Martifer - Tópico Geral
Entrevista ...a estratégia da Martifer:
Entrevista
“O ciclo político não altera a estratégia da Martifer”
Ana Maria Gonçalves e Bruno Proença
03/09/2009 06:00
"(...)actividade económica está a condicionar o actual ritmo de crescimento da Martifer?
Não era sustentável continuar a crescer a 80% ao ano, como nos últimos três anos. Diria mesmo que, numa situação de conjuntura económica favorável, seria difícil manter esse ritmo. Era natural que agora houvesse uma desaceleração. É óbvio que o crescimento se sente mais nos sectores ligados às renováveis. Em contrapartida, o metalomecânico, mais associado à construção e infra-estruturas, reflecte a actual recessão dos mercados. Por isso, no último semestre não houve crescimento dessa área de negócios que pensamos compensar no segundo semestre porque há uma reposição da carteira de encomendas. O crescimento consolidado foi de apenas 2%, por conjugação desses dois factores.
(...)
O realinhamento estratégico da Martifer torna-a mais vendável?
Em termos de mercado de capitais, a empresa tem sido atraente para os investidores. Quer no momento em que se estreou na bolsa, quer seja hoje devido ao seu potencial de crescimento. Falta-lhe mais dimensão para reforçar a sua atractividade. Temos um plano de crescimento para ir ao encontro das ambições dos investidores. Além do negócio dos biocombustíveis, não estamos a tentar vender nenhuma das nossas áreas de negócio. A prioridade é sermos minoritários nos biocombustíveis. Depois, a partir daí, tudo é possível.
Qual é a área de negócios em que esperam melhores resultados no próximo ano? Prevêem um arrefecimento na área da energia com o abrandamento das renováveis?
Estamos a potenciar o negócio das infra-estruturas metálicas, produção de energia e equipamentos para o segmento eólico e solar. Não é por termos vendido a participação na Repower que a nossa estratégia se alterou. A fábrica de painéis solares entrou em funcionamento em finais de 2008. Queremos continuar a crescer neste segmento, apesar de os preços terem caído 30% a 40%. Estamos a crescer a taxas muito interessantes, mas a quebra de preços não permite reflecti-lo no volume de negócios. O mesmo acontece nas infra-estruturas metálicas. O preço do aço caiu fortemente, embora hoje já só seja de 20%. Há um crescimento real da actividade. A verdade é que não estamos a ter menos postos de trabalho do que no ano passado. No futuro, por força das bases de internacionalização, vamos continuar a crescer nas duas frentes: infra-estruturas metálicas e alumínio, assim como na geração de electricidade e produção de equipamentos solares e eólicos. Há uma forte sinergia entre todas. Quando necessito de uma base industrial para entrar num mercado para assegurar a atribuição de licenças de energia, como aconteceu no concurso eólico português, esse casamento é perfeito. Há países também onde é mais fácil trabalhar com operadores locais, como é caso dos EUA com a fábrica de torres eólicas. Temos uma longa curva de aprendizagem naquele que é o maior mercado de energia renovável. Estamos muito atentos às oportunidades de negócio que aqui possam surgir. Aqui estamos a desenvolver o casamento entre os projectos eólicos e a capacidade para os fornecer.(...)"
Ler completo em:
http://economico.sapo.pt/noticias/o-cic ... 68786.html
“O ciclo político não altera a estratégia da Martifer”
Ana Maria Gonçalves e Bruno Proença
03/09/2009 06:00
"(...)actividade económica está a condicionar o actual ritmo de crescimento da Martifer?
Não era sustentável continuar a crescer a 80% ao ano, como nos últimos três anos. Diria mesmo que, numa situação de conjuntura económica favorável, seria difícil manter esse ritmo. Era natural que agora houvesse uma desaceleração. É óbvio que o crescimento se sente mais nos sectores ligados às renováveis. Em contrapartida, o metalomecânico, mais associado à construção e infra-estruturas, reflecte a actual recessão dos mercados. Por isso, no último semestre não houve crescimento dessa área de negócios que pensamos compensar no segundo semestre porque há uma reposição da carteira de encomendas. O crescimento consolidado foi de apenas 2%, por conjugação desses dois factores.
(...)
O realinhamento estratégico da Martifer torna-a mais vendável?
Em termos de mercado de capitais, a empresa tem sido atraente para os investidores. Quer no momento em que se estreou na bolsa, quer seja hoje devido ao seu potencial de crescimento. Falta-lhe mais dimensão para reforçar a sua atractividade. Temos um plano de crescimento para ir ao encontro das ambições dos investidores. Além do negócio dos biocombustíveis, não estamos a tentar vender nenhuma das nossas áreas de negócio. A prioridade é sermos minoritários nos biocombustíveis. Depois, a partir daí, tudo é possível.
Qual é a área de negócios em que esperam melhores resultados no próximo ano? Prevêem um arrefecimento na área da energia com o abrandamento das renováveis?
Estamos a potenciar o negócio das infra-estruturas metálicas, produção de energia e equipamentos para o segmento eólico e solar. Não é por termos vendido a participação na Repower que a nossa estratégia se alterou. A fábrica de painéis solares entrou em funcionamento em finais de 2008. Queremos continuar a crescer neste segmento, apesar de os preços terem caído 30% a 40%. Estamos a crescer a taxas muito interessantes, mas a quebra de preços não permite reflecti-lo no volume de negócios. O mesmo acontece nas infra-estruturas metálicas. O preço do aço caiu fortemente, embora hoje já só seja de 20%. Há um crescimento real da actividade. A verdade é que não estamos a ter menos postos de trabalho do que no ano passado. No futuro, por força das bases de internacionalização, vamos continuar a crescer nas duas frentes: infra-estruturas metálicas e alumínio, assim como na geração de electricidade e produção de equipamentos solares e eólicos. Há uma forte sinergia entre todas. Quando necessito de uma base industrial para entrar num mercado para assegurar a atribuição de licenças de energia, como aconteceu no concurso eólico português, esse casamento é perfeito. Há países também onde é mais fácil trabalhar com operadores locais, como é caso dos EUA com a fábrica de torres eólicas. Temos uma longa curva de aprendizagem naquele que é o maior mercado de energia renovável. Estamos muito atentos às oportunidades de negócio que aqui possam surgir. Aqui estamos a desenvolver o casamento entre os projectos eólicos e a capacidade para os fornecer.(...)"
Ler completo em:
http://economico.sapo.pt/noticias/o-cic ... 68786.html
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2010 será um ano de grande procura para turbinas eólicas...
(Last Updated: September 3, 2009)
“2010 will be a year of great demand” for wind turbines as investors are pressed to set up projects to grab government incentives, said Martins, who is also deputy chief executive officer. “If you think of our business in Europe, in the U.S. we can be much bigger.” The construction of energy equipment represented 53 percent of the company’s revenue in the first half. "
----------------------------
"Sept. 3 (Bloomberg) -- Martifer SGPS SA, which makes metal towers for General Electric Co. and Vestas Wind Systems A/S windmills, said it may bid for metal-structure contracts in the U.K. and plans to expand in the U.S. renewable-energy market.
“The U.K. is a market with potential,” although “difficult to enter,” Vice Chairman Jorge Martins said in an interview at the company’s Lisbon office on Sept. 1. “It’s the most relevant market in Europe” for a wide variety of metal structures, including components in buildings and bridges.
The Portuguese company won contracts this year to build the metallic structures for a Renault factory in Morocco and Repsol YPF SA’s Madrid headquarters and plans to set up its second factory to produce wind-turbine towers with partner Hirschfield Industries in Texas.
Martifer is willing to take on bigger rivals in the U.K., said Martins. U.K. companies such as Severfield-Rowen Plc have sidestepped a property slump by supplying airports, hospitals and other infrastructure projects. In Spain, where it took five years to grab a relevant market share, Martifer now competes “as equals” and is considered a leader, he said.
Wind Investments
In the U.S., Martifer wants to take advantage of President Barack Obama’s wind-energy program, part of his strategy to get 25 percent of power from renewable sources by 2025. (...)!
FONTE:
http://www.bloomberg.com/apps/news?pid= ... 4jNIpc05Xo
“2010 will be a year of great demand” for wind turbines as investors are pressed to set up projects to grab government incentives, said Martins, who is also deputy chief executive officer. “If you think of our business in Europe, in the U.S. we can be much bigger.” The construction of energy equipment represented 53 percent of the company’s revenue in the first half. "
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"Sept. 3 (Bloomberg) -- Martifer SGPS SA, which makes metal towers for General Electric Co. and Vestas Wind Systems A/S windmills, said it may bid for metal-structure contracts in the U.K. and plans to expand in the U.S. renewable-energy market.
“The U.K. is a market with potential,” although “difficult to enter,” Vice Chairman Jorge Martins said in an interview at the company’s Lisbon office on Sept. 1. “It’s the most relevant market in Europe” for a wide variety of metal structures, including components in buildings and bridges.
The Portuguese company won contracts this year to build the metallic structures for a Renault factory in Morocco and Repsol YPF SA’s Madrid headquarters and plans to set up its second factory to produce wind-turbine towers with partner Hirschfield Industries in Texas.
Martifer is willing to take on bigger rivals in the U.K., said Martins. U.K. companies such as Severfield-Rowen Plc have sidestepped a property slump by supplying airports, hospitals and other infrastructure projects. In Spain, where it took five years to grab a relevant market share, Martifer now competes “as equals” and is considered a leader, he said.
Wind Investments
In the U.S., Martifer wants to take advantage of President Barack Obama’s wind-energy program, part of his strategy to get 25 percent of power from renewable sources by 2025. (...)!
FONTE:
http://www.bloomberg.com/apps/news?pid= ... 4jNIpc05Xo
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Qual a vossa opinião relativa a estas compras todas?
Fazem algum sentido?
Quero dizer, venderam-nas a 7 (?) e estão a recomprar a 3,50, mas fora isso parece-me de uma lógica pobrezinha.
Têm mais 8,5% para comprar e depois fazem o quê? Ficam sentados há espera sem poder actuar.
Fazem algum sentido?
Quero dizer, venderam-nas a 7 (?) e estão a recomprar a 3,50, mas fora isso parece-me de uma lógica pobrezinha.
Têm mais 8,5% para comprar e depois fazem o quê? Ficam sentados há espera sem poder actuar.
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Sociedade dos irmãos Martins comprou 23.480 acções da Martifer
A sociedade I’M SGPS, detida por Carlos Martins e Jorge Martins, presidente e vice-presidente da Martifer, emitiu esta tarde um comunicado onde rectifica a informação vinculada ontem à CMVM. A sociedade adquiriu 23.480 acções da Martifer, e não 23.245 como ontem tinha informado.
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Jornal de Negócios Online
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A sociedade I’M SGPS, detida por Carlos Martins e Jorge Martins, presidente e vice-presidente da Martifer, emitiu esta tarde um comunicado onde rectifica a informação vinculada ontem à CMVM. A sociedade adquiriu 23.480 acções da Martifer, e não 23.245 como ontem tinha informado.
Os irmãos Martins passam, assim, a deter, no total, 41.552.032 acções da Martifer. Este valor não altera, no entanto, a participação da I’M SGPS na Martifer. A sociedade detém 41,55% do capital social e a 41,55% dos direitos de voto.
A sociedade I’M SGPS, detida por Carlos Martins e Jorge Martins, presidente e vice-presidente da Martifer, emitiu esta tarde um comunicado onde rectifica a informação vinculada ontem à CMVM. A sociedade adquiriu 23.480 acções da Martifer, e não 23.245 como ontem tinha informado.
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A sociedade I’M SGPS, detida por Carlos Martins e Jorge Martins, presidente e vice-presidente da Martifer, emitiu esta tarde um comunicado onde rectifica a informação vinculada ontem à CMVM. A sociedade adquiriu 23.480 acções da Martifer, e não 23.245 como ontem tinha informado.
Os irmãos Martins passam, assim, a deter, no total, 41.552.032 acções da Martifer. Este valor não altera, no entanto, a participação da I’M SGPS na Martifer. A sociedade detém 41,55% do capital social e a 41,55% dos direitos de voto.
"A incerteza dos acontecimentos,é sempre mais difícil de suportar do que o próprio acontecimento" Jean-Baptista Massilion.
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"Johann Goethe
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"Johann Goethe
SMALL1969 Escreveu:Apenas caiu em 4 dias o que subiu em 10 dias.
Não é dramático. E os manos a 3.30 costumam segurar a cotação.
Dramático é não mas terem comprado acima de 3,70 onde as estava a tentar vender, para agora recomprar em Setembro e poder torrar mais as valias.
Não se pode é deixar uma mais valia transformar-se numa menos valia.
Lindo...Abaixo disto eles compram até não terem mais dinheiro. É uma segurança de médio prazo melhor que qualquer AT.
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Sociedade dos irmãos Martins reforça no capital da Martifer
A sociedade I’M SGPS, detida por Carlos Martins e Jorge Martins, presidente e vice-presidente da Martifer, adquiriu mais 23.245 acções da Martifer, passando a deter 41,55% do capital e dos direitos de voto da empresa.
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A sociedade I’M SGPS, detida por Carlos Martins e Jorge Martins, presidente e vice-presidente da Martifer, adquiriu mais 23.245 acções da Martifer, passando a deter 41,55% do capital e dos direitos de voto da empresa.
Entre 20 de Julho e 28 de Agosto, a sociedade I’M SGPS adquiriu, em bolsa, 23.245 acções da Martifer. O preço das acções variou entre 3,25 e 3,56 euros cada.
No total, a compra das 23.245 acções representou um investimento de 81 mil euros.
Após esta aquisição os irmãos Martins passaram a deter 41.552.032 acções “representativas do capital social da Martifer SGPS, correspondentes a 41,55% do capital social e a 41,55% dos direitos de voto”, revela o comunicado enviado pela Martifer à CMVM.
Os títulos da Martifer encerraram hoje a cair 3,25% para os 3,27 euros.
A sociedade I’M SGPS, detida por Carlos Martins e Jorge Martins, presidente e vice-presidente da Martifer, adquiriu mais 23.245 acções da Martifer, passando a deter 41,55% do capital e dos direitos de voto da empresa.
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A sociedade I’M SGPS, detida por Carlos Martins e Jorge Martins, presidente e vice-presidente da Martifer, adquiriu mais 23.245 acções da Martifer, passando a deter 41,55% do capital e dos direitos de voto da empresa.
Entre 20 de Julho e 28 de Agosto, a sociedade I’M SGPS adquiriu, em bolsa, 23.245 acções da Martifer. O preço das acções variou entre 3,25 e 3,56 euros cada.
No total, a compra das 23.245 acções representou um investimento de 81 mil euros.
Após esta aquisição os irmãos Martins passaram a deter 41.552.032 acções “representativas do capital social da Martifer SGPS, correspondentes a 41,55% do capital social e a 41,55% dos direitos de voto”, revela o comunicado enviado pela Martifer à CMVM.
Os títulos da Martifer encerraram hoje a cair 3,25% para os 3,27 euros.
"A incerteza dos acontecimentos,é sempre mais difícil de suportar do que o próprio acontecimento" Jean-Baptista Massilion.
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"Johann Goethe
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"Johann Goethe
Aqui ficam dois gráficos actualizados da Martifer.
Desde Março que o título vinha sendo suportado por uma LTA ascendente (azul carregado), a qual foi quebrada hoje. Temos aqui um sinal de venda, reforçado pelo sinal de venda na MACD.
Note-se que se formou uma resistência nos 3,70 (por duas vezes a força vendedora levou a melhor) e por só quando este valor for superado poderá haver esperança numa subida mais prolongada na Martifer.
Acima deste valor temos uma resistência secundária nos 3,97.
Desde Março que o título vinha sendo suportado por uma LTA ascendente (azul carregado), a qual foi quebrada hoje. Temos aqui um sinal de venda, reforçado pelo sinal de venda na MACD.
Note-se que se formou uma resistência nos 3,70 (por duas vezes a força vendedora levou a melhor) e por só quando este valor for superado poderá haver esperança numa subida mais prolongada na Martifer.
Acima deste valor temos uma resistência secundária nos 3,97.
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Apenas caiu em 4 dias o que subiu em 10 dias.
Não é dramático. E os manos a 3.30 costumam segurar a cotação.
Dramático é não mas terem comprado acima de 3,70 onde as estava a tentar vender, para agora recomprar em Setembro e poder torrar mais as valias.
Não se pode é deixar uma mais valia transformar-se numa menos valia.
Não é dramático. E os manos a 3.30 costumam segurar a cotação.
Dramático é não mas terem comprado acima de 3,70 onde as estava a tentar vender, para agora recomprar em Setembro e poder torrar mais as valias.
Não se pode é deixar uma mais valia transformar-se numa menos valia.
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Energia: Aposta nas renováveis assegura a viabilidade de muitas empresas portuguesas - Teixeira dos Santos
31 de Agosto de 2009, 17:48
Porto, 31 Ago (Lusa) - O ministro da Economia e Finanças afirmou hoje que a aposta nas energias renováveis em Portugal "deve ser prioritária" e está a assegurar a manutenção da actividade de muitas empresas portuguesas.
"A aposta feita em Portugal nas energias renováveis, na energia eólica e na energia hídrica, exige a construção de equipamentos e isso está na base da manutenção de um nível de actividade significativo para muitas empresas", afirmou Teixeira dos Santos no final de uma visita à metalomecância Tegopi, em Vila Nova de Gaia.
Salientando que esta empresa é "um exemplo de sucesso" numa conjuntura internacional difícil, o ministro destacou que é uma unidade "líder na construção de torres para instalação de turbinas eólicas e que tem uma actividade importante no fornecimento de equipamentos para as barragens".
Os manos Martins não poderiam aprender umas coisas com estes "Tegopi" ???
Ai Martifer, Martifer... Quanto do teu sal, são lágrimas de Portugal ?
31 de Agosto de 2009, 17:48
Porto, 31 Ago (Lusa) - O ministro da Economia e Finanças afirmou hoje que a aposta nas energias renováveis em Portugal "deve ser prioritária" e está a assegurar a manutenção da actividade de muitas empresas portuguesas.
"A aposta feita em Portugal nas energias renováveis, na energia eólica e na energia hídrica, exige a construção de equipamentos e isso está na base da manutenção de um nível de actividade significativo para muitas empresas", afirmou Teixeira dos Santos no final de uma visita à metalomecância Tegopi, em Vila Nova de Gaia.
Salientando que esta empresa é "um exemplo de sucesso" numa conjuntura internacional difícil, o ministro destacou que é uma unidade "líder na construção de torres para instalação de turbinas eólicas e que tem uma actividade importante no fornecimento de equipamentos para as barragens".
Os manos Martins não poderiam aprender umas coisas com estes "Tegopi" ???
Ai Martifer, Martifer... Quanto do teu sal, são lágrimas de Portugal ?
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"A divulgação de resultados teve subjacente também o anúncio da alteração de estratégia do grupo incidindo na reclassificação da área do biodiesel. Ainda que não totalmente inesperado, consideramos este movimento como um sinal positivo para o mercado e para os investidores, sublinhando o compromisso do 'management' com as áreas percepcionadas como 'core' para a empresa e com sinergias entre si", sustenta o Caixa BI.
Tanto a ES Research como a Caixa BI tem uma recomendação de "comprar" para os títulos da Martifer, com preços-alvos de 5,10 euros e 4,30 euros, respectivamente.
In Díario Económico
Tanto a ES Research como a Caixa BI tem uma recomendação de "comprar" para os títulos da Martifer, com preços-alvos de 5,10 euros e 4,30 euros, respectivamente.
In Díario Económico
SMALL1969 Escreveu:Isto descer 20 centimos num dia é muito.
Portanto, há que admitir o erro, se for caso disso.
Não se pode é deixar passar um trade que estava muito positivo, e ainda está mesmo com esta queda, a possibilidade de ficar negativo. E se caí mais 10 cents fico negativo e isso não pode ser.
Caiu 5% do máximo e se fechar assim é um "alerta".
E abriu a 3,65€....alguem anda a encher os bolsos delas ou entao o pessoal esta a desfazer-se do que tem. Já nao sei....
Variação: -2,79%
Fecho: 3,48€
Minimo: 3,42€
Maximo: 3,65€
Cumps
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Isto descer 20 centimos num dia é muito.
Portanto, há que admitir o erro, se for caso disso.
Não se pode é deixar passar um trade que estava muito positivo, e ainda está mesmo com esta queda, a possibilidade de ficar negativo. E se caí mais 10 cents fico negativo e isso não pode ser.
Caiu 5% do máximo e se fechar assim é um "alerta".
Portanto, há que admitir o erro, se for caso disso.
Não se pode é deixar passar um trade que estava muito positivo, e ainda está mesmo com esta queda, a possibilidade de ficar negativo. E se caí mais 10 cents fico negativo e isso não pode ser.
Caiu 5% do máximo e se fechar assim é um "alerta".
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Serra Lapa Escreveu:Alguém hoje está a comprar fortemente. Os stops já foram limpos e parece-me que com os comentários esta acção se colocou " a jeito" para alguém entrar nela com força.
Quantidade: 212.188 Hora: 13:34:46
Volume Médio 5 dias: 136.755
Volume Médio 20 dias: 65.555
Volume Médio 80 dias: 58.860
Então a acção está a descer e estão a comprar fortemente... e a vender, qual o adjectivo que usas?
Cumps.
Como se ganha dinheiro na bolsa?!
-Devo usar STOP's
-A tendência é minha amiga
-Não posso transformar um lucro em perda
-Devo cortar as perdas e deixar correr os ganhos
-As ações podem subir/descer mais do que penso e mais rápido
-Cumprir as regras anteriores...
-Devo usar STOP's
-A tendência é minha amiga
-Não posso transformar um lucro em perda
-Devo cortar as perdas e deixar correr os ganhos
-As ações podem subir/descer mais do que penso e mais rápido
-Cumprir as regras anteriores...
Alguém hoje está a comprar fortemente. Os stops já foram limpos e parece-me que com os comentários esta acção se colocou " a jeito" para alguém entrar nela com força.
Quantidade: 212.188 Hora: 13:34:46
Volume Médio 5 dias: 136.755
Volume Médio 20 dias: 65.555
Volume Médio 80 dias: 58.860
Quantidade: 212.188 Hora: 13:34:46
Volume Médio 5 dias: 136.755
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Situação Actual
Que se passa com a Martifer??
Cumps
Cumps
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Deixo a minha visão sobre os resultados:
À parte do fabuloso lucro que resulta venda da participação na Repower,o mais importante e altamente positivo resulta dos seguintes pontos:
1 -"A Martifer vai concentrar as suas energias, recursos humanos e financeiros nas renováveis e na actividade fundacional das construções metálicas, deixando pelo caminho o negócio dos biocombustíveis corporizado pela Prio."
A gestão merece claramente os parabéns por arrepiar caminho e concentrar as suas energias nas actividades que faz bem e é o seu negócio, deixando de se dispersar por áreas de onde sempre vêm maus resultados, por não ser a sua especialidade.
("Não te metas sapateiro a tocar rabecão")
(Só vi uma atitude semelhante com a Jerónimo Martins quando abandonou a sua participação no Brasil)
Além disso tem uma dupla vantagem pois com a futura venda não só deixa de ter prejuízos com esta área, como ainda permite algum encaixe financeiro.
2 -"Já receitas cresceram 2,2%, para 278,2 milhões de euros, enquanto a dívida líquida baixou 67,2 milhões desde Dezembro para 418,2 milhões de euros no final de Junho passado. "
Aumento das receitas e diminuição da dívida, nada a dizer - situação ideal
Resta acrescentar que a Martifer tem uma posição muito significativa na minha carteira, já que acredito que é uma das empresas mais baratas do mercado português face ao seu real valor, diria mesmo que se cota a preços ridículos (vale sempre acima de 6 Euros).
Foi com enorme expectativa e satisfação que vi o rumo que a empresa continua a traçar e os brilhantes resultados apresentados
BN
À parte do fabuloso lucro que resulta venda da participação na Repower,o mais importante e altamente positivo resulta dos seguintes pontos:
1 -"A Martifer vai concentrar as suas energias, recursos humanos e financeiros nas renováveis e na actividade fundacional das construções metálicas, deixando pelo caminho o negócio dos biocombustíveis corporizado pela Prio."
A gestão merece claramente os parabéns por arrepiar caminho e concentrar as suas energias nas actividades que faz bem e é o seu negócio, deixando de se dispersar por áreas de onde sempre vêm maus resultados, por não ser a sua especialidade.
("Não te metas sapateiro a tocar rabecão")
(Só vi uma atitude semelhante com a Jerónimo Martins quando abandonou a sua participação no Brasil)
Além disso tem uma dupla vantagem pois com a futura venda não só deixa de ter prejuízos com esta área, como ainda permite algum encaixe financeiro.
2 -"Já receitas cresceram 2,2%, para 278,2 milhões de euros, enquanto a dívida líquida baixou 67,2 milhões desde Dezembro para 418,2 milhões de euros no final de Junho passado. "
Aumento das receitas e diminuição da dívida, nada a dizer - situação ideal
Resta acrescentar que a Martifer tem uma posição muito significativa na minha carteira, já que acredito que é uma das empresas mais baratas do mercado português face ao seu real valor, diria mesmo que se cota a preços ridículos (vale sempre acima de 6 Euros).
Foi com enorme expectativa e satisfação que vi o rumo que a empresa continua a traçar e os brilhantes resultados apresentados
BN
[quote="Nyk"]Lucros de 116,1 milhões
Martifer põe à venda negócio dos biocombustíveis
A Martifer, que teve lucros no primeiro semestre de 116,1 milhões de euros devido à venda da participação na Repower, colocou à venda o seu negócio na área da agricultura e bicombustíveis.
Parabens! Esperemos que amanha comece a ter impacto nas cotações!!!
Cumps
Martifer põe à venda negócio dos biocombustíveis
A Martifer, que teve lucros no primeiro semestre de 116,1 milhões de euros devido à venda da participação na Repower, colocou à venda o seu negócio na área da agricultura e bicombustíveis.
Parabens! Esperemos que amanha comece a ter impacto nas cotações!!!
Cumps
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- Registado: 10/1/2008 17:18
Lucros de 116,1 milhões
Martifer põe à venda negócio dos biocombustíveis
A Martifer, que teve lucros no primeiro semestre de 116,1 milhões de euros devido à venda da participação na Repower, colocou à venda o seu negócio na área da agricultura e bicombustíveis.
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Rui Neves
ruineves@negocios.pt
A Martifer, que teve lucros no primeiro semestre de 116,1 milhões de euros devido à venda da participação na Repower, colocou à venda o seu negócio na área da agricultura e bicombustíveis.
A Martifer teve um resultado líquido de 116,1 milhões de euros, o que compara com os lucros de oito milhões registados em igual período do ano passado, de acordo com o comunicado enviado para a Comissão do Mercado de Valores Mobiliários.
A Martifer vai concentrar as suas energias, recursos humanos e financeiros nas renováveis e na actividade fundacional das construções metálicas, deixando pelo caminho o negócio dos biocombustíveis corporizado pela Prio. “A Martifer decidiu reduzir o seu interesse económico na área de negócio de Agricultura & Biocombustíveis, detida actualmente em 60%”, anunciou o grupo liderado pelos irmãos Martins.
Três razões determinam a decisão: “a convicção de que existe potencial de criação de valor no negócio da Prio que não poderá ser totalmente explorado na actual estrutura corporativa da empresa; de que o potencial de exploração de sinergias com o grupo Martifer é limitado; e de que o desenvolvimento futuro da Prio aponta para um crescente peso da actividade na cadeia alimentar”.
Na demonstração de contas do grupo Martifer, a Prio passa assim a ser classificada como “unidade operacional detida para venda”, a qual fechou o primeiro semestre de 2008 com prejuízos de 11,6 milhões de euros, contra um resultado negativo de 700 mil euros registado em igual período do ano passado.
A decisão de vender a Prio foi divulgada no mesmo comunicado em que foram reveladas as contas do grupo relativas ao primeiro semestre deste ano, período fechado com um resultado líquido de 116,1 milhões de euros, contra apenas oito milhões conseguidos na primeira metade do ano passado.
Um lucro empolgante que resulta sobretudo da mais-valia de 160,9 milhões de euros obtida com a venda da participação financeira que detinha na alemã Repower. O resultado foi ainda influenciado pelo registo de provisões e perdas por imparidades no valor de 38 milhões de euros.
Já receitas cresceram 2,2%, para 278,2 milhões de euros, enquanto a dívida líquida baixou 67,2 milhões desde Dezembro para 418,2 milhões de euros no final de Junho passado.
Martifer põe à venda negócio dos biocombustíveis
A Martifer, que teve lucros no primeiro semestre de 116,1 milhões de euros devido à venda da participação na Repower, colocou à venda o seu negócio na área da agricultura e bicombustíveis.
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Rui Neves
ruineves@negocios.pt
A Martifer, que teve lucros no primeiro semestre de 116,1 milhões de euros devido à venda da participação na Repower, colocou à venda o seu negócio na área da agricultura e bicombustíveis.
A Martifer teve um resultado líquido de 116,1 milhões de euros, o que compara com os lucros de oito milhões registados em igual período do ano passado, de acordo com o comunicado enviado para a Comissão do Mercado de Valores Mobiliários.
A Martifer vai concentrar as suas energias, recursos humanos e financeiros nas renováveis e na actividade fundacional das construções metálicas, deixando pelo caminho o negócio dos biocombustíveis corporizado pela Prio. “A Martifer decidiu reduzir o seu interesse económico na área de negócio de Agricultura & Biocombustíveis, detida actualmente em 60%”, anunciou o grupo liderado pelos irmãos Martins.
Três razões determinam a decisão: “a convicção de que existe potencial de criação de valor no negócio da Prio que não poderá ser totalmente explorado na actual estrutura corporativa da empresa; de que o potencial de exploração de sinergias com o grupo Martifer é limitado; e de que o desenvolvimento futuro da Prio aponta para um crescente peso da actividade na cadeia alimentar”.
Na demonstração de contas do grupo Martifer, a Prio passa assim a ser classificada como “unidade operacional detida para venda”, a qual fechou o primeiro semestre de 2008 com prejuízos de 11,6 milhões de euros, contra um resultado negativo de 700 mil euros registado em igual período do ano passado.
A decisão de vender a Prio foi divulgada no mesmo comunicado em que foram reveladas as contas do grupo relativas ao primeiro semestre deste ano, período fechado com um resultado líquido de 116,1 milhões de euros, contra apenas oito milhões conseguidos na primeira metade do ano passado.
Um lucro empolgante que resulta sobretudo da mais-valia de 160,9 milhões de euros obtida com a venda da participação financeira que detinha na alemã Repower. O resultado foi ainda influenciado pelo registo de provisões e perdas por imparidades no valor de 38 milhões de euros.
Já receitas cresceram 2,2%, para 278,2 milhões de euros, enquanto a dívida líquida baixou 67,2 milhões desde Dezembro para 418,2 milhões de euros no final de Junho passado.
"A incerteza dos acontecimentos,é sempre mais difícil de suportar do que o próprio acontecimento" Jean-Baptista Massilion.
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"Johann Goethe
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