BES - Tópico Geral
Alguém tem targets estou a pensar sair nos 0,68 (que na segunda deve atingir no intraday) pelo que me lembro vi ali uma pequena resistência não me parece que vá voar para 1€ até porque o volume já começou a descer e tem aquele gap manhoso. Espero não estragar este trade foi pena a entrada no BCP que me estragou a festa em termos de trade perdi 3% mas saí no próprio dia depois de reflectir sobre o que tinha feito o que vale é que o montante era pequeno... enfim amor ao BCP
Edit: só li depois até ao fundo 0,72 parece um bocado puxado podes justificar Antonio Garrido?
Cumps,
Edit: só li depois até ao fundo 0,72 parece um bocado puxado podes justificar Antonio Garrido?
Cumps,
AC Investor Blog Escreveu:podemos inicialmente ter um pequeno selloff generalizado nos mercados....será uma boa oportunidade para quem não entrou, poder comprar...
És um permabull sem remédio
Artigos e estudos: Página repositório dos meus estudos e análises que vou fazendo. Regularmente actualizada. É costume pelo menos mais um estudo por semana. Inclui a análise e acompanhamento das carteiras 4 e 8Fundos.
Portfolio Analyser: Ferramenta para backtests de Fundos e ETFs Europeus
"We don’t need a crystal ball to be successful investors. However, investing as if you have one is almost guaranteed to lead to sub-par results." The Irrelevant Investor
Portfolio Analyser: Ferramenta para backtests de Fundos e ETFs Europeus
"We don’t need a crystal ball to be successful investors. However, investing as if you have one is almost guaranteed to lead to sub-par results." The Irrelevant Investor
Juros da dívida portuguesa afundam em força
27/04/2012
As taxas de juro implícitas da dívida portuguesa estão a intensificar os deslizes e a renovar mínimos de 2011.
As rendibilidades exigidas nas trocas de obrigações portuguesas seguem a recuar mais de 100 pontos base no prazo a três anos.
A taxa de juro implícita à dívida portuguesa a dez anos está a cair 41 pontos base e está agora em 10,5%. A taxa segue na nona sessão consecutiva de perdas. Antes de começar a cair, esta “yield” seguia nos 12,5%.
Esta taxa serve de amostra para as várias quedas consecutivas que se têm verificado nas “yields” pedidas sobre a dívida lusa no mercado secundário.
Isto num momento em que se acredita que Portugal terá o apoio necessário dos parceiros europeus, caso não consiga regressar aos mercados financeiros de longo prazo em Setembro de 2013, como previsto.
Essa garantia foi dada já por altos responsáveis europeus e do Fundo Monetário Internacional, como contrapartida do cumprimento das metas do programa. Vítor Gaspar disse hoje, em Lisboa, que Portugal está a superar os objectivos do programa acordado, superando até as expectativas iniciais em algumas áreas.
O Deutsche Bank, como afirmou hoje o analista Mohit Kumar, acredita que Portugal não irá conseguir regressar aos mercados no prazo predefinido. Contudo, salienta que “não é um candidato à reestruturação da dívida pública”.
Ontem, as taxas de juro implícitas à dívida a três, quatro, cinco e seis anos fecharam todas acima de 12,4%. Hoje, nenhuma destas taxas segue acima dos 12%. A cinco anos, por exemplo, a “yield” afunda 82 pontos base para negociar nos 11,75%, o mínimo desde Setembro de 2011.
A dois anos, a queda das rendibilidades é de 22 pontos base para 8,7%, contando com oito quedas em dez sessões.
Apesar das descidas das rendibilidades pedidas sobre a dívida nacional, o custo dos “credit-default swaps”, que servem de seguro contra o incumprimento da dívida nacional, seguem a ganhar terreno, ainda abaixo dos 1.000 pontos, fasquia de onde caíram ontem, pela primeira vez desde Dezembro.
O comportamento de descidas das rendibilidades da dívida portuguesa acontece mesmo depois de o corte de “rating” a Espanha por parte da Standard & Poor’s. Espanha e Itália verificam um agravamento das taxas pedidas pelos investidores para negociarem os seus títulos de dívida.
........
os pequenos investidores espanhois.. será que vão investir nas acções da banca portuguesa???
27/04/2012
As taxas de juro implícitas da dívida portuguesa estão a intensificar os deslizes e a renovar mínimos de 2011.
As rendibilidades exigidas nas trocas de obrigações portuguesas seguem a recuar mais de 100 pontos base no prazo a três anos.
A taxa de juro implícita à dívida portuguesa a dez anos está a cair 41 pontos base e está agora em 10,5%. A taxa segue na nona sessão consecutiva de perdas. Antes de começar a cair, esta “yield” seguia nos 12,5%.
Esta taxa serve de amostra para as várias quedas consecutivas que se têm verificado nas “yields” pedidas sobre a dívida lusa no mercado secundário.
Isto num momento em que se acredita que Portugal terá o apoio necessário dos parceiros europeus, caso não consiga regressar aos mercados financeiros de longo prazo em Setembro de 2013, como previsto.
Essa garantia foi dada já por altos responsáveis europeus e do Fundo Monetário Internacional, como contrapartida do cumprimento das metas do programa. Vítor Gaspar disse hoje, em Lisboa, que Portugal está a superar os objectivos do programa acordado, superando até as expectativas iniciais em algumas áreas.
O Deutsche Bank, como afirmou hoje o analista Mohit Kumar, acredita que Portugal não irá conseguir regressar aos mercados no prazo predefinido. Contudo, salienta que “não é um candidato à reestruturação da dívida pública”.
Ontem, as taxas de juro implícitas à dívida a três, quatro, cinco e seis anos fecharam todas acima de 12,4%. Hoje, nenhuma destas taxas segue acima dos 12%. A cinco anos, por exemplo, a “yield” afunda 82 pontos base para negociar nos 11,75%, o mínimo desde Setembro de 2011.
A dois anos, a queda das rendibilidades é de 22 pontos base para 8,7%, contando com oito quedas em dez sessões.
Apesar das descidas das rendibilidades pedidas sobre a dívida nacional, o custo dos “credit-default swaps”, que servem de seguro contra o incumprimento da dívida nacional, seguem a ganhar terreno, ainda abaixo dos 1.000 pontos, fasquia de onde caíram ontem, pela primeira vez desde Dezembro.
O comportamento de descidas das rendibilidades da dívida portuguesa acontece mesmo depois de o corte de “rating” a Espanha por parte da Standard & Poor’s. Espanha e Itália verificam um agravamento das taxas pedidas pelos investidores para negociarem os seus títulos de dívida.
........
os pequenos investidores espanhois.. será que vão investir nas acções da banca portuguesa???
Editado pela última vez por mcarvalho em 27/4/2012 14:57, num total de 1 vez.
mcarvalho
- Mensagens: 7051
- Registado: 17/2/2004 1:38
- Localização: PORTO
BlitzFerr Escreveu:Tb acredito no optimismo se Espanha não nos estragar o jogo.
Espanha parece estar a seguir o mesmo rumo que Portugal seguiu... baixaram o rating do país e a seguir começa a ser uma "pescadinha de rabo na boca"... pois imediatamente a seguir começam a descer os ratings dos bancos e de tudo o que sejam organismos públicos... o que levará a nova descida de rating do país...
Neste momento qualquer investimento na banca, a meu ver, deverá ser feito com muito, muito cuidado... (embora o BES tenha a vantagem de já ter o aumento de capital encaminhado...)
- Mensagens: 6450
- Registado: 7/4/2007 17:13
- Localização: Algarve
Se continua assim ainda vamos ter festa...
Quando o general é fraco e sem autoridade, quando suas ordens não são claras e compreensíveis, quando não há obrigações determinadas para os oficiais e os soldados e as fileiras são formadas de forma desleixada e a esmo, o resultado é desorganização absoluta. (Sun Tzu em Arte da Guerra).
Nota final: Já percebi que não não percebo nada de bolsa dizem que são jogos e estratégias privadas, que depois usam as análises técnicas para explicar os movimentos inexplicaveis. Eu não percebo nada de nada, vim só ver o futebol.....
Nota final: Já percebi que não não percebo nada de bolsa dizem que são jogos e estratégias privadas, que depois usam as análises técnicas para explicar os movimentos inexplicaveis. Eu não percebo nada de nada, vim só ver o futebol.....
- Mensagens: 23
- Registado: 29/11/2007 4:04
- Localização: Quinta Dimensão
Price Target
Existe algum Price Target para o BES, após o aumento de capital?
Quando o general é fraco e sem autoridade, quando suas ordens não são claras e compreensíveis, quando não há obrigações determinadas para os oficiais e os soldados e as fileiras são formadas de forma desleixada e a esmo, o resultado é desorganização absoluta. (Sun Tzu em Arte da Guerra).
Nota final: Já percebi que não não percebo nada de bolsa dizem que são jogos e estratégias privadas, que depois usam as análises técnicas para explicar os movimentos inexplicaveis. Eu não percebo nada de nada, vim só ver o futebol.....
Nota final: Já percebi que não não percebo nada de bolsa dizem que são jogos e estratégias privadas, que depois usam as análises técnicas para explicar os movimentos inexplicaveis. Eu não percebo nada de nada, vim só ver o futebol.....
- Mensagens: 23
- Registado: 29/11/2007 4:04
- Localização: Quinta Dimensão
BlitzFerr Escreveu:Tb acredito no optimismo se Espanha não nos estragar o jogo.
O downgrade era algo que já se esperava... mas podemos inicialmente ter um pequeno selloff generalizado nos mercados....será uma boa oportunidade para quem não entrou, poder comprar...
AC Investor Blog
www.ac-investor.blogspot.com -
Análises Técnicas de activos cotados em Wall Street. Os artigos do AC Investor podem também ser encontrados diariamente nos portais financeiros, Daily Markets, Benzinga, Minyanville, Solar Feeds e Wall Street Pit, sendo editor e contribuidor. Segue-me também no Twitter : http://twitter.com/#!/ACInvestorBlog e subscreve a minha newsletter.
www.ac-investor.blogspot.com -
Análises Técnicas de activos cotados em Wall Street. Os artigos do AC Investor podem também ser encontrados diariamente nos portais financeiros, Daily Markets, Benzinga, Minyanville, Solar Feeds e Wall Street Pit, sendo editor e contribuidor. Segue-me também no Twitter : http://twitter.com/#!/ACInvestorBlog e subscreve a minha newsletter.
AC Investor Blog Escreveu:No ultimo dia em que foram negociados os direitos de subscrição do aumento de capital do Banco Espírito Santo, os titulos das acções tiveram também um comportamento bastante positivo com um enorme volume. Aliás, o maior do ano com 46.272.812 de acções a serem trocadas de mãos. Eu diria que em termos técnicos poderemos ter assistido nas ultimas sessões a uma capitulação do titulo, com os investidores aproveitarem os saldos para comprarem. Graficamente, verifica-se claramente vários indicadores com divergências positivas que seguem formando fundos mais altos. Portanto, a expectativa é que exista aqui um forte ressalto, adicionando o facto que o titulo consegiu também quebrar a sua LTD de curto-prazo.
Aproveitando o meu post anterior, a cotação confirmou hoje a possivel recuperção do titulo que pode estar para acontecer, agora que o titulo, não está mais dependente dos direitos. Os indicadores dão sinais de inversão e mesmo de compra. Será um título a acompanhar na sessão de sexta-feira. Será que poderemos assistir aqui a uma possivel recuperação em forma de diamante ?
- Anexos
-
- B.ESPIRITO SANTO.png (31.86 KiB) Visualizado 5495 vezes
AC Investor Blog
www.ac-investor.blogspot.com -
Análises Técnicas de activos cotados em Wall Street. Os artigos do AC Investor podem também ser encontrados diariamente nos portais financeiros, Daily Markets, Benzinga, Minyanville, Solar Feeds e Wall Street Pit, sendo editor e contribuidor. Segue-me também no Twitter : http://twitter.com/#!/ACInvestorBlog e subscreve a minha newsletter.
www.ac-investor.blogspot.com -
Análises Técnicas de activos cotados em Wall Street. Os artigos do AC Investor podem também ser encontrados diariamente nos portais financeiros, Daily Markets, Benzinga, Minyanville, Solar Feeds e Wall Street Pit, sendo editor e contribuidor. Segue-me também no Twitter : http://twitter.com/#!/ACInvestorBlog e subscreve a minha newsletter.
V99 Escreveu:Como posso subscrever novas acções, já que tenho direitos de subscrição? Alguem me pode ajudar???
Em que intermediario financeiro tens as tuas accoes e os teus direitos?Aliás...deves entrar em contacto com o teu intermediario financeiro e eles vao-te informar o procedimento necessário!
É da vida...
- Mensagens: 2983
- Registado: 6/2/2007 16:36
- Localização: Alverca
Accionistas do BES abrem os cordões à bolsa
http://economico.sapo.pt/noticias/accio ... 43274.html
Saiba o que fazer com os direitos de subscrição das novas acções do BES a partir de hoje.
A fase final do aumento de capital do BES arranca hoje. Depois de ontem ter chegado ao fim o período de negociação na bolsa nacional dos direitos de preferência de subscrição das novas acções do banco de Ricardo Salgado, inicia-se hoje a fase de concretização da operação. Para os accionistas do BES detentores dos direitos isso significa que chegou a altura de abrir os cordões à bolsa. Pois caso não despendam algum dinheiro no exercício dos direitos, é certo que acabarão por perder dinheiro.
1 - Sou titular de 1.000 direitos. Quanto vou ter de gastar para acompanhar o aumento de capital do BES?
Por cada 1.000 direitos de preferência de subscrição das "acções novas", os investidores têm o direito de subscrever 1.750 acções do BES por um preço unitário de 0,395 euros. Isto significa que para acompanhar o aumento de capital do BES terá que despender 691,25 euros (1.750 x 0,395 euros). A este montante poderá ainda acrescer comissões de negociação cobradas pelo intermediário financeiro. No prospecto da operação, o BES esclarece ainda que a troca dos direitos pelas novas acções será realizada pelo "arredondamento por defeito" tendo por base a multiplicação do número de direitos pelo factor 1,75.
2 - Quando poderei exercer o direito de trocar os direitos pelas "acções novas"?
O período de subscrição das "acções novas" oferecidas no âmbito do exercício dos direitos começou a 19 de Abril e acaba a 2 de Maio. Se o detentor dos direitos não exercer os seus direitos de preferência na subscrição das "acções novas" antes do fim do período de subscrição, os seus direitos de preferência na subscrição desses títulos caducarão, e não terá direito a receber qualquer compensação, monetária ou outra, em consequência da respectiva caducidade.
3 - Significa então que caso não faça nada corro o risco de não receber as acções nem nada?
Exacto. Os titulares dos direitos que não comuniquem ao seu intermediário financeiro a intenção de acompanhar o aumento de capital do BES por via da troca dos direitos pelas "acções novas" vão acabar por ficar de "mãos a abanar". Para evitar que isso suceda é fundamental que até às 15 horas da próxima quarta-feira (2 de Maio) transmita ao seu banco a ordem de subscrever as "acções novas" com base no número de direitos de que é titular.
4 - Quando será possível negociar as "acções novas" na bolsa nacional?
A emissão destas acções e a referida inscrição apenas terá lugar na sequência do registo do aumento de capital social no registo comercial. No prospecto da operação, o BES adianta que prevê a realização deste registo para 11 de Maio "ou em data próxima", procedendo-se então à fusão entre as "acções novas" e as acções actuais do BES. Para negociação em bolsa, o documento refere que os títulos poderão ser comprados e vendidos na Euronext Lisboa a partir de 14 de Maio "ou em data próxima"
Saiba o que fazer com os direitos de subscrição das novas acções do BES a partir de hoje.
A fase final do aumento de capital do BES arranca hoje. Depois de ontem ter chegado ao fim o período de negociação na bolsa nacional dos direitos de preferência de subscrição das novas acções do banco de Ricardo Salgado, inicia-se hoje a fase de concretização da operação. Para os accionistas do BES detentores dos direitos isso significa que chegou a altura de abrir os cordões à bolsa. Pois caso não despendam algum dinheiro no exercício dos direitos, é certo que acabarão por perder dinheiro.
1 - Sou titular de 1.000 direitos. Quanto vou ter de gastar para acompanhar o aumento de capital do BES?
Por cada 1.000 direitos de preferência de subscrição das "acções novas", os investidores têm o direito de subscrever 1.750 acções do BES por um preço unitário de 0,395 euros. Isto significa que para acompanhar o aumento de capital do BES terá que despender 691,25 euros (1.750 x 0,395 euros). A este montante poderá ainda acrescer comissões de negociação cobradas pelo intermediário financeiro. No prospecto da operação, o BES esclarece ainda que a troca dos direitos pelas novas acções será realizada pelo "arredondamento por defeito" tendo por base a multiplicação do número de direitos pelo factor 1,75.
2 - Quando poderei exercer o direito de trocar os direitos pelas "acções novas"?
O período de subscrição das "acções novas" oferecidas no âmbito do exercício dos direitos começou a 19 de Abril e acaba a 2 de Maio. Se o detentor dos direitos não exercer os seus direitos de preferência na subscrição das "acções novas" antes do fim do período de subscrição, os seus direitos de preferência na subscrição desses títulos caducarão, e não terá direito a receber qualquer compensação, monetária ou outra, em consequência da respectiva caducidade.
3 - Significa então que caso não faça nada corro o risco de não receber as acções nem nada?
Exacto. Os titulares dos direitos que não comuniquem ao seu intermediário financeiro a intenção de acompanhar o aumento de capital do BES por via da troca dos direitos pelas "acções novas" vão acabar por ficar de "mãos a abanar". Para evitar que isso suceda é fundamental que até às 15 horas da próxima quarta-feira (2 de Maio) transmita ao seu banco a ordem de subscrever as "acções novas" com base no número de direitos de que é titular.
4 - Quando será possível negociar as "acções novas" na bolsa nacional?
A emissão destas acções e a referida inscrição apenas terá lugar na sequência do registo do aumento de capital social no registo comercial. No prospecto da operação, o BES adianta que prevê a realização deste registo para 11 de Maio "ou em data próxima", procedendo-se então à fusão entre as "acções novas" e as acções actuais do BES. Para negociação em bolsa, o documento refere que os títulos poderão ser comprados e vendidos na Euronext Lisboa a partir de 14 de Maio "ou em data próxima"
Quando o general é fraco e sem autoridade, quando suas ordens não são claras e compreensíveis, quando não há obrigações determinadas para os oficiais e os soldados e as fileiras são formadas de forma desleixada e a esmo, o resultado é desorganização absoluta. (Sun Tzu em Arte da Guerra).
Nota final: Já percebi que não não percebo nada de bolsa dizem que são jogos e estratégias privadas, que depois usam as análises técnicas para explicar os movimentos inexplicaveis. Eu não percebo nada de nada, vim só ver o futebol.....
Nota final: Já percebi que não não percebo nada de bolsa dizem que são jogos e estratégias privadas, que depois usam as análises técnicas para explicar os movimentos inexplicaveis. Eu não percebo nada de nada, vim só ver o futebol.....
- Mensagens: 23
- Registado: 29/11/2007 4:04
- Localização: Quinta Dimensão
EVOLUÇÃO NOS PRÓXIMOS DIAS
Para os próximos dias quala evolução prevista?
Aceitam-se hipoteses de La Palice....
Aceitam-se hipoteses de La Palice....
Quando o general é fraco e sem autoridade, quando suas ordens não são claras e compreensíveis, quando não há obrigações determinadas para os oficiais e os soldados e as fileiras são formadas de forma desleixada e a esmo, o resultado é desorganização absoluta. (Sun Tzu em Arte da Guerra).
Nota final: Já percebi que não não percebo nada de bolsa dizem que são jogos e estratégias privadas, que depois usam as análises técnicas para explicar os movimentos inexplicaveis. Eu não percebo nada de nada, vim só ver o futebol.....
Nota final: Já percebi que não não percebo nada de bolsa dizem que são jogos e estratégias privadas, que depois usam as análises técnicas para explicar os movimentos inexplicaveis. Eu não percebo nada de nada, vim só ver o futebol.....
- Mensagens: 23
- Registado: 29/11/2007 4:04
- Localização: Quinta Dimensão
Maioria dos pequenos accionistas não se desfez dos direitos em bolsa. Títulos negociaram, em média, com um desconto de 2% face às acções.
Foram transaccionados 12% dos direitos de subscrição ao aumento de capital do BES durante os cinco dias de negociação. Este valor indicia que muitos pequenos investidores vão acompanhar a operação ou não chegaram a vender os títulos.
A sessão de ontem foi a última em que os accionistas do BES puderam transaccionar os direitos ao aumento de capital de 1010 milhões de euros do banco. Durante cinco dias os investidores que não queriam acompanhar a operação puderam vender no mercado os títulos recebidos. Quem não era accionista pôde comprar direitos para participar.
Foram negociados 181 milhões de direitos, o equivalente a 12,4% do total de 1.461 milhões de títulos. A percentagem sobe se forem retirados da conta os accionistas de referência, detentores de 50,6% do capital, que o BES anunciou irem acompanhar a operação. Na prática, constata-se que só estavam disponíveis para negociação 721 milhões de direitos. Destes, 25% passaram pela bolsa. O cálculo não tem em conta a possibilidade de o mesmo direito ter sido transaccionado mais do que uma vez durante os cinco dias.
Um quarto dos accionistas de menor dimensão poderá ter optado por não participar na operação, vendendo os direitos. O que significa que a maioria vai acompanhar o aumento de capital, ou não chegou a desfazer-se dos direitos. Recorde-se que o BES assinou um acordo com um conjunto de intermediários financeiros que vão tomar firme a operação. Ou seja, vão comprar todas as novas acções que não venham a ser subscritas.
Direitos pressionaram acções
A cotação dos direitos fechou ontem em forte alta, com a pressão compradora dos investidores que pretendiam desta forma ter a possibilidade de adquirir as novas acções, por 39,5 cêntimos cada. Os direitos fecharam a subir 16,7% para os 32,8 cêntimos.
A tendência dominante durante os cinco dias de negociação foi no, entanto, a inversa, com a venda dos direitos pelos pequenos accionistas a pressionar o preço, que chegou a estar a cair 26% face ao valor teórico de 33,8 cêntimos. O que arrastou também o valor das acções. Ainda assim, houve momentos em que os direitos negociaram a desconto.
O preço médio dos direitos, ponderado pelo volume, foi de 29,5 cêntimos. O que significa que, em média, foi possível com estes títulos comprar novas acções com um desconto de 1,9%, face ao valor de 57,4 cêntimos no mercado.
Os direitos fecharam o período de negociação a recuar 3% face ao preço teórico. Já as acções acabaram por ficar praticamente inalteradas, nos 58,7 cêntimos, graças à valorização registada nas últimas duas sessões. Estão, no entanto, 7,2% abaixo da primeira sessão após o ajuste à operação, o que equivale a menos 184,2 milhões. O BES valia ontem 2.358 milhões de euros
Foram transaccionados 12% dos direitos de subscrição ao aumento de capital do BES durante os cinco dias de negociação. Este valor indicia que muitos pequenos investidores vão acompanhar a operação ou não chegaram a vender os títulos.
A sessão de ontem foi a última em que os accionistas do BES puderam transaccionar os direitos ao aumento de capital de 1010 milhões de euros do banco. Durante cinco dias os investidores que não queriam acompanhar a operação puderam vender no mercado os títulos recebidos. Quem não era accionista pôde comprar direitos para participar.
Foram negociados 181 milhões de direitos, o equivalente a 12,4% do total de 1.461 milhões de títulos. A percentagem sobe se forem retirados da conta os accionistas de referência, detentores de 50,6% do capital, que o BES anunciou irem acompanhar a operação. Na prática, constata-se que só estavam disponíveis para negociação 721 milhões de direitos. Destes, 25% passaram pela bolsa. O cálculo não tem em conta a possibilidade de o mesmo direito ter sido transaccionado mais do que uma vez durante os cinco dias.
Um quarto dos accionistas de menor dimensão poderá ter optado por não participar na operação, vendendo os direitos. O que significa que a maioria vai acompanhar o aumento de capital, ou não chegou a desfazer-se dos direitos. Recorde-se que o BES assinou um acordo com um conjunto de intermediários financeiros que vão tomar firme a operação. Ou seja, vão comprar todas as novas acções que não venham a ser subscritas.
Direitos pressionaram acções
A cotação dos direitos fechou ontem em forte alta, com a pressão compradora dos investidores que pretendiam desta forma ter a possibilidade de adquirir as novas acções, por 39,5 cêntimos cada. Os direitos fecharam a subir 16,7% para os 32,8 cêntimos.
A tendência dominante durante os cinco dias de negociação foi no, entanto, a inversa, com a venda dos direitos pelos pequenos accionistas a pressionar o preço, que chegou a estar a cair 26% face ao valor teórico de 33,8 cêntimos. O que arrastou também o valor das acções. Ainda assim, houve momentos em que os direitos negociaram a desconto.
O preço médio dos direitos, ponderado pelo volume, foi de 29,5 cêntimos. O que significa que, em média, foi possível com estes títulos comprar novas acções com um desconto de 1,9%, face ao valor de 57,4 cêntimos no mercado.
Os direitos fecharam o período de negociação a recuar 3% face ao preço teórico. Já as acções acabaram por ficar praticamente inalteradas, nos 58,7 cêntimos, graças à valorização registada nas últimas duas sessões. Estão, no entanto, 7,2% abaixo da primeira sessão após o ajuste à operação, o que equivale a menos 184,2 milhões. O BES valia ontem 2.358 milhões de euros
mcarvalho
- Mensagens: 7051
- Registado: 17/2/2004 1:38
- Localização: PORTO
NÃO ESTÁ A COMEÇAR BEM
Coma subida do dia de ontem ainda tinha esperança que abrissem fortes....
Mas não....
Vamos esperar
Mas não....
Vamos esperar
Quando o general é fraco e sem autoridade, quando suas ordens não são claras e compreensíveis, quando não há obrigações determinadas para os oficiais e os soldados e as fileiras são formadas de forma desleixada e a esmo, o resultado é desorganização absoluta. (Sun Tzu em Arte da Guerra).
Nota final: Já percebi que não não percebo nada de bolsa dizem que são jogos e estratégias privadas, que depois usam as análises técnicas para explicar os movimentos inexplicaveis. Eu não percebo nada de nada, vim só ver o futebol.....
Nota final: Já percebi que não não percebo nada de bolsa dizem que são jogos e estratégias privadas, que depois usam as análises técnicas para explicar os movimentos inexplicaveis. Eu não percebo nada de nada, vim só ver o futebol.....
- Mensagens: 23
- Registado: 29/11/2007 4:04
- Localização: Quinta Dimensão
jneg
GLG aproveitou aumento de capital para apostar na queda do BES
26/04/2012
Com o aumento de capital em curso, o BES procura reforçar a sua solidez financeira de forma cumprir com as exigências europeias, mas também para melhor enfrentar a conjuntura adversa. Esta perspectiva não é, no entanto, partilhada por todos os investidores. Há quem continue a apostar na queda das acções do banco.
No último dia antes do ajuste da cotação à operação, a GLG Global Investment Management reforçou a posição curta sobre o banco, com recurso a instrumentos de investimento alavancados, os "Contracts for Difference". Vendeu 2,2 milhões de CFD, elevando a posição curta para o equivalente a 0,51% do capital.
E já no primeiro dia de negociação destacada dos direitos do aumento de capita, voltou a aumentar a aposta. Vendeu mais 200 mil CFD e cerca de 8 milhões de acções do banco. É uma estratégia que está a ser bem conseguida, uma vez que os títulos da instituição liderada por Ricardo Salgado têm apresentado uma queda acentuada, arrastados pelo desempenho dos direitos
26/04/2012
Com o aumento de capital em curso, o BES procura reforçar a sua solidez financeira de forma cumprir com as exigências europeias, mas também para melhor enfrentar a conjuntura adversa. Esta perspectiva não é, no entanto, partilhada por todos os investidores. Há quem continue a apostar na queda das acções do banco.
No último dia antes do ajuste da cotação à operação, a GLG Global Investment Management reforçou a posição curta sobre o banco, com recurso a instrumentos de investimento alavancados, os "Contracts for Difference". Vendeu 2,2 milhões de CFD, elevando a posição curta para o equivalente a 0,51% do capital.
E já no primeiro dia de negociação destacada dos direitos do aumento de capita, voltou a aumentar a aposta. Vendeu mais 200 mil CFD e cerca de 8 milhões de acções do banco. É uma estratégia que está a ser bem conseguida, uma vez que os títulos da instituição liderada por Ricardo Salgado têm apresentado uma queda acentuada, arrastados pelo desempenho dos direitos
mcarvalho
- Mensagens: 7051
- Registado: 17/2/2004 1:38
- Localização: PORTO
Direitos do BES recuperaram terreno com subida de 16% no último dia de negociação
25/04/2012
No último dia em que foram negociados em bolsa, os direitos de subscrição do aumento de capital do Banco Espírito Santo registaram uma forte valorização, que permitiu quase compensar a queda sentida nas últimas sessões.
Hoje os direitos fecharam a subir 16,73% para 0,328 euros, um cêntimo abaixo do preço teórico com que começaram a negociar na passada quinta-feira (0,338 euros). Também as acções do BES não foram penalizadas pela negociação dos direitos, já que fecharam hoje a valer 0,587 euros, quando na quarta-feira da semana passada tinham encerrado nos 0,588 euros.
O BES acabou por beneficiar do comportamento positivo verificado hoje, último dia em que os accionistas puderam alienar os direitos em bolsa e os investidores comprar estes títulos que permitem participar no aumento de capital que o BES está a realizar.
O período de subscrição das acções termina a 2 de Maio e o resultado da operação, que representa um encaixe de mil milhões de euros para o BES, será apurado a 4 de Maio.
A cada acção do BES foi atribuído um direito, que possibilita a subscrição de 1,75 novas acções, mediante o pagamento de 0,395 euros por cada uma.
25/04/2012
No último dia em que foram negociados em bolsa, os direitos de subscrição do aumento de capital do Banco Espírito Santo registaram uma forte valorização, que permitiu quase compensar a queda sentida nas últimas sessões.
Hoje os direitos fecharam a subir 16,73% para 0,328 euros, um cêntimo abaixo do preço teórico com que começaram a negociar na passada quinta-feira (0,338 euros). Também as acções do BES não foram penalizadas pela negociação dos direitos, já que fecharam hoje a valer 0,587 euros, quando na quarta-feira da semana passada tinham encerrado nos 0,588 euros.
O BES acabou por beneficiar do comportamento positivo verificado hoje, último dia em que os accionistas puderam alienar os direitos em bolsa e os investidores comprar estes títulos que permitem participar no aumento de capital que o BES está a realizar.
O período de subscrição das acções termina a 2 de Maio e o resultado da operação, que representa um encaixe de mil milhões de euros para o BES, será apurado a 4 de Maio.
A cada acção do BES foi atribuído um direito, que possibilita a subscrição de 1,75 novas acções, mediante o pagamento de 0,395 euros por cada uma.
mcarvalho
- Mensagens: 7051
- Registado: 17/2/2004 1:38
- Localização: PORTO
Quem está ligado:
Utilizadores a ver este Fórum: Google Adsense [Bot], Lisboa_Casino, Pageup, Sertorio e 89 visitantes
