BES - Tópico Geral
Andam a entrar....
forte nesta menina.
Pelo sim, pelo não reforçei hoje a minha carteira.
Pareçe que já a estou a ver nos 4.00€.
Abraços
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Fundo E.I. ES Premium vende 900.000 acções do BES
O Fundo Especial de Investimento ES Premium Fundo Especial de Investimento Aberto gerido pela ESAF - alienou na sessão de bolsa do passado dia 17 de Abril 900.000 acções do BES, informou o banco em comunicado à CMVM.
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Jornal de Negócios Online
negocios@negocios.pt
O Fundo Especial de Investimento ES Premium – Fundo Especial de Investimento Aberto gerido pela ESAF - alienou na sessão de bolsa do passado dia 17 de Abril 900.000 acções do BES, informou o banco em comunicado à CMVM.
“Após esta operação, o Fundo ES Premium – Fundo Especial de Investimento Aberto, passou a ser titular de 23.018.353 acções correspondentes a cerca de 1,9730% do capital social e dos correspondentes direitos de voto do Banco Espírito Santo”, adianta o documento.
Na sessão de hoje, o BES fechou a subir 3,59% para 3,698 euros.
O Fundo Especial de Investimento ES Premium Fundo Especial de Investimento Aberto gerido pela ESAF - alienou na sessão de bolsa do passado dia 17 de Abril 900.000 acções do BES, informou o banco em comunicado à CMVM.
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O Fundo Especial de Investimento ES Premium – Fundo Especial de Investimento Aberto gerido pela ESAF - alienou na sessão de bolsa do passado dia 17 de Abril 900.000 acções do BES, informou o banco em comunicado à CMVM.
“Após esta operação, o Fundo ES Premium – Fundo Especial de Investimento Aberto, passou a ser titular de 23.018.353 acções correspondentes a cerca de 1,9730% do capital social e dos correspondentes direitos de voto do Banco Espírito Santo”, adianta o documento.
Na sessão de hoje, o BES fechou a subir 3,59% para 3,698 euros.
"A incerteza dos acontecimentos,é sempre mais difícil de suportar do que o próprio acontecimento" Jean-Baptista Massilion.
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"Johann Goethe
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"Johann Goethe
Bradesco duplica posição no BES após aumento de capital
O Bradesco, segundo maior banco privado do Brasil, duplicou a sua posição no capital do Banco Espírito Santo, tendo reforçado no capital da instituição financeira portuguesa no âmbito do aumento de capital de 1,2 mil milhões de euros efectuado pelo BES.
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Nuno Carregueiro
nc@negocios.pt
O Bradesco, segundo maior banco privado do Brasil, duplicou a sua posição no capital do Banco Espírito Santo, tendo reforçado no capital da instituição financeira portuguesa no âmbito do aumento de capital de 1,2 mil milhões de euros efectuado pelo BES.
Em comunicado o BES refere que o Bradesco detêm agora uma posição de 6,05% no capital do banco, através de 70.583.333 acções. No aumento de capital a Bradport, sociedade de direito português detida pelo banco brasileiro, subscreveu 55.333.333 acções do BES.
Antes do aumento de capital o Bradesco detinha 3,1% do BES, pelo que com este aumento de posição, reforçou o estatuto de terceiro maior accionista do banco liderado por Ricardo Salgado. A Bespar controla 40% do BES e o Credit Agricole detém uma posição de 10,8%.
O comunicado de hoje do BES confirma a notícia avançada na quinta-feira pelo Negócios, que citava o presidente do banco, Ricardo Salgado, a adiantar que o Bradesco tinha aproveitado o aumento de capital para reforçar no BES. O BES tinha já revelado que os accionistas de referência do banco apoiavam o aumento de capital.
A operação foi integralmente subscrita, pelo que o banco realizou um encaixe de 1,2 mil milhões de euros. O Bradesco é o banco parceiro do BES no Brasil, detendo uma posição de 20% no capital do banco de investimento do BES neste país. O BES é também accionista do Bradesco, detendo uma posição de 2,7% no capital do banco brasileiro.
As acções do BES fecharam o dia a cair 0,36% para 3,60 euros
O Bradesco, segundo maior banco privado do Brasil, duplicou a sua posição no capital do Banco Espírito Santo, tendo reforçado no capital da instituição financeira portuguesa no âmbito do aumento de capital de 1,2 mil milhões de euros efectuado pelo BES.
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Nuno Carregueiro
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O Bradesco, segundo maior banco privado do Brasil, duplicou a sua posição no capital do Banco Espírito Santo, tendo reforçado no capital da instituição financeira portuguesa no âmbito do aumento de capital de 1,2 mil milhões de euros efectuado pelo BES.
Em comunicado o BES refere que o Bradesco detêm agora uma posição de 6,05% no capital do banco, através de 70.583.333 acções. No aumento de capital a Bradport, sociedade de direito português detida pelo banco brasileiro, subscreveu 55.333.333 acções do BES.
Antes do aumento de capital o Bradesco detinha 3,1% do BES, pelo que com este aumento de posição, reforçou o estatuto de terceiro maior accionista do banco liderado por Ricardo Salgado. A Bespar controla 40% do BES e o Credit Agricole detém uma posição de 10,8%.
O comunicado de hoje do BES confirma a notícia avançada na quinta-feira pelo Negócios, que citava o presidente do banco, Ricardo Salgado, a adiantar que o Bradesco tinha aproveitado o aumento de capital para reforçar no BES. O BES tinha já revelado que os accionistas de referência do banco apoiavam o aumento de capital.
A operação foi integralmente subscrita, pelo que o banco realizou um encaixe de 1,2 mil milhões de euros. O Bradesco é o banco parceiro do BES no Brasil, detendo uma posição de 20% no capital do banco de investimento do BES neste país. O BES é também accionista do Bradesco, detendo uma posição de 2,7% no capital do banco brasileiro.
As acções do BES fecharam o dia a cair 0,36% para 3,60 euros
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Sempre pensei....
de hoje ela não se aguentar também como se aguentou.
Pareçe que há força compradora, e os 4.00€, poderão não ser uma mera miragem.
Os fundos estão de corpo e alma a investir nesta menina, dai eu acreditar....
Abraços
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Novas acções colocam pressão na cotação do BES
As novas acções do Banco Espírito Santo (BES) estreiam-se hoje na bolsa de Lisboa. São mais de 666 milhões de títulos que, após um período de cerca de uma semana de "indisponibilidade", passam a integrar o capital social do banco liderado por Ricardo Salgado, e vêm colocar pressão vendedora sobre as acções do BES.
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Paulo Moutinho
paulomoutinho@negocios.pt
As novas acções do Banco Espírito Santo (BES) estreiam-se hoje na bolsa de Lisboa. São mais de 666 milhões de títulos que, após um período de cerca de uma semana de "indisponibilidade", passam a integrar o capital social do banco liderado por Ricardo Salgado, e vêm colocar pressão vendedora sobre as acções do BES.
Estes novos títulos juntam-se aos 500 milhões já em bolsa. O BES passa, assim, a contar com um total de 1.166 milhões de acções, tendo encaixado com estas últimas uma quantia de 1.200 milhões de euros, valor que tem como principal objectivo reforçar os rácios de solvabilidade do banco.
Cada nova acção foi vendida a 1,80 euros. Para a adquirir, os investidores necessitaram apenas de 75% de um direito. Estes terminaram a negociação em mercado regulamentado a valer 25% menos do que na estreia, atribuindo um valor teórico às novas acções do BES substancialmente inferior ao dos títulos já transaccionados em bolsa.
O desequilíbrio entre direitos e acções permite ganhos elevados aos muitos investidores que participaram no aumento de capital (tanto actuais accionistas como novos investidores). Considerando o preço médio dos 90,1 milhões de direitos negociados, à cotação de fecho de ontem, as mais-valias com as novas acções ascendem a 91,62 milhões de euros (ver esquema ao lado). A tentação para realizar o ganho pode levar à venda dos títulos.
As acções do BES terminaram ontem a sessão a cair 2,97% para 3,59 euros, desempenho que "já revela alguma pressão" sobre os títulos do BES, com os investidores "a anteciparem pressão vendedora" dada a entrada das novas acções na bolsa, explicou Pedro Santos, analista do Millennium IB, ao Negócios.
O mesmo especialista acredita que hoje o BES continuará a ser pressionado, mas "não espero nenhuma movimentação violenta" no valor das acções. Até porque, explica: "as perspectivas para o BES são animadoras" e é preciso não esquecer que "o sector financeiro tem estado a recuperar".
Nas últimas semanas as acções da banca têm sido o "motor" da forte valorização dos mercados de capitais. As bolsas na Europa acumulam um ganho superior a 20%, no espaço de pouco mais de um mês, desempenho desencadeado pelas declarações dos presidentes executivos dos principais bancos dos EUA, com a promessa de lucros este trimestre. Neste período, o sector disparou 72,5% na Europa.
Depois do Goldman Sachs, hoje são conhecidos os resultados do JPMorgan, com as previsões dos analistas consultados pela Bloomberg a apontarem para um valor de 1,7 mil milhões de dólares (1,29 mil milhões de euros) nos primeiros três meses do ano. Uma surpresa poderá dar novo ânimo ao sector, e "arrastar" o BES, anulando o impacto das mais-valias.
O BES conta com o JPMorgan Securities para evitar flutuações elevadas nos preços das novas acções. No prospecto do aumento de capital pode ler-se que o banco americano poderá " realizar operações (...) com vista a apoiar o preço dos direitos de subscrição e das acções novas a um valor superior àquele que poderia de outro modo resultar do funcionamento do mercado".
As novas acções do Banco Espírito Santo (BES) estreiam-se hoje na bolsa de Lisboa. São mais de 666 milhões de títulos que, após um período de cerca de uma semana de "indisponibilidade", passam a integrar o capital social do banco liderado por Ricardo Salgado, e vêm colocar pressão vendedora sobre as acções do BES.
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Paulo Moutinho
paulomoutinho@negocios.pt
As novas acções do Banco Espírito Santo (BES) estreiam-se hoje na bolsa de Lisboa. São mais de 666 milhões de títulos que, após um período de cerca de uma semana de "indisponibilidade", passam a integrar o capital social do banco liderado por Ricardo Salgado, e vêm colocar pressão vendedora sobre as acções do BES.
Estes novos títulos juntam-se aos 500 milhões já em bolsa. O BES passa, assim, a contar com um total de 1.166 milhões de acções, tendo encaixado com estas últimas uma quantia de 1.200 milhões de euros, valor que tem como principal objectivo reforçar os rácios de solvabilidade do banco.
Cada nova acção foi vendida a 1,80 euros. Para a adquirir, os investidores necessitaram apenas de 75% de um direito. Estes terminaram a negociação em mercado regulamentado a valer 25% menos do que na estreia, atribuindo um valor teórico às novas acções do BES substancialmente inferior ao dos títulos já transaccionados em bolsa.
O desequilíbrio entre direitos e acções permite ganhos elevados aos muitos investidores que participaram no aumento de capital (tanto actuais accionistas como novos investidores). Considerando o preço médio dos 90,1 milhões de direitos negociados, à cotação de fecho de ontem, as mais-valias com as novas acções ascendem a 91,62 milhões de euros (ver esquema ao lado). A tentação para realizar o ganho pode levar à venda dos títulos.
As acções do BES terminaram ontem a sessão a cair 2,97% para 3,59 euros, desempenho que "já revela alguma pressão" sobre os títulos do BES, com os investidores "a anteciparem pressão vendedora" dada a entrada das novas acções na bolsa, explicou Pedro Santos, analista do Millennium IB, ao Negócios.
O mesmo especialista acredita que hoje o BES continuará a ser pressionado, mas "não espero nenhuma movimentação violenta" no valor das acções. Até porque, explica: "as perspectivas para o BES são animadoras" e é preciso não esquecer que "o sector financeiro tem estado a recuperar".
Nas últimas semanas as acções da banca têm sido o "motor" da forte valorização dos mercados de capitais. As bolsas na Europa acumulam um ganho superior a 20%, no espaço de pouco mais de um mês, desempenho desencadeado pelas declarações dos presidentes executivos dos principais bancos dos EUA, com a promessa de lucros este trimestre. Neste período, o sector disparou 72,5% na Europa.
Depois do Goldman Sachs, hoje são conhecidos os resultados do JPMorgan, com as previsões dos analistas consultados pela Bloomberg a apontarem para um valor de 1,7 mil milhões de dólares (1,29 mil milhões de euros) nos primeiros três meses do ano. Uma surpresa poderá dar novo ânimo ao sector, e "arrastar" o BES, anulando o impacto das mais-valias.
O BES conta com o JPMorgan Securities para evitar flutuações elevadas nos preços das novas acções. No prospecto do aumento de capital pode ler-se que o banco americano poderá " realizar operações (...) com vista a apoiar o preço dos direitos de subscrição e das acções novas a um valor superior àquele que poderia de outro modo resultar do funcionamento do mercado".
"A incerteza dos acontecimentos,é sempre mais difícil de suportar do que o próprio acontecimento" Jean-Baptista Massilion.
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"Johann Goethe
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"Johann Goethe
Boas,
Alguém já tem as novas acções na conta?
Eu tenho "BES cautelas"... Os bancos podiam ter os novos títulos visíveis, mas indisponíveis para negociação. Vamos a ver se amanhã temos (eu e o resto da malta que utiliza a CGD) os títulos disponíveis antes da abertura do mercado.
Quanto à pergunta do comportamento do título amanha, devo dizer que o desempenho abaixo do BCP e BPI que vimos ontem e estamos a ver hoje, já espelha o sentimento/receio de todos os detentores do título.
P.S. O nome "BES cautelas" também não é a melhor escolha, seria melhor para o título algo como "BES sempre a subir" ou "BES euromilhões", não sei, digo eu.
Cumps
Alguém já tem as novas acções na conta?
Eu tenho "BES cautelas"... Os bancos podiam ter os novos títulos visíveis, mas indisponíveis para negociação. Vamos a ver se amanhã temos (eu e o resto da malta que utiliza a CGD) os títulos disponíveis antes da abertura do mercado.
Quanto à pergunta do comportamento do título amanha, devo dizer que o desempenho abaixo do BCP e BPI que vimos ontem e estamos a ver hoje, já espelha o sentimento/receio de todos os detentores do título.
P.S. O nome "BES cautelas" também não é a melhor escolha, seria melhor para o título algo como "BES sempre a subir" ou "BES euromilhões", não sei, digo eu.
Cumps
Alguém já sabe.....
se é amanhã, a admissão das novas acções?
estou dentro com algum lucro, mas estou com algum receio que ela venha amanhã, ai por abaixo.
Ou será que nos vai pregar uma partida, e os 4,00€, estão mesmo ai a chegar!!!!!
Abraços
estou dentro com algum lucro, mas estou com algum receio que ela venha amanhã, ai por abaixo.
Ou será que nos vai pregar uma partida, e os 4,00€, estão mesmo ai a chegar!!!!!
Abraços
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dia D
Caro fasf,
O dia D deste titulo está a chegar. No dia em que as novas acções entrarem em bolsa veremos como se aguenta.
O mais provável será assistirmos a um volume de negócios muito superior ao normal, resta saber se estará alguém a comprar "FORTEMENTE", como diz o outro Mr, segurando a cotação.
Cumps
O dia D deste titulo está a chegar. No dia em que as novas acções entrarem em bolsa veremos como se aguenta.
O mais provável será assistirmos a um volume de negócios muito superior ao normal, resta saber se estará alguém a comprar "FORTEMENTE", como diz o outro Mr, segurando a cotação.
Cumps
BES dispara 10% e já vale mais 1,4 mil milhões que o BCP
As acções do Banco Espírito Santo fecharam a subir mais de 10%, registando a terceira maior valorização de sempre. O banco, tendo em conta as acções do aumento de capital, que foram totalmente subscritas, está avaliado em bolsa em 4,31 mil milhões de euros, ou seja, 1,4 mil milhões de euros acima do BCP.
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Nuno Carregueiro
nc@negocios.pt
As acções do Banco Espírito Santo fecharam a subir mais de 10%, registando a terceira maior valorização de sempre. O banco, tendo em conta as acções do aumento de capital, que foram totalmente subscritas, está avaliado em bolsa em 4,31 mil milhões de euros, ou seja, 1,4 mil milhões de euros acima do BCP.
As acções do BES fecharam a subir 10,12% para 3,70 euros, o valor de fecho mais elevado desde 19 de Janeiro.
A forte subida de hoje, a terceira maior de sempre, baixou a perda anual do BES em Bolsa para 12,31%. A maior valorização diária de sempre do BES ocorreu a 2 de Abril deste ano (13,75%), na primeira sessão em que os direitos de subscrição de acções no aumento de capital deixaram de negociar em bolsa. Desde esse dia os títulos acumulam um ganho de 5,7%.
A forte subida de hoje registou-se no dia em que o banco anunciou que vai emitir todas as 666,66 milhões de acções no âmbito do aumento de capital, uma vez que foram todas subscritas pelos investidores.
Com um capital agora composto por 1,16 mil milhões de acções, o BES está avaliado em bolsa em 4,31 mil milhões de euros. Uma capitalização bolsista que supera já em 1,44 mil milhões o valor de mercado do Banco Comercial Português, o maior banco privado do país.
As acções do BCP fecharam o dia a subir 0,16% para 0,635 euros, avaliando o banco liderado por Santos Ferreira em 2,98 mil milhões de euros.
Todas as 666.666.666 novas acções foram compradas pelos investidores, sendo que os títulos serão depositados nas contas dos investidores que exerceram os direitos a 14 de Abril de 2009 e as restantes no dia seguinte.
Foi já requerida a admissão à negociação à Euronext Lisbon das 666.666.666 acções a emitir, estando prevista a sua admissão a 16 de Abril.
As acções do Banco Espírito Santo fecharam a subir mais de 10%, registando a terceira maior valorização de sempre. O banco, tendo em conta as acções do aumento de capital, que foram totalmente subscritas, está avaliado em bolsa em 4,31 mil milhões de euros, ou seja, 1,4 mil milhões de euros acima do BCP.
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Nuno Carregueiro
nc@negocios.pt
As acções do Banco Espírito Santo fecharam a subir mais de 10%, registando a terceira maior valorização de sempre. O banco, tendo em conta as acções do aumento de capital, que foram totalmente subscritas, está avaliado em bolsa em 4,31 mil milhões de euros, ou seja, 1,4 mil milhões de euros acima do BCP.
As acções do BES fecharam a subir 10,12% para 3,70 euros, o valor de fecho mais elevado desde 19 de Janeiro.
A forte subida de hoje, a terceira maior de sempre, baixou a perda anual do BES em Bolsa para 12,31%. A maior valorização diária de sempre do BES ocorreu a 2 de Abril deste ano (13,75%), na primeira sessão em que os direitos de subscrição de acções no aumento de capital deixaram de negociar em bolsa. Desde esse dia os títulos acumulam um ganho de 5,7%.
A forte subida de hoje registou-se no dia em que o banco anunciou que vai emitir todas as 666,66 milhões de acções no âmbito do aumento de capital, uma vez que foram todas subscritas pelos investidores.
Com um capital agora composto por 1,16 mil milhões de acções, o BES está avaliado em bolsa em 4,31 mil milhões de euros. Uma capitalização bolsista que supera já em 1,44 mil milhões o valor de mercado do Banco Comercial Português, o maior banco privado do país.
As acções do BCP fecharam o dia a subir 0,16% para 0,635 euros, avaliando o banco liderado por Santos Ferreira em 2,98 mil milhões de euros.
Todas as 666.666.666 novas acções foram compradas pelos investidores, sendo que os títulos serão depositados nas contas dos investidores que exerceram os direitos a 14 de Abril de 2009 e as restantes no dia seguinte.
Foi já requerida a admissão à negociação à Euronext Lisbon das 666.666.666 acções a emitir, estando prevista a sua admissão a 16 de Abril.
"A incerteza dos acontecimentos,é sempre mais difícil de suportar do que o próprio acontecimento" Jean-Baptista Massilion.
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"Johann Goethe
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"Johann Goethe
Mas não haverá mais qualquer notícia e que ainda não seja do nosso conhecimento?
Estou a achar estranho uma subida tão acentuada e sem qualquer informação relevante para além da subscrição do aumento de capital.
Eles andam aí ...

Estou a achar estranho uma subida tão acentuada e sem qualquer informação relevante para além da subscrição do aumento de capital.
Eles andam aí ...
Um dia hei-de perceber disto...
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Banco encaixa 1,2 mil milhões
BES dispara mais de 6% com sucesso no aumento de capital
As acções do Banco Espírito Santo estão em forte alta na bolsa, com uma subida acima de 6% para máximos desde 16 de Abril, depois do banco ter anunciado esta manhã que o aumento de capital foi subscrito na integra, encaixando assim 1,2 mil milhões de euros.
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Jornal de Negócios Online
negocios@negocios.pt
As acções do Banco Espírito Santo estão em forte alta na bolsa, com uma subida acima de 6% para máximos desde 16 de Abril, depois do banco ter anunciado esta manhã que o aumento de capital foi subscrito na integra, encaixando assim 1,2 mil milhões de euros.
As acções do banco sobem 6,85% para 3,59 euros, a cotação mais elevada desde que o banco ajustou em bolsa para reflectir o aumento de capital.
Com a subida de hoje BES fica avaliado em bolsa a 4,18 mil milhões de euros e reduz as perdas no ano para 14,92%.
A forte subida de hoje surge num dia positivo para o sector da banca e na sequência do anúncio do banco, de que completou o aumento de capital com sucesso.
Todas as 666.666.666 novas acções foram compradas pelos accionistas, pelo que o banco realizou um encaixe de 1,2 mil milhões de euros com a operação, dinheiro que será utilizado para reforçar os capitais próprios do banco e para a expansão orgânica da instituição.
A liquidação financeira das acções subscritas no exercício dos direitos de subscrição ocorrerá em 14 de Abril de 2009 e a liquidação financeira das acções atribuídas em rateio em 15 de Abril de 2009.
Foi já requerida a admissão à negociação à Euronext Lisbon das 666.666.666 acções a emitir, conclui o banco. Está prevista a admissão das novas acções a 16 de Abril.
BES dispara mais de 6% com sucesso no aumento de capital
As acções do Banco Espírito Santo estão em forte alta na bolsa, com uma subida acima de 6% para máximos desde 16 de Abril, depois do banco ter anunciado esta manhã que o aumento de capital foi subscrito na integra, encaixando assim 1,2 mil milhões de euros.
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Jornal de Negócios Online
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As acções do Banco Espírito Santo estão em forte alta na bolsa, com uma subida acima de 6% para máximos desde 16 de Abril, depois do banco ter anunciado esta manhã que o aumento de capital foi subscrito na integra, encaixando assim 1,2 mil milhões de euros.
As acções do banco sobem 6,85% para 3,59 euros, a cotação mais elevada desde que o banco ajustou em bolsa para reflectir o aumento de capital.
Com a subida de hoje BES fica avaliado em bolsa a 4,18 mil milhões de euros e reduz as perdas no ano para 14,92%.
A forte subida de hoje surge num dia positivo para o sector da banca e na sequência do anúncio do banco, de que completou o aumento de capital com sucesso.
Todas as 666.666.666 novas acções foram compradas pelos accionistas, pelo que o banco realizou um encaixe de 1,2 mil milhões de euros com a operação, dinheiro que será utilizado para reforçar os capitais próprios do banco e para a expansão orgânica da instituição.
A liquidação financeira das acções subscritas no exercício dos direitos de subscrição ocorrerá em 14 de Abril de 2009 e a liquidação financeira das acções atribuídas em rateio em 15 de Abril de 2009.
Foi já requerida a admissão à negociação à Euronext Lisbon das 666.666.666 acções a emitir, conclui o banco. Está prevista a admissão das novas acções a 16 de Abril.
"A incerteza dos acontecimentos,é sempre mais difícil de suportar do que o próprio acontecimento" Jean-Baptista Massilion.
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"Johann Goethe
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"Johann Goethe
Aumento de capital do BES subscrito em 99,5%
O aumento de capital do Banco Espírito Santo foi subscrito em 99,5%, informou o banco em comunicado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).
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Ana Filipa Rego
arego@negocios.pt
O aumento de capital do Banco Espírito Santo foi subscrito em 99,5%, informou o banco em comunicado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).
Segundo a mesma fonte, no exercício dos referidos direitos de preferência na subscrição foram subscritas 663.136.969 acções, representativas de 99,5% do total de acções a emitir no âmbito da presente Oferta Pública de Subscrição, tendo ficado disponíveis para rateio 3.529.697 acções.
Os pedidos suplementares de acções em rateio totalizaram as 242.742.619 acções.
A liquidação financeira das acções subscritas no exercício dos direitos de subscrição ocorrerá em 14 de Abril de 2009 e a liquidação financeira das acções atribuídas em rateio em 15 de Abril de 2009, sublinha o banco.
A mesma fonte acrescenta que as ordens de subscrição do público em geral em Portugal totalizaram 20.120.471 acções. “No entanto, após satisfação dos pedidos de subscrição dos detentores de direitos de preferência na subscrição e respectivos pedidos de subscrição adicional, não sobraram quaisquer acções, pelo que não houve lugar à subscrição pelo público em geral”.
O aumento de capital do BES compreendeu a emissão de 666.666.666 acções ordinárias, escriturais e nominativas, com valor nominal de 1 euro cada, que foram oferecidas à subscrição dos seus accionistas no exercício dos respectivos direitos de preferência na subscrição.
Foi já requerida a admissão à negociação à Euronext Lisbon das 666.666.666 acções a emitir, conclui o banco.
As acções do BES subiam 2,65% para os 3,449 euros, mas já valorizaram um máximo de 3,87% para os 3,49 euros esta manhã.
O aumento de capital do Banco Espírito Santo foi subscrito em 99,5%, informou o banco em comunicado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).
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Ana Filipa Rego
arego@negocios.pt
O aumento de capital do Banco Espírito Santo foi subscrito em 99,5%, informou o banco em comunicado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).
Segundo a mesma fonte, no exercício dos referidos direitos de preferência na subscrição foram subscritas 663.136.969 acções, representativas de 99,5% do total de acções a emitir no âmbito da presente Oferta Pública de Subscrição, tendo ficado disponíveis para rateio 3.529.697 acções.
Os pedidos suplementares de acções em rateio totalizaram as 242.742.619 acções.
A liquidação financeira das acções subscritas no exercício dos direitos de subscrição ocorrerá em 14 de Abril de 2009 e a liquidação financeira das acções atribuídas em rateio em 15 de Abril de 2009, sublinha o banco.
A mesma fonte acrescenta que as ordens de subscrição do público em geral em Portugal totalizaram 20.120.471 acções. “No entanto, após satisfação dos pedidos de subscrição dos detentores de direitos de preferência na subscrição e respectivos pedidos de subscrição adicional, não sobraram quaisquer acções, pelo que não houve lugar à subscrição pelo público em geral”.
O aumento de capital do BES compreendeu a emissão de 666.666.666 acções ordinárias, escriturais e nominativas, com valor nominal de 1 euro cada, que foram oferecidas à subscrição dos seus accionistas no exercício dos respectivos direitos de preferência na subscrição.
Foi já requerida a admissão à negociação à Euronext Lisbon das 666.666.666 acções a emitir, conclui o banco.
As acções do BES subiam 2,65% para os 3,449 euros, mas já valorizaram um máximo de 3,87% para os 3,49 euros esta manhã.
"A incerteza dos acontecimentos,é sempre mais difícil de suportar do que o próprio acontecimento" Jean-Baptista Massilion.
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"Johann Goethe
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"Johann Goethe
Fundos apostam forte no BES e dívida pública portuguesa
Os fundos de investimento portugueses reforçaram a posta em acções nacionais no mês de Março, tendo investido fortemente no Banco Espírito Santo, uma vez que a instituição financeira liderada por Ricardo Salgado representa já 17,7% das carteiras dos fundos.
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Nuno Carregueiro
nc@negocios.pt
Os fundos de investimento portugueses reforçaram a posta em acções nacionais no mês de Março, tendo investido fortemente no Banco Espírito Santo, uma vez que a instituição financeira liderada por Ricardo Salgado representa já 17,7% das carteiras dos fundos.
Segundo o relatório hoje divulgado pela Comissão do Mercado de Valores Mobiliários, os fundos portugueses aumentaram em 3,1% o investimento em acções portuguesas, para 476,8 milhões de euros.
No BES o investimento subiu 10,1% para 84,3 milhões de euros, com os fundos a apostarem no BES numa altura em que decorreu o período de subscrição de acções do aumento de capital da instituição financeira.
O BES representa já 17,7% das carteiras dos fundos, seguindo-se a Zon Multimédia, com 10,3%. O investimento na dona da TV Cabo subiu 4% em Março, enquanto na Portugal Telecom caiu 9,1%, apesar da operadora figurar no terceiro lugar das acções portuguesas preferidas dos fundos.
Segue-se a EDP, Galp Energia e Mota-Engil, sendo que nesta última verificou-se um aumento de 21,1% no investimento, só inferiro ao verificado na Jerónimo Martins (28,3%).
Nas acções estrangeiras o aumento do investimento dos fundos ascendeu a 4,1%. No mercado internacional as acções preferidas foram o Banco Bradesco (30%), a Total Efina (3,8%) e a Telefonica (3,1%).
Em Março de 2009 o valor sob gestão dos organismos de investimento colectivo em valores mobiliários (OICVM) e dos fundos especiais de investimento (FEI) subiu 0,13% para 13.302,7 milhões de euros, invertendo assim a tendência de queda dos últimos meses.
Segundo a CMVM, as obrigações estrangeiras continuaram a ser o activo mais procurado, representando 46,7% do valor sob gestão dos fundos mobiliários.
O investimento dos fundos em Portugal aumentou 10,4% para 822,4 milhões de euros, uma subida que é explicada pela forte subida do investimento em dívida pública nacional. Nestes activos o investimento subiu 36% para 54,4 milhões de euros, com os gestores de fundos a aproveitarem a subida dos “spreads” das OT portuguesas para reforçar nestes títulos.
Os principais países de destino das aplicações dos fundos continuaram a ser o Luxemburgo (com 36,8% da totalidade dos investimentos), a Irlanda (17,7%) e o Reino Unido (11%). Portugal pesa 9,4%.
As entidades gestoras com maior quota de mercado foram a Caixagest (26,6%), a ESAF (21,1%) e o Santander Asset Management (14,9%) que mantiveram as três primeiras posições já registadas em Fevereiro.
Os fundos de investimento portugueses reforçaram a posta em acções nacionais no mês de Março, tendo investido fortemente no Banco Espírito Santo, uma vez que a instituição financeira liderada por Ricardo Salgado representa já 17,7% das carteiras dos fundos.
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Nuno Carregueiro
nc@negocios.pt
Os fundos de investimento portugueses reforçaram a posta em acções nacionais no mês de Março, tendo investido fortemente no Banco Espírito Santo, uma vez que a instituição financeira liderada por Ricardo Salgado representa já 17,7% das carteiras dos fundos.
Segundo o relatório hoje divulgado pela Comissão do Mercado de Valores Mobiliários, os fundos portugueses aumentaram em 3,1% o investimento em acções portuguesas, para 476,8 milhões de euros.
No BES o investimento subiu 10,1% para 84,3 milhões de euros, com os fundos a apostarem no BES numa altura em que decorreu o período de subscrição de acções do aumento de capital da instituição financeira.
O BES representa já 17,7% das carteiras dos fundos, seguindo-se a Zon Multimédia, com 10,3%. O investimento na dona da TV Cabo subiu 4% em Março, enquanto na Portugal Telecom caiu 9,1%, apesar da operadora figurar no terceiro lugar das acções portuguesas preferidas dos fundos.
Segue-se a EDP, Galp Energia e Mota-Engil, sendo que nesta última verificou-se um aumento de 21,1% no investimento, só inferiro ao verificado na Jerónimo Martins (28,3%).
Nas acções estrangeiras o aumento do investimento dos fundos ascendeu a 4,1%. No mercado internacional as acções preferidas foram o Banco Bradesco (30%), a Total Efina (3,8%) e a Telefonica (3,1%).
Em Março de 2009 o valor sob gestão dos organismos de investimento colectivo em valores mobiliários (OICVM) e dos fundos especiais de investimento (FEI) subiu 0,13% para 13.302,7 milhões de euros, invertendo assim a tendência de queda dos últimos meses.
Segundo a CMVM, as obrigações estrangeiras continuaram a ser o activo mais procurado, representando 46,7% do valor sob gestão dos fundos mobiliários.
O investimento dos fundos em Portugal aumentou 10,4% para 822,4 milhões de euros, uma subida que é explicada pela forte subida do investimento em dívida pública nacional. Nestes activos o investimento subiu 36% para 54,4 milhões de euros, com os gestores de fundos a aproveitarem a subida dos “spreads” das OT portuguesas para reforçar nestes títulos.
Os principais países de destino das aplicações dos fundos continuaram a ser o Luxemburgo (com 36,8% da totalidade dos investimentos), a Irlanda (17,7%) e o Reino Unido (11%). Portugal pesa 9,4%.
As entidades gestoras com maior quota de mercado foram a Caixagest (26,6%), a ESAF (21,1%) e o Santander Asset Management (14,9%) que mantiveram as três primeiras posições já registadas em Fevereiro.
"A incerteza dos acontecimentos,é sempre mais difícil de suportar do que o próprio acontecimento" Jean-Baptista Massilion.
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"Johann Goethe
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"Johann Goethe
Rateio de novas acções do BES
Boas,
Gostava de saber se alguém me pode explicar como vai funcionar o rateio, uma vez que a venda de direitos foi bem sucedida, que novas acções sobram para ratear e a que preço?
Cumps
Gostava de saber se alguém me pode explicar como vai funcionar o rateio, uma vez que a venda de direitos foi bem sucedida, que novas acções sobram para ratear e a que preço?
Cumps
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