F. Ramada - Tópico Geral
Bom dia Elias
Fui recuperar aqui uma noticia do negócios de 2008 e refere que é o PIS20 mais a FRAMADA:
Cumps
Kuby
Fui recuperar aqui uma noticia do negócios de 2008 e refere que é o PIS20 mais a FRAMADA:
Três casas decimais alargadas a todas as cotadas
03 Setembro 2008 | 00:01
Raquel Godinho - rgodinho@negocios.pt
O mês de Setembro trouxe novidades à negociação na bolsa de Lisboa. Desde segunda-feira, todas as empresas do PSI-20, e também a Ramada Investimento, passaram a cotar com três casas decimais.
O mês de Setembro trouxe novidades à negociação na bolsa de Lisboa. Desde segunda-feira, todas as empresas do PSI-20, e também a Ramada Investimento, passaram a cotar com três casas decimais.
Mas o objectivo da Euronext Lisbon é que todas as empresas do Eurolist passem a incluir esta lista, adiantou fonte oficial da gestora da bolsa portuguesa ao Negócios. A 1 de Novembro a alteração será alargada a outras cotadas, não estando ainda confirmado se serão já todas as companhias, ou se esta será mais uma etapa do processo.
Numa tentativa de harmonização com os restantes mercados da NYSE Euronext, a mudança que foi inicialmente aplicada apenas a 10 empresas nacionais passou, na última segunda-feira, a ser extensiva a todas as companhias do PSI-20 e à mais recente cotada do mercado português, a Ramada Investimentos. Na mesma data, esta alteração foi sentida nos mercados de Amesterdão, Bruxelas e Paris.
De acordo com a informação disponibilizada pela NYSE Euronext no seu "site", na primeira sessão do mês de Setembro a decimalização foi alargada a um conjunto de 71 empresas cotadas nas bolsas Euronext, tendo em vista "melhorar a eficiência do mercado".
Este ano a inovação será ainda alargada até um total de 400 companhias destes mercados. Este tem sido um processo faseado que teve início em Janeiro, data em que foi introduzido um "tick size" (variação mínima da cotação) de 0,005 euros, ou 0,001 euros a 29 títulos dos mercados europeus da NYSE Euronext.
A decimalização permite diminuir os "tick sizes" o que reduz os "spreads" (intervalo entre o preço da procura e da oferta), tornando "a negociação mais eficiente e reduzindo o custo implícito de negociação para o investidor final".
A NYSE Euronext adianta que a análise à fase inicial deste procedimento demonstrou que, em média, os "spreads" foram reduzidos em 60%, o que representa uma poupança de custos de oito pontos base para o investidor final.
Fonte oficial da Euronext Lisbon, contactada pelo Negócios, sublinhou que um dos principais objectivos desta mudança é "aumentar a qualidade na formação do preço" e, assim, diminuir a volatilidade, o que se torna mais claro nos títulos com uma cotação mais reduzida, nos quais uma pequena alteração pode significar uma valorização ou desvalorização acentuada. Desta forma, a gestora pretende que a mudança que está a ser inicialmente aplicada aos "títulos que os investidores procuram mais" seja estendida a todas as empresas do Eurolist.
A mesma fonte avançou ainda que segundo a informação de que dispõe, desde que alguns títulos começaram a cotar com três casas decimais, "houve um aumento na qualidade do preço em 50%" e também um "aumento na negociação que não se consegue quantificar".
Outra mudança efectuada esta semana, na bolsa nacional, tem a ver com o valor do "tick size". A variação mínima da cotação das acções era anteriormente de 0,005 euros e passou agora a ser de 0,001 euros para as 21 empresas com três casas decimais. Com excepção da Galp Energia, o título com a cotação mais elevada e o único em que se mantém o anterior valor.
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Lucro da F. Ramada cai 32,1% para 1,9 milhões em 2009
Os lucros da F.Ramada caíram 32,1% para 1,9 milhões de euros em 2009, informou a empresa em comunicado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).
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Jornal de Negócios Online
negocios@negocios.pt
Os lucros da F.Ramada caíram 32,1% para 1,9 milhões de euros em 2009, informou a empresa em comunicado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).
Segundo a mesma fonte, os montantes de 2008 “foram corrigidos do efeito das rendas intra-grupo para se tornarem comparáveis com o exercício de 2009”. Nesse ano a empresa registou lucros de 2, 723 milhões de euros.
Os proveitos operacionais do Grupo Ramada ascenderam a 97,881 milhões de euros,
apresentando um decréscimo de 22,4% face aos proveitos operacionais de 2008. O EBITDA deslizou 23,2% para os 8,7 milhões de euros.
“Em 2009 o Grupo Ramada manteve a política de redução de recursos humanos. O número de colaboradores do Grupo Ramada em 31.12.2009 foi de 383 (439 em 31.12.2008).Em virtude desta redução, os custos com o pessoal tiveram um decréscimo de 18,7%”, sublinha a empresa.
A empresa explica que a actividade de aços especiais “está fortemente exposta” às indústrias de componentes de automóveis e fabricação de moldes para plástico e que, para 2010 admitem que nesta actividade as condições de mercado “melhorem acompanhando a lenta recuperação da economia”.
Os lucros da F.Ramada caíram 32,1% para 1,9 milhões de euros em 2009, informou a empresa em comunicado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).
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Os lucros da F.Ramada caíram 32,1% para 1,9 milhões de euros em 2009, informou a empresa em comunicado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).
Segundo a mesma fonte, os montantes de 2008 “foram corrigidos do efeito das rendas intra-grupo para se tornarem comparáveis com o exercício de 2009”. Nesse ano a empresa registou lucros de 2, 723 milhões de euros.
Os proveitos operacionais do Grupo Ramada ascenderam a 97,881 milhões de euros,
apresentando um decréscimo de 22,4% face aos proveitos operacionais de 2008. O EBITDA deslizou 23,2% para os 8,7 milhões de euros.
“Em 2009 o Grupo Ramada manteve a política de redução de recursos humanos. O número de colaboradores do Grupo Ramada em 31.12.2009 foi de 383 (439 em 31.12.2008).Em virtude desta redução, os custos com o pessoal tiveram um decréscimo de 18,7%”, sublinha a empresa.
A empresa explica que a actividade de aços especiais “está fortemente exposta” às indústrias de componentes de automóveis e fabricação de moldes para plástico e que, para 2010 admitem que nesta actividade as condições de mercado “melhorem acompanhando a lenta recuperação da economia”.
"A incerteza dos acontecimentos,é sempre mais difícil de suportar do que o próprio acontecimento" Jean-Baptista Massilion.
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"Johann Goethe
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"Johann Goethe
Lucros da F. Ramada caem 86% nos primeiros nove meses do ano
A F. Ramada Investimentos, sociedade-mãe do grupo Ramada, reportou um resultado líquido de 503 milhares de euros nos primeiros nove meses do ano, o que representa uma queda de 86,2% face ao mesmo período do ano passado, referiu a empresa em comunicado à CMVM.
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Jornal de Negócios Online
negocios@negocios.pt
A F. Ramada Investimentos, sociedade-mãe do grupo Ramada, reportou um resultado líquido de 503 mil euros nos primeiros nove meses do ano, o que representa uma queda de 86,2% face ao mesmo período do ano passado, referiu a empresa em comunicado à CMVM.
Os proveitos operacionais atingiram 77.652 milhares de euros, um decréscimo de 22,5% face ao período homólogo de 2008.
Por seu lado, os custos operacionais, sem amortizações, no valor de 71,86 milhões de euros, corresponderam a uma queda de 20,1% em relação a igual período de 2008.
As despesas com o pessoal diminuíram 10,2%, reflectindo o plano de reestruturação iniciado em finais de 2008, salienta a empresa.
O EBITDA foi de 5.789 milhares de euros, menos 43,5% que no periodo homólogo. A margem EBITDA atingiu 7,5%, contra 10,2% no mesmo período de 2008.
Na sessão de hoje, a F. Ramada fechou a perder 3,43% para 0,816 euros.
A F. Ramada Investimentos, sociedade-mãe do grupo Ramada, reportou um resultado líquido de 503 milhares de euros nos primeiros nove meses do ano, o que representa uma queda de 86,2% face ao mesmo período do ano passado, referiu a empresa em comunicado à CMVM.
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A F. Ramada Investimentos, sociedade-mãe do grupo Ramada, reportou um resultado líquido de 503 mil euros nos primeiros nove meses do ano, o que representa uma queda de 86,2% face ao mesmo período do ano passado, referiu a empresa em comunicado à CMVM.
Os proveitos operacionais atingiram 77.652 milhares de euros, um decréscimo de 22,5% face ao período homólogo de 2008.
Por seu lado, os custos operacionais, sem amortizações, no valor de 71,86 milhões de euros, corresponderam a uma queda de 20,1% em relação a igual período de 2008.
As despesas com o pessoal diminuíram 10,2%, reflectindo o plano de reestruturação iniciado em finais de 2008, salienta a empresa.
O EBITDA foi de 5.789 milhares de euros, menos 43,5% que no periodo homólogo. A margem EBITDA atingiu 7,5%, contra 10,2% no mesmo período de 2008.
Na sessão de hoje, a F. Ramada fechou a perder 3,43% para 0,816 euros.
"A incerteza dos acontecimentos,é sempre mais difícil de suportar do que o próprio acontecimento" Jean-Baptista Massilion.
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"Johann Goethe
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Compraram mais de 75 mil acções
Administradores da F. Ramada reforçam no capital da empresa
Os administradores da F. Ramada, Paulo Fernandes e Domingos de Matos, reforçaram no capital da empresa ao adquirir, em bolsa, mais de 75 mil acções.
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Ana Luísa Marques
anamarques@negocios.pt
Os administradores da F. Ramada, Paulo Fernandes e Domingos de Matos, reforçaram no capital da empresa ao adquirir, em bolsa, mais de 75 mil acções.
Entre 7 e 10 de Setembro, Domigos Matos comprou 39.926 acções da F. Ramada por 34.229 euros. Com esta aquisição, passou a deter 1.782.355 acções da empresa.
Entre 8 e 11 de Setembro, Paulo Fernandes 35.800 acções por 32.472 euros. O administrador passou, assim, a deter 1.742.022 acções da F. Ramada
Administradores da F. Ramada reforçam no capital da empresa
Os administradores da F. Ramada, Paulo Fernandes e Domingos de Matos, reforçaram no capital da empresa ao adquirir, em bolsa, mais de 75 mil acções.
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Ana Luísa Marques
anamarques@negocios.pt
Os administradores da F. Ramada, Paulo Fernandes e Domingos de Matos, reforçaram no capital da empresa ao adquirir, em bolsa, mais de 75 mil acções.
Entre 7 e 10 de Setembro, Domigos Matos comprou 39.926 acções da F. Ramada por 34.229 euros. Com esta aquisição, passou a deter 1.782.355 acções da empresa.
Entre 8 e 11 de Setembro, Paulo Fernandes 35.800 acções por 32.472 euros. O administrador passou, assim, a deter 1.742.022 acções da F. Ramada
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Caderno Azul reforça na F. Ramada para 12,1%
A Caderno Azul comprou em bolsa 118 mil acções ordinárias da F. Ramada Investimentos entre 31 de Agosto e 4 de Setembro, elevando assim a sua participação para 12,181%, anunciou a empresa em comunicado à CMVM.
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Jornal de Negócios Online
negocios@negocios.pt
A Caderno Azul comprou em bolsa 118 mil acções ordinárias da F. Ramada – Investimentos entre 31 de Agosto e 4 de Setembro, elevando assim a sua participação para 12,181%, anunciou a empresa em comunicado à CMVM.
Na sequência destas operações de aquisição, a Caderno Azul passou a deter 3.123.412 acções, representativas de 12,181% do capital social e dos direitos de voto da F. Ramada, refere o documento.
“A obrigação de comunicação resulta do facto de haver um administrador desta sociedade que também é administrador da F. Ramada”, conclui o comunicado da Caderno Azul, referindo-se a João Borges de Oliveira.
A Caderno Azul comprou em bolsa 118 mil acções ordinárias da F. Ramada Investimentos entre 31 de Agosto e 4 de Setembro, elevando assim a sua participação para 12,181%, anunciou a empresa em comunicado à CMVM.
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A Caderno Azul comprou em bolsa 118 mil acções ordinárias da F. Ramada – Investimentos entre 31 de Agosto e 4 de Setembro, elevando assim a sua participação para 12,181%, anunciou a empresa em comunicado à CMVM.
Na sequência destas operações de aquisição, a Caderno Azul passou a deter 3.123.412 acções, representativas de 12,181% do capital social e dos direitos de voto da F. Ramada, refere o documento.
“A obrigação de comunicação resulta do facto de haver um administrador desta sociedade que também é administrador da F. Ramada”, conclui o comunicado da Caderno Azul, referindo-se a João Borges de Oliveira.
"A incerteza dos acontecimentos,é sempre mais difícil de suportar do que o próprio acontecimento" Jean-Baptista Massilion.
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"Johann Goethe
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No primeiro semestre
Resultados da F. Ramada caem 89,7% para 336 mil euros
A F. Ramada apresentou um resultado líquido de 336 mil euros, no primeiro semestre deste ano, um valor que representa uma queda de 89,7% face ao mesmo período do ano passado.
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Maria João Soares
mjsoares@negocios.pt
A F. Ramada apresentou um resultado líquido de 336 mil euros, no primeiro semestre deste ano, um valor que representa uma queda de 89,7% face ao mesmo período do ano passado.
Durante o primeiro semestre de 2009 os proveitos operacionais do Grupo Ramada ascenderam a 58,084 milhões de euros, apresentando um decréscimo de 11,2% face aos proveitos operacionais de igual período de 2008, revela a empresa em comunicado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).
Os custos operacionais, sem amortizações, no valor de 54.160 milhares de euros, apresentam um decréscimo de 6,6%.
O EBITDA, ou “cash flow” operacional, caiu 47,5% para 3,924 milhões de euros.
“As despesas com o pessoal reduziram 5,7% reflectindo o plano de reestruturação iniciado em finais de 2008”, refere a empresa acrescentando que o número de colaboradores do Grupo em 30 de Junho de 2009 era de 414 (em 31 de Dezembro de 2008 foi de 439).
Resultados da F. Ramada caem 89,7% para 336 mil euros
A F. Ramada apresentou um resultado líquido de 336 mil euros, no primeiro semestre deste ano, um valor que representa uma queda de 89,7% face ao mesmo período do ano passado.
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Maria João Soares
mjsoares@negocios.pt
A F. Ramada apresentou um resultado líquido de 336 mil euros, no primeiro semestre deste ano, um valor que representa uma queda de 89,7% face ao mesmo período do ano passado.
Durante o primeiro semestre de 2009 os proveitos operacionais do Grupo Ramada ascenderam a 58,084 milhões de euros, apresentando um decréscimo de 11,2% face aos proveitos operacionais de igual período de 2008, revela a empresa em comunicado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).
Os custos operacionais, sem amortizações, no valor de 54.160 milhares de euros, apresentam um decréscimo de 6,6%.
O EBITDA, ou “cash flow” operacional, caiu 47,5% para 3,924 milhões de euros.
“As despesas com o pessoal reduziram 5,7% reflectindo o plano de reestruturação iniciado em finais de 2008”, refere a empresa acrescentando que o número de colaboradores do Grupo em 30 de Junho de 2009 era de 414 (em 31 de Dezembro de 2008 foi de 439).
"A incerteza dos acontecimentos,é sempre mais difícil de suportar do que o próprio acontecimento" Jean-Baptista Massilion.
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"Johann Goethe
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"Johann Goethe
Caderno Azul reforça na Cofina e F. Ramada
A Caderno Azul voltou a comprar mais acções da Cofina e da F. Ramada ao longo das últimas sessões.
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A Caderno Azul voltou a comprar mais acções da Cofina e da F. Ramada ao longo das últimas sessões.
Comprou 71.123 acções da F.Ramada, elevando a posição na empresa para 11,72%. Na Cofina adquiriu 115 mil acções, passando a deter 9,474% do capital da empresa de media.
A Caderno Azul voltou a comprar mais acções da Cofina e da F. Ramada ao longo das últimas sessões.
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A Caderno Azul voltou a comprar mais acções da Cofina e da F. Ramada ao longo das últimas sessões.
Comprou 71.123 acções da F.Ramada, elevando a posição na empresa para 11,72%. Na Cofina adquiriu 115 mil acções, passando a deter 9,474% do capital da empresa de media.
"A incerteza dos acontecimentos,é sempre mais difícil de suportar do que o próprio acontecimento" Jean-Baptista Massilion.
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"Johann Goethe
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"Johann Goethe
Caderno Azul aumenta participação na F. Ramada para 11,443% do capital
A Caderno Azul aumentou a posição no capital da F. Ramada para 11,443% após a aquisição de 87.425 acções entre os dias 3 e 8 de Junho, anunciou a empresa em comunicado.
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A Caderno Azul aumentou a posição no capital da F. Ramada para 11,443% após a aquisição de 87.425 acções entre os dias 3 e 8 de Junho, anunciou a empresa em comunicado.
Após as aquisições efectuadas entre os dias 3 e 8 de Junho, a Caderno Azul passou a deter 2.934.085 acções da F. Ramada, segundo o comunicado divulgado pela Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).
Aquele número de acções corresponde a 11,443% do capital social e dos direitos de voto da F. Ramada- Investimentos.
A Caderno Azul aumentou a posição no capital da F. Ramada para 11,443% após a aquisição de 87.425 acções entre os dias 3 e 8 de Junho, anunciou a empresa em comunicado.
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A Caderno Azul aumentou a posição no capital da F. Ramada para 11,443% após a aquisição de 87.425 acções entre os dias 3 e 8 de Junho, anunciou a empresa em comunicado.
Após as aquisições efectuadas entre os dias 3 e 8 de Junho, a Caderno Azul passou a deter 2.934.085 acções da F. Ramada, segundo o comunicado divulgado pela Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).
Aquele número de acções corresponde a 11,443% do capital social e dos direitos de voto da F. Ramada- Investimentos.
"A incerteza dos acontecimentos,é sempre mais difícil de suportar do que o próprio acontecimento" Jean-Baptista Massilion.
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"Johann Goethe
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Lucros da F. Ramada caem 81% no primeiro trimestre
A F. Ramada registou uma quebra de 81,8% nos lucros do primeiro trimestre, num período em que as receitas caíram. A área da indústria observou uma quebra nos resultados, enquanto o segmento de imobiliária reduziu os prejuízos face ao mesmo período do ano passado.
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Sara Antunes
saraantunes@negocios.pt
A F. Ramada registou uma quebra de 81,8% nos lucros do primeiro trimestre, num período em que as receitas caíram. A área da indústria observou uma quebra nos resultados, enquanto o segmento de imobiliária reduziu os prejuízos face ao mesmo período do ano passado.
O resultados líquido da F. Ramada diminuiu de 1,33 milhões de euros para os 242 mil euros, uma quebra de 81,8%, de acordo com um comunicado emitido para a Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).
As receitas diminuíram 9,6% para os 27,68 milhões de euros, ao mesmo tempo que os custos operacionais caíram 6,7% para os 25,43 milhões de euros.
O EBITDA da empresa desceu 33,4% para os 2,25 milhões de euros, num período marcado pelo aumento das provisões e perdas por imparidades. Esta rubrica aumentou de 150 mil euros para os 755 mil.
A área da indústria registou uma quebra de 73% dos resultados antes de impostos, num período marcado pela descida de 11,9% das receitas (26,3 milhões de euros). A empresa diz que “acelerou a sua actividade comercial, procurando assim atenuar o impacto negativo nas vendas em consequência” da crise que afecto o mercado de aço.
“Em paralelo foram implantadas acções dirigidas à redução dos stocks e à adequação da capacidade produtiva às novas condições do mercado”, mas admite que “no próximo trimestre as condições de mercado se mantenham sem alteração significativa”.
A unidade imobiliária registou uma redução dos prejuízos, antes de impostos, passando de 169 mil para 143 mil euros. Nesta área de negócio, a F. Ramada registou um aumento dos proveitos operacionais de 82,2% para os 1,36 milhões de euros.
A F. Ramada registou uma quebra de 81,8% nos lucros do primeiro trimestre, num período em que as receitas caíram. A área da indústria observou uma quebra nos resultados, enquanto o segmento de imobiliária reduziu os prejuízos face ao mesmo período do ano passado.
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Sara Antunes
saraantunes@negocios.pt
A F. Ramada registou uma quebra de 81,8% nos lucros do primeiro trimestre, num período em que as receitas caíram. A área da indústria observou uma quebra nos resultados, enquanto o segmento de imobiliária reduziu os prejuízos face ao mesmo período do ano passado.
O resultados líquido da F. Ramada diminuiu de 1,33 milhões de euros para os 242 mil euros, uma quebra de 81,8%, de acordo com um comunicado emitido para a Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).
As receitas diminuíram 9,6% para os 27,68 milhões de euros, ao mesmo tempo que os custos operacionais caíram 6,7% para os 25,43 milhões de euros.
O EBITDA da empresa desceu 33,4% para os 2,25 milhões de euros, num período marcado pelo aumento das provisões e perdas por imparidades. Esta rubrica aumentou de 150 mil euros para os 755 mil.
A área da indústria registou uma quebra de 73% dos resultados antes de impostos, num período marcado pela descida de 11,9% das receitas (26,3 milhões de euros). A empresa diz que “acelerou a sua actividade comercial, procurando assim atenuar o impacto negativo nas vendas em consequência” da crise que afecto o mercado de aço.
“Em paralelo foram implantadas acções dirigidas à redução dos stocks e à adequação da capacidade produtiva às novas condições do mercado”, mas admite que “no próximo trimestre as condições de mercado se mantenham sem alteração significativa”.
A unidade imobiliária registou uma redução dos prejuízos, antes de impostos, passando de 169 mil para 143 mil euros. Nesta área de negócio, a F. Ramada registou um aumento dos proveitos operacionais de 82,2% para os 1,36 milhões de euros.
"A incerteza dos acontecimentos,é sempre mais difícil de suportar do que o próprio acontecimento" Jean-Baptista Massilion.
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"Johann Goethe
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"Johann Goethe
O Caixa BI tem a informação toda?
É que a 27.04 A Caderno Azul comprou acções a 0,70 e
a 4 e 5 de Maio terá comprado entre 0,74 e 0,76 quando o Caixa BI alterou o P.Target para 0,70. Fica a pergunta
a 4 e 5 de Maio terá comprado entre 0,74 e 0,76 quando o Caixa BI alterou o P.Target para 0,70. Fica a pergunta
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Caderno Azul reforça para 11,102% na F.Ramada Investimentos
A Caderno Azul comprou 210 mil acções da F.Ramada Investimentos reforçando para 11,102% do seu capital, informou esta última em comunicado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).
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A Caderno Azul comprou 210 mil acções da F.Ramada Investimentos reforçando para 11,102% do seu capital, informou esta última em comunicado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).
Segundo a mesma fonte, a Caderno Azul “adquiriu em bolsa, nos dias 4 e 5 de Maio de 2009, 210.000 acções ordinárias representativas do capital social da F.Ramada Investimentos”.
Em virtude de tais operações, a Caderno Azul “passou a deter 2.846.660 acções representativas de 11,102% do capital social e dos direitos de voto da F. Ramada Investimentos”, sublinha a empresa.
“A obrigação de comunicação resulta do facto de haver um administrador desta sociedade que também é administrador da F. Ramada Investimentos”, conclui a mesma fonte.
A Caderno Azul comprou 210 mil acções da F.Ramada Investimentos reforçando para 11,102% do seu capital, informou esta última em comunicado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).
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A Caderno Azul comprou 210 mil acções da F.Ramada Investimentos reforçando para 11,102% do seu capital, informou esta última em comunicado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).
Segundo a mesma fonte, a Caderno Azul “adquiriu em bolsa, nos dias 4 e 5 de Maio de 2009, 210.000 acções ordinárias representativas do capital social da F.Ramada Investimentos”.
Em virtude de tais operações, a Caderno Azul “passou a deter 2.846.660 acções representativas de 11,102% do capital social e dos direitos de voto da F. Ramada Investimentos”, sublinha a empresa.
“A obrigação de comunicação resulta do facto de haver um administrador desta sociedade que também é administrador da F. Ramada Investimentos”, conclui a mesma fonte.
"A incerteza dos acontecimentos,é sempre mais difícil de suportar do que o próprio acontecimento" Jean-Baptista Massilion.
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"Johann Goethe
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"Johann Goethe
Cardeno Azul reforça na F.Ramada
Económico
04/05/09 21:04
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Collapse F. Ramada valoriza
Collapse Comunidade
Partilhe: A F. Ramada anunciou hoje que a Caderno Azul comprou, em bolsa, 10 mil acções da empresa no dia 27 de Abril.
A Caderno Azul pagou por cada acção da F. Ramada 0,70 euros, ou seja, gastou sete mil euros.
Após estas aquisições, a Caderno Azul passou a deter 9,893% do capital e dos respectivos direitos de voto da F. Ramada.
A F. Ramada explica em comunicado que é obrigada a informar o mercado destas transacções pelo facto das duas empresas terem um administrador em comum.
Na sessão de hoje, a F. Ramada valorizou 0,81% para 0,75 euros.
Económico
04/05/09 21:04
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Collapse F. Ramada valoriza
Collapse Comunidade
Partilhe: A F. Ramada anunciou hoje que a Caderno Azul comprou, em bolsa, 10 mil acções da empresa no dia 27 de Abril.
A Caderno Azul pagou por cada acção da F. Ramada 0,70 euros, ou seja, gastou sete mil euros.
Após estas aquisições, a Caderno Azul passou a deter 9,893% do capital e dos respectivos direitos de voto da F. Ramada.
A F. Ramada explica em comunicado que é obrigada a informar o mercado destas transacções pelo facto das duas empresas terem um administrador em comum.
Na sessão de hoje, a F. Ramada valorizou 0,81% para 0,75 euros.
"A incerteza dos acontecimentos,é sempre mais difícil de suportar do que o próprio acontecimento" Jean-Baptista Massilion.
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"Johann Goethe
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"Johann Goethe
E para 9,85% da F.Ramada Investimentos
Caderno Azul reforça na Cofina para 9,1% do seu capital
A Caderno Azul comprou 120 mil a reforçando para 9,132% do seu capital, informou a empresa presidida por Paulo Fernandes em comunicado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).
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Jornal de Negócios Online
negocios@negocios.pt
A Caderno Azul comprou 120 mil a reforçando para 9,132% do seu capital, informou a empresa presidida por Paulo Fernandes em comunicado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).
Segundo a mesma fonte, a empresa referida adquiriu em bolsa, entre os dias 21 e 24 de Abril, 120 mil acções representativas do capital social da Cofina.
“Em virtude de tais operações, a Caderno Azul, passou a deter 9.366.660 acções, representativas de 9,132% do capital social e dos direitos de voto da Cofina”.
“A obrigação de comunicado resulta do facto de haver um administrador desta sociedade que também é administrador da Cofina”, escale o comunicado.
A mesma empresa comprou também, em bolsa, entre os dias 22 e 24 de Abril de 2009, 140.000 acções ordinárias representativas do capital social da F. Ramada Investimentos.
Em virtude de tais operações, a Caderno Azul passou a deter 2.526.660 acções representativas de 9,854% do capital social e dos direitos de voto da F. Ramada Investimenos.
“A obrigação de comunicação resulta do facto de haver um administrador desta sociedade que também é administrador da F. Ramada Investimentos”.
Caderno Azul reforça na Cofina para 9,1% do seu capital
A Caderno Azul comprou 120 mil a reforçando para 9,132% do seu capital, informou a empresa presidida por Paulo Fernandes em comunicado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).
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Jornal de Negócios Online
negocios@negocios.pt
A Caderno Azul comprou 120 mil a reforçando para 9,132% do seu capital, informou a empresa presidida por Paulo Fernandes em comunicado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).
Segundo a mesma fonte, a empresa referida adquiriu em bolsa, entre os dias 21 e 24 de Abril, 120 mil acções representativas do capital social da Cofina.
“Em virtude de tais operações, a Caderno Azul, passou a deter 9.366.660 acções, representativas de 9,132% do capital social e dos direitos de voto da Cofina”.
“A obrigação de comunicado resulta do facto de haver um administrador desta sociedade que também é administrador da Cofina”, escale o comunicado.
A mesma empresa comprou também, em bolsa, entre os dias 22 e 24 de Abril de 2009, 140.000 acções ordinárias representativas do capital social da F. Ramada Investimentos.
Em virtude de tais operações, a Caderno Azul passou a deter 2.526.660 acções representativas de 9,854% do capital social e dos direitos de voto da F. Ramada Investimenos.
“A obrigação de comunicação resulta do facto de haver um administrador desta sociedade que também é administrador da F. Ramada Investimentos”.
"A incerteza dos acontecimentos,é sempre mais difícil de suportar do que o próprio acontecimento" Jean-Baptista Massilion.
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"Johann Goethe
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"Johann Goethe
De 1,50 euros para 0,70 euros e de "comprar" para "manter"
Caixa BI corta preço-alvo e recomendação da Ramada Investimentos
O Caixa BI cortou o preço-alvo e a recomendação dos títulos da Ramada Investimentos depois da apresentação de resultados. A nova avaliação da empresa levou a que o "target" passasse de 1,50 euros para 0,70 euros e a recomendação de "comprar" para "manter" .
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Lara Rosa
lararosa@negocios.pt
O Caixa BI cortou o preço-alvo e a recomendação dos títulos da Ramada Investimentos depois da apresentação de resultados. A nova avaliação da empresa levou a que o “target” passasse de 1,50 euros para 0,70 euros e a recomendação de “comprar” para “manter”.
O banco de investimento refere que “na sequência da divulgação de resultados do exercício de 2008 da Ramada Investimentos, e tendo em consideração as perspectivas menos favoráveis dadas pela empresa para o negócio, efectuámos uma revisão das nossas estimativas para os anos que se seguem e especialmente para 2009”.
A Ramada divulgou, dia 27 de Março, uma quebra de 62,9% nos resultados líquidos de 2008, para um valor de 2,72 milhões de euros. Segundo a cotada “os resultados foram negativamente afectados pela grande instabilidade dos preços das matérias-primas”.
Os resultados referentes ao ano passado levaram o analista Carlos Jesus do Caixa BI a ajustar as estimativas para o negócio imobiliário, “de forma a reflectir a estrutura de custos apresentados”.
Já no caso do negócio do aço e armazenagem, o banco de investimento sublinha que este “reflecte de forma mais adequada a esperada degradação económica em 2009 face ao ano passado”.
Perante estes dados o Caixa BI reviu então a sua avaliação para as acções da empresa para os 0,70 euros passando a uma recomendação de “manter”.
Caixa BI corta preço-alvo e recomendação da Ramada Investimentos
O Caixa BI cortou o preço-alvo e a recomendação dos títulos da Ramada Investimentos depois da apresentação de resultados. A nova avaliação da empresa levou a que o "target" passasse de 1,50 euros para 0,70 euros e a recomendação de "comprar" para "manter" .
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Lara Rosa
lararosa@negocios.pt
O Caixa BI cortou o preço-alvo e a recomendação dos títulos da Ramada Investimentos depois da apresentação de resultados. A nova avaliação da empresa levou a que o “target” passasse de 1,50 euros para 0,70 euros e a recomendação de “comprar” para “manter”.
O banco de investimento refere que “na sequência da divulgação de resultados do exercício de 2008 da Ramada Investimentos, e tendo em consideração as perspectivas menos favoráveis dadas pela empresa para o negócio, efectuámos uma revisão das nossas estimativas para os anos que se seguem e especialmente para 2009”.
A Ramada divulgou, dia 27 de Março, uma quebra de 62,9% nos resultados líquidos de 2008, para um valor de 2,72 milhões de euros. Segundo a cotada “os resultados foram negativamente afectados pela grande instabilidade dos preços das matérias-primas”.
Os resultados referentes ao ano passado levaram o analista Carlos Jesus do Caixa BI a ajustar as estimativas para o negócio imobiliário, “de forma a reflectir a estrutura de custos apresentados”.
Já no caso do negócio do aço e armazenagem, o banco de investimento sublinha que este “reflecte de forma mais adequada a esperada degradação económica em 2009 face ao ano passado”.
Perante estes dados o Caixa BI reviu então a sua avaliação para as acções da empresa para os 0,70 euros passando a uma recomendação de “manter”.
"A incerteza dos acontecimentos,é sempre mais difícil de suportar do que o próprio acontecimento" Jean-Baptista Massilion.
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"Johann Goethe
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"Johann Goethe
Boa tarde
Esta cotada segundo o que já li em varios sites é das cotadas mais baratas do nosso mercado mas parece que ninguem lhe liga nenhuma pois tem um volume diario muito baixo mas será que é só pelo facto de ter um baixo volume que não tem interesse ou será mais alguma coisa ?Gostaria de escutar alguem com mais conhecimentos sobre esta cotada.
Obrigado e abraços.
Esta cotada segundo o que já li em varios sites é das cotadas mais baratas do nosso mercado mas parece que ninguem lhe liga nenhuma pois tem um volume diario muito baixo mas será que é só pelo facto de ter um baixo volume que não tem interesse ou será mais alguma coisa ?Gostaria de escutar alguem com mais conhecimentos sobre esta cotada.
Obrigado e abraços.
Caixa BI vai incorporar perspectivas "negativas" na avaliação da Ramada
O Caixa BI vai rever as estimativas da Ramada Investimentos. O banco vai incluir nas suas previsões de resultados as perspectivas "negativas" apresentadas pela própria empresa, reflectindo a grave crise financeira mundial e a grande incerteza que rodeia a evolução da economia.
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Paulo Moutinho
paulomoutinho@negocios.pt
O Caixa BI vai rever as estimativas da Ramada Investimentos. O banco vai incluir nas suas previsões de resultados as perspectivas “negativas” apresentadas pela própria empresa, reflectindo a grave crise financeira mundial e a grande incerteza que rodeia a evolução da economia.
“Dada a exposição do negócio industrial da Ramada a sectores de actividade fortemente afectados pela crise mundial, é natural esperarmos que a actividade de 2009 seja significativamente prejudicada. De forma a melhor incorporarmos este cenário, iremos rever as nossas estimativas de resultados”, afirma o analista Carlos Jesus.
A Ramada divulgou, na sexta-feira, uma quebra de 62,9% nos resultados líquidos de 2008, para um valor de 2,72 milhões de euros. Segundo a mais recente cotada da bolsa portuguesa “os resultados foram negativamente afectados pela grande instabilidade dos preços das matérias-primas”.
“Com o objectivo de adequar a estrutura de custos a um nível de actividade mais baixo, o Grupo Ramada procedeu a um ajustamento dos recursos humanos, tendo o custo com as rescisões influenciado negativamente o EBITDA em cerca de 2 milhões de euros”. O EBITDA cifrou-se em 6,9 milhões.
O Caixa BI manteve, contudo, inalterada a avaliação de 1,50 euros atribuída às acções da Ramada Investimentos. Os títulos estão hoje a negociar em queda de 2,99%, com apenas 25 acções negociadas. Cada uma vale 0,65 euros, apresentando um potencial de subida de 130%, o que leva o analista Carlos Jesus a recomendar “comprar”.
O Caixa BI vai rever as estimativas da Ramada Investimentos. O banco vai incluir nas suas previsões de resultados as perspectivas "negativas" apresentadas pela própria empresa, reflectindo a grave crise financeira mundial e a grande incerteza que rodeia a evolução da economia.
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Paulo Moutinho
paulomoutinho@negocios.pt
O Caixa BI vai rever as estimativas da Ramada Investimentos. O banco vai incluir nas suas previsões de resultados as perspectivas “negativas” apresentadas pela própria empresa, reflectindo a grave crise financeira mundial e a grande incerteza que rodeia a evolução da economia.
“Dada a exposição do negócio industrial da Ramada a sectores de actividade fortemente afectados pela crise mundial, é natural esperarmos que a actividade de 2009 seja significativamente prejudicada. De forma a melhor incorporarmos este cenário, iremos rever as nossas estimativas de resultados”, afirma o analista Carlos Jesus.
A Ramada divulgou, na sexta-feira, uma quebra de 62,9% nos resultados líquidos de 2008, para um valor de 2,72 milhões de euros. Segundo a mais recente cotada da bolsa portuguesa “os resultados foram negativamente afectados pela grande instabilidade dos preços das matérias-primas”.
“Com o objectivo de adequar a estrutura de custos a um nível de actividade mais baixo, o Grupo Ramada procedeu a um ajustamento dos recursos humanos, tendo o custo com as rescisões influenciado negativamente o EBITDA em cerca de 2 milhões de euros”. O EBITDA cifrou-se em 6,9 milhões.
O Caixa BI manteve, contudo, inalterada a avaliação de 1,50 euros atribuída às acções da Ramada Investimentos. Os títulos estão hoje a negociar em queda de 2,99%, com apenas 25 acções negociadas. Cada uma vale 0,65 euros, apresentando um potencial de subida de 130%, o que leva o analista Carlos Jesus a recomendar “comprar”.
"A incerteza dos acontecimentos,é sempre mais difícil de suportar do que o próprio acontecimento" Jean-Baptista Massilion.
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"Johann Goethe
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