BES - Tópico Geral
jn
BES saiu da crise mais forte"
23/03/2010
O Banco Espírito Santo saiu reforçado da crise e aposta na internacionalização para aumentar a rentabilidade. A afirmação é de Ricardo Salgado, que numa conferência do Morgan Stanley defendeu que Portugal não é a Grécia nem teve o problema da bolha no imobiliário verificada em Espanha.
De acordo com a apresentação a efectuar pelo CEO do BES na conferência do Morgan Stanley dedicada aos bancos, publicada pelo BES na CMVM, Ricardo Salgado conclui que o banco “saiu mais forte da actual crise”, uma vez que reforçou a sua quota de mercado em 80 pontos base no espaço de dois anos, “continuando focado na expansão internacional que foi, e continuará a ser, critica para o crescimento dos resultados e rentabilidade”.
Nas conclusões da apresentação, Ricardo Salgado assinala que o banco está “numa posição muito favorável”, ao apresentar um balanço e capital “forte”, boa qualidade de activos e com “perspectivas de crescimento favoráveis”.
O CEO do banco considera que o BES “está bem preparado para enfrentar potenciais riscos” em termos de regulação e fraco crescimento económico em Portugal, mas também “bem posicionado para tirar partido das oportunidades de crescimento que se possam materializar”.
Na mesma apresentação Ricardo Salgado elenca os dados do banco que suportam a perspectiva de que saiu mais forte da crise. Diz o CEO do banco que o BES tem um dos rácios Core Tier I mais elevados da Península Ibérica, apresenta uma qualidade de crédito acima da média e apresentou uma “performance muito boa” em termos de margem financeira em 2009.
Ricardo Salgado apresentou também aos analistas um retrato do sistema bancário portuguê s – onde o crédito mal parado está a aumentar mas permanece a níveis “contidos” - e da economia nacional.
A este respeito, Ricardo Salgado afirma que “Portugal não é a Grécia” e a dívida pública “está em linha com a média da União Europeia”.
Lembra que Portugal sofreu com o “efeito Grécia”, mas assinala que os “‘spreads’ estão agora a baixar”, não existindo o risco dos títulos de dívida pública portuguesas serem elegíveis como colateral nos empréstimos junto do BCE.
Além disso, refere Ricardo Salgado, os bancos portugueses “tem uma exposição reduzida” à dívida pública portuguesa, afirma Ricardo Salgado, que recorda aos analistas que o Programa de Estabilidade e Crescimento português prevê uma descida da dívida até 2013.
Afasta também comparações com Espanha, ao lembrar que em Portugal não ocorreu nenhuma bolha nos preços dos activos imobiliários.
O BES está hoje a realizar uma emissão de 950 milhões de dólares em obrigações convertíveis em acções do Bradesco.
23/03/2010
O Banco Espírito Santo saiu reforçado da crise e aposta na internacionalização para aumentar a rentabilidade. A afirmação é de Ricardo Salgado, que numa conferência do Morgan Stanley defendeu que Portugal não é a Grécia nem teve o problema da bolha no imobiliário verificada em Espanha.
De acordo com a apresentação a efectuar pelo CEO do BES na conferência do Morgan Stanley dedicada aos bancos, publicada pelo BES na CMVM, Ricardo Salgado conclui que o banco “saiu mais forte da actual crise”, uma vez que reforçou a sua quota de mercado em 80 pontos base no espaço de dois anos, “continuando focado na expansão internacional que foi, e continuará a ser, critica para o crescimento dos resultados e rentabilidade”.
Nas conclusões da apresentação, Ricardo Salgado assinala que o banco está “numa posição muito favorável”, ao apresentar um balanço e capital “forte”, boa qualidade de activos e com “perspectivas de crescimento favoráveis”.
O CEO do banco considera que o BES “está bem preparado para enfrentar potenciais riscos” em termos de regulação e fraco crescimento económico em Portugal, mas também “bem posicionado para tirar partido das oportunidades de crescimento que se possam materializar”.
Na mesma apresentação Ricardo Salgado elenca os dados do banco que suportam a perspectiva de que saiu mais forte da crise. Diz o CEO do banco que o BES tem um dos rácios Core Tier I mais elevados da Península Ibérica, apresenta uma qualidade de crédito acima da média e apresentou uma “performance muito boa” em termos de margem financeira em 2009.
Ricardo Salgado apresentou também aos analistas um retrato do sistema bancário portuguê s – onde o crédito mal parado está a aumentar mas permanece a níveis “contidos” - e da economia nacional.
A este respeito, Ricardo Salgado afirma que “Portugal não é a Grécia” e a dívida pública “está em linha com a média da União Europeia”.
Lembra que Portugal sofreu com o “efeito Grécia”, mas assinala que os “‘spreads’ estão agora a baixar”, não existindo o risco dos títulos de dívida pública portuguesas serem elegíveis como colateral nos empréstimos junto do BCE.
Além disso, refere Ricardo Salgado, os bancos portugueses “tem uma exposição reduzida” à dívida pública portuguesa, afirma Ricardo Salgado, que recorda aos analistas que o Programa de Estabilidade e Crescimento português prevê uma descida da dívida até 2013.
Afasta também comparações com Espanha, ao lembrar que em Portugal não ocorreu nenhuma bolha nos preços dos activos imobiliários.
O BES está hoje a realizar uma emissão de 950 milhões de dólares em obrigações convertíveis em acções do Bradesco.
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BePatience Escreveu:Empty,
Porque colocaste essa linha descendente?
Na minha opinião, foi durante algum tempo (mais ou menos entre Janeiro e Março) uma LTd significativa! Tecnicamente foi sempre respeitada e quando a conseguiu romper reagiu em alta como era esperado.
Para os tempos que correm já a devia ter apagado... pois gosto de ter os gráficos 'limpos' mas ainda não calhou!
Num proximo post essa LTd já não aparece! (espero que apareça uma LTa
"Se não fosse para ganhar... não estaria aqui!!!"
Re: ...
r.r Escreveu:defst0ned Escreveu:Não há ninguem interessado em fazer uma pequena análise a esta acção, sobre o que se tem passado nos últimos dias? Acham que continua Bull?
tks
se não for pedir muito, tambem gostaria de pedir uma opinião de curto/médio prazo para este titulo a colegas de fórum com outros conhecimentos..
Deixo o 'meu' gráfico...
- Anexos
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"Se não fosse para ganhar... não estaria aqui!!!"
Re: ...
defst0ned Escreveu:Não há ninguem interessado em fazer uma pequena análise a esta acção, sobre o que se tem passado nos últimos dias? Acham que continua Bull?
tks
se não for pedir muito, tambem gostaria de pedir uma opinião de curto/médio prazo para este titulo a colegas de fórum com outros conhecimentos..
Presidente do BES recebe um milhão
20 MARÇO 2010 (CM)
O presidente da comissão executiva do Banco Espírito Santo (BES), Ricardo Espírito Santo Salgado, recebeu mais de um milhão de euros no ano de 2009. Os 1,050 milhões foram divididos em ordenados (435 mil), prémios (603 mil) e subsídios (12 mil), revela o relatório sobre o governo da sociedade entregue ontem na Comissão de Mercado de Valores Mobiliários. .
No total, o BES gasta 12,1 milhões em remunerações e prémios com o Conselho de Administração, que é composto por 27 membros, dos quais 11 executivos e 16 não executivos. A remuneração dos administradores executivos representou 79% do total da remuneração auferida pelo Conselho de Administração. O regime complementar de pensões dos administradores garante que o salário de referência para a reforma corresponde a cem por cento da última remuneração anual ilíquida.
20 MARÇO 2010 (CM)
O presidente da comissão executiva do Banco Espírito Santo (BES), Ricardo Espírito Santo Salgado, recebeu mais de um milhão de euros no ano de 2009. Os 1,050 milhões foram divididos em ordenados (435 mil), prémios (603 mil) e subsídios (12 mil), revela o relatório sobre o governo da sociedade entregue ontem na Comissão de Mercado de Valores Mobiliários. .
No total, o BES gasta 12,1 milhões em remunerações e prémios com o Conselho de Administração, que é composto por 27 membros, dos quais 11 executivos e 16 não executivos. A remuneração dos administradores executivos representou 79% do total da remuneração auferida pelo Conselho de Administração. O regime complementar de pensões dos administradores garante que o salário de referência para a reforma corresponde a cem por cento da última remuneração anual ilíquida.
"A incerteza dos acontecimentos,é sempre mais difícil de suportar do que o próprio acontecimento" Jean-Baptista Massilion.
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"Johann Goethe
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"Johann Goethe
Galifas, se queres saber, a minha prática consiste em colocar stops nos trades de muito curto prazo na orla dos 3%. Em todos os outros casos, nos 5%, com revisão semanal, salvo se as circunstâncias justificarem intervenção mais atempada. Mas isto é apenas a minha estratégia... Poderá não ser a ideal para ti. Dependerá das tuas expectativas em relação ao título, dos montantes que investes, do prazo que tens em vista... Com o tempo e depois de alguns desaires, descobrirás por ti...
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BESI Brasil lança emissão de Eurobonds no valor de 500 milhões dólares
O BES Investimento do Brasil lançou hoje uma nova emissão de Eurobonds a cinco anos, no valor de 500 milhões de dólares.
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Jornal de Negócios Online
negocios@negocios.pt
O BES Investimento do Brasil lançou hoje uma nova emissão de Eurobonds a cinco anos, no valor de 500 milhões de dólares.
O Banco Espírito Santo de Investimento actuou como banco líder da oferta, de par com o Deutsche Bank e Standard Bank. O Bradesco Banco de Investimento e o Banco do Brasil Securities actuaram como co-líderes da operação, informa o BES em comunicado.
“Esta transacção marcou a abertura do mercado de investidores institucionais norte americanos para o BESI Brasil, e foi a emissão estreia do programa global de emissões de médio e longo prazo recentemente estabelecido pelo BESI Brasil, que recebeu a classificação Baa3 da Moody’s e BBB- da Standard & Poor’s”, refere o documento.
A procura pela transacção foi forte e o livro de ordens cresceu para mais de 2,4 mil milhões de dólares no final do segundo dia. “A elevada qualidade do livro de ordens permitiu ao BES Brasil emitir um volume de 500 milhões de dólares e baixar o rendimento inicialmente anunciado aos investidores (6,00% a 6,125%) para um nível final de 5,875%”, comunicou o BES. A taxa de cupão fixa foi fixada em 5,625%.
A distribuição do livro de ordens foi dividida entre investidores institucionais (47%), banca privada (28%), bancos (18%) e outros (7%).
Em termos geográficos, os Estados Unidos lideraram, com 38% do volume de ordens, complementado com uma elevada procura de Hong-Kong e Singapura (20%), da Suíça (18%), da Europa (exceptuando a Suíça) (15%), da América Latina (6%) e resto do mundo (3%), conclui o comunicado.
O BES Investimento do Brasil lançou hoje uma nova emissão de Eurobonds a cinco anos, no valor de 500 milhões de dólares.
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O BES Investimento do Brasil lançou hoje uma nova emissão de Eurobonds a cinco anos, no valor de 500 milhões de dólares.
O Banco Espírito Santo de Investimento actuou como banco líder da oferta, de par com o Deutsche Bank e Standard Bank. O Bradesco Banco de Investimento e o Banco do Brasil Securities actuaram como co-líderes da operação, informa o BES em comunicado.
“Esta transacção marcou a abertura do mercado de investidores institucionais norte americanos para o BESI Brasil, e foi a emissão estreia do programa global de emissões de médio e longo prazo recentemente estabelecido pelo BESI Brasil, que recebeu a classificação Baa3 da Moody’s e BBB- da Standard & Poor’s”, refere o documento.
A procura pela transacção foi forte e o livro de ordens cresceu para mais de 2,4 mil milhões de dólares no final do segundo dia. “A elevada qualidade do livro de ordens permitiu ao BES Brasil emitir um volume de 500 milhões de dólares e baixar o rendimento inicialmente anunciado aos investidores (6,00% a 6,125%) para um nível final de 5,875%”, comunicou o BES. A taxa de cupão fixa foi fixada em 5,625%.
A distribuição do livro de ordens foi dividida entre investidores institucionais (47%), banca privada (28%), bancos (18%) e outros (7%).
Em termos geográficos, os Estados Unidos lideraram, com 38% do volume de ordens, complementado com uma elevada procura de Hong-Kong e Singapura (20%), da Suíça (18%), da Europa (exceptuando a Suíça) (15%), da América Latina (6%) e resto do mundo (3%), conclui o comunicado.
"A incerteza dos acontecimentos,é sempre mais difícil de suportar do que o próprio acontecimento" Jean-Baptista Massilion.
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"Johann Goethe
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"Johann Goethe
Re: Objectivo
galifas Escreveu:Eu entrei com o objectivo dos 4,35 no curto , médio prazo, no entanto estava a pedir uma opinião kuanto a stops para salvaguardar os lucros e ao mesmo tempo tentar não perder o comboio dos 4,35.
galifas, obter ganhos implica correr riscos.
E o ganho deve ser maior que o risco que aceitas correr (ou seja o quociente recompensa / risco deve ser superior a 1).
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Re: Opinião
galifas Escreveu:Estou dentro nos 4,07 e gostaria de uma opinião de alguém mais experiente quanto aos stops que devo colocar... Obrigado
A minha modesta opinião é a seguinte: Não se entra sem saber quando se sai! Primeiro estabelecem-se estrategias e objectivos, pelo que tenho aprendido aqui no caldeirão.
Mas agora já é tarde para isso, ehehe, logo para mim, a proxima resistencia a curto prazo será a 4,35 como o Elias tem postado na analise feita ontem.
Agora não sei se estás para vencer a curto prazo, ou o teu investimento será numa perspectiva de médio ou longo prazo.
Se disse algum erro muito grave, deem-me nas orelhas sff. xD
Re: Opinião
galifas Escreveu:Estou dentro nos 4,07 e gostaria de uma opinião de alguém mais experiente quanto aos stops que devo colocar... Obrigado
galifas, isso vai depender da tua aversão ao risco e do horizonte temporal do teu investimento.
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Aqui fica o comentário sobre a quinta e última das acções escolhidas na "promoção dos caracóis" - o BES.
Este título tem mostrado bastante força nas últimas sessões. Esta força vê-se não só pelas subidas, mas também pelo volume médio desde o início de Março que tem sido bem superior ao da segunda metade de Fevereiro. Vê-se ainda no facto de os indicadores estarem todos em ascensão (destacando-se a MACD que passou hoje para terreno positivo).
No gráfico de médio prazo identifico uma resistência nos 4,35 que corresponde ao antigo suporte. É este o valor a observar e é aqui que poderemos esperar que o interesse vendedor ganhe força.
Este título tem mostrado bastante força nas últimas sessões. Esta força vê-se não só pelas subidas, mas também pelo volume médio desde o início de Março que tem sido bem superior ao da segunda metade de Fevereiro. Vê-se ainda no facto de os indicadores estarem todos em ascensão (destacando-se a MACD que passou hoje para terreno positivo).
No gráfico de médio prazo identifico uma resistência nos 4,35 que corresponde ao antigo suporte. É este o valor a observar e é aqui que poderemos esperar que o interesse vendedor ganhe força.
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vaskovic Escreveu:Pelo volume que foram, tenho a suspeita que foram mais passagens de carteiras (com reforco de posicao) do que propriamente compras, chamemos-lhes "normais"
Digo isto, porque a cotacao subiu "apenas" 5 centimos. Ora se olharmos para as ordens pendentes no BES, "normalmente" vemos por ali umas 50.000-100.000 accoes a espera de serem compradas/vendidas, com um intervalo de precos de 4-5 centimos, ora, para estes 3 milhoes de accoes serem limpos assim num intervalo pequeno de valores e porque quem compra/vende ha-de saber quem e que esta (e mais importante, a quanto e que esta) do "outro lado".
Bem, isto e a minha opiniao... se calhar e mais imaginacao que outra coisa. Penso apenas se eu fosse Gestor de uma carteira, nao daria uma ordem de compra de 2 milhoes de accoes de uma vez, sem saber que as poderia comprar ate um determinado valor, senao, fa-lo-ia pouco a pouco.
Data - Hora Trade id Cotação Quantidade
....
10:00:29 155 4.03 916117
.....
09:57:40 122 4.029 2077438
...
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