REN - Tópico Geral
mfsr aqui tens... é só carregares no "Download"
http://www.euronext.com/tools/datacentr ... ectedMep=5
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Caros Forenses,
Onde é que eu posso consultar os negócios feitos no final da sessão? Quantos títulos foram negociados a 1.98?
Dei ordem de venda de 5.000 acções a 1.98 logo pela manhã e a única oportunidade de ver os cofres, sensivelmente a meio da manhã, os cofres a 1.98 tinham 6.000 e tal acções, não era um montante elevado, aliás a negociação durante o dia foi aflitivamente baixa!
No final da sessão, as últimas transacções somam 8.022 acções negociadas a 1.98 e para meu espanto as minhas não foram negociadas.
Abraço mfsr1980
Onde é que eu posso consultar os negócios feitos no final da sessão? Quantos títulos foram negociados a 1.98?
Dei ordem de venda de 5.000 acções a 1.98 logo pela manhã e a única oportunidade de ver os cofres, sensivelmente a meio da manhã, os cofres a 1.98 tinham 6.000 e tal acções, não era um montante elevado, aliás a negociação durante o dia foi aflitivamente baixa!
No final da sessão, as últimas transacções somam 8.022 acções negociadas a 1.98 e para meu espanto as minhas não foram negociadas.
Abraço mfsr1980
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Estranho o fato de, como cotada a ser privatizada em breve, não haver mais interesse comprador, mais que não seja para manter um preço atrativo que possibilite um maior encaixe financeiro por parte do estado. A Parpública poderia ser um "motor" para esse fim, mesmo que o free-float da Ren não seja grande (20,2% a 30/06/2010) 
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REN - 09/12/2011
Há cerca de 8 semanas que a REN segue a debater-se em lenta agonia à volta da sua zona de suporte do € 1,90 / € 1,97. Apesar de não ser uma zona propriamente relevante, trata-se do último suporte da cotação antes do vazio absoluto (abaixo do seu patamar actual simplesmente não existem mais suportes).
À excepção de uma ou outra sessão, o volume tem se mantido muito baixo, o que demonstra uma grande falta de comprometimento por parte dos investidores.
Na minha opinião, e de um ponto de vista estritamente técnico, trata-se de uma cotada muito pouco interessante.

Há cerca de 8 semanas que a REN segue a debater-se em lenta agonia à volta da sua zona de suporte do € 1,90 / € 1,97. Apesar de não ser uma zona propriamente relevante, trata-se do último suporte da cotação antes do vazio absoluto (abaixo do seu patamar actual simplesmente não existem mais suportes).
À excepção de uma ou outra sessão, o volume tem se mantido muito baixo, o que demonstra uma grande falta de comprometimento por parte dos investidores.
Na minha opinião, e de um ponto de vista estritamente técnico, trata-se de uma cotada muito pouco interessante.

"Es gibt keine verzweifelten Lagen, es gibt nur verzweifelte Menschen" - Heinz Guderian
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REN – 24/11/2011
Outra cotada portuguesa em autêntica queda livre! Ao quebrar em baixa o € 1,97 a cotação entrou numa zona sem suportes de qualquer espécie, o que por si só a coloca numa posição técnica tremendamente delicada.
Aos bulls, mantenham-se afastados desta cotada. Trata-se de território bear e não há nada que se possa fazer quanto a isto.

Outra cotada portuguesa em autêntica queda livre! Ao quebrar em baixa o € 1,97 a cotação entrou numa zona sem suportes de qualquer espécie, o que por si só a coloca numa posição técnica tremendamente delicada.
Aos bulls, mantenham-se afastados desta cotada. Trata-se de território bear e não há nada que se possa fazer quanto a isto.

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REN - 16/11/2011
A REN, que no longo prazo apresenta um perfil claramente bearish, com quedas consistentes e sem rebounds desde há mais de 1 ano, segue desde Setembro deste ano a transaccionar dentro de um trading range de curto prazo que vai do € 1,97 ao € 2,20.
Neste momento a cotação está a testar em força justamente a base deste trading range, motivo pelo qual não aconselho a abertura de novas posições neste título (a não ser numa perspectiva puramente especulativa com um target nos € 2,20).
Aos bulls recomendo que aguardem pacientemente pela quebra em alta do seu actual padrão (se ocorrer!), visto que a tendência vigente continua a ser de fortes quedas.

A REN, que no longo prazo apresenta um perfil claramente bearish, com quedas consistentes e sem rebounds desde há mais de 1 ano, segue desde Setembro deste ano a transaccionar dentro de um trading range de curto prazo que vai do € 1,97 ao € 2,20.
Neste momento a cotação está a testar em força justamente a base deste trading range, motivo pelo qual não aconselho a abertura de novas posições neste título (a não ser numa perspectiva puramente especulativa com um target nos € 2,20).
Aos bulls recomendo que aguardem pacientemente pela quebra em alta do seu actual padrão (se ocorrer!), visto que a tendência vigente continua a ser de fortes quedas.

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Re: Pedido de analise
RISCAS Escreveu:T1ag0 Escreveu:RISCAS Escreveu:Esta parece que estava esquecida foi buscar a umas paginas atrás.
Alguem pode analisar a REN ?
Apresento grafico ProRealTime;
Tendência é negativa, embora no curto-prazo pareça estar com alguma oscilação positiva. Isso pode ser o inicio da recuperação, mas também pode não ser mais do que uma pequeno rally de curto-prazo, que muitas vezes acaba com o gap em baixa (tal como fez no inicio de Maio de 2011).
Nas últimas duas sessões tem esbarrado sempre na MM50, o que também não abona a favor de uma entrada longa.
Eu, que pouco ou nada percebo disto, não entraria longo neste título com este aspecto. Para já nem longo nem curto, deixava rodar os próximos "capítulos".
Ok. obrigado pelo teu comentario, tinho duvidas naquele canal ascendente porque penso que começou a se formar hoje.
Eu concordo que pode haver um canal ascedente, mas as minhas dúvidas estão na força neste para puxar a cotação para cima. Posso estar enganado (oxalá que sim e a cotada suba fortemente) mas neste momento parece-me que ainda não deu o sinal de força que tanto se fala aqui no caldeirão.
Abraço,
Tiago
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Re: Pedido de analise
T1ag0 Escreveu:RISCAS Escreveu:Esta parece que estava esquecida foi buscar a umas paginas atrás.
Alguem pode analisar a REN ?
Apresento grafico ProRealTime;
Tendência é negativa, embora no curto-prazo pareça estar com alguma oscilação positiva. Isso pode ser o inicio da recuperação, mas também pode não ser mais do que uma pequeno rally de curto-prazo, que muitas vezes acaba com o gap em baixa (tal como fez no inicio de Maio de 2011).
Nas últimas duas sessões tem esbarrado sempre na MM50, o que também não abona a favor de uma entrada longa.
Eu, que pouco ou nada percebo disto, não entraria longo neste título com este aspecto. Para já nem longo nem curto, deixava rodar os próximos "capítulos".
Ok. obrigado pelo teu comentario, tinho duvidas naquele canal ascendente porque penso que começou a se formar hoje.
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Re: Pedido de analise
RISCAS Escreveu:Esta parece que estava esquecida foi buscar a umas paginas atrás.
Alguem pode analisar a REN ?
Apresento grafico ProRealTime;
Tendência é negativa, embora no curto-prazo pareça estar com alguma oscilação positiva. Isso pode ser o inicio da recuperação, mas também pode não ser mais do que uma pequeno rally de curto-prazo, que muitas vezes acaba com o gap em baixa (tal como fez no inicio de Maio de 2011).
Nas últimas duas sessões tem esbarrado sempre na MM50, o que também não abona a favor de uma entrada longa.
Eu, que pouco ou nada percebo disto, não entraria longo neste título com este aspecto. Para já nem longo nem curto, deixava rodar os próximos "capítulos".
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Pedido de analise
Esta parece que estava esquecida foi buscar a umas paginas atrás.
Alguem pode analisar a REN ?
Apresento grafico ProRealTime;
Alguem pode analisar a REN ?
Apresento grafico ProRealTime;
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Nyk Escreveu:REN emite 50 milhões de euros em obrigações subscritas pela JPMorgan
A Redes Energéticas Nacionais (REN) financiou-se em 50 milhões de euros através da emissão de obrigações, não garantidas. O subscritor foi a JPMorgan.
A REN “procedeu, nesta data, à emissão de um empréstimo obrigacionista, por subscrição particular, no montante de 50 milhões de euros, sem garantias e
com o prazo de 3 anos”, refere um comunicado emitido pela empresa para a Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).
“O empréstimo obrigacionista, que se insere na estratégia de financiamento do plano de investimentos da REN, foi subscrito na sua totalidade pelo JP Morgan Securities”, adianta a mesma fonte
Esta esta dificel de rencar, ..... esperemos, só entro a partir 2.33 , 2.34
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REN emite 50 milhões de euros em obrigações subscritas pela JPMorgan
A Redes Energéticas Nacionais (REN) financiou-se em 50 milhões de euros através da emissão de obrigações, não garantidas. O subscritor foi a JPMorgan.
A REN “procedeu, nesta data, à emissão de um empréstimo obrigacionista, por subscrição particular, no montante de 50 milhões de euros, sem garantias e
com o prazo de 3 anos”, refere um comunicado emitido pela empresa para a Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).
“O empréstimo obrigacionista, que se insere na estratégia de financiamento do plano de investimentos da REN, foi subscrito na sua totalidade pelo JP Morgan Securities”, adianta a mesma fonte
A Redes Energéticas Nacionais (REN) financiou-se em 50 milhões de euros através da emissão de obrigações, não garantidas. O subscritor foi a JPMorgan.
A REN “procedeu, nesta data, à emissão de um empréstimo obrigacionista, por subscrição particular, no montante de 50 milhões de euros, sem garantias e
com o prazo de 3 anos”, refere um comunicado emitido pela empresa para a Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).
“O empréstimo obrigacionista, que se insere na estratégia de financiamento do plano de investimentos da REN, foi subscrito na sua totalidade pelo JP Morgan Securities”, adianta a mesma fonte
"A incerteza dos acontecimentos,é sempre mais difícil de suportar do que o próprio acontecimento" Jean-Baptista Massilion.
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"Johann Goethe
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"Johann Goethe
Eu diria que se voltar para cima da zona dos ~2.44 recupera um suporte com mais de 6 meses pelo que poderá ficar interessante para entradas longas!
Mas tal como disse o Elias, depende da aversão ao risco de cada um!
Na minha opinião, eu sempre achei a REN um pouco monótona
, mas por outro lado segura!
Abraço,
Mas tal como disse o Elias, depende da aversão ao risco de cada um!
Na minha opinião, eu sempre achei a REN um pouco monótona
Abraço,
Life is short, ride hard!!!
Esta em condições de envestimento?
Já que vai haver privatizações, sera que esta cotada sera bom envestimento ? Esta em ponto de entrada ? Peço alguem que comente e analise. Obrigado
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A minha interpretação acerca das notícias recentes.
Aqui fica a minha interpretação acerca das notícias recentes a envolver o BCP e Logoplaste.
=================
A Logoplaste faz 4 anos endividou-se com o BCP para comprar cerca de 20 milhões de acções da REN. O BCP manteve a custódia mas os direitos de representação e dividendos pertenceram à Logoplaste. O BCP mantendo a custódia estaria a registar este activo como parte do seu rácio, no caso da Logoplaste querer liquidar o empréstimo o BCP salvaguardou o direito de colateralização.
Hoje o que sabemos é que a Logoplaste liquidou o empréstimo com o BCP e passou ela mesmo a deter a custódia das acções para além dos direitos que já eram seus. A meu ver razão é entender o "porquê" e "timing" desta operação.
A Logoplaste pode ter concluido que o dividendo e performance da acção não compensavam os juros do empréstimo do BCP. Ou seja, o trade de arbitragem entre dividendo vs juros pode ter chegado ao fim com os spreads a aumentarem e euribor a voltar a subir. A acrescentar ainda o facto que a política de dividendo alto da REN, que desde do inicio foi definida como temporária (5 anos?), provavelmente irá terminar em 2012 quando os accionistas forem todos privados.
Para o BCP era primordial garantir os direitos de colateralização. Pois enquanto dono das acções registava esse activo no seu racio, e assim alavancou-se em mais empréstimos a clientes e daí obteve receitas importantes. Ao não deter as acções (a quando a Logoplaste liquidasse o empréstimo), o banco ficaria exposto a empréstimos sem rácio para os defender, daí a importância desta clausula, pois substitui o activo das acções por capital via colateralização.
Presumo no próximo relatório e contas da Logoplaste seja apresentado uma menos valia na operação de compra a crédito das acções da REN, dado que à 4 anos o preço de compra foi a 2.60 euros, suspeito que a arbitragem entre dividendos e juros cobrados pelo BCP embora postivo, não tenha conseguido compensar a menos valia de 25 cêntimos.
No caso da Logoplaste, o trade em si de compra a crédito das acções apresentará uma menos valia. No entanto, a nível de mark-to-market à cotação de hoje a 2.51 consegue recuperar parte dessa perda. Como investidor assumido de longo prazo não me parece que o Felipe de Button esteja muito preocupado.
No entanto, o facto da Logoplaste ter escolhido esta altura para liquidar o empréstimo pode ser o sinal de virem a esperar os seguintes cenários para o futuro:
1 - juros mais altos - spread do banco + benchmark euribor com tendência a subir;
2 - Dividendos mais baixos - a política de dividendos altos compensava bastante ao Estado dado que para além de maior accionista ainda cobrava 21.5% de imposto sobre dividendos dos restantes accionistas; com o Estado a sair, a REN pode abandonar esta política de dividendo alto antecipadamente;
A acrescentar, há uma nota do BPI de "outlook" acerca da REN que menciona o facto que a internvenção do FMI em Portugal poderá resultar num cenário menos favoravel para as taxas de rentabilidades deste sector regulado. O que embora seja uma boa notícia para os contribuintes, pode não ser tão positiva para os accionistas.
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A Logoplaste faz 4 anos endividou-se com o BCP para comprar cerca de 20 milhões de acções da REN. O BCP manteve a custódia mas os direitos de representação e dividendos pertenceram à Logoplaste. O BCP mantendo a custódia estaria a registar este activo como parte do seu rácio, no caso da Logoplaste querer liquidar o empréstimo o BCP salvaguardou o direito de colateralização.
Hoje o que sabemos é que a Logoplaste liquidou o empréstimo com o BCP e passou ela mesmo a deter a custódia das acções para além dos direitos que já eram seus. A meu ver razão é entender o "porquê" e "timing" desta operação.
A Logoplaste pode ter concluido que o dividendo e performance da acção não compensavam os juros do empréstimo do BCP. Ou seja, o trade de arbitragem entre dividendo vs juros pode ter chegado ao fim com os spreads a aumentarem e euribor a voltar a subir. A acrescentar ainda o facto que a política de dividendo alto da REN, que desde do inicio foi definida como temporária (5 anos?), provavelmente irá terminar em 2012 quando os accionistas forem todos privados.
Para o BCP era primordial garantir os direitos de colateralização. Pois enquanto dono das acções registava esse activo no seu racio, e assim alavancou-se em mais empréstimos a clientes e daí obteve receitas importantes. Ao não deter as acções (a quando a Logoplaste liquidasse o empréstimo), o banco ficaria exposto a empréstimos sem rácio para os defender, daí a importância desta clausula, pois substitui o activo das acções por capital via colateralização.
Presumo no próximo relatório e contas da Logoplaste seja apresentado uma menos valia na operação de compra a crédito das acções da REN, dado que à 4 anos o preço de compra foi a 2.60 euros, suspeito que a arbitragem entre dividendos e juros cobrados pelo BCP embora postivo, não tenha conseguido compensar a menos valia de 25 cêntimos.
No caso da Logoplaste, o trade em si de compra a crédito das acções apresentará uma menos valia. No entanto, a nível de mark-to-market à cotação de hoje a 2.51 consegue recuperar parte dessa perda. Como investidor assumido de longo prazo não me parece que o Felipe de Button esteja muito preocupado.
No entanto, o facto da Logoplaste ter escolhido esta altura para liquidar o empréstimo pode ser o sinal de virem a esperar os seguintes cenários para o futuro:
1 - juros mais altos - spread do banco + benchmark euribor com tendência a subir;
2 - Dividendos mais baixos - a política de dividendos altos compensava bastante ao Estado dado que para além de maior accionista ainda cobrava 21.5% de imposto sobre dividendos dos restantes accionistas; com o Estado a sair, a REN pode abandonar esta política de dividendo alto antecipadamente;
A acrescentar, há uma nota do BPI de "outlook" acerca da REN que menciona o facto que a internvenção do FMI em Portugal poderá resultar num cenário menos favoravel para as taxas de rentabilidades deste sector regulado. O que embora seja uma boa notícia para os contribuintes, pode não ser tão positiva para os accionistas.
"O BCP anunciou uma operação inovadora de financiamento usando acções da REN como colateral, para obter financiamento junto de um banco estrangeiro.
Segundo explicou fonte da banca, trata-se de uma espécie de um ‘equity swap'.
O comunicado do BCP anuncia que foi celebrado um acordo, a 28 de Março de 2011, entre o Millennium bcp e a sociedade Logoplaste - Gestão e Consultoria Financeira, mediante o qual a Logoplaste conferiu ao Millennium bcp um direito de disposição sobre as referidas acções de que a Logoplaste é titular".
O BCP ficou assim com o direito de dispor das 28.131.422 acções da REN (5.27%) detidas pela empresa liderada por Filipe de Botton, para poder dar essas acções como garantia numa operação de financiamento, trocando assim acções por liquidez.
A Logoplaste mantém no entanto a titularidade das acções e o direito de voto sobre essas acções da REN." Fonte. Diario Economico
Segundo explicou fonte da banca, trata-se de uma espécie de um ‘equity swap'.
O comunicado do BCP anuncia que foi celebrado um acordo, a 28 de Março de 2011, entre o Millennium bcp e a sociedade Logoplaste - Gestão e Consultoria Financeira, mediante o qual a Logoplaste conferiu ao Millennium bcp um direito de disposição sobre as referidas acções de que a Logoplaste é titular".
O BCP ficou assim com o direito de dispor das 28.131.422 acções da REN (5.27%) detidas pela empresa liderada por Filipe de Botton, para poder dar essas acções como garantia numa operação de financiamento, trocando assim acções por liquidez.
A Logoplaste mantém no entanto a titularidade das acções e o direito de voto sobre essas acções da REN." Fonte. Diario Economico
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Tá bonito tá
http://economico.sapo.pt/noticias/estru ... 19835.html
http://www.jornaldenegocios.pt/home.php ... &id=488707
Quem comprou?? Quem vendeu??
JN
"O BCP informou à CMVM que exerceu o "seu direito de disposição" face àqueles títulos. Fonte oficial do banco revelou ao Negócios que foi a Logoplaste quem adquiriu estas acções. Ou seja, a entidade bancária vendeu esta participação através de um direito de troca que tinha com a empresa.""
DE
Isto depois de o BCP ter comunicado ao mercado que exerceu um direito de disposição sobre 28 milhões de acções da REN detidas pela Logoplaste.
A Logoplaste, liderada por Filipe de Botton e Alexandre Relvas, detém 8,4% do capital da REN.
http://www.jornaldenegocios.pt/home.php ... &id=488707
Quem comprou?? Quem vendeu??
JN
"O BCP informou à CMVM que exerceu o "seu direito de disposição" face àqueles títulos. Fonte oficial do banco revelou ao Negócios que foi a Logoplaste quem adquiriu estas acções. Ou seja, a entidade bancária vendeu esta participação através de um direito de troca que tinha com a empresa.""
DE
Isto depois de o BCP ter comunicado ao mercado que exerceu um direito de disposição sobre 28 milhões de acções da REN detidas pela Logoplaste.
A Logoplaste, liderada por Filipe de Botton e Alexandre Relvas, detém 8,4% do capital da REN.
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