BES - Tópico Geral
Caixa BI: Resultados do BES "continuam a evidenciar uma dinâmica promissora"
03 Maio 2011 | 11:37
Resultados do BES superaram as estimativas dos analistas, com as casas de investimento a destacarem o contributo das actividades internacionais.
O resultado líquido do BES saldou-se em 60,9 milhões de euros nos primeiros três meses do ano.
O lucro compara com uma estimativa de 54 milhões de euros pelo BBVA e de 59,1 milhões de euros pelo Caixa BI.
Um resultado que é parcialmente explicado pelo impacto não recorrente de custos relacionados com a venda de 1,3 mil milhões de euros da carteira de crédito.
“Os resultados do BES ao nível da demonstração de resultados continuam a evidenciar uma dinâmica promissora”, diz a nota de análise do Caixa BI assinada por André Rodrigues. A suportar esteve a área internacional, “cujo peso nos resultados recorrentes ascendeu a cerca de 52,7%”, com a unidade em Angola a merecer destaque na nota de análise.
Endividamento junto do BCE cresce no primeiro trimestre
Os analistas fazem nota do crescimento da dívida contraída junto do Banco Central Europeu. O montante de dívida contraído junto do banco cresceu de 3,9 mil milhões em Dezembro para 4,3 mil milhões de euros em Janeiro de 2011. “O BES explica esta subida na utilização do BCE com o facto de cerca de 60% da sua dívida de longo prazo com maturidade em 2011 se ter concentrado no primeiro trimestre.
O banco tem como meta não recorrer ao banco central para financiar mais de 4% ou 5% das suas necessidades de liquidez. Actualmente a dívida contraída junto da autoridade é de 7%, refere a equipa de “research” do BBVA.
O rácio de empréstimos face a depósitos decresceu em dois pontos base para 163%, com o banco a reduzir a concessão de crédito em mil milhões de euros (diminuindo 2% face ao trimestre anterior), enquanto os depósitos declinaram em 250 milhões de euros (decrescendo 1% face ao final de 2010).
Rácio de capital do BES é "confortável"
O rácio “core tier 1” situa-se nos 7,9% sem contar com o encaixe que o banco fará com a venda da sua participação no banco brasileiro Bradesco. Esta venda poderá terá um impacto positivo de 30 pontos base no rácio de capital do BES, dizem os analistas que estimam que o “core tier 1” cresça para 8,2%.
“Mantemos a nossa perspectiva de que a posição de capital do BES é confortável”, diz a unidade de análise do banco espanhol. O Banco de Portugal exige um rácio “core tier 1” de 8% aos bancos portugueses.
O Caixa BI avalia os títulos do BES em 4,00 euros por acção, o que confere um potencial de valorização às acções de 40,8% o que justifica a recomendação de “comprar”. O preço-alvo do BBVA para o BES é de 4,10 euros e a recomendação é “outperform”.
Após ter apresentado resultados ontem, após o encerramento da sessão, as acções do BES descem 0,87% para 2,84 euros.
http://www.jornaldenegocios.pt/home.php ... &id=482161
03 Maio 2011 | 11:37
Resultados do BES superaram as estimativas dos analistas, com as casas de investimento a destacarem o contributo das actividades internacionais.
O resultado líquido do BES saldou-se em 60,9 milhões de euros nos primeiros três meses do ano.
O lucro compara com uma estimativa de 54 milhões de euros pelo BBVA e de 59,1 milhões de euros pelo Caixa BI.
Um resultado que é parcialmente explicado pelo impacto não recorrente de custos relacionados com a venda de 1,3 mil milhões de euros da carteira de crédito.
“Os resultados do BES ao nível da demonstração de resultados continuam a evidenciar uma dinâmica promissora”, diz a nota de análise do Caixa BI assinada por André Rodrigues. A suportar esteve a área internacional, “cujo peso nos resultados recorrentes ascendeu a cerca de 52,7%”, com a unidade em Angola a merecer destaque na nota de análise.
Endividamento junto do BCE cresce no primeiro trimestre
Os analistas fazem nota do crescimento da dívida contraída junto do Banco Central Europeu. O montante de dívida contraído junto do banco cresceu de 3,9 mil milhões em Dezembro para 4,3 mil milhões de euros em Janeiro de 2011. “O BES explica esta subida na utilização do BCE com o facto de cerca de 60% da sua dívida de longo prazo com maturidade em 2011 se ter concentrado no primeiro trimestre.
O banco tem como meta não recorrer ao banco central para financiar mais de 4% ou 5% das suas necessidades de liquidez. Actualmente a dívida contraída junto da autoridade é de 7%, refere a equipa de “research” do BBVA.
O rácio de empréstimos face a depósitos decresceu em dois pontos base para 163%, com o banco a reduzir a concessão de crédito em mil milhões de euros (diminuindo 2% face ao trimestre anterior), enquanto os depósitos declinaram em 250 milhões de euros (decrescendo 1% face ao final de 2010).
Rácio de capital do BES é "confortável"
O rácio “core tier 1” situa-se nos 7,9% sem contar com o encaixe que o banco fará com a venda da sua participação no banco brasileiro Bradesco. Esta venda poderá terá um impacto positivo de 30 pontos base no rácio de capital do BES, dizem os analistas que estimam que o “core tier 1” cresça para 8,2%.
“Mantemos a nossa perspectiva de que a posição de capital do BES é confortável”, diz a unidade de análise do banco espanhol. O Banco de Portugal exige um rácio “core tier 1” de 8% aos bancos portugueses.
O Caixa BI avalia os títulos do BES em 4,00 euros por acção, o que confere um potencial de valorização às acções de 40,8% o que justifica a recomendação de “comprar”. O preço-alvo do BBVA para o BES é de 4,10 euros e a recomendação é “outperform”.
Após ter apresentado resultados ontem, após o encerramento da sessão, as acções do BES descem 0,87% para 2,84 euros.
http://www.jornaldenegocios.pt/home.php ... &id=482161
Recuperar
Novo imposto sobre a banca vai custar 30,4 milhões ao BES em 2011
02 Maio 2011 | 17:35
Neste trimestre, a nova taxa já retirou 7,6 milhões de euros aos resultados do banco neste trimestre, revelou Ricardo Salgado em conferência de imprensa de apresentação de resultados.
O Banco Espírito Santo lucrou 60,9 milhões de euros, no primeiro trimestre, uma queda de 48,9% face ao período homólogo.
A média de estimativas de três analistas consultados pela Reuters apontava para lucros de 48 milhões de euros entre Janeiro e Março de 2011, contra 119 milhões de euros no mesmo período de 2010.
O lucro líquido do Banco Espírito Santo no primeiro trimestre de 2011 foi penalizado por perdas com a venda de carteiras de crédi
http://www.jornaldenegocios.pt/home.php ... &id=482013
02 Maio 2011 | 17:35
Neste trimestre, a nova taxa já retirou 7,6 milhões de euros aos resultados do banco neste trimestre, revelou Ricardo Salgado em conferência de imprensa de apresentação de resultados.
O Banco Espírito Santo lucrou 60,9 milhões de euros, no primeiro trimestre, uma queda de 48,9% face ao período homólogo.
A média de estimativas de três analistas consultados pela Reuters apontava para lucros de 48 milhões de euros entre Janeiro e Março de 2011, contra 119 milhões de euros no mesmo período de 2010.
O lucro líquido do Banco Espírito Santo no primeiro trimestre de 2011 foi penalizado por perdas com a venda de carteiras de crédi
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"Only one thing conviced me when i was wrong and that is to lose money. And i am only right when i make money" - Jesse Livermore
BES pretende poupar 66 milhões de euros com plano de redução de custos
02 Maio 2011 | 17:31
O programa de redução de custos “visa assegurar uma evolução nula dos custos operativos em 2011, apesar da integração do Execution Noble”, revelou hoje o Banco Espírito Santo durante a apresentação de resultados do primeiro trimestre.
No total, o banco liderado por Ricardo Salgado pretende realizar poupanças de 66 milhões de euros, “com 65% delas provenientes de medidas em torno dos custos de pessoal e 35% nos fornecimentos e serviços externos e amortizações”, adianta a mesma fonte.
No primeiro trimestre, os custos operacionais do BES aumentaram 8,6% para 292,3 milhões de euros, com o banco a explicar que se não fosse o efeito da integração do Execution Noble e a integração dos colaboradores na Segurança Social, os custos teriam crescido 1%.
http://www.jornaldenegocios.pt/home.php ... &id=482011
02 Maio 2011 | 17:31
O programa de redução de custos “visa assegurar uma evolução nula dos custos operativos em 2011, apesar da integração do Execution Noble”, revelou hoje o Banco Espírito Santo durante a apresentação de resultados do primeiro trimestre.
No total, o banco liderado por Ricardo Salgado pretende realizar poupanças de 66 milhões de euros, “com 65% delas provenientes de medidas em torno dos custos de pessoal e 35% nos fornecimentos e serviços externos e amortizações”, adianta a mesma fonte.
No primeiro trimestre, os custos operacionais do BES aumentaram 8,6% para 292,3 milhões de euros, com o banco a explicar que se não fosse o efeito da integração do Execution Noble e a integração dos colaboradores na Segurança Social, os custos teriam crescido 1%.
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"Only one thing conviced me when i was wrong and that is to lose money. And i am only right when i make money" - Jesse Livermore
Lucros do BES caem 49% mas superam estimativas (act)
02 Maio 2011 | 16:53
O banco presidido por Ricardo Salgado lucrou 60,9 milhões de euros, no primeiro trimestre, uma queda de 48,9% face ao período homólogo.
A média de estimativas de três analistas consultados pela Reuters apontava para lucros de 48 milhões de euros entre Janeiro e Março de 2011, contra 119 milhões de euros no mesmo período de 2010.
O lucro líquido do Banco Espírito Santo no primeiro trimestre de 2011 foi penalizado por perdas com a venda de carteiras de crédito.
Neste período, o Grupo BES procedeu à venda de 1,1 mil milhões de euros de crédito “no âmbito de uma estratégia de redução de activos (deleverage), o que representou um custo de cerca de 41 milhões de euros reflectido em Outros Resultados”, explica o banco em comunicado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).
A margem financeira aumentou 6,9% para 271,3 milhões de euros contra 253,7 milhões de euros de igual período do ano anterior.
Em comunicado, o BES salienta que “apesar do contexto adverso, o resultado dos primeiros três meses de 2011, suportado pela área internacional, totalizou 60,9 milhões de euros. Este resultado encontra-se também influenciado pelos custos resultantes do deleverage (valor bruto: 41 milhões de euros; valor líquido: 35 milhões de euros) e pelo novo encargo fiscal sobre o sector bancário (7,6 milhões de euros)”
O produto bancário comercial, “sustentado pela evolução da área internacional, registou um crescimento de 3,5% impulsionado pelo desempenho do resultado financeiro (+7%). O produto bancário comercial internacional aumentou 26,7% (doméstico: -9,5%), tendo o resultado líquido desta área atingido 56 milhões de euros”
Já o produto bancário caiu 5,4% para os 525,3 milhões de euros.
Os resultados de operações financeiras e diversos atingiram os 64,4 milhões de euros, uma queda face aos 109,8 milhões de euros em igual período do ano anterior.
Os rácios de capital a 31 de Março eram de um Core Tier I de 7,9%, Tier I de 8,8% e o Rácio Total a situar-se em 11,4%. “Considerando os activos vendidos e já divulgados com impactos positivos no capital, designadamente a venda de 4,1% do Banco Bradesco, estes rácios serão reforçados cerca de 30 pb no Core Tier I, de 60 pb no Tier I e de 90 pb no Rácio Total”, diz ainda o banco.
http://www.jornaldenegocios.pt/home.php ... &id=482001
02 Maio 2011 | 16:53
O banco presidido por Ricardo Salgado lucrou 60,9 milhões de euros, no primeiro trimestre, uma queda de 48,9% face ao período homólogo.
A média de estimativas de três analistas consultados pela Reuters apontava para lucros de 48 milhões de euros entre Janeiro e Março de 2011, contra 119 milhões de euros no mesmo período de 2010.
O lucro líquido do Banco Espírito Santo no primeiro trimestre de 2011 foi penalizado por perdas com a venda de carteiras de crédito.
Neste período, o Grupo BES procedeu à venda de 1,1 mil milhões de euros de crédito “no âmbito de uma estratégia de redução de activos (deleverage), o que representou um custo de cerca de 41 milhões de euros reflectido em Outros Resultados”, explica o banco em comunicado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).
A margem financeira aumentou 6,9% para 271,3 milhões de euros contra 253,7 milhões de euros de igual período do ano anterior.
Em comunicado, o BES salienta que “apesar do contexto adverso, o resultado dos primeiros três meses de 2011, suportado pela área internacional, totalizou 60,9 milhões de euros. Este resultado encontra-se também influenciado pelos custos resultantes do deleverage (valor bruto: 41 milhões de euros; valor líquido: 35 milhões de euros) e pelo novo encargo fiscal sobre o sector bancário (7,6 milhões de euros)”
O produto bancário comercial, “sustentado pela evolução da área internacional, registou um crescimento de 3,5% impulsionado pelo desempenho do resultado financeiro (+7%). O produto bancário comercial internacional aumentou 26,7% (doméstico: -9,5%), tendo o resultado líquido desta área atingido 56 milhões de euros”
Já o produto bancário caiu 5,4% para os 525,3 milhões de euros.
Os resultados de operações financeiras e diversos atingiram os 64,4 milhões de euros, uma queda face aos 109,8 milhões de euros em igual período do ano anterior.
Os rácios de capital a 31 de Março eram de um Core Tier I de 7,9%, Tier I de 8,8% e o Rácio Total a situar-se em 11,4%. “Considerando os activos vendidos e já divulgados com impactos positivos no capital, designadamente a venda de 4,1% do Banco Bradesco, estes rácios serão reforçados cerca de 30 pb no Core Tier I, de 60 pb no Tier I e de 90 pb no Rácio Total”, diz ainda o banco.
http://www.jornaldenegocios.pt/home.php ... &id=482001
"Only one thing conviced me when i was wrong and that is to lose money. And i am only right when i make money" - Jesse Livermore
Boas Tonitogomez.
Parece-me que estás com dúvidas se dois ou mais toques são ou não suficientes para difinir a LT. Fui repescar um artigo do Marco António de 10/12/07.
AS LINHAS DE TENDÊNCIA VISTAS À LUPA...
(O Marco que me desculpe o abuso).
Penso estar contido neste texto o essencial das LTs,
daí eu dar uma vista de olhos de vez em quando no mesmo, e aconselha-lo aos caldeireiros com dúvidas sobre o mesmo.
Estou na Bolsa por Loucura.
Parece-me que estás com dúvidas se dois ou mais toques são ou não suficientes para difinir a LT. Fui repescar um artigo do Marco António de 10/12/07.
AS LINHAS DE TENDÊNCIA VISTAS À LUPA...
(O Marco que me desculpe o abuso).
Penso estar contido neste texto o essencial das LTs,
daí eu dar uma vista de olhos de vez em quando no mesmo, e aconselha-lo aos caldeireiros com dúvidas sobre o mesmo.
Estou na Bolsa por Loucura.
Mancha preta,
Concordo con a tua nota na MACD!
Tambem notei numa possivel LTD que parece ter sido quebrada mas como nao tem 3 toques pelo menos, parece pouco valida. De qualquer forma teremos que esperar pla proxima semana. O CaixaBI estimata que o lucro do BES tenha descido 50% apesar do aumento das margens...
http://www.jornaldenegocios.pt/home.php ... &id=481611

Concordo con a tua nota na MACD!
Tambem notei numa possivel LTD que parece ter sido quebrada mas como nao tem 3 toques pelo menos, parece pouco valida. De qualquer forma teremos que esperar pla proxima semana. O CaixaBI estimata que o lucro do BES tenha descido 50% apesar do aumento das margens...
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- Anexos
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- B.ESPIRITO SANTO.png (13.95 KiB) Visualizado 5881 vezes
All predictions are wrong. Some are useful.
BES vende posição no Bradesco por 860 milhões
O BES vendeu os 4,1% que detinha no brasileiro Bradesco por dois mil milhões de reais, o equivalente a 860 milhões de euros.
Em comunicado enviado à CMVM, o banco liderado por Ricardo Salgado informa que vendeu cerca de 78 milhões de acções ordinárias representativas de 4,1% do capital social votante do Banco Bradesco à Cidade de Deus Companhia Comercial de Participações.
No mesmo documento, o BES adiantou que esta operação representou para o um impacto positivo de cerca de 60 ponto base no Tier 1 e 30 pontos base no Core Tier I.
http://economico.sapo.pt/noticias/bes-v ... 16936.html
Nomura manda "comprar" BES e corta recomendação do BCP
20 Abril 2011 | 11:14
O banco de investimento recomenda uma baixa exposição ao sector financeiro português mas, em termos relativos, prefere a aposta nas acções do Banco Espírito Santo, a quem atribui um potencial de valorização de 40%.
O Nomura melhorou a recomendação das acções do BES para “comprar” (de “neutral”), com preço-alvo de 3,90 euros, reduzindo ao mesmo tempo o BCP de “comprar” para “neutral” (com “target” de 0,70 euros).
“A nossa recomendação justifica-se com os melhores níveis de capitalização do BES, tendo em conta os riscos que enfrentam os bancos portugueses”, diz o analista Prathmesh Dave em nota de investimento a que o Negócios teve acesso.
“Acreditamos que o BES está melhor posicionado tendo em conta as regras de Basileia III, em comparação com o BCP e o BPI, tem uma menor exposição à dívida soberana e beneficia também de um maior ‘mix’ geográfico das operações internacionais, que contribuem com 40% para os lucros do grupo”, acrescenta o banco de investimento.
No entanto, o Nomura salienta que esta distinção reflecte uma preferência relativa dentro do sector financeiro português. “Devido à incerteza quanto às perspectivas económicas, continuamos a aconselhar uma posição ‘underweight’ [de menor exposição] relativamente ao sector [na Europa].
As acções do BES estão a subir nesta altura 0,76% para 2,78 euros, ao passo que os títulos do BCP ganham 0,72% para os 0,559 euros.
http://www.jornaldenegocios.pt/home.php ... &id=480321
20 Abril 2011 | 11:14
O banco de investimento recomenda uma baixa exposição ao sector financeiro português mas, em termos relativos, prefere a aposta nas acções do Banco Espírito Santo, a quem atribui um potencial de valorização de 40%.
O Nomura melhorou a recomendação das acções do BES para “comprar” (de “neutral”), com preço-alvo de 3,90 euros, reduzindo ao mesmo tempo o BCP de “comprar” para “neutral” (com “target” de 0,70 euros).
“A nossa recomendação justifica-se com os melhores níveis de capitalização do BES, tendo em conta os riscos que enfrentam os bancos portugueses”, diz o analista Prathmesh Dave em nota de investimento a que o Negócios teve acesso.
“Acreditamos que o BES está melhor posicionado tendo em conta as regras de Basileia III, em comparação com o BCP e o BPI, tem uma menor exposição à dívida soberana e beneficia também de um maior ‘mix’ geográfico das operações internacionais, que contribuem com 40% para os lucros do grupo”, acrescenta o banco de investimento.
No entanto, o Nomura salienta que esta distinção reflecte uma preferência relativa dentro do sector financeiro português. “Devido à incerteza quanto às perspectivas económicas, continuamos a aconselhar uma posição ‘underweight’ [de menor exposição] relativamente ao sector [na Europa].
As acções do BES estão a subir nesta altura 0,76% para 2,78 euros, ao passo que os títulos do BCP ganham 0,72% para os 0,559 euros.
http://www.jornaldenegocios.pt/home.php ... &id=480321
"Only one thing conviced me when i was wrong and that is to lose money. And i am only right when i make money" - Jesse Livermore
Cada vez entendo menos...
A agência de notação financeira canadiana DBRS iniciou a cobertura do Banco Espírito Santo atribuindo-lhe um rating de «A», semelhante ao da República Portuguesa, revelou em comunicado.
Para a agência, esta notação reflecte a «a solidez nos níveis de crédito e a robustez que tem caracterizado o BES, permitindo a apresentação de resultados positivos, ainda que num contexto macroeconómico adverso».
Adicionalmente, a agência de rating declara que o nível A atribuído ao BES tem por base a «resiliência da marca, a capacidade de gerar resultados positivos» e a prossecução de uma «política sustentável e bem sucedida no controlo de custos, com um impacto positivo no rácio cost/income» ao mesmo tempo que «mantém elevados níveis de liquidez, de reservas e de capital».
A DBRS afirma também que no actual contexto, «a resiliência dos resultados do BES resulta da manutenção de resultados positivos a nível doméstico, ao mesmo tempo que se verifica um crescimento na contribuição da actividade internacional».
«Mais importante ainda é o facto de o grupo ter obtido resultados positivos no decorrer da crise», acrescenta, adiantando ainda que «a pressão contínua sobre a dívida soberana tem uma influência, no sentido negativo, no rating final», conclui.
http://www.tvi24.iol.pt/economia/bes-db ... -4058.html
CMP
Para a agência, esta notação reflecte a «a solidez nos níveis de crédito e a robustez que tem caracterizado o BES, permitindo a apresentação de resultados positivos, ainda que num contexto macroeconómico adverso».
Adicionalmente, a agência de rating declara que o nível A atribuído ao BES tem por base a «resiliência da marca, a capacidade de gerar resultados positivos» e a prossecução de uma «política sustentável e bem sucedida no controlo de custos, com um impacto positivo no rácio cost/income» ao mesmo tempo que «mantém elevados níveis de liquidez, de reservas e de capital».
A DBRS afirma também que no actual contexto, «a resiliência dos resultados do BES resulta da manutenção de resultados positivos a nível doméstico, ao mesmo tempo que se verifica um crescimento na contribuição da actividade internacional».
«Mais importante ainda é o facto de o grupo ter obtido resultados positivos no decorrer da crise», acrescenta, adiantando ainda que «a pressão contínua sobre a dívida soberana tem uma influência, no sentido negativo, no rating final», conclui.
http://www.tvi24.iol.pt/economia/bes-db ... -4058.html
CMP
Que perspicaz.
disclaimer: isto é a minha opinião, se não gosta ponha na beira do prato. Se gosta e agir baseado nela, quero deixar claro que o está a fazer por sua única e exclusiva conta e risco.
"When it comes to money, the level of integrity is the least." - Parag Parikh
* Fight club sem nódoas negras: http://artista1939.mybrute.com
"When it comes to money, the level of integrity is the least." - Parag Parikh
* Fight club sem nódoas negras: http://artista1939.mybrute.com
artista1939 Escreveu:rsacramento Escreveu:artista1939 Escreveu:Vale a pena comprar quando a acção estiver nos 2,77 ou nem por isso?
Pergunto porque ainda não percebi bem o que pode acontecer aos bancos com a entrada do FMI.
Obrigado.
repara bem que os 2.77 correspondem aos mínimos do bear market, feitos em março de 2009
Isso quer dizer que é dificil de serem repetidos?
já percebi: não fazes ideia do que é um suporte
menos é mais
rsacramento Escreveu:artista1939 Escreveu:Vale a pena comprar quando a acção estiver nos 2,77 ou nem por isso?
Pergunto porque ainda não percebi bem o que pode acontecer aos bancos com a entrada do FMI.
Obrigado.
repara bem que os 2.77 correspondem aos mínimos do bear market, feitos em março de 2009
Isso quer dizer que é dificil de serem repetidos?
disclaimer: isto é a minha opinião, se não gosta ponha na beira do prato. Se gosta e agir baseado nela, quero deixar claro que o está a fazer por sua única e exclusiva conta e risco.
"When it comes to money, the level of integrity is the least." - Parag Parikh
* Fight club sem nódoas negras: http://artista1939.mybrute.com
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artista1939 Escreveu:Vale a pena comprar quando a acção estiver nos 2,77 ou nem por isso?
Pergunto porque ainda não percebi bem o que pode acontecer aos bancos com a entrada do FMI.
Obrigado.
repara bem que os 2.77 correspondem aos mínimos do bear market, feitos em março de 2009
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Vale a pena comprar quando a acção estiver nos 2,77 ou nem por isso?
Pergunto porque ainda não percebi bem o que pode acontecer aos bancos com a entrada do FMI.
Obrigado.
Pergunto porque ainda não percebi bem o que pode acontecer aos bancos com a entrada do FMI.
Obrigado.
disclaimer: isto é a minha opinião, se não gosta ponha na beira do prato. Se gosta e agir baseado nela, quero deixar claro que o está a fazer por sua única e exclusiva conta e risco.
"When it comes to money, the level of integrity is the least." - Parag Parikh
* Fight club sem nódoas negras: http://artista1939.mybrute.com
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O BES continua a transaccionar dentro de um canal descendente no curto prazo. ( Mal formado ) - Bearish
Os indicadores por si só, apresentam também orientações negativas, o que em nada favorece para já uma possivel inversão.
O titulo aproxima-se rapidamente dos 2.77, uma zona de suporte intermédio que poderá conduzir a um rebound no curto prazo.
Do ponto de vista meramente técnico, o BES passaria a despertar algum interesse após uma eventual quebra em alta da sua LTD de curto-prazo, até lá, acompanhei-no de fora.
PS - Não tenho posições no mercado português
Os indicadores por si só, apresentam também orientações negativas, o que em nada favorece para já uma possivel inversão.
O titulo aproxima-se rapidamente dos 2.77, uma zona de suporte intermédio que poderá conduzir a um rebound no curto prazo.
Do ponto de vista meramente técnico, o BES passaria a despertar algum interesse após uma eventual quebra em alta da sua LTD de curto-prazo, até lá, acompanhei-no de fora.
PS - Não tenho posições no mercado português
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