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O gajo está mesmo metido, não está?

Espaço dedicado a todo o tipo de troca de impressões sobre os mercados financeiros de uma forma genérica e a todo o tipo de informação útil que possa condicionar o desempenho dos mesmos

Moderadores: Pata-Hari, Ulisses Pereira, MarcoAntonio

por mcarvalho » 17/3/2012 16:34

CITO:

http://www.geneall.net/P/per_page.php?id=312713


E


http://www.dnoticias.pt/actualidade/pai ... ossos-dias



A DINASTIA DOS "BASTARDOS"


Obra referencia bastardos reais cujas descendências chegam aos nossos dias
A autora nomeia várias ersonalidades que descendem de bastardos reais, como José Sócrates, de D. Afonso III
Actualizado em 15 de Março, às 10:05LusaEtiquetas
Bastardos Reais, filhos ilegítimos, José Diogo Quintela, José Sócrates, Pinto da Costa, Reis de Portugal
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.Os únicos reis que tiveram filhos mas não bastardos foram D. Manuel I e D. José, afirma a investigadora Isabel Lencastre que referencia várias personalidades, nomeadamente o ex-primeiro-ministro José Sócrates, como descendentes de bastardos reais.

Isabel Lencastre é autora da obra 'Bastardos Reais. Os filhos ilegítimos os Reis de Portugal', editada pela Oficina do Livro, em que escreve que, dos 32 Reis portugueses, seis não tiveram filhos e, dos restantes 26, apenas D. Manuel I, o Venturoso, que se casou três vezes, e D. José, "muitas vezes enganado pela sua mulher", não tiveram filhos fora do alcova nupcial.

Todavia, apesar de não terem regalias oficiais, os bastardos reais tinham deferência e proeminência face a titulares administrativos, militares ou eclesiásticos e desempenharam "posições de relevo na corte e no país", e alguns ascenderam mesmo ao trono, como D. João I.

O primeiro rei, D. Afonso Henriques, era filho de uma bastarda de Afonso VI de Leão e Castela, D. Teresa. É um bastardo quem deu origem à Dinastia de Avis e à de Bragança, a última que reinou em Portugal.

Também os Filipes de Espanha, que reinaram em Portugal de 1580 a 1640, descendiam de Henrique II de Castela, filho ilegítimo de Afonso XI.

A autora nomeia ainda várias personalidades que descendem de bastardos reais, como José Sócrates, de D. Afonso III, tal como descendem a rainha
Sílvia da Suécia, Evita Perón, o ex-Presidente francês Valéry Giscard d'Estaing, o actor e empresário José Diogo Quintela ou ainda o gestor António Mexia e o dirigente desportivo Jorge Nuno Pinto da Costa.

São vários os cruzamentos e as linhas genealógicas que a autora faz para, de um bastardo de um monarca que reinou de 1248 a 1279, chegar "sangue real" aos dias de hoje.

Isabel Lencastre refere ainda outras personalidades descendentes de bastardos de outros Reis, como os empresários Francisco Pinto Balsemão, Miguel Pais do Amaral e Carlos Horta e Costa que descendem de bastardos de D. Pedro IV de Portugal e primeiro imperador do Brasil.

A obra está organizada por dinastias e segue os diferentes reinados, não havendo qualquer referência de bastardos das rainhas D. Maria I e D. Maria II. Também seis reis não tiveram quaisquer filhos, casos de D. Sancho II, D. Sebastião, D. Henrique, D. Afonso VI, D. Pedro V e D. Manuel II, sobre o qual a autora não tem qualquer espaço na obra.

Isabel Lencastre afirma que "se contam por várias dezenas" os bastardos régios desde a fundação de Portugal até à proclamação da República em 1910. A maior base de dados genealógicos portuguesa identifica 77 filhos ilegítimos de Reis. Dados que para a investigadora pecam por ser redutores e afirma, a título de exemplo que "houve quem atribuísse, em 1826, a D. Pedro [IV] a paternidade de 43 bastardos".

Uma das bastardas reais que viveu até aos finais do século XX e que reivindicou a continuidade da linhagem real foi Maria Pia, "putativa bastarda de D. Carlos", que "não sendo um modelo de virtudes conjugais", a autora questiona a paternidade.

Isabel Lencastre afirma que D. Carlos teve amantes "de todos os géneros e feitios, desde atrizes famosas até fidalgas dos quatro costados, passando por camponesas e criadas do paço", mas relativamente a Maria Pia apresenta várias dúvidas relativamente à idomeidade dos documentos apresentados, que eram cópias de uma suposta carta do Rei e de presumível registo baptismal.
.....

COMENTÁRIO

Realmente....

sem ser de real

país este .. em que fomos sempre governados por bastardos... e por um "cauda"pelos vistos,... "normal".. só D. ManuelI

PERCEBEM AGORA....

ESTE É O NOSSO DESTINO

:(

EDITO..

ATENÇÃO :

o termo "cauda" em que o corrector transforma "chifres" .. é da inteira responsabilidade
do Caldeirão de bolsa.. eu não sei qual o uso que ele lhe dava.. juro

:mrgreen:
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jarc

por jarc » 17/3/2012 20:29

Sinceramente não compreendo porque é que esse tipo não é julgado a sério! Sócrates na verdade fez muito mal a Portugal e o pior de tudo foi o caldo cultural que deu a beber a muita cabecinha. Aquele caldo de que o que conta é ser Chico-esperto. Sócrates fomentou e promoveu o Chico espertismo a ponto de (entre os professores do básico e secundário, por exemplo) secundarizar o estudo, o esforço e até o grau académico. Por cá para além do Lelo, do Santos Silva e do Silva Pereira já ninguém acredita que o homem se escapa.
 
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Re: jarc

por artista_ » 17/3/2012 21:15

jarc Escreveu:Sinceramente não compreendo porque é que esse tipo não é julgado a sério! Sócrates na verdade fez muito mal a Portugal e o pior de tudo foi o caldo cultural que deu a beber a muita cabecinha. Aquele caldo de que o que conta é ser Chico-esperto. Sócrates fomentou e promoveu o Chico espertismo a ponto de (entre os professores do básico e secundário, por exemplo) secundarizar o estudo, o esforço e até o grau académico. Por cá para além do Lelo, do Santos Silva e do Silva Pereira já ninguém acredita que o homem se escapa.


O problema é que aparentemente não há provas concretas! Ou há mas desaparecem, ou são destruidas... ou simplesmente não valem porque se valerem iriam uma série deles dentro! Enfim... no dia em que vir um destes graúdos preso começarei a acreditar na democracia em Portugal!
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Re: jarc

por JMHP » 17/3/2012 21:51

jarc Escreveu:Sinceramente não compreendo ......
Por cá para além do Lelo, do Santos Silva e do Silva Pereira já ninguém acredita que o homem se escapa.


Somente esses?!.... Então aqueles milhares que estiveram no ultimo congresso aplaudir as lágrimas do "ex-querido líder"?!

Então e o que dizer do "dinossauro" do Soares que anda sempre desculpar o Zézito e a desviar atenções para o actual governo ou da Alemanha?!

Então que é feito dos portugueses que acerca de 1 ano votaram fielmente no Zézito nas eleições?!

:roll:
 
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Re: jarc

por mcarvalho » 17/3/2012 22:28

artista Escreveu:
jarc Escreveu:Sinceramente não compreendo porque é que esse tipo não é julgado a sério! Sócrates na verdade fez muito mal a Portugal e o pior de tudo foi o caldo cultural que deu a beber a muita cabecinha. Aquele caldo de que o que conta é ser Chico-esperto. Sócrates fomentou e promoveu o Chico espertismo a ponto de (entre os professores do básico e secundário, por exemplo) secundarizar o estudo, o esforço e até o grau académico. Por cá para além do Lelo, do Santos Silva e do Silva Pereira já ninguém acredita que o homem se escapa.


O problema é que aparentemente não há provas concretas! Ou há mas desaparecem, ou são destruidas... ou simplesmente não valem porque se valerem iriam uma série deles dentro! Enfim... no dia em que vir um destes graúdos preso começarei a acreditar na democracia em Portugal!


artista

sugiro a leitura do artigo de Vasco Pulido Valente
na pag anterior..



---

Por Vasco Pulido Valente - Público dia 17 Março

Em grosso, renda era o nome que se dava antigamente ao produto do trabalho não-pago. Os servos trabalhavam e os senhores guardavam. No essencial, nada mudou muito.


Os servos trabalham e os senhores recebem


Na TVI, Marques Mendes, que já foi presidente do PSD, disse sem rodeios de linguagem que a EDP se portava como um Estado dentro de um Estado e que mandava no Governo. Num programa de “prestígio” da SIC, os comentadores concordaram os três com esta opinião, pelos menos, brutal. E, num outro programa, uns tantos peritos, com a colaboração entusiástica de um antigo ministro de Cavaco, passaram uma hora a explicar as rendas de que a EDP neste momento goza e de que nunca em tempo algum deveria ter gozado. Solenemente, o jornalista que dirigia a conversa declarou a sessão um verdadeiro “serviço público” e houve por aqui e por ali alguns murmúrios, que não deixavam dúvidas sobre os sentimentos do cidadão comum.
Mesmo para ele, a história ultrapassava o admissível.

Perante isto, que pode uma pessoa fazer? Ir a Oeiras chamar Otelo? Não sair mais de casa? Ou apanhar o primeiro avião para Inglaterra? Porque a monstruosidade em que se tornou a EDP não apareceu de repente, num acesso de incúria ou de generosidade ou, como o Império Britânico, por pura distracção. A EDP, como existe agora, exigiu tempo, o trabalho de centenas de peritos, de redes complicadas de influência política, de muito dinheiro e do zelo de escritórios de advogados, com certeza competentíssimos, que se encarregaram de tornar o embrulho à prova da lei. Pedro Passos Coelho, um eleito do povo, e Vítor Gaspar, o ministro da Finanças, estão hoje (basta olhar para eles) numa situação que roça a impotência; e o contribuinte, como sempre, vai pagar a conta (uma conta crescente) por dezenas de anos.

Meia dúzia de ingénuos sinceramente pensam que a nova maioria, a autoridade da troika e a presumível indignação dos portugueses (quase inexistente na nossa história política) acabarão por endireitar as coisas. Peço desculpa de não acreditar neste milagre. A moral cívica não é um sentimento comum ao indígena desta região. Basta pensar na extraordinária quantidade de indiferença ou desprezo pelo uso parco e
responsável dos milhões que o português paga a um fisco aberrante, para perceber que a nossa “classe dirigente” se considera dona do que recebe. Só isso explica a inevitabilidade da EDP e de centenas de escândalos menores, que dia a dia vamos descobrindo com resignação. Em grosso, renda era o nome que se dava antigamente ao produto do trabalho não-pago. Os servos trabalhavam e os senhores guardavam. No essencial, nada mudou muito.

Sáb Mar 17, 12:56:00 PM

mario carvalho disse...
http://www.jn.pt/PaginaInicial/Politica ... id=2365053

Ricardo Magalhães... DEMITIDO!


.........

Mais um.. de todos os que se atreveram a profanar o Vale do Tua...

vão tendo o mesmo destino... e o que mais se verá!!!!!!!

PUBLICADO EM
http://pensar-ansiaes.blogspot.pt/2012/ ... ontra.html
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edito

desculpem lá .. não queria duplicar mas mão sei lá muito bem colocar isto
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socretinos??.. a ter em conta........

por mcarvalho » 18/3/2012 1:29

quem serão os gajos que estão metidos nisto???

---------------

Soares, Carvalho da Silva e Costa planeiam reconquista do PS e preparam candidato presidencial! Se non è vero, è ben trovato!

OAM



"Uma network constituída pelo PS esquerdo, Bloco direito e PC heterodoxo, pelo ISCTE de Lisboa e CES de Coimbra, pela Câmara de Lisboa e com um pé na máquina governativa socialista quase intacta na administração pública, com financiamento público (!) e de grupos privados beneficiados pelo socratismo, e a caução da Maçonaria do Grande Oriente Lusitano. Uma network de que é mentor operacional (aos 87 anos!), desde sempre, Mário Soares, mas na qual é central a fação férrica, que organiza José António Vieira da Silva, em que prepondera na sombra Paulo Pedroso, a qual também integra o seu irmão João Pedroso (CES e ao OPJ). Uma network que projeta a tomada do PS e do Governo, com a liderança de António Costa (engrossada taticamente pelo socratismo), e a reconquista da presidência da República, através de Carvalho da Silva."

http://doportugalprofundo.blogspot.pt/2 ... no-um.html
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A tua sorte é termos umas justiça toda minada...

por L.S.S » 19/3/2012 1:43

A tua sorte é termos umas justiça toda minada, que tresanda a podre...


Por:Pedro H. Gonçalves/ Diana Ramos

José Sócrates gasta em média 15 mil euros por mês em Paris, cidade para onde foi estudar Ciência Política. Sem emprego nem poupanças conhecidas, o ex-primeiro-ministro mantém uma vida de luxo numa das cidades mais caras da Europa, com despesas mensais que rondam sete mil euros na renda de casa, num dos bairros mais caros da cidade, mil euros nas propinas da faculdade, dois mil euros no colégio particular do filho e cem euros por refeição em restaurantes.

Um estilo de vida caro, quando José Sócrates nunca referiu ter poupanças nas declarações de rendimentos que entregou no Tribunal Constitucional desde 1995, ano a partir do qual esses documentos podem ser consultados. Segundo essas declarações, Sócrates obteve, entre 1995 e 2010, rendimentos acumulados de 1,19 milhões de euros, a que se somam quase 50 mil euros por seis meses de salário, despesas de representação e subsídio de férias em 2011. O CM contactou José Sócrates para obter uma reacção, mas o ex-primeiro ministro desligou o telefone e não respondeu à mensagem enviada.

Como foi possível constatar em Paris, Sócrates arrendou um apartamento no 16º Bairro parisiense, uma das zonas nobres da cidade. A dez minutos a pé da Torre Eiffel, as casas mais baratas têm uma renda de quatro mil euros. Só que, como explicaram ao CM diferentes imobiliárias parisienses, na rua onde reside Sócrates "os preços sobem para os sete mil euros mensais", dada a exclusividade conferida a essa rua pela vizinhança de embaixadores e milionários.

Quando o ex-primeiro-ministro sai de casa pela manhã, dirige-se à Sciences Po, onde está a estudar Ciência Política. De propinas, paga 1083 euros por mês. Mas, antes, Sócrates faz uma paragem obrigatória no Le Diplomate: é nesse café, à porta de casa, que emigrantes portugueses lhe servem uma bica ao balcão e onde aproveita para comprar tabaco.

O ex-líder do PS frequenta com regularidade alguns dos melhores restaurantes de Paris, onde a factura ultrapassa facilmente os 100 euros/dia ou 3000 por mês. A famosa Brasserie Lipp, favorita de antigos presidentes franceses, tem pratos a 60 euros e garrafas de vinho entre os 70 e os 220 euros. No La Divina Commedia, outro dos locais de eleição, os pratos com entrada e sobremesa rondam os 50 euros. Os vinhos, de que Sócrates é grande apreciador, não são mais baratos.

A viver com Sócrates está o filho mais velho, que frequenta uma escola privada cujo custo atinge os 2186 euros por mês.

USA MINI COOPER PARA IR ÀS AULAS NO SCIENCES PO

Sócrates tem seminários de 90 minutos três vezes por semana na Sciences Po, no bairro Saint-Germain, onde está no primeiro ano do mestrado de Ciência Política. Sem faltar às aulas, o nome do ex-primeiro-ministro consta da lista de alunos que podem votar na associação de estudantes. Para ir para a faculdade, usa um Mini Cooper S, um carro ‘chique' para os parisienses, de 25 mil euros.

RESTAURANTES DE LUXO ATRAEM SÓCRATES EM PARIS

O antigo primeiro-ministro está em Paris desde o Verão e já criou hábitos quanto aos locais onde come. O italiano La Divina Commedia é um dos seus favoritos. Sócrates é visita regular do icónico Les Deux Magots, onde o canapé de caviar é servido por 110 euros, e da Brasserie Lipp.


DIAS DE CRISE GERIDOS AO TELEMÓVEL

Servir José Sócrates aqui? Nunca, nem quero." Mesmo em Paris, o antigo primeiro-ministro continua a gerar polémica, como mostra a afirmação de um emigrante português que trabalha num café perto da casa do ex-líder socialista. A fazer uma ‘travessia do deserto' na capital francesa, Sócrates continua atento ao que se passa em Lisboa e ainda exerce a sua influência.
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por Automech » 19/3/2012 2:10

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por PAFS » 19/3/2012 14:46

Penso que já é altura de alterar o titulo deste tópico para: "O gajo está metido nisto." pois não restam dúvidas da veracidade desta afirmação, por isso retirem o "não está?"
 
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por L.S.S » 19/3/2012 15:42

pafs Escreveu:Penso que já é altura de alterar o titulo deste tópico para: "O gajo está metido nisto." pois não restam dúvidas da veracidade desta afirmação, por isso retirem o "não está?"


O Gajo é uns dos principais (não é o único) culpados ao que isto chegou ...
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por escada1 » 19/3/2012 16:11

Sem brincadeiras:
Os culpados a que isto chegou somos todos nós.
Fomos nós que não nos indignamos quando a banca passou a permitir emprestimos até 30 e 40 anos.Isso fez com que a construção civil podesse inflacionar-se tanto.


Culpados fomos nós quando trocavamos de carro de 3 em 3 anos.

Culpados fomos nós quando investiamos em consumo e férias, e não tentavamos poupar dinheiro.

Culpados fomos nós, quando nunca exigimos que os politicos corruptos fossem presos.

Culpados fomos nós que gostamos de atirar subsidios com RSI e outros (excepto os devidos e por direito pelos descontos feitos), a gente inutil que nada faz nem fez na vida.

Os politicos fazem aquilo que a sociedade deixa.Vejam -la nos EUA o que acontece a muitos politicos e empresários...choldra quando saem fora dos eixos.Portugal é o único país do mundo ocidentalizado que não tem um único politico preso.
 
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por Blue Epsilon » 19/3/2012 16:44

escada1 Escreveu:Sem brincadeiras:
Os culpados a que isto chegou somos todos nós.
Fomos nós que não nos indignamos quando a banca passou a permitir emprestimos até 30 e 40 anos.Isso fez com que a construção civil podesse inflacionar-se tanto.


Culpados fomos nós quando trocavamos de carro de 3 em 3 anos.

Culpados fomos nós quando investiamos em consumo e férias, e não tentavamos poupar dinheiro.

Culpados fomos nós, quando nunca exigimos que os politicos corruptos fossem presos.

Culpados fomos nós que gostamos de atirar subsidios com RSI e outros (excepto os devidos e por direito pelos descontos feitos), a gente inutil que nada faz nem fez na vida.

Os politicos fazem aquilo que a sociedade deixa.Vejam -la nos EUA o que acontece a muitos politicos e empresários...choldra quando saem fora dos eixos.Portugal é o único país do mundo ocidentalizado que não tem um único politico preso.



Eu sou culpado da corrupção e dos lobbies??????
Eu sou culpado da justiça que não temos??????

Só porque posso ter votado num dos partidos que subiu ao poder?

Eu tenho culpa de o Sócrates estar a viver à grande e à francesa (literalmente) com as suas poupanças do salário de primeiro-ministro? Afinal não sabia que o salário dava para juntar uns milhões de lado.

Então para ti a responsabilidade política não existe?

O que propões fazer então? Mudar o sistema que temos?
Mudar os políticos? Mudar os lobbies?

Eu de certeza é que não tenho culpa disto porque nunca vivi acima das minhas possibilidades.
Segue a tendência e não te armes em herói ao tentar contrariá-la.
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por urukai » 19/3/2012 16:48

Todos somos culpados.

Uns mais que outros mas penso que se contem pelos dedos os portugueses cumpridores e respeitadores.

É claro que há diferentes níveis.

Será mais culpado o cidadão comum que foge aos impostos no valor de 100€ ou o gestor que paga um milhão de euros a mais por uma obra publica?
 
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por alexandre7ias » 19/3/2012 16:53

A única culpa que eu tenho é não ter ido para a rua partir tudo e pedir a cabeça destes ladroes. O resto é treta. E vocês são os mais culpados ainda por estarem aqui a dizer que foi o povo que votou. Mas que povo? Façam as contas mas é.
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Ai eu... eu pecador me confesso.

por bboniek33 » 19/3/2012 18:04

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por Automech » 19/3/2012 18:12

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por L.S.S » 19/3/2012 18:17

alexandre7ias Escreveu:A única culpa que eu tenho é não ter ido para a rua partir tudo e pedir a cabeça destes ladroes. O resto é treta. E vocês são os mais culpados ainda por estarem aqui a dizer que foi o povo que votou. Mas que povo? Façam as contas mas é.


"Saber o que é correcto e não o fazer é falta de coragem".
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por Blue Epsilon » 19/3/2012 18:22

tugadaytrader Escreveu:
alexandre7ias Escreveu:A única culpa que eu tenho é não ter ido para a rua partir tudo e pedir a cabeça destes ladroes. O resto é treta. E vocês são os mais culpados ainda por estarem aqui a dizer que foi o povo que votou. Mas que povo? Façam as contas mas é.


"Saber o que é correcto e não o fazer é falta de coragem".
Confúcio
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Não me digam que daqui a pouco estão a citar....

.... Sócrates!
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por escada1 » 19/3/2012 18:37

Como já disse, todos nós devemos assumir as nossas culpas.

O que impede o povo de criar uma onda de indignação, e não é necessário partir tudo, para por exemplo tentar perceber como a REN e a EDP, têm lucros brutais (acho bem), mas ao mesmo tempo, Portugal tem a mais cara energia da europa (rendimentos versus KWh) ?

O que impede o povo (por exemplo da Lousã) a quando o desmantelamento da linha ferrea entre Coimbra e a Lousã ?
E isto nada tem haver com partidos.

Tem haver com atitude civica.Que não temos.
Por isso vivemos numa letargia assustadora.Não reagimos a nada.Por isso somos uma nação sem valores.Quem trabalhou para ter algo, ou estudou, não iria aceitar, sem luta, que lhe tirassem a empresa ou o diploma.Deu trabalho, e não aceitamos que nos tirem.

Os portugueses são um povo conformista, e o conformismo, faz-nos menos empreendedores e menos lutadores.

Emigrar não é solução só por si.Vejam se os americanos emigram, ou os ingleses, ou os franceses ou até mesmo os Espanhois.A solução tem de ser encontrada dentro de portas.

Temos capital humano, que desperdiçamos:
Motivo:
Somos o único país do mundo que tem na bolsa mais empresas ligadas ao ex-sector publico e grande distribuição.

Durante anos as universidades viveram divorciadas do mundo empresarial.

Os empresários, pensam que com ordenados miseráveis vão ter gente motivada.Pelo contrário, vão ter gente é desejosa de sacar-lhe o mais possível, e pouco se importaram que a empresa vá à falência.

Tem de inverstir-se mais na inovação, nas parcerias universitárias, e acima de tudo, pagar muito melhor aos bons profissionais.Tanto a um engenheiro, como a um bom pedreiro.

Mas também exigir do trabalhador, não é só beneces.

Mas este discursos não passa.
Só passa a tal pouca produtividade (que é falso), os salários terem de ser baixos (na China os salários já são quase identicos aos de Portugal).
Parece mentira, mas não esquecer que as empresas têm infantários para os filhos.Comem na empresa, e tÊm casa da empresa.São as chamadas cidades empresa.
Desse modo muitos custos que nós temos, eles não têm.
 
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Wow !

por bboniek33 » 19/3/2012 21:31

"...partir tudo..." :shock: :shock:

Como se pode partir tudo se jaa estaa quase tudo partido ???

Fico banzado com certas afirmac,oes que nao verificam a Realidade Nacional. Creio mesmo que este erro de anaalise estaraa por traas da impossibilidade duma acc,ao concertada e consequente das massas populares.

E nao me apetece agora citar Confucio... :roll:
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Re: Wow !

por alexandre7ias » 19/3/2012 22:19

bboniek00 Escreveu:"...partir tudo..." :shock: :shock:

Como se pode partir tudo se jaa estaa quase tudo partido ???

Fico banzado com certas afirmac,oes que nao verificam a Realidade Nacional. Creio mesmo que este erro de anaalise estaraa por traas da impossibilidade duma acc,ao concertada e consequente das massas populares.

E nao me apetece agora citar Confucio... :roll:



Olhe que esta enganado! Esta tudo repartido, que é bem diferente de partido. E isso desde o 25 de Abril.
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Re: Wow !

por bboniek33 » 19/3/2012 22:54

alexandre7ias Escreveu:
bboniek00 Escreveu:"...partir tudo..." :shock: :shock:

Como se pode partir tudo se jaa estaa quase tudo partido ???

Fico banzado com certas afirmac,oes que nao verificam a Realidade Nacional. Creio mesmo que este erro de anaalise estaraa por traas da impossibilidade duma acc,ao concertada e consequente das massas populares.

E nao me apetece agora citar Confucio... :roll:

Olhe que esta enganado! Esta tudo repartido, que é bem diferente de partido. E isso desde o 25 de Abril.

"repartido" ??? Soo se for mal-repartido... uns poucos teem tudo e a maior parte nao tem quase nada.
Se isto fosse repartir... estaavamos noos muito melhor. Estaa tudo mal distribuiido e a sociedade ee estuupida, consumista e pouco ciivica.

E eu, se mandasse, partia isto tudo ao pontapee e aa castanhada nesta ralee. Atee inchava !
Editado pela última vez por bboniek33 em 19/3/2012 23:04, num total de 2 vezes.
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por alexandre7ias » 19/3/2012 22:55

Antigo director da Lusoponte recebeu um relógio dos arguidos

19.03.2012 - 18:35 Lusa, PÚBLICO

Pedro Cunha

Antigo director da Lusoponte revelou conhecer arguidos há alguns anos

Um antigo director da Lusoponte revelou hoje, em tribunal, que recebeu um relógio dos consultores Manuel Pedro e Charles Smith, após organizar uma reunião com o advogado Augusto Ferreira do Amaral, ligado à venda dos terrenos à Freeport.

Ouvido como testemunha da acusação no Tribunal do Barreiro, onde decorre o julgamento, João Filipe Rebelo Pinto, engenheiro civil da Lusoponte, disse ter recebido um relógio da marca Burberrys dos sócios da Smith & Pedro, alegando que interpretou o gesto como sendo de “gentileza” por os ter auxiliado a reunirem-se com o advogado Augusto Ferreira do Amaral, seu amigo de longa data.

Questionado pelo procurador Vítor Pinto sobre se recebeu pagamentos em dinheiro dos arguidos Manuel Pedro e Charles Smith, a testemunha disse não se recordar e pensar que não, mas que também não desmentia tal facto porque “já não dispõe de contabilidade da época”.

Justificou que, à data dos factos, além de trabalhar para a Lusoponte fazia vários trabalhos de consultoria e peritagem para empresas e escritórios de advogados, pelo que não se recorda com exactidão de todas as verbas auferidas. Precisou contudou que formalmente nunca foi contratado como consultor pela Freeport.

A testemunha revelou que Charles Smith chegou a trabalhar com ele na Lusoponte entre 1995 e 1998, mais concretamente na área de expropriações e realojamento. Quanto a Manuel Pedro disse conhecê-lo do tempo em que este esteve à frente das Salinas do Samouco, Alcochete.

Reiterando que nunca teve qualquer “ligação formal” aos ingleses da Freeport, justificou que foi procurado pelos sócios da Smith & Pedro porque ambos sabiam que ele “tinha muitos contactos” com grupos ambientalistas e também com as “autoridades do Ambiente” e que as suas ideias e sugestões podiam ser úteis para edificar um empreendimento daquela natureza em Alcochete.

Referiu que a fábrica de pneus da Firestone, cujo solo estava contaminado, foi a zona escolhida para a edificação do projecto e que marcou uma reunião entre os arguidos e Augusto Ferreira do Amaral, seu amigo desde os bancos da escola e representante dos irlandeses da McKinney, promotora imobiliária interessada na viabilidade da reconversão da antiga fábrica de pneus Firestone em num centro comercial tipo outlet.

Além de algum aconselhamento nos bastidores, João Filipe Rebelo Pinto disse nem saber exactamente o que foi discutido na reunião entre Augusto Ferreira do Amaral e a dupla Manuel Pedro

Charles Smith, tendo à saída dito aos jornalistas que foi um mero outsider no processo, negando ter contactos privilegiados no Ministério do Ambiente.

Durante a tarde foi também ouvido como testemunha o arquitecto João Banazol, ex-sócio da Capinha Lopes e associados, um atelier de arquitectos contratado para retificar com urgência o projecto do Freeport.

A testemunha revelou que o primeiro contacto com a firma foi estabelecido através da Smith & Pedro, mas que depois foi tudo acordado com a Freeport. Admitiu que o atelier já tinha realizado vários trabalhos para autarcas e câmaras ligadas ao PS, mas negou ter conhecimento de contactos privilegiados com o Ministério do Ambiente.

Confrontado com documentos no processo que apontam para relações estreitas com o Ministério do Ambiente, a testemunha não soube explicar, dizendo que a parte técnica era com ele, cabendo as negociações a Capinha Lopes. Admitiu contudo ter estado em várias reuniões em Lisboa e em Inglaterra com os ingleses da Freeport.

Relativamente a verbas avultadas que teriam sido pagas ao atelier de arquitectos, alegou desconhecimento, dizendo não se dedicar à parte financeira.

O julgamento prossegue amanhã com o interrogatório de cinco testemunhas, incluindo Augusto Ferreira do Amaral e o antigo ministro da Economia, Mário Cristina de Sousa.

O processo Freeport teve na sua origem suspeitas de corrupção e tráfico de influências na alteração à Zona de Proteção Especial do Estuário do Tejo e licenciamento do espaço comercial em Alcochete quando era ministro do Ambiente José Sócrates, que veio mais tarde a ser primeiro-ministro.

Os dois arguidos respondem por tentativa de extorsão.
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por urukai » 20/3/2012 15:06

Com todas as letras, Augusto Ferreira do Amaral apontou em tribunal o nome de José Sócrates como sendo o destinatário de "500 mil contos" que o então ministro do Ambiente exigiu para licenciar o Freeport.

De acordo com este advogado e antigo ministro do governo AD, Manuel Pedro, arguido neste processo e de quem é amigo há mais de 30 anos, deu-lhe conhecimento dessa exigência numa conversa em que estava "escandalizado" com o destinatário do pagamento das "luvas".

"Em 2002, talvez em janeiro, conta-me que tinha havido exigências de entrega de uma quantia", relatou Augusto Ferreira do Amaral, que reproduziu a conversa que manteve então com Manuel Pedro, hoje no tribunal do Barreiro. "Ele estava escandalizado com isso porque era uma quantia muito grande, ainda por cima para o destinatário que era."

Questionado pelo procurador sobre a quantia, o advogado precisou que eram "500 mil contos". E sobre o destinatário contou que ele próprio perguntou a Manuel Pedro quem estava a exigir tal coisa. "O diretor geral do Ambiente? Não. Upa upa [assim respondia o arguido perante as hipóteses colocadas para dizer que era alguém acima]. O chefe de gabinete? Upa upa. O secretário de Estado? Upa upa. José Sócrates? Foi ele que me disse escandalizado."

Ferreira do Amaral admitiu "que não quis pensar na altura que um ministro do meu país recebesse ou pedisse luvas para dar essa licença". E ilibou Manuel Pedro: "Ele foi mais agente, não há corrupção feita ou agenciada, há uma exigência das autoridades" para autorizar o licenciamento.

"A exigência veio de alguém que era porta-voz de Sócrates", explicou-se ainda sobre a conversa mantida com Manuel Pedro. "Não disse quem transmitiu", mas quem o fez chamou a atenção "para o fazer a tempo do [fim do mandato] do Governo". O pagamento devia ser feito para uma conta indicada, resumiu.


Fonte:
http://www.dn.pt/politica/interior.aspx?content_id=2372855
 
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por keijas » 20/3/2012 16:24

urukai Escreveu:

"A exigência veio de alguém que era porta-voz de Sócrates", explicou-se ainda sobre a conversa mantida com Manuel Pedro. "Não disse quem transmitiu"


Fonte:
http://www.dn.pt/politica/interior.aspx?content_id=2372855



esta história também começa a enjoar, parece que querem acusar, quando chega á fronteira dos compromissos.... recuam.

assim fica a porta aberta para nunca haver uma acusação ao(s) dito(s).

mais parece ser a forma de pretender ilibar uns (os arguidos) e deixar umas pontas no ar "a exigência veio de alguém)", não assumindo donde vem a informação.

será mais um julgamento que só serve para

-nos mandar areia prós olhos
-que os contribuintes continuem a alimentar a máquina judicial na ilusão de resultados exemplares



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