petrolíferos da semana passada. As reservas petrolíferas norte-americanas são divulgadas amanhã e o mercado aguarda o sétimo aumento consecutivo.
Os preços do petróleo acentuaram a tendência de queda levando a matéria-prima a negociar na casa dos 53 dólares por barril, no mercado londrino, pela primeira vez desde Janeiro de 2007. Também em Nova Iorque as cotações reforçaram o mínimo de 20 meses com os receios de que a procura pela matéria-prima diminua.
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Lara Rosa
lararosa@mediafin.pt
Os preços do petróleo acentuaram a tendência de queda levando a matéria-prima a negociar na casa dos 53 dólares por barril, no mercado londrino, pela primeira vez desde Janeiro de 2007. Também em Nova Iorque as cotações reforçaram o mínimo de 20 meses com os receios de que a procura pela matéria-prima diminua.
O West Texas Intermediate (WTI), em Nova Iorque, seguia a desvalorizar 3,42% para os 57,30 dólares, depois de já ter tocado nos 57,04 dólares por barril, o que corresponde a um mínimo de Março de 2007.
Em Londres, o Brent do mar do norte tocou no valor mais baixo desde Janeiro de 2007 ao negociar nos 53,67 dólares. No mercado que serve de referência à economia portuguesa as cotações seguem agora a cair 2,78% para os 54,16 dólares.
A pressionar a negociação de hoje estão, mais uma vez, os receios de uma queda da procura da matéria-prima, receios estes que estão a ser intensificados pelas expectativas de que a Agência Internacional de Energia (AIE) corte as suas previsões para de procura para 2009.
O director executivo da AIE referiu, citado pela Bloomberg, que “é mais do que provável” que a agência corte as suas estimativas para o próximo ano no seu próximo relatório mensal.
Também a contribuir para a queda das cotações estão as expectativas de um aumento dos inventários petrolíferos da semana passada. As reservas petrolíferas norte-americanas são divulgadas amanhã e o mercado aguarda o sétimo aumento consecutivo.
"A incerteza dos acontecimentos,é sempre mais difícil de suportar do que o próprio acontecimento" Jean-Baptista Massilion.
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"Johann Goethe
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"Johann Goethe
Pico não é para já, mas é preciso investir
Agência Internacional de Energia diz que petróleo barato acabou
As actuais tendências energéticas são visivelmente insustentáveis social, ambiental e economicamente. O petróleo continua a ser a energia dominante, mas a era do petróleo barato acabou. No entanto, a volatilidade dos preços mantém-se. São estas algumas das principais conclusões do "World Energy Outlook" hoje divulgado pela Agência Internacional de Energia (AIE) e que faz projecções de cenários até 2030.
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Carla Pedro
cpedro@mediafin.pt
As actuais tendências energéticas são visivelmente insustentáveis – social, ambiental e economicamente. O petróleo continua a ser a energia dominante, mas a era do petróleo barato acabou. No entanto, a volatilidade dos preços mantém-se. São estas algumas das principais conclusões do "World Energy Outlook" hoje divulgado pela Agência Internacional de Energia (AIE) e que faz projecções de cenários até 2030.
A AIE não prevê um pico do petróleo até 2030, mas salienta que os fracos investimentos em infra-estruturas, numa altura em que os campos petrolíferos estão em declínio, poderão levar a problemas de produção. “Apesar de não estimarmos que produção petrolífera mundial atinja um pico até 2030, a produção convencional de crude deverá começar a diminuir em torno desse ano”, advertiu, sublinhando que as areias betuminosas do Canadá e o petróleo mais pesado terão de fazer a diferença.
Com efeito, segundo a AIE, o mundo não está em perigo – para já – de ficar sem petróleo, mas existe o risco de que as suas reservas possam não ser exploradas com suficiente rapidez para atenderem ao crescimento da procura nos próximos anos.
De acordo com a organização, são necessários cerca de 30 milhões de barris diários de crude extra em 2015.
A AIE refere que o mundo precisa de um investimento superior a 26 biliões de dólares nos próximos 20 anos para garantir um nível adequado de oferta de energia – um aumento de mais de quatro biliões de dólares face às projecções feitas no “World Energy Outlook” de 2007.
A organização prevê que a oferta mundial de petróleo aumente para 106 milhões de barris por dia até 2030, contra 84 milhões no ano passado, esperando-se que o grosso desse aumento provenha dos membros da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) – cuja quota de produção global deverá passar de 44% em 2007 para 51% em 2030.
Fora da OPEP, a produção já atingiu um pico em muitos países e deverá atingi-lo em muitos outros antes de 2030, alerta a AIE.
Saliente-se que a teoria do pico do petróleo - ou Pico de Hubbert - proclama o inevitável declínio e subsequente fim da produção de petróleo.
Petróleo acima dos 200 dólares em 2030
A Agência Internacional de Energia salientou que apesar da actual queda das cotações do crude, a era do petróleo barato acabou. A AIE prevê que um barril de petróleo custe mais de 200 dólares em 2030.
Atendendo aos elevados custos inerentes à exploração de campos para novas produções e à constante luta para que a oferta atenda à procura, a AIE considera que os consumidores pagarão uma média de 100 dólares por barril de petróleo ao longo dos próximos sete anos e mais caro a partir daí.
A agência teve o cuidado de não prever preços, mas faz algumas estimativas nas suas avaliações, conforme sublinhou a “RTE News”. Segundo a AIE, os preços do crude estão “bearish” no curto prazo e bastante “bullish” no longo prazo.
Além disso, prevê uma maior volatilidade dos preços, referindo que deverá começar a ser habitual assistir a pronunciadas variações de curto prazo nos preços.
Agência Internacional de Energia diz que petróleo barato acabou
As actuais tendências energéticas são visivelmente insustentáveis social, ambiental e economicamente. O petróleo continua a ser a energia dominante, mas a era do petróleo barato acabou. No entanto, a volatilidade dos preços mantém-se. São estas algumas das principais conclusões do "World Energy Outlook" hoje divulgado pela Agência Internacional de Energia (AIE) e que faz projecções de cenários até 2030.
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Carla Pedro
cpedro@mediafin.pt
As actuais tendências energéticas são visivelmente insustentáveis – social, ambiental e economicamente. O petróleo continua a ser a energia dominante, mas a era do petróleo barato acabou. No entanto, a volatilidade dos preços mantém-se. São estas algumas das principais conclusões do "World Energy Outlook" hoje divulgado pela Agência Internacional de Energia (AIE) e que faz projecções de cenários até 2030.
A AIE não prevê um pico do petróleo até 2030, mas salienta que os fracos investimentos em infra-estruturas, numa altura em que os campos petrolíferos estão em declínio, poderão levar a problemas de produção. “Apesar de não estimarmos que produção petrolífera mundial atinja um pico até 2030, a produção convencional de crude deverá começar a diminuir em torno desse ano”, advertiu, sublinhando que as areias betuminosas do Canadá e o petróleo mais pesado terão de fazer a diferença.
Com efeito, segundo a AIE, o mundo não está em perigo – para já – de ficar sem petróleo, mas existe o risco de que as suas reservas possam não ser exploradas com suficiente rapidez para atenderem ao crescimento da procura nos próximos anos.
De acordo com a organização, são necessários cerca de 30 milhões de barris diários de crude extra em 2015.
A AIE refere que o mundo precisa de um investimento superior a 26 biliões de dólares nos próximos 20 anos para garantir um nível adequado de oferta de energia – um aumento de mais de quatro biliões de dólares face às projecções feitas no “World Energy Outlook” de 2007.
A organização prevê que a oferta mundial de petróleo aumente para 106 milhões de barris por dia até 2030, contra 84 milhões no ano passado, esperando-se que o grosso desse aumento provenha dos membros da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) – cuja quota de produção global deverá passar de 44% em 2007 para 51% em 2030.
Fora da OPEP, a produção já atingiu um pico em muitos países e deverá atingi-lo em muitos outros antes de 2030, alerta a AIE.
Saliente-se que a teoria do pico do petróleo - ou Pico de Hubbert - proclama o inevitável declínio e subsequente fim da produção de petróleo.
Petróleo acima dos 200 dólares em 2030
A Agência Internacional de Energia salientou que apesar da actual queda das cotações do crude, a era do petróleo barato acabou. A AIE prevê que um barril de petróleo custe mais de 200 dólares em 2030.
Atendendo aos elevados custos inerentes à exploração de campos para novas produções e à constante luta para que a oferta atenda à procura, a AIE considera que os consumidores pagarão uma média de 100 dólares por barril de petróleo ao longo dos próximos sete anos e mais caro a partir daí.
A agência teve o cuidado de não prever preços, mas faz algumas estimativas nas suas avaliações, conforme sublinhou a “RTE News”. Segundo a AIE, os preços do crude estão “bearish” no curto prazo e bastante “bullish” no longo prazo.
Além disso, prevê uma maior volatilidade dos preços, referindo que deverá começar a ser habitual assistir a pronunciadas variações de curto prazo nos preços.
"A incerteza dos acontecimentos,é sempre mais difícil de suportar do que o próprio acontecimento" Jean-Baptista Massilion.
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"Johann Goethe
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"Johann Goethe
Petróleo negoceia perto de mínimos com eventual redução de estimativas da AIE
O petróleo continua em queda e a negociar perto de mínimos de 20 meses, perante a especulação de que a Agência Internacional de Energia vai reduzir as estimativas para a procura pela matéria-prima em 2009.
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Ana Filipa Rego
arego@mediafin.pt
O petróleo continua em queda e a negociar perto de mínimos de 20 meses, perante a especulação de que a Agência Internacional de Energia vai reduzir as estimativas para a procura pela matéria-prima em 2009.
O crude deslizava 0,37% para os 59,11 dólares enquanto o “brent” depreciava 1,09% para os 55,10 dólares.
Segundo quatro antigos analistas da AIE, a agência deverá hoje reduzir as estimativas da procura pelo petróleo a nível mundial pelo terceiro mês consecutivo.
A agência jé reduziu as suas estimativas para 2008 em cerca de 1,3 milhões de barris por dia em sete revisões este ano. Na semana passada publicou um sumário no seu relatório anual de previsões para a energia, reduzindo projecções para 2030 em 9,4% para 106 milhões de barris por dia.
O petróleo continua em queda e a negociar perto de mínimos de 20 meses, perante a especulação de que a Agência Internacional de Energia vai reduzir as estimativas para a procura pela matéria-prima em 2009.
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Ana Filipa Rego
arego@mediafin.pt
O petróleo continua em queda e a negociar perto de mínimos de 20 meses, perante a especulação de que a Agência Internacional de Energia vai reduzir as estimativas para a procura pela matéria-prima em 2009.
O crude deslizava 0,37% para os 59,11 dólares enquanto o “brent” depreciava 1,09% para os 55,10 dólares.
Segundo quatro antigos analistas da AIE, a agência deverá hoje reduzir as estimativas da procura pelo petróleo a nível mundial pelo terceiro mês consecutivo.
A agência jé reduziu as suas estimativas para 2008 em cerca de 1,3 milhões de barris por dia em sete revisões este ano. Na semana passada publicou um sumário no seu relatório anual de previsões para a energia, reduzindo projecções para 2030 em 9,4% para 106 milhões de barris por dia.
"A incerteza dos acontecimentos,é sempre mais difícil de suportar do que o próprio acontecimento" Jean-Baptista Massilion.
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"Johann Goethe
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"Johann Goethe
É natural. Com o FMI no seu último update à WEO, feito este mês, a reduzir as perspectivas de crescimento global em 75pb relativamente às projecções de Outubro de 2008, o que aí vem não é animador em nenhuma das frentes. E se até o governo angolano fez a revisão em baixa, de $65 para $55, à última da hora no OGE2009, é caso para se prever uma verdadeira "catástrofe"!
De qualquer maneira, há instantes os futuros do crude apresentavam os seguintes valores:
Crude Light Oil Comp.-Nymex(12.08)... $58,93 (min $58,32)
Brent Crude Oil-ICE (12.08)... $55,56 (min $54,92)
Oman Crude Oil-DME (01.09)... $51,80 (min $51,15)
Um abraço,
MozHawk
De qualquer maneira, há instantes os futuros do crude apresentavam os seguintes valores:
Crude Light Oil Comp.-Nymex(12.08)... $58,93 (min $58,32)
Brent Crude Oil-ICE (12.08)... $55,56 (min $54,92)
Oman Crude Oil-DME (01.09)... $51,80 (min $51,15)
Um abraço,
MozHawk
Petróleo perde mais de 6% com receios de que a AIE corte previsões de consumo
Os preços do crude estão a recuar de modo acentuado nos mercados internacionais, anulando os ganhos de ontem, devido à especulação de que a Agência Internacional de Energia (AIE) volte a cortar as suas previsões de consumo de petróleo para 2009, com o abrandamento da economia global a penalizar o consumo do ‘ouro negro’.
Eudora Ribeiro
Assim, às 17h27, o barril de Brent (petróleo de referência na Europa) para entrega em Dezembro era transaccionado no ICE de Londres a descer 3,7 dólares, ou 6,26%, para os 55,30 dólares, enquanto que à mesma hora, o contrato de Dezembro do West Texas Intermediate (petróleo de referência nos Estados Unidos) desvalorizava 3,48 dólares, ou 5,58%, para os 58,93 dólares, por barril no NYMEX de Nova Iorque.
De acordo com quatro ex-analistas da AIE, citados pela Bloomberg, a organização das Nações Unidas, um conselheiro de 28 países consumidores de petróleo, deve reduzir a sua previsão de crescimento da procura mundial de petróleo pelo terceiro mês consecutivo.
Ontem, as cotações do ‘ouro negro’ estiveram em alta, depois de a China ter anunciado um plano para estimular a economia, no valor de 586 mil milhões de dólares (460,67 mil milhões de euros).
“As actuais estimativas da AIE são demasiado optimistas”, disse à Bloomberg Carsten Fritsch, analista no Commerzbank. “Os fundamentais subjacentes ainda estão sombrios. A menos que o pacote de salvação da China consiga estimular a procura interna, os seus efeitos vão ser limitados”, acrescentou.
Os preços do crude estão a recuar de modo acentuado nos mercados internacionais, anulando os ganhos de ontem, devido à especulação de que a Agência Internacional de Energia (AIE) volte a cortar as suas previsões de consumo de petróleo para 2009, com o abrandamento da economia global a penalizar o consumo do ‘ouro negro’.
Eudora Ribeiro
Assim, às 17h27, o barril de Brent (petróleo de referência na Europa) para entrega em Dezembro era transaccionado no ICE de Londres a descer 3,7 dólares, ou 6,26%, para os 55,30 dólares, enquanto que à mesma hora, o contrato de Dezembro do West Texas Intermediate (petróleo de referência nos Estados Unidos) desvalorizava 3,48 dólares, ou 5,58%, para os 58,93 dólares, por barril no NYMEX de Nova Iorque.
De acordo com quatro ex-analistas da AIE, citados pela Bloomberg, a organização das Nações Unidas, um conselheiro de 28 países consumidores de petróleo, deve reduzir a sua previsão de crescimento da procura mundial de petróleo pelo terceiro mês consecutivo.
Ontem, as cotações do ‘ouro negro’ estiveram em alta, depois de a China ter anunciado um plano para estimular a economia, no valor de 586 mil milhões de dólares (460,67 mil milhões de euros).
“As actuais estimativas da AIE são demasiado optimistas”, disse à Bloomberg Carsten Fritsch, analista no Commerzbank. “Os fundamentais subjacentes ainda estão sombrios. A menos que o pacote de salvação da China consiga estimular a procura interna, os seus efeitos vão ser limitados”, acrescentou.
"A incerteza dos acontecimentos,é sempre mais difícil de suportar do que o próprio acontecimento" Jean-Baptista Massilion.
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"Johann Goethe
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Mínimo de Janeiro de 2007
Petróleo negoceia nos 55 dólares em Londres
Os preços do petróleo acentuaram a tendência de queda tendo já estado a negociar na casa dos 55 dólares o que não acontecia desde Janeiro de 2007. A matéria-prima está a ser penalizada pelos receios de uma redução da procura que aumentaram com a especulação que a Agência Internacional de Energia (AIE).
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Lara Rosa
lararosa@mediafin.pt
Os preços do petróleo acentuaram a tendência de queda tendo já estado a negociar na casa dos 55 dólares o que não acontecia desde Janeiro de 2007. A matéria-prima está a ser penalizada pelos receios de uma redução da procura que aumentaram com a especulação que a Agência Internacional de Energia (AIE).
Em Londres, o Brent do mar do Norte, que serve de referência à economia portuguesa, tocou hoje nos 55,86 dólares por barril, o que corresponde ao valor mais baixo desde o dia 31 de Janeiro de 2007.
A matéria-prima segue a agora a perder 4,77% para os 56,26 dólares no mercado londrino e, em Nova Iorque, o West Texas Intermediate (WTI) cai 3,44% para os 60,26 dólares.
Quatro meses depois de ter tocado nos máximos históricos de 147,27 dólares por barril em Nova Iorque e de 147,50 dólares em Londres a matéria-prima já registou uma desvalorização de 59,08% no mercado nova-iorquino e de 61,86% no londrino.
A matéria-prima tem sido penalizada pelas perspectivas de redução da procura, sendo também esse o motivo da desvalorização de hoje uma vez que existe a expectativa de que a AIE venha a reduzir as suas estimativas de procura petrolífera para 2009.
Esta notícia foi avançada por quatro antigos analistas da agência, consultados pela Bloomberg, que afirmaram que a agência vai voltar a rever em baixa as suas estimativas de consumo mundial de petróleo, pelo terceiro mês consecutivo, reflectindo o deteriorar das condições macroeconómicas globais.
As perspectivas de uma queda do consumo estão a levar a matéria-prima a desvalorizar, depois de ontem terem chegado a ganhar mais de 7% impulsionada pelo plano de estimulo económico anunciado pela China.
Petróleo negoceia nos 55 dólares em Londres
Os preços do petróleo acentuaram a tendência de queda tendo já estado a negociar na casa dos 55 dólares o que não acontecia desde Janeiro de 2007. A matéria-prima está a ser penalizada pelos receios de uma redução da procura que aumentaram com a especulação que a Agência Internacional de Energia (AIE).
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Lara Rosa
lararosa@mediafin.pt
Os preços do petróleo acentuaram a tendência de queda tendo já estado a negociar na casa dos 55 dólares o que não acontecia desde Janeiro de 2007. A matéria-prima está a ser penalizada pelos receios de uma redução da procura que aumentaram com a especulação que a Agência Internacional de Energia (AIE).
Em Londres, o Brent do mar do Norte, que serve de referência à economia portuguesa, tocou hoje nos 55,86 dólares por barril, o que corresponde ao valor mais baixo desde o dia 31 de Janeiro de 2007.
A matéria-prima segue a agora a perder 4,77% para os 56,26 dólares no mercado londrino e, em Nova Iorque, o West Texas Intermediate (WTI) cai 3,44% para os 60,26 dólares.
Quatro meses depois de ter tocado nos máximos históricos de 147,27 dólares por barril em Nova Iorque e de 147,50 dólares em Londres a matéria-prima já registou uma desvalorização de 59,08% no mercado nova-iorquino e de 61,86% no londrino.
A matéria-prima tem sido penalizada pelas perspectivas de redução da procura, sendo também esse o motivo da desvalorização de hoje uma vez que existe a expectativa de que a AIE venha a reduzir as suas estimativas de procura petrolífera para 2009.
Esta notícia foi avançada por quatro antigos analistas da agência, consultados pela Bloomberg, que afirmaram que a agência vai voltar a rever em baixa as suas estimativas de consumo mundial de petróleo, pelo terceiro mês consecutivo, reflectindo o deteriorar das condições macroeconómicas globais.
As perspectivas de uma queda do consumo estão a levar a matéria-prima a desvalorizar, depois de ontem terem chegado a ganhar mais de 7% impulsionada pelo plano de estimulo económico anunciado pela China.
"A incerteza dos acontecimentos,é sempre mais difícil de suportar do que o próprio acontecimento" Jean-Baptista Massilion.
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"Johann Goethe
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"Johann Goethe
Petróleo acentua queda com perspectivas de redução do consumo
Os preços do petróleo acentuaram a tendência de queda penalizados pela especulação de que a Agencia Internacional de Energia (AIE) corte as suas perspectivas para a procura petrolífera de 2009.
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Lara Rosa
lararosa@mediafin.pt
Os preços do petróleo acentuaram a tendência de queda penalizados pela especulação de que a Agencia Internacional de Energia (AIE) corte as suas perspectivas para a procura petrolífera de 2009.
O West Texas Intermediate (WTI), em Nova Iorque, desvaloriza 3,93% para os 59,96 dólares por barril e, em Londres, o Brent do mar do Norte, que serve de referência à economia portuguesa segue a cair 3,61% para os 56,95 dólares.
Quatro meses depois de ter tocado nos máximos históricos de 147,27 dólares por barril em Nova Iorque e de 147,50 dólares em Londres a matéria-prima já registou uma desvalorização de 59,29% no mercado nova-iorquino e de 61,38% no londrino.
Quatro antigos analistas da AIE, consultados pela Bloomberg, afirmaram que a agência vai voltar a rever em baixa as suas estimativas de consumo mundial de petróleo, pelo terceiro mês consecutivo, reflectindo o deteriorar das condições macroeconómicas globais.
As perspectivas de uma queda do consumo estão a levar a matéria-prima a desvalorizar, depois de ontem terem chegado a ganhar mais de 7% impulsionada pelo plano de estimulo económico anunciado pela China
Os preços do petróleo acentuaram a tendência de queda penalizados pela especulação de que a Agencia Internacional de Energia (AIE) corte as suas perspectivas para a procura petrolífera de 2009.
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Lara Rosa
lararosa@mediafin.pt
Os preços do petróleo acentuaram a tendência de queda penalizados pela especulação de que a Agencia Internacional de Energia (AIE) corte as suas perspectivas para a procura petrolífera de 2009.
O West Texas Intermediate (WTI), em Nova Iorque, desvaloriza 3,93% para os 59,96 dólares por barril e, em Londres, o Brent do mar do Norte, que serve de referência à economia portuguesa segue a cair 3,61% para os 56,95 dólares.
Quatro meses depois de ter tocado nos máximos históricos de 147,27 dólares por barril em Nova Iorque e de 147,50 dólares em Londres a matéria-prima já registou uma desvalorização de 59,29% no mercado nova-iorquino e de 61,38% no londrino.
Quatro antigos analistas da AIE, consultados pela Bloomberg, afirmaram que a agência vai voltar a rever em baixa as suas estimativas de consumo mundial de petróleo, pelo terceiro mês consecutivo, reflectindo o deteriorar das condições macroeconómicas globais.
As perspectivas de uma queda do consumo estão a levar a matéria-prima a desvalorizar, depois de ontem terem chegado a ganhar mais de 7% impulsionada pelo plano de estimulo económico anunciado pela China
"A incerteza dos acontecimentos,é sempre mais difícil de suportar do que o próprio acontecimento" Jean-Baptista Massilion.
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"Johann Goethe
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"Johann Goethe
Petróleo em queda com previsão de novo corte nas estimativas de consumo da AIE
O petróleo volta hoje a negociar em queda, depois dos ganhos superiores a 2% no final da sessão de ontem. A pressionar os preços da matéria-prima, que se mantém na casa dos 60 dólares, estão os receios do mercado de que a Agência Internacional de Energia (AIE) volte a rever em baixa as estimativas de consumo.
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Paulo Moutinho
paulomoutinho@mediafin.pt
O petróleo volta hoje a negociar em queda, depois dos ganhos superiores a 2% no final da sessão de ontem. A impulsionar os preços da matéria-prima, que se mantém na “casa” dos 60 dólares, estão os receios do mercado de que a Agência Internacional de Energia (AIE) volte a rever em baixa as estimativas de consumo.
O West Texas Intermediate (WTI) seguia a desvalorizar 2,95% para os 60,57 dólares, enquanto em Londres, mercado que serve de referência para as importações nacionais, o Brent do Mar do Norte desvalorizava 3,18% para 57,20 dólares, depois de ontem ter tocado mínimos de Fevereiro de 2007.
Quatro antigos analistas da AIE, consultados pela Bloomberg, afirmaram que a agência vai voltar a rever em baixa as suas estimativas de consumo mundial de petróleo, pelo terceiro mês consecutivo, reflectindo o deteriorar das condições macroeconómicas globais.
Esta perspectiva está a provocar uma nova quebra das cotações do petróleo nos mercados internacionais, já que perspectiva-se menor pressão sobre os preços num ambiente de abrandamento, ou mesmo de recessão, da economia mundial, em resultado da actual crise financeira.
O petróleo volta hoje a negociar em queda, depois dos ganhos superiores a 2% no final da sessão de ontem. A pressionar os preços da matéria-prima, que se mantém na casa dos 60 dólares, estão os receios do mercado de que a Agência Internacional de Energia (AIE) volte a rever em baixa as estimativas de consumo.
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Paulo Moutinho
paulomoutinho@mediafin.pt
O petróleo volta hoje a negociar em queda, depois dos ganhos superiores a 2% no final da sessão de ontem. A impulsionar os preços da matéria-prima, que se mantém na “casa” dos 60 dólares, estão os receios do mercado de que a Agência Internacional de Energia (AIE) volte a rever em baixa as estimativas de consumo.
O West Texas Intermediate (WTI) seguia a desvalorizar 2,95% para os 60,57 dólares, enquanto em Londres, mercado que serve de referência para as importações nacionais, o Brent do Mar do Norte desvalorizava 3,18% para 57,20 dólares, depois de ontem ter tocado mínimos de Fevereiro de 2007.
Quatro antigos analistas da AIE, consultados pela Bloomberg, afirmaram que a agência vai voltar a rever em baixa as suas estimativas de consumo mundial de petróleo, pelo terceiro mês consecutivo, reflectindo o deteriorar das condições macroeconómicas globais.
Esta perspectiva está a provocar uma nova quebra das cotações do petróleo nos mercados internacionais, já que perspectiva-se menor pressão sobre os preços num ambiente de abrandamento, ou mesmo de recessão, da economia mundial, em resultado da actual crise financeira.
"A incerteza dos acontecimentos,é sempre mais difícil de suportar do que o próprio acontecimento" Jean-Baptista Massilion.
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"Johann Goethe
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"Johann Goethe
iorda9,
A ideia de cobrir risco é isso mesmo, cobrir o risco.
Imaginemos o caso da empresa de camionagem que tem contratos firmados com clientes para 6 meses efectuados com base num preço de combustiveis baseados no petroleo a 110USD, e que tivesse coberto o risco de variação do petroleo no mercado.
Pode-se pensar que estaria a perder dinheiro por ter coberto o risco, mas de facto a sua actividade é camionagem, é nisso que ela quer ganhar dinheiro e não na especulação do preço do petroleo, ou seja, ela vai cobrar os contratos pelo preço feito com base nos 110USD e vai pagar o combustivel baseado nesse mesmo mesmo preço, esteja ele a 60USD ou a 300USD. Por isso, sabe á partida que a sua margem de negocio não vai depender da variação do preço do petroleo.
Cumptos,
A ideia de cobrir risco é isso mesmo, cobrir o risco.
Imaginemos o caso da empresa de camionagem que tem contratos firmados com clientes para 6 meses efectuados com base num preço de combustiveis baseados no petroleo a 110USD, e que tivesse coberto o risco de variação do petroleo no mercado.
Pode-se pensar que estaria a perder dinheiro por ter coberto o risco, mas de facto a sua actividade é camionagem, é nisso que ela quer ganhar dinheiro e não na especulação do preço do petroleo, ou seja, ela vai cobrar os contratos pelo preço feito com base nos 110USD e vai pagar o combustivel baseado nesse mesmo mesmo preço, esteja ele a 60USD ou a 300USD. Por isso, sabe á partida que a sua margem de negocio não vai depender da variação do preço do petroleo.
Cumptos,
- Mensagens: 52
- Registado: 1/5/2007 20:38
Iorda, conforme fiz notar no tópico onde se discutiu a questão do Hedging, este só faz sentido se o preço de venda já está estipulado. Isto é, se tens a venda feita ou se tens um contrato com valores definidos que são para manter (por exemplo, um contrato de serviços de transportes válido por um ano cuja tabela não vai ser alterada, aconteça o que acontecer aos combustíveis).
Neste tipo de cenário faz sentido realizar um hedging fixando o custo.
Nos casos em que os preços de venda dos produtos ou serviços variam, não faz sentido fazer hedging.
Haverá ainda casos onde faz sentido fazer um hedging parcial dado que mesmo que as tabelas sofram actualizações para reflectir os custos, poderá não ser praticável (ou desejável) reflectir essas variações do forma eficaz (ou perfeita).
Portanto, nesta questão do hedging é importante saber que tipo de processo de definição do preço do produto ou serviço vendido está em questão. Poderá pois não fazer sentido realizar hedging, poderá fazer sentido fazer um hedging total e poderá ainda fazer sentido faze um hedging parcial...
Neste tipo de cenário faz sentido realizar um hedging fixando o custo.
Nos casos em que os preços de venda dos produtos ou serviços variam, não faz sentido fazer hedging.
Haverá ainda casos onde faz sentido fazer um hedging parcial dado que mesmo que as tabelas sofram actualizações para reflectir os custos, poderá não ser praticável (ou desejável) reflectir essas variações do forma eficaz (ou perfeita).
Portanto, nesta questão do hedging é importante saber que tipo de processo de definição do preço do produto ou serviço vendido está em questão. Poderá pois não fazer sentido realizar hedging, poderá fazer sentido fazer um hedging total e poderá ainda fazer sentido faze um hedging parcial...
FLOP - Fundamental Laws Of Profit
1. Mais vale perder um ganho que ganhar uma perda, a menos que se cumpra a Segunda Lei.
2. A expectativa de ganho deve superar a expectativa de perda, onde a expectativa mede a
__.amplitude média do ganho/perda contra a respectiva probabilidade.
3. A Primeira Lei não é mesmo necessária mas com Três Leis isto fica definitivamente mais giro.
Boas caros foristas.
Uma duvida que me assola. Quando o petroleo cotava acima dos 100 dolares e as empresas se queixavam que o preço do petroleo era insustentavel, muitas vozes se levantaram a apontar o dedo às administrações por não fazerem cobertura de risco (hedging). Ou seja aparentemente essas administrações deveriam ter adquirido no mercado instrumentos que fixassem o preço do petroleo.
Compreendo a mais valia do hedging contabilisticamente, mas no fundo nao será trocar um risco por outro? Imagine-se uma empresa de camionagem que à 4 meses atras consegue fixar o fornecimento de petroleo a uns optimos 110$ o barril por 6 meses... estaria neste momento à beira da falencia, devido à cobertura de risco que efectuou.
Uma duvida que me assola. Quando o petroleo cotava acima dos 100 dolares e as empresas se queixavam que o preço do petroleo era insustentavel, muitas vozes se levantaram a apontar o dedo às administrações por não fazerem cobertura de risco (hedging). Ou seja aparentemente essas administrações deveriam ter adquirido no mercado instrumentos que fixassem o preço do petroleo.
Compreendo a mais valia do hedging contabilisticamente, mas no fundo nao será trocar um risco por outro? Imagine-se uma empresa de camionagem que à 4 meses atras consegue fixar o fornecimento de petroleo a uns optimos 110$ o barril por 6 meses... estaria neste momento à beira da falencia, devido à cobertura de risco que efectuou.
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Petróleo inverte tendência de ganhos e atinge mínimos
O petróleo inverteu a tendência de ganhos e segue agora a negociar em queda tendo já tocado mínimos de Fevereiro de 2007 em Londres e de Março do ano passado em Nova Iorque. Os investidores mostram-se agora mais receosos de que o pacote de estímulos chinês não seja bem sucedido.
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Lara Rosa
lararosa@mediafin.pt
O petróleo inverteu a tendência de ganhos e segue agora a negociar em queda tendo já tocado mínimos de Fevereiro de 2007 em Londres e de Março do ano passado em Nova Iorque. Os investidores mostram-se agora mais receosos de que o pacote de estímulos chinês não seja bem sucedido.
Depois de ter estado a avançar mais de 7% em Nova Iorque, o West Texas Intermediate (WTI) segue a desvalorizar 1,41% para os 60,18 dólares, depois de já ter tocado nos 59,10 dólares por barril, valor que não era atingido desde Março de 2007.
Em Londres, onde a matéria-prima esteve a ganhar mais de 8%, o Brent do mar do Norte, que serve de referência à economia portuguesa, perde 0,38% para os 57,13 dólares, depois de já ter negociado nos 56,18 dólares, um valor mínimos de Fevereiro de 2007.
O petróleo negociou em alta durante grande parte da sessão impulsionado pelo pacote de estímulo económico no valor de 586 mil milhões de dólares anunciado pela China, que poderá impulsionar o crescimento da economia daquele país e a procura de matérias-primas.
No entanto os investidores estão a mostrar-se mais receosos quanto à eficácia deste plano, o que levou o petróleo a inverter a tendência para terreno negativo.
“Não vamos sentir o impacto do plano chinês” até meados do próximo ano afirmou Michael Fitzpatrick, vice-presidente para gestão de risco energético da MF Global citado pela Bloomberg.
No dia de amanhã faz quatro meses que as cotações superaram os 147 dólares por barril e tocaram no valor mais elevado de sempre. Desde essa data a matéria-prima já desvalorizou 59,14% em Nova Iorque e 61,27% em Londres.
O petróleo inverteu a tendência de ganhos e segue agora a negociar em queda tendo já tocado mínimos de Fevereiro de 2007 em Londres e de Março do ano passado em Nova Iorque. Os investidores mostram-se agora mais receosos de que o pacote de estímulos chinês não seja bem sucedido.
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Lara Rosa
lararosa@mediafin.pt
O petróleo inverteu a tendência de ganhos e segue agora a negociar em queda tendo já tocado mínimos de Fevereiro de 2007 em Londres e de Março do ano passado em Nova Iorque. Os investidores mostram-se agora mais receosos de que o pacote de estímulos chinês não seja bem sucedido.
Depois de ter estado a avançar mais de 7% em Nova Iorque, o West Texas Intermediate (WTI) segue a desvalorizar 1,41% para os 60,18 dólares, depois de já ter tocado nos 59,10 dólares por barril, valor que não era atingido desde Março de 2007.
Em Londres, onde a matéria-prima esteve a ganhar mais de 8%, o Brent do mar do Norte, que serve de referência à economia portuguesa, perde 0,38% para os 57,13 dólares, depois de já ter negociado nos 56,18 dólares, um valor mínimos de Fevereiro de 2007.
O petróleo negociou em alta durante grande parte da sessão impulsionado pelo pacote de estímulo económico no valor de 586 mil milhões de dólares anunciado pela China, que poderá impulsionar o crescimento da economia daquele país e a procura de matérias-primas.
No entanto os investidores estão a mostrar-se mais receosos quanto à eficácia deste plano, o que levou o petróleo a inverter a tendência para terreno negativo.
“Não vamos sentir o impacto do plano chinês” até meados do próximo ano afirmou Michael Fitzpatrick, vice-presidente para gestão de risco energético da MF Global citado pela Bloomberg.
No dia de amanhã faz quatro meses que as cotações superaram os 147 dólares por barril e tocaram no valor mais elevado de sempre. Desde essa data a matéria-prima já desvalorizou 59,14% em Nova Iorque e 61,27% em Londres.
"A incerteza dos acontecimentos,é sempre mais difícil de suportar do que o próprio acontecimento" Jean-Baptista Massilion.
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"Johann Goethe
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"Johann Goethe
Petróleo em alta com plano da China para estimular economia
Os preços do crude seguem em alta nos mercados internacionais, em sintonia com os índices bolsistas asiáticos e europeus, depois de a China ter ontem anunciado um pacote para estimular a economia, no valor de 458 mil milhões de euros, que pode impulsionar o crescimento económico e a procura de matérias-primas.
Eudora Ribeiro
Assim, às 8h41, o barril de Brent (petróleo de referência na Europa) para entrega em Dezembro era transaccionado no ICE de Londres a subir 2,18 dólares, ou 3,8%, para os 59,53 dólares, enquanto que à mesma hora, o contrato de Dezembro do West Texas Intermediate (petróleo de referência nos Estados Unidos) somava 2,29 dólares, ou 3,75%, para os 63,33 dólares por barril no NYMEX de Nova Iorque.
A China, o segundo maior consumidor de petróleo do mundo, anunciou ontem que vai aqplicar a quantia em questão até 2010 no sector imobiliário e na construção de infra-estruturas, estimulando assim a procura de ferro, petróleo e cobre.
Os especialistas notam que também a contribuir para a alta das cotações do petróleo está o facto de a Saudi Aramco, a maior companhia petrolífera estatal do mundo, ter dito às refinarias da Coreia do Sul e do Japão que pode diminuir a sua produção em Dezembro
Os preços do crude seguem em alta nos mercados internacionais, em sintonia com os índices bolsistas asiáticos e europeus, depois de a China ter ontem anunciado um pacote para estimular a economia, no valor de 458 mil milhões de euros, que pode impulsionar o crescimento económico e a procura de matérias-primas.
Eudora Ribeiro
Assim, às 8h41, o barril de Brent (petróleo de referência na Europa) para entrega em Dezembro era transaccionado no ICE de Londres a subir 2,18 dólares, ou 3,8%, para os 59,53 dólares, enquanto que à mesma hora, o contrato de Dezembro do West Texas Intermediate (petróleo de referência nos Estados Unidos) somava 2,29 dólares, ou 3,75%, para os 63,33 dólares por barril no NYMEX de Nova Iorque.
A China, o segundo maior consumidor de petróleo do mundo, anunciou ontem que vai aqplicar a quantia em questão até 2010 no sector imobiliário e na construção de infra-estruturas, estimulando assim a procura de ferro, petróleo e cobre.
Os especialistas notam que também a contribuir para a alta das cotações do petróleo está o facto de a Saudi Aramco, a maior companhia petrolífera estatal do mundo, ter dito às refinarias da Coreia do Sul e do Japão que pode diminuir a sua produção em Dezembro
"A incerteza dos acontecimentos,é sempre mais difícil de suportar do que o próprio acontecimento" Jean-Baptista Massilion.
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"Johann Goethe
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Petróleo: Barril de Brent sobe 2,02 dólares, para 59,37
10 de Novembro de 2008, 08:10
Londres, 10 Nov (Lusa) - A cotação do barril de Brent, de referência para Portugal, para entrega em Dezembro abriu hoje a 59,37 dólares no mercado de futuros de Londres, mais 2,02 dólares do que no encerramento de sexta-feira.
10 de Novembro de 2008, 08:10
Londres, 10 Nov (Lusa) - A cotação do barril de Brent, de referência para Portugal, para entrega em Dezembro abriu hoje a 59,37 dólares no mercado de futuros de Londres, mais 2,02 dólares do que no encerramento de sexta-feira.
"A incerteza dos acontecimentos,é sempre mais difícil de suportar do que o próprio acontecimento" Jean-Baptista Massilion.
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"Johann Goethe
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