Martifer - Tópico Geral
Passa a maior accionista
Martifer aumenta participação na Ventinveste por 7,5 milhões
A Martifer adquiriu a totalidade da Parque Eólico Penha da Gardunha por 7,5 milhões de euros. Como a PEPG detém 25% da Ventinveste, a empresa presidida por Carlos Martins reforça para 56,6% do capital desta última. Para além disso, acordou ainda a compra de mais 5% da Ventinveste.
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Ana Filipa Rego
arego@negocios.pt
A Martifer adquiriu a totalidade da Parque Eólico Penha da Gardunha por 7,5 milhões de euros. Como a PEPG detém 25% da Ventinveste, a empresa presidida por Carlos Martins reforça para 56,6% do capital desta última. Para além disso, acordou ainda a compra de mais 5% da Ventinveste, destronando a Galp como maior accionista
Em comunicado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), a Martifer informa que a sua participada, Martifer Renewables “celebrou um acordo com a Enersis tendo em vista a aquisição da totalidade do capital social da Parque Eólico Penha da Gardunha”.
A PEPG é actualmente detentora de uma participação de 25% no capital social da Ventinveste, esclarece a mesma fonte.
A Martifer revela ainda que pagará 7,5 milhões de euros à Enersis e que, após a conclusão da transacção, o Grupo Martifer passará a deter uma participação de 56,6% do capital social da Ventinveste.
“Mais se informa que a Martifer acordou também a aquisição da participação de 5% do capital social da Ventinveste detida directamente pela Enersis, aquisição essa a realizar através da PEPG e que está sujeita aos termos e condições do Contrato de Adjudicação, em particular o consentimento prévio da DGEG”, acrescenta a mesma fonte.
A Martifer passa assim a ser a maior accionista da Ventiveste, uma posição antes ocupada pela Galp Energia. A petrolífera controla 34% da Ventiveste, sendo que a Efacec detém 2% da empresa. Antes deste negócio, a Martifer detinha 30%.
Martifer aumenta participação na Ventinveste por 7,5 milhões
A Martifer adquiriu a totalidade da Parque Eólico Penha da Gardunha por 7,5 milhões de euros. Como a PEPG detém 25% da Ventinveste, a empresa presidida por Carlos Martins reforça para 56,6% do capital desta última. Para além disso, acordou ainda a compra de mais 5% da Ventinveste.
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Ana Filipa Rego
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A Martifer adquiriu a totalidade da Parque Eólico Penha da Gardunha por 7,5 milhões de euros. Como a PEPG detém 25% da Ventinveste, a empresa presidida por Carlos Martins reforça para 56,6% do capital desta última. Para além disso, acordou ainda a compra de mais 5% da Ventinveste, destronando a Galp como maior accionista
Em comunicado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), a Martifer informa que a sua participada, Martifer Renewables “celebrou um acordo com a Enersis tendo em vista a aquisição da totalidade do capital social da Parque Eólico Penha da Gardunha”.
A PEPG é actualmente detentora de uma participação de 25% no capital social da Ventinveste, esclarece a mesma fonte.
A Martifer revela ainda que pagará 7,5 milhões de euros à Enersis e que, após a conclusão da transacção, o Grupo Martifer passará a deter uma participação de 56,6% do capital social da Ventinveste.
“Mais se informa que a Martifer acordou também a aquisição da participação de 5% do capital social da Ventinveste detida directamente pela Enersis, aquisição essa a realizar através da PEPG e que está sujeita aos termos e condições do Contrato de Adjudicação, em particular o consentimento prévio da DGEG”, acrescenta a mesma fonte.
A Martifer passa assim a ser a maior accionista da Ventiveste, uma posição antes ocupada pela Galp Energia. A petrolífera controla 34% da Ventiveste, sendo que a Efacec detém 2% da empresa. Antes deste negócio, a Martifer detinha 30%.
"A incerteza dos acontecimentos,é sempre mais difícil de suportar do que o próprio acontecimento" Jean-Baptista Massilion.
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"Johann Goethe
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"Johann Goethe
luisalmeidapt Escreveu:Boa noite SMALL1969, posso saber em que te baseias que as acções possam estar nos 5€ mais cedo do que se julga!
Obrigado
50% feeling + 50% traquejo
Ambas coisas que estão desvalorizadas, mas que em situações extremas de mercado, como esta, funcionam melhor que o resto para quem quer andar no curto prazo.
Ou seja, AF + AT
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JAMSP Escreveu:Novidades? É que vamos realmente ver a nossa menina a subir? Alguem tem alguma informação? É desta que ela vai para os valores de 7/2008?
Abraço estou bastante positivoVAMOS VER
Martifer cria parceria de produção de componentes para energia eólica nos EUA
A Martifer Energy Systems, detida pela Martifer, criou uma "joint venture" com a Hirschfeld Wind Energy Solutions, para a produção de componentes para energia eólica nos Estados Unidos da América.
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Jornal de Negócios Online
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A Martifer Energy Systems, detida pela Martifer, criou uma "joint venture" com a Hirschfeld Wind Energy Solutions, para a produção de componentes para energia eólica nos Estados Unidos da América.
A "joint venture", Martifer-Hirschfeld Energy Systems, será detida em partes iguais pela Martifer e pela Hirschfeld, revela um comunicado da Martifer à Comissão de Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).
Numa fase inicial será desenvolvida uma fábrica para a produção de torres eólicas em San Ângelo, um projecto que envolve um investimento total de 40 milhões de dólares e que vai criar 225 postos de trabalho.
"O investimento será efectuado em duas fases, com a primeira fase a representar um investimento de cerca de 30 milhões de dólares e com conclusão esperada para o segundo trimestre de 2010. Na sua fase mais avançada, é esperado que a fábrica atinja uma capacidade de produção de 400 torres por ano a partir de 2013", revela o mesmo comunicado.
Os títulos da Martifer avançam 3,03% para os 3,40 euros.
Tens razão na 1ª parte da tua mensagem.
O preço foi absurdo e é mais uma pérola de quem fez a avaliação e projecção da evolução da empresa...
A seguir é que já não tens razão. A venda de Repower parece ter sido um negócio com enormes mais valias (logo foi bom), e o sector em que estão a investir é de futuro e os resultados operacionais não são maus.
Digamos que se a colocação em mercado tivesse sido justa (tipo a 4€) o título nem estava muito mal.
Novamente a 8€? só quando a inflacção apanhar as cotações.
A 5€, se calhar é mais cedo do que julgas.
O preço foi absurdo e é mais uma pérola de quem fez a avaliação e projecção da evolução da empresa...
A seguir é que já não tens razão. A venda de Repower parece ter sido um negócio com enormes mais valias (logo foi bom), e o sector em que estão a investir é de futuro e os resultados operacionais não são maus.
Digamos que se a colocação em mercado tivesse sido justa (tipo a 4€) o título nem estava muito mal.
Novamente a 8€? só quando a inflacção apanhar as cotações.
A 5€, se calhar é mais cedo do que julgas.
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AT Martifer
Boa tarde a todos,
Este título é daqueles que foi colocado no mercado a um valor completamente "absurdo"!!! E para além do período inicial de euforia, foi sempre a cair e a cair... Porquê? Provávelmente: Pela sua gestão! Pela falta de volatilidade! Já cresceu tudo o que tinha a crescer! Enfim!!!
Os seus investimentos foram muito elevados, resta saber quando chega o retorno!? No mercado é um título pouco interessante, pelo menos por agora!
Na minha opinião, só veremos este título novamente nos 8€ quando os resultados de 300% forem, novamente, atingidos e a retoma das economias mundiais se confirmar.
Abraço
Este título é daqueles que foi colocado no mercado a um valor completamente "absurdo"!!! E para além do período inicial de euforia, foi sempre a cair e a cair... Porquê? Provávelmente: Pela sua gestão! Pela falta de volatilidade! Já cresceu tudo o que tinha a crescer! Enfim!!!
Os seus investimentos foram muito elevados, resta saber quando chega o retorno!? No mercado é um título pouco interessante, pelo menos por agora!
Na minha opinião, só veremos este título novamente nos 8€ quando os resultados de 300% forem, novamente, atingidos e a retoma das economias mundiais se confirmar.
Abraço
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Martifer inaugura 1º parque eólico na Polónia
Cinco aerogeradores Repower MM92, com uma capacidade instalada total de 10MW
A Martifer Renewables inaugurou esta terça-feira o seu primeiro parque eólico na Polónia, anunciou a empresa em comunicado.
O parque está localizado em Łęki Dukielksie, Krosno e é constituído por cinco aerogeradores Repower MM92, com uma capacidade instalada total de 10MW. Estes são os primeiros aerogeradores do fabricante instalados na Polónia.
«Este novo parque terá capacidade para produzir energia para o abastecimento de 3.000 habitações e contribuirá para a redução da emissão de 15.000 toneladas/ano de CO2», diz a Martifer.
O processo de desenvolvimento e licenciamento do projecto após a aquisição (2005) durou três anos e a construção do parque foi iniciada a 5 de Junho de 2008. «Este evento marca o início dos investimentos em parques eólicos que a Martifer Renewables está a levar a cabo por toda a Polónia», refere a empresa.
Este é o quinto projecto do Grupo em energias renováveis a ficar concluído, após os parques eólicos localizados na Alemanha (53,4MW), Brasil (14,7MW), Portugal (18,9MW) e os projectos fotovoltaicos em Espanha (7,6MW), situando a potência total instalada do Grupo em 104,6MW.
Cinco aerogeradores Repower MM92, com uma capacidade instalada total de 10MW
A Martifer Renewables inaugurou esta terça-feira o seu primeiro parque eólico na Polónia, anunciou a empresa em comunicado.
O parque está localizado em Łęki Dukielksie, Krosno e é constituído por cinco aerogeradores Repower MM92, com uma capacidade instalada total de 10MW. Estes são os primeiros aerogeradores do fabricante instalados na Polónia.
«Este novo parque terá capacidade para produzir energia para o abastecimento de 3.000 habitações e contribuirá para a redução da emissão de 15.000 toneladas/ano de CO2», diz a Martifer.
O processo de desenvolvimento e licenciamento do projecto após a aquisição (2005) durou três anos e a construção do parque foi iniciada a 5 de Junho de 2008. «Este evento marca o início dos investimentos em parques eólicos que a Martifer Renewables está a levar a cabo por toda a Polónia», refere a empresa.
Este é o quinto projecto do Grupo em energias renováveis a ficar concluído, após os parques eólicos localizados na Alemanha (53,4MW), Brasil (14,7MW), Portugal (18,9MW) e os projectos fotovoltaicos em Espanha (7,6MW), situando a potência total instalada do Grupo em 104,6MW.
"A incerteza dos acontecimentos,é sempre mais difícil de suportar do que o próprio acontecimento" Jean-Baptista Massilion.
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"Johann Goethe
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"Johann Goethe
Irmãos Martins compram mais 5.570 acções da Martifer
A sociedade I’M SGPS, detida pelos irmãos Martins, reforçou no capital da Martifer, após a aquisição de 5.570 acções da empresa.
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Jornal de Negócios Online
negocios@negocios.pt
A sociedade I’M SGPS, detida pelos irmãos Martins, reforçou no capital da Martifer, após a aquisição de 5.570 acções da empresa.
A I’M SGPS detida por Carlos Martins e Jorge Martins, respectivamente presidente e vice-presidente do Conselho de Administração da Martifer, reforçou no capital da empresa, passando a ser titular de 41,50% do capital social da Martifer.
As acções foram adquiridas entre 8 e 12 de Junho, sendo que a I’M SGPS passou a ser titular de 41.502.775 acções da Martifer.
A sociedade I’M SGPS, detida pelos irmãos Martins, reforçou no capital da Martifer, após a aquisição de 5.570 acções da empresa.
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A sociedade I’M SGPS, detida pelos irmãos Martins, reforçou no capital da Martifer, após a aquisição de 5.570 acções da empresa.
A I’M SGPS detida por Carlos Martins e Jorge Martins, respectivamente presidente e vice-presidente do Conselho de Administração da Martifer, reforçou no capital da empresa, passando a ser titular de 41,50% do capital social da Martifer.
As acções foram adquiridas entre 8 e 12 de Junho, sendo que a I’M SGPS passou a ser titular de 41.502.775 acções da Martifer.
"A incerteza dos acontecimentos,é sempre mais difícil de suportar do que o próprio acontecimento" Jean-Baptista Massilion.
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"Johann Goethe
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Irmãos Martins voltam a reforçar no capital da Martifer
A sociedade I’M SGPS, detida pelos irmãos Martins, reforçou no capital da Martifer, após a aquisição de 11.700 acções da empresa.
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Ana Luísa Marques
anamarques@negocios.pt
A sociedade I’M SGPS, detida pelos irmãos Martins, reforçou no capital da Martifer, após a aquisição de 11.700 acções da empresa.
A I’M SGPS detida por Carlos Martins e Jorge Martins, respectivamente presidente e vice-presidente do Conselho de Administração da Martifer, reforçou no capital da empresa, passando a ser titular de 41,50% do capital social da Martifer.
No dia 3 De Junho, a I’M SGPS adquiriu 5 mil acções a 3,41 euros cada e um dia mais tarde comprou 6.700 acções a 3,36 euros cada. No total, a sociedade adquiriu 11.700 acções por 39.562 euros.
"Após estas transacções, a sociedade I’M SGPS passou a ser titular de 41.497.205 acções da Martifer, correspondentes a 41,50% do capital social e dos direitos de voto", refere o comunicado enviado à CMVM.
As acções da Martifer encerraram a sessão de hoje a subir 0,92% para os 3,30 euros.
A sociedade I’M SGPS, detida pelos irmãos Martins, reforçou no capital da Martifer, após a aquisição de 11.700 acções da empresa.
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Ana Luísa Marques
anamarques@negocios.pt
A sociedade I’M SGPS, detida pelos irmãos Martins, reforçou no capital da Martifer, após a aquisição de 11.700 acções da empresa.
A I’M SGPS detida por Carlos Martins e Jorge Martins, respectivamente presidente e vice-presidente do Conselho de Administração da Martifer, reforçou no capital da empresa, passando a ser titular de 41,50% do capital social da Martifer.
No dia 3 De Junho, a I’M SGPS adquiriu 5 mil acções a 3,41 euros cada e um dia mais tarde comprou 6.700 acções a 3,36 euros cada. No total, a sociedade adquiriu 11.700 acções por 39.562 euros.
"Após estas transacções, a sociedade I’M SGPS passou a ser titular de 41.497.205 acções da Martifer, correspondentes a 41,50% do capital social e dos direitos de voto", refere o comunicado enviado à CMVM.
As acções da Martifer encerraram a sessão de hoje a subir 0,92% para os 3,30 euros.
"A incerteza dos acontecimentos,é sempre mais difícil de suportar do que o próprio acontecimento" Jean-Baptista Massilion.
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"Johann Goethe
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Boa tarde
Pela minha análise, julgo que o suporte aos 3,18 é uma boa base (vários toques) no entanto a quebra da lta, acompanhada de baixo volume, é de realçar como sendo negativa para a acção.
Ainda sem poder desenhar uma ltd, é de considerar uma tendência de descida o que, quebrando o suporte anunciado, poderá atingir na 2ª quinzena do mês uma aproximação ao 2ª Suporte de 3,00 (bem menos sólida)
Pela minha análise, julgo que o suporte aos 3,18 é uma boa base (vários toques) no entanto a quebra da lta, acompanhada de baixo volume, é de realçar como sendo negativa para a acção.
Ainda sem poder desenhar uma ltd, é de considerar uma tendência de descida o que, quebrando o suporte anunciado, poderá atingir na 2ª quinzena do mês uma aproximação ao 2ª Suporte de 3,00 (bem menos sólida)
Boas,
Deixo aqui um comentário a este papel, tendo em conta os parcos conhecimentos em AT.
Está a chegar à zona de suporte 3,25 - 3,15. Veremos se a suporta. Julgo que sim.
É uma zona maior que o normal, mas o gráfico demonstra o porquê.
Um bom ponto de entrada seria 3,15.
Se quebrar esta zona de resistência e a MM50... bom, penso que poderá ir até lá abaixo, à zona dos 2,50 - 2,55.
Até sempre.
Deixo aqui um comentário a este papel, tendo em conta os parcos conhecimentos em AT.
Está a chegar à zona de suporte 3,25 - 3,15. Veremos se a suporta. Julgo que sim.
É uma zona maior que o normal, mas o gráfico demonstra o porquê.
Um bom ponto de entrada seria 3,15.
Se quebrar esta zona de resistência e a MM50... bom, penso que poderá ir até lá abaixo, à zona dos 2,50 - 2,55.
Até sempre.
- Anexos
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- MARTIFER.png (14.07 KiB) Visualizado 6747 vezes
Nós iremos prevalecer.
Bom dia alguem poderá fazer uma análise a este papel?
Bom dia alguem poderá fazer uma análise a este papel?
Com gráfico de preferencia.
Fico agradecido.
Melhores Cumprimentos
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Total da venda da participação foi de 270 milhões de euros
Martifer recebeu hoje pagamento da última tranche da posição na REpower
A Martifer recebeu hoje o pagamento final de cerca de 87,6 milhões de euros relacionado com a terceira e última tranche do calendário de pagamentos acordado com a Suzlon para a venda da REpower. A empresa vende assim a participação por um total de 270 milhões de euros e vai encaixar 161 milhões de euros no segundo trimestre deste ano.
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Ana Filipa Rego
arego@negocios.pt
A Martifer recebeu hoje o pagamento final de cerca de 87,6 milhões de euros relacionado com a terceira e última tranche do calendário de pagamentos acordado com a Suzlon para a venda da REpower. A empresa vende assim a participação por um total de 270 milhões de euros e vai encaixar 161 milhões de euros no segundo trimestre deste ano.
Em comunicado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), a empresa sublinha que recebeu este ano um total de 205 milhões de euros e que irá registar um ganho após impostos no valor de cerca de 161 milhões de euros no segundo trimestre de 2009.
A mesma fonte sublinha que a Martifer recebeu um valor total de 270 milhões de euros pela sua participação no capital social da REpower e que a partir de hoje não detém qualquer participação na REpower.
“A Martifer irá divulgar os resultados do primeiro semestre de 2009 no dia 27 de Agosto (e não no dia 21 de Agosto como anteriormente se tinha erradamente informado)”, esclarece ainda a empresa.
Fica, assim, completo o pagamento dos 270 milhões de euros que a Martifer acordou em vender a posição na Repower aos indianos da Suzlon, em Fevereiro do ano passado. A companhia portuguesa deixará assim de ser accionista da empresa alemã.
As acções da Martifer encerraram a cair 0,60% para os 3,34 euros.
Martifer recebeu hoje pagamento da última tranche da posição na REpower
A Martifer recebeu hoje o pagamento final de cerca de 87,6 milhões de euros relacionado com a terceira e última tranche do calendário de pagamentos acordado com a Suzlon para a venda da REpower. A empresa vende assim a participação por um total de 270 milhões de euros e vai encaixar 161 milhões de euros no segundo trimestre deste ano.
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Ana Filipa Rego
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A Martifer recebeu hoje o pagamento final de cerca de 87,6 milhões de euros relacionado com a terceira e última tranche do calendário de pagamentos acordado com a Suzlon para a venda da REpower. A empresa vende assim a participação por um total de 270 milhões de euros e vai encaixar 161 milhões de euros no segundo trimestre deste ano.
Em comunicado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), a empresa sublinha que recebeu este ano um total de 205 milhões de euros e que irá registar um ganho após impostos no valor de cerca de 161 milhões de euros no segundo trimestre de 2009.
A mesma fonte sublinha que a Martifer recebeu um valor total de 270 milhões de euros pela sua participação no capital social da REpower e que a partir de hoje não detém qualquer participação na REpower.
“A Martifer irá divulgar os resultados do primeiro semestre de 2009 no dia 27 de Agosto (e não no dia 21 de Agosto como anteriormente se tinha erradamente informado)”, esclarece ainda a empresa.
Fica, assim, completo o pagamento dos 270 milhões de euros que a Martifer acordou em vender a posição na Repower aos indianos da Suzlon, em Fevereiro do ano passado. A companhia portuguesa deixará assim de ser accionista da empresa alemã.
As acções da Martifer encerraram a cair 0,60% para os 3,34 euros.
"A incerteza dos acontecimentos,é sempre mais difícil de suportar do que o próprio acontecimento" Jean-Baptista Massilion.
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"Johann Goethe
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"Johann Goethe
Sonae vai criar mais 273 empregos
A Sonae vai criar 273 postos de trabalho com a abertura do Tavira Gran-Plaza. O investimento ascende aos €15 milhões.
15:37 Quinta-feira, 4 de Jun de 2009
1 comentário [460 visitas]
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A Sonae vai criar 273 empregos directos com a inauguração amanhã do Tavira Gran-Plaza, no Algarve, propriedade da Martifer, que será gerido pela Sonae Sierra.
No total, a empresa vai investir 15 milhões de euros em quatro insígnias de retalho base alimentar (Continente, Área Saúde, Bom Bocado e Book.It) e cinco insígnias de retalho especializado (Sport Zone, Worten, Worten Mobile, Modalfa e Zippy Kidstore).
Apesar da actual conjuntura económica, "a Sonae continua atenta às oportunidades que o mercado vai proporcionando, analisando com cuidado todos os projectos com potencial para gerar valor", refere a empresa em comunicado.
O grupo reforça, assim, a sua presença no Algarve onde já tem 65 lojas que empregam 2200 pessoas.
A Sonae vai criar 273 postos de trabalho com a abertura do Tavira Gran-Plaza. O investimento ascende aos €15 milhões.
15:37 Quinta-feira, 4 de Jun de 2009
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A Sonae vai criar 273 empregos directos com a inauguração amanhã do Tavira Gran-Plaza, no Algarve, propriedade da Martifer, que será gerido pela Sonae Sierra.
No total, a empresa vai investir 15 milhões de euros em quatro insígnias de retalho base alimentar (Continente, Área Saúde, Bom Bocado e Book.It) e cinco insígnias de retalho especializado (Sport Zone, Worten, Worten Mobile, Modalfa e Zippy Kidstore).
Apesar da actual conjuntura económica, "a Sonae continua atenta às oportunidades que o mercado vai proporcionando, analisando com cuidado todos os projectos com potencial para gerar valor", refere a empresa em comunicado.
O grupo reforça, assim, a sua presença no Algarve onde já tem 65 lojas que empregam 2200 pessoas.
Suzlon vai aumentar dívida para pagar à Martifer
A Suzlon Energy, quinta maior fornecedora mundial de turbinas eólicas, pretende angariar 127 milhões de dólares (89,2 milhões de euros) junto de investidores privados para ajudar a financiar a compra de uma participação adicional na Repower Systems.
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Carla Pedro
cpedro@negocios.pt
A Suzlon Energy, quinta maior fornecedora mundial de turbinas eólicas, pretende angariar 127 milhões de dólares (89,2 milhões de euros) junto de investidores privados para ajudar a financiar a compra de uma participação adicional na Repower Systems.
A notícia foi avançada pelo “Economic Times”, citando o responsável de um banco de investimento que pediu anonimato. A empresa vai aumentar dívida, que poderá ser convertida mais tarde em acções, de acordo com aquela fonte, que acrescentou que a decisão deverá ser anunciada esta semana.
Um porta-voz não identificado da Suzlon referiu que a empresa não comenta com base em especulações, adiantou o “Economic Times”.
Este aumento de dívida destina-se a financiar a terceira tranche a pagar pela totalidade da posição de 22,5% da Martifer na REpower.
No passado dia 30 de Abril, a Martifer recebeu 30 milhões de euros da Suzlon relativos à segunda tranche da venda da sua participação no capital da REpower Systems.
Recorde-se que a Martifer e a Suzlon acordaram em Dezembro de 2008 um novo calendário relativo ao pagamento da venda da participação de 22,4% detida pela Martifer no capital da REpower: a primeira tranche em Dezembro de 2008 no valor de 65 milhões de euros, a segunda tranche no valor de 30 milhões no final de Abril e a tranche final em Maio de 2009 no valor de 175 milhões de euros.
A Suzlon Energy, quinta maior fornecedora mundial de turbinas eólicas, pretende angariar 127 milhões de dólares (89,2 milhões de euros) junto de investidores privados para ajudar a financiar a compra de uma participação adicional na Repower Systems.
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Carla Pedro
cpedro@negocios.pt
A Suzlon Energy, quinta maior fornecedora mundial de turbinas eólicas, pretende angariar 127 milhões de dólares (89,2 milhões de euros) junto de investidores privados para ajudar a financiar a compra de uma participação adicional na Repower Systems.
A notícia foi avançada pelo “Economic Times”, citando o responsável de um banco de investimento que pediu anonimato. A empresa vai aumentar dívida, que poderá ser convertida mais tarde em acções, de acordo com aquela fonte, que acrescentou que a decisão deverá ser anunciada esta semana.
Um porta-voz não identificado da Suzlon referiu que a empresa não comenta com base em especulações, adiantou o “Economic Times”.
Este aumento de dívida destina-se a financiar a terceira tranche a pagar pela totalidade da posição de 22,5% da Martifer na REpower.
No passado dia 30 de Abril, a Martifer recebeu 30 milhões de euros da Suzlon relativos à segunda tranche da venda da sua participação no capital da REpower Systems.
Recorde-se que a Martifer e a Suzlon acordaram em Dezembro de 2008 um novo calendário relativo ao pagamento da venda da participação de 22,4% detida pela Martifer no capital da REpower: a primeira tranche em Dezembro de 2008 no valor de 65 milhões de euros, a segunda tranche no valor de 30 milhões no final de Abril e a tranche final em Maio de 2009 no valor de 175 milhões de euros.
Mas foi por essas dúvidas que tinha caído até aos 3.
Antes estava perto dos 4 euros, e é por isso que espero que possa lá chegar e até ultrapassar.
Os títulos das notícias também assustam: 80% de queda nos lucros positivos resulta pior do que resultados muito negativos mas acimas das previsões.
E não se esqueçam que os manos andaram a comprar muita acção...também hão-de querer vender algumas mais cedo ou mais tarde (embora tenhamos que saber por comunicação à CMVM)
Esta cotação não há-de ir tão depressa para os 8 euros, isso posso quasse garantir. Já era bom um dia ir testar os 5.40
Antes estava perto dos 4 euros, e é por isso que espero que possa lá chegar e até ultrapassar.
Os títulos das notícias também assustam: 80% de queda nos lucros positivos resulta pior do que resultados muito negativos mas acimas das previsões.
E não se esqueçam que os manos andaram a comprar muita acção...também hão-de querer vender algumas mais cedo ou mais tarde (embora tenhamos que saber por comunicação à CMVM)
Esta cotação não há-de ir tão depressa para os 8 euros, isso posso quasse garantir. Já era bom um dia ir testar os 5.40
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Este negócio já estava estabelecido e os valores conhecidos assim como o "timming" dos pagamentos (logo por principio o efeito descontado).
No entanto levantaram-se algumas dúvidas sobre a hipotese de renegociação dos termos do negócio, apesar da Martifer ter tudo garantido.
Mas !!!
No entanto levantaram-se algumas dúvidas sobre a hipotese de renegociação dos termos do negócio, apesar da Martifer ter tudo garantido.
Mas !!!
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O que interessa é isto
"Os resultados operacionais antes de amortizações e provisões – EBITDA – ascenderam a 14,9 milhões de euros, representando um crescimento de 18% e uma margem EBITDA de 7,0%"
"Nos resultados do segundo trimestre a empresa vai contabilizar uma mais-valia de 161 milhões de euros"
Como é que o mercado irá ler isto amanhã?
"Os resultados operacionais antes de amortizações e provisões – EBITDA – ascenderam a 14,9 milhões de euros, representando um crescimento de 18% e uma margem EBITDA de 7,0%"
"Nos resultados do segundo trimestre a empresa vai contabilizar uma mais-valia de 161 milhões de euros"
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Lucros da Martifer caem 80% no trimestre
O resultado líquido da Martifer nos três primeiros meses de 2009 caiu 80%, ao fixar-se em 100 mil euros, contra 500 mil no período homólogo do ano passado.
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Carla Pedro
cpedro@negocios.pt
O resultado líquido da Martifer nos três primeiros meses de 2009 caiu 80%, ao fixar-se em 100 mil euros, contra 500 mil no período homólogo do ano passado.
Os proveitos operacionais do Grupo Martifer foram de 211,7 milhões de euros, o que corresponde a mais 33% face ao mesmo período de 2008, referiu a empresa em comunicado à CMVM.
Este crescimento resulta principalmente do crescimento de actividade na área de negócio de equipamentos para energia (+99%) e de agricultura & biocombustíveis (+36%), salienta o documento.
Os resultados operacionais antes de amortizações e provisões – EBITDA – ascenderam a 14,9 milhões de euros, representando um crescimento de 18% e uma margem EBITDA de 7,0%.
A margem EBITDA diminuiu 0,9 pontos percentuais face ao verificado no primeiro trimestre de 2008, essencialmente devido à menor contribuição da área de negócio de equipamentos para energia, principalmente resultante do início de actividade das novas unidades industriais no final de 2008, e ao menor contributo da actividade de construção de parques solares chave-na-mão, sublinha o comunicado.
O grupo liderado por Carlos Martins recorda que, desde 1 de Janeiro de 2009, o grupo alterou o método de consolidação das subsidiárias Repower Portugal e Ventipower, detidas pelo grupo a 50% e 31,6% respectivamente, de integral para proporcional.
“Esta alteração deve-se à perda do direito de nomear o presidente do Conselho de Administração da Repower Portugal, decorrente da rotatividade do lugar prevista no acordo parassocial existente entre a Martifer e a Repower Systems AG. Não houve qualquer alteração da participação no capital social destas subsidiárias no período terminado a 31 de Março de 2009”, diz o documento.
O impacto desta alteração de método de consolidadação na posição financeira consolidada da Martifer foi de uma diminuição de 23,1 milhões de euros no activo total líquido, uma diminuição de 18,0 milhões de euros no passivo total, uma diminuição de cinco milhões de euros nos interesses minoritários e negligenciável a nível do capital próprio antes de minoritários.
Na demonstração de resultados, o impacto foi uma redução nos proveitos consolidados de 13,4 milhões de euros, de 1,1 milhões de euros no EBITDA e de 796 mil euros no resultado líquido do período, salienta ainda o comunicado.
Na sessão de hoje, a Martifer encerrou a cair 0,81% para 3,68 euros.
O resultado líquido da Martifer nos três primeiros meses de 2009 caiu 80%, ao fixar-se em 100 mil euros, contra 500 mil no período homólogo do ano passado.
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Carla Pedro
cpedro@negocios.pt
O resultado líquido da Martifer nos três primeiros meses de 2009 caiu 80%, ao fixar-se em 100 mil euros, contra 500 mil no período homólogo do ano passado.
Os proveitos operacionais do Grupo Martifer foram de 211,7 milhões de euros, o que corresponde a mais 33% face ao mesmo período de 2008, referiu a empresa em comunicado à CMVM.
Este crescimento resulta principalmente do crescimento de actividade na área de negócio de equipamentos para energia (+99%) e de agricultura & biocombustíveis (+36%), salienta o documento.
Os resultados operacionais antes de amortizações e provisões – EBITDA – ascenderam a 14,9 milhões de euros, representando um crescimento de 18% e uma margem EBITDA de 7,0%.
A margem EBITDA diminuiu 0,9 pontos percentuais face ao verificado no primeiro trimestre de 2008, essencialmente devido à menor contribuição da área de negócio de equipamentos para energia, principalmente resultante do início de actividade das novas unidades industriais no final de 2008, e ao menor contributo da actividade de construção de parques solares chave-na-mão, sublinha o comunicado.
O grupo liderado por Carlos Martins recorda que, desde 1 de Janeiro de 2009, o grupo alterou o método de consolidação das subsidiárias Repower Portugal e Ventipower, detidas pelo grupo a 50% e 31,6% respectivamente, de integral para proporcional.
“Esta alteração deve-se à perda do direito de nomear o presidente do Conselho de Administração da Repower Portugal, decorrente da rotatividade do lugar prevista no acordo parassocial existente entre a Martifer e a Repower Systems AG. Não houve qualquer alteração da participação no capital social destas subsidiárias no período terminado a 31 de Março de 2009”, diz o documento.
O impacto desta alteração de método de consolidadação na posição financeira consolidada da Martifer foi de uma diminuição de 23,1 milhões de euros no activo total líquido, uma diminuição de 18,0 milhões de euros no passivo total, uma diminuição de cinco milhões de euros nos interesses minoritários e negligenciável a nível do capital próprio antes de minoritários.
Na demonstração de resultados, o impacto foi uma redução nos proveitos consolidados de 13,4 milhões de euros, de 1,1 milhões de euros no EBITDA e de 796 mil euros no resultado líquido do período, salienta ainda o comunicado.
Na sessão de hoje, a Martifer encerrou a cair 0,81% para 3,68 euros.
"A incerteza dos acontecimentos,é sempre mais difícil de suportar do que o próprio acontecimento" Jean-Baptista Massilion.
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"Johann Goethe
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