Caldeirão da Bolsa

Sargento Luís Gomes

Espaço dedicado a todo o tipo de troca de impressões sobre os mercados financeiros e ao que possa condicionar o desempenho dos mesmos.

por Pata-Hari » 22/1/2007 22:51

Tenho alguns que me chegam:

- A criança foi legalmente adoptada tendo todos os processos necessários para isso decorrido.

- Quem a criou foi aquela familia

- A mãe biológica confirma a legalidade do processo.

Aquela criança é filha daquele casal, para mim está decidido.

Não preciso de saber muito mais nada.
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por JN » 22/1/2007 22:35

será que estamos na posse de todos os dados para podermos tomar posição neste caso?

tenham juizo!!! dexem a justiça fazer o seu trabalho e não se deixem manipolar pela comunicação social.
Um abraço
JN
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Re: para concluir ...

por Dwer » 22/1/2007 22:21

longBlackCandle Escreveu:QUanto aos outros comentários, seus e de outros participantes, sobre o pretenso pretensiosismo e os erros de portugues no texto por mim citado, digo apenas que sempre dei mais importancia ao conteudo que à forma.


Não me surpreende. O conteúdo consegue ser pior que a forma.
Abraço,
Dwer

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por Pata-Hari » 22/1/2007 22:06

Bem, se alguém quiser assinar isso, se me quiserem na próxima hora enviar uma fotocópia do BI e a declaração a pedir para assinar o dito pedido de habeas corpus, eu amanhã de manhã mando entregar nas amoreiras (já tenho um montinho para entregar). Por fax, hoje não consegui enviar: estava sempre impedido.

pata_hari@hotmail.com
Editado pela última vez por Pata-Hari em 22/1/2007 22:35, num total de 1 vez.
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Re: para concluir ...

por longBlackCandle » 22/1/2007 21:52

Nenhum chico esperto fica alguma vez à mingua de se evidenciar, tomando a opinião contrária à do resto das pessoas.


Ficámos a saber que, na opinião do Dwer, quem ousa ter uma opinião contrária à do "resto das pessoas" é um chico esperto.

Acabe-se já com os tribunais e dêem a palavra "ao resto das pessoas".

O amigo já ouviu falar da teoria da opinião contrária? :)


QUanto aos outros comentários, seus e de outros participantes, sobre o pretenso pretensiosismo e os erros de portugues no texto por mim citado, digo apenas que sempre dei mais importancia ao conteudo que à forma.


Cumprimentos de mais um chico esperto.
longBlackCandle
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Re: bem a propósito ...

por Dwer » 22/1/2007 21:34

bboniek00 Escreveu: "Te-la-iam", doutoura.


Não! É concerteza uma nova conjugação do verbo ter.
Estes adiantados mentais não cometem erros assim.
Abraço,
Dwer

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Re: bem a propósito ...

por bboniek33 » 22/1/2007 21:30

longBlackCandle Escreveu:Contra a opinião generalizada neste tópico, subscrevo inteiramente o texto abaixo retirado do blog: http://ausenciacerebral.blogspot.com/



Justiça tardia

... mas se a amassem de facto teriam-na entregue ao pai, Baltazar Nunes, ...



"Te-la-iam", doutoura.
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Re: para concluir ...

por Dwer » 22/1/2007 21:21

longBlackCandle Escreveu:eu estaria disposto a assinar uma petição para aumentar a pena de prisão aplicada ao sr. sargento, 6 anos parece-me muito pouco ... 8 no minimo, faria mais sentido, 2 anos por cada 1 ano em que manteve a criança afastada do pai.


Extraordinário. Somos realmente um povo único. Sobre seja o que for, sobre seja o que aconteça, temos sempre múltiplas visões. Nenhum chico esperto fica alguma vez à mingua de se evidenciar, tomando a opinião contrária à do resto das pessoas.

Qualquer energúmeno que seja capaz de alinhavar duas palavra seguidas chispa de alegria ao dar de caras com uma posição consensual. No caso uma energúmena.

E tão cheia de si não nota que os raciocínios são falaciosos, os factos viciados, e o português pretensioso e rasteiro.

Enfim...
Abraço,
Dwer

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por Resina » 22/1/2007 21:13

longBlackCandle Escreveu:
Orca Escreveu:longBlackCandle
Não percebeu nada!

Sem comentários


Pelos vistos voce percebeu tudo. Parabens! ;)

Ainda bem que vivemos numa democracia, sendo assim cada um pode ter a sua opinião, a sua visão sobre as coisas!
Agora não me venham dizer que ele é santinho... Não me digam que a oportunidade não lhe sorriu nos olhos quando lhe disseram o que iria ser...
Se não podes vencê-los, o melhor mesmo é juntares-te a eles!
Porquê ir contra o mercado? Perdemos sempre!
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Re: para concluir ...

por maisum_CALD » 22/1/2007 21:13

longBlackCandle Escreveu:eu estaria disposto a assinar uma petição para aumentar a pena de prisão aplicada ao sr. sargento, 6 anos parece-me muito pouco ... 8 no minimo, faria mais sentido, 2 anos por cada 1 ano em que manteve a criança afastada do pai.

Se é nisso que acreditas estás no teu direito mas evidentemente acho que estás errado... Muito errado... Para cada acção há um devido tempo para actuar e o desse **** é super desajustado como aliás parece ser tudo o que faz...

.
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por longBlackCandle » 22/1/2007 20:50

Orca Escreveu:longBlackCandle
Não percebeu nada!

Sem comentários


Pelos vistos voce percebeu tudo. Parabens! ;)
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por Orca » 22/1/2007 20:41

longBlackCandle
Não percebeu nada!

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para concluir ...

por longBlackCandle » 22/1/2007 20:32

eu estaria disposto a assinar uma petição para aumentar a pena de prisão aplicada ao sr. sargento, 6 anos parece-me muito pouco ... 8 no minimo, faria mais sentido, 2 anos por cada 1 ano em que manteve a criança afastada do pai.
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bem a propósito ...

por longBlackCandle » 22/1/2007 20:25

Contra a opinião generalizada neste tópico, subscrevo inteiramente o texto abaixo retirado do blog: http://ausenciacerebral.blogspot.com/



Justiça tardia

Se não estivesse já habituada ao carácter surreal e caricato da sociedade portuguesa, diria concerteza tratar-se de uma anedota de mau gosto a histeria gritante e infundamentada que se gerou em torno da detenção e condenação do sargento Luís Manuel Gomes (por sequestro da ‘filha adoptiva’). Revolve-me o estômago e desperta em mim vontade de sair à rua para bater nas pessoas. Não só nos histéricos que esperneiam e mandam bitaites ao ar sem sequer se importarem em inteirar-se dos pormenores do caso, como também nos jornalistazecos de terceira categoria que fazem questão em transmitir à carneirada a verdade parcial e distorcida dos factos.

Afinal, o povaréu (o mesmo que faz da Floribella um fenómeno de adoração nacional) acha muito mais aliciante a versão pseudo melodramática do sargento mártir e injustiçado a quem querem arrancar (os malditos) a filhinha dos braços.
Poderão perguntar-me porque me deixo eu afectar por balelas que não me dizem qualquer respeito. Dir-vos-ei eu que, a partir do momento que eu ligo a televisão à hora dos noticiários, em busca de um pouco de paz de espírito depois de um dia árduo (ou não) de estudo, e sou bombardeada por notícias ridículas como esta, estou automaticamente imiscuída no caso. E mesmo que não queira, sou afectada por uma estupidez tamanha que nunca pensei ser possível.

Ora, se a mim me parece evidente que alguém que recebe de uma imigrante brasileira (ilegal) uma bebé de três meses (em circunstências dúbias, não me admirava nada), sem o conhecimento do pai biológico (que só passado um ano sabe ser sua filha e a perfilha) e se recusa a entregar a criança ao verdadeiro pai, impedindo-o sequer de a ver, (apesar de lhe ter sido atribuído o poder paternal) merece claramente ser punido, todavia a muita gente, pelos vistos esta conclusão não será assim tão óbvia. E é isso que me irrita. Isso e o facto de ao invés de manterem a tolice da sua teima para si mesmos, fazem questão de o gritar aos sete ventos.

Mas insistem: ‘então e o amor que essa família tem pela criança, então e o choque que essa menina, que já se afeiçoou aos pais "adoptivos", irá sofrer?’ ‘a criança devia ficar com o casal que a acolheu porque foram eles que lhes deram afecto e carinho’. Bem, decerto que o senhor sargento e sua mulher gostam muito da menina, mas se a amassem de facto teriam-na entregue ao pai, Baltazar Nunes, quando ela ainda tinha 2 anos, gradualmente para diminizar o choque na pequena Esmeralda (a quem tratavam por Ana Filipa – um pequeno pormenor doentio...). Portanto se há alguém que deve ser culpado pelo sofrimento que será causado à criança, esse alguém é o casalinho egoísta que quis para si algo (uma criança) que não lhes pertence.

Poderão também dizer, como já li algures ‘e se um dia chegassem a sua casa e quisessem levar o/a seu filho/a alegando ter sido trocado na maternidade’. Quanto a isso tenho a dizer que é uma situação completamente diferente, apesar de à primeira vista poder parecer semelhante, mormente a gente que careça de neurónios: acontece que o sargento e sua esposa, a não ser que nunca lhes tenham contado a antiga lenga-lenga das abelhinhas e das florzinhas bla bla bla, ou acreditassem piamente na história da cegonha que vem de França, concerteza saberiam que para conceber uma criança são necessários um pai e uma mãe, tinham plena consciência que a Esmeralda não era de forma alguma ‘propriedade’ sua. Portanto, tinham cumprido o seu dever de pais ‘adoptivos’ extremosos e entregue, com muito pesar como é óbvio, a criança ao pai biológico. Mas não, os senhores preferiram servir o seu egoísmo e manter para si a ‘Ana Filipa’. Pior ainda, recusaram-se a deixar que o pai visse a própria filha, nem no dia do 2º aniversário em que ficou à porta com um presente para a filhota. Isto para mim é imoral e de extrema má índole. E não me cabe na cabeça como pode haver alguém que defenda sujeitinhos como este que se consideram acima da lei.

Tome lá senhor sargento, 6 anos na xoça que é para não se armar em espertinho. E a sua esposa que enretanto fugiu a monte com a menina (?!) quando for encontrada, e espero que seja com a maior brevidade, seja brindada com uma valente pena também.

Mas como a plebe ignorante é casmurra, na sua ausência cerebral, retorque indignada: ‘e porque é que o pai não apoiou a mãe durante a gravidez, porque não assumiu logo a paternidade’ ‘se o pai amasse a filha deixá-la-ia com o casal porque já se afeiçoou a eles e porque eles têem mais condições para a criar’. Porém eu sou uma pessoa muito paciente (ou não), e respondo: como o próprio pai admitiu, a filha foi fruto de uma relação meramente física e temporária com uma brasileira, e não querendo generalizar (não porque não o aprove, mas porque não estou para ouvir sermões), arrisco dizer que não teria uma conduta lá muito honrosa. E portanto questiono: quantos dos homens que se deitariam com uma brasileira nestas circunstências não ficariam de pé atrás em relação à paternidade em caso de gravidez? E a menos que tivessem um espírito muito complacente ou fossem realmente muito estúpidos, não se iriam arriscar a assumir uma criança cuja mãe provavelmente tinha mais parceiros e com quem tinham mantido uma relação meramente sexual.
Foram ordenados exames que confirmaram a relação parental e desde então Baltazar Nunes perfilhou Esmeralda, com o único interesse de ter para si uma filha que lhe pertence. O mesmo, provavelmente, não se poderá dizer da mãe que não me provocaria espanto algum ter sido ‘recompensada’ pelo casal que tanto ansiava por um filho.
Em relação ao ‘se o pai amasse a filha deixá-la-ia com o casal porque já se afeiçoou a eles e porque eles têem mais condições para a criar’, seguindo a mesma linha de raciocínio todas as crianças que sejam raptadas à nascença, de uma maternidade por exemplo, e sejam encontradas 4 ou 5 anos mais tarde, bem tratadas e com todas as necessidades asseguradas, devem permanecer com o casal raptor porque afinal devolvê-las aos pais biológicos seria um ‘tremendo’ trauma para as criancinhas. E seguindo também essa mesma linha de argumentação, os casais que apresentem um rendimento inferior passam a ver os seus filhos arrestados para outras famílias com rendimento superior. Não faz sentido, pois não?

Em suma, acho muitíssimo bem que esse sargento que ignorou e infrigiu a lei (numa situação em que estava implicada a vida de uma criança), tenha sido punido (até fiquei admirada confesso, só é pena tê-lo sido tardiamente) porque privou um pai de assistir ao crescimento da filha, aos primeiros anos que são tão importantes e marcantes tanto para os pais como para os filhos, privou-o sem qualquer consideração e privou ainda a ‘Ana Filipa’, que tanto diz ‘amar’, de conhecer o seu papá. Resta-me esperar que este pai sofredor que há quase 5 anos luta por uma filha a consiga finalmente ter consigo.
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por maisum_CALD » 22/1/2007 15:36

Sobre este caso a mim só me ocorre dizer duas coisas...

1º - Que a justiça é cega e muitas vezes se cometem tremendas injustiças como é o caso actual... É assim de louvar que tenha havido uma iniciativa popular no sentido de repor a verdadeira justiça...

2º - Que o gajo que está na causa de tudo isto não é homem nem é nada, na verdade é um verdadeiro escroque ... Está farto de fazer mal ás pessoas que o rodeiam e agora pretende passar por vítima e tirar benefícios da situação... Ele há cada um!!! Eventualmente esta menina iria ficar sujeita aos caprichos desse malfeitor note-se com a conivência de uma juíz!!!



Segundo a mãe biológica
"Ele está a fazer isto com outras intenções", sustenta, contando que, durante o relacionamento entre ambos "ele mentiu e até me ameaçou, levando-me a ter medo dele". Para a brasileira, que conheceu Baltazar Nunes quando este tinha 21 anos (e ela 37 anos), o interesse dele poderá ser monetário.

http://jn.sapo.pt/2007/01/20/primeiro_p ... e_fim.html
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por silva_39 » 22/1/2007 14:41

Já agora alguem sabe se é possível assina-lo em Aveiro?
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por silva_39 » 22/1/2007 14:39

Eu também me sento envergonhado de pertencer a este pais, com esta justiça. Mas será que esses juizes não percebem que o que está em jogo é a vida de uma criança de 5 anos, muito mais importante do que meras formalidades processuais. Sequestro seria entregar essa criança ao pai, que ainda por cima me parece um autêntico anormal. Caso essa criança fosse para o pai biológico quase de certeza que ficaria traumatizada para sempre. Cada vez mais me convenço que existem muitos maus juizes em Portugal.
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por carrancho » 22/1/2007 14:28

Bem hajas Pata pela colocação de este tópico.

Tambem sou pai de duas meninas lindas, creio que só um pai consegue realmente compreender a dor deste Sargento, e ele é o unico pai que a menina teve e terá! Não tenho a minima duvida que o amor que este pai sente pela sua filha é tão grande como o que eu sinto pelas minhas filhas mesmo não sendo o progenitor.
O pai biologico ( neste caso a palavra pai nem deveria constar) recusou assumir a filha quando interpelado pela mae biologica, continuou a recusar quando interpelado pelo tribunal e só forçado fez o teste de paternidade. Agora, sabe-se lá porque, resolveu assumir a filha e recusa inclusivamente que esta sejas visitada por os unicos pais que sempre teve, alegando que " de outra forma ela nunca mais se habitua a ele".
Aquando da adopção, que nunca foi feita ás escondidas, eles tiveram apoio juridico e tudo fizeram para que a adopção fosse legal... mas todos sabemos o país em que vivemos e a justiça que não temos.
Acredito que os pais tenham cometido erros e eventualmente até alguma ilegalidade, mas não haverá uma forma mais justa de os sancionar por essa suposta ilegalidade? Não deverá prevalecer sempre o interesse da criança? E esse eu não tenho duvida que é o de ficar com os pais que sempre teve!

Este assunto comoveu-me, não sou do género de choramingar por tudo e por nada, mas neste caso as lágrimas surgiram-me espontaneamente. Sei o que é amor de pai e sei que colocando-me no lugar destes pais teria feito o mesmo. Nunca entregaria uma filha minha a um desconhecido fosse essa a ordem de quem quer que seja, viesse ela do tribunal do Presidente ou do papa... Se fosse condenado á morte manteria a minha posição, POR UMA FILHA MINHA NÃO PENSARIA DUAS VEZES EM DAR A MINHA VIDA PELO BEM ESTAR DELA!

Apelo a todos que não deichem cair este assunto no esquecimento enquanto ele não se resolver pelo bem da criança!

Um abraço,

Mário Carrancho
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por Resina » 22/1/2007 3:36

JOSE DUARTE Escreveu:É tudo uma questão de $$$$, o advogado do pai biológico, já pondera pedir uma indmenização ao estado e apresentar queixa aos tribunbais europeus.

Cambada de oportunistas.


Deu hoje no noticiário.

Quem o conhece bem, sabe que o unico interesse que tem é esse!
Aproveitar a oportunidade de lesar o estado e lesar quem acolheu uma criança que rejeitou ser sua quando lhe foi apresentada pela "mãe real". Quando a familia actual cuidou soube cuidar dela, o "pai real" pouco se interessou...
O advogado deve ter-lhe dito que seria o negócio da vida dele (onde é que já ouvi isto??)...
A criança até tinha medo do "pai real"...
Cada vez esta pior esta sociedade...
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por JOSE DUARTE » 21/1/2007 23:40

É tudo uma questão de $$$$, o advogado do pai biológico, já pondera pedir uma indmenização ao estado e apresentar queixa aos tribunbais europeus.

Cambada de oportunistas.


Deu hoje no noticiário.
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por Luso$$ » 21/1/2007 20:09

Muito Obrigado pela informação.

Serei um subscritor do documento e um admirador fiel da força inquebrantável e da dignidade do Sargento Gomes.

Perdoai-lhes que eles não sabem o que fazem - por trás do poder de império o rei vai nu, atrás da soberba e do rigor formal esconde-se a falta de experiência da vida, a falta de humanismo, a ignorância e o desconhecimento do que de mais elementar existe na civilização e dos valores humanos.
Quem não gosta de petiscar... nada de teimosias e muita humildade são temperos essencias
 
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por Resina » 21/1/2007 18:08

È um escandalo, sou residente na zona e esse homem que se diz ser pai (que nunca se preocupou com isso, apenas quando viu os cifrõe À frente e que se lembrou que tinha uma filha).
Acho bem que revejam o caso, e que a justiça mais uma vez não seja incorrecta...
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por Dwer » 21/1/2007 12:39

Pata-Hari Escreveu:e, já que abri mais um off-topic :oops: , aqui fica um pedaço de um blog que traduz exactamente o que eu também penso:

Na passada terça-feira, o sargento Luis Gomes, que com a sua mulher acolheu a criança, foi condenado pelo Tribunal de Torres Novas a seis anos de cadeia e a sua conduta severamente criticada pelo Juíz.
A conduta do militar, simplesmente, tem-se pautado por não revelar o paradeiro da criança e se recusar a entregá-la aos pais biológicos, preferindo sofrer a condenação que o vai privar da liberdade.
O tribunal entende, portanto, que é crime aquilo que o sargento Luis Gomes está a fazer: defender uma criança que ama, que criou e educou durante estes cinco anos, dos interesses inconfessáveis de uma dupla que só agora se lembrou que houve um dia em que deu uma queca fortuíta e que esperava inconsequente.
O tribunal entende que houve "sequestro" por parte de um casal que assumiu uma criança abandonada aos três meses de idade, criando-a, educando-a e amando-a à vista de todos.
Estranhamente, o tribunal não questiona alguns factos que toda a gente parece questionar. Por exemplo: só agora é que a mãe biológica se queixa de que "não consegue dormir"!... Só agora é que o pai biológico se lembrou de que tem uma filha e a esse propósito ainda não parou de falar em indemnizações!...
Um grupo de juristas, psicólogos e sociólogos, vai agora apresentar um pedido de "habeas corpus" para conseguir a libertação do sargento Luis Gomes.
Por amor, o sargento Luis Gomes prefere a cadeia à liberdade.
Por cegueira, o tribunal insiste em o condenar, quando já toda a gente o ilibou.


http://herculanodacosta.blogspot.com/


Há aqui um erro. A mãe biológica está do lado do pai adoptivo. Não tem relação nenhuma com o pai biológico.
Abraço,
Dwer

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por rteixe01 » 21/1/2007 12:11

Bom post Pata!

Por vezes sinto-me também indignado com as injustiças que por cá se fazem.
O sargento fez o que pôde pela menina e pelos vistos fez um excelente trabalho, acima de tudo ele e a esposa deram uma familia a quem não a tinha e depois é tratado como um criminoso.
É vergonhoso..
O mercado é que indica a direcção, nós só temos de o seguir!
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por Pata-Hari » 21/1/2007 10:42

e, já que abri mais um off-topic :oops: , aqui fica um pedaço de um blog que traduz exactamente o que eu também penso:

Na passada terça-feira, o sargento Luis Gomes, que com a sua mulher acolheu a criança, foi condenado pelo Tribunal de Torres Novas a seis anos de cadeia e a sua conduta severamente criticada pelo Juíz.
A conduta do militar, simplesmente, tem-se pautado por não revelar o paradeiro da criança e se recusar a entregá-la aos pais biológicos, preferindo sofrer a condenação que o vai privar da liberdade.
O tribunal entende, portanto, que é crime aquilo que o sargento Luis Gomes está a fazer: defender uma criança que ama, que criou e educou durante estes cinco anos, dos interesses inconfessáveis de uma dupla que só agora se lembrou que houve um dia em que deu uma queca fortuíta e que esperava inconsequente.
O tribunal entende que houve "sequestro" por parte de um casal que assumiu uma criança abandonada aos três meses de idade, criando-a, educando-a e amando-a à vista de todos.
Estranhamente, o tribunal não questiona alguns factos que toda a gente parece questionar. Por exemplo: só agora é que a mãe biológica se queixa de que "não consegue dormir"!... Só agora é que o pai biológico se lembrou de que tem uma filha e a esse propósito ainda não parou de falar em indemnizações!...
Um grupo de juristas, psicólogos e sociólogos, vai agora apresentar um pedido de "habeas corpus" para conseguir a libertação do sargento Luis Gomes.
Por amor, o sargento Luis Gomes prefere a cadeia à liberdade.
Por cegueira, o tribunal insiste em o condenar, quando já toda a gente o ilibou.


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